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PRONAC 2412906Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FESTIVAL DE ÓPERA DE PETRÓPOLIS

OURO VERDE CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 1,78 mi
Aprovado
R$ 1,78 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-12-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Petrópolis Rio de Janeiro

Resumo

Na perspectiva de reinauguração do Teatro D. Pedro, propomos a realização da primeira edição do Festival de Ópera de Petrópolis, evento dedicado a difundir a ópera entre diferentes públicos, levando cultura e arte à população, viabilizando novos investimentos para o setor cultural na cidade e atraindo turistas de diversas regiões, além de gerar trabalho e renda para os profissionais da arte lírica, utilizando inclusive mão de obra local nas produções.

Sinopse

Serão apresentadas em Petrópolis, 3 óperas, sendo 1 delas, uma produção do Projeto Ópera na UFRJ e as outras 2 montagens inéditas para o festival.Como contrapatida serão oferecidas 3 palestras gratuitas sobre as obras apresentadas e a música de concerto.PRODUÇÃO A: LE NOZZE DI FIGARO (As Bodas de Fígaro) – Ópera em quatro atos (1786). Produção do Projeto Ópera na UFRJ.Música: Wolfgang Amadeus MOZART (1756-1791).Libreto: Lorenzo da PonteDireção musical e Regência: André Cardoso. Le nozze di Figaro (As bodas de Fígaro) é uma ópera-bufa em quatro atos composta por Wolfgang Amadeus Mozart, sobre libreto de Lorenzo da Ponte, com base na peça homônima de Pierre-Augustin Caron de Beaumarchais (Le Mariage de Figaro). Composta entre 1785 e 1786, estreou em Viena, em 1 de maio de 1786. A história, que satiriza certos costumes da nobreza, conta a divertida confusão durante os preparativos do casamento entre Susanna e Fígaro, servos do Conde e da Condessa Almaviva. Ambientada no Castelo do Conde, nos arredores de Sevilha, em 1785, a história retrata o romance entre os criados. Entretanto, um obstáculo à união feliz dos servos é que o Conde passa um longo período tentando seduzir Susanna, levando os noivos a acreditar que o nobre não abrirá mão do abominável “Direito do Senhor”, que dava ao patrão o privilégio de passar a noite de núpcias com sua empregada, antes do futuro marido. ELENCO: a ser audicionadoFígaro (barítono)Susanna (soprano)Conde de Almaviva (barítono)Rosina, Condessa de Almaviva (soprano)Cherubino, pagem (mezzo)Marcelina (soprano)Don Bartolo (baixo)Don Basílio (tenor)Don Curzio (tenor)Barbarina (soprano)Antônio (barítono) PRODUÇÃO B: DOMITILA – Ópera de câmara em um ato.Compositor: João Guilherme RIPPER (1959).Libreto: Do compositor.Conjunto de câmara (3 músicos). Domitila foi composta pelo compositor carioca João Guilherme Ripper em 2000 e estreada no mesmo ano Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Inspirado em cartas trocadas entre D. Pedro I e a Marquesa de Santos, Domitila de Castro Canto e Melo, entre 1822 a 1829, o libreto narra o dia em que a Marquesa se despede do Rio de Janeiro e regressa a São Paulo, marcando o fim de um turbulento relacionamento amoroso, pondo em cena as lembranças da amante mais famosa do imperador D. Pedro I. Uma das óperas contemporâneas brasileiras mais encenadas, já recebeu montagens inclusive no exterior. SUGESTÃO DE ELENCODomitila de Canto e Mello (soprano): Manuela Vieira. PRODUÇÃO C: DIDO E ENÉAS – Ópera em três atos (1688).Música: Henry PURCELL (1659-1695).Libreto: Nahum TATE (1652-1715).SUGESTÃO DE ELENCODido (mezzo): Lara Cavalcanti.Enéas (tenor): Gustavo Quaresma.Belinda (soprano): Tatiana Carlos.Demais papéis escolhidos por audição (Segunda Mulher; Feiticeira; Primeira Bruxa; Segunda Bruxa; Espírito e Primeiro Marinheiro) Coro e orquestra de câmara.Estreada em 1688, Dido e Enéas de Henry Purcell é uma das óperas mais encenadas do período barroco. A trama se baseia no Livro IV da Eneida do poeta Virgílio. Trata do amor da Rainha de Cartago pelo herói troiano, onde Dido acaba morrendo após sentir-se traída por Enéas. A produção destacará a participação de artistas petropolitanos, tanto nos papéis principais quanto no coro, além de ser direcionada para a execução de uma das orquestras jovens hoje atuantes na cidade.

