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Exposição Nhe e Se

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Solicitado
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Aprovado
R$ 3,60 mi
Captado
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Outras fontes
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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-11-20
Término
2026-11-30
Locais de realização (3)
Fortaleza CearáBelém ParáSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto prevê a circulação da exposição Nhe ´ ẽ Se pelas cidades de Fortaleza (CE), no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE); São Paulo (SP), no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP); e Belém (PA), no Museu de Arte de Belém (MABE). A exposição é composta por artistas indígenas brasileiros de diversas etnias que revelam, em suas obras, o seu desejo de fala. Nhe´ẽ em Guarani significa espírito, ser, vida, palavras, falas. A palavra, adicionamos desejo. Nhe´ ẽ Se: o desejo de fala, a expressão do espírito, o diálogo como cura. O projeto tem por objetivo a difusão das Artes Visuais indígenas, e a promoção da cosmovisão que reflete seus saberes e suas formas de se relacionar com o mundo. Nhe ´ ẽ Se terá curadoria de Juliana Xucuru, Mestra em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal de Pernambuco - UFPB/UFPE e fará uma homenagem a Sandra Benites, criadora do conceito Nhe ´ ẽ Se e primeira curadora indígena brasileira, artista e antropóloga.

Sinopse

Nhe´ẽ em Guarani significa espírito, ser, vida, palavras, falas, som. A palavra adicionamos desejo. Nhe´ ẽ Se: o desejo de fala, a expressão do espírito, o diálogo como cura. O projeto Nhe´ ẽ Se é uma iniciativa de cunho sócio cultural que tem por objetivo a difusão das Artes Visuais indígenas, e consequentemente, a promoção da cosmovisão que reflete seus saberes e suas formas de se relacionar com o mundo, provocando e convidando o olhar dos visitantes a diálogos com diversas etnias brasileiras, territórios, expressões culturais e inquietações, nas quais se lê a exaltação das origens, da urgente preservação e da recuperação física e espiritual dos territórios indígenas brasileiros, além da necessidade de enaltecer a ancestralidade por meio de pinturas, fotografias, instalações, vídeos e textos. É uma exposição coletiva que reunirá os trabalhos de mais de 10 artistas indígenas de diferentes etnias e residentes em distintas regiões do Brasil que expressarão seu desejo de fala por meio de diversas linguagens das Artes Visuais: instalações, performances, aquarelas, fotografias, vídeos e textos, exaltando a força e a beleza dos povos originários do Brasil. A exposição terá a curadoria de Juliana Xucuru, Mestra em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal de Pernambuco - UFPB / UFPE. Mas, como uma forma de honrar a criadora do conceito Nhe´ẽ Se, vamos homenagear Sandra Benites, a primeira curadora indígena brasileira, artista e antropóloga. A exposição circulará por Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Belém (PA) nos respectivos equipamentos culturais: Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) e pela Museu de Arte de Belém (MABE). Em cada cidade haverá um comitê curatorial composto por 3 nomes locais que selecionarão 3 artistas revelação da região para participarem da exposição, uma forma de protagonizar o ecossistema de artistas indígenas brasileiros, fomentando a cadeia da economia criativa local. Para o núcleo base da exposição traremos os seguintes artistas: Paulo Desana (AM), Glicéria Tupinambá (BA), Tamikuã Pataxó (SP), Auá Mendes (AM), Deba Tacana (RO), Yacunã Tuxá (PE), Arissana Pataxó (BA), Edgar Kanaykõ Xakriaba (MG), Xadalu (RS), Tapixi Guajajara (MA) e Rodrigo Tremembé (CE). Além da exposição, o projeto conta com mais duas iniciativas: Roda Diálogo é Cura e Oficina de Saberes. A Roda de Conversa terá como tema "Diálogo é Cura" e será liderado pela curadora homenageada, Sandra Benites, além da presença dos artistas indígenas locais. A roda tem como tema o poder do diálogo, o processo da retomada indígena e o trabalho de cada um dos artistas, além de objetivar trazer ao público o conceito de Nhe´ ẽ Se. A Roda, pensada e idealizada por Sandra, é uma junção de vivências, cultura, diálogo e arte que refletirão sobre a cosmovisão dos povos indígenas e sua contribuição essencial para que a sociedade brasileira seja mais justa e mais democrática. Suas falas refletirão os modelos comunitários dos povos originários e o relato de suas experiências que em muito provocam o paradigma civilizatório moderno. Já nas Oficinas de Saberes teremos duas temáticas, uma que objetiva formar artistas insurgentes pretos e indígenas para serem futuros curadores e trará os temas mais desafiadores para eles na atualidade, como: promover o seu trabalho e a sua obra, ferramentas de fácil acesso para elaborar um portifólio, currículo e mídia kit, como precificar o seu trabalho, perspectiva do mercado artístico nacional e novas tecnologias para as artes; e uma outra Oficina que objetiva promover acesso à cultura indígena através do ensino da língua guarani para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto é uma iniciativa de cunho sócio cultural que tem por objetivo a difusão das Artes Visuais indígenas, e consequentemente, a promoção da cosmovisão que reflete seus saberes e suas formas de se relacionar com o mundo, provocando e convidando o olhar dos visitantes a diálogos com diversas etnias brasileiras, nas quais se lê a exaltação das origens, da urgente preservação e da recuperação física e espiritual dos territórios indígenas brasileiros, além da necessidade de enaltecer a ancestralidade por meio de pinturas, fotografias, instalações, vídeos e textos. Objetivos Específicos: Promover a imagem do indígena como sujeito político e de direitos;Dar o lugar do "desejo de fala" para os povos originários, construindo uma exposição feita exclusivamente por curadores e artistas indígenas que "falarão" de seus anseios e desejos através de sua arte;Contribuir para a preservação e consolidação da cultura dos povos originários do Brasil;Contribuir na ampliação do repertório dos sistemas simbólicos que representam a nação brasileira;Visibilizar a diversidade da produção contemporânea das Artes Visuais indígenas de diferentes regiões e etnias.

