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Batuque 011 é um grupo paulistano de samba com um vasto repertório musical que consegue reunir um público de todas a gerações. O grupo nasceu há apenas 05 anos mas já tem muita história e bagagem musical. Começaram com uma roda de samba sem compromisso que virou um encontro semanal em alguns lugares da zona Sul de São Paulo. O grupo idealiza realizar o projeto de cantar o Samba lado B , homenageando vários grupos de samba e pagode que não tiveram tanta expressão e exposição midiática, mas que tem contribuição significativa para cultura periférica de São Paulo. O Batuque 011 é também um grupo formado por alguns dissidentes dessa época de ouro do samba e pagode paulistano, e almejam apresentar esse tributo a grupos e suas canções para difundir a importância e contribuição para o movimento cultural periférico desta vertente musical dos anos 80 e 90. Neste sentido, este projeto propõe a apresentação de 4 (quatro) shows na capital SãoPaulo.
Em meados dos anos 80 e 90 eram realizados vários Festivais de Samba com o intuito de fortalecer a cena e projetar grupos e artistas. Festivais esses que projetaram grupos expoentes como Exaltasamba, Soweto, Katinguelê, entre outros. No entanto alguns vários outros grupos como Art Final, Mé Maior, JB samba, Relíquia, Um toque a mais, Chora menino, Casa Nossa, entre outros, tiveram relevância porém não alcançaram projeção significativa. O Batuque 011 é também um grupo formado por alguns dissidentes dessa época de ouro do samba e pagode paulistano, e almejam apresentar esse tributo a grupos e suas canções para difundir a importância e contribuição para o movimento cultural periférico desta vertente musical dos anos 80 e 90. O Grupo Batuque 011, composto por músicos paulistanos dissidentes de outros grupos de destaque da época citada, pretende realizar 04 apresentações musicais no município de São Paulo, com gratuidade de acesso, duração de aproximadamente 90 minutos e classificação indicativa livre. O Grupo idealiza cantar o Samba lado B , homenageando vários grupos de samba e pagode que não tiveram tanta expressão e exposição midiática, mas que tem contribuição significativa para cultura periférica de São Paulo. Os artistas realizarão ainda 01 Oficina de Percussão com 6 (seis) encontros e duração de 2 (duas) horas, com 20 (vinte) vagas prioritariamente para crianças de 8 a 12 anos estudantes da rede pública de ensino. Haverá também 1 (uma) sessão de bate papo com o público em uma das apresentações, contemplando o aspecto histórico e transformador social do samba e sua magnitude no cenário cultural do país e no cenário paulistano.
OBJETIVO GERAL - Realizar 4 (quatro) apresentações musicais na capital São Paulo ao longo dos meses de março e abril de 2025; OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Promover 1 (um) bate papo com o púbico presente após uma das apresentações; -Realizar 1 oficina de percussão (6 encontros) com crianças da rede pública de ensino; -Desenvolver ampla política de acessibilidade, incluindo diferentes ferramentas direcionadas a diferentes perfis de público PCD, em 100% das apresentações.
