Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2412799Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ARVORAR

ELAINE ERHARDT ROLLEMBERG CRUZ 10343705702
Solicitado
R$ 272,3 mil
Aprovado
R$ 272,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-11-07
Término
2025-11-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

ARVORAR é um espetáculo/instalação solo de Dança Contemporânea, com a proposta de apresentar artisticamente a simbologia ancestral 'árvore - corpo - vida', como viés de diálogo a respeito do que compõe a existência e expressão de um corpo negro atuante, entre suas raízes, troncos, galhos e frutos. Um espetáculo multidisciplinar, por apresentar um cenário instalação, com uma arte visual em integração com a dança, ambos propondo uma experiência imersiva enquanto espetáculo de dança. ARVORAR é um espetáculo/instalação solo de Dança Contemporânea, com a proposta de apresentar artisticamente a simbologia ancestral 'árvore - corpo - vida', como viés de diálogo a respeito do que compõe a existência e expressão de um corpo negro atuante, entre suas raízes, troncos, galhos e frutos. Um espetáculo multidisciplinar, por apresentar um cenário instalação, com uma arte visual em integração com a dança, propondo uma experiência imersiva enquanto espetáculo de dança. Assim, motivado pela questão do nosso enraizamento como ancestralidade e das nossas ações presentes, síntese do passado e futuro, como semeadura e florescimento, ARVORAR é criado e encenado pelo bailarino e coreógrafo preto Diego Cruz contando com a direção compartilhada de uma mulher miscigenada, a produtora e diretora de movimento Elaine Rollemberg, e uma mulher indígena, a multiartista celebrada Zahy Tentehar, que também participará da trilha sonora e de narrações da peça. Elaine é responsável pela produtora de Zahy, a qual defende esta proposta de projeto como proponente. As imagens cênicas conceituadas são assinadas por Mariana Villas Boas e são norteadas pela simbologia ancestral impressa na natureza e nossa corporeidade.

Sinopse

ARVORAR é um espetáculo/instalação solo de Dança Contemporânea, com a proposta de apresentar artisticamente a simbologia ancestral 'árvore - corpo - vida', como viés de diálogo a respeito do que compõe a existência e expressão de um corpo negro atuante, entre suas raízes, troncos, galhos e frutos. Um espetáculo multidisciplinar, por apresentar um cenário instalação, com uma arte visual em integração com a dança, propondo uma experiência imersiva enquanto espetáculo de dança. Assim, motivado pela questão do nosso enraizamento como ancestralidade e das nossas ações presentes, síntese do passado e futuro, como semeadura e florescimento, ARVORAR é criado e encenado pelo bailarino e coreógrafo preto Diego Cruz contando com a direção compartilhada de uma mulher miscigenada, a produtora e diretora de movimento Elaine Rollemberg, e uma mulher indígena, a multiartista celebrada Zahy Tentehar, que também participará da trilha sonora e de narrações da peça. Elaine é responsável pela produtora de Zahy, a qual defende esta proposta de projeto como proponente. As imagens cênicas conceituadas são assinadas por Mariana Villas Boas e são norteadas pela simbologia ancestral impressa na natureza e nossa corporeidade.

Objetivos

Produzir criativamente um espetáculo de Dança contemporânea através da relação simbólica entre árvore e corpo, oferecendo ao mercado artístico uma expressão conceitual e atualizada sobre ancestralidade, relevante aos valores antirracistas, sociais e culturais. Investir na produção artística, valorizando o conhecimento e a dedicação em composição de obra inédita, oportunizando a experiência em produção artística com embasamento conceitual, sendo, além de sensível, educativo à sociedade. Fomentar a formação e especialização de artistas dedicados a produção de arte e cultura com cunho multidisciplinar, com qualidades estéticas e discursivas sobre pautas sociais relevantes à contemporaneidade. Manter a produção de arte viva, reconhecendo a oportunidade para reinvenção e valorizando a arte como potente manifesto de transformação e cura social. Objetivos específicos * 1 Espetáculo de Dança contemporânea inédito, com um renomado bailarino negro brasileiro e uma diretora indígena ganhadora do prêmio Shell de melhor atriz em 2024. * Temporada de 4 semanas de apresentação em teatro carioca. * composição de trilha sonora específica afro-indígena * Com o propósito de oferecer à sociedade uma relevante expressão artística e uma experiência transformadora, promovemos uma ação que respeita às seguintes políticas: Sobre o tema: antirracismo, decolonização, representatividade, pluralidade. Sobre a obra: multidisciplinaridade, Inovação, acessibilidade, inclusão, impacto no cenário artístico, Valorização da arte e das culturas brasileiras Sobre a equipe/ produção: Geração de emprego, transparência, desenvolvimento econômico, social e humano, sustentabilidade, descentralização, coletividade, geração de valores compartilhados.