Objetivos

Objetivos Gerais 1. Difundir a arte lírica, a ópera e seus subgêneros (opereta, singspiel, intermezzo e serenata) e a música clássica para o público da cidade de Petrópolis, seus distritos e cidades vizinhas. 2. Ampliar o oferecimento de eventos culturais na cidade de Petrópolis. 3. Atrair turistas e novos investimentos, gerando emprego e renda e contribuindo para a economia da região. 4. Promover a integração e o intercâmbio cultural com outras regiões e instituições. Objetivos Específicos 1. Promover anualmente um Festival de Ópera na cidade de Petrópolis, com obras nacionais e internacionais, consagradas ou inéditas, dos mais variados estilos e épocas, durante um mês. 2. Realizar espetáculos encenados e em forma de concerto em diferentes espaços da cidade. Para essa edição a programação pretende apresentar um total de 5 récitas de 3 espetáculos diferentes. 3. Incentivar os talentos locais. 4. Abrir oportunidades para cantores jovens e já consagrados. 5. Inserir a cidade de Petrópolis como uma das protagonistas no circuito das poucas cidades brasileiras que promovem temporadas ou festivais de ópera. 6. Oferecer palestras sobre as obras apresentadas e a ópera e a música de concerto.

Justificativa

No Brasil, um país com mais de 200 milhões de habitantes, apenas seis teatros em cinco cidades oferecem espetáculos de ópera com regularidade. Rio de Janeiro e São Paulo desenvolvem temporadas anuais, reunindo diferentes títulos ao longo dos meses de março a dezembro. Na capital carioca, o Teatro Municipal é o único a oferecer espetáculos de tal natureza. Na capital paulista, além do Teatro Municipal há também o Teatro São Pedro, o que aumenta consideravelmente a oferta de espetáculos para a população. Em Belo Horizonte, o Palácio das Artes oferece aos mineiros dois a três títulos por ano. Já em Manaus e Belém os teatros Amazonas e da Paz organizam sua produção operística no formato de festivais, concentrando os espetáculos em determinada época do ano. Petrópolis é cidade de rica tradição cultural. A colonização por imigrantes foi responsável por introduzir as tradições culturais europeias, especialmente as germânicas. Sendo residência de verão da Família Imperial ao longo do século XIX, atraiu para a Serra da Estrela não só a nobreza da época, mas também artistas de diferentes áreas. Mantiveram residência na cidade ou nela passaram longos períodos músicos da importância de Duque Estrada Meyer (1848-1905), Alberto Nepomuceno (1864-1920) e Henrique Oswald (1850-1931). Em Petrópolis nasceram os compositores Paulo Carneiro (1854-1923), Octávio Maul (1901-1974), Raphael Baptista (1909-1984), César Guerra-Peixe (1914-1993) e Ernani Aguiar (1950). Sua tradição musical foi consolidada através de importantes instituições, como a Escola de Música Santa Cecília e o Instituto dos Meninos Cantores. É também uma das poucas cidades do Estado a possuir um teatro com fosso, que possibilita a realização de espetáculos de ópera. Alguns dos mais importantes festivais de ópera da Europa se realizam em cidades menores, próximas a capitais. Na Áustria o Festival de Salzburg (http://www.salzburgerfestspiele.at/) foi criado em 1877, mas após interrupção durante a Primeira Guerra Mundial, foi retomado em 1920. Na Inglaterra temos dois importantes exemplos, o Festival de Glyndebourne (http://www.glyndebourne.com/), cuja edição inaugural data de 1934, e o Festival de Dorset (https://www.dorsetopera.com/), criado em 1974. Já na França, a cidade de Aix em Provence promove anualmente seu Festival International d'Art Lyrique (http://festival-aix.com/fr) desde 1948. Todas as cidades têm em seus respectivos festivais um importante fator de desenvolvimento econômico, através do turismo cultural. No Brasil o exemplo de maior sucesso é o Festival Amazonas de Ópera (FAO), já em sua vigésima quinta edição. Criado em 1997, o festival é hoje um dos mais importantes eventos culturais da região Norte. Recebe turistas de todo o Brasil, da Europa e Estados Unidos e movimenta a economia local, sendo responsável pelo renascimento das atividades operísticas e musicais no Teatro Amazonas. Através do Festival de Ópera, Manaus constituiu uma das melhores orquestras do país. O crítico Klaus Billand, da revista alemã Der Neue Merker, o considerou "o mais importante Festival de Ópera ao sul do Equador". Estruturar um Festival de Ópera será, portanto, fator de grande impacto cultural em Petrópolis, além de inserir a cidade no circuito nacional e internacional da arte lírica. Além dos aspectos acima mencionados, relacionamos outros pontos que julgamos relevantes para que o Festival de Ópera receba o apoio da Prefeitura Municipal de Petrópolis e da iniciativa privada.Fator Cultural: Oferecer ao público o que de melhor há na criação artística universal e integrá-la aos valores próprios da cultura brasileira e petropolitana. Fatores Sociais: Contribuir para a formação da cidadania através do estímulo à frequência de espetáculos de alto valor artístico e cultural. Proporcionar acesso a um gênero de espetáculo de valor universal, mas praticamente ausente da cena cultural petropolitana. Fatores Econômicos: Inserir Petrópolis no roteiro dos grandes festivais internacionais do gênero, gerando com isso desenvolvimento econômico, trabalho, renda e oportunidades para os artistas líricos brasileiros e os demais profissionais envolvidos nas produções (músicos, diretores e técnicos teatrais), em especial os petropolitanos. Fatores Educacionais: Destacar a arte como fator fundamental para a Educação de crianças e jovens, não só viabilizando o acesso aos espetáculos com obras de grande valor artístico específicos para o público infantil, mas, através delas, contribuir para a transmissão de bons valores éticos e morais que estimulem a formação humanística e cidadã. Em 2019, já com o Teatro D. Pedro fechado, o projeto do Festival de Ópera de Petrópolis foi apresentado à companhia GE Celma e ao SESC para patrocínio e execução na temporada de 2020 no Quitandinha. Enquanto o projeto se encontrava em análise, teve início a pandemia, que inviabilizou sua produção. O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, bem como do Art. 3º da referida norma. O projeto atende os incisos abaixo do Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende os incisos abaixo do Art. 3°: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;