No cenário cultural brasileiro, o Samba tem um destaque de extrema importância, caracterizando-se atualmente como um patrimônio cultural imaterial. Surgindo no início do século XX, em comunidades afro descendentes, no Rio de Janeiro, tornou-se uma expressão cultural típica de nosso país e carrega uma identidade permeada pela luta contra o preconceito e pela busca de um espaço de destaque no cenário musical brasileiro. Desta forma, a apresentação de samba é um evento de celebração que transcende gerações e fronteiras, refletindo a riqueza deste gênero. É também um retrato da alegria e enfrentamento das dificuldades da população mais carente, das comunidades, onde todos se unem, todos cantam, todos celebram letras e melodias de grandes compositores. Letras que contam histórias de lutas contra o racismo, contra injustiças sociais ou simplesmente celebram o amor, a vida e o cotidiano das comunidades. Em São Paulo, o cenário do samba nas décadas de 80 e 90 foi composto por grandes grupos que alcançaram sucesso e destaque na mídia. Porém outros grupos com extenso curriculum e interpretação de grandes composições não obtiveram destaque na mídia. Neste sentido, esta proposta busca apresentar estas canções que ficaram no "lado B" do cenário cultural do samba paulistano, homenageando grupos e compositores da época, com o Grupo Batuque 011 revivendo esta época interpretando estas canções e buscando ampliar a visão do público sobre qualidade e importância cultural das mesmas. Acreditamos que uma ação cultural financiada por Lei de Incentivo a Cultura pode colaborar para o resgate destas raízes históricas do ssamba paulistano, além de promover uma maior abertura para as populações mais carentes, sem possibilidades de acompanhar um evento elaborado com os detalhes propostos. Desta forma, o projeto foi idealizado para todos os públicos, sem restrição de faixa etária. O Grupo Batuque 011 buscará um espetáculo democrático onde o público participará da afirmação histórica do samba paulistano lado B, entendendo através da músicas o processo de construção das lutas contra o racismo, a desigualdade social, o machismo e a intolerância religiosa, dente outros aspectos de marginalização. Neste sentido, é possível perpetuar o aspecto transformador do gênero e afirmar a magnitude desta lutas ao longo do tempo. Este projeto atinge os seguintes incisos do Art 1º da Lei 9.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também alcança os seguintes objetivos do Art 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Produto Principal: 4 (quatro) apresentações musicais do Grupo Batuque 011 na unidade Caixa de São Paulo, com duração aproximada de 90 minutos, classificação indicativa livre. Para as apresentações, o rider técnico disposto a seguir torna-se necessário: Rider TécnicoBatuque 011 VOZES 3 Sm58 ou similar - Comunicação2 Sm58 ou similar - Vozes de apoio 4 Sm58 ou similar - Voz principal PERCUSSÃO 1 Sm81 ou similar - Surdo 2 Sm81 ou similar - Flauta e Efeitos 1 Kit de microfone de bateria shure ou similar - Bateria 1 Sm57 ou similar - Pandeiro 2 Sm57 ou similar - Rebolo // Malacaxeta CORDAS 4 Direct Box Violão // Baixo // Cavaquinho // Reserva GERAL 22 Cabo XLR>XLR - Cabeamento 4 Cabo TRS>TRS - Cabeamento D.I. 1 Mesa de som 24 canais Backline 2 Falante passivo ou ativo P.A. 2 Subwoofer P.A. 1 Potência coerente com as caixas fornecidas P.A. 9 Cabo XLR>P10 pequeno Retorno 9 Cabo TRS>P2 fêmea Retorno 1 Power Play 8 cancais Retorno LUZES 6 Spot Simples 2 Fresnel 4 Elipsoidal 1 Spot normal Luz branca 2 Gelatina âmbar Para spot simples 2 Gelatina azul Para spot simples 1 Gelatina vermelha Para spot simples Além do rider técnico, o projeto deve possuir um material informativo no local das apresentações: Cartaz explicativo contendo as informações do evento (incluindo produto, duração e patrocinadores) e placa explicativa em Braile que contemple estas mesmas informações para pessoas cegas. Para o público neurodivergente, o projeto prevê a aquisição de 03 (três) abafadores de ruídos para contemplar este público em momentos de crises. Atividade Paralela: 01 Oficina de Percussão com 6 (seis) encontros e duração de 2 (duas) horas, com 20 (vinte) vagas prioritariamente para crianças de 8 a 12 anos estudantes da rede pública de ensino. Haverá ainda 1 (uma) sessão de bate papo com o público em uma das apresentações, contemplando o aspecto histórico e transformador social do samba e sua magnitude no cenário cultural do país e no cenário paulistano. Será necessário para as palestras anfiteatro próprio com equipamento de projeção, além de material impresso em folha A4, num total de 20 cópias, contendo o resumo dos tópicos a serem abordados na palestra. Ainda haverá a disponibilização de 03 (três) cópias em braile para pessoas cegas, independente da demanda.