Justificativa

Podemos perceber nosso corpo semelhante a uma árvore. A palavra pé, podos em grego, está relacionada à palavra paidos, que significa criança. Essa relação de significados aproxima a ideia de origem, ancestralidade e enraizamento e aterramento, por exemplo. A sabedoria africana, quando compara homem e árvore, diz que as raízes das árvores podem ser percebidas como uma teia, uma trama que pode estar associada aos atravessamentos plurais humanos. Cada árvore, assim como cada ser humano, nasce a partir dessa trama histórica, coletiva e com isto se substantifica, tornando-se único. Nosso tronco e nossa coluna pedem força e mobilidade, sendo a representação do presente, o meio do trânsito e do fluxo, por onde se ritualiza a energia orgânica que nos percorre, tal qual a seiva percorre a árvore. Nossos Galhos e membros superiores, como eixos multi vetores, são, sinalizadores e facilitadores de ações e expressões. É da abertura e do fechamento de nossas mãos, por exemplo, que simplesmente nasce um gesto muito significativo como flores, carinhos e frutos. O corpo do ser humano é o registro de suas experiências e suas expressões são indícios daquilo que foi vivenciado. Um corpo é uma memória materializada. Consciente ou inconscientemente um corpo conta a sua história ao existir. No entanto, quanto mais consciente de si e do que te compõe no mundo, mais forte e equilibrado o ser pode ser na sua integralidade, tal qual a árvore, quanto mais enraizada, mais forte e estável ela é, sendo capaz de de desenvolver-se e prosperar. Perceber-se e cuidar-se como natureza é sacralizar-se. Na sacralidade, a partir do enraizamento, se espirala e dilata com modos de vida tecnológicos e sensíveis, sintetizando no movimento uma existência histórica. É através do corpo, reconhecendo seu espaço íntimo e externo, superando as barreiras e criando limites como forma de sobrevivência, que se chega à liberdade, à graça e à beleza, desenvolvendo existências elevadas e frutíferas. Assim, nos percebendo como árvore, motivado pela questão do nosso enraizamento como ancestralidade e das nossas ações presentes, síntese do passado e futuro, como semeadura e florescimento, ARVORAR é criado e encenado pelo bailarino e coreógrafo Preto Diego Cruz com a Direção de Elaine Rollemberg. As imagens cênicas conceituadas são norteadas pela simbologia ancestral de que nossos pés são nossas raízes na terra e os cabelos são meios de contato com o divino. MOTIVAÇÃO "Quando me olho no espelho não me vejo, eu enxergo além de mim, eu enxergo aqueles que vieram antes de mim e lutaram para que eu estivesse aqui hoje. Não falo de um passado recente, mas sim de algo que veio muito antes dos meus pais e avós. Uma conexão muito forte e que me conecta a toda minha ancestralidade. Entender mais sobre nossa ancestralidade nos fortalece, nos deixa mais enraizados com nossa própria história, principalmente uma história que tenta ser apagada ou desconfigurada a todo momento. Conectar-nos às nossas raízes históricas implica em entender o papel da cultura africana na construção identitária de quem éramos, somos e seremos futuramente. Muito importante perguntar: Quem são esses pretos que vieram antes de nós? Quem são esses pretos que fizeram e fazem história? Quem são esses que mostram a verdadeira história? Quem são aqueles que nos deram voz? São perguntas que muitas vezes já foram feitas, mas devem ser refeitas sempre para nunca serem esquecidas. Nossas raízes são o que nos mantém vivos, precisamos cuidar dela e colocar essa história afrodescente como protagonista para redescobrir nossa identidade nessa busca incessante por um diálogo entre as nossas memórias ancestrais e as nossas vivências atuais, levando em consideração a importância das tradições africanas." Diego Cruz

