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Realização da 5ª edição do FIMD - Prêmio João Pirahy de Dança, evento que estimula a descentralização da produção e da fruição artística em dança, bem como a profissionalização desse setor no centro-oeste paulista, a partir de apresentações competitivas de jovens artistas e atividades formativas com expoentes nacionais e internacionais.
Realização da 5ª edição do FIMD - Prêmio João Pirahy de Dança, na cidade de Marília no centro-oeste do estado de São Paulo, com a produção de espetáculos de caráter competitivo e oficinas de técnicas de dança, durante sete dias no mês de julho de 2025, além da realização de workshops para participantes durante o evento e cursos gratuitos promovidos aos longo do ano voltados a coreógrafos e/ou professores de dança. a) Festival competitivoQuantidade de obras apresentadas: aproximadamente 300Quantidade de dias com apresentações: 6 diasPúblico estimado: 3.000 espectadoresEntrada: gratuitaClassificação indicativa: livreb) Gala dos campeõesQuantidade de obras apresentadas: aproximadamente 30Quantidade de dias com apresentações: 1 dia Público estimado: 500 espectadoresEntrada: gratuitaClassificação indicativa: livre c) Capacitação de jovens artistasQuantidade de workshops: 21 oficinas, cada uma com 2h de duraçãoPúblico estimado: 320 pessoasQuantiade de dias com workshops: 7 diasEntrada: 14 oficinas para bailarinos/estudantes de dança ao custo de R$ 60 por oficina e outras 7 oficinas 100% gratuitas para professores e/ou coreógrafos Classificação indicativa: livre d) Formação multiplicadoraQuantidade de cursos: 3 cursos, cada um com 16h de duração Público estimado: 60 pessoasEntrada: 100% gratuito professores e/ou coreógrafos da região centro-oeste paulista selecionados por carta de interesse e currículoClassificação indicativa: livre
Objetivo geral De forma a revelar novos talentos da dança, promover trocas de conhecimentos, descentralizar a fruição da dança, estimular o desenvolvimento regional e contribuir para a profissionalização de jovens artistas, este projeto prevê a realização da 5ª edição do FIMD - Prêmio João Pirahy de Dança, com apresentações de companhias profissionais, espetáculos com competição de escolas, grupos e artistas amadores, e programação artístico-pedagógica no centro-oeste do estado de São Paulo. O presente projeto atende aos seguintes termos do Decreto 11.453 de 23.03.2023:Artigo 2º: Inciso I: do Programa Nacional de Apoio à cultura _ Pronac, de que trata a Lei 8313, de 1991; Artigo 3º: Inciso V: incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Inciso VI: fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e diversidade cultural; Inciso VII: desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; Inciso XII: impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais. Objetivos específicos a) Festival competitivoRealização de 6 (seis) espetáculos, com entrada gratuita, com apresentação de escolas, grupos e artistas amadores de diferentes estilos de dança, avaliados por consultores especialistas em caráter competitivo; b) Gala dos campeõesRealização de 1 (um) espetáculo com apresentação das melhores coreografias do festival competitivo segundo avaliação dos consultores especialistas, bem como de companhia convidada, e entrega de premiação aos agraciados com o Prêmio João Pirahy de Dança; c) Capacitação de jovens artistas Promoção de 21 (vinte e uma) oficinas, cada um com 2h de duração/dia, abrangendo os mais diferentes estilos de dança e tendo como público-alvo os artistas da cena, sendo 7 (sete) delas ofertadas em caráter gratuito para professores e coreógrafos; d) Formação multiplicadoraPromoção de 3 (três) cursos gratuitos, com carga horária de 16h cada um, realizados ao longo do ano de 2025 em datas não coincidentes com o festival. Eles serão ministrados por professores de renome nacional e internacional e terão como público-alvo coreógrafos e professores da região centro-oeste paulista visando a reciclagem de conhecimentos, a troca de saberes e a multiplicação de informações entre grupos e escolas.
