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A CartAmante é um espetáculo teatral, monólogo da atriz Nadja Dulci, inédito, com 12 apresentações, no teatro Cacilda Becker, na cidade de São Paulo, gratuitas e com medidas de acessibilidade, que apresenta a vida e a obra de importantes mulheres. Será uma grande oportunidade de compartilhar importantes reflexões sociais, fundamentais para a compreensão da questão da igualdade gênero, colocando as mulheres como protagonistas de suas próprias histórias.
A CartAmante é espetáculo teatral monólogo, apresentado pela atriz Nadja Dulci, baseado em uma riquíssima pesquisa acerca das cartas de amor e na vida de grandes mulheres como Marielle Franco, Dulcina de Moraes, Leila Diniz, Nise da Silveira, entre outras. Cada apresentação contará com a participação e intervenção do público, na escolha da carta do jogo de tarot. A tiragem das cartas de tarot é uma inspiração para a contação do espetáculo. Será uma grande oportunidade de compartilhar importantes reflexões sociais, fundamentais para a compreensão da questão da igualdade gênero, colocando as mulheres como protagonistas de suas próprias histórias. Um espetáculo para todas as idades, com acesso gratuito e medidas de acessibilidade as pessoas com deficiência.
OBJETIVO GERAL Realizar a montagem do espetáculo teatral, A CartAmante, monólogo da atriz Nadja Dulci, inédito, com apresentações, teatro Cacilda Becker, na cidade de São Paulo, gratuitas e com medidas de acessibilidade, que apresenta a vida e a obra de importantes mulheres, como protagonistas, através de seus escritos de correspondências. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar a montagem do espetáculo teatral, A CartAmante, monólogo da atriz Najda Dulci, com 12 apresentações, teatro Cacilda Becker na cidade de São Paulo, gratuitas e com medidas de acessibilidade; - Promover a formação de plateia para jovens da rede pública de ensino, público geral e pessoas com deficiência; - Criar acesso gratuito a bens culturais para a população de São Paulo; - Promover a inclusão de pessoas com deficiência auditivo e visual, através das medidas de acessibilidade que serão contratados; - Realizar X apresentações gratuitas; - Contratar profissional com necessidade especial para compor a equipe garantindo acesso ao trabalho a população com necessidade especial; - Promover o protagonismo feminino no teatro; - Fomentar a produção de dramaturgia autoral escrita por mulheres; - Promover a discussão da posição da mulher na sociedade de forma crítica; - Divulgar a vida e obra de personagens femininas históricas nacionais e latino-americanas; - Gerar empregos na área cultural, por meio da contratação direta de profissionais locais que possuem vasta experiência artística e técnica; - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - Priorizar o produto cultural originário do País.
A CartAmante é um monólogo, baseado em uma riquíssima pesquisa acerca das cartas de amor e na vida de grandes mulheres, apresentado pela atriz Nadja Dulci. Cada apresentação contará com a participação e intervenção do público e que se inspira no jogo de tarot. A tiragem das cartas de tarot é uma inspiração para a contação da nossa história. Nos apoiamos neste milenar mecanismo para trazer à cena histórias de mulheres inspiradoras e seus escritos de correspondência e discursos sociais e políticos, importantes ferramentas para a reflexão da sociedade contemporânea. O público é convidado a participar da cena no momento em que escolhe uma tiragem de 5 dentre os 22 arquétipos para serem performados pela CartAmante. Cada um destes arquétipos traz uma história de vida de uma mulher, suas correspondências e outros textos literários que nos apresentam sua visão sobre amor e sobre a sociedade. O arquétipo da Justiça será representado por Marielle Franco, a Torre por Dulcina de Moraes, a Roda da Fortuna por Leila Diniz e assim por diante. Ao todo são 22 arcanas e para esta encenação, faremos uso de Correspondências, cartas, imagens fílmicas e histórias destas importantes mulheres como elementos para a construção de cada ato dramatúrgico a ser sorteado pelo público. Os atos, além de nos trazer elementos da histórias de nossas personagens, discutirão aspectos comuns na construção da papel social feminino, como por exemplo, o arquétipo O Louco, em nossa dramaturgia, por sua vez é A Louca é representada por Nise da Silveira e propõe a desconstrução do lugar de histeria a que as mulheres sempre foram submetidas e que a prestigiada médica revolucionou no que diz respeito ao tratamento mental no Brasil. No que se refere à narrativa