Estratégia de execução

Passagens aéreas poderão ser necessárias para trazer cantores solistas petropolitanos, atualmente consagrados no exterior Manuela Vieira - Alemanha x RJ x AlemanhaMichel de Souza - Reino Unido x RJ x Reino UnidoGustavo Quaresma - Áustria x RJ x Áustria

Especificação técnica

Um festival para assim se constituir, deve apresentar um número mínimo de títulos e eventos, apresentados ao longo de um determinado período, sejam produções encenadas ou em forma de concerto. A proposta, de acordo com o acima descrito, é basear a programação do festival nas óperas de câmara, ou seja, aquelas mais adequadas para o tamanho do Teatro D. Pedro.Serão realizadas 3 óperas nos finais de semana, com duração entre 90 e 120 min, sendo 1 apresentação de "As Bodas de Fígaro" e 2 apresentações das outras 2 óperas (Domitila e Dido e Eneas), totalizando 5 apresentações, no período de 1 mês. Muitas delas são desenvolvidas em um único ato e eventualmente não contam com a participação de coro. A programação poderá também ser organizada a partir dos títulos disponíveis em outros teatros, já com cenários e figurinos confeccionados e utilizados mediante aluguel. A produção de universidades como a UFRJ e a UniRio, que mantém projetos de extensão e produzem ao menos um espetáculo anual, poderão servir, através de parcerias, para compor a programação do festival, barateando custos. O projeto de extensão Ópera na UFRJ é realizado desde 1994. Envolve as escolas de Música, Belas Artes (curso de cenografia e indumentária), Comunicação (direção teatral), com a participação eventual da Escola de Educação Física (curso de dança) e apoiado pelo Programa de Apoio às Artes (PROART) do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. Desde 2011 a UFRJ apresenta seus espetáculos ao público petropolitano, como o Dom Quixotte, de Telemann (2011), Cosi fan tutte, de Mozart (2012), O caso no júri, de Arthur Sullivan (2013), O Diletante, de João Guilherme Ripper (2014), O professor de música, de Pergolesi (2015) e Viva la mamma, de Donizetti (2017). Com o início das obras do Teatro D. Pedro as apresentações em Petrópolis foram suspensas, só retornando em 2022, com a ópera O Engenheiro, de Tim Rescala, mas apresentada em forma de concerto, com orquestra no palco, no Teatro Santa Cecília (atual Teatro Imperial). A UniRio, por sua vez, também produz um espetáculo anual nos mesmos moldes, já tendo realizado récitas fora do campus da universidade.A partir das premissas acima expostas e na perspectiva de reinauguração do Teatro D. Pedro, propomos para a primeira edição do Festival de Ópera de Petrópolis, a ser realizada em 2025, os títuloscitados no campo SINOPSE DA OBRA.

Acessibilidade

O Teatro D. Pedro, recém reformado, escolhido para a realização das óperas tem a estrutura necessária para atender ao público cadeirante ou com dificuldade de locomoção. O público com necessidades visuais e auditivas contará com sessões com legendas e intérprete de libras. Haverá produtores orientando o público com necessidade especial. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Não há previsãoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 3 récitas.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: produtores para auxiliar esse público em todas as sessões.

Democratização do acesso

- Os ingressos terão preços acessíveis.- Todas as cotas serão cumpridas.- Serão realizadas promoções nas redes sociais com sorteios de ingressos, cupom de descontos, lista amigas e outras ações.- Será negociada formação de plateia e realização de campanhas sociais (fome, agasalho, etc).- Disponibilização de ingressos na plataforma EU FAÇO CULTURA, para distribuição de ingressos gratuitos a pessoas de baixa renda.- Realização de 3 palestras gratuitas como contrapartida social para o público em geral. De acordo com o artigo 28 da IN 01/2023, será adotado no projeto os incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).

