Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Este projeto envolve a realização, criação, produção e execução da peça teatral inédita "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri", escrita e dirigida por Dan Rosseto. A temporada se estenderá por dois meses em São Paulo/SP. Destinada a espectadores a partir dos 12 anos, "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri" narra a história de Margot, uma jovem estudante de línguas românicas em Antuérpia na década de 1990, que se depara com a rica tapeçaria cultural ao se envolver com uma família judia ortodoxa, enquanto navega pelas complexidades de seu relacionamento com Nima, um refugiado iraniano. Através de uma narrativa envolvente e personagens profundamente humanos, a peça explora temas de identidade, interculturalidade e os desafios do entendimento mútuo, oferecendo ao público uma reflexão sobre tolerância, respeito e a celebração das nossas diferenças.
Sinopse Curta Em "Mazal Tov – Quando a vida Sorri”, ambientada na Antuérpia dos anos 1990, acompanhamos a vida de Margot, uma estudante de línguas românicas com o sonho de explorar o mundo, e seu namorado Nima, um refugiado iraniano. Quando Margot aceita um emprego para ensinar holandês e francês aos filhos de uma família judia ortodoxa, ela se depara com um universo de tradições e valores que a desafiam a repensar suas próprias crenças. A relação de Margot com a família Schneider revela um delicado equilíbrio entre diferenças culturais e religiosas, ao mesmo tempo que a confronta com a realidade de Nima, cujas experiências como refugiado trazem à tona questões de identidade, pertencimento e preconceito. Conforme Margot se integra à vida dos Schneider, ela e Nima enfrentam desafios que testam seu relacionamento e suas convicções. A jornada de Margot é marcada por descobertas, conflitos e crescimento pessoal, refletindo sobre a importância da empatia, do diálogo intercultural e da coexistência pacífica em um mundo diversificado. A história evolui através de momentos de tensão, reconciliação e transformação, culminando em uma reflexão profunda sobre família, amor e a complexa teia de relações que definem nossa humanidade. Sinopse Longa/Argumento 1 - Antuérpia, anos 1990. Margot estuda línguas românicas, sonha em conhecer o mundo e vive com o namorado, o iraniano Nima, refugiado político e econômico na Bélgica. À procura de trabalho para equilibrar o orçamento e financiar os pequenos prazeres do casal, Margot responde a um anúncio de mural em que uma certa família recruta uma professora particular para os filhos, com ênfase no aprendizado de holandês e francês. Egressa da Bélgica profunda, católica e de fala flamenca, é com apreensão que ela bate à porta de uma mansarda confortável onde vive um casal de cerca de 40 anos e seus 4 filhos - uma escadinha de 10 a 16 anos, com um ano de intervalo entre cada um. O espanto maior sobrevém menos do conforto material de um lar burguês e mais do fato de se tratar de judeus ortodoxos, para quem a observância à religião não se coloca como opção, senão como o eixo central da vida. Assoberbada por uma saraivada de perguntas que não poupam nenhum aspecto de sua vida privada, Margot responde a tudo com uma sinceridade desconcertante. Revela que vive maritalmente com um muçulmano e que não se importa com a opinião dos próprios pais a respeito. Na conversa com o casal Schneider - primeiro com Moriel e dias depois com Aron -, dá provas de que nada conhece dos ritos básicos ortodoxos. Estende a mão para cumprimentar o pai, ignorando que religiosos não tocam estranhas, e sugere à mãe voltar ali para conhecer os futuros pupilos em plena tarde de sábado, agenda impensável num lar religioso para quem a sacralidade do Shabat é a viga mestra do convívio familiar. O olhar fino de Margot detecta a dicotomia que rege a harmonia do casal. Moriel é elegante, coquete, mas contundente. Fala dos filhos como quem quer imunizá-los dos males do mundo externo. Pede a Margot que não compartilhe com eles os bastidores de sua vida privada, que, não sem razão, imagina ser um tanto mundana. Aron é doce, bonachão e perdidamente coruja. Diz que Margot não terá que se ocupar de Simon, o primogênito, já vocacionado para o aprendizado científico. Tampouco com a pequena Sara, a única ginasta da família. É quando fala de Jacó e de Elzira que Aron se derrete. Com o menino, vê semelhanças com ele próprio naquela idade. Curioso, bom de conversa, empreendedor, tudo estaria perfeito não fosse Jacó um pouco distraído, nem sempre disciplinado, e exageradamente autoconfiante. De contato fácil e curiosidade sem fim, tinha índole de namorador. Estava fadado a grandes voos. Quanto a Elzira, Aron Schneider pede atenção especial. Garota do seu tempo e do seu meio, é importante dizer que, contrariamente a Jacó, ela pode se mostrar volta e meia um pouco insegura, o que se traduz numa coordenação motora precária, fruto de uma dispraxia já diagnosticada, para o que ele pedia compreensão e paciência. Dada a idade, competiria a Margot, tanto quanto possível, ajudá-la a desabrochar - verbo que conjuga em duas línguas para que não pairem dúvidas sobre o que e quem priorizar. Cauteloso quanto a Nima, Aron pede - se não for muito - que Margot escreva num papel o nome completo do namorado. Era uma medida de referência/prudência como qualquer outra. Será? 2 - Nima explodiu de indignação. que era para ser a comemoração pelo novo emprego - que valeria a Margot metade do aluguel do pequeno apartamento onde viviam -, virou uma discussão colossal. Revoltado com que ela tivesse dado o seu nome a uma família de judeus, o que poderia suscitar aborrecimentos para ele junto aos órgãos de segurança que não distinguiam um persa de um árabe, poucas vezes ela o veria tão furioso. Margot fora ingênua e subserviente. Vira bondade e responsabilidade parental onde só havia manipulação. Àquela altura, a ficha dele já estava nas mãos do Mossad - o serviço de inteligência israelense que, ironicamente, inspirava a admiração bestificada do Ocidente. Será que ela não percebia que os judeus gozavam de privilégios imerecidos vis-à-vis outros povos do Oriente Médio? Onde estava o seu senso de justiça? Onde o mundo iria parar naquela pisada? Acaso ela já vira um judeu ser deportado por delitos menores como acontecia o tempo todo aos seus vizinhos árabes? Acaso as condições precárias em que Israel mantinha os palestinos de Gaza e da Cisjordânia não deveriam valer a Israel uma condenação geral? Como ela podia ignorar que era força do lobby judaico que desequilibrava as relações na região? Já não era acintoso o bastante que os cantores israelenses participassem do festival Eurovision, se nem sequer europeus eram? Nima disse que tivera amigos judeus em Teerã. E que fora amigo de um em especial, com quem lutava boxe, antes de cair na mira da polícia do Xá e precisar se exilar. Admitiu que seu problema não era com os indivíduos, senão com Israel. Nada disso impediu que Margot tivesse um começo auspicioso na casa dos Schneider. Observadora arguta e linguista prendada, ela logo estabelece uma relação cúmplice com Jacó. Fanfarrão e orgulhoso do legado espiritual do seu povo, louva o Macabi Tel Aviv, seu time de basquete; elogia o iídiche, que embora fosse uma pequena língua, com números parecidos aos do neerlandês, conseguia galvanizar os judeus em dezenas de países, dada a sua picardia e deliciosa maleabilidade. Diante de uma Margot contrita e ao mesmo tempo provocadora, Jacó condena o assimilacionismo, negando que ele seria a melhor resposta às dores infringidas pelo Nazismo. Pelo contrário, vaticina que deixar-se assimilar seria assinar uma sentença de morte. Diante da erudição fanfarrona do seu novo amigo sobre a versatilidade da alma judaica, mercê das múltiplas origens nacionais de seus integrantes, Margot se interessa genuinamente em aprender o que pode desde sobre os diferentes sotaques até os modelos de kipá. Com Elzira, as descobertas são menos afloradas. Discreta e introspectiva, a relação de confiança é progressiva. Primeiro, vêm as queixas sobre a eficácia duvidosa da terapia. Segundo, a iniciação de Margot no receituário nem sempre muito claro do kashrut, as práticas da cozinha kasher que se assenta sobre muitos pilares, sendo deles o mais gritante a proibição absoluta de se misturar carne com laticínios. Como conter o espanto da professora de línguas quando Elzira lhe fala da proibição de comer um pão de chocolate de uma lanchonete de rua? Quem podia garantir que o ovo empregado na confecção da massa folhada não continha o embrião de um pintinho? Para Margot, o fervor religioso da família provocava espanto e, paradoxalmente, um pouco de inveja. Não seria reconfortante depositar tanta confiança num ser superior? 