do espetáculo, destacamos a sua inovação e singularidade pois cada apresentação se fará única visto que não há como prever quais das 5 histórias/personagens serão sorteadas pelos espectadores para serem contadas, o que gera um quantitativo exponencial de possibilidades da sequência de encenação das histórias, combinações de jogos de arquétipos e consequentemente das cartas de amor de cada uma das personagens. Para este espetáculo, propomos uma encenação performativa e que explore elementos audiovisuais, trazendo à cena uma estética que valorize o trabalho da atriz. Em referência à linha de atuação, o trabalho será naturalista, ressaltando o limite entre atuação e performance, aproveitando-se das experiências de atuação no cinema que Nadja Dulci acumula desde 2007 nos 13 curta metragens e 6 longas em que trabalhou.Tendo sido, inclusive, pré indicada ao Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante pela Academia Brasileira de Cinema por sua personagem em "O Colar de Coralina", de Reginaldo Gontijo (2019) e premiada como Melhor Atriz por "Presos que menstruam", de Alisson Sbrana, no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro - Mostra Brasília em 2018. Assumirá a direção do espetáculo Martha Nowill, reconhecida, sobretudo, por suas atuações e direção em teatro, cinema e televisão. A escolha de Martha para a direção deste espetáculo se deu por seu trabalho de direção de atores e sua reconhecida experiência como atriz. Além disso, as experiências de Martha com o audiovisual e o teatro somam-se à abrangência que a atriz necessita para este projeto que unirá diversas linguagens em uma obra teatral: literária, audiovisual e performativa. Martha é criadora do espetáculo biográfico "PAGU: até onde chega a sonda" , onde atua brilhantemente a vida da artista paulistana Pagu. Nadja e Martha iniciam sua parceria neste projeto. Assinará a dramaturgia do espetáculo Ligiana Costa é dramaturgista. Graduada pela Universidade de Brasília, fez especialidade no Conservatório Real de Haia (Holanda), mestrado em Filologia Musical na Faculdade de Musicologia de Cremona e doutorado em musicologia na Universidade de Tours (França) e na Universidade de Milão com tese sobre ópera barroca italiana. Ligiana atua como dramaturgista de ópera junto a diversos encenadores e colabora nesta função junto ao Theatro Municipal de São Paulo como em "O Guarani" , com Ailton Krenak na concepção geral da obra e Cibele Forjaz na direção cênica. Publicou livros de musicologia pela Editora da Unesp. Encerrou em 2017 um pós doutorado na USP, o resultado desta pesquisa foi lançado pela Edusp e premiado pelo Prêmio Flaiano (Itália) em 2018. A pesquisa, por sua vez, em um processo vivo de criação, será assinada pela pesquisadora doutora em literatura feminista Vivian Leme Furlan. Contamos ainda para a criação da cena, com a direção de audiovisual, nome que ainda está sendo definido por nossa equipe. Pretendemos, para essa função, convidar uma diretora de audiovisual mulher negra que irá agregar aos nossos olhares, uma visão decolonial às histórias que iremos criar, agregando ainda mais valor ao nosso grupo de criação. Um dos temas mais misteriosos que perpassam a existência humana, o Amor, também compõea trama de nossas histórias. As cartas farão a costura dramatúrgica para esse debate atemporal que irá apresentar ao espectador um panorama de visões literárias e filosóficas, mas sobretudo político-sociais ao longo da história das mulheres que, com o correr dos séculos e das diversas lutas políticas pela conquistas de direitos básicos e menos desiguais, recriaram diferentes perspectivas sobre formas possíveis de amor e de amar. O teatro é uma poderosa ferramenta de comunicação, por isso através do espetáculo A CartAmante é um produto cultural com potencial, para que novas e antigas gerações conheçam mais sobre a vida e obra de importantes mulheres através de seus escritos de correspondências e literários. Será uma grande oportunidade de compartilhar importantes reflexões sociais, fundamentais para a compreensão da questão da igualdade em nosso tempo se torna urgente e necessário a discussão sobre a violência de gênero. O conceito de democratização da arte é pleno neste projeto, uma vez que privilegiará a circulação da obra de forma totalmente gratuita e acessível, sendo possível apenas mediante uso da Lei de Incentivo à Cultura. Entende-se que esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também se entende que as seguintes finalidades do Art. 3° da referida norma serão alcançadas com o projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
NÃO SE APLICA.
