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O projeto conta a história da Maior Escola de Samba do planeta que completa 100 Anos, como fotos, depoimentos e entrevistas. O projeto tambem prevê um Encontro,Exposição e um Livro.
O projeto é uma das formas de perpetuação da cultura, histórias e seus desdobramentos onde através dele podemos nos voltar da atualidade para a então época referida. Na finalidade temos o conceito do repasse das informações e para a tradição ser mantida recaímos nessa necessidade que temos de nos ater ao passado, para entendermos o cenário presente e planejar o futuro. A Esposição, Encontro e o livro nos contará sobre a formação da Maior Escola de Samba do Planeta, a Estação Primeira de Mangueira, que completa seus 100 anos. E como uma boa Mangueira é carregada de frutos, contaremos sobre os frutos obtidos por ela e através dela. Juntando depoimentos, entrevistas e fotos dos eventos ocorridos, bem como um encontro de lançamento, palestras e leituras.Serão confeccionados livros. As palestras serão interativas com o público onde teremos momentos para debates sobre as informações apresentadas com intuito de promover insights e interações entre público e a escola para motivá-los a dar continuidade nas contribuições em novas histórias.
Objetivo Geral: O projeto conta a história da Maior Escola de Samba do planeta que completa 100 Anos, como fotos, depoimentos e entrevistas. O projeto tambem prevê um Encontro de lançamento, Exposição e Livro. Através da produção de um Livro de 100 anos da Mangueira, iremos buscar a valorização do patrimônio cultural imaterial nacional, como formas de expressão, incentivando acesso da população à fruição e produção de bens culturais, bem como fomentar atividades culturais que promovam desenvolvimento humano e social, contribuindo ainda, para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal. Objetivo específico: Encontro , lançamento e Exposição. Através do Livro de 100 anos da Mangueira, preservar valores, símbolos e identidades que dizem respeito ao samba; (1) pesquisa, tratamento técnico de documentação de fontes históricas da Escola; Tratamento técnico do acervo da Escola compreendendo catalogação, descrição, acondicionamento de registros de história oral das principais personalidades do samba, resumo biográfico, pesquisa, digitalização e realização de visitas guiadas aos locais históricos e residências de personalidades que contribuíram para a Escola, dentro do complexo da Mangueira. Contribuir para o reconhecimento do que é ser brasileiro através da difusão, promoção e multiplicação do legado e da história do samba; Desenvolver públicos existentes e potenciais da comunidade. Criar rede de pessoas e comunidades interessadas na memória social da Escola. (2) difusão da história do samba por meio de: montagem de exposição (1), realização de encontro (1); publicação periódica em rede social. Montagem de exposição sobre a Escola de Samba Mangueira como forma de expressão, por meio da realização de atividades culturais, com um encontro de pessoas que fizeram a história da escola, como ex-presidentes ,baluartes, sambistas e realização de palestras. (3) realização de atividades de educação patrimonial e inclusão social; Criar *mudanças significativas na comunidade onde reside e atua.
Uma organização museológica de ponta que trate do tema da cultura de matriz africana é elementar para aconsolidação de um país inclusivo, que compreende e valoriza seus traços culturais mais profundos e dá a elescaráter e potencial transformador, para ser vivido e absorvido por toda a sociedade. Assim, salvaguardar nossopatrimônio cultural e imaterial é uma missão primordial de responsabilidade social. O samba é nosso passaporte para o mundo. Através dele somos mundialmente reconhecidos. Ele é nossa matriz cultural e está nas raízes denossa identidade. É um dos testemunhos da África que habita em nós, brasileiros. Assim, dar voz e vez aosdetentores de nossa principal referência cultural, que secularmente foram silenciados de nossa história oficial, éde suma importância. Preservar nossa memória, salvaguardar nosso patrimônio, difundir e transmitir esse legadoque vem de longe é uma tarefa de enorme responsabilidade com a história do país.A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se dá pelo enquadramento em todos os incisosdo Art.1 da Lei 8363/91, uma vez que o presente projeto busca aproximar o samba, reconhecido patrimôniocultural imaterial do país, do público em geral, promovendo a difusão da cultura brasileira para seu povo,preservando os bens e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.Cumpre destacar que, por se tratar de um projeto de salvaguarda e preservação de patrimônio, a ação se enquadrano inciso II na alínea "c", III do Art.3 da presente lei. Na alínea "d", a premissa de proteção a uma das principaistradições populares nacionais, o samba, é contemplada. A proposta se encaixa ainda no inciso IV, tendo em vistasua ação de difusão dos conhecimentos e saberes do samba para diversos públicos, através de atividadeseducativas.