ACESSIBILIDADE FÍSICA Os locais a serem selecionados para as apresentaçoes deverão dispor de itens de acessibiidade básicos, como sinalização tátil, banheiros adaptados para publico PCD, bassas de apoio. Se for necessário, o projeto prevê melhorias no ambiente físico para proporcionar acesso adequado ao público PCD. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O projeto prevê os seguintes itens para proporcionar acessibilidade de coteúdo aos diversos publicos: - Realização de treinamento em acessibilidade atitudinal com artistas e equipe técnica; -Contratação de 3 (três) monitores de acessibilidade alfabetizados em Libras; -Disponibilização de intérprete de Libras em todas as apresentações, sinalizadas em peças de comunicação; - Serviço de áudio descrição em 2 (duas) sessões, selecionadas em peças de comunicação; - Legendas descritivas de comunicação; - Disponibilização de 3 (três) abafadores de ruído durante todas as apresentações, para empréstimo às pessoas autistas que sentirem desconfortoacústico. A disponibilidade do empréstimo será anunciada (em off) por monitores de acessibilidade treinados para receber o público e também atravésde anúncio visual. Se houver demanda superior, a produção providenciará maiorquantidade do equipamento para a sessão seguinte; - Disponibilização de Sala de Regulação, equipada com som ambiente em volume baixo, luminosidade baixa, brinquedos específicos e 1 (um) monitor treinado para auxílio nos momentos de crise da pessoa autista.
As seguintes medidas serão adotadas para garantir a democratização de acesso neste projeto: a) Gratuidade em todas as sessões; b) Fornecimento de transporte gratuito e lanche a bordo em uma das sessões para instituição social da capital, conforme estabelecido na Instrução Normativa mais recente da Lei Rouanet (Capítulo IV. seção II, Artigo31); a) Contratação de 1 (um)estagiário remunerado da área de produção cultural como forma de inserção no mercado de trabalho;
Adrian Caires Haddad (Dico da Lira) - Produtor de palco Formado em Produção Fonográfica pela FATEC/Tatuí (2022) e Pós Graduado em Gestão de Projetos Culturais pelo SENAC-Lapa/SP (2024). Estudante de teatro, busca o aperfeiçoamento de sua expressão de palco. É cantor, compositor, produtor e multinstrumentista com ênfase em violão popular. Produtor artístico do Grupo Sambabacas (2018-2022) e da cantora Meds (2023), ambos de samba e pagode. Gravou e produziu um projeto de audiovisual próprio em 2022 com mais de 26.000 visualizações na Plataforma YouTube (Pagode da Lira). Participou ativamente de gravações notáveis na Gravadora Experimental de Tatuí (2021/2022), colaborando com artistas como Wander Pires, Luiz Felipe Gama, Pupa Kanda e Pablo Vares. Osmar Haddad Filho (Xexéu) - Proponente e coordenador executivo Xexeú é engenheiro civil formado pela UFSCar (1993), pós graduado em educação (2004). Foi professor de física do ensino médio por 32 anos, convivendo ativamente com a capacidade artística e criativa de adolescentes em vários colégios do interior do estado de São Paulo. Sua visão prática e crítica possibilitou afinidade para reconhecer talentos artísticos no universo da música. Tornou-se experiente conhecedor dos palcos e da gestão de negócios, sendo mestre na arte de conciliar orçamentos, cronogramas, negociações contratuais e gerenciamento de equipe. Tornou-se produtor cultural há 5 (cinco) anos, fundando a Lira Produções Artísticas Ltda., através da qual realiza a produção executiva e gerencia projetos de artistas do samba como Dico da Lira, Batuque 011, Medusa, Flavinho Batucada e Keilla Regina. Carlos Eduardo Rodrigues (Dudu) - Cantor e percussionista Cantor e percussionista, Dudu iniciou na música aos 16 anos de idade, convidado por Wilson Fliper ( do grupo Transa Negra, antigo Eterno Amor), para fazer teste no grupo