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O projeto visa produzir uma exposição fotográfica que retrata a história velada de mulheres que sofrem com endometriose, por meio de imagens sensíveis e artísticas que irão dar vozes e espaço de escuta para dores invisíveis. A exposição contará com programação paralela de oficinas, apresentações artísticas, bate papos e um site do projeto.
§ Objetivo Geral O objetivo geral do projeto é sensibilizar a sociedade e aumentar a conscientização sobre a endometriose, dando visibilidade às histórias e dores invisíveis das mulheres que sofrem com a doença. Através de uma exposição fotográfica e programação paralela, o projeto busca promover empatia, fomentar discussões e criar um espaço de escuta e apoio para essas mulheres. O projeto se enquadra nos itens abaixo relacionados do artigo 3º. do Decreto 11.453 de 23/03/23: V. Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; § Objetivos Específicos:Para alcançar os objetivos do projeto serão realizadas as atividades abaixo listadas: As atividades propostas são: 1. Exposição Meta: Produzir e exibir uma série de no mínimo 30 fotografias em preto e branco com intervenções em vermelho, retratando a vida e as dores das mulheres com endometriose. A exposição deve apresentar além das fotografias, textos e expografia que ambiente as obras com uma proposta atrativa ao expectador.Período de exibição: 1 mês 2. Programação Paralela 2.1 _ Oficinas criativasAs oficinas são espaços de encontros entre o público e artistas mulheres que aprofundam a temática do projeto por meio de atividades artísticas manuais. Serão realizadas ao longo do período expositivo.Meta: 4 oficinas criativas 2.2 _ Apresentações artísticasAs apresentações artísticas são espaços para valorização das mulheres nas artes. Serão apresentações intimistas de teatro, música e dança, realizadas ao longo do período expositivo.Meta: 1 apresentação de teatro, 1 apresentação de dança, 2 apresentações de música. 2.3 Bate PaposRealização de conversas que visam buscar no encontro de artistas, escritoras, filosofas e médicas inspirar mulheres.Meta: 4 encontros com 2 convidadas e uma mediadora. 3. Plataforma onlineCriação de um site para difusão do conteúdo do projeto e apresentação da exposição online, de forma a alcançar um público maior.Meta: 1 site
A endometriose é uma condição médica crônica que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, muitas vezes com consequências devastadoras para sua saúde física e emocional. No entanto, apesar de sua prevalência, a endometriose ainda é pouco compreendida e frequentemente diagnosticada tardiamente, resultando em anos de sofrimento silencioso para as mulheres afetadas. A exposição fotográfica e a programação paralela do projeto têm como objetivo sensibilizar o público e aumentar a conscientização sobre a endometriose, trazendo à luz as histórias e as dores das mulheres que vivem com essa condição. A visibilidade gerada pelo projeto pode ajudar a combater o estigma e a desinformação que cercam a doença. Ao dar voz às mulheres que sofrem com endometriose, o projeto proporciona um espaço de escuta e empoderamento. Através das fotografias e das atividades complementares, essas mulheres têm a oportunidade de compartilhar suas experiências e encontrar solidariedade e apoio em uma comunidade mais ampla. Isso não só alivia a sensação de isolamento, mas também fortalece a rede de apoio e promove a autoestima das participantes. A exposição visa ampliar o olhar para o feminino e suas questões, buscando nas artes a sensibilidade para promover o encontro com os desconfortos e desafios da vida das mulheres. A abordagem artística do projeto, utilizando fotografias com intervenções visuais, oferece uma forma única e poderosa de comunicar a experiência da endometriose. A arte tem a capacidade de tocar as pessoas em um nível profundo e emocional, criando um impacto duradouro. Além disso, a programação cultural paralela diversificada cria um espaço de troca e experiência que