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PRONAC 2412760Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

¡Cerrado!

CAIO SILVIANO
Solicitado
R$ 199,0 mil
Aprovado
R$ 199,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-05-01
Término
2025-08-01
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

PRODUTO CULTURAL - ESPETÁCULO A presente proposta prevê o deslocamento e três apresentações do espetáculo teatral "¡Cerrado!", do Grupo Pano (São Paulo-SP), na cidade de Salvador, Bahia. Articulando realismo fantástico e Teatro do Absurdo, o espetáculo explora o imaginário e a história da América Latina, a partir de um legislação vigente na cidade de San Pedro Atacama, Chile, que incide sobre o ato de dançar.

Sinopse

Um continente onde os colonizadores chegam tapando um determinado abismo o qual as montanhas originais sabiam ter que ser observado. Foi a partir desse buraco tapado pela civilização colonial que se funda a cidade fictícia de San Pablo del Desierto, uma cidade de vícios, virtudes e constante contradição. Nesse contexto, um guia turístico que vive sob condições precárias, se cansa de sua miséria e decide fazer um feitiço de desencanto para que o seu negócio prospere. Desse feitiço nasce um boneco, tirano de si mesmo, de sua garganta que irá comandar a cidade e acabar por regulamentar a dança e as festas de maneira restrita, para não atrapalhar o turismo da cidade.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto tem como principal objetivo viabilizar uma temporada de três apresentações do espetáculo "¡Cerrado!", do Grupo Pano, na cidade de Salvador, Bahia, fomentando o contato do Grupo com artistas e educadores locais e a discussão de temas pertinentes ao teatro contemporâneo no contexto do Brasil e da América Latina. Com base no Art. 3º do DECRETO Nº 11.453, de 23 de março de 2023, tal objetivo pretende: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão. Pois: - Apresenta uma dramaturgia inédita que pauta a inserção do Brasil no contexto latino-americano ao adotar como língua corrente dos personagens uma mescla de espanhol e português, informalmente conhecida como "portunhol". - O espetáculo explora, através da narrativa e da música ao vivo, elementos históricos e culturais de diversas partes do Brasil, traçando paralelos entre a experiência diversa do país e a de seus vizinhos. V - Incentivar a ampliação do acesso à produção e fruição dos bens culturais: Pois: - A montagem propõe uma fusão de culturas latino-americanas, utilizando música, dança e elementos visuais que aproximam o público das tradições do continente, promovendo entretenimento, reflexão e diálogo. - O espetáculo possui recursos de acessibilidade como Libras (em 1/3 das apresentações), além de cartilhas atípicas para pessoas com dificuldades de compreensão. - O espetáculo terá ingresso gratuito de forma integral; VI - Promover atividades culturais afirmativas, acessíveis e diversas: Pois: - O enredo e a encenação, que mesclam realismo fantástico e teatro do absurdo, proporcionam uma experiência imersiva e acessível ao público, valendo-se elementos populares e contemporâneos que facilitam o engajamento com as temáticas abordadas. - O projeto aborda o autoritarismo, o colonialismo e a construção de utopias culturais na América Latina, inspirando a reflexão crítica. XV - Apoiar ações que integrem cultura e educação Pois: - Todas as apresentações contarão com debate aberto e gratuito após o espetáculo - A peça incide sobre fatos históricos do Brasil e da América Latina, gerando, não só conhecimento, mas diálogo e reflexão sobre o passado e o presente da região. - O espetáculo estimula a discussão sobre a memória e a resistência política na América Latina, utilizando o espetáculo como meio para revisitar episódios de autoritarismo e refletir sobre a volta de extremismos políticos no continente. - ¡Cerrado! promove a integração do Brasil no contexto latino-americano através da arte, destacando as semelhanças culturais e os desafios compartilhados pelos países do continente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar uma temporada de 3 apresentações na cidade de Salvador, Bahia. - Atender uma média de 270 pessoas por apresentação.