Ficha técnica

ANA CRISTINA BEZERRA MONTEIRO - PROPONENTE - COORDENAÇÃO DE PROJETO E PRODUÇÃOFundadora e Diretora da Ouro Verde Cultura, atua há mais de 14 anos no mercado carioca como produtora cultural, porém com o diferencial de ser especialista em processos de liberação, administração e prestação de contas de recursos fomentados, incentivados e conveniados para projetos culturais. No ano de nascimento, a Ouro Verde conquistou o Prêmio Klauss Vianna 2010 e seguiu sendo contemplada em outros editais culturais e fundindo grandes parcerias. Áreas culturais de atuação através de sua produtora: dança, teatro infantil e adulto, festivais, espetáculos musicais, shows, concertos com orquestras e corais, entre outros. Instagram e Facebook: @ouroverdecultura ANDRÉ CARDOSO – DIRETOR MUSICAL E MAESTRO - Natural do RJ iniciou suas atividades musicais como cantor do Coral do Colégio Marista São José do RJ e nos cursos de verão do Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis. Estudou na Escola de Música Villa-Lobos. Na cidade de Petrópolis fez parte do Coral Municipal, das orquestras Camerata Abrarte e Academia Música Nova e foi o regente do Coral da Sociedade Artística Villa-Lobos. Graduou-se em regência pela Escola de Música da UFRJ. É Mestre e Doutor em Musicologia pela UNIRIO. De 1998 a 2000 fez curso de aperfeiçoamento e especialização em regência orquestral com o maestro Guillermo Scarabino, na Universidade de Cuyo, em Mendoza, Universidade Católica Argentina e no Teatro Colón de Buenos Aires, com bolsa da Fundação VITAE. Em 1994 ganhou o 1º prêmio no Concurso Nacional de Regência promovido pela Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense. A partir da premiação passou a ser convidado para as temporadas de orquestras como a Sinfônica Brasileira, a Petrobras Sinfônica, a Sinfônica da Paraíba, a Sinfônica de Minas Gerais, a Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, a Sinfônica do Estado do Espírito Santo e Sinfônica de Campinas. De 2000 a 2007, foi maestro assistente da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde dirigiu concertos, óperas e balés. Publicou mais de vinte artigos em revistas especializadas, periódicos e anais. Em 2005 lançou seu primeiro livro, A Música na Capela Real e Imperial do Rio de Janeiro, premiado com o primeiro lugar no II Concurso José Maria Neves de Monografias da Academia Brasileira de Música. Em 2008 lançou A Música na corte de D. João VI, pela Editora Martins, de São Paulo. Produziu dezenas de discos, todos dedicados à música brasileira de concerto, como a primeira gravação integral da ópera Colombo, de Carlos Gomes que ganhou em 1998 dois prêmios: o APCA/Associação Paulista dos Críticos de Arte e o Prêmio Sharp, na categoria “Melhor Disco Erudito”. Realizou mais de sessenta primeiras audições e, como regente, já executou obras de 55 compositores brasileiros desde o período colonial até os contemporâneos mais jovens, inclusive em diferentes edições da Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Foi diretor da Escola de Música da UFRJ por dois mandatos (2007-2015), onde é professor de regência e prática de orquestra dos cursos de graduação e pós-graduação, além de diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica da UFRJ. Foi diretor artístico do Teatro Municipal do Rio de Janeiro (2015-2016). É o atual presidente da Academia Brasileira de Música. GUILHERME RIPPER - COORDENADOR ARTÍSTICOÉ compositor, gestor cultural e professor da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Formou-se em Composição e cursou Mestrado sob a orientação de Henrique Morelenbaum e Ronaldo Miranda. Obteve seu Doutorado em Composição na The Catholic University of America, em Washington D.C. onde estudou com o compositor Helmut Braunlich e a musicóloga argentina Emma Garmendia. Frequentou o Curso de Per- feccionamiento en Dirección Orquestal na Argentina ministrado pelo Maestro Guillermo Scarabino, e Économie et Financement de la Culture, na Université Paris-Dauphine. Dirigiu a Escola de Música da UFRJ entre 1999 e 2003 e a Sala Cecília Meireles entre 2004 e 2015, empreendendo uma ampla reforma. Em 2015, foi nomeado Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cargo que ocupou até o início de 2017. Ripper é o atual Presidente da Academia Brasileira de Música. Colabora frequentemente com orquestras, teatros e festivais no Brasil e exterior criando novas obras e atuando como compositor residente. Entre os con- certos realizados em 2018 destacam-se a estreia da “Suíte sinfônica da ópera Piedade” com