Justificativa

"Nhe'ẽ Se: Desejo de Fala" nasce do desejo de falarmos sobre beleza, luta, encontros, ancestralidade, memória, arte e espiritualidade. Desse encontro com Sandra Benites, primeira curadora indígena do Brasil, foi gerada esta exposição, fruto de sua tese de mestrado. A exposição teve a sua primeira edição realizada na Caixa Cultural de Brasília de 01/06 até 09/07/2023, perfazendo um total de 38 dias e 4.000 visitantes; atualmente encontra-se em cartaz na CAIXA Cultural Salvador desde 28 de Abril. Em ambas edições, a mostra reuniu o trabalho de diversos artistas indígenas: Aislan Pankararu (PE); Aju Paraguassu (BA); Arissana Pataxó (BA); Déba Tacana (TO); Edgar Kanaykõ Xakriaba (MG); Glicéria Tupinambá (BA); Lilly Baniwa (AM); Merremii Karão Jaguaribaras (CE); Paulo Desana (AM); Tamikuã Txihi (SP); Úyra Sodoma (PA); Yacunã Tuxá; Auá Mendes (AM) e Xadalu Tupã Jekupé (RS). Nhe´ ẽ Se contribui para a preservação e consolidação da cultura dos povos originários do Brasil, ampliando o repertório dos sistemas simbólicos que representam a nação brasileira e visibilizando a diversidade da produção contemporânea das Artes Visuais indígenas de diferentes regiões e etnias, tornando-a acessível para o grande público, fortalecendo a cultura e, individualmente, a imagem desses artistas. Nhe' ẽ Se é também "acordar a memória" desta terra Pindorama, é voltar ao passado sendo o futuro e o próprio presente, é ser o chão para a expressão desses desejos de fala. Em cada obra, em cada artista, é possível reconhecer suas histórias, seus ancestrais, sua luta pela terra, sua luta por existir. Através dela, oferecemos uma plataforma para que histórias importantes e frequentemente silenciadas possam ser ouvidas e valorizadas. Esta exposição não só enriquece o patrimônio cultural brasileiro, mas também fortalece a missão da Somos Comunicação de promover o diálogo, a reflexão e a transformação social através da arte. Tanto em Brasília, quanto em Salvador, percebemos a importância de promover e visibilizar a arte indígena, não como uma forma de idolatrá-los, mas como uma forma de desconstruir o olhar colonizador do branco, na medida que nos damos conta de como o modelo socioeconômico que criamos ao longo dos anos nos afasta, cada vez mais, do mundo ideal na qual a sociedade seja mais justa e inclusiva para todos e de como os indígenas anseiam somente por serem respeitados pelo seu modo de viver em harmonia com a natureza.