Justificativa

JUSTIFICATIVA O projeto "¡Cerrado!", do Grupo Pano, enquadra-se nos incisos I, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91, contribuindo para o alcance dos objetivos previstos nos incisos II, alínea "e"; inciso IV, alínea "a", e inciso V, alínea "b", do Art. 3º da mesma lei. Art. 1º - Institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor cultural, de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, o acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: O projeto disponibilizará cem por cento dos ingressos gratuitamente, promovendo inclusão e acessibilidade; Oferecerá recursos de acessibilidade, como interpretação em LIBRAS e material específico para pessoas deficiência cognitiva, garantindo o atendimento inclusivo. VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: - A peça aborda questões culturais e políticas do Brasil, do Chile e dos demais países da América Latina, ampliando o debate sobre as contradições e riquezas do continente. IX - Priorizar o produto cultural originário do País: O espetáculo tem uma dramaturgia original criada por artistas brasileiros, com cenários, figurinos e música que refletem a diversidade cultural do Brasil e da América Latina. Art. 3º - Para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, a um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) Realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas: O projeto permitirá a realização de 3 apresentações do espetáculo "¡Cerrado!" em Salvador, Bahia, promovendo o intercâmbio cultural entre Sudeste e Nordeste. IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos: Todas as apresentações terão todos os ingressos grátis, promovendo o acesso ao espetáculo por parte de públicos de diferentes contextos sociais. V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) Contratação de serviços para elaboração de projetos culturais: O projeto gerará empregos diretos e indiretos na cadeia produtiva cultural, através da contratação de artistas, técnicos, cenógrafos, figurinistas e outros profissionais especializados, promovendo a circulação de renda no setor cultural. JUSTIFICATIVA DO PROJETO "O contrário da vida não é a morte, mas o desencanto." (Primeira frase de Flecha no tempo de Luiz Antonio Simas e Luiz Rufino) Temos sobretudo sonhos impossíveis, a conclusão é esta - e tem que ser esta. A necessidade do resgate da utopia - ou ao menos sua constante e quixotesca defesa - parece ser cada vez mais a única práxis restante. É a aridez neoliberal que desmantela futuros e arrasta passados, que desencanta o presente e nos deixa acuados em um mundo que não nos diz respeito. Nesse panorama, o Grupo Pano vem propor a partir de um olhar para a América Latina uma defesa das políticas de encantamento e da cultura de frestas estudada por Luiz Antonio Simas e Luiz Rufino. Por que América Latina? Nos deparamos em determinado momento de nosso processo de pesquisa continuada com a imagem de uma placa de um bar na cidade de San Pedro do Atacama (Chile), estava escrito: "No se puede: Bailar" Sendo a pesquisa do grupo a análise e desenvolvimento de formas teatrais a partir de elementos do absurdo, o tema nos intrigou como um fato semelhante às temáticas dramatúrgicas com as quais temos mais contato. Assim, pudemos descobrir que existia uma lei municipal que restringe a cabarés a licença que permite a dança. Por ser cara e burocrática, nenhum estabelecimento local a tinha. O que acabou sendo proibido, portanto, foi a dança em si. O controle dos corpos pelo estado havia chegado mais uma vez a um nível grotesco de exposição. Desmantelando atos rituais do cotidiano, o mundo deixa de se tornar um ambiente que reconhecemos como casa - o filósofo sul-coreano Byun Chul-Han aponta isso como um aspecto bastante relevante de como habitar o tempo presente através de técnicas simbólicas. Neste contexto chileno diversas lendas surgiram para explicar essa anomalia jurídica, entre elas, a que indica o lobby das companhias de turismo: precisando de clientes que devem executar os passeios turísticos na parte da madruga e/ou primeiros horários da manhã, articulou-se a impossibilidade de se fazer festas para não tomarem as noites que servem de descanso necessário para o consumo turístico do dia seguinte. Referências pularam a nossa frente com este fato disparador: as narrativas jornalístico-literárias de Eduardo Galeano sobre as famosas Veias Abertas da América Latina; o realismo fantástico de García Márquez e suas aproximações criativas com o Teatro do Absurdo; a obra artística de Joaquín Torres García; entre outros. Nessa reflexão nos voltamos à recorrente análise do distanciamento do brasileiro da condição de latinoamericano. O processo de colonização afastou o Brasil, um país continental, do restante da cultura da América do Sul; construindo, assim, um imenso abismo de desarticulação da força de resistência da cultura latina sobre a pressão da cultura hegemônica do norte global. Como desmantelar esse distanciamento? Como fortalecer os laços de uma cultura polivalente e múltipla, capaz de fazer frente ao neoliberalismo higienizador? É preciso pensar com sinapses latino-brasileiras. Encontramos, assim, as obras dos professores Luiz Antonio Simas e Luiz Rufino; os quais navegam em águas absolutamente brasileiras, mas desembocam em um raciocínio absolutamente pertinente à América Latina. Fazendo o resgate da memória das culturas sufocadas, demonstram como o encontro e multiplicidade fazem frente a uma sociedade sufocada pelo trabalho. Demonstram como as festas erguem uma cultura de frestas na dureza e violência de nossa colonização. Evidenciam pelas matrizes africanas como sofremos um país fruto de um "carrego colonial", sendo preciso "fechar nossos corpos" contra a normatização dos corpos. É o reconhecimento de que viver do jeito que vivemos é muito pouco para o tanto de potência que pretendemos ter... é a defesa de políticas do encantamento da vida. Encantar a vida é festejá-la em encontro e na beleza de sua dialética humanidade Para promover o encontro entre linguagens e territórios bastantes semelhantes, mas bastantes diferentes; tropeçamos em um parágrafo de Simas: "Que se cruzem as filosofias diversas, no sarapatel que une Bach e Pixinguinha, a semântica do Grande Sertão e a semântica da sassanha das folhas, Heráclito e Exu, Spinoza e Pastinha, a biblioteca e a birosca. Que se cruzem notebook e bola, tambor e livro, para que os corpos leiam e bailem na aventura maior do caminho que descortina o ser naquele espaço que chega a ser maior que o mundo: a rua" (p.56, O corpo encantado das ruas) Deste tropeço nos ergueremos em dança.

