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PRONAC 2412856Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

7º Curta Dança

14.957.320 CRISTIANO DINIZ AGUIAR
Solicitado
R$ 569,9 mil
Aprovado
R$ 569,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-04-09
Término
2025-04-16
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O 7º Curta Dança, será um espaço de experimentação em Dança de até 15 minutos. Tendo em vista o quanto mostrar uma pesquisa de linguagem estimula e democratiza o acesso ao palco, essa mostra de danças curtas, que objetiva fomentar a dança nas suas diversas estéticas e estilos, visibilizando outros corpos/estéticos que não o eurocentrado para contribuir de alguma maneira para a decolonização.

Sinopse

Pretendemos realizar em 2025 o 7º Curta Dança, um espaço de experimentação em Dança com coreografias de até 15 minutos. Realizamos em 2015 a 1ª mostra com casa cheia todos os dias e uma programação diversificada, em abril de 2016 realizamos a 2ª mostra, sempre em Belo Horizonte com a maior parte da programação sendo local. Tendo em vista o quanto mostrar uma pesquisa de linguagem estimula e democratiza o acesso ao palco, propõe-se o Curta Dança, mostra de cenas curtas em dança, que objetiva fomentar a dança nas suas diversas estéticas. Em 2018 com recursos da lei municipal de incentivo à cultura de belo horizonte, conseguimos ampliar o evento em parceria com o Corredor Latinoamericano de Teatro para a américa latina, tornando o evento uma mostra internacional. Para 2025 pretendemos fortalecer os laços já criados com a cidade de Belo Horizonte e receber 24 trabalhos do Brasil e da América Latina.

Objetivos

Fomentar a dança nas suas diversas estéticas, sejam afros, ameríndias, populares, contemporâneas ou interlinguagens. O motivo de as danças aparecerem no plural, passa pelo caminho de entendermos os corpos, as danças e as vivências como plurais, por mais que tenham uma mesma base, possibilitando a diversidade como um caminho do festival em suas diferentes faces (na linguagem, na curadoria, na seleção das danças e artistas, com público e todas possibilidades de trocas). Estimular a produção em dança, democratizar o acesso ao palco e promover trocas de experiências diversas entre artistas de Belo Horizonte, a partir da possibilidade de divulgação de uma pesquisa e ou linguagem. Fomentar, estimular , incrementar e ampliar experimentações cênicas em Dança, e, principalmente o contato do público, tanto com a produção de dança, como com a discussão dos processos criativos. Essas trocas serão promovidas diariamente, através das discussões nas mesas redondas com profissionais que tenham relação com as danças afros, ameríndias, populares, urbanas e contemporâneas, brasileiras e latinoamericanas, entendendo como a mudança de olhar para um corpo que não seja eurocentrado, como caminho de possíveis libertações decoloniais