a Orquestra Petrobras Sinfônica no Theatro Municipal do Rio de Janeiro; a sinfonia “Jogos Sinfônicos” com a Orquestra Blas Galindo no México; o “Concertino para oboé e fagote” com a Filarmônica de Minas Gerais; a estreia da cantata “Icamiabas” no Festival Internacional de Música de Belém do Pará; a estreia de “Fantasia Tarumã”, dedicada ao pianista Jean Louis Steuerman, com a Filarmônica de Goiás; a estreia da ópera “Kawah Ijen” no Festival Amazonas de Ópera no Teatro Amazonas; a ópera “Piedade” em forma de concerto no Theatro Municipal de São Paulo. “Piedade” também foi encenada nas temporadas 2017 e 2018 da série Ópera de Câmara do Teatro Colón de Buenos Aires. A mini-ópera “Domitila” recebeu produções este ano em Vitória e nas cidades de Alcobaça e Castelo Branco, Portugal, enquanto a ópera cômica “O Diletante” foi apresentada no Teatro Carlos Gomes de Vitória. Suas obras “Duplum - concerto para dois violoncelos e orquestra” e “Improviso para violino e orquestra” foram gravados recentemente pela Orquestra Acadêmica de Córdoba e pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre.CANTORES PETROPOLITANOS A SEREM CONVIDADOSMANUELA VIEIRA (soprano) – Natural de Petrópolis, a jovem soprano Manuela Vieira estudou na Escola de Música da UFRJ na classe da Professora Veruschka Mainhard e, posteriormente, com o tenor Eduardo Alvares. Ainda no Brasil, interpretou personagens como Rita (Rita – G. Donizetti), Hänsel (Hänsel e Gretel – E. Humperdinck), Mimi (La Bohème - G. Puccini) e Fiordiligi (Così fan Tutte – W. A. Mozart).Em 2011, ganhadora de uma bolsa para solistas da Bach Akademie (Stuttgart), dirigida por Helmut Rilling, Manuela deu seus primeiros passos em direção à Alemanha, onde hoje reside. Integrante do Opera Studio Santa Cecilia em Roma, Manuela estudou com Renata Scotto e Anna Vandi. Em 2017, concluiu com notas máximas o mestrado em Ópera e Soloklasse na Opernschule Stuttgart, na classe da Profª. Gundula Schneider, onde interpretou, entre outros papéis, Micaela (Carmen – G. Bizet), La Contessa Almaviva (Le Nozze di Figaro - W. A. Mozart), Manon (Manon - J. Massenet), e Mama (What Next? - Elliott Carter). Recentemente, Manuela participou da ópera Così fan Tutte no Stadttheater Heilbronn, no papel de Fiordiligi (2015), foi Mimi na produção de La Bohème do Festspiel Balingen (2017) e a Segunda Dama na produção da Flauta Mágica em Stuttgart (2017). Seu repertório abrange ainda personagens de óperas de W. A. Mozart - Donna Elvira (Don Giovanni) e Pamina (A Flauta Mágica); G. Puccini - Liù (Turandot) e Lauretta (Gianni Schicchi); G. Verdi - Desdemona (Otello); V. Bellini - Elvira (I Puritani); F. Lehár - Hanna Glawari (A Viúva Alegre); e O. Nicolai - Frau Flut (As Alegres Comadres de Windsor), entre outros. Vem também construindo um vasto repertório de concerto, tendo sido solista de Sonhos de uma Noite de Verão, Elias e Lobgesang (F. Mendelssohn); Credo (K. Penderecki); Requiém (A. Dvořák); Bachianas Brasileiras nº.5 (H. Villa-Lobos); e inúmeras Cantatas de J. S. Bach. Nesses concertos, Manuela trabalhou com renomados regentes como Christoph Eschenbach, Kay Johannes e Helmut Rilling. Em 2016, foi convidada pelo Busan Maru International Festival na Coreia do Sul, onde se apresentou num Operngala. Paralelamente aos seus estudos, participou de masterclasses com renomados musicistas, tais como Margreet Honig, Mark Markham, Klesy Kelly, Cesare Scarton, Falk Struckmann e Mitsuko Shirai. Recebeu várias bolsas de estudo, como as da Fundação Oscar e Vera Ritter, Live Music Now e também da Fundação Rotary Alemã - Stuttgart. Foi a mais jovem premiada no Concurso Nacional de Canto Lírico / Ópera da UFRJ em 2009 e pelo Concurso de Canto do Kammeroper Schloss Rheinsberg 2018. https://www.manuela-vieira.com/ TATIANA CARLOS (soprano) – Natural de Petrópolis, está cursou o mestrado em Performance Vocal na Brigham Young University, nos Estados Unidos. Já foi premiada em diversos concursos de canto nacionais, como o XVIII Concurso de Canto Maria Callas, no qual recebeu o prêmio Ópera Manaus. Foi vencedora do Concurso Série Tom de Classe, segundo lugar no I Concurso Nacional de canto e piano de câmara Francisco Mignone e foi uma das finalistas do V Concurso Nacional Villa-Lobos. De suas atuações em ópera destacam-se Katisha (The Mikado), Micaela (La Tragédie de Carmen), Barena (Jenufa), Mutter e Hexe (Hansel und Gretel), Dona Maricota (Os Irmãos Repentistas), Irene na ópera Theodora, de Händel. De concertos, destacam-se Young Artist Concert, realizado pela Utah Lyric Opera, e o