Estratégia de execução

O projeto organizará visitas guiadas específicas para os povos indígenas de cada cidade, em parceria com organizações do terceiro setor e entes públicos focados nas causas indígenas, visa proporcionar uma experiência culturalmente relevante e inclusiva para as comunidades locais. As parcerias com entidades como a Federação dos Povos e Organizações Indígenas do Ceará (Fepoince), a Comissão dos Povos Indígenas em São Paulo e a Associação do Grupo Indígena Tembé do Alto Rio Guamá em Belém demonstram um compromisso conjunto com a promoção da cultura e dos direitos indígenas. Essas visitas guiadas serão adaptadas para atender às necessidades e interesses específicos de cada comunidade indígena, oferecendo informações e interpretações relevantes em sua língua materna, garantindo assim uma compreensão mais profunda e significativa da exposição Nhe´ẽ Se e das obras de arte apresentadas. Durante as visitas guiadas, os participantes terão a oportunidade de explorar as diferentes expressões artísticas das culturas indígenas representadas na exposição, aprender sobre suas histórias, tradições e modos de vida, e se engajar em diálogos significativos com os curadores, artistas e outros membros da comunidade. Além de oferecer uma experiência educativa e culturalmente enriquecedora, essas visitas guiadas também têm o objetivo de fortalecer os laços entre as comunidades indígenas e os espaços culturais da cidade, promovendo a inclusão e o reconhecimento da diversidade étnica e cultural do Brasil. Ao garantir a tradução e a adaptação cultural das visitas, estamos reafirmando o respeito e o valor das línguas e tradições indígenas, contribuindo assim para a preservação e revitalização dessas importantes heranças culturais. Além disso, serão realizadas visitas educativas e atividades interativas dentro do contexto do projeto Nhe´ẽ Se. Com o objetivo de proporcionar uma experiência educativa e culturalmente enriquecedora para estudantes de escolas públicas locais, promovendo o entendimento e o respeito pelas culturas indígenas brasileiras, haverá a mobilização de escolas públicas da cidade para convidar estudantes do ensino fundamental II e ensino médio a participarem de uma visita guiada à Exposição. Os estudantes serão introduzidos às obras de arte e às culturas indígenas representadas através da guiança de um agente cultural que fornecerá informações contextuais e, junto ao docente da escola, estimulará a reflexão dos alunos sobre os temas abordados. Ao final da visita, os estudantes serão convidados a participar de uma atividade para externalizarem em forma de desenho, poesia, linguagem, colagem ou vídeo, o impacto que a Exposição despertou neles. O projeto irá garantir o transporte da escola participantes até a Exposição, bem como lanche e material para as oficinas durante a visita dos estudantes. Essa ação não apenas oferecerá uma oportunidade única de aprendizado e imersão cultural para os estudantes, mas também contribuirá para promover a inclusão, o respeito à diversidade e a valorização das culturas indígenas entre a juventude brasileira. Estratégia de comunicação do projeto: Teremos uma estratégia de comunicação 360o para Nhe' ˜e Se, por já ter sido realizada em Brasília, nós já sabemos do potencial de mídia que este projeto tem, afinal são mais de 10 artistas indígenas, com uma curadoria indígena e muitos profissionais indígenas envolvidos na execução. Além disso, toda a identidade visual e o projeto gráfico da exposição foi feita por Aju Paraguassu, mensageira visual e artista indígena que integrou a primeira edição da exposição, com a pintura à mão do painel de abertura. Isso reflete como todos os aspectos da exposição foram pensados estrategicamente para que a arte visual estivesse sempre em evidência, trazendo um conforto visual e conversando também com as peças gráficas e virtuais. Para amplificar a mensagem, divulgar a exposição e trazer temas relevantes, utilizaremos os meios de comunicação: digital, assessoria de imprensa e materiais impressos (cartaz). Para a estratégia digital, movimentaremos os perfis próprios para a divulgação da exposição nas redes: instagram, facebook, twitter e youtube. A exposição será divulgada 40 dias antes da sua abertura e seguirá até 1 mês depois da exposição. Como os perfis da exposição já existem e estão sendo movimentados desde a sua primeira edição, acreditamos que chegaremos, ao menos, a 3 milhões de impressões nos conteúdos de redes sociais da exposição (instagram, facebook, twitter, youtube). Faremos tanto impulsionamento dos posts nas redes, quanto investimento no Google ADS. Para ampliar o alcance, o plano de mídia conta com a veiculação de spots nas rádios, mídia indoor, anúncios em sites e mídia out-of-home. Como ações de marketing promocional e papelaria, teremos cartazes, banners, além de catálogos físicos e virtuais. Para o trabalho de assessoria de imprensa, será produzido um release geral para divulgação nacional da exposição, notas de aquecimento e de repercussão, usando como ganchos informativos, coletivas de imprensa, evento de lançamento e estratégias personalizadas para a grande mídia. Todo o resultado será mensurado através de clipagem impressa e eletrônica e valoração de mídia, gerando relatórios ao final de cada mês de trabalho. Serão 3 meses de divulgação a cada exposição realizada. A assessoria de imprensa nacional será feita pela Via Press, porém por entender que cada local possui a sua especificidade e funcionamento próprio da mídia, contrataremos, em cada cidade onde a exposição será realizada, assessorias de imprensa local. A acessibilidade será trabalhada em todas as etapas da comunicação de divulgação da exposição, para garantir a participação social do público com deficiência em igualdade de condições e fruição com os demais. Os vídeos publicados nas redes sociais contarão com legendagem e os cards postados terão descrição de imagem no texto alternativo e serão acompanhados das hashtags #pracegover e #ParaTodosVerem, promovendo a acessibilidade digital. A campanha será dividida em 3 fases: Pré, Durante e Pós, com objetivos e meios de comunicação bem definidos. Pré: Apresentação do projeto. Desenvolvimento do release nacional e dos releases locais. Desenvolvimento de sugestões de pauta. Criação das peças de mídia out-of-home e mídia indoor. Peças gerais de divulgação: cards, fotos e vídeos. Peças para divulgação em sites. Spots de Rádio. Apresentação dos artistas. Roteirização e edição de vídeos para reels e youtube. Posts collab com o instagram dos artistas e das empresas. Durante: Lives das atividades propostas: logística para a transmissão dos eventos no instagram, as gravações ficarão disponíveis no youtube. Divulgação das ações voltadas à diversidade e economia criativa. Aftermovies da abertura, eventos e visitação. Reels estratégicos. Peças de divulgação para os eventos propostos. Fotos das visitações. Depoimentos. Pós: Divulgação dos resultados quantitativos e qualitativos. Aftermovie geral Clipping e valoração.