3 - A vida segue o seu curso. Nima está preocupado com a irmã que vive em Bruxelas. Subempregada e sofrendo transtornos psíquicos que a levam a querer branquear a pele e se fixar nos padrões de beleza de Claudia Schiffer e Linda Evangelista, ele é tomado pela amargura. Não por acaso, elocubra o quanto os males de Marjane seriam atenuados se ela contasse com uma rede de apoio tão bem articulada quanto a dos judeus. Em mais um gesto de largueza dos tantos que o caracterizam, pede a Margot que presenteie os Schneider com uma preciosa lata de caviar que recebera dos pais. O patriarca Schneider tem que declinar de uma gentileza alegando que não pode aceitar por saber que a extração das ovas não tinha obedecido às regras kasher. Elzira faz progressos visíveis, especialmente depois que Margot convenceu os pais de que ela teria muito a ganhar se fizesse como milhões de pessoas nos Países Baixos, ou seja, se andasse de bicicleta. Preocupados com os danos de imagem à filha caso ela levasse uma queda diante dos vizinhos e fosse alvo da piedade geral, Margot passou a levá-la a um parque distante onde os pequenos incidentes passariam despercebidos. Sensibilizados com a crescente desenvoltura de Elzira, os Schneider abrem novos espaços para Margot. Sugerem que as aulas aconteçam nos quartos de cada um dos filhos - onde o aquecimento é melhor do que o da sala. Mas as descobertas não param aí. Poucas pessoas naqueles universos marcaram tanto a jovem professora quanto Gabriele Pappenheim, a avó das crianças e mãe de Aron Schneider, o filho do pós-guerra que, a despeito do Holocausto, fez de sua família o seu reino e do comércio de diamantes o seu ganha-pão. A figura austera e elegante da anciã exerce sobre Margot uma forte impressão. Primeira sobrevivente de antebraço tatuado que ela conheceu, ela se conterá muito para não ultrapassar o limiar dos temas proibidos e a evitar dos Schneider. A experiência de campo de concentração da matriarca e as dificuldades de infância de Aron não são livremente compartilhadas, como talvez esperem os leigos. O acesso a camadas mais profundas será fruto da proximidade emocional crescente. Elzira resplandece e tem crises de humor que lembram Margot do seu próprio temperamento naquela idade quando ela preferia dormir ao relento no inverno a ceder ao que ela considerava os impulsos autoritários de sua mãe. Para Elzira, um deslize na conjugação dos tempos verbais em holandês, era o bastante para fazer birra. Os problemas de Jacó são mais mundanos. Mas é tão gritante a cumplicidade dele com Margot que o casal Schneider a convoca para uma conversa solene. Moriel e Aron querem saber se havia um dedo de Margot no negócio que Jacó estabeleceu na escola: a venda de preservativos. Não havia. Menos mal que eles não desconfiavam que ambos ganhavam um extra fazendo monografias para estudantes preguiçosos e endinheirados. "Você é mais judia do que eu", disse Jacó. Elogio maior para ele, impossível. 4 - Na gangorra da vida, Marjane perde. Desconfortável como oriental num meio ocidental em que ela se sente rejeitada por ser como é, ela volta para Teerã, fato que deixa Nima devastado. Para Margot, haverá sempre um antes e um depois deste evento. O brio persa do namorado se ressentiu do que lhe pareceu uma derrota pessoal. Na casa dos Schneider, Margot convence os pais de que deixem Elzira adotar um cachorrinho. Não obstante a advertência divertida da avó Gabriela de que "se um judeu tem um cachorro, ou ele não é judeu ou o cão não é cão", Elzira vai ao céu com o pequeno Monsieur, a quem ela passa a dar todo tipo de cuidados e de carinho. Elzira passa a acordar todo dia mais cedo para cuidar dele. Se Monsieur ameaça entrar na sala com as patinhas enlameadas, ela se apressa em limpá-las e, cada vez mais orgulhosa do seu protegido, ela o vê conquistar todos com suas inocentes diabruras. A bem da verdade, a reputação do cãozinho só é abalada quando ele mordisca o rolo sagrado da Torá, o que lhe valeu uma brinca severa em iídiche e até em hebraico. No corolário das pequenas desavenças do dia a dia, uma discussão particularmente aguda envolve a posição da esquerda face a Israel. A simpatia de Margot pelos movimentos libertários e progressistas se opõe à posição mais conservadora de Aron Schneider. Como era possível, como já fizera no passado, se a esquerda se alinhava unanimemente na condenação a Israel, muitas vezes sem fazer caso de ouvir a verdade? Para espanto de Margot, ele diz que é possível que a Comunidade vote em peso na nova direita, no chamado Bloco Flamenco, uma agremiação que combate a imigração muçulmana e que é simpática a Israel. Para Margot, é inconcebível que bons cidadãos belgas, que têm o retrato da Rainha no escritório, caso de Aron Schneider, possam ser sectários a ponto de angular sua preferência eleitoral com base num país que fica a milhares de quilômetros dali. Diante de um Jacó contemplativo e silencioso, Aron conta para Margot o que representa Israel aos olhos dos sobreviventes do Holocausto e seus descendentes. Privados de cidadania, espoliados dos seus negócios, proibidos de ir à universidade, enxotados de suas casas com a roupa do corpo, embarcados na ponta da baioneta em vagões de gado, manejados por dias sem fim entre entroncamentos ferroviários gelados e acometidos de sede e piolhos, será que ela podia imaginar o que significava ter uma terra para chamar de sua? Quando será que a esquerda vai entender que para um judeu o céu de Israel tem mais estrelas e nada excede a sensação de entrar num táxi e de falar hebraico, a língua ressurreta, com o motorista? Será que num mundo de chineses e muçulmanos haverá lugar para a terceira, a quarta e a quinta geração de judeus pós-Holocausto? Para Aron, voltar na direita poderia ser um mal menor. Isso um dia poderia se tornar verdadeiro para judeus de todo o mundo, vaticinou. Os judeus para ele eram os guardiões da civilização ocidental. 5 - Os meses de convívio se transformam em anos. O espírito crítico de Margot permanece vivo. Mas também o senso de justiça. Nesse contexto, a despeito do estranhamento que aquele "judaísmo de Estado" lhe traz, ela se rebela sempre que a reputação dos judeus é manchada pelo preconceito e pelas convicções distorcidas. Confundida ela própria com judia, ela não hesita em rebater veementemente os insultos de uma dona de lanchonete que, sentindo-se ultrajada pelo fato de Monsieur ter urinado no tripé da lousa em que estava riscado a giz o menu do dia, insultou Elzira e Margot dizendo "que nosso estabelecimento não é bom para vocês que se acham superiores e que jamais consomem nada quando passam por aqui. É como se nós só servíssemos para limpar as suas sujeiras. Esperem aí que eu vou trazer água sanitária e um esfregão para vocês limparem o que emporcalharam." Essa é só uma das reações despropositadas que Margot ouve. Uma amiga que trabalha numa loja de confecções, também vê com reservas as judias abastadas que, segundo ela, "são capazes de comprar um vestido, usá-lo numa festa, e tentar trocá-lo, barrado de suor, por um novo. As religiosas chegam a pedir para ter uma cabine de prova exclusiva para elas." A essas e outras imprecações Margot reage com indignação. Passados 5 anos à base de 6 idas semanais à casa dos Schneider, ela julga ter visto mais do que o suficiente para defini-los como pessoas corretíssimas, generosas e elegantes. Não por acaso, Elzira a convida para ajudá-la a preparar um jantar de Shabat, agora que ela está apta para pilotar a missão. E, ato contínuo, convida Margot e Nima para o lugar de honra daquela noite. A ocasião pareceu transformá-los todos. Moriel e Aron Schneider receberam Nima como se fosse um príncipe persa. Margot se vestiu com um apuro que contrastava com os moletons e os jeans dos dias normais. Recitadas as bênçãos, a atmosfera ganhou ares de um sarau mediterrâneo. As crianças podiam pôr os cotovelos na toalha e brincar embaixo da mesa. Jacó tratou Nima com a informalidade que dispensaria a um cunhado e Elzira fez as honras de anfitriã. Elzira pouco a pouco rompe a bolha. s conversas com Margot começam a resvalar temas mais prosaicos: amor, homossexualidade, as pessoas que são diferentes. Jacó vai continuar seus estudos em Nova York. Segundo ele, é a melhor cidade do mundo para viver como judeu. Elzira termina os estudos com louvor e se prepara para uma longa temporada em Israel onde ficará num internato para moças religiosas do mundo todo. Como lidar com essa separação depois de 6 anos? Num gesto de quem quer que o vínculo permaneça vivo, Elzira presenteia Margot com vários aerogramas já selados para que a amiga lhe escreva. Naqueles dias de mudanças profundas na rotina da casa, Margot tem uma longa conversa com Gabriela Pappenheim que, em lágrimas, lhe fala do sofrimento vivido em Auschwitz e das marcas emocionais que carregava. Isso não a impediu de casar e de ter sido muito feliz com os dois maridos que teve. 6 - Nima ficou transtornado quando soube que a irmã Marjane, agora vivendo em Teerã, fora vítima de abusos sexuais na Europa. Depois de uma viagem a Cuba, eles decidem romper a relação. A vida muda radicalmente. Com o fim da missão na casa dos Schneider, Margot está liberada para construir uma nova vida. Muda-se de apartamento e, da correspondência com Elzira, vem o convite para que vá visitá-la em Israel. Hospedada na casa de Simon, o irmão mais velho, que faz residência num hospital em Bnei Brak, Margot vive intensamente a experiência de descobrir o país por dentro. Apesar dos muitos anos com a família Schneider, ela se espanta que não haja placas de sinalização em árabe, que os judeus quase não tenham amigos palestinos, que os ônibus tenham entrada para homens e mulheres e que os gêneros fiquem separados em duas alas, apesar dos solavancos do trânsito. Simon já está casado com uma advogada religiosa e se mostra um excelente anfitrião. Só pede à hóspede que cubra os ombros, não use saias curtas e, se não for pedir muito, que use um lenço no cabelo. Margot adere ao jogo. Numa noite de sexta-feira que lhe ficará para sempre na memória, eis que Elzira e Jacó chegam para passar o Shabat na casa do primogênito. Jacó lamenta que ela e Nima tenham se separado e diz que talvez ela não tenha tentado o bastante. Diz que não consegue entender como ela não tem planos de ser mãe. Como pode uma mulher abdicar da dádiva máxima que o Criador lhe deu? Depois do jantar, há uma longa conversa com Elzira. Sob o céu estrelado de Israel, elas contam seus segredos uma à outra. Elzira está dividida entre duas possibilidades que a casamenteira apresentou à sua família. Margot se espanta que ela aceite esse tipo de arranjo, mas Elzira rebate que é da tradição, mas que, em nenhuma hipótese vai se casar com um homem por quem não esteja apaixonada. Afinal, ela casa em Antuérpia com Isaac e vai viver em Nova York. Simon vai trabalhar como médico em Amsterdam. Na casa dos Schneider, só restou Sara. A vida dá voltas. Margot, agora namorando com o holandês Martinus, se estabelece como jornalista e, mirando-se na família com quem trabalhou, viaja sempre que pode. É assim que Nova York se torna um dos seus lugares favoritos, e onde vê os seus dois pupilos mais queridos - ambos com filhos. Margot vê os pais Schneider cada vez menos. Mas quando isso acontece, a alegria é a mesma. Quase 30 anos depois dessa experiência transformadora, Margot pensa em escrever um livro a respeito. Como reagiria a família? Será que as relações ficariam abaladas? Candidamente, o velho Schneider diz que "nossa relação é única". Margot é casada com Martinus há mais de 30 anos.