Atriz: Nadja DulciDireção: Marta NowillPesquisadora: Silvana JehaPesquisadora: Vivian Leme FurlanDramaturga: Michelle Ferreira Produção Executiva: Fernanda Prete Bento Espetáculo gratuito, com 12 apresentações, no Teatro Cacilda Becker, com medidas de acessibilidade. Duração: 60 minutos.
No projeto A CartAmante, no que se refere a Acessibilidade: a) Física: O teatro Cacilda Becker, onde ocorrerá as apresentações do espetáculo teatral A CartAmante, foi escolhido, pois contam com banheiros adaptados e rampas de acesso para idosos, pessoas com deficiência e pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, será contratado um acompanhante de acessibilidade atitudinal para receber e auxiliar o público, garantindo que todos possam aproveitar o espetáculo com conforto e segurança. O local tem fácil acesso à população em geral, próximos a pontos de transportes públicos (ônibus). b) Conteúdo: Com o objetivo de transformar a experiência nas apresentações do espetáculo teatral A CartAmante mais acessíveis e inclusivas para pessoas com deficiência auditiva, serão contratados Intérpretes de Língua Brasileira de Sinais – Libras; e às pessoas com deficiência visual ou baixa visão, será realizado pela atriz e exibido um áudio gravado com a autodescrição no início de cada cena. O programa do espetáculo será disponibilizado em fonte aumentada e em Braille. Todo o material de divulgação nas redes sociais, usará a hashtag #PraCegoVer, reforçando o compromisso com a acessibilidade visual, além dos pequenos vídeos, apresentando algumas cenas serão disponibilizados na internet, legendados e com narração. Todos as apresentações do espetáculo A CartAmante serão gratuitas e com medidas de acessibilidade.
O produto cultural resultante dessa proposta terá a sua distribuição 100% gratuita em de acordo com o disposto no artigo 30 da IN nº 11/2024, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação do acesso, que serão: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Faremos registros audiovisuais do processo e da obra executada, disponibilizaremos gratuitamente nas redes sociais do projeto. Enviaremos para redes públicas de televisão também os vídeos produzidos pelo projeto.