projeto Les Mélodies, dedicado ao repertório francês, na Sala Cecilia Meirelles. Cantou com importantes regentes, como Marcelo de Jesus, Jésus Figueiredo, Priscila Bonfim, André Cardoso, entre outros. E atuou sob a direção de nomes como André Heller-Lopes, Joshua Lindsay, Menelick de Carvalho, Julianna Santos e Claudio Castro Filho. Foi integrante da Academia de Ópera Bidu Sayão do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na qual participou de seu aniversário de 108 anos, da cortina lírica sob a regência do maestro Gabriel Rhein-Schirato, concerto de canções francesas fazendo Trois poémes de Stéphane Marllamé, de Ravel, sob a regência de Thiago dos Santos, além de participar das óperas Savitri e Dido e Éneas. Participou do Institute for Young Dramatic Voices, em Reno, dirigido pela mezzo-soprano norte-americana Dolora Zajick, e do masterclass realizado pelo Jette Parker for Young Artists na América Latina, projeto do Royal Opera House de Londres. https://artematriz.com.br/tatiana-carlos/ LARA CAVALCANTI (mezzo-soprano) – Nascida em Petrópolis, graduou-se em canto pela Escola de Música da UFRJ com diploma de dignidade acadêmica Magna cum laude. Fez parte da Academia de Ópera Bidu Sayão do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e participou de variados cursos e festivais com professores de renome no Brasil e na Europa. Dentre suas atuações no Theatro Municipal do Rio de Janeiro destacam-se: Carmen, de Bizet (Carmen), As Bodas de Fígaro, de Mozart (Marcellina), Cavalleria Rusticana, de Mascagni (Lola), João e Maria, de Humperdink (João), A menina das nuvens, de Villa-Lobos (Mãe), Dido and Aeneas, de Purcell (Dido), Serse, de Händel (Arsamene), La Cenerentola, de Rossini (Tisbe), Fausto, de Gounod (Siebel) e Salomé (Pajem de Herodias), de Richard Strauss. Atuou ainda em O Mambembe encantado, de Eli-Eri Moura, (Ana Beleza), Cosi fan tutte, de Mozart (Dorabella) e Suor Angelica, de Puccini (Tia Pricipessa). Foi solista também em obras como a Missa em Mib, de José Maurício Nunes Garcia junto a Orquestra Sinfônica Brasileira, Te Deum, de Anton Bruckner e Petite Messe Solennelle, de Rossini junto a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Fantasia coral, de Beethoven junto ao FEMUSC, Matinas da Ressurreição, de José Mauricio e Vésperas do Sábado Santo, de Manuel Dias de Oliveira, junto a Associação de Canto Coral e Il pianto di Maria, de Ferrandini, e o Oratório de Natal, de Saint-Säens, com a Orquestra Sinfônica da UFRJ. Foi premiada no concurso Maria Callas em 2015 e no concurso de música de câmara Francisco Mignone em 2016. Gravou como solista o Magnificat, de João Guilherme Ripper, junto ao Coro Brasil Ensemble e Ladainha, de Francisco Braga, junto Coro de Câmara Sacra Vox. https://www.laraccavalcanti.com/ GUSTAVO QUARESMA (tenor) – Nasceu em Petrópolis. Sua educação musical que recebeu como solista soprano no coro meninos "Canarinhos de Petrópolis" e ele terminou maio 2010 com honras seus estudos de canto de ópera na classe de Hedwig Fassbender na Universidade de Música e Artes em Frankfurt am Main. Entre 2010 e 2012 foi membro do International Opera Studio da Ópera de Colônia. Frequentou máster classes com Raúl Gimenéz, Kurt Moll e Anna Tomowa-Sintow. Atualmente é orientado por Alexander Fedin. Desde sua chegada à Alemanha, canta regularmente em produções de ópera e em salas como a Konzerthaus de Berlim e Viena, o Concertgebouw de Amesterdam, Palácio das Artes de Budapeste, Royal Festival Hall de Londres, Emirates Palace em Abu Dhabi, Seoul Arts Center, Hessian State Theatre, em Wiesbaden, Kurhaus Wiesbaden, Ópera de Colónia, Opéra de Monte Carlo, Opéra de Chambre de Genève, Salzburger Landestheatre e Grand Théâtre de Tours. No Brasil vem participando regularmente das temporadas do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e São Paulo. https://www.salzburger-landestheater.at/en/personen/gustavo-quaresma.html MARCELO COUTINHO (barítono) – Natural de Petrópolis iniciou sua carreira musical aos oito anos, ao ingressar no coral dos “Canarinhos de Petrópolis”, onde aprendeu teoria, violino e viola. Graduou-se em canto na Escola de Música da UFRJ em 1989, na classe da profa. Diva Abalada, com o título “Magna cum Laude”. Entre 1992 e 1994 fez seu aperfeiçoamento técnico com Althea Bridges e música de câmara com Thomas Kerbl, em Linz, na Áustria. Em 2010 entrou para o quadro de professores da Escola de Música da UFRJ, onde foi aprovado em primeiro lugar no concurso para Professor de Canto e Prática de Conjunto Vocal. É Mestre em