· Título do Livro: 100 Anos Mangueira. · Autor: Gustavo Gasparani. · Fotografia: Léo Queiroz. · Paginação 2.000 páginas.
Encontro / Palestra:Acessibilidade física: rampas de acesso, cartazes orientarão sobre como o portador de necessidades especiaisdeverão proceder para ter acesso as condições de acessibilidade conferidas a eles.Acessibilidade para deficientes visuais: disponibilização de locução gravada com descrição do ambiente, sinopse daapresentação, etc.Acessibilidade para deficientes auditivos- disponibilização de intérprete de Libras. Preservação de Acervo Cultural:Acessibilidade física: rampas de acesso, cartazes que orientarão sobre como os portadores de necessidadesespeciais deverão proceder para ter acesso às condições de acessibilidade conferidas a eles.Acessibilidade para deficientes visuais: disponibilização de locução gravada com descrição do ambiente, e sinopseda apresentação, etc.Acessibilidade para deficientes auditivos- disponibilização de intérprete de Libras. Livro:Acessibilidade para deficientes visuais: disponibilização de versão em Braille , locução gravada com descrição de sinopse da apresentação, etc.
Em atendimento ao artigo 27 da IN 01/2023: O produto gerador ingresso resultante do projeto será distribuído gratuitamente pela comunidade através de inscrições dos moradores em nossa Instituição presencialmente ou pelo site, por ordem de inscrição, a distribuição será divulgada na associação de moradores e em nosso site. A relação dos beneficiados será enviada na etapa de prestação de contas. Serão adotadas as seguintes medidas de democratização: II - doar mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Coordenação geral: Guanayra tem a sua formação acadêmica em TI, nasceu no Morro da Mangueira e édescendente da lendária benzedeira Tia Fé (Benedita de Oliveira), fundadora do Rancho Pérolas do Egito, em 1910.Esta era avó do tio da nova presidente, Darque Dias Moreira, Seu Sinhozinho, que dirigiu a verde e rosa entreMangueira 1974 e 1976.A família de Guanayra vive e respira Mangueira. Seu bisavô, Julio Dias Moreira, foi osegundo presidente da Estação Primeira, de 1935 a 1937 e também seu primeiro ensaiador. A escola ensaiava nacasa onde nasceu, no Buraco Quente, nº 30, Morro da Mangueira.Filha da baluarte e presidente da Velha Guarda daMangueira, Emergenilda Dias Moreira, a Dona Gilda, e de Roberto Firmino, presidente da escola de 1992 a 1995,Guanayra era vice-presidente da escola, na última gestão, e dirigia a Ala da Comunidade, a mesma que criou emoutubro de 1992. Coordenação de projetos: Moacyr Barreto Empresário Cultural desenvolveu diversos projetos como a Carnavalia, amaior feira de Carnaval do Mundo, chegou à Mangueira em 1976, desfilando na ala Última Chance. Passou pela Alados Boêmios e depois entrou no Conselho Fiscal da gestão do Elmo dos Santos e seguiu com Alvinho. Ficou distanteem 2007, retornando para puxar a escola em 2009 no Carnaval com a Chininha. Se afastou em 2010, mas retornouem 2014. Era o vice-presidente de Projetos Especiais da agremiação. Design: Ismael Lito - Pós Graduação em Animação Digital pela UVA. Graduado em Desenho Industrial pela Puc-RJ.Mais de 20 anos de experiencia em Design, Animação e 3D Foi Diretor de Arte na área de novas mídias da GLOBOSATpor 8 anos, diretor artística da série da TV Suiça "Les Explorateurs de la Planète", "Tainá", Diretor do curta deanimação “Paleolito” vencedor de 15 prêmios e indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Produtor executivo: Armando Lito Bacharel em Administração da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas doRio de Janeiro. Administra a PAN desde junho de 1997 possui grande experiência no