Justificativa

A possibilidade de mostrar uma pesquisa de linguagem, esteja ela em fase inicial ou mais elaborada, estimula a produção, democratiza o acesso ao palco, e promove a troca de experiência entre artistas de Belo Horizonte. Além disso, o projeto pretende fomentar, estimular , incrementar e ampliar experimentações cênicas em Dança, e, principalmente o contato do público, tanto com a produção de dança, como com a discussão dos processos criativos. Essas trocas serão promovidas diariamente, através das discussões nas mesas redondas com profissionais que tenham relação com as diversos estilos de dança. O evento, em suas últimas edições, obteve grande êxito de público e promoveu grandes encontros tanto entre os participantes como também com os mediadores. Entendemos que esse é o momento de ampliar o projeto, para que a sétima edição possa ser realizada atendendo a certas necessidades e melhorias, que no projeto piloto não foi possível, em função da falta de recursos. A demanda por esse tipo de evento e sua mobilização em torno da dança de curta duração já é uma realidade, detectada já na primeira edição. O patrocínio viria chancelar o evento, promovendo o intercâmbio efetivo, já que propostas de fora de Belo Horizonte e Minas Gerais poderiam ter despesas cobertas para sua participação, além de melhorar toda a estrutura técnica, logística e operacional do evento, podendo dar possibilidade de montagem de uma equipe mais ampla e remunerada. Além disso, o acesso do público será a preços populares de R$10,00 inteira e as despesas dos grupos participantes serão cobertas por uma ajuda de custo do evento. Em 2018 começamos uma parceria com o Corredor latinoamericano de teatro que se abriu para a dança em 2017, assim pudemos trazer um curador de Medellín, Colombia, em 2019 mantivemos a parceria e ampliamos para o Paraguai, e, para a 7ª edição em 2025, através da lei municipal pretendemos ampliar as trocas. Para potencializar ainda mais as possibilidades de internacionalização dos trabalhos de experimentação em dança e possíveis desdobramentos, vamos realizar em 2025 uma rodada de negócios aberta para a cidade, todos os artistas da dança, tanto participantes do evento quanto qualquer interessado poderá participar gratuitamente da rodada. Acreditamos que ao convidar curadores de festivais com o mesmo caráter do Curta Dança, potencializamos as possibilidades de troca e circulação de artistas. Para residência "Existir" é importante resaltar que o Brasil é o país que mais mata pessoas trans no mundo, temos uma expectativa de vida de 35 anos, e ao mesmo tempo, onde o que se hostiliza o feminino, e tudo que não está dentro do que é aceito socialmente como masculino, forma um homem que mata. Um país onde pessoas trans são assassinades simplesmente por existirem, um estado como o de Minas Gerais que é o segundo em feminicído no país. O caminho para o diálogo urge, a sociedade está doente, mas os processos de empoderamento, discussões sobre gênero e diversidade, trazem caminhos e possibilidades de transformação. O protejo protagonizado por pessoas Trasn, Egogênero, Gênero Flúido, Não Binárie etc. que vivenciamos na pele a formação violenta binária, traz uma possibilidade de troca com pessoas que podem querer fazer parte das transformações sociais que vivemos e Ian Habbi, também não binárie/Gênero Fluido, que traz outra vivência na dança e na não binariedade, além de ser fundadore do Museu de História e Arte Trans do Brasil. Na residência teremos Eli Nunes, Flavi Lopes e Rodrigo Antero, além das questões relacionadas a Não Binariedade, também trazem questões relacionadas a corpes negres e indígenas. Além de Cris Diniz que além da não binariedade, habita as neurodivergencias, sendo uma pessoa PCD por ter Autismo. Com exceção de Cris, idealizadores do Curta Dança, as outras pessoas já se apresentaram em edições anteriores e mediram bate-papos, essa residência é também um resgate às transformações dessas corporiedades e como habitaram as outras edições. Além de um espaço de criação rica em trocas, é um espaço de geração de renda e empregabilidade para pessoas trans, urge falar de gênero em Minas Gerais, urge compartilhar a existência de corpos não binarios na cidade de Belo Horizonte, aqui existimos e resistimos, queremos apenas o direito básico a vida, e como artistas, ao grito por nossa existência através da dança e de nossos corpos. O resultado da residência artística será no último dia do Curta Dança. A ideia com a residência é instigar as pluralidades que exitem em um recorte neste caso sobre a não binariedade. Mas que dentro de cada existência é plural, e é isso olhar curatorial da 7ª edição, pensando nas existências plurais que habitam diversidade de corpos, movimentos e estética que podemos encontrar propostas decoloniais. A equipe que será contratada após a seleção do projeto também seguirá o olhar para diversidade, geração de renda e decolonialidade. Entendemos que precisamos estar alinhades como equipe nas exitências plurais e convivermos durante toda a construção da 7ª edição e não apenas nos corpos presentes nas danças, mas sim no evento como um todo e todas as suas etapas de realização.

Especificação técnica

A mostra acontecerá em Belo Horizonte, com 24 danças no total, sendo 4 por dia em 6 dias, e, ao final de cada dia um bate papo com a plateia mediado por um artista convidado da cidade, além de 1 mesa sobre a relação dos festivais com a cidade e uma oficina para os bailarinos da cidade a ser escolhida após a curadoria eleger um eixo curatorial para o ano de 2025.

Acessibilidade

Todas as atividades que integram a programação do 7° Curta Dança acontece em locais adequados para receberem em suas dependências deficientes físicos, já que, em Belo Horizonte, há grande infraestrutura em teatros, parques, escolas e centros culturais adaptados a essa realidade. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todos os locais que recebem ações do projeto são adequados para receber pessoas com necessidades especiais, cumprindo as leis vigentes que tange o assunto. O Festival realiza este procedimento em todas as edições; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: as apresentações contarão com intérprete de Libras para acessibilidade de deficientes auditivos e algumas atividades contarão com audiodescrição para acessibilidade de deficientes visuais. Além disso, a própria programação do Festival está aberta e preparada para receber grupos formados por portadores de deficiências.