Objetivo Geral: Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: O principal objetivo do projeto "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri"é a realização, criação, produção e execução da peça teatral inédita escrita e dirigida por Dan Rosseto, uma adaptação do livro "Mazal Tov _ Minha surpreendente amizade com uma família de judeus ortodoxos". Com uma temporada planejada de dois meses em São Paulo/SP, esta obra artística busca engajar espectadores a partir dos 12 anos em uma profunda reflexão sobre a convivência intercultural, tolerância e a complexidade das relações humanas. O enredo se desdobra em torno de Margot, uma estudante que se envolve com uma família judia ortodoxa e seu relacionamento com Nima, um refugiado iraniano, destacando a importância da empatia, do diálogo e do respeito mútuo em um mundo diversificado. Objetivos Específicos Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: • Realização de Apresentações: Executar um total de 24 apresentações da peça "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri "em São Paulo/SP ao longo de dois meses, garantindo a acessibilidade e atração de um público diversificado, refletindo a pluralidade da sociedade. • Democratização do Acesso à Cultura: Organizar um ensaio aberto da peça, destinado especialmente a estudantes de escolas e universidades públicas. Este evento visa democratizar o acesso à cultura, proporcionando a estudantes a oportunidade de interagir com a arte teatral e estimulando a discussão sobre as temáticas centrais da obra. • Promoção da Educação Cultural: Incentivar a educação e sensibilização cultural entre os espectadores, com ênfase nos jovens. Através da peça, busca-se ressaltar a importância do respeito às diferenças, da valorização da diversidade cultural e da superação de preconceitos, promovendo um ambiente de inclusão e compreensão mútua. • Interação com a Comunidade Acadêmica: Estabelecer parcerias com instituições de ensino para promover discussões e atividades educativas que aprofundem os temas tratados na peça. Essa colaboração visa ampliar o impacto do projeto, engajando a comunidade acadêmica em reflexões sobre interculturalidade, a história e as experiências dos refugiados, e a convivência entre diferentes religiões e culturas. • Interculturalidade e Diálogo Inter-religioso: A obra explora as riquezas e os desafios do encontro entre diferentes culturas e religiões, promovendo o diálogo e a compreensão mútua como ferramentas para superar preconceitos e estereótipos. • Experiências de Refugiados: Ao trazer à cena a história de Nima, a peça aborda as complexidades da vida dos refugiados, suas lutas por aceitação e a busca por novas oportunidades longe de sua terra natal, destacando a humanidade comum que compartilhamos além das fronteiras nacionais e religiosas. • Conflitos e Reconciliação: "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri"não se esquiva dos conflitos inerentes à interação entre diferentes identidades e crenças, mas aponta para a reconciliação e o entendimento através da empatia, da comunicação aberta e do respeito às diferenças. • Crescimento e Transformação Pessoal: A jornada de Margot simboliza o crescimento pessoal e a transformação que ocorrem quando nos abrimos para novas experiências e pontos de vista, aprendendo a valorizar a diversidade como uma fonte de riqueza e aprendizado. • Educação e Sensibilização: Por meio de sua narrativa cativante e personagens multidimensionais, o projeto visa educar e sensibilizar o público sobre a importância da tolerância, do respeito mútuo e da coexistência pacífica em uma sociedade cada vez mais globalizada. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: • Promover uma "Palestra" sobre "Intolerância e Coexistência: O Antissemitismo Contemporâneo" com Deborah Sutton Chammah, com duração de 2 horas em São Paulo/SP. • Promover uma "Palestra" sobre "Grandes Autores Judaicos Teatrais dos Últimos 100 Anos" com Sylvio Band, com duração de 2 horas em São Paulo/SP. • Promover um "Oficina/Workshop" sobre "O Melhor da Culinária Judaica em Cena" com o Chef, Benny Novak, com duração de 3 horas em São Paulo/SP.
