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PRONAC 2412788Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Exposição Paisagens Mineradas

INSTITUTO CAMILA E LUIZ TALIBERTI
Solicitado
R$ 750,7 mil
Aprovado
R$ 750,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-16
Término
2025-09-16
Locais de realização (4)
Manaus AmazonasBrasília Distrito FederalRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

Exposição de artes visuais, mesas de debate, exibição de filmes, oficinas. Paisagens Mineradas é um misto de manifesto, memória e oração. É convite a um imaginário de solo fértil. Trata-se de uma exposição de artes visuais com 11 artistas mulheres em 03 estados do Brasil, sendo 02 meses em cada estado. Sobre a temática dos impactos socioambientais da atividade extrativista, e sua relação com a cultura. Em cada estado haverá uma artista local. Haverá também mesas de debate, com transmissão ao vivo, oficinas de audiovisual e exibição de filmes. Todas as ações serão gratuitas, e a estimativa total de público (presencial e digital) é de 60.000 pessoas. Classificação etária: 16 anos (todas as ações do projeto são voltadas para pessoas a partir de 16 anos, indistintamente).

Sinopse

Em 25 de janeiro de 2019, o Brasil e o mundo assistiram as imagens do rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, que deixou um rastro de destruição ambiental na região e ceifou a vida de 272 pessoas, entre elas os irmãos Camila e Luiz Taliberti.“Paisagens Mineradas” são paisagens entrecortadas, de entranhas expostas, camadas de memória do que um dia foi vivo. E vida é um imperativo de transformação, renasce, desobedece, se reinventa. Quando soterradas, viramos sementes. Aqui "Paisagens Mineradas" é convite a um imaginário de solo fértil. Nessa lama vermelho sangue, semeamos a vida. Em um misto de manifesto, memória e oração, esta exposição reúne 11 mulheres artistas que, feito mãe-terra, se organizam em rede para germinar outras paisagens possíveis. Este projeto é dedicado a todas as vítimas humanas e não humanas de Brumadinho e se estende a todos que foram e são impactados pela mineração exploratória ao redor do mundo.

Objetivos

OBJETIVOS GERAISExposição de artes visuais com 11 artistas mulheres em 03 estados do Brasil, sendo 02 meses em cada estado. Sobre a temática dos impactos socioambientais da atividade extrativista, e sua relação com a cultura. Em cada estado haverá uma artista local. Haverá também mesas de debate com transmissão ao vivo, oficinas de audiovisual e exibição de filmes. Todas as ações serão gratuitas e de Classificação Etária de 16 anos.OBJETIVOS ESPECÍFICOS (ou secundários)-Realizar 03 exposições de artes visuais em três estados brasileiros (considerar também o Distrito Federal).-Realizar 06 mesas de debate (02 por Estado e 02 no DF, na abertura e encerramento de cada exposição).-Realizar 03 Oficinas de Produção Audiovisual (01 por Estado/DF, na abertura e encerramento de cada exposição).-Realizar 03 exibições de filmes (01 por Estado/DF) relacionados à temática da mineração (a definir conforme disponibilidade). (inserir a quantidade e quais os filmes)-Ser informação e memória sobre as consequências das práticas extrativistas que descumprem as normas legais.-Ser denúncia e conscientização quanto aos impactos ambientais, sociais e culturais.-Ser poesia em meio ao caos. Observação importante: Os Estados cadastrados inicialmente poderão ser alterados conforme a necessidade do projeto no momento da aprovação e possível captação dos recursos, sem prejuízo dos objetivos originais e do objeto do projeto.

