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O projeto Oficina de Artesanato visa capacitar 20 participantes de comunidades carentes em diversas técnicas artesanais, como bordado e reciclagem, ao longo de um ano. As peças desenvolvidas serão expostas em feira de artesanato. A proposta inclui a realização de entrega gratuita dos produtos provenientes da Oficina a familias carentes, promovendo a valorização o artesão local, da cultura local e a futura geração de renda para os artesãos. O projeto busca fomentar a inclusão social e a preservação das tradições culturais brasileiras por meio do artesanato.
O artesanato tem como característica principal a produção manual de objetos e artefatos predominantemente utilitários. Esses produtos são únicos e contém marcas de uma cultura determinada, atestando a ligação do homem com o meio social em que vive. A economia criativa está em crescimento. Isso faz com que o artesanato como seja uma ótima opção de negócio para empreendedores com talentos manuais. Diversos outros fatores também contribuem para o crescimento desse segmento. A profissionalização do artesanato, a simplicidade e a beleza conquistam mercados nacionais e internacionais. A internet também ajudou a ampliar a divulgação dos produtos por meio de sites, redes sociais e e-commerce. A informalidade ainda é um obstáculo a ser vencido. Mesmo sendo a fonte de renda principal para muitas pessoas, o artesanato ainda é atividade informal. É o que mostra uma pesquisa divulgada pelo Clube do Artesanato, a primeira comunidade do setor no país. Segundo o levantamento, que ouviu 3.649 pessoas, apenas 17,7% estão formalizadas como Microempreendedoras Individuais (MEI). 45,8% não têm interesse em se registrar. E 21,5% não saem da informalidade porque não têm incentivos. O primeiro motivo para escolher investir no artesanato como negócio são os números que mostram o aquecimento do setor: ele movimenta mais de R$ 50 bilhões por ano. Além disso, existem diversas outras vantagens para quem deseja transformar sua arte em negócio. A principal delas é a realização que o empreendedor sente ao conseguir se sustentar por meio do seu talento. Acrescente a isso ter o prazer de trabalhar com sua arte e vê-la reconhecida pelo público. O artesanato também se beneficia do comportamento intrínseco que as pessoas têm de presentear parentes e amigos. Ele é ainda mais estimulado pelo varejo, que promove o consumo em diversas datas comemorativas durante o ano. Neste contexto, os produtos artesanais se tornam ideais para fortalecer o relacionamento com parentes e amigos. Isto porque representam um presente barato, personalizado e de bom gosto. Outro aspecto importante é a flexibilidade que o artesanato proporciona aos empreendedores. Existem diversos modelos de negócio e canais de venda disponíveis.
Objetivo Geral Desenvolvimento de oficina de artesanato Objetivo Especificos Promover encontros e trocas de experiências entre artesãos;Incentivar o aperfeiçoamento via a troca de experiencias;Compra de Insumos para Produção de artesanato; Participação de feira de artesanato; Remuneração de equipe técnica.
Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I Promover a realização de eventos culturais e a produção de bens culturais de valor universal, formadores e portadores de identidade nacional. O projeto visa a preservação e promoção das tradições culturais locais através do artesanato, que é uma expressão cultural significativa e formadora de identidade III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° II A formação de pessoal qualificado para a gestão da cultura em suas múltiplas dimensões. O projeto contribuirá para a capacitação de artesãos, fornecendo-lhes habilidades que permitirão a gestão de suas próprias produções culturais e sua inserção no mercado III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; O projeto de Oficina de Artesanato justifica-se pela necessidade de promover o acesso à cultura e a valorização das tradições culturais em comunidades e famlias carentes, que frequentemente encontram-se à margem das oportunidades de desenvolvimento cultural e econômico. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar esta iniciativa, uma vez que permite a captação de recursos necessários para a execução de atividades que seriam de difícil realização sem o apoio financeiro proporcionado pela Lei nº 8.313/91. Enquadramento no Art. 1º da Lei nº 8.313/91: Este projeto se enquadra nas finalidades previstas nos incisos III, IV e VIII do Art. 1º da Lei nº 8.313/91: Inciso I: Promover a realização de eventos culturais e a produção de bens culturais de valor universal, formadores e portadores de identidade nacional. O projeto visa a preservação e promoção das tradições culturais locais através do artesanato, que é uma expressão cultural significativa e formadora de identidade.Inciso III: Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e portadores de identidade cultural, nos termos dos arts. 215 e 216 da Constituição. O projeto pretende difundir o artesanato como uma forma de expressão cultural, levando-o a um público mais amplo por meio das feiras culturais, ao mesmo tempo que promove a inclusão social e econômica dos artesãos.Objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91: O projeto Mãos que Criam está alinhado aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91: Inciso II: A formação de pessoal qualificado para a gestão da cultura em suas múltiplas dimensões. O projeto contribuirá para a capacitação de