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O projeto visa a montagem de um espetáculo de teatro, "Henry Sidwigck, o olho do Universo", que versará sobre questionamentos existenciais e morais do filósofo inglês Henry Sidgwick (1838-1900).
O espetáculo de teatro objeto da presente proposta versa, em suma, sobre interessantes questionamentos existenciais do filósofo inglês Henry Sidgwick (1838-1900), num momento de avanços científicos e transformações sociais. A linguagem quer-se acessível, compatível com um entretenimento lúdico e informativo. O personagem central, filósofo, é considerado frequentemente um “utilitarista”, no sentido de sua adesão à corrente filosófica ainda hoje relevante, inaugurada e desenvolvida pelos também britânicos Jeremy Bentham e John Stuart Mill. O utilitarismo, que é abordado na peça, prega que se busque sempre “a maior felicidade para o maior número de pessoas”, e por isso, a cada ação, o indivíduo deve tentar antever todas as suas consequências, em termos da felicidade e do sofrimento que pode gerar para todos os seres, inclusive os animais. Importante ressaltar, antes de proceder à sinopse da dramaturgia, que todos os personagens da peça são, de fato, históricos (existiram realmente). Outro aspecto relevante é que os diálogos estão baseados numa pesquisa bastante rigorosa do autor, Paulo G. Guedes Fontes, sobre os textos de Henry Sidgwick. Sidgwick foi um estudante brilhante, capaz de recitar centenas de versos clássicos de cor, e faz seus estudos universitários na Universidade Cambridge, no Trinity College. O contexto da peça é o da efervescência de ideias e mudanças próprias do século XIX. Sidgwick junta-se ao grupo de estudantes liberais e contestadores denominado “Apóstolos de Cambridge”, do qual fizeram parte outros grandes intelectuais e filósofos britânicos, como Bertrand Russell, G.E. Moore e John Maynard Keynes. O personagem acaba perdendo a fé tradicional. Mas esse questionamento, em razão da sua educação e formação religiosa, provoca-lhe grandes conflitos e angústia, e aí situa-se o drama e fio condutor da peça. Sidgwick, admitido à prestigiosa condição de “fellow” (algo como um pesquisador de alto nível) da Universidade de Cambridge, cogita em renunciar ao posto, justamente em razão de suas dúvidas filosóficas. A Universidade era então dirigida por membros da Igreja anglicana e os “fellows”, ao ingressarem, eram obrigados a jurar os 39 artigos da fé anglicana. Outros três aspectos importantes devem ser destacados na peça: · Sidgwick foi um precursor do ensino superior para as mulheres. O filósofo, na linha dos seus inspiradores Bentham e Mill, cuja filosofia foi precursora na defesa dos direitos das mulheres, empenha-se na luta pelo acesso das mulheres ao ensino superior. Na peça, uma das personagens é a “Srta. Jones”, Emily Elisabeth Constance Jones, uma filósofa discípula de Sidgwick que realmente existiu e foi a primeira mulher a proferir uma palestra em Cambridge em 1899, numa sessão presidida pelo filósofo. · Outro aspecto relevante é a amizade de Sidgwick com o poeta John Addington Symonds (1840-1893), autor do livro “Male love”, considerado a primeira história da homossexualidade. Na Inglaterra vitoriana, com sua famosa condenação judicial do escritor irlandês Oscar Wilde, Symonds assume a sua homossexualidade e conversa disso abertamente com Sidgwick, que o apoia e nutre por Symonds grande amizade e respeito. · Finalmente, as inquietações filosóficas de Sidgwick levam-no, juntamente com sua esposa Eleanor Sidgwick, outra personagem da peça, às atividades da conhecida SPR-Society for Psychical Research, entidade que ainda existe, mas que na segunda metade do século XIX e início do século XX protagonizou uma busca por “provas científicas” dos fenômenos ditos paranormais, reunindo nesse esforço filósofos e estudiosos como o italiano Cesare Lombroso e o astrônomo francês Camille Flamarion. A peça desenvolve-se com os instigantes diálogos entre Sidgwick e seu cunhado Benson, com Sidgwick realmente renunciando à sua condição de “fellow” da Universidade de Cambridge. O fato é histórico e a renúncia de Sidgwick pode ter estado na origem da revogação pela Igreja anglicana, alguns anos depois, em 1869, da obrigatoriedade do juramento que os universitários tinham que fazer aos artigos da fé anglicana. As últimas cenas são dedicadas à questão da SPR, a já mencionada sociedade dedicada aos estudos sobre a suposta veracidade do espiritismo e da paranormalidade. Diálogos entre Sidgwick e sua esposa Eleanor relevam detalhes das atividades da sociedade, e como o filósofo as encarava. Em determinado ponto, ele conta à sua esposa sobre supostas manifestações mediúnicas que estudavam: “Gostaria que todos esses fenômenos fossem verdadeiros. Talvez assim eu até me reconciliasse com a fé...” A peça termina com um gran-finale pela notícia da morte de Sidgwick e a leitura de uma suposta mensagem que o seu espírito teria enviado a Eleanor e aos seus colegas da SPR. Trata-se, pois, de um espetáculo sofisticado, com conteúdo que mistura a realidade e ficção e que mostra um filósofo em crise com suas próprias crenças, resultando em paradoxos, ironias, incertezas e reflexões que a vida do personagem traz para o palco.