Estratégia de execução

PÚBLICO ALVO Grande público em geral, amantes e profissionais da dança e apreciadores de espetáculos cênicos multidisciplinares, conceituados e com engajamento educativo e social. Visamos a acessibilidade e inclusão social proporcionando a equidade de nossos espectadores. Classificação etária: Livre Tempo estimado: 50 min PLANO DE MÍDIA Globo Veja RioJornal ExtraCorreio da ManhãJornal Posto SeisRádios: Nacional e Mec ,Roquette PintoNota no Ancelmo GoisNota ou matéria no Blog da Lu Lacerda.Programa de TV da Gardênia- na Band Rio.Sites de cultura.Programas de entrevista na internet.Lives com a responsável pelo projetoDivulgação em Redes SociaisInstagram, facebook, youtube, etc. CONTRAPARTIDA Nosso projeto integra as ações de marketing cultural, com o objetivo de divulgar a marca da instituição, agregar atributos positivos à sua imagem, gerar oportunidades de aproximação com públicos de interesse e contribuir para a geração de riqueza na cadeia cultural.

Especificação técnica

CENOGRAFIA E FIGURINO Forração de tecido de juta sobre o palco com cordas saindo do corpo do bailarino formatando uma instalação. Tecido brim Algodão cru Gaze de algodão Couro sintético marrom ocre Lona crua algodão Cânhamo grosso Tela Juta trama média Malha de algodão Tule de algodão Corsa Sisal Barbante grosso Bordados diversos Passamanarias Linhas de pesponto de algodão ILUMINAÇÃO 6 - Ribalta de led RGBW 8 - Par led RGBw 8 - Par 64 #2 1000w/220v 8 - Elípso ETC 36graus com iris e porta gobo 6 - PC 1000w/220v c/ bondor 10 PB 50W / 12v *Todos os refletores com garra, porta gel e cabo de seguranças. 1 - Máquina de fumaça HASE 8 - Cabo DMX 5m 10 - Cabo DMX 15m 3 - Cabo paralelo 10 - Extensões 5m 10 - Extensões 10m Não haverá utilização de materiais sensíveis ou perigosos. Não haverá utilização de música ao vivo. A trilha será disponibilizada em mp4 e executada por display.

Acessibilidade

Sessão especial com serviço de audiodescrição para deficientes visuais do produto cultural e Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) para deficientes auditivos do produto cultural; Ainda, disponibilizaremos folder virtual e audiodescrito para atenção inclusiva.