artesãos, fornecendo-lhes habilidades que permitirão a gestão de suas próprias produções culturais e sua inserção no mercado.Inciso IV: A proteção e conservação do patrimônio histórico e artístico nacional. Embora focado no artesanato contemporâneo, o projeto promove a continuidade de técnicas e saberes tradicionais, contribuindo para a preservação de práticas culturais que fazem parte do patrimônio imaterial brasileiro.Inciso V: A produção e difusão de bens culturais. O projeto visa não apenas a produção artesanal, mas também a difusão desses bens culturais através das feiras culturais, que permitirão ao público acessar e adquirir produtos artesanais que refletem a cultura local.Necessidade do Incentivo: O financiamento através da Lei de Incentivo à Cultura é crucial para que este projeto possa alcançar seus objetivos, pois permitirá a oferta de oficinas e a realização com a qualidade e alcance necessários para impactar verdadeiramente a comunidade. Sem o apoio da Lei nº 8.313/91, seria extremamente difícil mobilizar os recursos necessários para a capacitação dos artesãos, a aquisição de materiais e a organização das oficinas, limitando o potencial do projeto de transformar a realidade econômica e cultural da comunidade envolvida.
O artesanato do crochê representa a junção do sentir, do fazer e da expressão de uma cultura local. Através de intervenções artesanais no contexto social de uma cidade, fomenta-se a cultura e estimula-se uma relação emocional mais intensa do indivíduo com o meio que habita.Para demonstrar a relevância da afetividade com os objetos na formação da memória do indivíduo, fez-se necessário caracterizar a importância da transmissão de geração para geração dos valores tangíveis e intangíveis de afeto. Pode-se dizer que os objetos se tornam afetivos a partir do momento que eles adquirem importância para o usuário, a ponto de ele desenvolver relações de afeto, independentemente da sua natureza.Por meio dos objetos bibliográficos, é provável que uma história possa ser contada, seja no contexto de memória de um indivíduo ou da coletividade. Dessa forma, eles são registros que também promovem construções de diferentes saberes. As relações afetivas, que se instalam ente o ser humano e esses objetos, também podem definir o tempo, o lugar, a história de vida de um indivíduo ou grupo social, enfim situar o território. Os objetos, carregados de elementos dos lugares transportam os significados e valores daqueles que o conceberam ou utilizaram os objetos. Considera-se, como Meneses (2009), que os fazeres manuais tradicionais se enquadram nessa categoria de permanências que sinalizam ao homem moderno sentimento de orgulho pelos saberes construído em seu passado.Damásio (2011), Norman (2008) e Maturana (1998) buscam compreensão e entendimento das relações entre emoções e sentimentos. O convívio social interfere no emocional das pessoas. A afetividade é um sentimento vinculado ao bem-estar. Neste estudo, o crochê na comunidade, ensinado entre gerações, carrega valores da tradição e do afeto, é também uma ferramenta cultural e social.As mudanças que a técnica do crochê sofre ao se adequar à rotina moderna das novas gerações aplicam-se novos conceitos, novas tendências, novos métodos e mesmo novas significações às memórias, a fim de mantê-la não apenas como objeto de recordação dos antepassados, mas como parte cultural dos povos ainda integrante do seu modo de vida, o que é fundamental para sua preservação e manutenção da identidade cultural, como apresenta Candau (2011).O crochê pode ser aplicado em qualquer objeto, desde que se utilize o potencial criativo e a pesquisa de materiais. Ele impulsiona o movimento de revalorização do “feito à mão”. Os passatempos de gerações passadas. Ressurgem nas passarelas, nos salões de design, nas galerias de arte e nas intervenções urbanas pelo mundo, o uso das técnicas de crochê. Essas tendências incentivam os fatores de convívio social, da influência mútua e da busca pelo ócio, como forma de estruturação emocional. São os birôs de tendências já estabelecido-as em Milão, Nova York, Paris e outros polos de tendências da moda. Há uma influência mútua com as matérias-primas e os instrumentos aparentemente esquecidos no passado, como a fonte de materiais fornecidos pela natureza, seja o algodão, o linho, seja a lã. O movimento preocupa-se em produzir objetos que sejam atemporais, mesmo que isso signifique um maior tempo de fabricação, porque, ao serem feitos à mão, os objetos slows se tornam únicos. Técnicas manuais valorizam designers e tradições locais em função da lógica sustentável.Construir constantemente, na vivência humana, práticas que fortalecem a tradição tem caráter de dinamismo e de ação transformadora de realidades; estas identificadas como culturalmente sustentáveis. A inserção dos valores humanos no cotidiano de uma sociedade é de fundamental importância para uma melhor qualidade de vida em seus relacionamentos, em especial, no familiar, considerando todo o processo social pelo qual o homem irá passar ao longo de sua vida.Um dos valores destacados neste artigo é o da afetividade, o que implica a habilidade que as pessoas têm para expressar e receber afeto, sendo aos poucos construída e moldada. Estas necessitam conviver com as demais e, se a convivência for afinada, com respeito à individualidade de cada um, existirá um mundo melhor. Dessa forma, torna-se possível inserir as relações afetivas com os objetos, com os lugares e toda a história de vida de um indivíduo ou grupo social.
