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Realizar a circulação pelo RS do concerto Luminescência - A música que nos conecta, em que o grupo apresenta a obra de Schubert e Piazzolla, especialmente arranjadas ou compostas para esta formação de câmara - piano, cordas, saxofone. Além das apresentações com entrada gratuita, a turnê inclui oficinas, bate-papo e ações de acessibilidade que contribuem para a formação e capacitação musical e, em especial, para a democratização do acesso e fruição da arte e cultura.
1) Tempo de duração dos concertos: em média 1h, variando de acordo com o repertório. 2) Classificação indicativa etária: Livre.
GERAL Realizar a circulação do concerto Luminescência - A música que nos conecta através da apresentação em 8 cidades do estado do RS e realização de oficinas e ensaios abertos. ESPECÍFICO Produto APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA: Realizar 8 concertos com acesso totalmente gratuitos, distribuídos entre as cidades de Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Porto Alegre, São Leopoldo, Ivoti, Dois Irmãos e Montenegro. Produto OFICINAIS: realizar 2 oficinas Produto ENSAIO ABERTO: realizar 2 sessões Produto RECITAL DIDÁTICO: realizar 2 sessões
A programação aqui proposta, de uma série de música de câmara que alterna a obra de dois importantíssimos compositores de origens e épocas distintas (um europeu do século XIX e um latino do século XX), mas que têm em comum o fato de serem especialmente arranjadas ou compostas para esta formação, é uma iniciativa que demonstra a riqueza e a diversidade do repertório camerístico, e o quanto elas podem, de uma forma ou outra, dialogar. Os tangos de Astor Piazzolla trouxeram uma nova e ampla concepção musical, levando este gênero musical à contemporaneidade. "Meus tangos são para escutar, não para dançar", disse ele. O caminho para esta nova linguagem musical foi longo. Quando jovem, sonhava fugir dos bairros mal afamados de Buenos Aires onde, com seu bandoneon, dedilhava tangos pesados e repetitivos. E uma bolsa de estudos para estudar em Paris mudou seus caminhos. O contato com uma excelente mentora, Nadia Boulanger, o levou a escrever seus tangos em uma linguagem voltada para o futuro. E para o sucesso! Com as Quatro Estações Portenhas, Piazzolla inspirou-se no título homônimo de Vivaldi. Agora, as estações do ano refletem atmosferas específicas, identificadas pela música que, não deixando de ser "tangueira", forma caleidoscópios da alma latina. Já Schubert, entre as centenas de canções (Lieder) que escreveu, A Truta foi uma das mais cativantes e tornou-se muito popular. Foi composta em 1817 sobre o poema homônimo de Daniel Schubart. Schubert, através desta simples história de um peixe, convida o ouvinte a refletir sobre as consequências da astúcia e da desonestidade, ressaltando a vulnerabilidade dos seres puros diante das artimanhas do mundo. Dois anos depois, o encontro de Franz Schubert com o violoncelista Silvester Paumgarten gerou a encomenda de um quinteto, em que o tema da Truta fosse a alma de toda a obra. Como o violoncelista insistiu que seu instrumento pudesse usufruir das lindas melodias, Schubert então colocou o contrabaixo para assumir a base grave das harmonias. Criou assim um quinteto com formação não usual: violino, viola, violoncelo, contrabaixo e piano. Também inovou no número de movimentos, são cinco. O quarto movimento é constituído por variações em torno da canção. Nele, cada instrumento tem a sua oportunidade de apresentá-la. O quinto movimento apresenta o Finale da obra. Inusitado e original, o quinteto foi concluído e estreado em 1819, e inspirou outros compositores a escreverem para a mesma formação. Temos, então, um programa que é contraste e diálogo: a obra de Schubert, um dos maiores compositores românticos, que provoca um paralelo interessante com a formação ou estruturação proposta nesta obra de Piazzolla, e essa combinação de estilos promete um programa rico e variado. Por estas razões, o projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Com o projeto são alcançadas as finalidades do Art. 3 da referida Lei, a saber: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Não se aplica.