Musicologia, pela Escola de Música da UFRJ e atualmente cursa o Doutorado em Práticas Interpretativas, na mesma instituição, sob a orientação da Profa. Doutora Ana Paula da Matta. Além do repertório camerístico, tem atuado à frente de importantes orquestras, executando tanto o repertório sinfônico quanto operístico. Fez várias tourneés pelo Brasil, América Latina e Europa, divulgando a música erudita brasileira. Do seu repertório constam óperas como As Bodas de Fígaro (Conde de Alma Viva), Cosi fan tutte (Guglielmo) e A Flauta Mágica (Papageno), de Mozart, La Bohéme (Schaunard) e Gianni Schicchi (Gianni Schicchi), de Puccini, Carmen (Duncaire), de Bizet, O Morcego (Dr. Falk), de Johann Strauss Jr., A Menina das Nuvens (Vento variável), de Villa-Lobos, além de vários outros personagens, em várias produções no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em outras capitais do Brasil. Paralelamente desenvolveu um trabalho reconhecido como diretor musical e de dublagem, responsável pelas versões brasileiras de desenhos como: A Bela e a Fera, Aladdin, Rei Leão, Pocahontas, O Corcunda de Notre Dame, Shrek, Príncipe do Egito, Hércules, Mulan, O Estranho Mundo de Jack, Os Vingadores, dentre muitos outros, onde atua como regente, cantor e ator. MICHEL DE SOUZA (barítono) – É Mestre com distinção pela Royal Scottish Academy of Music and Drama e fez parte do programa Jette Parker na Royal Opera House Covent Garden (ROH) em Londres. Fez seu debut na ROH na temporada 2012/2013 como Shaunard em La Boheme na produção de John Copley sob regência de Sir Mark Elder e tem se apresentado ao lado de artistas como Jonas Kaufmann, Roberto Alagna, Bryn Terfel, Diana Damrau, Simon Keenlyside e com maestros como Simon Rattle, Antonio Pappano, Maurizio Benini, Donald Runnicles, Leonard Slatkin, Placido Domingo entre outros. Em ópera Michel tem atuado em Le Nozze di Figaro (Conde Almaviva), A Flauta Mágica (Papageno) e Don Giovanni (Don Giovanni), de Mozart, La Boheme (Marcello, Shaunard) e Tosca (Angelloti), de Puccini, War and Peace (Prince Andrei), de Prokofiev, Carmen (Escamillo), de Bizet, Hansel und Grätel (Peter), de Humperdink, L'elisir d'amore (Belcore), de Donizetti, Il signor Bruschino (Gaudenzio), de Rossini, Os Contos de Hoffmann (Dr. Miracle), de Offenbach, Ariadne auf Naxos (Harlequin e Musiklehrer), de Richard Strauss e Sansão e Dalila (Sumo Sacerdote de Dagon), de Saint-Säens. Tem se apresentado também em obras como o Oratório de Natal, Magnificat, Missa em Si menor, Cantatas BWV 56, 82, 140 e 147, de Bach, Requiem, de Mozart, de Fauré, Verdi e Duruflé, Um Requiem Alemão, de Brahms, Vésperas, de Monteverdi, Oratório O Messias e Dixit Dominus, de Haendel, Carmina Burana, de Carl Orff, Belshazzar's Feast, de William Walton, Five Mystical Songs e Serenade to Music, de Vaughan Williams em concertos com a Orquestra Sinfônica da BBC Escocesa no Royal Albert Hall em Londres na série THE BBC PROMS. Recentemente fez uma serie de apresentações com a Orchestre National de Lyon, detacando-se o Festival Berlioz em La-Côte-Saint-André onde interpretou Scene Heroique e a Nona sinfonia, de Beethoven e também na abertura da temporada 2015-2016 no auditorio de Lyon. Participou do programa Emerging Artist da Scottish Opera na temporada 2010/2011 e fez parte do Ensemble de solistas do Grand Thèâtre de Genève 2014/2015. No Brasil, venceu em 2007 o 1º prêmio em música de câmara no concurso Maria Callas em São Paulo e estudou canto com Benito Maresca e Isabel Maresca. Graduou-se em órgão com nota máxima e louvor pela Escola de Música da UFRJ onde também estudou canto com Inácio de Nonno. Iniciou seus estudos musicais e carreira no Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis, sua cidade natal. Atualmente reside em Londres. https://www.micheldesouzabaritone.com/ FERNANDO LOURENÇO (barítono) – Petropolitano, está cursando o mestrado em performance vocal na Brigham Young University nos Estados Unidos, sob orientação de Darrell Babidge. Iniciou seus estudos de música aos 10 anos, no Coral dos Canarinhos de Petrópolis, participando com este em concertos com grandes orquestras e regentes nas maiores salas do país. É bacharel em Canto pela UFRJ, no qual se formou sob orientação do barítono Homero Velho. Atuou na ópera Don Quixote nas Bodas de Comacho, de Telemann, no papel de Don Quixote, com direção musical de Marcelo Fagerlande e direção cênica de José Henrique Moreira. Na ópera Joca, Juca e o Pé de Jaca, de Rafael Bezerra, fez papel de Janjinho, com direção geral de Maria José Chevitarese. Esta