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PRONAC 2412642Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

PAISAGENS SERTANEJAS DE CONFINS BEM BRASILEIROS

29.683.707 JULIA CASTRO BARROS DE GUSMAO
Solicitado
R$ 676,0 mil
Aprovado
R$ 676,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2025-05-30
Término
2025-07-06
Locais de realização (3)
Niterói Rio de JaneiroParati Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Apresentações músico-teatral-iconográficas, que retratam as áreas protegidas brasileiras, cuja narrativa, feita em prosa poética interpretada por um ator/narrador, cria o entrelaçamento e alinhava o roteiro ilustrado pelas canções autorais, executadas ao vivo. A banda de acompanhamento miscigena sonoridades tradicionais brasileiras, com a música universal; Cenografia composta por estandartes pintados à mão e bonecos articulados da fauna brasileira que interagem com a plateia e conduzem, em cortejoa chegada ea saída do palco, promovendo interação com a plateia e ampliando o espetáculo para os arredores do teatro; Iconografia projetada, integrada à cenografia, composta por fotografias dos parques nacionais brasileiros, suas paisagens e sua fauna; Exposição de fotografias impressas em em qualidade "fine-art"; Registro audiovisual do espetáculo para veiculação na mídia; Registro em formato audiolivro de "Motivo & Recompensa - retratos geopoéticos", obra que subsidia todo o projeto.