O projeto visa a montagem de um esperáculo de teatro, "Henry Sidgwick, o olho do Universo", que versará sobre questionamentos existenciais e morais do filósofo inglês Henry Sidgwick (1838-1900). A peça baseia-se num texto inédito do escritor brasileiro Paulo Gustavo Guedes Fontes, que será publicado no primeiro semestre de 2025, versando sobre a vida e a obra do filósofo. Sidgwick foi um filósofo inglês relevante da segunda metade do século XIX, progressista para o seu tempo e engajado em causas como a igualdade social e o acesso das mulheres ao ensino superior. Suas reflexões sobre a Ética e a felicidade individual e coletiva ainda são estudadas, e foram objeto de pesquisas e publicações por filósofos contemporâneos como John Rawls e Peter Singer. Serão encenados alguns questionamentos e dilemas de Sidgwick no âmbito de sua vida pessoal, propiciando um enredo atraente e também reflexões e ilustrações de sua própria filosofia. O filósofo, protagonista, bem como os demais personagens da peça, debaterão questionamentos morais como "o que é correto fazer?", "qual a ação moral correta?" em determinada situação, dialogando sobre o valor da ação moral, da lealdade às promessas, o lugar das intuições na vida moral e as consequências práticas advindas do nosso comportamento. Ultimamente, algumas peças de teatro trouxeram para o público, de forma interessante, o pensamento de filósofos e autores importantes como Spinoza, Freud, Hannah Arendt, entre outros. O presente projeto insere-se, portanto, nessa perspectiva de difundir um teatro de qualidade, veiculando questões e reflexões elaboradas, mas de forma acessível e atraente para um público mais amplo, levando-o a apreciar o teatro como arte e também como possibilidade de ampliação de horizontes culturais e existenciais. Podemos, nessa linha, estabelecer os seguintes OBJETIVOS GERAIS do projeto: i) levar ao público um entretenimento de qualidade, com informações relevantes sobre a vida e a obra do filósofo inglês Henry Sidgwick; ii) sensibilizar o público para a importância dos questionamentos morais e filosóficos; iii) mostrar o engajamento de Henry Sidgwick em defesa dos direitos das mulheres, sensibilizando o público também para esta temática. Como OBJETIVO ESPECÍFICO do projeto, este consiste na realização de 8 (oito) apresentações gratuitas da peça de teatro "Henry Sidgwick, o olho do Universo", na cidade de São Paulo, entre março e maio de 2026.