A realização do projeto "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri", sob a batuta criativa de Dan Rosseto, se justifica plenamente no contexto do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto pela Lei 8313/91. Este projeto não apenas aspira à excelência artística, mas também se dedica a abordar com profundidade e sensibilidade temáticas cruciais como a interculturalidade, a tolerância religiosa, as experiências de refugiados e o diálogo inter-religioso. "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri" propõe-se a ser uma janela para a compreensão das intricadas teias de relações humanas que se formam na intersecção de culturas e crenças distintas, tendo como pano de fundo a história de Margot, uma estudante que se encontra imersa em um mundo novo ao envolver-se com uma família judia ortodoxa e seu parceiro, Nima, um refugiado iraniano. O objetivo geral deste projeto é criar um espaço de reflexão e diálogo sobre a importância vital da empatia, do respeito e do entendimento mútuo em nossa sociedade diversificada. Isso será alcançado não apenas através das 24 apresentações planejadas, que prometem engajar um amplo espectro de público em São Paulo/SP, mas também através de iniciativas como ensaios abertos para estudantes e parcerias com instituições educacionais, visando amplificar o impacto cultural e educacional da obra, e contrapartidas sociais. Além disso, "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri"se destaca por seu compromisso em promover a educação cultural e a sensibilização sobre temas de relevância social e humana, tais como a convivência entre diferentes identidades e crenças, e as dinâmicas de conflito e reconciliação. A peça não somente narra as vivências de seus personagens com autenticidade e compaixão, mas também convida o público a refletir sobre suas próprias percepções e preconceitos, incentivando um processo de transformação pessoal e coletiva em direção a uma maior abertura e inclusão. Esta proposta se alinha perfeitamente aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura, visando fomentar a produção artística e cultural que enriqueça o tecido social com novas perspectivas e narrativas. Especificamente, o projeto atende aos incisos do Art. 1º que promovem a regionalização da produção cultural, apoiam a diversidade das manifestações culturais, e desenvolvem a consciência e o respeito internacional. Ademais, o projeto se inscreve no objetivo do Art. 3º, que é o fomento à produção cultural e artística, ao realizar um espetáculo de artes cênicas que dialoga profundamente com o público sobre questões contemporâneas fundamentais. Portanto, o financiamento de "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri"através do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais não só é justificado pela qualidade e relevância do projeto em si, mas também pela sua capacidade de contribuir significativamente para os objetivos culturais e sociais promovidos pela Lei 8313/91. Este projeto representa uma oportunidade valiosa de apoiar uma iniciativa cultural que promete não apenas enriquecer o panorama artístico brasileiro, mas também fomentar uma sociedade mais empática, consciente e coesa. Por que a Lei de Incentivo à Cultura? A necessidade de recorrer ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, estabelecido pela Lei 8313/91, para o financiamento do projeto "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri"reside na importância estratégica de promover, estimular e valorizar a diversidade cultural brasileira e internacional. Este projeto se enquadra e visa atender a diversos incisos do Art. 1º da referida lei, bem como objetivos específicos delineados no Art. 3º, destacando-se pela sua contribuição significativa aos seguintes pontos: Enquadramento no Art. 1º da Lei 8313/91: • II - Regionalização da Produção Cultural: Embora "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri" apresenta uma narrativa que transcende fronteiras geográficas, sua realização em São Paulo/SP promove a regionalização da produção cultural, valorizando os recursos humanos locais, desde atores a técnicos e criadores envolvidos no projeto. • III - Apoio e Valorização das Manifestações Culturais: A peça é uma manifestação cultural que valoriza e difunde a diversidade das expressões culturais, tanto brasileiras quanto internacionais, através de seu conteúdo narrativo e sua realização artística. • IV e V - Proteção das Expressões Culturais e Salvaguarda dos Modos de Viver: "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri" se dedica a proteger e salvaguardar as expressões culturais, refletindo sobre a convivência entre diferentes culturas e religiões, e os modos de criar, fazer e viver que emergem desse encontro. • VII - Desenvolvimento da Consciência Internacional: O projeto estimula a consciência e o respeito internacional para com os valores culturais de diferentes povos, promovendo uma visão mais inclusiva e tolerante entre os espectadores. • VIII - Estímulo à Produção de Bens Culturais de Valor Universal: Através de sua proposta artística, "MAZAL TOV _ Quando a vida Sorri" visa estimular a produção e difusão de bens culturais que possuem valor universal, contribuindo para a formação, informação e preservação da memória cultural. • IX - Priorização do Produto Cultural Brasileiro: Apesar de sua temática global, o projeto é realizado no Brasil e por brasileiros, contribuindo para a priorização e valorização do produto cultural originário do país. Objetivos do Art. 3º Alcançados: • II, c) Fomento à Produção Cultural e Artística: O projeto se alinha ao fomento da produção cultural e artística brasileira, realizando 24 apresentações de uma peça de artes cênicas que engaja diretamente com exposições culturais e artísticas, tanto na forma de espetáculo teatral quanto em debates e reflexões que emergem dessas apresentações. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é, portanto, fundamental para a viabilização financeira de "MAZAL TOV", permitindo que este projeto alcance seu potencial máximo de impacto cultural e social. O financiamento através deste mecanismo não só assegura a execução do projeto, mas também reforça o compromisso com a valorização da cultura e da arte como pilares para o desenvolvimento de uma sociedade mais consciente, diversificada e inclusiva.
NA
PRODUTO PRINCIPAL ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Montagem do espetáculo 2 meses Apresentações 24 apresentações temporada em São Paulo/SP. Duração 1:30h Democratização 1 Ensaio aberto 1h 30 min Contratação de estagiário em todas as fases da produção. PRODUTO SECUNDÁRIO CONTRAPARTIDA SOCIAL Conforme inciso do §2º do artigo 32 da IN 2024 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: VOU PREENCHER DEPO 1 Palestra Palestra: "Intolerância e Coexistência: O Antissemitismo Contemporâneo" Tipo: Palestra Ministrado por: Deborah Sutton Chammah Duração: 2 horas Público-alvo: Alunos e professores do EJA, ou instituições públicas e ensino. Maiores de 16 anos. Quantidade de pessoas a serem beneficiadas: 300 participantes 1 Palestra Palestra "Grandes Autores Judaicos Teatrais dos Últimos 100 Anos" Tipo: Palestra Ministrado por: Sylvio Band Duração: 2 horas Público-alvo: Alunos e professores do EJA, ou instituições públicas e ensino. Maiores de 16 anos. Quantidade de pessoas a serem beneficiadas: 300 participantes 1 Workshop Workshop"O Melhor da Culinária Judaica em Cena" Tipo: Workshop Ministrado por: Chef, Benny Novak Duração: 3 horas Público-alvo:. Alunos e professores do EJA, ou instituições públicas e ensino. Pessoas interessadas na Culinária Judaica. Quantidade de pessoas a serem beneficiadas: 400 participantes PLANOS PEDAGÓGICOS DA CONTRAPARTIDA SOCIAL (a seguir 3 planos pedagógicos) Plano Pedagógico para Palestra sobre "Intolerância e Coexistência: O Antissemitismo Contemporâneo" Duração: 2 horas Público alvo: Alunos e professores do EJA, ou instituições públicas e ensino. Quantidade de participantes:300 Palestrante: Deborah Sutton Chammah, Pedagoga formada no Instituto Singularidades. Gerente de Educação na StandWithUs Brasil e vice-presidente do KKL Brasil. Com vasta experiência em movimentos juvenis e especializações em Antissemitismo contemporâneo e História de Israel Moderna. Objetivo Geral Promover a conscientização e compreensão sobre as manifestações do antissemitismo contemporâneo e a importância da coexistência e tolerância entre diferentes grupos culturais e religiosos. Objetivos Específicos •Explorar o conceito e as raízes históricas do antissemitismo, destacando sua evolução até os dias atuais. •Discutir o impacto do antissemitismo na sociedade contemporânea e suas manifestações nas redes sociais, mídia e vida cotidiana. •Proporcionar um espaço para reflexão sobre os desafios da coexistência pacífica entre diferentes grupos religiosos e culturais. •Apresentar estratégias e práticas para combater o antissemitismo e promover a tolerância e o respeito mútuo. A realização da palestra "Intolerância e Coexistência: O Antissemitismo Contemporâneo", como contrapartida do espetáculo teatral "Mazel Tov", baseado no livro "Mazel Tov - Quando a Vida Sorri", representa um compromisso profundo com a educação e sensibilização acerca de questões fundamentais que afetam nossa sociedade. Esta justificativa apoia-se na premissa de que a arte e a educação são ferramentas poderosas na promoção do entendimento mútuo e na luta contra todas as formas de preconceito e intolerância. O espetáculo "Mazel Tov" não é apenas uma expressão artística de entretenimento; ele é, em sua essência, um convite à reflexão sobre temas como diversidade, respeito às diferenças e a importância da empatia nas relações humanas. A adaptação do livro "Mazel Tov - Quando a Vida Sorri" para o teatro traz à tona narrativas que desafiam o espectador a confrontar suas próprias percepções e preconceitos, oferecendo uma janela para as complexidades do antissemitismo, da coexistência cultural e da capacidade humana de superação e entendimento. A justificativa para incluir a palestra como uma contrapartida do espetáculo reside na necessidade de ampliar o diálogo iniciado pela peça, proporcionando um espaço de aprendizado e debate mais profundo sobre as nuances do antissemitismo contemporâneo. Deborah Sutton Chammah, com sua extensa formação e experiência, é a palestrante ideal para guiar este diálogo, trazendo insights valiosos sobre como o antissemitismo se manifesta hoje e quais estratégias podem ser empregadas para combatê-lo. Além disso, ao oferecer esta palestra como contrapartida, reforça-se o papel social do espetáculo "Mazel Tov" como um agente de mudança, que vai além da arte pela arte e se engaja ativamente na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Esta iniciativa se alinha com os objetivos de promover uma cultura de tolerância e respeito, essenciais para enfrentar os desafios do antissemitismo e outras formas de intolerância que persistem em nossos tempos. Portanto, a realização desta palestra não é apenas uma extensão natural do impacto cultural e educacional do espetáculo "Mazel Tov", mas também uma manifestação do compromisso dos envolvidos com o espetáculo em promover um entendimento mais amplo e profundo dos temas abordados, contribuindo significativamente para o diálogo sobre coexistência pacífica e respeito mútuo entre diferentes grupos e indivíduos na sociedade contemporânea. Metodologia: Apresentação Inicial (30 minutos)2. Introdução ao tema pelo palestrante, contextualizando o antissemitismo no panorama histórico e contemporâneo. Exposição de Conteúdo (40 minutos)4. Detalhamento sobre as formas de antissemitismo contemporâneo, com exemplos práticos e dados relevantes. 