Sinopse

Espetáculo Músico-Teatral-Iconográfico: PAISAGENS SERTANEJAS DE CONFINS BEM BRASILEIROS: nasce da obra poética e iconográfica do sertanista e arquiteto, Chico Livino, em especial do livro "Motivo & Recompensa - Retratos Geopoéticos", lançado em 2023, de cujo segundo capítulo, o espetáculo é homônimo. Vale-se de múltiplas linguagens artísticas para promover o encantamento e, por este, a valorização dos parques nacionais brasileiros e da biodiversidade abrigada por tais territórios. É, por assim dizer, um “livro-espetáculo”, já que suas variadas linguagens objetivam encantar o leitor-ouvinte, promovendo a mensagem de valorização da vida. Promovê-lo por meio de apresentações multisensoriais, portanto, é uma consequência natural, já que pela interpretação de suas prosas e poemas, musicados ou não, pela expressão de seu discurso e pela projeção de suas fotos, que fundem-se à cenografia, é que ele se materializa para além das páginas e amplia o seu alcance. O espetáculo é apresentado por um ator que conduz a narrativa por meio de uma viagem geopoética pelos variados biomas brasileiros, indo desde a lagoa de Piratininga, em Niterói-RJ, berço natal do autor, para depois empreender sua trajetória de vivências pela Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, desembocando o espetáculo em uma ciranda bem marinha. Cada um desses biomas é introduzido pela prosa poética do autor, para logo em seguida ser retratado em canções, sob a Direção Musical do arranjador e instrumentista Carlos Chaves (Monobloco; Quarteto Mahogani...), que explora uma estética bem miscigenada entre os ritmos brasileiros, o rock e o erudito, com uma formação que alia o cello ao acordeom, a guitarra à viola caipira..., oferecendo uma releitura das paisagens sonoras do país. À linguagem poético-musical, se indissocia o forte apelo visual do espetáculo, essencial ao encantamento, que explora e amplia a rica iconografia presente no livro, projetando em grandes formatos o vasto acervo fotográfico de Livino, colhido ao longo de seus mais de vinte anos dedicados às unidades de conservação do país. Tais fotos e desenhos serão o cerne da cenografia que os emoldura, assinada pelos artistas plásticos Pierre Crapez e Jaime Pinheiro, este último, professor do Conservatório de Música e Teatro de Tatuí-SP, e um virtuose da arte cenográfica, em especial os seus mágicos bonecos, traduzindo a fauna brasileira de maneira lúdica e interativa, ampliando a interface entre arte e plateia. Com um repertório composto de 11 canções, entremeadas por poemas e textos extraídos do livro, o espetáculo terá cerca de uma hora e 15 minutos e propõe o encantamento como uma política pública para a conservação da natureza, além de uma política pessoal para o bem estar no (e do) planeta Terra. GEOPOÉTICA, ARTE e ÁREAS PROTEGIDAS: em cada uma das cidades visitadas, os espetáculos serão precedidos por uma palestra / "pocket-show", onde Livino exporá os conceitos da Geopoética, a importância e os encantos das áreas protegidas do país, além da importância da arte na gestão dessas áreas, do que os espetáculos são um bom exemplo. EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: 72 fotografias especialmente, selecionadas do vasto acervo que compõe o espetáculo, ficarão expostas, em impressão "fine art" (45x30cm), em biombos articlados produzidos especialmente para este fim, nos foyers dos teatros. "DVD": os espetáculos serão filmados para posterior veiculação, pelas plataformas e redes sociais, além de canais da rede pública de TV, tanto na íntegra, quanto em formatos de canções individuais e "pílulas", objetivando a maximização do alcance da sua mensagem geopoética.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Valorizar as áreas protegidas do país, valendo-se das múltiplas linguagens da arte (em especial o teatro, a iconografia, a poesia e a música) e da riqueza de nossa cultura popular, promovendo tais territórios, nossos grandes mananciais de vida, como espaços de cultura, educação, saúde e lazer para o bem-estar no (e do) planeta. Trata-se de promover o "encantamento", como uma política pública de conservação da biodiversidade e uma política pessoal de bem viver. Angariar e engajar parceiros (público e apoiadores), a fim de fortalecer as agendas ambientais, em especial as unidades de conservação e a proteção da biodiversidade, de maneira mais ampla, ante a arena política do país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 - Realização de 09 Apresentações músico-teatral-iconográficas de cerca de 1h15minutos: Teatro da UFF/Niterói-RJ - 30 e 31 de maio e 01 de junho de 2025 (31 de maio é a data do aniversário do poeta e compositor, idealizador do espetáculo); Teatro Multiplan/Rio de Janeiro - 06, 07 e 08 de junho de 2025 (dia 05/06 é o dia mundial do Meio Ambiente); Casa da Cultura de Paraty (Parque Nacional da Serra da Bocaina) - 04, 05 e 06 de julho de 2025 (dia 05 de julho é o aniversário do reconhecimento de Paraty como Sítio Misto do Patrimônio Mundial pela UNESCO). 2 - Produção de registro audiovisual das apresentações, em formato "DVD" para veiculação (conteúdo integral e em partes) gratuita em redes sociais e canais de TV públicos,objetivando a multiplicação do alcance da linguagem; 3 - Exposição de 72 fotografias impressas em formato 45x30, em qualidade "fine-art", expostas em biombos articulados nos foyer dos teatros; 5 - Produção de audiodescrição do livro "Motivo & Recompensa - retratos geopoéticos" a ser veiculada via internet de maneira gratuita; 6 - Tradução em libras de todos os espetáculos; 7 - Sorteio de 5 livros por apresentação (que receberão em adesivo a marca da Lei Federal de Incentivo à Cultura); 8 - Realização de 3 Palestras/pocket-show sobre a geopoética e a importância da arte na gestão das áreas protegidas e destas para a sociedade;