Atriz: Nadja DulciDireção: Marta NowillPesquisadora: Silvana JehaPesquisadora: Vivian Leme FurlanDramaturga: Michelle Ferreira Nadja Dulci - Atriz (A proponente realizará no projeto as funções de Atriz e Assistente de Produção) Atriz, Performer, Dançarina, Educadora e Produtora Cultural. Nasceu em Minas Gerais, atualmente vive em São Paulo. Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Aluna na São Paulo Escola de Dança, curso de Dança Contemporânea. Possui pesquisa dança desde 2015, tendo realizado cursos longos em Butô na Faculdade de Dança - Instituto Federal de Brasília; Danças Africanas no Centro de Dança do Distrito Federal e Ballet Clássico no Instituto da Orquestra Filarmônica de Brasília. Atualmente estuda na SP Escola de Dança. Foi premiada no 51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro como Melhor Atriz pelo curta "Presos que menstruam". Em 2023 atuou no telefilme “Maria”, dirigido por Iberê Carvalho, disponível na Globoplay e com produção da Globo Filmes. Atuou também na série “Justiça 2”, escrita por Manuela Dias e dirigida por Gustavo Fernandez, em breve disponível na Globoplay. No cinema atuou em 13 curtas e participou de 5 longas metragens. Pelo longa "O colar de Coralina", no qual contracenou com Letícia Sabatella, foi finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2019 na categoria Melhor Atriz Coadjuvante, concorrendo ao lado de nomes como Fernanda Montenegro, Adriana Esteves e Laura Cardoso. Disponível no Primevideo. No teatro participou de 7 atuações e 1 direção, com destaques para as peças "João, Joãozinho e Joãozito" (2019) e "O Queijo: uma comédia sórdida" (2018) - Prêmio Fundo de Apoio à Cultura do GDF 2016 e 2017. Realizou 26 trabalhos autorais de performance e intervenção urbana, pesquisando as questões de gênero e as relações do corpo com a cidade. Destaque para o projeto "Nós Marílias", leituras de cartas de amor para estranhos, que em 2022 completa dez anos de circulação. No rádio criou e apresentou o programa "Megafônica - Zona Livre de Interesse das Mulheres", programa de entrevistas com mulheres sobre ações de promoção da igualdade de gênero, artistas, pesquisadoras e gestoraspúblicas, veiculado semanalmente pela Rádio Cultura de Brasília FM, entre 2015 e 2017. Apresentou "Sempre Viva", programa semanal de música e notas sobre mulheres na história, no ar de 2016 a 2019 pela Rádio Eixo (www.radioeixo.com.br). Martha Nowill - Diretora Martha Nowill é uma premiada e aclamada atriz, escritora e roteirista brasileira. Nascida em São Paulo, onde também vive atualmente, começou a atuar profissionalmente aos 18 anos, e desde então foram mais de vinte e cinco filmes, dezoito séries e quinze peças de teatro. É formada em cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e em teatro no Célia Helena – Centro de Artes e Educação. Publicou o livro de poemas “O Que Ela Quer”, assina roteiros de cinema e publicações para as revistas piauí, Trip/TPM, Bazaar, Quatro Cinco Um e Vogue, e também em colunas na revista Carta Capital e no jornal Folha de S.Paulo. Em 2009, fez um curso de interpretação na Academia Russa de Arte Teatral, em Moscou. Martha escreveu um diário retratando este período para a revista Piauí, que se tornou o longa “Vermelho Russo” (2016), escrito e protagonizado por ela mesma e sua colega Maria Manoella. O filme, dirigido por Charly Braun, lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival Luso Brasileiro e de melhor roteiro no Festival do Rio. O trabalho de Martha como atriz já havia sido reconhecido no longa “Entre Nós” (2012), de Paulo e Pedro Morelli, pelo qual recebeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival do Rio. De lá para cá foram muitos os filmes em que atuou, incluindo “O Filme da Minha Vida” (2016) de Selton Mello e “Domingo” (2018), de Fellipe Barbosa e Clara Linhart. Recentemente, atuou na série da Amazon Prime, “5X Comédia” (2021), que gravou durante a pandemia, enquanto estava grávida, e em “Hard” (HBO, 2020), dirigida por Rodrigo Meirelles. Também integra o elenco principal do sucesso “Todas as Mulheres do Mundo” (2020), de Domingos de Oliveira, que estreou no Globoplay e, logo em seguida, foi exibida também na Globo. Na TV, participou de “Felizes Para Sempre?” (Globo, 2015), com direção de Fernando Meirelles, onde vivia um romance com a atriz Paolla Oliveira, e da elogiada série “Amor em