contribui para a vitalidade cultural da comunidade, proporcionando acesso a eventos artísticos e educativos de alta qualidade. Em resumo, o projeto é uma iniciativa vital que combina arte, educação e empoderamento para abordar uma questão de saúde feminina muitas vezes negligenciada. Sua importância reside não apenas em aumentar a conscientização sobre a endometriose, mas também em proporcionar um espaço de apoio e voz para as mulheres que vivem com essa condição. O incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental na obtenção de recursos para promoção de uma atividade desse porte ser oferecida de forma totalmente democrática e gratuita, unindo arte e conscientização. Acreditamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o. da Lei 8.313/91:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; eVIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o. da Lei 8.313/91): II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Plano Pedagógico 1. Oficinas CriativasObjetivo Educacional: Capacitar os participantes a explorar e expressar suas próprias experiências e percepções em torno da saúde feminina, utilizando a arte como ferramenta de expressão. Estimular a criatividade e a sensibilidade para promover o engajamento do público com o projeto. Metodologia:· Oficinas Práticas: As oficinas serão conduzidas por artistas mulheres e irão focar em técnicas como pintura, colagem e escultura, permitindo que os participantes expressem visualmente seus sentimentos e reflexões. Plano de Atividades:· Duração: 4 oficinas de 2 horas cada· Capacidade: 20 participantes por oficina· Estrutura:o Introdução ao tema da oficina o Demonstração de técnicas artísticas e introdução ao conceito de "arte como cura".o Criação de obras individuais ou em grupo.o Compartilhamento e discussão dos trabalhos criados, promovendo empatia e compreensão coletiva. Recursos Necessários:· Materiais artísticos (tintas, pincéis, papéis, colagens, etc.)· Espaço acessível e adaptado para garantir a participação de pessoas com deficiência. Avaliação:· Observação do engajamento dos participantes durante as atividades e discussão.· Feedback dos participantes sobre a oficina e o impacto emocional do exercício artístico. 2. Apresentações Artísticas (Teatro, Dança e Música) Objetivo Educacional: Conectar os participantes ao tema do projeto por meio de apresentações artísticas que abordem questões do feminino e as questões invisíveis que cercam essa condição. Utilizar a expressão corporal e a música para estimular a empatia e a compreensão emocional do público. Metodologia:· Performances Narrativas: Apresentações de teatro e dança que expressem a experiência do feminino, trazendo à tona temas de dor, superação e resiliência.· Interação com o Público: Após as apresentações, um breve bate-papo será promovido com os artistas para que o público possa compartilhar suas impressões e sentimentos gerados pela experiência artística. Plano de Atividades:· Duração: 1 apresentação de teatro, 1 de dança, e 2 apresentações musicais, com duração de 1 hora cada.· Capacidade: 50 participantes por sessão· Estrutura:o Abertura com uma introdução contextual sobre o tema.o Apresentação artística (teatro, dança ou música) com foco em temas do feminino Recursos Necessários:· Equipamentos de som e iluminação adequados.· Espaço acessível para a realização das apresentações. 3. Bate-papos com Convidados Objetivo Educacional: Promover uma discussão enriquecedora sobre questões do feminino e os desafios enfrentados por mulheres com essa condição, incluindo aspectos emocionais, físicos e sociais. Metodologia:· Mesas Redondas: Reunião de especialistas em saúde, artistas e mulheres diagnosticadas com endometriose para explorar diferentes perspectivas sobre a doença.Plano de Atividades:· Duração: 4 encontros de 1h30min, com 2 convidadas e uma mediadora por sessão.Recursos Necessários:· Material audiovisual para registros e transmissão das sessões online.· Espaço acessível e adaptado para garantir a participação de todos.
