Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2412942Expirado o prazo de captação totalMecenato

Alma Caiçara - Tradição e Memória

ASSOCIACAO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL ILHA DA MADEIRA COSTA VERDE
Solicitado
R$ 929,2 mil
Aprovado
R$ 929,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Gastronomia de valor cultural
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Caiçaras
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Itaguaí
Início
2025-02-01
Término
2026-03-31
Locais de realização (6)
Angra dos Reis Rio de JaneiroItaguaí Rio de JaneiroMangaratiba Rio de JaneiroParati Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroSeropédica Rio de Janeiro

Resumo

A proposta do projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" busca fortalecer a cultura caiçara na região da Costa Verde, RJ, promovendo a preservação de saberes e tradições locais. Realizados na Ilha da Madeira, em Itaguaí/Rio de Janeiro, a Festa de São Pedro e o Festival de Frutos do Mar são eventos que celebram a identidade cultural e incentivam o turismo sustentável, aproximando a comunidade de suas raízes. Além desses eventos, o projeto inclui as Noites Caiçaras, também na Ilha da Madeira, oferecendo uma experiência imersiva nas tradições locais com apresentações culturais e gastronômicas. A iniciativa ainda prevê a criação de uma cartilha cultural para disseminar o conhecimento sobre a cultura caiçara e uma exposição itinerante que percorrerá seis cidades — Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis, Paraty, Seropédica e Rio de Janeiro —, apresentando a riqueza do patrimônio caiçara. Com essas ações, o projeto busca democratizar o acesso à cultura e fortalecer as identidades locais.

Sinopse

O projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" visa preservar, valorizar e promover a rica cultura caiçara da Costa Verde, RJ, com atividades concentradas na Ilha da Madeira, em Itaguaí, e circulação de uma Exposição Itinerante por cidades da região, como Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba, Seropédica e Rio de Janeiro. O projeto celebra o patrimônio cultural caiçara por meio de eventos tradicionais, como a Festa de São Pedro e o Festival de Frutos do Mar, que exaltam a gastronomia e as práticas sustentáveis de pesca local. A programação inclui também as Noites Caiçaras, noites culturais realizadas ao longo do ano que destacam música, dança e debates culturais, além de oficinas de saberes gastronômicos oferecidas como contrapartida social, ensinando receitas e práticas culinárias típicas da região.A Cartilha Cultural, com uma tiragem de 5.000 exemplares, será distribuída gratuitamente em escolas, bibliotecas e centros comunitários, e uma versão digital estará disponível para facilitar o acesso. A Exposição Itinerante trará uma visão imersiva da vida caiçara, com visitas guiadas e atividades educativas voltadas especialmente para escolas públicas. O projeto valoriza a inclusão, com todas as atividades oferecidas gratuitamente e adaptadas para garantir acessibilidade a pessoas com deficiência. Por meio de parcerias com escolas e ONGs locais, o "Alma Caiçara" envolve a comunidade, especialmente jovens e grupos vulneráveis, como protagonistas na preservação de suas tradições.Documentando todas as ações, uma equipe audiovisual produzirá um documentário, que será exibido em eventos e plataformas digitais, ampliando o alcance do projeto. O Centro de Referência da Cultura Caiçara, na Ilha da Madeira, servirá como espaço central para oficinas, exposições e atividades comunitárias, consolidando-se como um ponto de preservação e celebração da identidade caiçara. "Alma Caiçara - Tradição e Memória" promove o fortalecimento da cultura caiçara e a democratização do acesso, preservando um legado cultural essencial e integrando a sustentabilidade econômica, social e cultural da região.

Objetivos

A proposta do projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" visa preservar, valorizar e promover a cultura caiçara na região da Costa Verde, RJ, por meio de eventos culturais, oficinas e ações educativas que engajem a comunidade local, garantindo a continuidade dos saberes tradicionais e o acesso à cultura. Com foco em fortalecer a identidade cultural das comunidades caiçaras, o projeto visa conscientizar sobre a importância da preservação do patrimônio imaterial e gerar oportunidades econômicas e sociais sustentáveis, estimulando o turismo cultural responsável que respeita as tradições e o meio ambiente. Entre os objetivos específicos, estão três edições das Noites Caiçaras ao longo do ano, na Ilha da Madeira, em Itaguaí, com apresentações culturais de música, dança e debates sobre a cultura caiçara, promovendo o diálogo entre a comunidade e visitantes. Estima-se que 600 pessoas sejam beneficiadas diretamente ao longo do ano, com ampla divulgação digital para alcançar um público ainda maior. O projeto inclui também a organização da Festa de São Pedro, tradicional celebração na Ilha da Madeira, que reunirá cerca de 1.000 pessoas em uma procissão marítima, apresentações musicais e barracas de gastronomia típica. Este evento integra gerações e será registrado em audiovisual, criando um acervo que servirá a futuras ações de preservação cultural. Além disso, o Festival de Frutos do Mar valorizará a culinária local como elemento central da identidade caiçara e fonte econômica essencial, com uma participação estimada de 5.000 pessoas e a oferta de oficinas e práticas de valorização gastronômica. No campo educacional, o projeto oferecerá 40 oficinas de saberes caiçaras, com média de 40 participantes cada, alcançando cerca de 80 beneficiários diretos ao longo do ano. Estas oficinas têm como objetivo transmitir práticas e receitas tradicionais, fortalecendo a cultura local e promovendo capacitação, permitindo que os participantes gerem renda com os conhecimentos adquiridos. A criação e distribuição de uma Cartilha Cultural também são parte essencial do projeto. Serão distribuídos 5.000 exemplares da cartilha com temas sobre preservação e valorização da cultura caiçara em escolas, bibliotecas e centros comunitários da Costa Verde. Essa cartilha, disponível também em formato digital, servirá como ferramenta educativa e de conscientização, com foco na preservação cultural e no respeito ao meio ambiente. Outro destaque é a manutenção do Centro de Referência da Cultura Caiçara, na Ilha da Madeira, como espaço dedicado à história caiçara e à realização de exposições e eventos culturais. Com melhorias na infraestrutura, o centro espera receber cerca de 2.000 visitantes por ano, entre moradores e turistas, consolidando-se como ponto de preservação e promoção cultural. Uma exposição itinerante percorre seis cidades — Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis, Paraty, Seropédica e Rio de Janeiro —, levando a cultura caiçara a públicos variados e ampliando sua visibilidade. Com essas ações, o projeto visa democratizar o acesso à cultura e fortalecer as identidades locais, contribuindo para a sustentabilidade e o desenvolvimento socioeconômico das comunidades. Além de fortalecer o turismo cultural e a venda de produtos locais, o "Alma Caiçara" promove a inclusão social, com todas as atividades gratuitas e priorizando grupos vulneráveis, estimulando jovens e crianças a se tornarem agentes de preservação do patrimônio. Assim, o projeto se consolida como vetor de transformação cultural e econômica, com foco na preservação das tradições, no fortalecimento da identidade local e no desenvolvimento sustentável.

