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Trata-se de um show poético e musical que busca recosturar fronteiras poéticas entre Brasil e França; O ator, cantor e diretor carioca Marcus Borja, radicado em Paris há 20 anos, busca, ao lado de Isabel Teixeira, atriz, diretora e provocadora cênica, estreitar os nós e amplificar os ecos artísticos entre os países e as duas línguas. Para isso, contam com cinco musicistas de altíssimo nível. O show, totalmente acústico, conta com versões em francês de clássicos da música brasileira compostos por Noel Rosa, Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Baden Powell, Dolores Duran, entre outros. Entre os letristas das versões francesas estão Pierre Barouh, Claude Nougaro, Chico Buarque (sim!) e o próprio Marcus Borja. A dramaturgia do show - cujo título é uma homenagem à canção Retrato em Branco e Preto, de Tom Jobim e Chico Buarque - é costurada por textos escritos por Cecilia Meireles, Stéphane Mallarmé, Adélia Prado, Fernando Pessoa, entre outros.
Portrait en Noir et Blanc é um show poético e musical entre Brasil e França; uma trama delicada de letras, notas e afetos transoceânicos; uma tentativa de recosturar fronteiras poéticas entre dois países que o Atlântico decidiu separar, mas não desunir. O ator, cantor e diretor carioca Marcus Borja, radicado em Paris há 20 anos, busca, em suas múltiplas criações para a cena, estreitar os nós e amplificar os ecos artísticos entre Brasil e França e abraçar num mesmo gesto largo e generoso, dois amores, duas línguas. O show, totalmente acústico, conta com belíssimas versões em francês de clássicos da música brasileira compostos por Noel Rosa, Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Baden Powell, Dolores Duran, entre outros. Entre os letristas das versões francesas estão Pierre Barouh, Claude Nougaro, Chico Buarque (sim!) e o próprio Marcus Borja que, entre uma canção e outra, conta histórias dos nascimentos e das derivas dessas versões, algumas escritas para estrelas como Elis Regina e Sylvia Telles. A dramaturgia do show – cujo título é uma homenagem à admirável versão da canção Retrato em Branco e Preto, de Tom Jobim e Chico Buarque – é costurada por textos escritos por Paul Éluard, Anna de Noailles, Cecilia Meireles, Stéphane Mallarmé, Adélia Prado, Fernando Pessoa e Henri Michaux. Cinco musicistas de altíssimo nível, além de convidadas e convidados especiais tornam a experiência completa e inesquecível.
Objetivo Geral Concebido em ressonância com as múltiplas manifestações artísticas do ano da França no Brasil (2025), Portrait en Noir et Blanc: as vozes francesas da canção brasileira pretende resgatar e revalorizar a memória do fecundo intercâmbio artístico e cultural entre França e Brasil. Esse encontro histórico produziu, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, excelentes versões e releituras sofisticadas de algumas das páginas mais célebres da canção popular brasileira. O interesse crescente na nossa música por parte do público francês promoveu uma circulação jamais vista antes de artistas brasileiras e brasileiros no país de Piaf, Bardot e Aznavour. Se anteriormente, desde o tempo do segundo reinado, grandes artistas e produções francesas chegavam aos palcos brasileiros (sobretudo cariocas) diretamente de Paris a convite de Dom Pedro II - Sarah Bernhardt é sem dúvida o exemplo mais célebre - tal unilateralidade é quase invertida cem anos depois: a Europa demonstra uma curiosidade crescente pela nossa música e consome avidamente as pérolas criadas por Villa-Lobos, Tom Jobim, Luiz Bonfá, Vinícius de Moraes e outros grandes nomes da nossa música. Ao longo das décadas, os ritmos e as cores da música brasileira penetraram de forma cada vez mais indelével a produção musical francesa e ditaram tendências palpáveis até hoje. Carregado de exotismo e superficialidade