A realização da 5ª edição do FIMD - Prêmio João Pirahy de Dança se justifica pela importância cultural, social e econômica que gera na região centro-oeste do interior paulista. Ao descentralizar eventos artísticos das capitais, ele amplia o acesso à cultura e promove a formação de público, incentivando a prática da dança, despertando o interesse pela arte e estimulando a profissionalização de artistas. Direcionado a escolas, grupos e artistas amadores aderentes a diversas linguagens da dança, o FIMD é realizado anualmente pelo Instituo Uirapuru e já recebeu em suas edições anteriores mais de 8 mil bailarinos de 50 diferentes cidades de estados como São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Goiás, e também artistas de países como Argentina e Paraguai. Com o festival competitivo, esses participantes têm a oportunidade de obter experiência de palco e também serem reconhecidos em suas trajetórias com o recebimento de cachês, por meio do Prêmio João Pirahy de Dança, e conquistarem bolsas para estudar em instituições nacionais e internacionais de renome, de países como Argentina, Portugal e Espanha, e também bolsas para participação em festivais internacionais na Argentina, no Uruguai e em Portugal, ampliando suas chances de profissionalização. Além de proporcionar uma plataforma de visibilidade e prática para estudantes, bailarinos amadores e coreógrafos, o festival oferece ainda atividades formativas que aprimoram habilidades técnicas e pedagógicas dos participantes durante a realização do evento. O FIMD tem ainda um forte impacto na economia local. Segundo reportagem veiculada pela TV TEM, afiliada da TV Globo, o festival já movimentou mais de R$ 2.000.000,00 na região centro-oeste paulista, fortalecendo o turismo cultural e se consolidando como um evento de difusão artística e desenvolvimento regional. Diante do exposto, a 5ª edição do FIMD - Prêmio João Pirahy de Dança se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A 5ª edição do FIMD - Prêmio João Pirahy de Dança se enquadra ainda nos seguintes incisos Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Estamos confiantes de que a 5ª edição do FIMD - Prêmio João Pirahy de Dança trará benefícios a todos os participantes, incluindo prestadores de serviços, fornecedores, equipe de produção, bailarinos, grupos competidores e público. Esse impacto positivo se manifestará por meio da geração de emprego e renda, além de ações que incentivam a formação de plateia e a popularização da dança. O evento também estimula novos interesses, proporciona prazer estético e oferece aos participantes oportunidades de experimentação, crescimento e projeção tanto no cenário nacional quanto internacional.
CONTRAPARTIDA SOCIAL Por incorporar workshops e cursos gratuitos, este projeto prescinde de ações declaradas como "contrapartida social", tal como indicado na Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 32, parágrafo 3º, segundo o qual excluem-se dessa obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos. Ainda assim, em atendimento à Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 30, inciso V: realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, durante o festival serão realizadas gratuitamente 7 (sete) oficinas de técnicas de dança, com carga horária de 2h cada, voltadas a coreógrafos e professores de modo a fomentar a multiplicação de conhecimento entre seus estudantes. Além disso, em período externo ao festival, serão realizados 3 (três) cursos de formação multiplicadora, também com acesso 100% gratuito e carga horária total de 16h, voltados a coreógrafos e professores de dança do maior número possível de cidades da região centro-oeste do estado de São Paulo.
a) Festival competitivo Cidade de realização: Marília (SP)Local: Teatro Municipal de Marília “Waldir Silveira Mello”Período: Julho de 2025Duração: 6 diasClassificação indicativa: livreQuantidade estimada de obras apresentadas: 300 coreografias, selecionadas a partir de vídeos ou através de festivais regionais e internacionais parceiros do FIMD, em diversos gêneros: balé clássico de repertório, balé clássico livre, neoclássico, dança contemporânea, dança moderna, jazz, danças urbanas, danças étnicas/populares, sapateado e estilo livre. Quantidade estimada de participantes: 1.200 bailarinos e estudantes de dança Quantidade estimada de público: 3.000 espectadores Custo de ingressos para apresentações: GratuitoCusto de inscrição por participante: Entre R$ 90,00 e R$ 200,00 por coreografia, a depender do número de integrantes de cada obra. Em atenção às medidas de democratização do acesso previstas no Art.29 da Instrução Normativa MINC nº 11, de 30 de janeiro de 2024, inciso IV, segundo o qual um mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização não deve ultrapassar valores de 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta, 20% do total de vagas de inscrição para participação será comercializado por R$ 40,00 por coreografia. b) Gala dos campeõesCidade de realização: Marília (SP)Local: Teatro Municipal de Marília “Waldir Silveira Mello”Período: Julho de 2025Duração: 1 diaClassificação indicativa: livreQuantidade estimada de obras apresentadas: Até 30 obras apresentadas por escolas, grupos e artistas amadores premiados, bem como grupos/artistas profissionais convidadosQuantidade estimada de público: 500 espectadores Custo de ingressos para a apresentação: Gratuito c) Capacitação de jovens artistasCidade de realização: Marília (SP)Locais: a confirmarPeríodo: Julho de 2025Duração: 7 diasQuantidade estimada de workshops: 21 oficinas, cada uma com 2h/aula de duraçãoQuantidade estimada de participantes: 210 bailarinos/estudantes de dança e 110 professores de dança e/ou coreógrafos Custo de inscrição por participante: 14 oficinas voltadas a bailarinos/estudantes de dança terão custo de R$ 60,00 por oficina, com ao menos 20% das vagas comercializadas a R$ 40,00 em atendimento à Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, parágrafo 4º, enquanto 7 oficinas voltadas a professores/coreógrafos terão inscrições gratuitas concedidas por meio dos 30% de gratuidade previstos no plano de distribuição, com adicional cedido a partir da cota do proponente para o cumprimento do número de vagas previstas. d) Formação multiplicadoraCidade de realização: Marília (SP) ou outro município do centro-oeste paulista a definirLocais: a confirmarPeríodo: Entre abril e outubro de 2025 Duração: 16h de carga horária total por cursoQuantidade estimada de cursos: 3 cursos, distribuídos em período diferente do festivalQuantidade estimada de participantes: 60 coreógrafos e/ou professores de dança Custo de inscrição por participante: Gratuito mediante seleção prévia com priorização à maior diversidade possível de origem/cidades dos participantes.