5. Discussão sobre a História de Israel Moderna como pano de fundo para entender algumas das raízes do antissemitismo atual. Atividade Interativa (20 minutos)7. Dinâmica de grupo para refletir sobre preconceitos e estereótipos, utilizando casos reais ou hipotéticos de antissemitismo para análise e debate. Estratégias de Combate ao Antissemitismo (20 minutos)9. Apresentação de estratégias eficazes para a educação contra o antissemitismo, promovendo a tolerância e a coexistência pacífica. Sessão de Perguntas e Respostas (10 minutos)11. Espaço para perguntas do público, permitindo o esclarecimento de dúvidas e aprofundamento em temas específicos abordados na palestra. Recursos Necessários •Projetor e tela para apresentações em PowerPoint. •Materiais para atividade interativa (papéis, canetas, cartões com estudos de caso). •Microfone e sistema de som adequado para o tamanho do auditório ou sala de aula. Avaliação •Feedback imediato através de uma breve sessão de perguntas e respostas ao final da palestra. •Avaliação posterior por meio de um formulário online enviado aos participantes, medindo o impacto da palestra em seu entendimento sobre o antissemitismo e a importância da coexistência. Follow-up •Disponibilização de material complementar por e-mail, incluindo artigos, vídeos e recomendações de leituras adicionais sobre o tema. •Proposta de criação de um grupo de discussão online para continuidade do debate e compartilhamento de experiências e aprendizados.Sugestões de Bibliografia: •"Antisemitismo: Aqui e Agora" - Deborah E. Lipstadt Este livro oferece uma análise do antissemitismo contemporâneo, explorando suas novas manifestações e os desafios para combatê-lo. • "A História de Israel: Dos Primórdios ao Estado Judeu Moderno" - Martin Gilbert Uma obra abrangente que traça a história de Israel, do período bíblico até os dias atuais, oferecendo um contexto crucial para entender as raízes históricas do antissemitismo. •"Como Combater o Antissemitismo" - Bari Weiss Um guia prático e reflexivo sobre as formas de combater o antissemitismo na sociedade contemporânea, com ênfase na ação individual e coletiva. •"O Eterno Antissemita" - Henryk M. Broder O autor explora a persistência do antissemitismo ao longo da história, analisando suas causas e a necessidade de vigilância constante contra essa forma de ódio. •"Antissemitismo na Era Trump" - Jonathan Weisman Uma análise do ressurgimento do antissemitismo nos Estados Unidos e no mundo, particularmente na era da política polarizada e das redes sociais. •"Os Protocolos dos Sábios de Sião: A História do Mito Mais Influente do Mundo Moderno" - Hadassa Ben-Itto Este livro desmascara um dos maiores embustes antissemitas da história, explorando como os falsos "Protocolos" foram utilizados para fomentar o ódio contra os judeus. •"Israel: Uma História" - Anita Shapira Uma obra que apresenta a complexa história de Israel, desde sua fundação até os desafios contemporâneos, fornecendo uma visão equilibrada e profunda do estado judaico. •"O Antissemitismo Explicado aos Jovens" - Michel Wieviorka Direcionado a um público mais jovem, este livro explica o antissemitismo de maneira acessível, enfatizando a importância da educação na luta contra o preconceito. Recursos Online •Yad Vashem: O site oficial do Memorial do Holocausto de Israel oferece uma vasta gama de recursos educativos, artigos e testemunhos sobre o Holocausto e o antissemitismo. •Museu Judaico de São Paulo: Uma fonte de exposições, artigos e eventos relacionados à história judaica e ao combate ao antissemitismo no Brasil e no mundo. Esta bibliografia é um ponto de partida para aqueles interessados em aprofundar seu conhecimento sobre o antissemitismo, sua história, e as estratégias para promover uma sociedade mais justa e tolerante. Plano Pedagógico para a Palestra: "Grandes Autores Judaicos Teatrais dos Últimos 100 Anos" Duração: 2 horas Público alvo: Alunos e professores do EJA, ou instituições públicas e ensino. E Pesoas interessados na temática. Quantidade de participantes: 300 Palestrante Sylvio Band, Engenheiro pela Escola Politécnica da USP, matemático, diretor de teatro e ator, com uma trajetória reconhecida em obras como "Sangue do Meu Sangue" (1995), "O Beijo da Mulher-Aranha" (1985) e "Anuska, Manequim e Mulher" (1968). Objetivo Geral Explorar a contribuição significativa de autores judaicos ao teatro mundial nos últimos 100 anos, destacando como suas obras refletem as complexidades culturais, históricas e sociais da experiência judaica. Objetivos Específicos •Introduzir os participantes aos principais autores judaicos do teatro e suas obras mais influentes dos últimos 100 anos. •Analisar o contexto histórico e cultural em que essas obras foram criadas e como refletem as vivências e desafios da comunidade judaica. •Discutir os temas recorrentes nas obras desses autores, incluindo identidade, diáspora, antissemitismo, tradição e modernidade. • Promover a apreciação do teatro como uma forma de expressão cultural e política relevante para a compreensão de questões sociais mais amplas. Metodologia 1.Apresentação Inicial (20 minutos) Breve introdução ao tema pela palestrante, Sylvio Band, contextualizando a importância dos autores judaicos no teatro mundial. 2.Exposição de Conteúdo (50 minutos) Apresentação dos principais autores judaicos e análise de suas obras mais significativas, utilizando slides e trechos de textos para ilustrar os pontos discutidos. Discussão sobre o contexto histórico, cultural e as temáticas abordadas nas obras selecionadas. 3.Análise Interativa (30 minutos) Atividades interativas, como análise de cenas específicas ou discussão em grupos pequenos, para aprofundar a compreensão das obras e temas apresentados. 4.Sessão de Perguntas e Respostas (20 minutos) Abertura para perguntas do público, permitindo aprofundar discussões ou esclarecer dúvidas surgidas durante a palestra. Recursos Necessários •Equipamento de projeção para slides e vídeos. •Cópias impressas de trechos selecionados de obras para análise durante a atividade interativa. •Microfone e sistema de som para o palestrante e para perguntas do público. Avaliação •Coleta de feedback dos participantes ao final da palestra, por meio de um formulário impresso ou online, para avaliar a eficácia da palestra em atingir os objetivos propostos. Follow-up •Disponibilização de uma lista de leituras recomendadas e recursos online para participantes interessados em aprofundar seu conhecimento sobre o tema. •Criação de um grupo de discussão online, se houver interesse, para continuar o diálogo e compartilhamento de insights sobre autores judaicos teatrais. Este plano pedagógico visa não apenas celebrar a rica contribuição dos autores judaicos ao teatro mundial, mas também fomentar um diálogo crítico sobre como a arte reflete e influencia a sociedade. Sylvio Band, com sua ampla experiência em teatro e profundo conhecimento cultural, está excepcionalmente posicionado para liderar este enriquecedor encontro educacional. Justificativa Ao integrar a oficina "Grandes Autores Judaicos Teatrais dos Últimos 100 Anos" como parte integrante do espetáculo "Mazel Tov", uma adaptação da obra "Mazel Tov - Quando a Vida Sorri", propomos uma imersão profunda e reflexiva nas contribuições judaicas ao universo teatral. Esta iniciativa não apenas enriquece a experiência cultural oferecida pelo espetáculo, mas também se estabelece como um veículo essencial para o diálogo ampliado sobre temas de relevância universal, como a identidade, a memória, a diáspora e a luta contra o antissemitismo. A realização desta oficina tem o propósito explícito de destacar a rica tapeçaria de vozes judaicas no teatro ao longo do último século, enfatizando como esses autores utilizaram a arte como meio de expressão e reflexão sobre as complexidades da experiência judaica. Sob a orientação de Sylvio Band, cuja trajetória multifacetada abrange a engenharia, a matemática, a direção e a atuação teatral, os participantes são convidados a uma jornada de descoberta que transcende a mera apreciação artística, mergulhando nas profundezas das questões que moldam nossa sociedade. Esta oficina, portanto, não apenas complementa o espetáculo "Mazel Tov" em sua missão de entreter e provocar reflexão, mas também reforça o compromisso do projeto com o engajamento educacional e cultural. Ao abrir espaço para o estudo aprofundado da contribuição de autores judaicos para o teatro, enfatizamos a importância do entendimento e do respeito mútuo em um mundo marcado pela diversidade. A oficina se propõe a ser um ponto de encontro para o diálogo, o aprendizado e a celebração da riqueza que a diversidade cultural e religiosa traz para as artes. Além disso, ao oferecer acesso gratuito a essa oficina, sublinhamos a importância da acessibilidade cultural e da educação como direitos fundamentais. "Mazel Tov" se posiciona, assim, não apenas como um projeto artístico, mas como uma iniciativa social que visa promover uma compreensão mais profunda da cultura judaica, ao mesmo tempo que combate o preconceito e fomenta uma sociedade mais inclusiva e empática. Em suma, a inclusão da oficina "Grandes Autores Judaicos Teatrais dos Últimos 100 Anos" como contrapartida do espetáculo "Mazel Tov" é uma expressão do nosso desejo de ir além da apresentação teatral, buscando instigar uma reflexão crítica e um diálogo construtivo sobre temas que nos tocam a todos, independentemente de nossa origem ou crença. Através desta iniciativa, aspiramos a construir um legado de tolerância, conhecimento e apreciação pela arte judaica, contribuindo assim para o tecido cultural e social da nossa comunidade de maneira significativa e duradoura. Sugestão de Bibliografia •"O Teatro de Arthur Miller" - Christopher Bigsby Uma análise profunda das obras de Arthur Miller, um dos dramaturgos judaicos mais influentes do século XX, explorando temas de identidade, ética e a busca por justiça. •"Tony