no início, o olhar francês sobre a nossa música evoluiu consideravelmente. Nas primeiras décadas do século XX, as canções com características brasileiras compostas na França, seja por franceses, seja por brasileiros ali residentes, ou simples "adaptações" de músicas brasileiras por compositores franceses nesse período giravam em torno de uma versão por demais simplificada da paisagem musical brasileira e associavam indiferentemente a Bahia e o Rio de Janeiro ao samba e ao baião. A especificidade regional do país, crucial para uma percepção plena da nossa música, escapava completamente aos artistas franceses. Essas simplificações e misturas correspondiam nesse contexto à apelação comercial de uma música "típica", ligada à dança de salão. O samba "afrancesado" tinha um ritmo sistematicamente frenético e eliminava toda a tristeza presente nas letras. Assim, o profundo lamento do samba "Madureira chorou" foi, na conhecidíssima versão "Si tu vas à Rio", transformado em um carnaval caricatural povoado por "moças de cintura fina" que dançavam na "estrondosa alegria" das escolas de samba. Porém, a partir dos anos 50 esse estado de coisas começou a mudar. Por um lado, isso ocorreu graças às turnês de artistas brasileiros na França assim como ao advento de uma época de ouro para o país no exterior: a vitória em três copas do mundo (1958, 1962 e 1970), a construção de Brasília (1960), o sucesso do Cinema Novo, nos anos 1960, e a bossa nova que havia sido introduzida na França pelo filme Orfeu negro (1959) de Marcel Camus com roteiro de Vinicius de Moraes. Por outro lado, alguns artistas franceses apaixonados como Pierre Barouh, Herbie Mann, Georges Moustaki, Sacha Distel (quase todos presentes no show!) vieram ao Brasil para aprender com nossos gênios locais e deram à travessia do Atlântico as dimensões de uma peregrinação iniciática. Pierre Barouh, ator, cantor e compositor de grande sucesso, além de ser o responsável pelas mais belas versões em francês de canções de Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Tom jobim e Dolores Duran, deixou um belíssimo registro cinematográfico de sua passagem pelo Brasil: o filme Saravah (1969). No documentário de longa metragem, Barouh desembarca no Rio de Janeiro para explorar um gênero musical que o fascinava: o samba. A seu lado, as estrelas do filme são Pixinguinha - que declama a canção francesa que apresentara na sua célebre e pioneira viagem a Paris com os Oito Batutas na década de 20 - João da Baiana, Maria Bethânia, Paulinho da Viola e Baden Powell. Outro fato ignorado por muitos é que muitos de nossos compositores mais conhecidos escreveram em francês! Assis Valente, Moreira da Silva, Marília Batista, Haroldo Barbosa, Vinícius de Moraes e Chico Buarque fazem parte dessa lista. O que essas versões europeias contam sobre o olhar que a França lançava e ainda lança sobre o Brasil? O que esse fenômeno permite inferir sobre os imaginários, as tensões e os desejos que percorriam a sociedade francesa no momento em que nascem essas "novas letras"? Tantas questões que o show Portrait en Noir et Blanc reconvoca e faz dançar novamente em cena ao som de um time de musicistas virtuoses. Objetivos Específicos Montagem e circulação do show Portrait en noir et blanc: as vozes francesas da canção brasileira em várias cidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte), difundindo a riqueza e a diversidade da interface cultural franco-brasileira no âmbito da poesia e da música popular. Confecção de um programa informativo on-line, a ser acessado por meio de um QR code, contendo vasto material ligado ao tema e ao repertório do show. Oferecimento da Master Class " A voz em cena: técnica e expressão vocal" , cujo formato, a duração e o número de participantes pode variar em função do contexto e das especificidades do local onde o show for apresentado.