1. Exposição Acessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislaçãoItem orçamentário: Locação de espaçoAcessibilidade para Deficientes Visuais: Informações em braile e audiodescrição- Item orçamentário: AudiodescriçãoAcessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete de libras- Item orçamentário: Intérprete de libras 2. Programação Paralela2.1 Oficinas CriativasAcessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislaçãoItem orçamentário: Locação de espaçoAcessibilidade para Deficientes Visuais: Informações em braile e audiodescrição- Item orçamentário: AudiodescriçãoAcessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete de libras- Item orçamentário: Intérprete de libras 2.2 Apresentações artísticasAcessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislaçãoItem orçamentário: Locação de espaçoAcessibilidade para Deficientes Visuais: Informações em braile e audiodescrição- Item orçamentário: AudiodescriçãoAcessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete de libras- Item orçamentário: Intérprete de libras 2.3 Bate PaposAcessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislaçãoItem orçamentário: Locação de espaçoAcessibilidade para Deficientes Visuais: Informações em braile e audiodescrição- Item orçamentário: AudiodescriçãoAcessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete de libras- Item orçamentário: Intérprete de libras 3. Plataforma onlineAcessibilidade Física: não se aplicaItem orçamentário: não se aplicaAcessibilidade para Deficientes Visuais: recursos de acessibilidade- Item orçamentário: AudiodescriçãoAcessibilidade para Deficientes Auditivos: recursos de acessibilidade- Item orçamentário: Intérprete de libras
Todas as atividades do projeto serão abertas ao público em geral de forma totalmente gratuita. As medidas de acesso seguirão conforme descrito abaixo: 1. Exposição Medida adotada do artigo 30 – In. No. 11/24: IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; 2. Programação Paralela 2.1 Oficinas CriativasMedida adotada do artigo 30 – In. No. 11/24 IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. 2.2 Apresentações ArtísticasMedida adotada do artigo 30 – In. No. 11/24 IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. 2.3 Bate PaposMedida adotada do artigo 30 – In. No. 11/24 IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. 3. Plataforma onlineMedida adotada do artigo 30 – In. No. 11/24 IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.
O proponente fará a gestão administrativo-financeira e a coordenação geral do projeto, sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento dele, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário; bem como pelo planejamento de execução de todo o projeto, cotações e compras, e desenvolvimento da prestação de contas. Assumirá as funções de Coordenação Geral . 1. DIDU LOSSO – COORDENADOR GERAL É formado em Entretenimento e Música pela Universidade da Califórnia em Los Angeles; desenvolveu a técnica de pintura japonesa e arte contemporânea na Shunkun em São Paulo. Fez exposições no Brasil e Estados Unidos, com destaque para as mostras "Inspiração Oriental", realizada no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo (2012), "Laluzapalooza", na Galeria La Luz de Jesus, em Los Angeles (2013 e 2014), "Caos on Canvas" no Museu da Imagem e do Som em São Paulo e na Galeria Vinícius de Moraes do Consulado Geral do Brasil em Los Angeles (2016), “Eu/Tu/Ele/Nós/Vos/Eles” no Museu da Imaginação em São Paulo (2017), LA17 na Galeria Vinícius de Moraes no Consulado Geral do Brasil em Los Angeles (2017) e "Siga Seu Coração" no Museu da Casa Brasileira e Incor (2017) e Sk8+Art Xpressions na Unibes Cultural em São Paulo (2017). Desenvolve sua “signature series” com técnicas mistas como acrílico com massa e areia, pontilhismo e materiais reciclados em skates, camisetas, violões, jaquetas únicas bordadas na Califórnia e objetos. Desde 2015 Didu trabalha com inclusão