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PRONAC 2412872Expirado o prazo de captação totalMecenato

Yabás

JOSE DOMINGOS DA SILVA NETO
Solicitado
R$ 992,9 mil
Aprovado
R$ 992,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-04-01
Término
2026-04-30
Locais de realização (4)
Cachoeira BahiaFeira de Santana BahiaLençóis BahiaSalvador Bahia

Resumo

O projeto consiste em realizar o espetáculo Yabás nas cidades de Salvador/Ba, Feira de Santa/Ba, Cachoeira/Ba e Lencóis/Ba. Através da circulação, apreentação cênica celebra a cultura afro-brasileira e sua influência, particularmente no Candomblé da Bahia. É uma homenagem às Yabás e à força feminina que, por meio da música, da dança e da palavra, transforma e reivindica um espaço social com mais respeito, dignidade e amor. Os "itans", histórias sagradas das Orixás, guiarão a narrativa, trazendo a força de cada Yabá como símbolo de resistência e poder transformador.

Sinopse

O espetáculo cênico-musical Yabás nasce no coração das mulheres que veem em seu poder a transformação da sociedade em um lugar com respeito, dignidade e, sobretudo, amor. Por meio da música, palavra e movimento, apresentamos a força de nossas ancestrais a partir da cosmogonia Yorubá ritualizadas em terreiros de candomblé da Bahia, pois em África, as Deusas cantam, tocam e dançam. Os itans, que contam as histórias de tempos imemoriais das Orixás, são o fio condutor deste espetáculo. A música e a dança de cada Orixá é a narrativa que expressa a essência de cada uma delas e nos conduzirão a expressar, as corporeidades vivenciadas em terreiros, nos palcos. Além das músicas cantadas em terreiros, apresentaremos releituras musicais de diferentes músicos e intérpretes que retratam o tema em suas letras e arranjos, abrangendo os gêneros musicais de axé, ijexá, samba e ritmos de terreiro. Assim, propomos apresentar o espetáculo em quatro cidades do estado da Bahia: Salvador, Feira de Santana, Cachoeira e Lençóis, em teatros ou espaços públicos, bem como realizar nas escolas municipais e/ou estaduais vivências cênicas-musicais e rodas de conversa sobre a cultura musical afrobrasileira advinda do terreiros de candomblé e as perspectivas de gênero e sociedade contemporâneas a partir da culturas matricicentrias Iorubás. Classificação: livre. Yabás é um espetáculo cênico-musical que celebra a força, a ancestralidade e a espiritualidade das Orixás femininas, as Yabás, divindades da cosmogonia Yorubá que simbolizam poder, resistência e transformação. Combinando teatro, dança e música, a obra convida o público a uma jornada sensorial e espiritual pela tradição afro-brasileira, onde cada ato representará a ancestrais. Por meio de coreografias intensas e cânticos vibrantes dos terreiros de Candomblé da Bahia, Yabás exalta o papel das Orixás como protetoras e inspiradoras de sabedoria e coragem para todas as mulheres e suas lutas. Entre as narrativas mitológicas e a releitura de canções que homenageiam as divindades femininas, o espetáculo transcende o palco e se conecta com o público ao evocar as energias do axé, do samba e do ijexá. Com direção de uma mulher trans, Yabás também reforça a importância da representatividade e do respeito à diversidade, abrindo espaço para reflexões sobre identidade, resistência e o poder transformador do feminino. O espetáculo será formado por artistas, especialmente da população LGBTQIAPN+ que atuarão nos diversos segmentos artísticos e de gestão do projeto, desta forma serão envolvidos (as) profissionais da música, do teatro, da dança, técnicos entre outros que formarão a concepção artística e de gestão do projeto. O espetáculo terá duração de 1h, será realizados em teatros /ou espaços culturais das cidades contempladas.

Objetivos

Objetivo geral Realizar a circulação do espetáculo Yabás em quatro cidades do estado da Bahia, promovendo uma experiência cultural imersiva que explora a força das ancestrais femininas a partir da cosmogonia Yorubá, ritualizadas nos terreiros de candomblé da Bahia, através de um teatro musicado. O espetáculo visa destacar a presença e importância das Yabás (Orixás femininas) e seu papel como símbolos de resistência e transformação social. Objetivos específicos: · Realizar o espetáculo Yabás nas cidades de Salvador/Ba, Feira de Santana/Ba, Cachoeira/Ba e Lençóis/Ba, sendo uma apresentação em cada cidade. · Distribuir 200 ingressos gratuitos por cidade como forma de estimular a valorização da cultura Yorubá e a tradição dos terreiros de candomblé do estado da Bahia. · Incentivar criação de produtos culturais produzidos por pessoas LGBTQIAPN+, como forma de promover diálogos sobre questões de gênero, respeito, diversidade religiosa e o papel da mulher Trans em produções culturais.