Urge a necessidade deste Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para financiamento do projeto tendo em vista, essencialmente, que se trata de um projeto de teatro dito "não-comercial" que muito dificilmente conseguiria patrocínios sem a possibilidade da renúncia fiscal, eis que o espetáculo fala de filosofia e de temas complexos, os quais, invariavelmente agências de publicidade não gostam. Mas por meio da Lei de Incentivo à Cultura e com a finalidade de captar e canalizar recursos para o o teatro, o projeto vai "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", eis que será um espetáculo belíssimo, fonte de cultura de bom gosto e pensado para difundir ao grande público um tema antes tido como erudito e exclusivo a intelectuais. Ao mesmo tempo, também servirá para "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", eis que o dramaturgo, autor da peça, é um brasileiro de Sergipe, que ali, se formou e se inspirou, mas nascido no interior de Minas Gerais. E justamente por tal razão, deseja que os artistas da peça também sejam de diversos lugares do Brasil. E, justamente por esse escopo, o projeto vai "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" e também "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional". Ao mesmo tempo, vai "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira", eis que embora o dramaturgo seja um conhecido intelectual em Sergipe, quer trazer para os palcos do maior centro teatral do país, São Paulo, seu modo de criação e fazer teatro, diversificando os olhares da filosofia e do teatro meramente comercial; preservando, assim, esse notável bem imaterial do patrimônio cultural e histórico brasileiro, que são os pensadores que vivenciam a cultura e as influências do povo nordestino e do interior mineiro, revelando, assim, ao público que há filósofos clássicos fora dos ditos "grandes centros" do Brasil. Ademais, tendo em vista que o espetáculo versará sobre a vida e a obra de um filósofo inglês pouco conhecido no Brasil, o fato é que o projeto também ajudará a "desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações" e também a "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". Além disso, para fins do Art. 3° da Lei 8.313, e para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto contempla a diversos objetivos. Isso porque o projeto incentiva a formação artística e cultural, mediante "estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes"; fomenta a "produção cultural e artística, mediante obra de teatro relativa às ciências humanas, às letras e às artes; realizará espetáculo de arte cênica; e, estimulará a distribuição gratuita e pública de parte dos ingressos do espetáculo cultural e artístico. Portanto, o porquê da Lei de Incentivo à Cultura no presente projeto se observa em virtude ser a única forma possível ao proponente de viabilizar os objetivos acima expostos. Impossível seria realizar tudo isso sem o mecanismo da renúncia fiscal para incentivar a participação de patrocinadores do projeto.
Não se aplica; todas as informações foram suficientemente bem prestadas pela proponente.
Trata-se de um espetáculo de teatro com texto original e inédito do escritor mineiro Paulo G. Guedes Fontes, sobre filosofia e sobre a vida, conflitos e pensamentos do filósofo Henry Sidgwick, que dá nome à peça e ao presente projeto. A proposta prevê que o espetáculo tenha 8 (oito) apresentações, com sete personagens em cena, no palco, com figurinos, cenografia, iluminação e sonoplastias especialmente criados. A montagem terá duração de cerca de 80 minutos (dependendo, claro, da concepção artística da proposta da direção do espetáculo e, ainda, do processo criativo decorrente dos ensaios com os artistas, o que poderá ensejar a diminuição ou a majoração do tempo cênico de espetáculo no palco). A classificação etária indicativa será para maiores de 16 anos. Ademais, o que se prevê também é que o projeto aconteça em teatro com cerca de 100 lugares, atingindo um púbico de aproximadamente 800 pessoas, ou talvez, até mais, dependendo do teatro disponível para locação (o tamanho de teatro dependerá também dos valores, das possibilidades e disponibilidades dos espaços teatrais na cidade na ocasião da produção).
ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espetáculo será encenado em teatro que conterá rampas de acesso com corrimãos, banheiros adaptados, guias táteis e demais acessórios que permitam o acesso com segurança e conforto às pessoas portadoras de deficiência, pessoas idosas, gestantes ou com dificuldade de locomoção. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: 1) Para deficientes auditivos: o espetáculo contará, em todas as suas apresentações, com tradução em Libras ou outras medidas de tecnologia assistiva para deficientes auditivos, como as legendas; 2) Para deficientes visuais: o espetáculo contará, em todas as suas apresentações, com medidas de tecnologia assistiva para deficientes visuais, como a audiodescrição. 3) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: a equipe de produção irá aferir a demanda para este público, adotando também medidas que estiverem ao seu alcance no sentido da inclusão dessas pessoas. PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA: As medidas acima serão custeadas com recursos previstos na planilha orçamentária apresentada, integrantes dos "custos vinculados" e constando como "Acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis", estabelecidos no percentual de 20%. (item 22 da Planilha)
O projeto prevê a realização de todas as apresentações de forma totalmente gratuita ao público. Ainda assim, serão reservados ao menos 10% de convites para entidades assistenciais que serão previamente cadastradas pela proponente; e, ainda, para pessoas de baixa renda em todas as apresentações do espetáculo que assim se identificarem na bilheteria do teatro.Além disso, o espetáculo também será disponibilizado de forma gratuita e aberta, no YouTube, após o fim da temporada no teatro. Além disso, a útlima sessão da temporada será transmitida ao vivo na página do espetáculo, a ser criada no Instagram. Também para ampliar ainda mais ao público o espetáculo "Henry Sidgwick, o Olho do Universo", o autor do espetáculo fará uma palestra ao publico sobre a vida do filósofo e sobre a intersecção entre teatro e filosofia; e, ainda, dois ensaios abertos para estudantes de escola de teatro seguidos de conversas entre o elenco e o público.