Democratização do acesso

Espaço que comportem confortavelmente todo tipo de deficiência. Ingressos disponíveis gratuitamente. disponibilização do elenco para roda de diálogo sobre o tema abordado para que cumpra-se através do espetáculo, para além de uma ação cultural, uma ação social e educacional.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA ARVORAR EQUIPE TÉCNICA Idealização/ coreógrafo/ bailarino : Diego CruzDireção Coletival: Elaine Erhardt Rollemberg, Zahy Tentehar e Diego CruzDireção de Produção: Elaine RollembergProdução Executiva : Rafael GugliottiCenografia: Mariana Villas BoasFigurinista: Caio BragaTrilha sonora: Luan Correia dos Santos (Mbé) e Zahy TenteharIluminação: Valmyr Ferreira SilvaAssessoria de Imprensa: Maria Fernanda GurgelProdução de Imagens e Filme: Leonardo Martins NOME: DIEGO DA CRUZ CARVALHO BRAGA FUNÇÃO:IDEALIZAÇÃO, COREÓGRAFO E BAILARINO RESUMO DA TRAJETÓRIA: Graduado em Licenciatura em Dança. Dançou como bailarino contratado na produção de “Bela Adormecida”, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2007, ingressou no Balé do Teatro Guaira. Desde 2008, passa a integrar o elenco artístico do Balé da Cidade de Niterói. Em 2022 começou a participar como bailarino convidado da Esther Weitzman Cia. Dança Começou a desenvolver sua linguagem coreográfica em 2016 criando trabalhos para Ateliê Coreográfico da Companhia do Ballet da Cidade de Niterói, Companhia do Teatro Alberto Maranhão em Natal, Faces Cia de Dança do RJ e Coletivo Dona Coisa de SP. No audiovisual foi contemplado em 2022 e 2023 com o prêmio ONDAS DA CULTURA da FUNARJ com trabalhos de video dança coreografados por Christine Ceconello Na Dramaturgia de movimento colaborou para o curta-metragem DE PANO E REMENDADA, contemplado como o prêmio ONDAS DA CULTURA da FUNARJ e do vídeo performance SOU COM ELAS. Integrante da comissão artística de dança contemporânea do Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro. Idealizador do projeto “Vamos Falar Sobre”, onde proporcionou aulas gratuitas online com diversos profissionais nacionais e internacionais, além de entrevistas, residências coreográficas e compartilhamento de conteúdo para a classe artística devido a pandemia covid-19. QUAL PONTUAÇÃO ESPECÍFICA SE APLICA: Negro/ lgbtqiap+ NOME: ZAHY TENTEHAR FUNÇÃO: DIREÇÃO, TRILHA SONORA E NARRAÇÃO RESUMO DA TRAJETÓRIA: Autodidata e multidisciplinar, Zahy, uma mulher indígena e artista - nascida na reserva Cana Brava, no Maranhão/Brasil - é resultado do atravessamento em sua identidade de questões originárias e contemporâneas e vem entrelaçando diálogos inovadores entre suas múltiplas linguagens, questionando ao longo de suas criações o comportamento da humanidade e suas intervenções socioculturais na atualidade. Atuando intensamente no mercado artístico, seja no teatro ou audiovisual, Zahy questiona-se sempre o ponto de equilíbrio entre as demandas do mercado capitalista e seus propósitos de comunicação e sensibilidade para sua atuação. Na música, Zahy participou na composição de duas canções com José Miguel Wisnik, seu amigo e parceiro na área. São as canções: “Terra plana” e "Estranha religião". A artista participou também de alguns shows do mesmo. Além disso, ela foi compositora, cantora e arranjadora vocal no solo “Azira’i - Um musical de memórias”. Ainda, Zahy foi convidada especial do programa “Essa Nossa Canção”, apresentando uma regravação da música “Língua” de Caetano Veloso para o Museu da Língua Portuguesa. Com curadoria de Carlos Nader e Hermano Vianna, consultoria de José Miguel Wisnik e curadoria especial de Isa Grinspum Ferraz. Como Artista Visual, expôs através de instalações solo para o Canal Project-NY e SESC COPACABANA-BR. Em coletivo, expôs para New Museum-NY, MAM-BR, MAR-BR, MASP-BR e CasaFestival-UK. Na TV, Zahy estreia no ano 2024 sua primeira novela, “No Rancho Fundo”, no horário das seis com Direção de Allan Fiterman e escrita por Mário Teixeira. Ela integrou o elenco da “Série Dois Irmãos” Rede GLOBO, com a Direção de Luís Fernando Carvalho e “O sono do homem branco” do mesmo diretor para a TV Cultura. Em Streaming, foi protagonista ao lado de Marcos Pigossi na segunda temporada de “Cidade Invisível”, série criada por Carlos Saldanha, na Netflix. Ainda este ano, Zahy está para estrear duas outras séries: “Americana” para o Canal Star+ da Disney plus e "Tarã" também da Disney Plus. No Cinema fez “Não Devore Meu Coração”, com Direção de Felipe Bragança e atualmente com uma nova parceria como Co-Diretora e atriz de uma nova adaptação de "Macunaíma" para o Cinema com o mesmo diretor. Fez "Semente Exterminadora" do Diretor Portugues Pedro Neves Marques e "O Jardim Fantástico" de Fábio Baldo e Tico Dias. No teatro, Zahy foi vencedora como melhor atriz no Rio de Janeiro pelo Prêmio SHELL 2024, por seu solo musical “Azira’i” que também recebeu outras 4 indicações no Prêmio Shell e 4 no Prêmio APTR. Foi protagonista na ópera "Il Guarany - O Guarani", de Carlos Gomes, com concepção de Ailton Krenak, direção cênica de Cibele Forjaz e direção musical de Roberto Minezuk. A ópera uniu a Orquestra Sinfônica Municipal, o Coro Lírico Municipal, e com participação especial de uma Orquestra e Coro Guarani, do Jaraguá KYRE'Y KUERY. Atuou em “Macunaíma - Uma Rapsódia Musical” como atriz convidada pela companhia Barca dos Corações Partidos e com Direção de Bia Lessa. Também foi atriz convidada para as peças "Os insensatos" e "Guerra em Iperoig" com a companhia Mundana, com direção coletiva e "Como Devo Chora-los?", com a Direção de Marina Vianna. Atualmente está circulando o Brasil com o seu primeiro solo, espetáculo musical “Azira’i”, após temporada no Teatro I no CCBB 2023, produzida pela Sarau Agência e com Direção de Eduardo Rios e Denise Stutz. NOME: ELAINE ERHARDT ROLLEMBERG CRUZ FUNÇÃO: DIREÇÃO ARTÍSTICA E PREPARAÇÃO CORPORAL RESUMO DA TRAJETÓRIA: Brasileira, graduada com Licenciatura em Dança (UniverCidade, 2005), pós-graduada em Produção Cultural (UCAM, 2016) e pós-graduada em Arte e Filosofia (PUC-RIO, 2019). Elaine trabalha com criação, produção e direção artística, dramaturgia de movimento e preparação corporal em projetos culturais empresariais, coletivos ou particulares. Elaine é uma entusiasta do movimento nas produções artísticas, trazendo sua linguagem base como orientação para a fruição de diversas linguagens da pluralidade artística, desde a ideia em projetos até a corporeidade materializada. Suas dedicações têm sido com atenção aos relevantes diálogos socioculturais indígenas, feministas e antirracistas. A profissional atuou como diretora e produtora artística da exposição "ZEXAKAW" de Zahy Tentear na Galeria SESC de Copacabana (2023) e da exibição fílmica de “KARAIW A’E WÀ - Os Civilizados” da mesma artista Zahy Tentehar para a exposição "NAKOADA" no MAM RJ (2022). A profissional foi produtora artística do "Nova Música Convida" - SESC (2022) e do festival "EntreDança" do SESC RJ (2022). Internacionalmente, Elaine produziu artisticamente para Zahy Tentehar , como artista visual para uma instalação solo para o Canal Project - NY e instalações coletivas para New Museum - NY, MAM - BR, MAR - BR, MASP - BR e Casa Festival - UK. Performer e/ou Diretora de movimento de Curtas Metragens como Mocho, Indo, A casa Tomada e Sobre a Natureza das Andorinhas, exibidos pelo festival Move Rio no CCBB-RJ (2022). Preparadora Corporal da Residência do Teatro Independente com direção de Paulo Verlings (2022). Performer, produtora e diretora nos premiado curtas-metragens “De pano e remendada” (2020) e “As Crônicas da Pandemia” (2021), ambos do autor Olavo Wyszomirski, contemplado pela FUNARJ no edital “Ondas da Cultura”. Atriz no curta-metragem “Mensageira” (2021) de Darília Rocha com a Direção de Mariana Villas-Boas. Coordenadora Artística do projeto “Vamos falar sobre” (2020-2022) de Diego Cruz. Coordenadora artística do Álbum Musical “Ywy Pytuhemaw - O fôlego que vem da terra” de