social, criando oportunidades para artistas com deficiência visual, cadeirantes e crianças com síndrome de Down, tanto criando obras em alto e baixo relevo, que permitem pessoas com deficiência enxergarem com a alma, como os incluindo como artistas convidados em seus projetos. Seja como artista, idealizador ou curador de projetos especiais, o trabalho de Didu reflete sua personalidade: Simples, Transparente e Direto! www.didulosso.com.br 2. Graziela Fraccaroli - FotógrafaGraduou-se em Desenho Industrial com especialização em Comunicação Visual na Faap.Atuou por muitos anos como diretora de arte e diretora de criação no mercado publicitário. Desde 2016 se dedica a fotografia comercial e autoral, participando de diversos cursos e grupos de estudos. Procura refletir em sua prática artística o seu olhar sobre as formas da natureza, o universo feminino, a passagem do tempo, sempre buscando a transformação, a liberdade e experimentações variadas em seu processo criativo. Em 2021 publicou o livro Revoada, lançado pelo Fotô Editorial. Participou de exposições Coletivas e em 2023 foi selecionada para a projeção no Festival de Arles ONOFF (Arles/França). 3. Carolina Krieger - Curadora Vive e trabalha em Camboriú, SC. É artista visual e fotógrafa autodidata. Trabalha com fotografia, imagens do seu álbum de família e colagem manual.Prêmios: “Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia”(2024), “Prêmio Pierre Vergerde Fotografia” (2021), artista indicada ao “Prêmio PIPA” (2022), “Prix Foto Aliança Francesa | Menção honrosa” (2023), “Prêmio Brasil Fotografia” (2013). Exposições Individuais: “Língua Gêmea”- mostra realizada com a poeta Isadora Krieger - Biblioteca Mário de Andrade – São Paulo, SP (2022), “O Espelho do Avesso” - Lianzhou International Photo Festival - China (2013), “O Espelho do Avesso” - Galeria Ateliê̂ Aberto - Campinas, SP (2012). Exposições Coletivas: “Projeções Brasil Imprevisto”- Festival ONOF – Les Recontres d’Arles - Arles, França (2023), “O mais profundo é a pele”- Galeria Belizário - São Paulo, SP (2023), “Constelações, intermitências e alguns rumores”- Zipper Galeria- São Paulo, SP (2015), “VI Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia” – Belém, PA (2015), “PHotoEspaña Descubrimientos” - Madrid (2014). Residências Artísticas: “Vivência Foto Síntese” com Eder Chiodetto – Fazenda Serrinha, SP (2021), “Ateliê̂ ENA” com Eustáquio Neves - Diamantina, MG (2014). Leituras de portfólio: "Festival Photothings" (2023) , "Maratona de Edição Lombada"- Maré Foto Festival (2021), "IV Fórum Latino-Americano de Fotografia/SP" (2016), "Trasaltántica PHotoEspaña" São Paulo (2013). 4. Fabiana Bruno - CuradoraÉ doutora em Multimeios pelo Instituto de Artes da Unicampe pós-doutora em Antropologia Social pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanase pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP. É pesquisadora e coordenadora adjunta do LA’GRIMA-IFCH/Unicamp (Laboratório Antropológico de Grafia e Imagem)e pesquisadora colaboradora do Departamento de Antropologia do IFCH/Unicamp.É curadora e editora e atua em projetos de fotolivros com a Fotô Editorial, em São Paulo, onde coordena e orienta grupos de estudos em fotografia contemporânea. Entre suas curadorias mais recentes está a exposição Coração na Aldeia, Pés no Mundo, de 22 artistas indígenas e não-indígenas, curadoria compartilhada com Fabiane Medinada Cruz, no Sesc Piracicaba, 2022-2023; A Deusa Linguagem em parceria com o curador Eder Chiodetto, na Galeria Vermelho, em 2023; Fábulas de Arquivos - entre feitiços e metamorfoses, com o pesquisador colombiano Oscar Guarín Martinez, no Ateliê̂ Casa, em 2022; e Arquivos órfãos: poéticas de adoção e re-existências de imagens, com curadoria individual, no MACC-Museu de Arte Contemporânea de Campinas, em 2019. Integrou a equipe de Consultoria e Formação do Educativo Sesc durante a exposição Levantes, de Georges Didi-Huberman, no SESC Pinheiros, SP, em 2017. É uma das fundadoras e coordenadora de projetos curatoriais do ACHO – Arquivo Coleção de Histórias Ordinárias, em Campinas, acervo que reúne cerca de 20 mil fotografias anônimas, recolhidas do lixo urbano pela ação conjunta com catadores de reciclados, destinado à adoção de artistas e pesquisadores. 