É de utilidade pública promover o resgate e a divulgação, no mais amplo espectro, desse repertório que engrandece e reafirma ainda mais a importância do Brasil no cenário internacional. As inúmeras (e inúmeras vezes regravadas) versões francesas das canções produzidas em nossas terras são um testemunho mais que eloquente do legado inestimável que a música brasileira deixou para o mundo. E sua influência permanece viva e merece ser celebrada, sobretudo em tempos de obscurantismo e descrença no que é genuinamente nosso. Claro, é importante não esquecer que a história da música brasileira é complexa e transcultural. Mas em tempos de produção massiva de versões brasileiras de sucessos americanos, é motivo de orgulho ter em mente que mais que importador, o Brasil foi e ainda é exportador prolífico e generoso de inspiração a diversos países; exemplo de grande música e ninho de grandes artistas. Portrait en Noir et Blanc reconstrói, ao mesmo tempo que a reinventa, a ponte de mão dupla entre França e Brasil através do que os artistas de ambos os países produziram de melhor no campo da música e da poesia. Valorizar esse intercâmbio e enaltecer a contribuição brasileira na formação do gosto e a cultura musical francesas nos parece essencial num momento crítico em que história e memória são constantemente atacados e postos em perigo. Ora, a memória é o que mantém viva uma comunidade e permite religar seu passado, presente e futuro, consolidando assim uma consciência identitária complexa e plural, e uma vivência mais hospitaleira e menos pretensamente ameaçada de seu próprio estar-no-mundo. Outro aspecto importante é a vocação do projeto a uma ampla circulação, passando por várias cidades de diversas regiões brasileiras, para além da esfera dos grandes centros urbanos do sudeste (consumidores históricos mais imediatos desse repertório). A ideia é não apenas dar a conhecer versões francesas de clássicos brasileiros, mas também compartilhar memórias, histórias, referências e páginas poéticas inéditas ou pouco conhecidas do grande público. Por fim, pelo fato do vai-e-vem constante entre francês e português ao longo do espetáculo, além do programa virtual contendo as traduções dos poemas ouvidos no show, Portrait en Noir et Blanc faz-se uma poderosa e estimulante ferramenta de descoberta e divulgação da língua francesa, encorajando o público a se interessar pelo idioma. Por todas essas razões, um projeto como Portrait en Noir et Blanc, não só pela excelência dos envolvidos e pela incontestável qualidade do conteúdo, mas também pela pertinência da proposta dentro das comemorações do ano da França no Brasil, merece amplamente beneficiar do Incentivo a Projetos Culturais viabilizado pela lei Rouanet.
É de utilidade pública promover o resgate e a divulgação, no mais amplo espectro, desse repertório que engrandece e reafirma ainda mais a importância do Brasil no cenário internacional. As inúmeras (e inúmeras vezes regravadas) versões francesas das canções produzidas em nossas terras são um testemunho mais que eloquente do legado inestimável que a música brasileira deixou para o mundo. E sua influência permanece viva e merece ser celebrada, sobretudo em tempos de obscurantismo e descrença no que é genuinamente nosso. Claro, é importante não esquecer que a história da música brasileira é complexa e transcultural. Mas em tempos de produção massiva de versões brasileiras de sucessos americanos, é motivo de orgulho ter em mente que mais que importador, o Brasil foi e ainda é exportador prolífico e generoso de inspiração a diversos países; exemplo de grande música e ninho de grandes artistas. Portrait en Noir et Blanc reconstrói, ao mesmo tempo que a reinventa, a ponte de mão dupla entre França e Brasil através do que os artistas de ambos os países produziram de melhor no campo da música e da poesia. Valorizar esse intercâmbio e enaltecer a contribuição brasileira na formação do gosto e a cultura musical francesas nos parece essencial num momento crítico em que história e memória são constantemente atacados e postos em perigo. Ora, a memória é o que mantém viva uma comunidade e permite religar seu passado, presente e futuro, consolidando assim uma consciência indentitária complexa e plural, e uma vivência mais hospitaleira e menos pretensamente ameaçada de seu próprio estar-no-mundo. Por fim, pelo fato do vai-e-vem constante entre francês e português ao longo do espetáculo, além do programa virtual contendo as traduções dos poemas ouvidos no show, Portrait en Noir et Blanc faz-se uma poderosa e estimulante ferramenta de descoberta e divulgação da língua francesa, encorajando o público a se interessar pelo idioma. Por todas essas razões, um projeto como Portrait en Noir et Blanc, não só pela excelência dos envolvidos e pela incontestável qualidade do conteúdo, mas também pela pertinência da proposta dentro das comemorações do ano da França no Brasil, merece amplamente beneficiar de incentivos a projetos culturais viabilizados por diferentes organismos e editais.