Justificativa

Este projeto está inscrito no Programa Petrobras Novos Eixos, cujo resultado foi adiado para o mês de novembro/2024.O referido Programa exige que os projetos selecionados estejam aprovados na Lei Rouanet, mas o adiamento na publicação do resultado ultrapassa o período de inscrições de projetos nesta Lei Federal.Sendo assim, nos vemos obrigados a inscrever este projeto, na esperança do apoio financeiro pleiteado.Assim, segue a justificativa que desenvolvemos para o Programa, em consonância com os objetivos de nosso projeto. Brasilidade é o elemento norteador do Programa Petrobras Cultural, tendo como base o reconhecimento da importância da preservação da nossa identidade. Entendemos que a formação das identidades considera o aspecto sócio histórico de um povo, em suas diversas manifestações, o que inclui a cultura tradicional e de povos originários, distribuição territorial, etnicidade, as linguagens artísticas (música, dança, teatro, circo, visuais...), e ainda os comportamentos ritualizados, imbuídos do efeito globalizante em que hoje vivemos. Trata-se de representar toda a diversidade e multiplicidade cultural, nos âmbitos nacional ou regional.Neste sentido, propomos uma exposição de mulheres brasileiras, artistas visuais multilinguagens (desenho, pintura, escultura, design, fotografia, cinema e vídeo), provenientes de 06 regiões do Brasil, que trazem para os seus trabalhos a temática dos impactos da mineração ao meio ambiente e à sociedade, com seus desdobramentos no mundo da cultura. A ideia é ser espaço para práticas artísticas que reflitam sobre questões e problemáticas urgentes do mundo contemporâneo. Neste sentido, a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) é de grande importância para a realização de projetos culturais em nosso país, se destacando como o maior mecanismo de apoio na atualidade. Destacamos a necessidade deste mecanismo para financiamento do nosso projeto, que se enquadra nos incisos de I a IX do Art. 1º da Lei 8313/91, alcançando os objetivos de I a V do Art. 3º da referida norma. Histórico e repercussão de edições anteriores:https://somossementes.org.br/ https://www.youtube.com/c/InstitutoCamilaeLuizTalibertiICLT https://www.instagram.com/institutocamilaeluiztaliberti/

Estratégia de execução

Aspectos de inovaçãoEntendemos que a temática envolvida pode ser desconcertante, mas necessária. E este é outro elemento inovador do projeto, a polêmica, a provocação!Acreditamos que a arte é capaz de semear reflexões e percepções, estimulando o pensamento crítico. E passou da hora de todos nós tomarmos alguma atitude perante as incongruências humanitárias deste mundo globalizante. As catástrofes ditas naturais tem um quê de artificial, uma vez provocadas pela mão do homem. Este engajamento histórico apoia-se nas tendências da contemporaneidade, com foco na valorização das identidades e respeito ao diverso. Não mais podemos aceitar a violência contra a mulher, os idosos, as comunidades LGBTQIAPN+, pessoas negras, nordestinos, pessoas com deficiência, grupos minoritários e periféricos. O mundo grita por mudanças e ainda engatinhamos nas políticas públicas culturais e sociais porque temos medo. Não mais!A maior inovação está na atitude de mudança, na coragem. Ações de empreendedorismo cultural, capacitação e desenvolvimento de capital intelectual e mão-de-obra através das Oficinas de Produção Audiovisual.O projeto está comprometido com a inclusão de público PcD, idosos e minorias sociais, a partir da oferta de ações acessíveis, preparação da equipe por uma Consultora de Acessibilidade. Os dirigentes da instituição têm mais de 60 anos e a maior parte da equipe é composta de mulheres. Inovação no setorArte é entretenimento, mas também é crítica, é denúncia. As ações do projeto versam sobre as consequências danosas da mineração no ambiente e nas pessoas. Acreditamos ser inovador lançarmos mão da arte para provocar a discussão e a reflexão sobre uma temática delicada, mas que carece de visibilidade. Mobilização de redes de profissionaisAcreditamos que o monitoramento das ações será capaz de levantar a quantidade de pessoas e profissionais já engajados na nossa luta, como os mais de 45 mil participantes de nossa rede de apoio. ReciclagemHaverá distribuição ou atualização de coletores seletivos nos espaços de realização. SustentabilidadeO Instituto nasceu a partir da tragédia de Brumadinho. Desde então sua missão é a defesa dos direitos humanos. Sua visão é ser referência na pauta socioambiental e na proteção do meio ambiente. Entre seus valores estão a defesa da vida e a sustentabilidade.Estamos cientes do tema polêmico, mas não temos medo de tocar na ferida, pois os impactos da mineração extrapolam o razoável. E é com coragem que buscamos recursos de empresas dispostas a mudar o construto social para uma prática mais humanizada. O plano de divulgação do projeto inclui:-Agência de comunicação - redes sociais e Relações Públicas-Assessoria de imprensa-Social Mídia - impulsionamento/post patrocinado/mídia paga-Material impresso - cartazes, folders e material promocional-Mídia Paga - teasers e anúncios-Monitoramento estratégico e avaliação dos resultados-Outras mídias: spots de rádio-Programação de site - atualização

Especificação técnica

Anexamos: - proposta expográfica e curatorial das exposições. - lista dos possíveis filmes a serem exibidos. - plano pedagógico das oficinas.