Justificativa

O projeto Yabás surge como uma iniciativa essencial para a difusão e valorização da cultura afro-brasileira, em especial das tradições Yorubá, oferecendo uma experiência cênico-musical que mescla teatro, música e dança com a força espiritual e cultural das Orixás femininas. Ao trazer o espetáculo a diferentes cidades do estado da Bahia, propomos não apenas uma apresentação artística, mas uma ação cultural de grande impacto social, educativo e formador de valores, especialmente nas áreas de igualdade de género, diversidade cultural e respeito à religiosidade afro-brasileira. A cultura Yorubá, manifestada no Candomblé e nas diversas tradições afro-brasileiras, representa um pilar da identidade cultural baiana e brasileira. No entanto, a marginalização e o desconhecimento sobre essas tradições ainda são comuns, muitas vezes resultando em discriminação e desrespeito. Projetos como o Yabás tornam-se essenciais para combater esses preconceitos e ampliar a compreensão e valorização das raízes afro-brasileiras, promovendo uma relação mais respeitosa e consciente da diversidade cultural no Brasil. Além disso, o espetáculo é relevante porque a sua idealização e produção é de uma mulher trans que carrega uma profundidade e uma representatividade que elevam o projeto além de uma produção artística e cultural, transformando-o em um manifesto de resistência, inclusão e valorização das identidades diversas e historicamente marginalizadas. A proposta deste espetáculo, que explora a força das Yabás _ divindades femininas que representam poder, sabedoria, amor e proteção _ dialoga profundamente com a trajetória da proponete, que desafia diariamente estereótipos e enfrenta desigualdade e preconceitos para ocupar seus espaços na sociedade com dignidade e autenticidade. A mulher trans que conduz essa produção traz consigo uma vivência única que ressignifica a narrativa das Yabás no contexto contemporâneo. Ao apresentar a força ancestral das Orixás femininas por meio de sua própria trajetória e sensibilidade, ela também oferece ao público uma experiência de resiliência e transformação, reforçando que o poder feminino está presente em todas as suas formas e expressões. Essa perspectiva amplia a relevância do espetáculo, conectando a força das Yabás ao direito de todas as mulheres, incluindo as trans, de existirem em suas identidades plenas. A presença de uma mulher trans no papel de liderança artística também fortalece a luta por igualdade e contra o preconceito, ainda tão presente na sociedade e nas tradições culturais. Projetos como esse ajudam a combater a invisibilidade e o apagamento das pessoas trans nos espaços culturais, promovendo uma reflexão sobre a necessidade de acolher e respeitar a diversidade em todas as suas expressões. Esse contexto torna a realização do Yabás um espaço de reinterpretação, onde a vivência da diretora pode não só inspirar outras mulheres e minorias de gênero, mas também incentivar um público mais amplo a questionar e abraçar a riqueza das experiências humanas. Pelo exposto, ainda vale ressaltar que esse projeto é relevante por atender ao Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; A proposta, também se enquadra no Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Por fim, vale destacar que o patrocínio cultural através da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar o projeto Yabás, especialmente considerando os custos de produção e logística para circulação em quatro cidades baianas. Com esse apoio, é possível garantir a democratização do acesso ao espetáculo, levando-o não só aos principais centros urbanos, mas também a comunidades que têm menos acesso a manifestações culturais de grande porte. A lei de incentivo torna-se, assim, um mecanismo crucial para promover a inclusão cultural, descentralizar a produção artística e apoiar iniciativas que têm como foco a valorização e preservação da cultura brasileira em sua pluralidade.