Dom de Sonhar, que virou Samba do Guetto. Fez parte do Samba da Laje, Grupo Comunidade Partidária e atuou como free lance com os grupos Só Karisma, Brilho de Neon, Ponto Marcado, Quilombo dos Palmares, Muleke Travesso, dentre outros. Acompanhou alguns intérpretes como Seu Silvio Modesto, Douglas Aguiar, Mauro Diniz, Royce do Cavaco, Adriana Moreira, Almizinho entre outros. Atualmente faz parte do grupo Batuque 011. Eder Aparecido Pinheiro (Edy) Cantor e percussista Cantor, compositor e percussionista, inciando-se na música ainda criança, há mais de 40 anos. Fez parte do Grupo infantil Patota de Cosme que era composto por alguns ex-integrantes do também Grupo infantil Toca do Coelho, vizinhos e amigos. Acompanhou alguns cantores e grupos consagrados no mundo do Samba e Pagode tais como: Royce do Cavado, Monarco, Reinaldo, Chrigor, Pedrinho da Flor, Toninho Gerais, Carica, Quintal do Pagodinho, Grupo Um Toque a Mais, entre outros. Como Backing vocal trabalhou com o saudoso Almir Guineto, Salgadinho, Royce do Cavaco, Grupo Gana, Grupo Percepção e algumas escolas de Samba de São Paulo. Fez parte dos grupos Tô afim, 4 Cantos, Banda MZ e Na Palma da mão. Atualmente de faz parte do Grupo Batuque 011. Rodrigo Macedo Viana (Juninho Bill) Cantor e percussionista Juninho Bill iniciou sua carreira em 1995, profissionalizando-se como percussionista. Fez parte do Samba da Vela desde a sua fundação, atuando entre os anos 2000 até 2016. Fez parte da banda Raizeiros com o vocalista Mario Sérgio, com o qual fez uma turnê pela Europa e participou do Programa do Jô Soares. Participou do Programa Ensaio da TV Cultura acompanhando a Velha Guarda do Império Serrano, Mario Sérgio e Tantinho da Mangueira. Acompanhou Diogo Nogueira no projeto Herdeiros de Bambas no Sesc Vila Mariana. Participou do projeto “Árvores Sagradas /Raízes do Samba”... Sambando embaixo da Mangueira e da Paineira no Sesc Ipiranga acompanhando Xangô da Mangueira e Tantinho da Mangueira. Ainda no Sesc Ipiranga, em 2007, acompanhou a Velha guarda musical do G.R.E.S. Camisa Verde e Branco. Acompanhou também o compositor Nelson Sargento no Sesc Pompéia. Participou do lançamento do CD da Cantora Baiana - Ione Papas gravado no Sesc Pompéia. Participou do programa Bem Amigosa presentado pelo narrador Galvão Bueno da Rede Globo de televisão e da Sport TV acompanhando o grande compositor Noca da Portela. Acompanhou Dona Ivone Lara no Sesc Ipiranga no projeto as ” Damas do Samba” . Atua no Grupo Batuque 011 desde sua fundação em 2020. Janilson do Nascimeto Lima (Filé do Pandeiro) Cantor e percussionista Cantor e percussionista há mais de 20 anos, File do Pandeiro fez parte do Grupo Estatuto do Samba, gravando seu primeiro álbum lançado pela Gravadora Atração Records. Atuou como percussionista em outras diversas bandas como Moleque Travesso, Banda Boteco do seu Zé, Samba da sedinha, Comunidade partidária, Bate Fundo, Samba da Disciplina, Mania da Gente, dentre outras. Acompanhou artistas consagrados como Rene Sobral, Carica, Chrigor, Nego Branco e Marcio Art. Marco Antonio de Oliveira (Marquinhos Cachorrão) Produtor musical Cantor, compositor, arranjador e multi-instrumentista de cordas, Cachorrão iniciou na música há mais de 35 anos, em 1986. Trabalhou com grandes nomes da música brasileira como Royce do Cavaco, Grupo Art Popular, Pé de Moleuqe, Arlindo Cruz, Sombrinha, Adriana Ribeiro, Mauro Diniz, Agepê, dentre outros. Foi produtor musical de Marcio Art. Partiipou do Festival Mundial de Huis Tem Bosch, em 1999- Nagasaki (Japão). Como compositor, teve músicas gravadas por Biro do Cavaco (Encontrei Você), Grupo Arte Final (Teu Olhar), Grupo Casa Nossa (Meu Defeito), Grupo Sempre Assim (Sonho de Amar), Grupo Mel na Boca (Vertente da Saudade). 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PROJETO ARQUIVADO.