Especificação técnica

A exposição ficará montada por 02 meses nas cidades de Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Belém (PA), e será adaptada de acordo com os espaços do Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE), Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) e pela Museu de Arte de Belém (MABE). As rodas de conversa terão duração de 2 horas, ocorrendo no mesmo local de realização das exposição tendo como convidadas pelo menos 02 artistas indígenas participantes da exposição, a curadora geral do projeto e a curadora local. Em cada cidade, realizaremos uma Oficina de formação sobre cultura indigena guarani para todos os públicos, a ideia é promover acesso à cultura indígena. Além disso, faremos a Oficinas de Saberes para artistas insurgentes pretos e indígenas para que possamos ampliar os horizontes da curadoria. Acreditamos que mais exposições como Nhe' ˜e Se precisem acontecer em todo o Brasil, e, para isso, precisamos formar mais curadores que sejam parte dos grupos sub-representados. As Oficinas de Saberes terão duas temáticas, uma que objetiva formar artistas insurgentes pretos e indígenas para serem futuros curadores e trará os temas mais desafiadores para eles na atualidade, como: promover o seu trabalho e a sua obra, ferramentas de fácil acesso para elaborar um portifólio, currículo e mídia kit, como precificar o seu trabalho, perspectiva do mercado artístico nacional e novas tecnologias para as artes.

Acessibilidade

Todos os locais de realização dos eventos serão acessíveis, garantindo a participação social do público com deficiência em igualdade de condições e fruição com os demais, e todas as atividades ofertadas serão gratuitas. A) Exposição de Artes O projeto apresentará um programa de acessibilidade multimídia, envolvendo audiodescrição de todas as obras da exposição, bem como a inclusão de intérprete de LIBRAS nas comunicações presenciais e videográficas. Para garantir a autonomia dos visitantes com deficiência visual, haverá um mapa tátil na entrada da exposição associado à informações sonoras. No mapa tátil haverá as informações da localização das obras. Terá, igualmente, identificadores em braille para a exposição. Os textos de apresentação e informação também serão escritos em linguagem simples para público com deficiência intelectual e crianças. Nas visitas guiadas, oficina e roda de conversa, haverá intérprete de LIBRAS. Os vídeos de divulgação terão legendagem, e serão produzidos vídeos em LIBRAS direcionados para o público com deficiência auditiva e surdo. Nas redes sociais, fotografias e cards publicadas terão textos descrevendo as imagens na legenda das publicações, direcionada ao público com deficiência visual. A acessibilidade será trabalhada em todas as etapas da comunicação de divulgação da exposição, para garantir a participação social do público com deficiência em igualdade de condições e fruição que os demais. B) Curso / Oficina / Estágio ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais das atividades previstas na programação, são adaptados para garantir o acesso e conforto de portadores de necessidades especiais, crianças e idosos. Os espaços são providos com rampas, áreas reservadas para cadeirantes, instalações sanitárias apropriadas e profissionais treinados para orientação e auxílio à locomoção. Além disso será oferecido uma área com cadeiras quando se fizer necessário.Custo previsto na planilha: As medidas não terão custo específico para o projeto. Estas medidas já foram adotadas nos locais onde ocorrem as atividades. A manutenção quando necessária é custeada com recursos próprios. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá material impresso em braile quando se fizer necessário ou audio descrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá Intérprete de Libras durante as apresentações, se fizer necessário. Custo previsto na planilha.