Em 2025, comemoramos o ano do Brasil na França e da França no Brasil. Para celebrar esse intercâmbio cultural entre as duas nações, propomos o projeto "Portrait en Noir et Blanc - As Vozes Francesas da Canção Brasileira", espetáculo musical que será realizado em quatro cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. O espetáculo, com duração de 1 hora e 40 minutos concebido por Marcus Borja com direção cênica de Isabel Teixeira e direção musical de Pedro Vasconcellos, traz versões em francês de canções como Eu sei que vou te amar, O que será e Águas de Março, que povoam o imaginário dos brasileiros há várias gerações, muitas delas já consolidadas como clássicos da nossa música. O programa será apresentado nas quatro cidades citadas e deverá cumprir dois dias de apresentações em cada uma delas em 2025. Além disso, no dia antecedente ao espetáculo, ofereceremos uma aula aberta ministrada pelo ator e músico franco-brasileiro Marcus Borja como contrapartida social. No total, serão realizadas 10 apresentações com 2 ensaios abertos: 1 em São Paulo e outro no Rio de Janeiro, em teatros equipados e que atendam às normas de acessibilidade. Haverá planejamento para os ensaios com cronogramas de trabalho compartilhados para toda a equipe. A produção também envolve logística de transporte de instrumentos musicais saindo de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e/ou produção de alguns itens de cena com o objetivo de baixar os custos com a logística de transporte.Necessidades técnicas específicas: um piano quarto de cauda afinado em cada espaço onde o show será apresentado.
Sendo ele próprio portador de uma limitação visual acentuada, Marcus Borja é particularmente sensível à questão da plena acessibilidade do público ao conteúdo de seus trabalhos e criações para a cena. Tendo em vista esta preocupação essencial para toda a equipe, uma série de dispositivos foi pensada a fim de ampliar e facilitar o acesso do público mais diversificado ao show: Acessibilidade de Conteúdo - Legendagem em português das canções e poemas ouvidos em francês a fim de permitir a compreensão de seu conteúdo não somente às espectadoras e espectadores com deficiência auditiva, mas também ao público não francófono; - Descrição em voz alta pelo próprio artista, em cena, dos principais elementos visuais do espetáculo para uma apreciação mais completa por parte do público portador de deficiência visual; - Intérprete de Libras em 1 sessão, em cada cidade. Acessibilidade Física - Exigência e verificação por parte da produção junto aos espaços de apresentação do evento quanto à existência e bom funcionamento de rampas de acesso, elevadores (no caso de a sala se encontrar num andar superior ao térreo) e espaços reservados para cadeiras de rodas na plateia assim como poltronas adaptadas a pessoas com obesidade.