Coordenação de Produção: Athena Livros e Cursos Ltda.empresa proponente, com sede em Aracajú/SE, que opera com sucesso desde 2022 no ambiente livreiro e editorial, tematicamente nas humanidades, passando por universos como os da filosofia, literatura, política e teatro. Voltada à formação cultural de excelência, busca propor intervencões artísticas e culturais nas questões mais candentes da atualidade, seja da perspectiva pessoal, seja do ponto de vista da sociedade. Nascemos sob a inspiração da deusa que, na Mitologia Grega, está associada às artes, à civilização, à estratégia, à justiça e à sabedoria. Produção Executiva: Renata BertelliÉ produtora de projetos culturais e teatrais há 15 anos. É formada em administração e há 15 anos trabalha com projetos culturais. É sócia da R2B Produções Culturais, onde elabora, formata e gere, capta recursos, administra e produz de projetos em todo o Brasil pela Leis Rouanet. Trabalhou como produtora executiva na Cia Barbixas de Humor e com o Programa É Tudo Improviso, da Band, que se transformou na peça Noites de Improviso, no Teatro Comedians atualmente. Trabalhou com os grupos Parlapatões, Pia Fraus, Cia do Quintal, Teatro da Vertigem. Trabalhou como assistente administrativa do Teatro FAAP e em 2007/2008 foi produtora executiva da Companhia Os Satyros. Foi coordenadora do Satyros Educação e da administração do Teatro da Vila em 2007. Trabalhou como produtora executiva do espetáculo Os Passageiros e produziu o espetáculo A Revolução dos Bichos de George Orwell, que foi premiado pelo 14. Festival Cultura Inglesa. Prestou consultoria na área de projetos culturais para a Organização Social de Cultura Poiesis que gere a Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida, Oficinas Culturais do Estado de SP e Fábricas de Cultura. Coordenação: Julio CompariniÉ escritor. Possui graduação, mestrado e doutorado em Filosofia pela USP (Universidade de São Paulo) onde defendeu uma tese intitulada "A questão da retórica nas Leis de Platão". Nessa pesquisa, ele investiga como Platão concebe o uso da retórica em contextos legislativos, analisando o papel da persuasão política e da sabedoria cívica (phronesis) para a formulação de normas e a promoção da harmonia social. O trabalho explora também os preâmbulos legislativos no diálogo platônico, focando em como a educação (paideia) contribui para a formação dos cidadãos e o funcionamento do Estado. Além disso é pós-doutorado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa/Portugal. Tem também graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. E formaçãocomplementar em "Moral Foundations of Politics" pela Yale University, YALE, Estados Unidos; e, também em "Rhetoric" pela Harvard University, HARVARD, Estados Unidos. É também figura ativa em eventos culturais e acadêmicos, abordando temas como democracia, republicanismo e filosofia política, sempre buscando conectar esses temas à cultura, às artes e às práticas contemporâneas. Texto: Paulo G. Guedes Fontes É escritor e poeta. Doutor em Direito do Estado pela USP, 2017, com a tese “Metaética e neoconstitucionalismo: os limites da verdade e a democracia”; Mestre em Direito Público pela Université de Toulouse, 2002, com a dissertação “Le contrôle de l’Administration au Brésil par le Ministère Public”; Pós-doutor pela Université de Lorraine, 2019; Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, 1995. Autor do livro de poesias e contos “Mesmo que o mar tome tudo”, em coautoria. Mantém no Instagram a página “Pílulas de Filosofia do Direito” e no YouTube o canal “Paulo Guedes Fontes”, voltados à divulgação para o grande público da Filosofia Jurídica e Geral, bem como da literatura e poesia brasileira e estrangeira. É também desembargador federal do TRF-3. Fez mestrado, doutorado e pós-doutorado na área do Direito Público e da Filosofia do Direito, tendo várias obras publicadas sobre essa temática. Dentre os livros que escreveu, destacam-se: "Neoconstitucionalismo e Verdade: limites democráticos da jurisdição constitucional", 2022, Editora Lumen Juris; "Pílulas de Filosofia do Direito", 2022, Editora Lumen Juris; "O Manual definitivo para entender a Filosofia do Direito", 2022, Editora Lumen Juris; e, "O controle da Administração pelo Ministério Público", 2006, Editora Del Rey. Dramaturgia e Direção: Luiz AmorimÉ ator, dublador, locutor e produtor cultural com mais de 40 anos de experiência em teatro, cinema e televisão. No teatro, participou de diversas peças, incluindo direção, adaptação e atuação em "O Deus de Spinoza", 2021/atual), "O Vendedor de Sonhos" (2018-2022), direção de Cristiane Natale; "Fuenteovejuna" e “3x Tebas” (2019-2022, direção de Juliane Barone), "Sobre Ratos e Homens" (2016, direção de Kiko Marques), "O Fantasma da Ópera" (2005-2007, realização CIE-TF4), “O Que Leva Bofetadas” (2004, direção de Antônio Abujamra), dentre muitas outras, trabalhando com artistas renomados como Antunes Filho, Antônio Abujamra, Lucélia Santos, Antônio Fagundes e Bibi Ferreira. Além disso, ele também atuou em produções infantis e dirigiu outras peças como "Românticos" e "Valsa nº 6". No cinema, teve papéis em filmes como "A Voz do Silêncio", "Ponte Aérea" e "Cara ou Coroa", sob a direção de André Ristum, Júlia Rezende e Ugo Giorgetti, respectivamente. Em televisão, participou de diversas novelas em canais como SBT, TV BANDEIRANTES e TV RECORD, além de séries como "Zé do Caixão" e "Unidade Básica". No teatro, além de sua atuação e direção, também esteve à frente de Companhias como o Grupo Pó de Guaraná e o Grupo Luz e Ribalta. Também participou de projetos educacionais, ministrando cursos em instituições como "Oficinas Culturais" e "SP Escola de Teatro".Participou de diversas comissões de programas de incentivo ao teatro e, atualmente, é jurado do Prêmio Shell de Teatro. Diretor de Produção e Assessoria Jurídica: Evaristo Martins de AzevedoÉ advogado há 30 anos, atua no âmbito do Direito às Artes, dos Direitos Culturais e de Direitos Autorais. É também crítico de teatro e por mais de 10 anos escreveu críticas de teatro para o Jornal da Manhã, de São Paulo; por 2 anos foi o colunista de teatro para a Revista SciFiNews; e, por 3 anos escreveu críticas de teatro e crítica de literatura para a Revista Brasileiros, ambas de circulação nacional. Foi colunista do Portal da SP Escola de Teatro com a coluna "In Dubio pro Arte". É também jurado do Prêmio Shell de Teatro, desde 2014; e, também, jurado de teatro da APCA, desde 2007. Foi jurado do Prêmio Jabuti, da CBL, a Câmara Brasileira do Livro, tendo sido jurado dos segmentos de Livrosde Arte e Livros de Literatura. Foi também jurado do Prêmio CPT da Cooperativa Paulista de Teatro e jurado do Prêmio HQMix. Foi também jurado convidado do Desfile das Escolas de Samba do Grupo 2 do Carnaval de São Paulo, em 2023. Também integrou em 2021 e 2022 a equipe curatorial para as artes da Revista Forbes para o Anuário "Forbes Under30". Colaborou como co-autor de diversos livros e publicações, tais como "Disposições Constitucionais de Incentivo às Artes e à Cultura", para a Revista do Advogado da AASP, 2024; “Memórias do Cine Bijou”, coordenado por Marcio Aquiles, Selo Lucias e Satyros, 2023; "A Cultura como ativo indispensável ao Interesse Nacional", Revista Interesse Nacional, 2023; "Giras Épico-Poéticas nas Obras Quilombola, em Processos de Empoderamento Negro, da Companhia de Teatro Heliópolis: 20 Anos de Belezas e/em Lutas", coordenado Prof. Alexandre Mate, 2022; “Tutela Jurídica e Política de Preservação do Patrimônio Cultural Imaterial” coordenado pela Desembargadora Federal Inês Virgínia Prado Soares, EditoraJusPodivm, 2018; "Teatro: o que lhe é de Direito", Revista ALBERTO, da SP Escola de Teatro, 2015. Elenco: a ser escolhido em audições Iluminação: a ser escolhida em etapa de pré-produção Cenografia: a ser escolhida em etapa de pré-produção Figurinista: a ser escolhida em etapa de pré-produção
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.