Democratização do acesso

O Curta Dança é uma mostra que visa integrar todas as pessoas. Dessa forma, as inscrições para se apresentar na mostra serão gratuitas, e o processo de curadoria visará a diversidade, tanto de linguagem quanto geográfica, promovendo a troca entre artistas de diferentes regiões da cidade. Além de divulgar e inscentivar inscrições de trabalhos onde existe um programa de trabalho em dança com pessoas portadoras de nescessidades especiais. Isso foi pensado para promover a integração de pessoas no projeto, independente de seu gênero, etnia, classe social ou necessidades especiais. Sendo assim, o local de apresentação do Curta Dança serão escolhidos por serem adaptados para proporcionar acessibilidade a todas as pessoas que tenham interesse em participar, seja como espectador ou como artista. Serão selecionados 24 trabalhos para se apresentar em 6 dias de mostra, cada trabalho de pesquisa em dança apresentará um experimento de 15 minutos, e para que o público possa potencializar a troca, faremos um bate mediado por um artista da cidade. Os ingressos custarão R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia, além de cortesias para projetos sociais e escolar de arte, um total de 10 cortesias por dia.

Ficha técnica

Cris Diniz Aguiar (Cristiano Diniz Aguiar) Coordenação Geral e Curadore Cris Diniz fez Mestrado em Processos criativos na cena contemporânea com recorte sobre a Iluminação Cênica e o Corpo na Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFOP, Ouro Preto –MG 2018,- Graduação em interpretação Teatral com formação complementar em Artes Visuais, pela UFMG, Belo Horizonte-MG- 2010 - e Licenciatura em Artes Cênicas da UFMG, Belo Horizonte-MG-2008 e intercâmbio para Université Paris X - Nanterre Université, Paris - França - 2009. Cris Diniz, Coordenadore Internacional do Corredor Latinoamericano de Teatro. Foi professore temporárie de Direção, Iluminação e Cenografia no Curso de graduação em Teatro da UFSJ em 2012, Prof Substitut. das cadeiras de Gestão Cultural e Visualidade da Cena na UFMG em 2018, uma das pessoas fundadoras do curso de Tecnologia da Cena do CEFART-Palácio das Artes. Atualmente é Coord. Internacional do Corredor Latinoamericano de Teatro - Brasil; Coord. Técnique dos festivais: FETO (Festival Estudantil de Teatro), Festival de Artes Cênicas de João Monlevade e une dos idealizadores e coordenadores do A-Mostra.Lab, Curta Dança, Encontro Latinoamericano de Teatro de Grupo, estes dois últimos também atua como curadore. Fez circulação do Sesc Palco Giratório como prod. executive da Cia 5 Cabeças em 2016 e Pigmalião em 2017. Hoje é também atore convidade da Cia Pierrot Lunar, iluminadore dos grupos Trampulim, Cia Negra de Teatro, Grupo Dos Dois; além de outros trabalhos com cinema, teatro, dança e performance. Nos processos criativos que participa, tem como fio condutor estético a dramaturgia visual e suas potencialidades. Flavi Lopes Artista Residente e Curadore ministrado por Janaína Oliveira no Cine Humberto Mauro / Fundação Clóvis Salgado no dia 3 de junho de 2023, com carga horária total de 5h. Participação na Masterclass "A máquina do tempo e nós", junto a "Semana de Cinema e Narrativas e Mulheres Negras!” , Belo Horizonte, 2023Formação técnica no programa de dança “Africa Diaspora Training”, Ecole des Sables, Senegal, 2022Formação técnica em Low Pressure Fitness Training level 1, Belo Horizonte, 2021Graduação de Licenciatura em Dança, UFMG, 2018Formação técnica em Dança moderna, Dança-teatro e circo-teatro pelo Instituto Balmaceda, Chile, 2009 à 2011 Ian Habib Artista Residente e Curadore Ian Habib é belo horizontino e artista trans da performance, dança, audiovisual, escrita, curadoria e pesquisa. Autor dos livros Corpos Transformacionais (Ed. Hucitec) e Performance e Teatro (Ed. SEAD/UFBA). Bacharel