Acessibilidade

-Acessibilidade arquitetônica (estrutural): Todos os espaços de realização atendem as normas vigentes (rampas, corrimões, piso tátil, acentos e vagas reservadas PcD/obesos/idosos/mobilidade reduzida, banheiros adaptados).-Acessibilidade de conteúdo (fruição): legendagem, áudio-descrição, intérprete e janela de Libras, programas em Braile.-Acessibilidade atitudinal: toda a equipe será treinada pela Coordenadora de Acessibilidade para acolher o público PcD, em suas multiplicidades (motora, visual, auditiva e intelectual).-Acessibilidade comunicacional: todo o material de divulgação será pensado para alcançar os mais diversos públicos. Diversidade e Economia CriativaO projeto será desenvolvido em 03 regiões brasileiras, sob o olhar atento de 11 mulheres artistas, provenientes de 06 Estados do Brasil.Esta abrangência territorial permite a pluralidade criativa das participantes, ao mesmo tempo em que estimula a percepção ampliada do público, este também diverso, com suas histórias e vivências individuais.As Mesas de Debate e Oficinas de Produção Audiovisual estarão abertas para público variado, disponibilizando medidas de acessibilidade e de democratização do acesso, assim como determina o regramento do Edital Petrobras Novos Eixos e da Lei Federal de Incentivo à Cultura, mas também alinhadas com as tendências sociais deste mundo em movimento.

Democratização do acesso

-Distribuição gratuita dos ingressos/vagas dos produtos culturais, atendendo o artigo 29 da IN 11/2024, 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores (inciso I); 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo (inciso II); 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação (inciso III). -O projeto atende o artigo 30 da IN 11/2024, nos incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com Libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC.