5. Janaina Bastos Soares – Coordenação de Produção Janaina Bastos Soares é uma educadora social, professora e antropóloga apaixonada por educação, cultura e desenvolvimento sustentável. Com formação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e uma licenciatura em Sociologia, Janaina também possui especialização em História, Arte e Educação nos Museus Paulistas.Com uma sólida base educacional, ela complementou sua expertise com capacitações, incluindo "Diseño y gestión de políticas de formación y apoyo al empleo para el mejoramiento de la empleabilidad, la calidad y la equidad en la atención de la economía informal, MYPE y grupos vulnerables," uma iniciativa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), CINTEFOR e ONU, que concluiu em 2010.Ao longo de sua carreira de 16 anos, Janaina tem sido uma defensora incansável das políticas públicas culturais e projetos socioculturais e educativos. Seu compromisso se destacou durante seu tempo como Coordenadora Executiva Adjunta no Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS), onde liderou a implementação de projetos nas áreas de cultura, educação e esportes, colaborando com governos municipais, estaduais, federais e organizações internacionais. Além disso, ela desempenhou um papel central no Monitoramento e Avaliação dos Projetos, baseado em indicadores de resultados.Janaina também é uma educadora ministrando cursos técnicos em Canto, Dança, Regência, Produção Cultural e Eventos na Escola Técnica (ETEC) de Artes desde 2009. Suas disciplinas incluem Produção Cultural e Artística, Contexto Histórico da Produção Cultural no Brasil, Ética e Cidadania, e Planejamento e Desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de Curso.Sua influência se estendeu ao Centro Paula Souza, onde atuou como Coordenadora, liderando projetos especiais, formação e capacitação de professores nas áreas de Artes, Cultura e Cidadania, bem como na implantação do Polo Arte na Escola e coordenação de parcerias institucionais. 6. Camila Alves – Produção executivaCamila Alves é publicitária formada pela Universidade Mackenzie, com especialização em Gestão Cultural pela Itaú Cultural e Universidade de Girona, atua como consultora na área de projetos culturais, sociais e esportivos com foco no planejamento e gerenciamento de projetos executados com leis de incentivo fiscal.Atuando há 24 anos na área, iniciou sua carreira no escritório Cesnik, Quintino & Salinas Advogados, especializado em Cultura e Terceiro Setor. Atuou no desenvolvimento, planejamento, execução e prestação de contas de projetos para diversos produtores e instituições culturais, entre eles: Instituto Pensarte, Instituto Cultural Brasilis, BM&A – Brasil Música, MAM – Museu de Arte Moderna, Olhar Imaginário, Oka Comunicações, Gaia Produções, Deusdará Filmes, Maria Farinha Filmes, Liquid Media Lab, entre outros, na área esportiva desenvolveu projetos com a Universidade do Futebol, Corpore, ESPN e USP. Entre os projetos de destaque estão: Prêmio Oceanos de Literatura, Colegas (espetáculo teatral), Rota das Artes, Festival Arte Serrinha e Instrumental Serrinha 2017, 2018 e 2019 e Unilever Sons do Brasil.Coordenou a área de planejamento e gerenciamento financeiro da CPFL Cultura em Campinas e a área de planejamento e projetos especiais da Poiesis, organização social responsável pelo gerenciamento do Museu da Língua Portuguesa, Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo.Atualmente, é consultora para diversos projetos culturais, coprodutora dos projetos Caos on Canvas (artes visuais) e Cinefantasy (mostra de cinema fantástico), coordenadora do Festival Coletivo Pink (Outubro Rosa 2019 – Casa das Rosas).
PROJETO ARQUIVADO.