1. Oficinas de Artesanato: - As oficinas serão organizadas em módulos mensais, totalizando 10 módulos ao longo do projeto. Cada módulo será composto por 1 sessão semanal de 2 horas cada, totalizando 8 horas por módulo. - Duração: As oficinas ocorrerão durante 10 meses, com atividades por mês, dedicadas a diferentes técnicas artesanais: Bordado, Tecelagem, Modelagem, Reciclagem e Upcycling - Material: Cada oficina utilizará materiais específicos para a técnica abordada, incluindo tecidos, linhas, agulhas e outros insumos necessários. O projeto prevê a aquisição de materiais de qualidade, com um enfoque na sustentabilidade e uso de materiais recicláveis sempre que possível. As oficinas está centrado em metodologias participativas, onde os alunos aprendem através da prática. Cada módulo será dividido em aulas teóricas, abordando a história e a importância cultural da técnica, e aulas práticas, onde os alunos aplicarão o conhecimento adquirido na criação de peças artesanais. O acompanhamento será contínuo, com avaliações periódicas para garantir o progresso dos participantes. Materiais de divulgação, como banners, e reportagens, também serão produzidos para promover a oficina
Das Medidas de Acessibilidade Art. 27. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para cada linguagem artística de seus produtos, sendo devidamente justificados e fundamentados, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação
Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: Democratização de Acesso: A proposta adota diversas estratégias para garantir a democratização do acesso aos produtos e às atividades culturais oferecidas, com o objetivo de alcançar o maior número possível de pessoas e promover a inclusão social. Distribuição dos Produtos: Os produtos artesanais confeccionados pelos participantes durante as oficinas serão expostos e distribuidos para familias carentes mensalmente. A participação das oficinas será gratuita, permitindo que todos, independentemente de sua condição socioeconômica, possam conhecer e aprender as tecnicas.
Marilei Jose Casagrande - Presidente da Instituiçao - Voluntaria Empresaria, Mae e Presidente do Cantinho do Amor. Articula e interagi de forma estratégica na cooperação entre a instituiçao, setor publico e privado desde o ano de 2018, estabelecendo relações de confiança e fortalecendo atuação em parcerias. Mario Sérgio Bortolatto - Coordenaçao Geral do Projeto - Remunerado Formaçao de Mestre em Desenvolvimento Socioeconomico, MBA em Gerenciamento Financeiro e Bacharel em Ciencias Economicas. Realiza a organizaçao, elaboraçao e acompanhamento de projetos do terceiro setor a cerca de 15 anos. Atuaçao como professor de ensino superior por 10 anos em universidades da regiao sul catarinense. Realiza a capacitaçao e organizaçao de fundos municipais. Capacidade de estabelecer prioridades, liderar todas as etapas de um projeto, fazendo as devidas articulações internas e externas, definindo cronograma, ações e recursos, bem como fazendo acompanhamento e avaliação. Divulgação e Comunicação: Gabriela Recco também estará envolvido na divulgação do projeto, utilizando sua rede de contatos e plataformas de mídia social para maximizar a visibilidade das oficinas Professores de Artesanato - Ainda não definido Curriulo Minimo artesã(o) experiente com mais de 10 anos de atuação na área de bordado e reciclagem. Ela será a principal instrutora das oficinas de artesanato, trazendo sua expertise para capacitar os participantes. Diferencial já ter trabalhado em projetos de inclusão social através do artesanato
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.