quatro atos” (Globo, 2011), dirigida por Roberto Talma. No teatro, já esteve em cartaz em mais de 15 peças, com destaque para “Animais na Pista”, de Michelle Ferreira, com direção de Isabel Teixeira, e para “O Natimorto”, de Lourenço Mutarelli, com direção de Mário Bortolotto, que ficou em cartaz por 7 anos. Seu trabalho mais recente é o monólogo "Pagú – Até Onde Chega a Sonda", no qual atua e também assina a dramaturgia e a idealização do espetáculo. Ligiana Costa - Dramaturga Ligiana Costa é dramaturgista. Graduada pela Universidade de Brasília, fez especialidade no Conservatório Real de Haia (Holanda), mestrado em Filologia Musical na Faculdade de Musicologia de Cremona e doutorado em musicologia na Universidade de Tours (França) e na Universidade de Milão com tese sobre ópera barroca italiana. Ligiana atua como dramaturgista de ópera junto a diversos encenadores e colabora nesta função junto ao Theatro Municipal de São Paulo como em "O Guarani" , com Ailton Krenak na concepção geral da obra e Cibele Forjaz na direção cênica. Publicou livros de musicologia pela Editora da Unesp. Encerrou em 2017 um pós doutorado na USP, o resultado desta pesquisa foi lançado pela Edusp e premiado pelo Prêmio Flaiano (Itália) em 2018. Silvana Jeha - Pesquisadora Atua na área de história pública, escrevendo textos e realizando pesquisas histórica e iconográfica para exposições, livros e teatro. Colunista na revista Quatro Cinco um: a revista dos livros. Atua principalmente nos seguintes temas: Brasil - século XIX, história indígena, escravidão, iconografia brasileira, história da Marinha, marinheiros, história da tatuagem, história da prostituição, história da umbanda e história dos rios. Autora dos livros "Uma história da tatuagem no Brasil”. Do século XIX à década de 1970” (Veneta, 2019) e “Aurora: Memórias e delírios de uma mulher da vida”, com Joel Birman (Veneta, 2022). Este último livro é fruto de um pós-doutorado no Programa de Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da UFRJ. Pós-doutorado em história na UNIFESP (2012). Doutora em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2011). Possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2002) e Mestrado em História pela Universidade Federal Fluminense (2005). Vivian Leme Furlan - Pesquisadora É doutora em Estudos Literários na Universidade Estadual Paulista UNESP(2021). Mestra em Estudos Literários pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura pela Universidade Federal de São Carlos (2016), graduada em Letras (Inglês e Português) pela Universidade Federal de São Carlos (2013) e em Pedagogia pela Uninter (2017). Desenvolve desde 2013 pesquisas na área de Literatura Portuguesa, com foco na área de autoria feminina e feminista. Tem 5 capítulos de livro publicados e fez o prefácio do livro Vinco, de Thiago Loureiro. Foi banca de exames de qualificação e defesa de mestrado e doutorado e, desde 2008 participa de diversos eventos (Colóquios, Congressos, Simpósios, etc) relacionados com suas áreas de interesse e pesquisa tais como Literatura, ensino, teoria de gênero e feminismo. Ministra, desde 2014, oficinas relacionadas com Literatura de autoria feminina, arte e corpo, tendo sido a sua última experiência na Festa Literária da Chapada Diamantina, onde ministrou a oficina O corpo feminino: arte e palavra. Além disso, suas experiências se estendem para fora do universo acadêmico, sendo membra da ONG feminista União de Mulheres de São Paulo, onde procura exercer a práxis política de seus estudos. Possui cursos na área de Artes Plásticas, além de especialização em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. Já trabalhou como professora em todos os níveis de ensino de suas áreas da formação, do ensino fundamental à pós-graduação. Destaque para a experiência profissional mais recente em que trabalhou como professora substituta no Instituto Federal de São Paulo, onde pode atuar com o ensino das Literaturas Brasileira, Portuguesa e Africanas, além de ter atuado em Conselhos e Comissões. Também trabalhou com ensino de português para indígenas, educação infantil bilíngue, com Letramento Múltiplo e como corretora de redação de grandes vestibulares. É membra do GELPA - Grupo de Estudos Literários Portugueses e Africanos. Endereço para acessar Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5661031690302563 .
PROJETO ARQUIVADO.