Especificação técnica

Para a produção do espetáculo serão necessários recursos materiais e técnicos para que a obra tenha qualidade. Desta forma segue o detalhamento:Cenário• Espaço de Cena: Serão observados e analisados os espaço de palco de cada teatro a fim de delimitar um espaço cênico que permita interação entre o corpo artístico.• Elementos Cênicos: Serão utilizado elementos a exemplo de estruturas modulares e móveis, como cubos ou caixas, que possam servir de assentos, elementos de cena ou suportes para músicos.• Objetos de Cena: Instrumentos musicais e objetos específicos para interações. • Backdrop (Painel de Fundo): Estrutura que sirva como fundo, podendo incluir projeções de vídeo, telas ou tecidos temáticos do espetáculo.2. SonorizaçãoMicrofones:Lapelas ou headsets para os atores que cantam e falam.Microfones de condensador para captar instrumentos musicais acústicos.Caixas de Som e PA:2 a 4 caixas de som de alta definição, distribuídas de forma a garantir uma sonorização clara e uniforme para o público.Mesa de Som:Mesa de no mínimo 12 canais, para equalizar e mixar som dos microfones e instrumentos.Monitores de Retorno:2 a 4 monitores de retorno para os músicos e atores, permitindo acompanhamento em tempo real.luminaçãoRefletores de Led RGB:Mínimo de 8 a 10 refletores para coloração e ambientação do cenário, com possibilidades de mudanças rápidas de cor para ambientação de cenas.Spots e Fresnéis:4 a 6 spots para iluminar os principais pontos de ação (cabeça de cena, cantos e fundo).Controle de Iluminação:Mesa de luz digital, para controlar efeitos, mudanças de luz e programação de cenas.Movimentação de Luz:Movings lights ou efeitos de laser, caso o espetáculo exija iluminação mais dinâmica e moderna.Figurino e Maquiagem Figurino:Roupa dos atores e músicos em acordo com o tema do espetáculo, exigindo ajustes ou trocas rápidas entre as cenas. Maquiagem:Equipe de maquiagem para caracterização dos personagens, com retoques rápidos entre cenas, se necessário.Montagem:Instalação do cenário, montagem de equipamentos de som e luz. Geralmente, leva de 6 a 8 horas.Passagem de Som e Luz:Equalização de microfones, retorno e ajuste de luz para cada cena.Ensaios:Passagem geral com todo o elenco e equipe técnica para ajustes finais.Rider Técnico e Mapas de PalcoEm cada teatro será realizado os ajustes técnicos para o mapa de palco e rider.

Acessibilidade

Acessibilidade Física Acesso aos Locais: Os teatros que serão selecionados para o espetáculo serão previamente avaliados quanto à acessibilidade física. Priorizar-se-ão locais que possuam rampas de acesso e elevadores, possibilitando a locomoção de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Assentos Prioritários: Serão reservados assentos prioritários para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e seus acompanhantes, em áreas com boa visibilidade do palco e fácil acesso. Banheiros Adaptados: Garantir que os locais de apresentação ofereçam banheiros adaptados, próximos à área de entrada e ao espaço reservado ao público com deficiência. Espaço para Cadeiras de Rodas: Cada apresentação contará com locais específicos para cadeiras de rodas próximos ao palco, para que o público que utilize esses dispositivos tenha plena visibilidade e comodidade. Acessibilidade Comunicacional Libras (Língua Brasileira de Sinais): A presença de intérpretes de Libras será garantida em todas as apresentações, para que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar a narrativa e as músicas interpretadas no espetáculo.Legendagem para diálogos e letras das canções: Nos casos em que for possível, legendas serão disponibilizadas, exibindo os diálogos e as letras das canções em telões próximos ao palco. Isso será especialmente útil para pessoas com deficiência auditiva ou dificuldades de compreensão auditiva. Em todo material de divulgação serão adotadas as medidas de acessibilidade comunicacional, através de janelas de libras, legendas, textos simples. Acessibilidade Atitudinal Capacitação da Equipa: Todos os membros da equipe de produção e atendimento ao público serão capacitados para lidar com respeito e empatia com todas as pessoas, especialmente aquelas com deficiência ou necessidades especiais. Essa capacitação abordará temas como atendimento inclusivo e respeito à diversidade. Campanha de Conscientização: Será realizada uma campanha de conscientização entre a equipe, elenco e público sobre a importância da acessibilidade e da inclusão. Além disso, conteúdos educativos sobre o respeito às diferenças e a valorização da diversidade estarão disponíveis nos canais de comunicação do projeto.