Especificação técnica

Escrito por Caio Silviano Duração: 135 minutos Classificação: 16 anos.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE As ações do projeto “¡Cerrado!”, do Grupo Pano, serão amplamente divulgadas pela assessoria de imprensa e nas redes sociais do grupo. Para promover a acessibilidade física e de conteúdo, as seguintes medidas serão adotadas: Produto Espetáculo Teatral Acessibilidade física: A seleção de espaços garantirá o livre acesso para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e idosos. Haverá cadeiras reservadas e espaços para cadeirantes. O produtor, identificado como assistente de produção, junto à equipe do local, será responsável por facilitar o acesso nesses casos. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não aplicável, uma vez que a acessibilidade física depende da escolha dos espaços para a execução do projeto. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será realizada 1 apresentação com intérprete de Libras ao vivo. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. Acessibilidade cognitiva: Será disponibilizada uma Cartilha Atípica, com técnicas de leitura fácil, adaptada para pessoas com dificuldades de compreensão de leitura ou deficiências cognitivas. ITENS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Consultoria em acessibilidade e impressão dos materiais incluídos nos custos de divulgação.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO Conforme o art. 27 da IN nº 01/2023, os ingressos para o produto cultural serão distribuídos da seguinte forma: a-) 100 % dos ingressos do espetáculo teatral serão distribuídos gratuitamente, acima da porcentagem obrigatória; b) No máximo 10% dos ingressos do espetáculo serão reservados para patrocinadores; c) No máximo 10% dos ingressos do espetáculo serão utilizados para fins de divulgação e promoção. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Para ampliar o acesso, será adotada a seguinte ação prevista no art. 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura: - Todas as apresentações contarão com debate sobre o espetáculo, aberto ao público, de forma gratuita, após o fim da peça, com transmissão ao vivo pelo instagram do Grupo (@grupopano).