Kushner: New Essays on the Art and Politics of the Plays" - James Fisher (Ed.) Este livro oferece uma coletânea de ensaios sobre o trabalho de Tony Kushner, focando em como suas peças, especialmente "Angels in America", abordam questões de política, sexualidade e identidade judaica. •"Paddy Chayefsky: The Television Years" - Shaun Considine Um olhar sobre a carreira de Paddy Chayefsky, concentrando-se em seu impacto revolucionário na televisão e no teatro, com ênfase em sua habilidade de capturar a essência da experiência humana e judaica. •"David Mamet: A Life in the Theatre" - Ira Nadel Uma biografia abrangente de David Mamet, examinando sua influência duradoura no teatro contemporâneo e sua abordagem única à dramaturgia, marcada por diálogos cortantes e explorações da masculinidade e do poder. •"O Trabalho de Hanoch Levin: Um Estudo Crítico" - Freddie Rokem Uma análise crítica do trabalho de Hanoch Levin, um dos mais proeminentes dramaturgos israelenses, cujas peças frequentemente abordam a complexidade da sociedade israelense, amor, morte e o absurdo da condição humana. •"História do Teatro Judeu" - Glenda Abramson (Ed.) Uma visão geral da evolução do teatro judaico, desde suas raízes na Europa até as contribuições judaicas para o teatro mundial, destacando autores chave e movimentos teatrais. •"O Teatro de Sholem Asch: Raízes e Revolução" - Joel Berkowitz Explora a vida e obra de Sholem Asch, um dos pioneiros do teatro iídiche, cujas peças exploram a vida judaica na Europa Oriental e os desafios enfrentados pela diáspora judaica. •"Between Two Worlds: The Dybbuk and the Jewish Imagination" - S. Ansky, editado por David G. Roskies Uma edição comentada de "The Dybbuk" de S. Ansky, uma das mais famosas peças do teatro iídiche, acompanhada de ensaios sobre seu impacto cultural e significado dentro da imaginação judaica. Plano Pedagógico para o Workshop: "O Melhor da Culinária Judaica em Cena" Duração: 3 horas Público alvo: Alunos e professores do EJA, ou instituições públicas e ensino. Pessoas interessadas na Culinária Judaica. Quantidade de participantes:400 Palestrante Chef Benny Novak, formado pela Le Cordon Bleu de Londres, com experiência internacional em renomados restaurantes. Comanda o Ici Bistrô e o Tappo Trattoria em São Paulo, onde sua expertise em cozinha francesa se encontra com ousadias culinárias que enriquecem seus menus. Objetivo Geral Introduzir os participantes à rica e diversificada culinária judaica, destacando seus pratos mais famosos, e explorar como a comida se entrelaça com a cultura, tradição e história judaicas. Objetivos Específicos •Apresentar a História e Significado Cultural dos pratos mais emblemáticos da culinária judaica, enfatizando como a comida reflete a identidade, as tradições e a história do povo judeu. •Ensinar Técnicas Culinárias específicas utilizadas na preparação de pratos judaicos tradicionais, demonstrando as habilidades e métodos que o Chef Benny Novak adquiriu e aprimorou ao longo de sua carreira. •Explorar a Influência de Diferentes Culturas na culinária judaica, mostrando como os judeus adaptaram os pratos locais de diversos países ao longo das diásporas. •Promover a Experimentação Culinária incentivando os participantes a prepararem seus próprios pratos durante o workshop, sob a orientação do Chef Benny Novak. •Fomentar a Apreciação pela Culinária Judaica como uma expressão artística e cultural, destacando a importância da comida na união das comunidades e na celebração de festividades judaicas. Metodologia •Introdução Teórica (30 minutos) Breve apresentação sobre a culinária judaica, suas origens, significados culturais e religiosos, e a jornada culinária do Chef Benny Novak. •Demonstração Culinária (1 hora) O Chef Benny Novak demonstra a preparação de pratos judaicos icônicos, explicando técnicas, ingredientes e variações culturais. •Prática Culinária Participativa (1 hora e 15 minutos) Os participantes, divididos em grupos, preparam pratos sob a orientação do chef, aplicando as técnicas demonstradas. •Degustação e Discussão (15 minutos) Degustação dos pratos preparados pelos participantes, seguida de uma discussão sobre as experiências, sabores e aprendizados do dia. Recursos Necessários Cozinha equipada com estações de trabalho para demonstração e participação ativa dos alunos. Ingredientes para a preparação dos pratos. Apostilas ou material de apoio com receitas e informações culturais. Equipamento de áudio e vídeo para apresentações. Avaliação •Feedback verbal ao final do workshop, com espaço para perguntas e compartilhamento de impressões entre os participantes e o chef. •Formulário de avaliação para ser preenchido pelos participantes, visando melhorias contínuas do workshop. Follow-up •Envio de um pacote de recursos pós-workshop, incluindo receitas adicionais, links para vídeos de culinária judaica, e uma lista de leituras recomendadas para aprofundamento no tema. Este workshop pretende não apenas educar sobre a culinária judaica, mas também celebrar a riqueza da tradição judaica através da comida, encorajando os participantes a explorar novos sabores e a integrar esses conhecimentos e técnicas em suas próprias práticas culinárias. Justificativa A realização do workshop "O Melhor da Culinária Judaica em Cena", ministrado pelo renomado Chef Benny Novak, apresenta uma oportunidade única e valiosa para mergulhar na rica tapeçaria da culinária judaica, explorando sua diversidade, história e significado cultural. Este evento não somente enaltece a arte culinária como uma forma de expressão cultural, mas também atua como uma ponte para o entendimento e apreciação das tradições judaicas, tornando-se uma experiência educativa e sensorial incomparável. Valorização da Diversidade Cultural e Culinária A culinária judaica, com sua vasta gama de pratos que refletem as diásporas e as influências culturais de todo o mundo, oferece um vislumbre único das tradições que moldaram a identidade judaica ao longo dos séculos. Este workshop proporciona uma plataforma para celebrar essa diversidade, promovendo o respeito e a valorização das diferentes culturas e suas expressões culinárias. Educação e Transmissão de Conhecimento Sob a orientação do Chef Benny Novak, cuja formação abrange desde a clássica cozinha francesa até inovações contemporâneas, os participantes terão a oportunidade de aprender não apenas sobre os aspectos técnicos da culinária judaica, mas também sobre os contextos históricos e simbólicos que cada prato carrega. Esta transferência de conhecimento vai além do aprendizado culinário, tocando em aspectos da história, religião e sociologia. Fomento ao Diálogo Intercultural Ao abrir espaço para a exploração da culinária judaica, o workshop atua como um catalisador para o diálogo intercultural, encorajando os participantes a refletir sobre as histórias e as experiências compartilhadas entre diferentes povos. Este entendimento mútuo é fundamental para a construção de uma sociedade mais inclusiva e empática. Promoção da Experiência Comunitária Cozinhar e compartilhar alimentos são atividades intrinsecamente comunitárias e celebratórias. Ao reunir pessoas de diversos backgrounds para aprender, cozinhar e degustar juntos, o workshop "O Melhor da Culinária Judaica em Cena" promove um sentido de comunidade e pertencimento, reforçando a ideia de que a comida pode unir pessoas além de suas diferenças. Contribuição para o Legado Cultural Este workshop não apenas proporciona uma experiência imediata de aprendizado e prazer culinário, mas também contribui para o legado cultural, preservando e disseminando as tradições culinárias judaicas para as gerações futuras. Através da educação e da experiência prática, os participantes tornam-se veículos para a manutenção e a celebração desse rico patrimônio cultural. Em resumo, a realização do workshop "O Melhor da Culinária Judaica em Cena" é justificada pela sua capacidade de enriquecer culturalmente os participantes, promover a compreensão intercultural, fortalecer laços comunitários e preservar um valioso legado culinário e cultural. Este evento é uma celebração da diversidade, da história e da riqueza das tradições judaicas, oferecendo uma experiência educativa e sensorial que transcende a simples preparação de alimentos, tornando-se uma jornada de descoberta, partilha e celebração da vida. Sugestão de Bibliografia •"A Book of Jewish Food: An Odyssey from Samarkand to New York" - Claudia Rode Uma obra clássica que combina receitas com relatos sobre a história e a cultura judaica, proporcionando uma visão abrangente da diversidade da culinária judaica ao redor do mundo. •"Jerusalem: A Cookbook" - Yotam Ottolenghi e Sami Tamimi Este livro, escrito por dois chefes renomados de Jerusalém - um judeu e um palestino - explora a rica tapeçaria de influências na culinária da cidade, celebrando tanto a diversidade quanto a unidade através da comida. •"Jewish Cooking in America" - Joan Nathan Uma exploração da culinária judaica nos Estados Unidos, mostrando como as tradições culinárias judaicas se adaptaram e evoluíram no contexto americano, enriquecidas por influências de diversas comunidades judaicas imigrantes. •"The Gefilte Manifesto: New Recipes for Old World Jewish Foods" - Jeffrey Yoskowitz e Liz Alpern Reimaginando pratos judaicos tradicionais para o século XXI, este livro oferece receitas inovadoras que permanecem fiéis às raízes da culinária judaica, enquanto introduzem novos sabores e técnicas. •"King Solomon's Table: A Culinary Exploration of Jewish Cooking from Around the World" - Joan Nathan Uma jornada culinária que rastreia a diáspora judaica através de receitas, histórias e tradições, mostrando a influência global na culinária judaica e a adaptabilidade de suas tradições alimentares. •"Eating the Bible: Over 50 Delicious Recipes to Feed Your Body and Nourish Your Soul" - Rena Rossner Um livro único que oferece receitas inspiradas em passagens bíblicas, conectando o ato de cozinhar e comer com reflexões espirituais e culturais. •"The New Mediterranean Jewish Table: Old World Recipes for the Modern Home" - Joyce Goldstein Explora as tradições culinárias judaicas do Mediterrâneo, oferecendo receitas que destacam a saudável e variada dieta das comunidades judaicas da região. Recursos Online •My Jewish Learning: Um portal que oferece uma vasta gama de artigos, vídeos e receitas sobre a culinária judaica, abrangendo aspectos históricos, culturais e religiosos. •Kosher.com: Um recurso abrangente para receitas judaicas kosher, com uma ampla variedade de pratos para festividades judaicas e o cotidiano. Esta bibliografia é projetada para complementar a experiência do workshop, oferecendo aos participantes uma base sólida para explorar mais profundamente a rica tradição culinária judaica e encorajando a experimentação e a criatividade na cozinha.