Em atendimento à Instrução Normativa MINC nº 11, de 30 de janeiro de 2024, artigo 27, segundo o qual "As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para cada linguagem artística de seus produtos", o projeto contempla as seguintes medidas de acessibilidade: FESTIVAL COMPETITIVO E GALA DOS CAMPEÕES Acessibilidade física: O local onde será realizado o FIMD possui acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Como por exemplo: rampas e corrimões, a fim de facilitar o acesso das pessoas com dificuldade de locomoção e são disponibilizados, para os cadeirantes, banheiros adaptados. Deficientes auditivos: Durante o festival competitivo e a gala dos campeões, todas as locuções contarão com tradução para Libras. Deficientes visuais: Na gala dos campeões será oferecido recurso de audiodescrição das apresentações. CAPACITAÇÃO DE JOVENS ARTISTAS E FORMAÇÃO MULTIPLICADORA Acessibilidade física: Os locais onde serão realizadas as oficinas e formações multiplicadoras possuem acesso aos idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, assim definidos em legislação específica e de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Como por exemplo: rampas e corrimões, a fim de facilitar o acesso das pessoas com dificuldade de locomoção e são disponibilizados, para os cadeirantes, banheiros adaptados.Temos ciência, conforme Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 27, inciso II, parágrafo 2º, da obrigatoriedade de divulgação das medidas de acessibilidade em todo o material de divulgação do projeto.
Todas as apresentações da 5ª edição do FIMD - Prêmio João Pirahy de Dança serão gratuitas, mas um percentual mínimo de 10% (dez por cento) de ingressos será distribuído diretamente em caráter social ou educativo de acordo com a Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, inciso II. Em atendimento à Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, parágrafo 4º, segundo o qual os ingressos ou produtos culturais poderão ser comercializados desde que o preço médio do ingresso ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais), o valor máximo cobrado por inscrição para participação, por coreografia, será de R$ 200,00 (duzentos reais).
Bruno Carvalho (Produtor-executivo e proponente): É produtor, bailarino, professor, coreógrafo, ator e fisioterapeuta. É graduado em Fisioterapia pela Universidade de Marília (UNIMAR). É professor e coreógrafo desde 2018, tendo atuado nas escolas Gisele Bastos Espaço de Dança, Centro de Artes Enveloppe e Ballet Jovem de Marília, todas na cidade de Marília, onde conquistou várias premiações e bolsas para eventos Nacionais e Internacionais (Nova York e Barcelona). Participou de diversas montagens como: “La Fille Mal Gardee”, “Bela Adormecida”, “Quebra Nozes”, “Pinóquio”, “Ballet de Repertório Don Quixote”, “La Bayadere”. Como produtor cultural iniciou suas atividades em 2017 como assistente de produção em festivais de dança do centro-oeste paulista. Em 2018 passou a produzir os festivais regionais do Instituto Uirapuru (Marília SP, Garça SP e Maringá PR) e, em 2021, assumiu a produção-executiva do FIMD. Ricardo Gimenes (Diretor geral): É ator, palhaço e produtor cultural, com experiência em artes cênicas e visuais. Integrou a Cia. Boca de Baco e o Núcleo de Investigação Teatral, participou de espetáculos no FILO e dirigiu o projeto “Amores em Branco e Preto”. Foi fundador da Usina Cultural em Londrina, estudou com Antunes Filho no CPT e trabalhou no Programa Vocacional em São Paulo. Atuou em campanhas publicitárias, curtas e no filme “O Circo da Noite”. Idealizou o Festival BaixoCentro, atuou como secretário de Cultura em Garça (2013-2016) e atualmente é artista e produtor cultural no Instituto Uirapuru. Consultores de avaliação: Miriam Druwe: Bailarina, coreógrafa, professora e intérprete-criadora, integrou elencos de várias companhias profissionais como Cisne Negro Cia. de Dança, República da Dança e Balé da Cidade de São Paulo. É coreógrafa e diretora da