Zahy Tentehar. Dramaturga do movimento no espetáculo online “Hodierno” de Diego Cruz (2020). Dramaturga do movimento do clipe “Dia de festa” da Banda Facção Caipira (2019). Preparadora corporal e diretora de Movimento da peça “Primeira Morte (2018)”, Orientadora de aulas de dança para preparação artística de elenco para minissérie “Dois Irmãos” (Globo, 2014/2015). Trabalhou ainda como idealizadora e facilitadora do “Laboratório de Corpo Modal” no Espaço Corpo do SESC de Copacabana (2019), seminarista no Seminário da Faculdade Angel Vianna: "O corpo Filósofo". Comunicação de artigo "O círculo artista, arte e obra" (2017), tendo seu artigo publicado pela editora Atena, como capítulo do livro “Artes: Propostas e acessos". Foi professora do Curso de Aperfeiçoamento Profissional (CAP) do Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro (SPDRJ). Disciplinas ministradas: “Estudo dos movimentos cadenciados – Energia na Dança” e “Metodologia de ensino – Desenvolvimento de plano de aula” (2018 – 2015). QUAL PONTUAÇÃO ESPECÍFICA SE APLICA: Mulher NOME: MARIANA VILLAS-BÔAS FUNÇÃO:CENOGRAFIA RESUMO DA TRAJETÓRIA: Mariana Villas-Bôas tem formação em Arquitetura e Urbanismo pela Puc-Rio e Escola de design BAU, em Barcelona. Estagiou no escritório do arquiteto catalão Toni Gironès na Espanha em 2011 e na Folguedo Produções no RJ. Entre 2013 e 2017 trabalhou como cenógrafa assistente na TV Globo, onde integrou a equipe de novelas como Meu Pedacinho de Chão e Velho Chico e da minissérie Dois Irmãos. Assinou a cenografia de exposições como "Assista a Esse Livro - Dois Irmãos" e da Ocupação Literária Dois Irmãos, no Instituto Europeu di Design – Rio, e a concepção e execução da vitrine especial 30 anos da Livraria da Travessa em homenagem à minissérie Dois Irmãos, que marcou o lançamento do livro "Fotografias - O processo criativo dos atores de Dois Irmãos". Em 2017 assinou a cenografia da peça “Alair”, com direção de Cesar Augusto e texto de Gustavo Pinheiro. Em 2018 atuou como cenógrafa no galpão de criação do diretor Luiz Fernando Carvalho em SP. Durante esse ano desenvolveu pesquisa e assinou a cenografia do longa “A paixão segundo G.H.” (Clarice Lispector), rodado no Rio de Janeiro. De fevereiro a abril de 2.019 participou do workshop de artes plásticas na Florence Academy of Arts em Florença, onde teve aulas de desenho de observação, pintura e história da arte. Nesse mesmo ano, teve seu curta experimental, em parceria com a artista Zahy Guajajara, exibido no festival Kannibal Fest em Berlim e no Festival de Curtas do Rio de Janeiro. No segundo semestre de 2019, assinou a cenografia do longa "Agreste”, do diretor Sérgio Roizenblit, rodado no Sertão da Bahia, onde morou por dois meses. Nesse período acompanhou a construção da casa de taipa, cenário principal do filme e preparou outros sets para as filmagens. Em seguida fez a produção de arte do filme “Sol”, da diretora Lô Politi, na mesma cidade. De dezembro de 2019 a Março de 2020 foi a primeira assistente de arte do Diretor de Arte Tulé Peake na série ''A Névoa" da HBO, produzida pela produtora O2, em SP. Durante o período de quarentena no RJ, respeitando o isolamento social, dirigiu a artista Zahy Guajajara em uma nova performance, Pytuem: Uma carta em defesa dos Guardiões da Floresta, que foi exibida em festivais europeus de teatro online, como: Festival Grec, Tanz im August, Festival La Citè, etc. Uma versão reduzida do projeto foi selecionada pelo edital do Itaú Cultural em 2020. Em novembro de 2021 o curta foi exibido no Festival de Curtas do RJ. De outubro a dezembro de 2020 assinou a Direção de Arte do longa “Epitaph” do roteirista, diretor e ator Bernardo Barreto. O longa foi co-dirigido por Jorge Farjallam, diretor de teatro. Em 2021, de Janeiro a Abril, trabalha como diretora de Arte no longa “Depois do Trem” do diretor Joel Pizzini. NOME: VALMYR FERREIRA SILVA FUNÇÃO:ILUMINAÇÃO RESUMO DA TRAJETÓRIA: Valmyr Ferreira, Iluminador cênico há 20 