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PRONAC 2412670Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

2º FESTIVAL VIOLAS AO SUL

ANGELO PRIMON JUNIOR
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-13
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)
Bento Gonçalves Rio Grande do SulCanoas Rio Grande do SulGuaíba Rio Grande do SulMontenegro Rio Grande do Sul

Resumo

O 2º Festival Violas ao Sul é uma mostra musical não competitiva da arte da viola de 10 cordas gaúcha. Será no formato presencial em 4 cidades atingidas pela enchente: Bento Gonçalves, Guaíba, Canoas e Montenegro. Serão 4 eventos em 4 semanas seguidas, com transmissão online, um em cada cidade. Cada dia de evento terá 4 pocket shows de 4 violeiros/as gaúchos, 1"costura musical" feita por um dos violeiros curadores do evento e um espetáculo final do Grupo Violas ao Sul com a participação especial de uma cantora da música regional.O festival será gravado ao vivo e resultará na edição deum álbum com composições autorais de cada violeiro/a participante que será disponibilizado na plataforma do spotfy. Terá transmissão pela internet e transcriçao em libras. A entrada será franca.

Sinopse

O 2º Festival Violas ao Sul terá os seguintes produtos: - 16 pocket shows de 16 violeiros locais, 4 em cada cidade (Canoas, Bento Gonçalves, Guaíba e Montenego). Esses shows serão de músicas autorais no formato instrumental e/ou na forma de canção com letra. A classificação etária é livre. - 4 "costuras musicais" feitas pelos integrantes do do Violas ao Sul como mestre de cerimônias. Tocarão músicas autorais entre os os pocket shows dos participantes do Festival. A classificação etária é livre. - 4 shows do grupo Violas ao Sul que encerrarão o Festival nas 4 cidades. Esses shows serão de músicas autorais e de outros compositores no formato instrumental e/ou na forma de canção com letra. Terão a participação de uma cantora reginal de cada cidade. A classificação etária é livre.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar o 2º Festival Violas ao Sul em 4 cidades atingidas pela enchente no RS com o objetivo de dar visibilidade a esse segmento da música gaúcha e formar um retrato da produção artística que se faz através da viola caipira no estado do Rio Grande do Sul. Objetivos específicos Realizar 4 pocket shows de 4 violeiros/as gaúchos em cada cidade, com transmissão online; Realizar 1 "costura musical" feita por um dos violeiros curadores do evento em cada cidade, com transmissão online; Realizar 1 espetáculo do Grupo Violas ao Sul com a participação especial de uma cantora da música regional em cada cidade, com transmissão online; Divulgar o 2º Festival Violas ao Sul nos veículos de comunicação convencionais e redes sociais de cada cidade e no estado; Gravar ao vivo o Festival nas 4 cidades; Editar um álbum com composições autorais de cada violeiro/a participante do Festival; Disponibilizar o álbum na plataforma do spotfy; Prestar contar do projeto;

Justificativa

O Grupo Violas ao Sul se constituiu no ano de 2015 a partir do encontro de 4 músicos gaúchos e de suas diferentes sonoridades, sotaques e formas de tocar a viola de 10 cordas. Essa junção se tornou muito peculiar, diversa em sua própria constituição, pois é formado pelos ritmos campeiros gaúchos de Valdir Verona, a música litorânea das cordas de Mário Tressoldi, a viola com a sonoridade e característica do blues de Oly Jr. e a viola com elementos mouros na técnica apurada de Angelo Primon. A pesquisa sobre os aspectos histórico-culturais e musicais que envolvem a viola de 10 cordas e seus saberes regionais, sempre esteve presente e fundamentou as propostas de espetáculos, festivais e oficinas formativas do grupo. A 1ª edição do Festival Violas ao Sul ocorreu no formato virtual durante a pandemia. Agora, a 2ª edição será no formato presencial em cidades severamente atingidas pela catástrofe climática que ocorreu no RS. Em cenários bem distintos, a essência desse evento se mantém: dar visibilidade a esse segmento da música gaúcha e formar um retrato da produção artística que se faz através da viola caipira no estado do Rio Grande do Sul atualmente. Acreditamos que isto esteja alinhado com os incisos II e IV do Art. 1º da Lei 8313/91 que são "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", bem como, "IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional". Ao valorizar o trabalho de criação autoral, registrando, editando e divulgando essas composições através de um álbum, pretendemos " III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" (Art. 1º da Lei 8313/91). O evento será totalmente gratuito e o link de transmissão online amplamente divulgado, visando "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" (Art. 1º da Lei 8313/91). Em termos de objetivos, nossa proposta se enquadra nos Mecanismos de Incentivo a Projetos Culturais previstos no Art. 3º da Lei 8313/91: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore".