Justificativa

Mudar os padrões de (co)existência no planeta é desafio urgente da contemporaneidade, não só para enfrentar uma era de extinções em massa, conhecida como antropoceno, como para garantir a própria qualidade da vida humana. Males planetários, como a pandemia recente e as mudanças climáticas, cada vez mais presentes no cotidiano das populações humanas ao longo da terra, passam pelas alterações de hábitats, com a supressão das áreas naturais em ritmo incessante. Também ameaças mais silenciosas, tais como o já reconhecido "transtorno de déficit de natureza" que afeta especialmente crianças e as conduz a uma maturidade menos segura e prazenteira, têm conduzido a sociedade crescentemente aos consultórios médicos, psicólogicos e psiquiátricos, não à toa, as farmácias dominam cada vez mais as paisagens urbanas. Na contramão desse cenário, que alarma e desalenta, os remanescentes dos biomas do país e do mundo, concentrados especialmente nas áreas protegidas, tais como os parques nacionais, que se destacam por sua vocação para a visitação pública, abrigam e oferecem uma infinidade de encantos e possibilidades de conhecimento e lazer, transformadores da saúde física e mental. Esses territórios, portanto, muito mais do que servir como (cada vez mais, últimos) refúgios para a vida das espécies selvagens, são fundamentais para a continuidade da vida humana no planeta, ou, minimamente, para a sua qualidade. Ocorre que há um baixíssimo pertencimento social dessas áreas para a sociedade brasileira. No ano de 2020 cerca de 85% da população do país se concentrava nos centros urbanos, chegando esse número a 93% na região sudeste. Em paralelo, no Brasil, os números de visitação dos parques nacionais brasileiros ainda ficam bem abaixo do potencial que apresentam. Enquanto no ano de 2018 (pré pandemia) foram registrados 12,4 milhões de visitantes nas unidades de conservação federais do país, considerando todas as categorias, somente os parques nacionais dos estados unidos registraram mais de 84 milhões. Trazendo a comparação para países de realidade socioeconômica mais próxima à nossa, a argentina e o chile registram números proporcionalmente muito maiores de visitação em seus parques nacionais. Caso apresentássemos uma proporção semelhante à do chile, por exemplo, entre tamanho da população e índices de visitação em parques, teríamos registrado, naquele ano, cerca de 40 milhões de visitantes em nossos parques. Este afastamento entre a nossa sociedade e os nossos parques se reflete, especialmente, na fragilidade das unidades de conservação brasileiras ante à arena política do país, tendo como conequência uma absoluta precariedade estrutural. É por uma gradativa reversão deste cenário que o presente projeto pretende intervir, ao propor levar o encantamento pelas áreas protegidas de maneira lúdica e artística, tentando "furar a bolha" dos ambientalistas e atingir a uma parcela cada vez maior da sociedade, em variados perfis. Objetiva-se, a partir do êxito deste projeto, ampliá-lo, visitando mais cidades e buscando produzir produtos audiovisuais mais amplos, tais como clipes e um mini-doc, para serem veiculados em canais de largo alcance, tais como canais de variedades, mídias de companhias aéreas, programações que antecedem projeções de filmes nos cinemas etc. Historicamente a arte é uma das grandes responsáveis, não só por retratar os modos de vida, mas também para estimular mudanças. Esta é, por isso, a lente que se propõe para a leitura das questões propostas no projeto. A arte que se oferta em "paisagens sertanejas de confins bem brasileiros"; seja em em formato virtual e de larguíssimo alcance de veiculação, por meio dos audiovisuais que serão produzidos, mas especialmente de maneira presencial e itinerante através dos palcos e da exposição; oferta imagens, poemas e sonoridades mestiças que são verdadeiras odes ao amor, à paixão, à liberdade e à vida conduzida de maneira (pro)positiva. "maré e vento conduzem... Jamais o leme largar". É manter-se em postura positiva e esperançosa, contra todos os acenos de catástrofes que se avolumam na mídia hegemônica. Graças à Lei de incentivo, será possível a montagem desse espetáculo, o seu registro e veiculação, apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais produzidas pelo criador deste projeto e pelo amplo conjunto de artistas e produtores que permitem que ele aconteça; Sem os recursos viabilizados pela Lei de incentivo, fica-se restrito às iniciativas independentes que já foram capazes de produzir a publicação do livro e diversas apresentações públicas, mas que não viabilizam o projeto como um todo. Tendo a Natureza como matriz, se oferece, por um conjunto de linguagens artísticas, bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Acredita-se na capacidade da arte de gerar vínculos afetivos para, com ela, oferecer um convite ao prazer e ao encantamento, um estímulo a mudanças de hábitos individuais e sociais, visando um futuro mais colorido para todos e todas, tendo o verde como matriz, tal qual a nossa bandeira. O projeto que aqui se propõe atende aos seguintes objetivos da Lei 8313/1991: II - fomento à produção cultural e artística, mediante o custeio da produção e itinerância dos espetáculos músico-teatrais-iconográficos, dos registros e veiculação em vídeo dessas apresentações e da produção e veiculação de um filme documental acerca da Geopoética e da importância das artes na gestão das áreas protegidas, e destas para a sociedade; IV - estímulo ao conhecimento dos valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos voltados especificamente à rede pública de ensino, das cidades onde ocorrerão as apresentações,