produção foi eleita pelo Jornal do Brasil como um dos melhores espetáculos do ano. Fez o papel de Guglielmo na ópera Così Fan Tute, de Mozart, com direção musical de André Cardoso e direção cênica de André Heller-Lopes. Fez o papel de Cowboy na opereta O Cavalinho Azul, de Tim Rescala, com direção geral de Maria José Chevitarese e direção cênica de Cláudio Castro. Atuou também como advogado da requerente na opereta Caso no Júri, versão brasileira de Trial by Juri, de Gilbert e Sullivan, com sucesso de público e crítica. Atuou no papel de Gaudêncio na estreia mundial da ópera O Diletante, de João Guilherme Ripper, espetáculo eleito pelo jornal O Globo como um dos 10 melhores do ano. Atuou ainda como Seu Eurico na estreia da ópera infantil Os Irmãos Repentistas e os Pandeiros Encantados, de Rafael Bezerra. Fez sua estreia nos EUA na ópera The Mikado, de Gilbert and Sullivan, e participou do concerto de jovens cantores da Utah Lyric Opera. Recentemente atuou na ópera Theodora, de Händel e na estreia mundial da ópera Candinho, de João Guilherme Ripper, em produção do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. No repertório coral sinfônico se destacam as atuações como solistas em obras como as Matinas de Nossa Senhora do Carmo, de José Maurício Nunes Garcia, com a Orquestra Ouro Preto, e a Cantata BWV4 Christ Lag in Todesbandem, de Bach, com a Orquestra Sinfônica da UFRJ, ambas sob a regência de Ernani Aguiar. Participou de grupos como o Anima e Cuore, Cia. Brasileira de Ópera, Coro Sinfônico do Rio de Janeiro, Coro da OSB Ópera e Repertório, Coro da Universidade Católica de Petrópolis, Conjunto Sacra Vox, Brasil Ensemble, Coral Municipal de Petrópolis. Participou como contratado do coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro na ópera Billy Budd, de Briten, com direção musical de Isaac Karabtchevsky e direção cênica de Marcelo Lombardero. https://amp.tribunadepetropolis.com.br/noticias/recital-dedicado-a-opera-faz-passeio-pela-musica-classica-de-diversos-paises RAMON THEOBALD (pianista correpetidor) – Nasceu em Petrópolis, onde iniciou seus estudos musicais com o maestro Marco Aurélio Lischt, no Coral dos Canarinhos de Petrópolis, com quem também teve suas primeiras aulas de piano. Continuando sua formação, foi aceito para o Bacharelado em Piano na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), recebendo as orientações da Profª. Drª. Sônia Goulart e do Prof. Luiz Senise, com quem concluiu a graduação em 2016. Em masterclasses, teve aulas com renomados pianistas e professores, como Eduardo Monteiro, Fany Solter, Luiz de Moura Castro e Fábio Luz. Dois períodos do bacharelado foram cursados na Hochschule für Musik Karlsruhe, na Alemanha, na classe do Prof. Dr. Michael Uhde, através de uma bolsa de estudos concedida por parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD, na sigla alemã). As experiências internacionais incluíram também a participação no Festival del Golfo, em San Marco di Castellabate, na Itália, uma turnê pela Áustria, pela Alemanha e pela República Tcheca com o Coral dos Canarinhos de Petrópolis e recitais em cidades da Alemanha e da Itália. Pianista premiado em diversos concursos nacionais, destacou-se com os primeiros lugares no Concurso de Piano Casa da Música, em Porto Alegre, e no 18º Concurso de Piano Arnaldo Estrella, em Juiz de Fora, em que também obteve por duas vezes o prêmio de Melhor Intérprete de Música Brasileira. Participou do programa Partituras da TV Brasil, e, como aluno da Academia de Ópera Bidu Sayão, apresentou-se no aniversário de 108 anos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 2017. No mesmo teatro, colaborou nas produções das óperas Lo Schiavo, de Carlos Gomes, Jenůfa, de Leo Janáček, e Ballo in Maschera, de Giuseppe Verdi. Foi pianista acompanhador do Coral dos Canarinhos de Petrópolis, do Coral das Meninas do Canarinhos de Petrópolis e do Coral Municipal de Petrópolis. Cursou o mestrado em Musicologia na Escola de Música da UFRJ, sob orientação do prof. Dr. Antonio J. Augusto. Em 2019, ingressou na Academia Georg Solti, de Veneza, onde trabalhou com Richard Bonynge, Jonathan Papp, Anthony Legge e Rodrigo de Vera. Na temporada 2020-2021 participou da Fabbrica da Ópera de Roma. Em 2021 ingressou como pianista da Académie de l'Opéra National de Paris. https://www.operadeparis.fr/en/artists/ramon-theobaldhttps://soupetropolis.com/2023/04/16/saiba-quem-e-o-petropolitano-premiado-que-vem-se-destacando-na-academia-da-opera-de-paris/

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