O projeto “MAZAL TOV – Quando a vida Sorri”, está totalmente alinhado com as medidas de acessibilidade previstas na Instrução Normativa MINC No 11, de 30 de janeiro de 2024. Para o espetáculo de artes cênicas "MAZAL TOV – Quando a vida Sorri”, vamos garantir a acessibilidade com base nas diretrizes estabelecidas, e serão implementadas as seguintes medidas: Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Art. 27 - Medidas de Acessibilidade: Para garantir a acessibilidade a todas as pessoas, independentemente de suas limitações, o projeto irá adotar as seguintes medidas: Aspecto Arquitetônico: I - Serão implementados recursos de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida ou idosas, a fim de permitir o acesso aos locais onde ocorrerão as atividades culturais, bem como a espaços acessórios, como banheiros, e espaços de circulação. O teatro que será contratadoo acontecerá em espaços que garantem o cumprimento das medidas acessíveis para pessoas com deficiência física, pessoas de idade e gestantes. Aspecto Comunicacional: Acessibilidade para Deficiências Intelectual, Auditiva e Visual: II - Para garantir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto, serão disponibilizados recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual. Para isso, serão contratados profissionais especializados em Libras (Língua Brasileira de Sinais), Coordenador de Acessibilidade, e Audiodescrição para proporcionar a tradução e interpretação das apresentações teatrais. Interpretação em Libras: Disponibilizaremos 1 intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir o entendimento do espetáculo por pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Será contratado Profissional de Libras para atender pessoas com deficiência auditiva - o projeto disponibilizará Intérprete de libras para 12 apresentações em São Paulo/SP. Item Orçamentário na fase de Produção e execução: Audiodescrição: Oferecer audiodescrição para pessoas com deficiência visual, possibilitando a compreensão do que está ocorrendo no palco por meio de descrições detalhadas. O projeto disponibilizará audiodescrição em pelo menos 2 apresentações em São Paulo/SP. Para isso, serão locados os equipamentos necessários para permitir que as pessoas com deficiência visual possam desfrutar plenamente do espetáculo por meio da descrição detalhada dos elementos visuais presentes em cena. Item Orçamentário na fase de Produção e execução: Coordenador de Acessibilidade: Para garantir a adequada implementação das medidas de acessibilidade, o projeto contará com um Coordenador de Acessibilidade durante a montagem do espetáculo e temporada em São Paulo/SP. Esses profissionais serão responsáveis por coordenar as ações de acessibilidade e assegurar que todas as medidas sejam efetivamente aplicadas. Item Orçamentário na fase de Produção e execução: A Divulgação das Medidas de Acessibilidade: O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações claras e detalhadas sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, garantindo que o público interessado possa estar ciente e usufruir de todas as facilidades disponíveis. Legendagem dos vídeos de divulgação: Disponibilizar legendas para pessoas surdas ou com dificuldades auditivas, garantindo a compreensão do diálogo. Divulgação da Acessibilidade: Incluir informações sobre as medidas de acessibilidade em todo o material de divulgação do espetáculo, flyers, redes sociais, website, entre outros. Item Orçamentário: Custos Vinculados Contrapartidas sociais: Conforme os itens acima também serão adotados para as contrapartidas sociais, vamos garantir a acessibilidade a todos os espectadores, independente de suas necessidades específicas. Conforme espaço acessível aonde serão ministradas as 1 Workshop e 2 palestras, com profissional de libras e audiodescrição, divulgação das medidas de acessibilidade em São Paulo/SP. Item orçamentário: Ao implementar essas medidas inclusivas e acessíveis, o espetáculo, assim estaremos promovendo a inclusão e a participação de um público mais diversificado, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura e acessibilidade.
O projeto “MAZAL TOV – Quando a vida Sorri”, está comprometido em cumprir os itens mencionados nas instruções normativas do Ministério da Cultura. Com base nas diretrizes estabelecidas para medidas de democratização de acesso aos produtos culturais, o projeto irá adotar as seguintes estratégias: Medidas obrigatórias de democratização de acesso (Art. 29 IN/2024): • Distribuição gratuita promocional por patrocinadores: destinar até 10% dos ingressos para distribuição gratuita promocional para patrocinadores, proporcional ao investimento efetuado por cada um deles. • Distribuição gratuita com caráter social ou educativo: reservar no mínimo 10% dos ingressos para distribuição gratuita, priorizando grupos minoritários e comunidades em vulnerabilidade social, como negros, indígenas, pessoas com deficiência, entre outros. • Distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto: Até 10% dos ingressos podem ser distribuídos gratuitamente em ações promocionais de divulgação do projeto. • Comercialização acessível: Pelo menos 20% dos ingressos devem ser comercializados em valores que não ultrapassem 3% do salário-mínimo vigente, garantindo preços acessíveis. Medidas complementares de ampliação do acesso (Art. 30 IN/2024): O projeto “MAZAL TOV – Quando a vida Sorri”se compromete a adotar, no mínimo, uma das seguintes medidas para ampliar o acesso à cultura: • O projeto fará doação adicional de produtos culturais: O proponente pode doar 10% dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, totalizando 20%. • Veiculação em redes públicas de televisão: Garantindo a captação e veiculação de imagens das atividades e espetáculos em redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. • Realização de atividades paralelas gratuitas: Oferecerá um ensaio aberto em São Paulo/SP de forma gratuita para alunos de escolas públicas e professores. • Contratação de estagiário para todas as fases do projeto. Essas medidas de democratização visam ampliar o alcance e a inclusão do projeto "MAZAL TOV”, proporcionando oportunidades de acesso à cultura para diversos públicos, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social e minorias. - Será realizado 1 ensaio aberto em São Paulo/SP. Item na planilha orçamentária está inserido na locação de teatro e remuneração da equipe. Será contratado 1 Estagiário para todas as fases de produção, desde a pré-produção até a finalização e Temporada de São Paulo/SP e 1 Estagiário para as Contrapartidas Sociais. Item Orçamentário: Estagiário ( produto principal e contrapartidas sociais). Dessa forma, o projeto reafirma seu compromisso em promover a democratização e ampliação do acesso à cultura conforme IN/2024.