Democratização do acesso

Como forma de democratizar o acesso os ingressos serão distribuídos gratuitamente para pessoas de comunidades em situação de vulnerabilidade, com a colaboração de organizações comunitárias e culturais que podem atuar na mobilização das pessoas. Para isso, será realizado um trabalho de dvulgação e sensibilização para atingir pessoas em zonas de vulnerabilidade. Será utilizado redes sociais, rádio comunitária e panfletos distribuídos em locais de grande circulação, como escolas e centros de saúde. Esse esforço de comunicação garantirá que a informação sobre o espetáculo e as oportunidades de acesso gratuito ou subsidiado chegue a todos. O público alvo serão jovens, prioritariamente de escolas públicas e ensino médio e superior pessoas negras, população Lgbtqiapn+, mulheres, pessoas com deficiência, beneficiários do bolsa família e inscritos no CADUNICO, assim como todo e qualquer público dos marcadores identitários e grupos vulneráveis. Vale destacar que a proposta incluirá transmissão do espetáculo através da internet como forma de democratização de acesso para que virtuaçmente o projeto atinja o maior número possível de visualizações.

Ficha técnica

1.Ynaiá Barros - Função: Direção geral. Currículo: Artista cearense, atualmente residente no estado da Bahia, é pós-graduada em musicoterapia e tem formação em biodança, utiliza a arte para destacar a cultura brasileira e a arte LGBTQIAPN+. Como mulher trans, busca promover a visibilidade e representatividade. Tem o objetivo de celebrar a diversidade através de ritmos, cantos e performances. Participou da Banda do Festival - FUNDEC - 2012."Oficina de Percussão Vocal" - Banco do Nordeste - 2012 . Práticas Musicais Formativas no Coral da UFC - 2016.Licenciatura em Música - Universidade Estadual do Ceará – 2018. Espetáculo Gula - 2016. Intercâmbio Brasil - Alemanha -2016, com coral da UFC - Universidade Federal do Ceará. Festival de música de lencóis - 2024. Participação como cantora no palco ao lado da "Família Griô". 2.Erwin Schrader – Função: Direção artístico. Currículo: Prof. Dr. Erwin Schrader é licenciado em Música pela Universidade Estadual do Ceará e mestre em Educação Musical pela Universidade Federal da Bahia, com especialização em canto coral. Em 2011, obteve o título de Doutor em Educação pela Universidade Federal do Ceará e, mais recentemente, concluiu seu pós-doutorado na Julius Maximilian Universität Würzburg, na Alemanha. Desde 1999, atua como regente, produtor e diretor artístico do Coral da Universidade Federal do Ceará, conduzindo o grupo em apresentações no Brasil, Alemanha, França, Polônia, Itália e Austrália. Entre 2008 e 2012, foi coordenador e regente do grupo de percussão da mesma instituição. Suas áreas de experiência incluem a educação musical, com pesquisas focadas em musicalização, canto coral, percussão e expressão corporal. 3.Vera Passos – Função: Direção de coreografia. Currículo: É Professora, bailarina e coreógrafa, graduada em Dança pela Universidade Federal da Bahia. Vera começou seu treinamento com dança moderna em Salvador, Bahia, e se envolveu com outras formas de dança como o Ballet Clássico, Jazz, Contemporâneo e Danças Tradicionais Brasileiras. Estudou com renomados professores brasileiros, incluindo Gal Mascarenhas, Lia Robato, Angela Dantas, Lucinha Mascarenhas, Fafa Daltro, Mestre King, Carlinhos Moraes, Jorge Silva, Paco Gomes, e Zebrinha. Passos dançou em companhias como África Poesia, Companhia de Dança Jorge Silva e foi dançarina solista do aclamado Bale Folclórico da Bahia, com o qual fez turne internacional na América do Norte e do Sul, Canadá, Europa e Austrália. Iniciou os estudos na Técnica Silvestre, com a criadora Rosangela Silvestre em 1992, aprofundando sua pesquisa teórica e prática, acompanhando Rosângela nos seus workshops em Salvador. Em 2002, Passos recebeu a graduação e começou a aplicar a técnica na Escola de Dança da Fundação Cultural da Bahia, no Brasil, em Cursos Livres e no Curso Preparatório. Em 2008 Vera Passos assumiu a coordenaçÃo do Curso