Especificação técnica

O 2º Festival Violas ao Sul é composto por espetáculos artísticos musicais com cerca de 120 minutos em cada cidade. Serão 4 cidades: Bento Gonçalves, Canoas, Guaíba e Montenegro.

Acessibilidade

O 2º Festival Violas ao Sul sera realizado em Teatros das cidades de Montenegro, Guaiba, Canoas e Bento Gonçalves. Todods os Teatros possuem acessibilidade com rampa de acesso e elevadores. Possuem banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência;Todos os espetáculos terão a trancrição em libras para o público presente e tb para a transmissaõ virtual.

Democratização do acesso

O 2º Festival Violas ao Sul terá entrada franca com o objetivo de democratizar o aceseso à população. Também será transmitido ao vivo pela internet no canal do Youtube do Grupo Violas ao Sul, com acesso livre.

Ficha técnica

O dirigente Angelo Primon terá as seguintes atividades no projeto: - será curador do Festival - será e mestre de cerimônia em 1 dos shows, em 1 das cidades. (Cada cidade será feita por um dos integrantes do grupo Violas ao Sul) - fará 4 shows de fechamento do Festival, 1 em cada cidade, como integrante do grupo Violas ao Sul - acompanhará todo as etapas do projeto auxiliando na organização e realização das tarefas CURRÍCULO ANGELO PRIMON (RS- Brasil) Com 36 anos de carreira, é bacharel em Música Polurar pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) o multi-instrumentista, compositor e produtor portoalegrense Angelo Primon já atuou com artistas de várias tendências. Cláudio Levitan, Richard Serraria, Marcelo Delacroix, Arthur de Faria, Danny Calixto, Vanessa Longoni, Nei Lisboa, Adriana Deffenti, Mônica Tomasi, Marisa Rotenberg, Nico Nicolaiewski, Hique Gomez, Banda Bataclã FC, Lúcia Helena, Caíto Marcondes, Fernando Lewis de Mattos, Orquestra de Câmara da ULBRA (nos concertos: Clássicos do Rock I e II, Clássicos do Rock Gaúcho, Clássicos do Rock Nacional ao lado de Nazzy, André Matos e Frejat, Magic Tour Beatles e Orquestra da ULBRA, Grupo vocal TAKT interpretam Clássicos do Queen), Orquestra de Câmara do Teatro São Pedro, Banda Municipal de Porto Alegre ( Encontrabanda I e II), Gilberto Gil (Grupo Rumos no aniversário da Fundação Itaú Cultural – SP 2013) entre outros. Atuou junto aos artistas uruguaios Samantha Navarro, Ana Prada, Natalia Pasarisa, Carmen Pi, Belén Cutury, Queyi (ESP), Daniel Drexler, Carlos Cosi, Sebastián Jantos e Dany Lopez e mais recentemente. Lilah Jan. É detentor de 8 Troféus do Prêmio Açorianos de Música. Com várias indicações em anos anteriores, foi vencedor do Troféu Açorianos como Melhor Instrumentista categoria MPB nos anos de 2006, 2008 e 2017/18. Recebeu o Troféu Açorianos 2011 na categoria de Melhor Arranjador MPB juntamente com Richard Serraria por Pampa Esquema Novo e em 2017/18 pelos arranjos do CD “Quintais do Mundo” de Danny Calixto e novamente em 2018/19 por Mais Tambor, menos motor de Richard Serraria. Teve seu álbum de estréia “MOSAICO” premiado com o Troféu Claves do Sul – IEM (Instituto Estadual de Música) em 2004, Troféu Açorianos de melhor cd instrumental de 2004 e show do ano e também incluído no site “Discos dos Brasil”, da jornalista Maria Luíza Kfoury. Integra há 17 anos o grupo Cuidado que Mancha, participando dos espetáculos “A família Sujo”, “Quem não dança balança a criança”, “A Mulher Gigante” e “Programa de Família”, em que se misturam música, sonosplastia e rádio-teatro, características principais do grupo, dirigido por Raquel Grabauska e Gustavo Finkler. Foi integrante do projeto Guitar Friends do produtor musical Tonho Meira. Projeto de ação musical como forma de inclusão e responsabilidade social. Participam deste projeto os músicos: Carlos Stein e Veco