Democratização do acesso

Todas as atividades ofertadas serão gratuitas e abertas ao público em geral. O projeto prevê a realização de visitas guiadas específicas para os povos indígenas de cada cidade, em parceria com organizações do terceiro setor e entes públicos focados nas causas indígenas, como forma de proporcionar uma experiência culturalmente relevante e inclusiva para as comunidades locais. As parcerias com entidades como a Federação dos Povos e Organizações Indígenas do Ceará (Fepoince), a Comissão dos Povos Indígenas em São Paulo e a Associação do Grupo Indígena Tembé do Alto Rio Guamá em Belém demonstram um compromisso conjunto com a promoção da cultura e dos direitos indígenas. Além disso, faremos visitas guiadas para jovens da rede pública de ensino em cada cidade que a Exposição irá passar; esta ação promove a inclusão social desses jovens, além da democratização de acesso à cultura, uma luta constante no Brasil. Atendendo o Art. 28 da IN 01/2014 outras medidas de democratização de acesso serão oferecidas: V - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Elaine Hazin Diretora Geral Elaine Hazin é CEO da Via Press, tendo realizado a gestão de diversos eventos estrategicamente planejados, dos seguintes clientes: Bahiatursa, Secretaria de Turismo da Bahia; Petrobras e Transpetro. Coordenou a comunicação de eventos internacionais, representando o Brasil com o “Expresso Brasil na Copa”, ação do MinC na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, e “FESMAN - Festival Mundial de Artes Negras”, no Senegal em 2010. Na CAIXA Cultural, realizou diversas exposições: Êxodos – Sebastião Salgado (Salvador, Recife, Curitiba, Brasília e Fortaleza); Francisco Brennand – O Mestre dos Sonhos (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza e Brasília), Poesia Agora (Rio de Janeiro e Salvador), Carolinas (Fortaleza e Salvador), Hiper-realismo no Brasil - Giovani Caramello(Salvador, Curitiba, São Paulo, Recife, Fortaleza e Brasília), Translaerte (Brasília e Curitiba), Alô Alô Terezinha, 100 anos de Chacrincha (Salvador), Ser feliz é para quem tem coragem (Salvador), Mariana por Christian Cravo (Salvador e Fortaleza) Juliana Xucuru Curadoria: Juliana Xucuru é Artista Visual contemporânea indígena, de etnia pertencente ao povo Xukuru de Cimbres de Pesqueira - Pernambuco. Nasceu em uma das aldeias dos territórios Xukuru de Ororubá em Pesqueira, Pernambuco . Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba e Mestra em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal de Pernambuco -UFPB/UFPE. Seu trabalho se desdobra a partir de uma busca por memórias e identidades , partindo de uma poética da “transparência” que problematiza pesos e levezas envolvidos na romantização sobre a figura da mulher, ampliando este estudo para o contexto da mulher indígena a partir de seu próprio corpo e contexto entre/com as outras mulheres de sua etnia. Em seu trabalho poético, a artista busca tratar das vivências com seu povo mais intensamente, ao mesmo tempo em que busca desvelar sua própria história, identificando e enfrentando imagens/ narrativas colonizadoras ainda persistentes no contexto atual da mulher indigena Xukuru. Dentre seus trabalhos destacam-se, a participação como: artista selecionada no Primeiro e Segundo Festival de Artes do Agreste Meridional / Festival de Inverno, nas exposições Coletivas no Centro de Artes Armando Monteiro em Garanhuns- Pernambuco, em 2005 e em 2006; Festival Internacional de Aquarelas de Paraty; Galeria Navegary- Rio de Janeiro, 2015; artista selecionada para a residência artística e exposição coletiva no Festival Confluências de Artes em Clorinda – Argentina, 2017; Exposição individual “TranspareSSer” realizada no Centro Cultural Correios Recife, com curadoria de Sônia Marques, em 2018/2019. Possui obras no acervo do NAC – Núcleo de Arte Contemporânea da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e como artista pesquisadora integra o grupo de Pesquisa Ensino das Artes Visuais (GPEAV) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.