Estratégia de execução

PAISAGENS SERTANEJAS DE CONFINS BEM BRASILEIROS Repertório: Cadê https://open.spotify.com/intl-pt/track/0crlNWyYlor2rbgboYxuCX?si=a72036afa633432d Medievo Brasilis https://open.spotify.com/intl-pt/track/5uSjl8xm1W6auxYHuyC0I8?si=31d955a3eacc419f Pororoca https://www.youtube.com/watch?v=WgOBATTfumc&t=10s Lição do igarapé: https://open.spotify.com/intl-pt/track/5WJcESQoCx0ETqN3qQ3cJF?si=4f07cd7701d945c0 Aquarela https://open.spotify.com/intl-pt/track/1jqbBEaFkbCgFSWOdJ3dlY?si=dd5e73606f744c99 Festa fresca, chuva boa: https://open.spotify.com/intl-pt/track/7CeplXYEcoBpLf3pdUGYHK?si=6c6ae2e24c3d4d1b Fulora Morena https://open.spotify.com/intl-pt/track/0LoPOUVtphueYizuhjJr56?si=8763c11ac46c4ea5 Grande Sertão Veredas https://open.spotify.com/intl-pt/track/0PZ6LPGtmfTGHURHyLSPIc?si=eae3989c14bd4307 Caravana https://open.spotify.com/intl-pt/track/2sUJCQALSJZEsURO8buPzL?si=729294da6de74e30 Morena de serra, azul de mar https://open.spotify.com/intl-pt/track/5uJJyEcbJfUqtFPLq6XZ8V?si=861a21e73d2a4d79 Ah... mar! https://open.spotify.com/intl-pt/track/2JFZb8UjZ0aXd90kD6okbk?si=8471b30f967c4f72