Ficha técnica

DIREÇÃO E DRAMATURGIA CAIO SILVIANO Formado na Teatro-Escola Célia Helena (2013) e ESCH (2017). Cursou o programa Stanislavsky Summer School (EUA), do Teatro de Arte de Moscou (2014). Professor de teatro no São Paulo Futebol Clube (2021-) e Colégio Lourenço Castanho (2023-). Ator e diretor do Grupo Pano (2017-). Formações no Centro de Teatro do Oprimido RJ (2017). Formação básica de palhaço do Doutores da Alegria (2021). Professor na Casa do Teatro do Centro de Artes e Educação Célia Helena (2017-2020). Integrou o Grupo Redimunho no projeto de fomento "Woyzec no sertão"(2021-22). ELENCO AMANDA QUINTEROBacharel em Teatro pela Escola Superior de Artes Célia Helena(2017) integra o “Grupo Pano” (2020 - ) e “Quem Conta Comigo” (2020 - ). Possui formação básica de palhaço pela instituição “Doutores de Alegria”(2021).Como professora de teatro, ministrou aulas de teatro no projeto Guri (organização social do governo de São Paulo), CCAs( Centros para criança e adolescentes, também em São Paulo e regiões metropolitanas próximas), Casa do Teatro e Centro de Artes e Educação Célia Helena (2018-2020). CECÍLIA BARROSAtriz e cantora formada no Teatro-Escola Célia Helena em 2018 e pelo curso superior nesta mesma instituição. Cursou Direção de Arte em Cena com Vera Hamburger (2021). Atuou no espetáculo "Em busca de um herói" da Una Cia com direção de Fabio Caniatto e apresentação no SESC Jundiaí, 2019. É integrante do Grupo Pano e atuou no espetáculo “Pano. Fim.” em 2019 com temporadas no Teatro Pequeno Ato e na Funarte. Em março de 2020 participou da 2a Mostra de Teatro Estudantil do TUSP com o espetáculo “Liberdade, Liberdade” de Flávio Rangel e Millôr Fernandes, com direção de Fernando Nitsch. Em 2022 atuou na peça "Missa Leiga" da Cia Ocamorana com temporadas nos teatros Paulo Eiró e Arthur de Azevedo.IAN NOPPENEYIan Noppeney é ator formado no TECH (Teatro Escola Célia Helena) desde 2015. Fez a Formação de Máscara Teatral no Centro de Pesquisa da Máscara em 2018, ministrado por Fernando Martins e Felipe de Galisteu.Fez cursos complementares de Atuação para Câmera na Escola de Atores Wolf Maya, curso de atuação com o diretor Bruno Perillo, curso de dramaturgia no Sesc com Samir Yazbek e o Curso Campo de Visão com Marcelo Lazzarato da Cia. Do Elevador de Teatro Panorâmico.Estreou no teatro profissional em 2014 com o Grupo Teatro Cego no espetáculo “Acorda, Amor.”(Itaú Cultural, SESC, Rouanet). RAFAEL ÉRNICAAtor, dramaturgo e pesquisador, é especialista em Artes da Cena: Direção e Atuação pela Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH) em 2020 e bacharel em Teatro pela mesma instituição em 2017. Foi pesquisador- bolsista de iniciação científica FAPESP em 2017 e PIBIC em 2015 e 2016, ambos pela ESCH. Seus últimos trabalhos como ator foram em “Um dia Ouvi a Lua (2015-2016)” de Luís Alberto de Abreu, com direção de Claudio Mendel e Eduardo Moreira; “Mokimpó ou, De Como É Extirpado o Sofrimento do Sr. Mockinpott” (2017) de Peter Weiss, com direção de Simoni Boer; “Os 3 Mundos” (2018) de Gabriel Bá e Fábio Moon, com direção de Nelson Baskerville, espetáculo indicado a 3 categorias do prêmio Shell e premiado como melhor Cenário. ALICE GUÊGAAtriz soteropolitana, formada pelo Teatro Escola Célia Helena, em São Paulo. Compõe a Cia Teatral Trupe a Grega, grupo de jovens artistas com trabalhos a partir de dramaturgias alemãs, dirigidos por Dagoberto Feliz, Luciana Schwinden e Yonara Dantas. Integrante do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI. Participante do grupo de treinamentos públicos de improvisação com Luah Guimarãez e Fabiano Lodi.No Audiovisual participou do longa metragem “ Divaldo, o mensageiro da paz”dirigido por Clovis Mello; da série da Globoplay “ HEBE”, dirigida por Mauricio Farias e Maria Clara Abreu; e do longa-metragem norte americano “ BANG-BANG!” dirigido por Nicolas