Numa preocupação constante com a fluidez, a organicidade e a legitimidade do acesso amplo e sem barreiras à obra proposta, concebemos e multiplicamos ferramentas e dispositivos de mediação que garantirão uma experiência mais plena do espetáculo de acordo com o Art. 30, inciso V, da IN 11/2024: "realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas". - Os espetáculos serão 100% gratuitos e não haverá cobrança de ingresso; - Haverá uma master class / oficina teatral "A voz em cena: técnica e expressão vocal" ministrada por Marcus Borja e voltada para o grande público, no dia antecedente ao espetáculo de cada cidade; - Ensaio geral aberto e gratuito (mediante distribuição de senhas) na véspera ou antevéspera da estreia do show nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro;
Concepção, direção cênica e voz: Marcus Borja Direção/supervisão cênica: Isabel Teixeira Direção musical e arranjos : Pedro Vasconcellos Coordenador de Produção: Davi Tostes - Pipa Produções Assistente de Direção: Davi Tostes Iluminação: Thiago Capella Traduções: Marcus Borja Assessoria de imprensa: Pipa Produções - Katia Calsavara CURRÍCULOS Isabel Teixeira Nascida em São Paulo, Isabel Teixeira de Oliveira é atriz, dramaturga e diretora. Formada em interpretação pela Escola de Arte Dramática da USP, conduziu sua carreira sempre de forma atrelada ao teatro e, recentemente, tem se destacado na televisão. Por sua atuação tanto como atriz quanto diretora, venceu vários prêmios, incluindo dois Prêmios APCA, dois Prêmios Shell e um Melhores do Ano, além de ter recebido indicações para o APTR e o Prêmio Qualidade Brasil. Após uma breve experiência em 1984 atuando na peça Uma Aventura a Caminho do Guarujá, aos 10 anos, pelo qual foi escolhida Melhor Atriz Revelação pelo Prêmio APETESP, Isabel só iniciou a carreira profissionalmente mesmo em 1994, emendando inúmeros espetáculos, como atriz e diretora, onde se consagrou em trabalhos dirigidos por Cibele Forjaz, como Um Bonde Chamado Desejo (2002), Arena Contra Arena 50 Anos, (2004), Rainhas, Duas Atrizes em Busca de um Coração (2009), e também a peça E Se Elas Fossem para Moscou? , dirigido por Christiane Jatahy (2014). Na televisão, estreou na série Beleza S/A (2013), no GNT. No entanto, foi ao participar da novela Amor de Mãe (2019–20), na TV Globo, que ganhou maior destaque, interpretando a médica Jane. Ainda esteve na série Desalma (2020–22). Em 2022, foi consagrada no papel de Maria Bruaca na novela Pantanal, trabalho que lhe rendeu inúmeros prêmios, incluindo o APCA e o Melhores do Ano. Em 2023, protagoniza a novela Elas por Elas na pele da vilã Helena.Isabel se caracteriza por ser uma profissional que revisita e estuda muitos dos movimentos artísticos que compõem a dramaturgia, bem como o papel dos atores. Filha do cantor e compositor Renato Teixeira, Isabel também tem uma relação íntima e profissional muito forte com a música. Experiente na direção de shows, já trabalhou com as cantoras Marina Lima e Zélia Duncan. Marcus BorjaDoutor em Estudos Teatrais e dramaturgia pela Sorbonne e pela Universidade de São Paulo (USP), e doutor em encenação SACRe (Science, Art, Création, Recherche) pela Université Paris Sciences et Lettres (PSL), é professor na École du Nord (Lille), na École Supérieure des comédiens par alternance (Asnières-sur-Seine) e no Conservatoire National Supérieur d’Art Dramatique de Paris, a mais antiga e importante escola superior de formação de atores da França. Também leciona no Instituto de Estudos Teatrais da Sorbonne e da Université Paris 8 Vincennes SaintDenis, além de ministrar regularmente workshops em várias instituições na França e no exterior.Formou-se em piano e canto lírico pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro et, ,mais tarde pela Escola de Música do Distrito Federal.Após uma primeira formação como ator no Brasil e um bacharelado em letras na Universidade de Brasília, formou-se como ator na França na École Jacques Lecoq, na École Supérieure d’Art Dramatique (onde teve como professor, entre outros, JeanClaude Cotillard, pai da atriz Marion Cotillard) e como diretor no Conservatoire National Supérieur d’Art Dramatique. Possui também uma graduação e um mestrado em história da arte e