Especificação técnica

ESPETÁCULOS MULTILINGUAGEM: 9 apresentações músico-teatrais-iconográficas, com cenografia composta de seis estandartes fixos pintados à mão, com 1x3m cada, três estandartes portáteis, que interagem com o público por meio de cortejos, com 1x1,5m cada, e tela de projeção central medindo 4x3m, onde serão projetadas fotografias. Comporão ainda a cenografia, bonecos fixos e móveis (interativos) que conferirão aspecto teatral. Um ator conduz a narrativa por meio de textos intercalados às canções, sendo que o tempo somado das intervenções narradas e declamadas se aproxima de 25 minutos. A banda será formada pelo artista principal (voz e violão), acompanhado de 09 instrumentistas (guitarra/violão, baixo-elétrico, violão/viola caipira, flauta, violoncelo, acordeon e dois percussionistas). A sonorização e a iluminação do espetáculo se adequará aos equipamentos disponíveis nos espaços culturais que irão abrigá-lo, mas idealmente contarão com as seguintes especificações: Palco: Boca de cena: 12m de largura por 6m de altura, com profundidade de 9m;;Altura do palco em relação ao piso da plateia: 1mCoxias laterais: 6m cadaUrdimento: estrutura de ferro; equipado com carretilhas; sistemamanual; 11,70 m (do piso do palco ao urdimento)12 varas cênicas para vara de luz e vara de cenárioComprimento de cada vara: 18m / Distância de uma vara a outra: 25 cm06 torres verticais01 (uma) cortina corta-fogoTela de projeção ao fundo medindo, no mínimo, 4x3m. Iluminação Cênica: ● 14 Fresnel 1000W;● 40 PC 1000W;● 20 Ciclorama (Piso), 1000W;● 19 Ciclorama (Topo), 1000W;● 4 Moving Head, de 575W;● 2 Canhão Seguidor;● 4 Elipsoidal 5º 750W;● 6 Elipsoidal 10º 750W;● 20 Elipsoidal 19º 750W;● 20 Elipsoidal 26º 750W;● 26 Elipsoidal 36º 750W;● 28 Elipsoidal 50º 750W;● 8 Elipsoidal Zoom 15º - 35º 750W;● 8 Elipsoidal Zoom 30º - 55º 750W;● 42 PARnel 25º a 50º 750W;● 4 Rack de Dimmers Cênico Sensor 3 HSR48 completo com dimmers e processador;● 1 Rack de Dimmer Arquitetural Paradigm;● Mesa de Iluminação até 512 Parâmetros, 01 saída DMX 512, controla Dimmers;● 2 Sistemas de Comunicação com Rack padrão 19" (24U), um Switcher de dados, Spliters DMX de 8 portas, patch panels, patch cord e Nobreak; Sonorização e projeção: ● 3 Amplificador para - PA, 02 canais, 2100W 4Ω;● 2 Amplificador para Monitor, 02 canais, 1200W 4Ω;● 1 Caixa Ativa 400W RMS, duas vias, Woofer 12" e driver de 1", resposta em frequencia de 60 a 20KHz;● 2 Caixas Passivas Subwoofer 18", 1500W RMS, resposta em frequência 35 a 87hZ;● 2 Caixas Passivas JBL SF” 25, 500W RMS;● 4 Caixas Passivas JBL SF” 15, 250W RMS;● 1 Mixer, 48 Input, 33 Faders Motorizados, 20 AUX BUS, 32 IN XLR analogicas, 16 OUT XLR analogicas, 01 SLOT Expansão para cartãoInterface;● 4 Microfone dinâmico, cardióide (unidirecional) 50 a 15.000 Hz;● 4 Microfone dinâmico, cardióide (unidirecional) 40 a 15.000 Hz;● 1 Microfones Sem Fio 20 a 20.000 Hz, cápsula dinâmica, distancia operacional 100mt;● 2 Microfones mix sem fio 20 a 20.000 Hz, cápsula dinâmica, distancia operacional 100mt; ● 12 Pedestais de microfone TIPO Girafa/preto;● 4 Microfones dinâmicos, cardióide (unilateral) 50 a 15.000 Hz;● 4 Microfones dinâmicos, cardióide (unilateral) 40 a 15.000 Hz;● 2 Microfones Condenser, cardióide (unidirecional) 20 a 20.000 Hz;● 1 Kit Set de microfones para bateria;● 1 Microfone de ambiente;● 3 Direct Box - Modelo DI100 (Behringer);● 5 Cabos para microfone balanceado 5m, XLR/XLR;● 8 Cabos para microfone balanceado 10m, XLR/XLR;● 2 Cabos para microfone balanceado 15m, XLR/XLR;● 1 Medusa 8 vias 15m (com banheira);● 1 Projetor de Vídeo, ratio 16:9, contraste 10.000:1, 6000ANSL. EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: 6 Biombos articulados medindo 3x(60x180cm) cada um, feitos em MDF e encapados; 72 fotografias impressão "fine art", medindo 45x30cm cada. "DVD": Filmagem em Full HD, editada, com tempo total de aproximadamente 75 minutos (conteúdo disponível também em formato individual para cada canção e em "pílulas" de 90 segundos para divulgação em redes sociais. DIVULGAÇÃO, CARTAZES e FOLHETERIA: 4 Cartazes em papel, formato 60x80cm; 25 Cartazes em papel, formato A3;3 Banners em lona vinílica, em formato 80x160cm;Imagens de divulgação em alta definição para divulgação do projeto, em telas de promoção dos teatros; Vídeo promocional para uso nos monitores/paineis dos teatros, duração aproximada 30";Vídeo para divulgação em painel externo LED (formato AVI, MP4, MOV ou WMV - tamanho 384 x 768 px);Vídeos de 30’' a 60'' com divulgação do projeto, para stories e/ou reels.2 Posts - Redes sociais do projeto com impulsionamentoProdução de post para divulgação do evento, nas redes sociais do artista ou do projeto, conforme maior alcance.