Currículo Proponente do Projeto Lugibi Produções Artísticas Funções do proponente: Direção geral do projeto, Direção de Produção e Assessoria de Imprensa. Item planilha orçamentária: Diretor Geral do projeto Diretor de Produção Item planilha Custos divulgação: Assessoria de imprensa Respeitando o recurso de 20% conforme IN/2024. Lugibi Produções Artísticas é uma empresa sediada na cidade de São Paulo desde 2014, dedicada à produção de espetáculos teatrais. Ao longo dos anos, a Lugibi Produções Artísticas realizou as seguintes produções: "Manual para Dias Chuvosos" (2014) - Teatro Augusta "Antes de Tudo" (2015) - Teatro Augusta "O Corte" (2016) - Teatro FAAP "Enquanto as Crianças Dormem" (2017) - Teatro Aliança Francesa "As Loucuras que as Mulheres Fazem" (2018) - Teatro Viradalata "Diga que Você já me Esqueceu" (2018) - Teatro Viradalata "O Planeta dos Esquecidos" (2018) - Teatro Viradalata "Entre! A Porta está Aberta" (2018) - Teatro Itália "Eles não usam Black-Tie" (2018) - Teatro Aliança Francesa "Nunca Fomos tão Felizes" (2019) - Teatro Itália "Duosolo" (2019) - Teatro Eva Herz "Eles não usam Black-Tie" (2019) - Teatro Morumbi Shopping. Currículo de Fabio Câmera sócio e responsável pela empresa: Fabio Câmera é um produtor cultural e assessor de imprensa com experiência desde 2005 nas áreas de comunicação e cultura. Ele se formou em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo em 2007 e possui especializações em Gestão Cultural pela PUC-SP (2020) e em Produção Cultural e Curadoria de Conteúdo pela Belas Artes (2022). Fabio Câmera trabalhou em importantes emissoras de rádio, como Jovem Pan FM, Alpha FM e Grupo Bandeirantes. Em 2014, tornou-se sócio-diretor da Lugibi Produções Artísticas sediada em São Paulo. Alémde produtor atua como assessor de imprensa, já tendo assessorado mais 150 espetáculos teatrais. Foi durante 2014 e 2015, assessor do Teatro Aliança Francesa de São Paulo. Como produtor da Lugibi, ele esteve à frente dos seguintes espetáculos: "As Aventuras de Pinóquio" (2023) - Teatro das Artes "Grande Sertão: Veredas - Riobaldo" (2023) - Teatro Eva Herz "O Cego e o Louco" (2023) - Teatro Sérgio Cardoso "Eu Sempre Soube..." (2022) - Teatro Eva Herz "Feliz Dia das Mães" (2022) - Teatro Morumbi Shopping "Yerma" (2022/2023) - Espaço Open Arts "O Último Concerto para Vivaldi" (2021) - Centro Cultural da Diversidade "Loucas" (2021) - Temporada online "Crocodilagem" (2019) - Teatro Itália "Duosolo" (2019) - Teatro Eva Herz "Nunca Fomos tão Felizes" (2019) - Teatro Itália "Eles não usam Black-Tie" (2018) - Teatro Aliança Francesa "O Planeta dos Esquecidos" (2018) Produtor cultural e assessor de imprensa, atua desde 2005 na área comunicação e cultura. Formado em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo (2007) e com especialização em Gestão Cultural pela PUC-SP (2020) e em Produção Cultural e Curadoria de Conteúdo pela Belas Artes (2022). Trabalhou em importantes emissoras de rádios: Jovem Pan FM, Alpha FM e Grupo Bandeirantes. Em 2014 tornou-se sócio-diretor da Lugibi Produções Artísticas sediada em São Paulo. Com sua produtora, esteve à frente dos seguintes espetáculos: AS AVENTURAS DE PINÓQUIO (2023) Teatro das Artes, GRANDE SERTÃO: VEREDAS – RIOBALDO (2023) Teatro Eva Herz, O CEGO E O LOUCO (2023) Teatro Sérgio Cardoso, EU SEMPRE SOUBE ... (2022) Teatro Eva Herz, FELIZ DIA DAS MÃES (2022) Teatro Morumbi Shopping, YERMA (2022) Espaço Open Arts, O ÚLTIMO CONCERTO PARA VIVALDI (2021), Centro Cultural da Diversidade, LOUCAS (2021), temporada online, CROCODILAGEM (2019), Teatro Itália, DUOSOLO (2019), Teatro Eva Herz, NUNCA FOMOS TÃO FELIZES (2019), Teatro Itália, ELES NÃO USAM BLACK-TIE (2018), Teatro Aliança Francesa, O PLANETA DOS ESQUECIDOS (2018), Teatro Viradalata, DIGA QUE VOCÊ JÁ ME ESQUECEU (2018), Teatro Viradalata, AS LOUCURAS QUE AS MULHERES FAZEM (2018), Teatro Viradalata, ENQUANTO AS CRIANÇAS DORMEM (2017), Teatro Aliança Francesa, O CORTE (2016), Teatro FAAP, ANTES DE TUDO (2015), Teatro Augusta, MANUAL PARA DIAS CHUVOSOS (2014), Teatro Augusta. Além de produtor atua como assessor de imprensa, já tendo assessorado mais 150 espetáculos teatrais. Foi durante 2014 e 2015, assessor do Teatro Aliança Francesa de São Paulo/SP. DAN ROSSETO Funções no projeto: Dramaturgia, diretor artístico DAN ROSSETO - Diretor, dramaturgo, roteirista e ator; atua desde 1996 na área cultural. Formado em Comunicação Social e Cinema, Pós-graduado em Crítica de Arte, Teorias e Práticas da Comunicação e Semiótica; é professor de interpretação, dramaturgia e roteiro. Em 2018 recebeu o troféu Nelson Rodrigues como personalidade do teatro. No ano de 2020 trabalhou no desenvolvimento e roteiro da série “As Aventuras de José e Durval” produzida pela O2 para o canal de streaming Globoplay. Já assinou a direção de mais de 30 espetáculos tendo viajado para outros países para participar de Festivais de Teatro no México e Chile. Entre os destaques: “Eles Não Usam Black-tie” de Gianfrancesco Guarnieri, “Yerma” de Federico Garcia Lorca, Tem 08 peças de sua autoria encenadas: “Manual Para Dias Chuvosos” (2014/2019), “Antes de Tudo” (2015), “Diga Que Você Já Me Esqueceu” (2016/2018), “Enquanto As Crianças Dormem” (2017), “Nunca Fomos Tão Felizes” (2019), “Doralice, Senhora Meretriz” (2020), “O Último Concerto Para Vivaldi” (2021) e “Feliz Dia das Mães” (2022), Passaporte para o Amor (2023), Elas São de Matar (2023) entre outros. Produção da O2 e Globoplay para o canal de streaming e TV aberta. Direção Hugo Prata. TUDO EM FAMÍLIA, 2021/2022 (temporada 1). Roteirista da primeira e segunda temporada da sitcom sobre uma família inter-racial. Direção Toni Venturi. O SEMEADOR, 2021 (Quinto tratamento / Roteiro Longa Metragem). Roteirista do filme baseado no livro homônimo de Gabriel Chalita. Direção Hudson Glauber. FERNANDO DOURADO FILHO Funções no projeto: Tradução Especialista em negociação com culturas estrangeiras, fluente em 6 idiomas Fernando Dourado Filho foi diretor da área internacional de inúmeras empresas e consultor em estratégias de internacionalização empresarial e um dos mais conhecidos especialistas em formação de equipes multiculturais no Brasil e negociações interculturais. Discípulo de Richard Lewis (RLC Communications, Winchester -UK), viaja o mundo há 46 anos. Viveu na França, Inglaterra e Alemanha o que lhe dá domínio fluente de seis idiomas, e possibilita comunicação em outros seis. Dirigiu a área de exportação de diversas empresas nacionais e internacionais, e abriu mais de 80 mercados para produtos brasileiros, desde itens de valor agregado da indústria leve a suco concentrado de laranja. “Trader” da velha escola, já visitou 170 países e colabora com diversas publicações como articulista, dentre as quais a revista “Amanhã”; “Valor Econômico”; “Jornal do Commercio” e a Revista Será?. Faz palestras sobre a experiência intercultural à mesa de negociação em empresas e universidades, e treina executivos que atuam na linha de frente. Como escritor, escreveu os livros “Ao redor do mundo - Convivência e negociação com culturas estrangeiras para brasileiros”, “Os nortes da bússola” e “Viajante de corpo e alma – Crônicas de um andarilho global”, “O boiadeiro que queria devolver o Brasil a Portugal”, “Ukrayina”, entre outros. Seu primeiro romance, “O halo âmbar”, foi considerado um dos 7 melhores livros do ano de 2023 por Cora Rónai. Poliglota, domina 7 línguas fluentemente. KAREN SZWARC Funções no projeto: direção de produção Karen é formada em Comunicação/RTV pela Faculdade Armando Álvares Penteado/FAAP desde 1989 e em Artes Cênicas pela Teatro Escola Célia Helena desde 1998, sendo uma profissional com habilidades e qualificações em planejamento em Marketing e Comunicação. Atuou em agências de publicidade e na área de marketing de várias empresas, sendo responsável pelo planejamento estratégico em ações de comunicação, campanhas publicitárias, marketing direto, promoção de vendas e endomarketing, além do planejamento de inúmeros projetos na área de de eventos corporativos. Em 2021, fundou a AzuCo, que além de editora, também empreende em projetos artísticos e culturais do país. Trabalha em algum projetos da empresa proponente: As Aventuras de Pinóquio" (2023) - Teatro das Artes "Grande Sertão: Veredas - Riobaldo" (2023) - Teatro Eva Herz "O Cego e o Louco" (2023) - Teatro Sérgio Cardoso "Eu Sempre Soube..." (2022) - Teatro Eva Herz "Feliz Dia das Mães" (2022) - Teatro Morumbi Shopping "Yerma" (2022/2023) - Espaço Open Arts
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.