Joseph.BERNARDO BIBANCOSAtor Bacharelado na Faculdade Célia Helena, Mestre em Dramaturgia pela Universidad Nacional de Las Artes e roteirista formado pela Roteiraria. Participou de diversos trabalhos na televisão e no teatro. Dentre estes, se destacam as séries “ Vizinhos” do GNT, “ Se eu fechar os olhos agora” da Rede Globo e a peça “ Um panorama visto da ponte” de Arthur Miller, dirigida por Zé Henrique de Paula e agraciada com o Prêmio da Crítica- APCA de Melhor Espetáculo de 2018, e de melhor direção no Prêmio Shell de 2018.HENRIQUE REISAtor graduado em Teatro na Escola de Artes Célia Helena em 2017. Foi Arte Educador na Casa do Teatro, onde também era Auxiliar de Cenotecnia desde 2015. Arte educador das Fábricas de Cultura assim como em ONGs situadas na região periférica de Osasco e Barueri. Como ator foi integrante da UNA CIA participando do espetáculo de Commedia Dell ́Arte “Em Busca de um Herói, dirigida por Fábio Caniatto. Com direção de Caco Mattos, é ator da CIA 2 mililitros, grupo que pesquisa espetáculos infanto-juvenil, infantis e peças para bebês.De 2012 à 2013 participou da CIA ARTISTICA EM ́CENA, desenvolvendo um trabalho com obras literárias na periferia da Zona Oeste. Integrante do Grupo Pano, desde 2017 participando de sua criação e atuando no espetáculo “Pano. Fim.” com direção de Caio Silviano. Também integra o coletivo QUEM CONTA COMIGO com um trabalho e pesquisa voltado na narratividade e para o público infanto juvenil.JULIANO VERÍSSIMOAtor, músico e iluminador. É bacharel em Teatro pela Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH) . De 2009 até 2015 estudou bateria no conservatório CLAM, escola do Zimbo Trio.Integra a banda Abacaxepa, como baterista Trabalhou em diversas montagens teatrais como músico e sonoplasta, a mais recente delas foi "Elagalinha" com direção de Marcelo Romangnoli. Em seus últimos trabalhos como ator participou de "Montanha Russa", direção de José Eduardo Vendramini (Indicado ao Prêmio Aplauso Brasil - Categoria Melhor Ator). Como iluminador, fez desenhos de luz e operação para as peças "O Dragão Dourado",montagem da Trupe a Grega com direção de Dagoberto Feliz; "Barba Azul, a esperança das mulheres", com direção de Luciana Schwinden; "A toca" espetáculo circense da Cia Turno da Madrugada. Participa do Grupo Pano desde 2019, nas montagens e pesquisas teatrais. BARROSO Barroso é ator, cantor, compositor, músico e poeta formado pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Na música, passou pelas escolas Conservatório Souza Lima e Groove Escola Livre de Música. Como ator, estudou com profissionais do mercado audiovisual como Ugo Giorgette, Estrela Straus, Lígia Cortez, Fernando Leal, Amanda Gabriel, Elisa Lucinda, entre outros. GABRIELA SUGUI Gabriela Sugui é atriz, estudante da Escola de Arte Dramática da USP e bacharela em Serviço Social pela UNIFESP. Teve formação na Escola Municipal de Iniciação Artística (2005-2011) e na Escola de Artes Cênicas de Santos Wilson Geraldo (2018-2020). No cinema, fez parte do elenco da webserie ”COM CHÁ” (2022), do longa ”Passagrana” (2023) da Star+ e do curta ”Bitoquinha” (2023) em parceria com o Departamento de Cinema da USP. Em 2024, integra o elenco do curta ”Garotos do Espaço” (Edital Paulo Gustavo/RS) e tem participação na série ”Jogo Cruzado” (Star+). No teatro, em 2023 atuou em “Não fosse isso e era menos, não fosse tanto e era quase” com direção de José Fernando Peixoto de Azevedo e em “Escute as Feras ou até que se passe alguma coisa” com direção de Jé Oliveira. Atuou e produziu a peça teatral “O Ralo da Fossa” contemplada no PROAC 2023. Faz parte do elenco do espetáculo “¡Cerrado!” do Grupo Pano, contemplado pelo prêmio Zé Renato 2024. Além disso, já trabalhou em diversas campanhas publicitárias de marcas como Natura, From Future, Ruffles, Picpay e Boticário.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.