Acessibilidade

"Em conformidade com a Lei da acessibilidade nº10.098 de 19 de dezembro de 2000, o projeto garante em sua execução, os recursos de acessibilidade a saber: 1. Apresentações: Acessibilidade física: Os locais das apresentações consideram sua acessibilidade física com rampas de acesso e/ou elevadores, banheiros adaptados permitindo o acesso de pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Na plateia serão reservados: Assentos para PCDs e/ou com mobilidade reduzida, com reserva de lugares também para 01(um) acompanhante. Espaço para pessoas em cadeiras de rodas ou triciclo motorizado e assentos para pessoas cegas acompanhadas do cão-guia; Assentos para idosos; Assentos no fundo da plateia, devidamente sinalizados para pessoas autistas e 01(um) acompanhante, oferecendo um ambiente mais controlado e menos estimulante, contribuindo para que os autistas a desfrutem do evento sem se sentirem sobrecarregados por estímulos sensoriais excessivos, oferecendo uma experiência mais inclusiva e confortável para todos os espectadores. Acessibilidade de conteúdo: Recepção e acolhimento: a equipe de recepção dos eventos será capacitada para se comunicar com o público prioritário, reconhecendo a necessidade específica de cada pessoa, dispensando o atendimento adequado e oferecendo os recursos e serviços de acessibilidade indicados para cada caso.tendo especial atenção para os seguintes serviços nas áreas de recepção: uso de nomenclatura adequada para designação das pessoas com deficiência; atendimento preferencial; indicação de rotas acessíveis; sinalização indicativa dos recursos de acessibilidade disponíveis no evento; informação sobre serviços de apoio oferecidos no evento; indicação de rota de fuga. Intérprete de libras: todas as apresentações contarão com tradução simultânea em libras. 2 -Audiolivro O livro "Motivo & Recompensa - retratos geopoéticos", que oferece o conteúdo do espetáculo, receberá uma versão em audiolivro, veiculada gratuitamente pela internet. De acordo com o § 2º do inciso ii do artigo 25o. Da in no. 1 de 2023, o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. O projeto se compromete com a inclusão inclusive na área da divulgação, garantindo que nossas postagens nas redes sociais sejam acessíveis a todos. Ao compartilhar imagens, incluiremos descrições para deficientes visuais, utilizando o recurso de texto alternativo ou a hashtag #paratodosverem. 3 - Exposição Acessibilidade física: Os locais das exposições consideram sua acessibilidade física com rampas de acesso e/ou elevadores, banheiros adaptados permitindo o acesso de pessoas com mobilidade reduzida e idosos. 4 - DVD III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições,das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo dodisposto no § 2º do Art. 22;

Democratização do acesso

(1) Apresentações com entrada franca: a cada cidade onde ocorrerá o espetáculo haverá uma apresentação destinadas especialmente à rede pública de ensino; (2) produtos audiovisuais veiculados em plataformas digitais gratuitas e canais públicos de comunicação. (3) exposições fotográficas gratuitas associadas às apresentações.