Não se aplica
1) Apresentações Musicais ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Acesso prioritário para idosos e PNE na entrada no local onde ocorre a apresentação. - Acesso por piso nivelado, rampa, elevador ou similar. - Demarcação de local na plateia para PNE e seu acompanhante. Obs: Os locais selecionados para as apresentações já dispõe de piso nivelado e/ou rampa, e já são utilizados em outros projetos do grupo. ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL: a) Acessibilidade para Deficientes Visuais: - Locução ao vivo descrevendo o programa do concerto e a formação do grupo (quantidade de integrantes e tipos de instrumentos). Destacamos que se trata de concertos de música instrumental. b) Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Não se aplica. Destacamos que se trata de concertos de música instrumental.c) Outro: mediadores 2) OFICINA (Masterclass) E ENSAIOS ABERTOS/RECITAL DIDÁTICO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Acesso por piso nivelado, rampa, elevador ou similar. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: a) Acessibilidade para Deficientes Visuais: Monitor - A atividade é predominantemente prática. Obs: Será solicitado na inscrição que o participante indique se é portador de deficiência visual/baixa visão que demande material em braille (visto que nem todo cego é leitor de braille). A produção providenciará o recurso de acordo com a demanda específica do participante (mediador, braille ou outro adequado)b) Acessibilidade para Deficientes Auditivos: não se aplica, visto que a execução da atividade prescinde da escuta. c) Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Monitor
PRODUTO PRINCIPAL: APRESENTAÇÃO MUSICAL - INGRESSOS TOTALMENTE GRATUITOS AO PÚBLICO. Atendemos, em diversos aspectos, o disposto na Sessão II, Art 28 - Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de pelo menos uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referente ao produto principal. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. VII - realizar ação cultural voltada para o público infantil ou infantojuvenil. Visto que o projeto propõe a realização de todas as atividades propostas com acesso gratuito e contempla o público adulto e infantojuvenil, seja nas apresentações como na atividade secundária proposta PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINA, ENSAIOS ABERTOS, CONCERTOS DIDÁTICOS INSCRIÇÃO PARA AS OFICINAS SÃO TOTALMENTE GRATUITAS AO PÚBLICO AMPLIAÇÃO Art. 28, IV : disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. Art. 28, VI: realizar gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Olinda Alessandrini - Piano Dona de um currículo extenso, com 11 discos solo, 13 álbuns como convidada, um LP e um DVD lançados – além de inúmeras apresentações em diversos países - Alemanha, Austria, EUA, Noruega, Uruguai, Chile - e salas consagradas como a Filarmônica de Berlim, Olinda é graduada com láurea em Piano pela UCS e seu repertório pianístico vai do barroco ao contemporâneo. Realizou várias estréias, sendo para piano e orquestra as seguintes obras: Dez Variações à procura de um tema, de Arthur Barbosa; Texturas II de Clodomiro Caspary; Concertino, de Hubertus Hofmann; além de obras para piano ou música de câmara de Dimitri Cervo, Ricardo Barbosa Lima, Susana Almada, Sandra Mohr, entre outros. Olinda Allessandrini é frequentemente convidada como solista com orquestras, no Brasil e no exterior. Apresentou-se sob a regência dos maestros Isaac Karabchevsky, Eleazar de Carvalho, Manfredo Schmiedt, Antonio Borges Cunha, Tiago Flores, Roberto Duarte, Alceo Bocchino, Flávio Florence, Arlindo Teixeira, Stanley de Rusha, Claudio Ribeiro, Tulio Belardi, Arlindo Teixeira, Eduardo Ostergrin, Elke Mentges, entre outros. Luciano Dal Molin - Contrabaixo Bacharel em música, ênfase em Contrabaixo, graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul -UFRGS (2004). Possui cursos de especialização em Contrabaixo pela University of Georgia -UGA, EUA, com Milton W. Masciadri, metodologia Suzuki com Virginia Dixon, EUA e ensino coletivo de cordas com Liu Man Ying e José Márcio Galvão. Foi professor de Contrabaixo do Projeto Sinos Acorda da Unisinos, da UFRGS e professor de Contrabaixo, música de câmara e regente da Orquestra Infantojuvenil do Instituto Porto Alegrense de Arte e Educação-PDAE. Atuou como 1o contrabaixista da Orquestra SESI/FUNDARTE de 1999 a 2013. Participou também da Orquestra da Universidade do Vale do Rio dos Sinos-Unisinos de 1998 a 2006 e da Camerata Ontoarte Recanto Maestro, com a qual gravou 5 CDs e realizou tournée pelo Brasil, Itália e São Petersburgo- Rússia. Atualmente é contrabaixista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre - OSPA e professor de Contrabaixo do Centro Suzuki Porto Alegre. Brigitta Calloni - ViolinoFoi aluna de graduação na UFRGS, onde estudou com Marcello Guerchfeld e Fredi Gerling. Seguiu estudos em Salzburg, Áustria, concluindo o bacharelado com distinção na Universidade Mozerteum, sob orientação de Lavard Skou-Larsen. Neste período, integrou a orquestra de câmara Salzburg Chamber Soloists, realizando diversas turnês pela Europa, Estados Unidos e América do Sul. Estudou com Dmitri Berlisky durante o mestrado na Michigan State University, entre 2009 e 2011. Nos EUA foi membro das orquestras sinfônicas de Flint, West Michigan e