em Teatro (UFMG/UFRGS), com o projeto Corpo-Catástrofe. Mestre em Dança (CAPES/UFBA), com o projeto Corpos Transformacionais: a transformação corporal nas artes da cena, onde desenvolveu pesquisa sobre estéticas trans nas artes. Doutorando em Artes Cênicas (CAPES/UFBA), com pesquisa em Artes Trans em Museus e Arquivos Trans, sob orientação da Dra. Joice Aglae Brondani. Aperfeiçoamento em Formação ao mundo do trabalho (Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, SEB MEC, Brasil). Especializando em Gestão e Conservação do Patrimônio Cultural (IFMG). Especializando em Linguagens e suas Tecnologias (Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, SEB MEC, Brasil). Licenciando em Teatro (UFBA). Curso técnico/profissionalizante em Profissionalizante de Teatro na Escola de Teatro da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUCMG, Brasil. Extensão universitária em Dança e Diversidade “ABCDário DESMONTE - (RE)alfabetizando em Gênero, Raça e Deficiência” (UFBA). Estudou e trabalhou com Leela Alaniz (FR), Benjamin Abras (TUN), Pol Pi (BR), Baris Mihci (ALE), Kent Sjöström (SE), Ludovic Fouquet (FR), Gabriel Forestieri (EUA), Kira Kirsh (ALE), Didi Pedone (BR), Alessandro Rivellino (BR), Douglas Jung (BR), Airton Tomazzoni (BR), Maura Baiocchi (BR), Márcio Canabarro (ALE), Minako Seki (ALE), Viliam Docolomansky (CZ), Takashi Morishita (JP), Kae Ishimoto (JP), Yohko Watanabe (JP), Rosa van Hensbergen (UK). Eli Nunes Artista Residente 2° Grau Completo no Colégio Militar de Belo Horizonte, conclusão em 2010. Graduada em Dança – Licenciatura, na Universidade Federal de Minas Gerais em 2018. Rodrigo Antero Artista Residente Rodrigo Antero é mestre e doutorande em Artes da Cena pelo Programa de Pós-Graduação em Artes (PPG-Artes) da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), graduade em Licenciatura em Dança e em Teatro e Bacharelado em Interpretação Teatral (UFMG). Formade pelo curso de Iniciação Teatral pela professora Beth Hazz no Teatro Marília em 2000. Iniciou seus estudos em dança nas academias Cia da Dança e Toute Forme e tem formação livre em cursos, oficinas e workshops realizados em diferentes escolas e academias locais, nacionais e internacionais com artistas e grupos como: Wander Borges, Márcio Cubano, Sadan, Nayane Diniz, Jomar Mesquita, Tércia Cançado, Miriam Tomich, Renata Nega, Junia Bertolino, Evandro Passos, Dudude, Sônia Mota, Paulo Baeta, Mário Nascimento, Tuca Pinheiro, Marise Dinis, Gabriela Christófaro, Tiça Pinheiro, Andréa Maia, Lívia Espirito Santo, Emily Sugai, Fernanda Lippi, Flavio Lima, Azier Zabaleta, Christina Wohlfahrt, Renata Mara,Didi Silveira, Líria Morais, Luiz Arrieta, Rosa Antuña, Daniele Ramalho, Jorge Garcia, Bruno Caverna, Eduardo Fuk, Bete Arenque, Rui Moreira, Monica Casandei e Cia Artemis Danza, Grupo Aruanda, Companhia Dos à Deux, Cia Omí (CE), entre outros. Também possui cursos de Extensão realizados na UFBA – Estudos em Teatro Negro pela Pele Negra Escola de Teatros Pretos e no curso de formação no Método Ivaldo Bertazzo. Beatriz França Coordenação de Comunicação Beatriz França é atriz, jornalista, colunista de artes cênicas da RÁDIO INCONFIDÊNCIA; Sócio fundadora também na empresa Rizoma Arte e Comunicação Social, recém-criada em 2018, que, em agosto e setembro, atendeu o Instituto Periférico na divulgação da 14ª edição do Festival Internacional de Teatro Palco e Rua de Belo Horizonte (FIT-BH). Graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela PUC-MINAS (2003) e em Teatro com habilitação em Licenciatura pela ESCOLA DE BELAS ARTES DA UFMG (2008). Especialização em História da Cultura e da Arte pelo departamento de Pós-Graduação em História da FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DA UFMG.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.