anos, possui projetos realizados em espetáculos teatrais, exposições e shows. Trabalhou com diretores como Márcio Meireles, Fernanda Júlia, Cristina Pereira, Débora Landim, Luiz Antônio Pilar, Paulo Henrique Alcântara, Fernando Philbert, Lázaro Ramos, Elísio Lopes Junior e outros. Viajou os sete países de língua portuguesa (Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Timor Leste e Portugal), ministrando oficinas de práticas de iluminação cênica. Atuando também como fotógrafo, desenvolve o Projeto PRETO NO PALCO que se dedica a registrar fotograficamente espetáculos teatrais de dramaturgia, atuação e criação negra para a construção de memória e acervo fotográfico para o teatro preto brasileiro. Há 16 anos desenha a Iluminação dos shows do cantor Geraldo Azevedo. QUAL PONTUAÇÃO ESPECÍFICA SE APLICA:Negro NOME: LUAN CORREIA DOS SANTOS (MBÉ) FUNÇÃO:TRILHA SONORA RESUMO DA TRAJETÓRIA: Músico, Pesquisador, Técnico de som, Produtor Cultura e Executivo desde 2013. Musico no projeto solo Mbé Beatmaker e Produtor do coletivo Justa Causa Baterista no duo Ó Só Produtor executivo do selo carioca QTV TRABALHOS PRODUZIDOS Trilhas Sonoras - Pegada (Curta) 2020 - Diretor Marx Braga - Dourado (Curta) 2022 - Diretor Marx Braga - Itapaje (Curta) 2020 - Diretor Marx Braga - Cortejo para a dor (Performance) 2021 - Diretor Guto Carvalho Neto - Muyrakytã (Ballet da cidade de SP) 2022 – Diretor Allan Falieri - Comercial da Fabula (Marca de roupa) 2022 Performance - Ìfura com Marco Scarassatti (Bienal de SP) 2021 Discos Mbé – ROCINHA Singles wellNinja - Corrida Maluca Justa Causa - Código Morse Justa Causa – Papo de Cria Produção Executiva Negro Leo – Action Lekking Tantão e os Fita - Piorou Chelpa Ferro – Hip Hop Cadu Tenorio – Monument For Nothing QUAL PONTUAÇÃO ESPECÍFICA SE APLICA: Negro NOME: Elisio Freitas FUNÇÃO: Produtor Musical RESUMO DA TRAJETÓRIA: Elisio é multinstrumentista e produtor musical. É bacharel em “Música e Tecnologia” com especialização em produção musical pelo Conservatório Brasileiro de Música e Mestre emmúsica pela UFRJ. Cursou “Música para TV e Cinema”, pela Musimagem, onde estudou com nomes como Tim Rescala e David Tygel, além de diversos cursos livres, como por exemplo, Composição e Orquestração com Me Armando Lobo e guitarra com Nelson Faria. Atua ativamente na nova cena da música brasileira, tendo produzido álbuns de César Lacerda (Porquê da Voz, Tudo, tudo, tudo, tudo) , de Aline Lessa (Aline Lessa), Flavio Tris (Sol Velho, Lua Nova, Vela), Luisa Lacerda, Iara Ira, Ilessi (Dama de Espadas), Juliana Linhares (Nordeste Ficção) e Thiago Amud (São), todos muito bem recebidos pela crítica especializada. Já trabalhou também com nomes como, Lenine, Marcos Suzano, Paulinho Guitarra, Moska, Maria Gadú, Zeca Baleiro, Mônica Salmaso, Kassin, Zezé Motta, dentre outros. Constam também trabalhos em trilha sonora, como por exemplo, a composição (em parceria com João Schimid) e mixagem surround da peça “Vestido de Noiva”, na montagem de Caco Coelho, em 2012, no CCBB,a trilha original do média metragem "Pipeiros da Água Santa", além dos curta metragens “Nos Escuro” e “Lição de Casa” de Pedro Murad, premiados em festivais dentro e fora do Brasil, além do longa LAPA, de Pedro Murad. Ganhou um Leão de Ouro de Cannes fazendo parte da equipe de trilha para o institucional "The Prevention Grid- fighting fires before they start" em 2022. Em 2022 fez a assistência de direção musical de Alexandre Kassin no musical de teatro "Clube da Esquin: os sonhos não envelhecem", de Dennis Carvalho. Atualmente participa como guitarrista das bandas de apoio de Thiago Amud; do projeto SOBREGAL, de Marcela Mangabeira; Ilessi; Caio Prado; da Banda Pietá, de Juliana Linhares e Seu Jorge; É também professor na graduação e pós graduação do Conservatório Brasileiro de Música, dá aulas particulares, além de produzir álbuns, singles e trilhas para publicidade. QUAL PONTUAÇÃO ESPECÍFICA SE APLICA: Negro

Providência

PROJETO ARQUIVADO.