Ficha técnica

INSTITUTO CAMILA E LUIZ TALIBERTI - PROPONENTE - Coordenação do projeto. Responsável por todo o processo decisório do projeto, bem como do fluxo de gestão entre a equipe principal e os demais profissionais. Função não remunerada.O Instituto Camila e Luiz Taliberti foi criado em julho de 2019 e já realizou 05 ações culturais de rua, com música, performances e saraus, 02 Mostras Audiovisuais com exibição de filmes e a primeira edição da Exposição Paisagens Mineradas, além de outras ações culturais como rodas de conversa e produção de vídeos, com destaque para a Série Taliberta (em 07 episódios) e a Série Taliba (em 07 episódios). O Instituto ainda mantém um acervo digital com diversas publicações e audiovisuais. Sempre sobre a temática extrativista e seus desdobramentos ambientais e socioculturais.Desde sua fundação, o Instituto buscou aproximação com profissionais das diversas linguagens, em especial das artes visuais e o audiovisual, sempre primando pela qualidade de suas produções. Já realizamos 02 Mostras Audiovisuais com Exibição de Filmes e a primeira edição da Exposição Paisagens Mineradas, com grande repercussão de público e mídia. Alcançamos mais de 1000 pessoas nas ações, que repercutiram positivamente na mídia espontânea, por exemplo, em reportagens na Folha de São Paulo, Agência Brasil, UOL, Isto É, Carta Capital e TV Cultura. MARINA KILIKIAN - função no projeto: Coordenadora executivaLidera e instrui as equipes do projeto, supervisionando fornecimentos de materiais e serviços; coordena as demandas operacionais para garantir o cumprimento de objetivos e metas.Graduada em Artes Visuais com Especialização em Organização e Promoção de Eventos Culturais e MBA em Marketing. Coordenadora de projetos no Instituto Camila e Luiz Taliberti, responsável pela exposição Paisagens Mineradas; Mostra de Cinema, Mineração e Meio Ambiente; e equipe de projetos digitais e presenciais. Tem experiência na produção de eventos, curadoria, divulgação e comunicação, contratação de shows e artistas, coordenação de equipe e projetos, parcerias e patrocínio. Desenvolvimento de atividades educativas, visitas à exposições e pesquisa de material educativo. ISADORA CANELA - função no projeto: Curadoria artísticaCuradora, artista visual e pesquisadora socio-ambiental de Brumadinho, Minas Gerais. Seu trabalho traz uma experiência multimídia diversificada com projetos focados em arte e cultura para impacto social. Em 2024 foi curadora da exposição “Paisagens Mineradas” em São Paulo sobre os impactos da exploração ambiental/mineral em parceria com o Instituto Camila e Luiz Taliberti. Na mesma pesquisa Isadora foi artista e curadora da exposição “Over the Mine” em parceria com a cidade de Munique e a Universidade de Belas Artes de Munique. Ambos os eventos foram amplamente divulgado na mídia alemã e brasileira e garantiram o alcance, impacto e conscientização de um público variado para causas ambientais. Em 2023 foi idealizadora e curadora do projeto “Webs”, colaborando com imigrantes mulheres de mais de 10 nacionalidades, promovendo praticas artisticas e culturais para decolonização ambiental. O projeto culminou na exposição “Fragments of Impermanence” durante a Semana dos Refugiados de Berlim. Em seguida Isadora foi curadora e artista da exposição da “What If?” na zona rural da Croácia, sobre paisagens pós-traumáticas e outros futuros possíveis. No mesmo ano, foi convidada a participar do programa Caux Scholar, com foco em liderança cultural para a construção da paz em zonas de conflito. Atualmente, está matriculada no programa de pós-graduação em Direitos Humanos da PUC e em abril conclui o programa PLACE Art-Activism como artista e curadora colaborando com agentes culturais de todo o mundo. Em 2022, ingressou na Universidade de Minas Gerais como aluna especial para a aula de mestrado sobre Mudanças Climáticas. No início do mesmo ano, trabalhou com Exploring Visual Cultures como artista, curadora e palestrante, na exposição “Water Bodies” em Berlim e durante a “Documenta SummerSchool” em Kassel. Em 2021 participou do projeto “Impactos de Convivência”, do Sesc São Paulo, com foco em novos acordos na era do Antropoceno. Como cineasta, comunicadora e artivista Isadora desenvolve desde 2019 o filme “À Sombra do Sol”, um longa-metragem que explora o conhecimento astronômico indígena, dirigiu o premiado videoclipe “Leviatã”, em 2020, que aborda o contexto histórico das fake news. Em 2019, lançou o documentário de curta- metragem “Linhas Tênues”, destacando as condições de trabalho semelhantes à escravidão na indústria da moda, com exibições em festivais em todo o mundo, incluindo LABFF e Demakijażt. Formou-se em 2016 com honra ao mérito em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa, e fez uma especialização curta em cinema na UAL em 2013. EDILSON WALNEY - função no projeto: Consultor técnicoProfissional responsável pelo acompanhamento técnico e monitoramento do projeto durante sua execução. Faz a gestão do projeto junto ao MinC, verificação e trâmites organizacionais e burocráticos, visando o cumprimento da legislação e correta aplicação dos recursos.Mestre em Educação e Cultura, Graduado em Pedagogia e Música, Especialista em Música Brasileira e Gestão de Educação a Distância. Atua como regente, arranjador, professor, palestrante, produtor cultural e perito em análise de projetos. Foi coordenador de cultura no IGPDE/USP e regente da Oficina Coral da Faculdade de Direito da USP, PUC/SP, UNIFESP/SP, Bradesco, Cia. Suzano de Papel e Celulose, Conservatório Municipal de Guarulhos. Regente da Orquestra e Coral do Projeto Guri, professor do Curso de Formação de Jurados de Carnaval pela UESP, e revisor do Manual do Jurado, quesito Samba Enredo. Trabalhou com Tom Zé, Lobão, Trio Virgulino, Gilberto Gil, José Miguel Visnik, José Mojica Marins e a cartunista Laerte. Atua em diversos mecanismos de apoio à cultura como ProAc, Aldir Blanc, Paulo Gustavo, Rouanet e FunCad, entre outros, seja na elaboração, produção ou prestação de contas de projetos. Ministra regularmente a “Oficina de Elaboração de Projetos Culturais”. Atenção: Os demais profissionais serão contratados após aprovação e captação do projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.