Preparatório da escola de Dança da Funceb. Suas aulas atraem estudantes em formação, bailarinos profissionais e amantes da dança em geral. Vera é diretora do Silvestre Link Bahia. Em produções artisticas, colaboraou com o eclético músico americano Steve Coleman, participando de sua turne pela Europa em 2002 e 2003. Também coreografou a Orquestra Popular da Bahia, dirigida pela etnomusicologa pioneira, Emilia Biancardi; Em co-produção com O Kontra, grupo musical de jazz experimental, dirigido por Nei Sacramento, Vera coreografou obras como:Rompimento (1999), Oração (2005), Triângulos (2007), produzindo performances experimentais de dança. Com o músico italiano Aldo Brizzi, participou do filme "Terra em Transe”. Passos também dançou na Ópera, "Lídia de Oxum", coreografada por Carlos Morais. Em 2010, Passos foi convidado por Linda Yudin e Luiz Badaró, para atuar como bailarina, professora e coreógrafa da Viver Brasil Dance Company que tem sede em Los Angeles CA, onde atualmente faz residência artistica, remontando espetáculos, criando novas peças, e também assume a posição de diretora artística associada. Em 2019, assinou a coreografia e roteiro para vídeo publicitário da marca de moda Farm, onde anuciou uma coleção em homenagem a Bahia. Vera Passos ministra ativamente seminários de Técnica Silvestre e Símbolos das Danças dos Orixás, nos Estados Unidos, Europa, Brasil, Argentina, Uruguai e Chile. Juntamente com Rosangela Silvestre, lideram o treinamento anual do Intensivo de Técnica Silvestre durante os meses de agosto e janeiro em Salvador. 4. Nei Sacramento – Função: Direção musical. Currículo: Iniciou seus estudos percussivos na Escola de Dança da Funceb em 1988 com Bira Monteiro. Em 1990 participou da Cia Brasileira de Danças Populares fazendo shows pelo interior da Bahia extendendo para várias partes do Brasil. No ano de 1991 ministrou aulas na Escola Criativa do Olodum. Em 1992 criou o Grupo Percussivo o Kontra e realizou shows intitudados: Autópsia,1996; O Sacramento 1997, O Som de Todas as Tribos 1998, Sentimentos 2004, Música Primária 2006 e Tocandomblé 2009. Ainda em 1996 integrou a Cia de Dança Balé Folclórico da Bahia onde realizou tours pelo Brasil, Estados Unidos, Austrália, Áustria, Itália, Alemanha, Espanha, Canadá e França. Em 1999 participou do workshop dirigido pelo músico Carl Smith, integrante do grupo norte americano Stomp, sendo selecionado para fazer o show em São Paulo. Em 2001 integrou a Banda de Carlinhos Brown realizando tournés pelo Japão, Itália e Brasil. Com o músico italiano Aldo Brizzi teve uma participação especial em tours pela Europa, e no Perc pan em Salvador, encerrando a parceria com uma participação no filme alemão, Tambores e Deuses. Compôs a trilha sonora para o espetáculo do Grupo Dance Brasil dirigido por Gelon Vieira em 2002. Em 2002, participou do workshop ministrado por Steve Colleman, saxofonista norte americano, e em 2003, o Grupo O Kontra foi convidado para gravar o cd, Steve Colleman and Five Elements Weaving Simbolics onde seguiram em tour pela Europa. Nei, Idealizou o espetáculo de dança Oração (2005) e compôs as trilha sonora de Oração e Triângulos (2007). Integrou a Banda de Jauperi em 2006, realizando shows em Salvador. Convidado por Paulo Moura e Armandinho em 2007 integrou a banda Afro Bossa Nova, realizando show no Phoenix Jazz Praia do Forte, dando seguimento com uma tour em 2008, pelo Brasil no projeto homenagem a Tom Jobim. Com a cantora Mariana Aydar, trabalhou no ano de 2010 em São Paulo. Participou da Orquestra de Todos os Santos dirigida pelo Maestro Zeca Freitas, apresentando-se no Festival de música instrumental no Teatro Vila Velha, e no pelourinho em 2011. Desde de 2018, como diretor musical, Nei participou do projeto Dançando na Terra no Brasil, Argentina, Uruguai e grande parte da Europa. Atualmente dirige projetos musicais da Casa de Cultura Somovimento, e os projetos Música Primária, O grupo musical O Kontra, fazendo shows e ministrando aulas internacionalmente.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.