premiada Cia. Druw (SP), na qual estabeleceu uma produtiva carreira com espetáculos destinados a públicos jovens e infantis e criações abertas a todas as plateias, como “Lúdico”, “Vila Tarsila”, “Girassóis” e “Poetas da Cor”. Graduada em Artes Visuais, é educadora por opção e talento. Andrea Thomioka: Graduada pela Royal Academy of Dancing de Londres, foi a primeira brasileira a ganhar a medalha de ouro no 17th International Ballet Competition of Varna em 1996. Recebeu a Medalha de Super Bronze no Masako Ohya World Ballet Competition e se apresentou em galas internacionais. Laureada com o Prêmio Mambembe de Bailarina Revelação, integrou companhias como a Cia Portuguesa de Bailado Contemporâneo e o Balé da Cidade de São Paulo. Atua há mais de 30 anos na dança, desempenhando papéis como coreógrafa, professora e curadora, além de idealizar e coordenar projetos de formação em dança e eventos culturais. Claudinei Garcia: É coreógrafo, professor e bailarino com formação em Educação Física e Dança. Atuou no Grupo Raça de 1984 a 1989 e foi premiado em festivais como Joinville e Passo de Arte. Foi diretor artístico de companhias como Dança Brasília e Calango, e é consultor no Fórum Internacional de Dança do Distrito Federal. Lecionou em várias instituições em Portugal, e se especializou com coreógrafos renomados. Desde 2021, coordena o GEMDA Dance Hub em Portugal, onde ministra formações e residências artísticas em parceria com festivais internacionais. Ricardo Scheir: Com mais de 40 anos de carreira, Ricardo Scheir é um destacado bailarino, professor e coreógrafo no Brasil e no exterior. Dirigiu a Cia de São José dos Campos e foi coordenador de ensaio da São Paulo Cia de Dança. Colaborou com companhias como a Deborah Colker Cia de Dança e Balé da Cidade de São Paulo, acompanhando esta última em turnê europeia. Fundou a W’atts Cia de Dança e, em 1996, a escola Pavilhão D. Premiado em festivais como Joinville e o Youth America Grand Prix, desde 2016, colabora com o Europa Ballet Conservatory, além de atuar como jurado e diretor artístico internacionalmente. Naty Farias: Com 40 anos de carreira, vive há mais de 20 anos na Argentina, onde atua como bailarina, coreógrafa e professora de jazz lírico e dança contemporânea. É personal trainer e coach de bailarinos para competições mundiais. Juíza oficial do Dance World Cup América Latina desde 2018, é formada em Educação Física (UNISA - SP) e utiliza a dança terapêutica para promover qualidade de vida. Foi primeira bailarina da Raça Cia. de Dança e diretora do Fuga Centro de Artes. Idealizou mostras virtuais e residências artísticas, além de atuar como jurada em festivais competitivos e como coreógrafa de videoclipes. Erick Gutierrez: Reconhecido como um dos principais representantes do sapateado norte-americano no Brasil, é conselheiro do Conselho Brasileiro da Dança em São Paulo, além de professor e coreógrafo de sapateado e jazz. Criador da metodologia +QueTap!, sua abordagem inovadora é aplicada em festivais de dança no Brasil e no exterior, onde atua como jurado, professor e bailarino convidado. Premiado por suas performances, participou do Youth America Grand Prix em Nova York e integrou grandes produções, incluindo o musical "Os Produtores" de Miguel Falabella. É atualmente coordenador artístico da Promenade Estúdio de Dança e codiretor do Ballet Expressão. Fran Manson: É formada em Educação Física e pós-graduada em Dança Educação. Com formação em balé clássico, jazz e contemporâneo, especializou-se nas Street Dances em 2005, com foco em Hip Hop Dance, Waacking e Vogue. Professora na Escola de Dança Sigma e no Teatro Municipal de Bauru, atua como coreógrafa e bailarina premiada em festivais nacionais. Semifinalista no SBT e jurada na “Batalha no Salto” do TV Xuxa, recebeu o prêmio de Melhor Bailarina em Joinville (2017) e, em 2023, seus grupos conquistaram o tricampeonato. Foi assistente coreográfica de Ludmilla e Pabllo Vittar.
PROJETO DILIGENCIADO NA MOVIMENTAÇÃO BANCÁRIA.