Ficha técnica

A produtora Julia Castro Barros de Gusmão (Cia, Expressarte de Teatro) é formada em Gestão de Eventos pela Faculdade Uniasselvi (2022), especialista em Organização e Gestão de Vendas, Comunicação e Oratória, Inovação na Educação e nas Organizações, e Planejamento de Marketing Digital. Atriz sindicalizada, com instrução aprofundada em Teatro Musical pelo CEFTEN. É idealizadora e produtora do Festival de Teatro do Colégio Paulo Freire (FESTEATRO), de Niterói-RJ, que está atualmente em sua quarta edição. Produtora e idealizadora do projeto "Mais Que Ventania", que fala sobre o sincretismo religioso. Presidente da Cia. Expressarte, responsável pela realização do espetáculo "João e o Pé de Feijão No Sertão", que concorreu aos prêmios Zilka Salaberry e CBTIJ, no estado do Rio de Janeiro. Atualmente é produtora executiva do espetáculo musical "Sítio do Pica-Pau Amarelo", licenciado pela Rede Globo. Também é professora de Teatro para crianças e adolescentes, atuando na área há 11 anos. Além da produção executiva do espetáculo, Julia é ainda a responsável pela sua direção teatral. O projeto PAISAGENS SERTANEJAS DE CONFINS BEM BRASILEIROS, foi idealizado pelo artista Francisco Fernando Livino de Carvalho (Chico Livino). Analista ambiental, arquiteto e sertanista, Chico Livino traduz suas vivências nas áreas protegidas do país em poesia, canção, fotografia, desenho e arquitetura, apostando na capacidade da Arte em criar pontes de conexão afetiva entre a sociedade contemporânea e a natureza. Com experiência profissional nos variados biomas brasileiros, foi chefe do Parque Nacional da Serra da Bocaina/RJ-SP de 2008 a 2017, ingressando depois na Pós-Graduação em Ecoturismo e Conservação da UNIRIO, com a dissertação “VARANDARANA, UMA ARQUITETURA GEOPOÉTICA: A importância da Arte para a gestão das áreas protegidas”. Atualmente é o responsável pela concepção arquitetônica das infraestruturas dos parques nacionais do país. Lançou em maio de 2023 o livro “Motivo & Recompensa – Retratos Geopoéticos”, acompanhado de 3 álbuns musicais, homônimos aos capítulos do livro, nas plataformas digitais: "Paisagens Sertanejas de Confins bem Brasileiros", "Estandarte" e "Um som pra celebrar a vida". Aposta e se dedica à promoção do encantamento como uma política pública pela conservação ambiental e uma política pessoal e social de bem viver. Jaime Pinheiro, é o Diretor Artístico do projeto. Artista de grande conhecimento das artes plásticas, concebe e executa bonecos que, tanto compoem cenários, como promovem interação com as plateias (inclusive em formato de cortejos), assinando também cenografia, figurinos e iluminação. Graduado em Ed. Art., habilitação em Artes Plásticas e especialização em Design. Prof. de Cenografia e Teatro de Animação na Universidade de Sorocaba (2008 a 2010 e 2012). Desde 1990 atua como cenógrafo no Conservatório de Tatuí, projetando e executando cenários para concertos, shows, festivais e teatros. É professor do curso de Cenografia e Adereços, nessa escola. Professor de Desenho, Técnicas de Materiais Expressivos, Fundamentos da Expressão Artística, Desenho de Observação e Cenografia na Associação de Ensino Tatuiense, de 1996 a 2010. Cenários para teatros, shows musicais, dança, animação e grupos artísticos: Esparrama, Cia. Mútua, Coletivo Cê, TV Cultura (Prelúdio, Prêmio Carlos Gomes), Encantoria, Balleteatro Mônica Minelli, Baleteatro Fred Astaire, Pindorama, Festival de Inverno de Campos do Jordão, Livro de Rua. Pesquisas na área de Teatro de Animação, com trabalhos apresentados em São Paulo, Santa Catarina e Portugal. Coordenador do “Festival Estadual de Cururu” Conservatório de