museologia pela Escola do Louvre. Trabalha tanto como ator e diretor quanto como músico e regente. Já trabalhou com Ariane Mnouchkine, Bob Wilson, Fausto Paravidino, Éric Ruf, Yoshi Oida, Meredith Monk, Thomas Ostermeier, Christiane Jatahy, Antônio Araújo, Christophe Rauck, entre outros. Já atuou em algumas das mais importantes salas de espetáculo da capital francesa como a Comédie Française e o Théâtre National de la Colline, mas também em grandes centros de arte como o Museu do Louvre e o Centre Georges Pompidou. Pedro VasconcellosCavaquinho, arranjos, direção/produção musical Natural de Brasília, descendente de uma família musical, Pedro Vasconcellos é licenciado em Música pela Universidade de Brasília (UnB). Músico profissional desde 2000, Pedro tornou-se referência no seu instrumento, e seu trabalho como compositor e arranjador/ produtor musical tem alcançado importante reconhecimento entre os principais artistas do Distrito Federal - reconhecimento esse traduzido em prêmios como os conquistados pelas músicas «A Estrela e o Homem» (Festival Nacional de MPB de São José do Rio Preto 2013) e «Dos Anjos» (melhor intérprete instrumental e melhor música instrumental no Festival de Música da Rádio Nacional FM 2013). Pedro Vasconcellos participou de gravações de diversos artistas de Brasília, entre CDs, DVDs e outras mídias. Integra o regional liderado pelo violonista Fernando César, com quem lançou o disco Tudo Novamente (2017). Também faz parte do grupo Gypsy Jazz Club, que mescla o jazz manouche com elementos da música brasileira, e com o qual lançouos discos Ted Falcon e Gypsy Jazz Club (2017) Menestrel (2018) e Brasília Live Sessions (2020).Dividiu o palco com grandes músicos brasileiros, como o bandolinista Hamilton de Holanda, a cantora Beth Carvalho, o saxofonista Paulo Moura e o multi-instrumentista Hermeto Pascoal. Também compositor, lançou três discos atuando como solista e principal compositor: Primeiro (2010), com o grupo Aquario; Transparente (2011), com o pianista Ricardo Nakamura; e A Comédia do Coração (2011) com o baixista e cantor Ebinho Cardoso.Ao lado de Rafael dos Anjos, foi curador e diretor musical do projeto Nosso Som, no espaço Poizé, que buscava valorizar a música instrumental autoral de Brasília.Atuou na direção musical e arranjos de discos muito bem recebidos pela crítica e pelo público. Como exemplo: O Leve (Tatá e Danú); Mirada (Cacá Pereira); Nazareth: Fora dos Eixos (Choro & Companhia) e Delicadeza: Canções de Dori Caymmi (Leonel Laterza).Também atuou na direção musical e arranjos de espetáculos ao vivo, em especial:Homenagem a Dori Caymmi (com o cantor Leonel Laterza); Canto de Iemanjá (com a cantora Alessandra Terribili) e A Música de Pat Metheny e Speaking of Now, nos quais, além de atuar como solista, Pedro lidera um sexteto, assina os arranjos e a direção musical. Davi Tostes Davi Tostes é formado em Comunicação Social, Técnico em Dança e Técnico em Atuação e Teatro Musical. Há 24 anos atua na área cultural nos mais variados segmentos artísticos: Teatro, Teatro Musical, Espetáculos de Dança, Eventos, Publicidade e Arte Educação. Como ator e produtor, desenvolveu diversos projetos contemplados pelo Proac e outros programas de fomento a arte. Dentre eles destacam-se: ATÉ QUANDO VOCÊ CABE EM MIM? , ANTROPOTOMIA, É CHEGADA A HORA e PHANTASMAGORIA – ‘O amor nos Tempos de Esgotamento’, cumprindo temporadas em SESC´s, Centro Cultural da Diversidade, Festivais de Teatro, Virada Cultural e Circuito Cultural Paulista e também em plataformas digitais. No Teatro Musical, atuou em mais de 14 grandes produções e esteve ao lado de grandes nomes como Miguel Falabella, Charles Möeller, Claudio Botelho, José Possi Neto, Jarbas Homem de Mello, Fernanda Chamma, Cláudia Raia, Marco Antônio Pâmio, Hugo Coelho, dentre outros. Integrou e coordenou produções teatrais itinerantes e possui vasta experiência em turnês tendo percorrido quase todas as capitais do Brasil, além de muitas outras cidades do interior. Dentre suas experiências internacionais destaca-se “Philosophy in the Boudoir”, de Marquês de Sade com a Cia Os Satyros onde atuou como Produtor e Ator em Theatre Asylum e The Elephant Space, ambos em Hollywood, Los Angeles – CA.
PROJETO ARQUIVADO.