Lansing, participando também de concertos com outras orquestras da região de Michigan, bem como das orquestras de câmara International Chamber Soloists e Ad Libitum. De volta ao Brasil, integrou a Orquestra Sinfônica Brasileira de 2011 a 2014. Atualmente é chefe de naipe dos segundos violinos na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Desde seu retorno a Porto Alegre, em 2015, também já atuou como spalla da Orquestra do Theatro São Pedro e da Orquestra Unisinos-Anchieta. Apresentou-se como solista em frente a OSPA, Orquestra Unisinos- Anchieta e Orquestra Sphaera Mundi, além de uma intensa atividade camerística. Em 2023 concluiu o doutorado em performance ao violino no programa de pós-graduação em música da UFRGS. Martina Ströher - ViolonceloIniciou seus estudos musicais no violoncelo aos 9 anos de idade, com a professora Monia Kothe. A seguir, estudou com Adriane Savitzky e Milene Aliverti na Escola de Música da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre). Já colaborou como reforço na OSPA, extinta Orquestra do Sesi (Porto Alegre), OML (Orquestra Metropolitana de Lisboa), OSNUFF ( Orquestra Sinfônica Nacional), Orquestra de Câmara da Ulbra (Canoas - RS) e Orquestra Ouro Preto. Participou de turnê internacional na Ásia (Vietnã e Cingapura) com a orquestra Bachiana Brasileira; da Bienal de Música Contemporânea realizada na cidade do Rio de Janeiro; da ópera intitulada Operita Violoncelo, de Arthur Barbosa, formada por orquestra de violoncelos. Trabalhou com maestros renomados como Michael Zilm, James Judd, Joana Carneiro, Kurt Masur, Lorin Maazel e Semyon Bychkov. Freqüentou masterclasses com Pieter Wispelwey, Natasha Shakowskaia, Dmitri Ferschtman e Martin Ostertag, além de aulas particulares com Hans Jensen em Chicago. Foi aluna de música de câmara de Paul Wakabaiashy e Alexei Eremine. É graduada no curso de instrumentista de orquestra, especialidade violoncelo, pela Academia Nacional Superior de Orquestra de Lisboa, com o renomado professor Paulo Gaio Lima. Trabalhou na Orquestra Sinfônica Brasileira como tuttista de 2008 a 2018. Atualmente integra o naipe de violoncelos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre como chefe de naipe. João Senna - ViolaÉ oriundo de Nova Friburgo-RJ e formou-se na Unirio e na Academia de música da Osesp, tendo aulas com professores como Adonhiran Reis, Estevan Reis, Gabriel Marin Peter Pas, Horacio Schaefer, Dhyan Toffolo e Marco Antonio Lavigne. Participou de orquestras como Osesp, Osb, Petrobrás Sinfônica, Theatro Municipal do RJ e atualmente integra a OSPA a Orquestra do Theatro São Pedro e a Bach Society Brasil. Participou de várias edições do festival de Campos do Jordão e de Pelotas entre outros. Como camerista é fundador do Quarteto Atlântico no RJ, também fundou o Quarteto Motirõ, também participa do cenário da música contemporânea, integrando desde 2016 o grupo da compositora Jocy de Oliveira. Em 2022 colaborou na programação do Festival Mendelssohn ao lado do Quarteto Carlos Gomes na Sala Cecília Meirelles no RJ. No festival de música de Carazinho participou em 2023 como músico convidado e em 2024 como professor das classes de viola e de música de câmara. Robert Cruz – Sax e Violino Bacharel em Violino pela Universidade Federal de Uberlândia, e atualmente Bacharelando em Saxofone na UFRGS. Integrou a Big Band Municipal de Uberaba (2000-2006); Banda Municipal de Uberlândia(2010 -2011); Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (2012-2013). Atuou como Spalla na Orquestra Câmara do Theatro São Pedro(2015), Orquestra Jovem Tom Jobim (2014),Orquestra de Camara Camargo Guarnieri(2008). Como 1° violino: Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto(2012), Orquestra Filarmônica de Goiás(2013), Orquestra Sinfônica de Santo André (2014-2015), Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul(2014), Orquestra Sinfônica Heliópolis(2014), Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul(2015-2017) e atualmente Orquestra Sinfônica de Porto Alegre Violino e sax). Também como músico convidado na OSESP, Orquestra de Câmara da ULBRA, Orquestra Unisinos Anchieta e Orquestra de Câmara da PUC-RS. Na área popular, já tocou com artistas como Ivan Lins, Gilberto Gil, Lenine, Fafá de Belém,Daniel, Frejat, e a banda Papas da Língua. Como Solista foi 1°Lugar no Concurso Jovens Solistas do Triângulo Mineiro (2008) e fez uma Turnê à frente da Orquestra de Câmara de Ouro Branco; na Orquestra de Câmara Sesi-Fundarte (RS) e em Orquestras no Triângulo Mineiro. Produção e Produção Executiva - BIS Gestão Cultural (Proponente) Responsável pela gestão executiva e de produção do projeto. Tem em seu portfolio o planejamento e execução de projetos para artistas e instituições culturais privadas e públicas como as temporadas Musicâmara (2010 até atualmente) realizadas pela Presto, e 2018 à atual da Orquestra Sinfônica de Gramado. Realizou a produção executiva de festivais e turnês de música, espetáculos de dança, edição e lançamento de livros, exposições de artes visuais e feira do livro. Entre eles: os Festivais Gramado in Concert (3ª, 5ª e 6ª,10º e 11º edições), Mississipi Delta Blues Festival e Acorde Brasileiro; exposições Britto Velho, Visa pour l'image (Ano da França no Brasil); concertos de música de câmara Elas por Elas e turnê Mestres da Música Clássica.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.