Tatuí. Pierre Crapez, arquiteto, professor e artista plástico, divide com Jaime a função de cenógrafo. Francês, naturalizado brasileiro em 1992, formou-se arquiteto DEPLG na França, mestre em ciência da arte e doutor em geopoética urbana, ambos pela UFF. Há trinta anos leciona como professor/pesquisador do departamento de arte, IACS-UFF, para alunos da arquitetura, produção cultural, arte e cinema. Atua como artista multimeios (pintura, fotografia, escultura, design e cenografia), com várias exposições no Brasil e na França, e como curador/crítico/pesquisador das artes contemporâneas no centro de arte-UFF. Sua linha de pesquisa é: artes e territorialidade, geopoética, arte natureza e espiritualidade, numa perspectiva bachelardiana. Participa do grupo de pesquisa “lugar e paisagem” UFF e do SEGHUM (geografia humanista cultural). Carlos Chaves, é o diretor musical. Bacharel em violão pela UFRJ e mestre pela UNIRIO, fundou e compõe o quarteto de violões maogani, com o qual gravou 7 álbuns (3 vezes prêmio da música brasileira e prêmio rival-br como melhor grupo instrumental) e viajou por várias cidades brasileiras e mais de 15 países. Cavaquinista do Monobloco desde 2007, com participação no DVD monobloco 10 e no CD Arrastão da Alegria (prêmio da música brasileira). Como compositor, passeia pelo universo da música instrumental e cantada. Venceu dois festivais de música: músicanto/americana-sp-2001 (choro de bela) e festival rádio mec-2017 (tricotando), ambas na categoria instrumental. Lançou o cd “Tricotando” (2018), com produção musical e todas as composições e arranjos, com participação de 40 músicos, com destaque para Pedro Luíz, Renato Braz, Cristiano Alves e Maurício Carrilho. De Chico Livino produziu e arranjou as faixas “cadê”, “medievo brasilis”, “frevo conjugado”. “ah! Mar..”. E “fulora morena”. O ator/narrador que conduz o espetáculo é Rodrigo Lourival. Nascido e criado em Niterói, se dedica à interpretação desde os 14 anos, fazendo cursos e workshops. Primeira experiência profissional foi em 2018, com a leitura dramatizada "Bailei na Curva", da Cia Expressarte. Desde então, atuou em curtas independentes, como "A Ronda", "Cojones, Marina!" e "Parabéns, Já Somos Livres!", integrou o elenco de "Poema! - o Musical", da In Cena Produções, e participou da série "Vicky e a Musa", da Globoplay. Atualmente, estuda interpretação no CT Treinamento de Atores, curso cinema na Estácio, tendo aulas de canto com Roberto Montezuma e aulas de dança na Anaí Sanches Cia de Artes. Divide a interpretação das canções com o pai, a baixista, cantora, compositora e arranjadora Jaquie Livino. Nascida no Rio de Janeiro é atuante na cena musical independente do interior de São Paulo. É formada em Produção Fonográfica na FATEC Tatuí e estuda canto popular e baixo elétrico no curso de mpb/jazz no conservatório de Tatuí. Desde 2018, empreende sua carreira solo trabalhando um repertório próprio na linguagem mpb/rock, além de integrar outros projetos da região. Participou de diversos festivais com carreira solo no interior de São Paulo, conquistando o segundo lugar no 17º Prêmio Lollo Terra de MPB de São Miguel Arcanjo/SP (2022), com a canção "Artifício-Ferramenta" e acompanhando Chico Livino, foi semifinalista no I Festival de Música de Paraty/RJ (2018). Atualmente conta com três eps e um álbum lançados por bandas independentes das quais faz parte, além de um single como carreira solo, intitulado “Lembra de respirar”. Também participou como baixista e cantora em faixas dos álbuns de Chico Livino, sendo compositora, co-autora e voz principal na canção “Medievo Brasilis”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.