mercado cultural comconhecimento das leis, portarias e instruções normativas do Ministério da Cultura e dos Esportes, Secretarias deCultura do Estado e Município que regem as leis de incentivo fiscal, relacionamento com patrocinadores e todos osprofissionais envolvidos direta ou indiretamente na produção dos 150 projetos sócio – culturais e esportivos ligadosa empresa. Como Gerente de Administração atua em projetos como o Espaço Tom Jobim, riocenacontemporanea,Artcena, Rio International Cello Encounter, Centro Interativo de Circo e Circo Rudá. Museóloga: Mariana Varzea, graduada em museologia, com mestrado em história Social da Cultura pela PUC Rio edoutora em Museologia, pela UHLT – Lisboa.Há 30 anos atua em organizações públicas e privadas da área dacultura, desenvolvendo inúmeros projetos e iniciativas de impacto social e cultural. Como superintendente deMuseus da Secretaria de Estado de Cultura foi responsável pelas políticas para a área museológica, que envolveramatividades de preservação, documentação, pesquisa, gestão, comunicação, expografia, financiamento e fomentoda rede fluminense de museus.Esteve à frente de importantes projetos expositivos e editoriais emprestado seuolhar atento e criativo tanto para o desenvolvimento dos conceitos curatoriais dessas iniciativas, como para areflexão de sua sustentabilidade e gestão – temas que tem sido objeto de trabalhos, estudos e cursos que elaministra.Atua, ativamente e voluntariamente, em entidades como o Conselho Internacional de Museu, no Brasil(ICOM-BR) e a Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC).Trabalha em colaboração com diversos parceiros, apartir de sua empresa Inspirações Ilimitadas (2016) – uma consultoria especializada em identificar e desenvolverinovação para museus e iniciativas culturais, por onde desenvolveu planos museológicos para museus, o programaHiperMuseus(www.hipermuseus.com) , voltado à capacitação em cultura digital para museus; o site gloria.art.br,com foco em patrimônio cultural e cidade. Pelas redes sociais da Inspirações Ilimitadas, Mariana Varzea realiza osEncontros Inspirados, espaço digital de reflexão sobre museus e patrimônio cultural. Museóloga: Emanuelle Rosa, Mestranda em Sociologia e Antropologia (PPGSA) pela Universidade Federal do Rio deJaneiro. Graduada em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2020). Com experiêncianas áreas de documentação, educativo, exposições e pesquisas nas áreas de relações étnico raciais, patrimôniocultural e museologia social, além de possuir trabalhos audiovisuais, desenvolvidos no campo de direção e criaçãode roteiros. Componente do corpo técnico do Centro Teatro do Oprimido. Atualmente, faz parte da equipe detrabalho do Acervo Nosso Sagrado no Museu da República. Pesquisador: George Abreu, graduado em Museologia pela pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), estudante de teatro pela Faculdade Cesgranrio, performer, pesquisador e curador. Faz parte da equipedo núcleo de exposições no Museu Histórico Nacional há seis anos, com experiência nas áreas de documentação museológica, educação museal, exposições e pesquisas ligadas ao patrimônio cultural. Foi curador das exposições“Rio-1922”, “10 Objetos: outras histórias” e “Îandé: Aqui estávamos, aqui estamos”. Responsável pelo projetoexpográfico da exposição "ECHOES - Brasil Decolonial: outras histórias" no Museu Histórico Nacional em parceriacom a UNIRIO e a Universidade de Coimbra em Portugal e organizador do livreto das exposições "Rio-1922/10Objetos: Outras Histórias". Produziu por dois anos o “Sarau dos Outros” em Niterói-RJ e foi guia cultural no Festivaldo Rio de 2014.
Periodo para captação de recursos encerrado.