Marques (Banda Nenhum de nós), Richard Powell (artista solo), Marcelo Corsetti (artista solo), Hernán Gonzáles (Banda Vera Louca), Duca Leindecker (Cidadão Quem e Pouca Vogal) e Paulinho Supekóvia (Nei Lisboa e artista solo). Foi um dos selecionados para o Projeto Rumos da Fundação Itaú Cultural na carteira Coletivo no biênio 2011/2012, formando e integrando o grupo Qu4trilho com Fernanda Cabral (DF), Denni Pontes (SP), Rafael Picollotto de Lima (SP) e direção de Walter Areia Jr (PE). Juntamente com Matheus Kleber, Rodrigo Alquati, Marco Maia, Raquel Carneiro, Regina Machado, Débora Dreyer e Eduardo Alves montou e dirigiu o espetáculo “OLHAR O MAR” apresentado dentro da programação do UNIMÚSICA. Com enfoque na música Açoriana e Portuguesa, apresentou-se no Salão de Atos da Reitoria da UFRGS em 2013 atingindo grande sucesso de público e crítica. Em 2019 obteve graduação e láurea acadêmicas como Bacharel em Música, Habilitação Música Popular pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). No primeiro semestre de 2016, arranjou e produziu o CD “Quintais do Mundo” da cantora e compositora Danny Calixto e finalizou a produção, direção e arranjos do CD “Mais tambor, menos motor” do músico Richard Serraria, que também utilizou este material discográfico como sustentação para projeto de Doutorado em Letras na UFRGS com enfoque no gênero Canção. Em 2016 fundou o quarteto “Violas ao Sul”, juntamente com Valdir Verona (Caxias do Sul - RS), Mário Tressoldi (Tramandaí – RS) e Oly Júnior (Porto Alegre – RS). Um inédito encontro de violeiros que, a partir da sonoridade da viola de dez cordas, imprimem os sotaques das diversas regiões da porção sul do Brasil. A música gaúcha da Serra (Verona), a música do Litoral (Tressoldi), a viola com características de Blues (Oly) e a viola com elementos ibéricos e mouros (Primon) compõem uma diversidade de sonoridades e, ao mesmo tempo, uma confluência de linguagens. Neste mesmo ano, criou juntamente com o Prof. Dr. Fernando Lewis de Mattos o Duo Nascente, com enfoque musical em instrumentos antigos. Integrou desde o final de 2018 o Grupo de Música Mundana, grupo especializado em música medieval e multi-cultural. Já assinou trilhas para dança, teatro e cinema além de jingles publicitários. Desde 2020 é compositor colaborador na Cia Incomode-te, em que fez a trilha da montagem “O Palácio do Fim”, texto de Judith Thompson com direção de Carlos Fenstenseifer. Desenvolveu em 2021 a trilha para a peça/instalação “Edifício Cristal” com texto de Liane Venturella. Foi colaborador da LIGA SP (Liga das Escolas de Samba de São Paulo) como julgador do quesito “Bateria” dos anos de 2016 a 2022. Há 4 anos é integrante do DANDÔ Circuito de Música Dércio Marques, com músicas itinerantes com circulações pelo interior do RS e o restante do país. Integra há 7 anos a Banda Crème de la Crème, grupo musical official dos Festivais de Música Francesa de Porto Alegre produzido por Otávio Moura para a Aliança Francesa de Porto Alegre. A banda com a participação da atriz e cantor Mariel Motta fez cinco shows no Rock in Rio (2022). Desenvolve desde 1998 pesquisas sobre as sonoridades da viola de dez cordas, a viola de cocho e a rabeca, tanto em seus aspecto histórico-musicológicos e suas performances. Como decorrência de pesquisas instrumentais, Primon aprimorou seus estudos em instrumentos “singulares” como parte representativa da cultura ibero-brasileira, o oud árabe, o surtarang, surbahar e o sitar indiano são exemplos. A partir das misturas destas diferentes vertentes instrumentais, Primon atualmente utiliza estes elementos musicais e instrumentos em suas composições e performances.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.