Justificativa

A justificativa para o projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" se fundamenta na necessidade urgente de preservar e promover a cultura caiçara na região da Costa Verde, RJ, em meio ao crescimento da urbanização e às mudanças sociais que ameaçam as práticas e tradições locais. A cultura caiçara representa um importante patrimônio imaterial brasileiro, enraizada no conhecimento acumulado de gerações, especialmente na relação sustentável com o meio ambiente e nas práticas cotidianas que expressam sua identidade. Na Ilha da Madeira, em Itaguaí, que se destaca como berço dessas tradições, ainda são realizadas festas, eventos gastronômicos e atividades culturais que mantêm vivas as memórias caiçaras e atraem tanto moradores locais quanto turistas interessados na autenticidade da cultura regional. Entretanto, o impacto da globalização e o desenvolvimento urbano têm exercido forte pressão sobre essas práticas tradicionais, muitas vezes marginalizando o modo de vida caiçara e dificultando a transmissão dos conhecimentos ancestrais para as novas gerações. Este projeto é justificado por seu compromisso com a continuidade e fortalecimento desse patrimônio, especialmente através de eventos tradicionais, como a Festa de São Pedro e o Festival de Frutos do Mar, realizados anualmente na Ilha da Madeira. A Festa de São Pedro, com sua procissão marítima e celebrações, é um elo vital que conecta a comunidade caiçara às suas raízes espirituais e culturais, enquanto o Festival de Frutos do Mar valoriza a gastronomia local, destacando a relação sustentável que os caiçaras mantêm com o mar e os recursos naturais. Essas celebrações são oportunidades únicas de fortalecer laços comunitários e reforçar o orgulho cultural, além de atrair visitantes e fortalecer o turismo cultural na região. O projeto também justifica-se por seu foco na educação e na democratização do acesso à cultura, oferecendo oficinas de saberes gastronômicos, que permitirão o aprendizado de receitas e práticas tradicionais, criando uma base para a geração de renda e para o empoderamento dos moradores. Com a realização de 40 oficinas ao longo do ano, o projeto tem o potencial de beneficiar diretamente cerca de 80 pessoas, incentivando a preservação desses saberes e capacitando os participantes para utilizá-los como fontes de sustento e como forma de manter viva a identidade caiçara. A criação de uma Cartilha Cultural e de uma exposição itinerante também reforça a justificativa do projeto, ao garantir que a cultura caiçara alcance um público mais amplo e se estabeleça como referência patrimonial em diversas cidades do estado do Rio de Janeiro, como Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis, Paraty, Seropédica e Rio de Janeiro. A cartilha, distribuída em escolas, bibliotecas e centros comunitários, se torna uma ferramenta educativa, com conteúdo voltado para a valorização das práticas sustentáveis e do respeito ao meio ambiente, elementos fundamentais da cultura caiçara. Essa iniciativa cumpre um papel essencial ao engajar jovens e crianças no processo de preservação cultural, tornando-os agentes de continuidade das tradições caiçaras. A exposição itinerante, por sua vez, apresenta elementos visuais e textuais que revelam a riqueza das práticas e do modo de vida caiçara, proporcionando uma experiência imersiva que sensibiliza o público para a importância dessa herança cultural. O fortalecimento do Centro de Referência da Cultura Caiçara na Ilha da Madeira, em Itaguaí, é outro ponto crucial na justificativa do projeto. O centro é um espaço dedicado à preservação da história e das práticas caiçaras e serve como ponto de encontro cultural para a comunidade e visitantes. Com as melhorias previstas, o centro se consolidará como uma referência cultural, recebendo cerca de 2.000 visitantes ao ano e oferecendo exposições permanentes e temporárias, oficinas e eventos que promovem o patrimônio caiçara. A presença de um espaço como esse contribui para a valorização e a continuidade da cultura local, ao mesmo tempo em que fortalece o turismo cultural e cria oportunidades econômicas para a comunidade. A justificativa do "Alma Caiçara - Tradição e Memória" também se baseia em seu compromisso com a inclusão social e a democratização do acesso à cultura. Todas as atividades serão oferecidas gratuitamente, com especial atenção para grupos em situação de vulnerabilidade, buscando proporcionar a todos os moradores a oportunidade de participar das ações do projeto e de se apropriar do patrimônio cultural caiçara. Esse compromisso com a acessibilidade amplia o impacto do projeto, garantindo que ele não apenas preserve a cultura caiçara, mas também promova a inclusão e o empoderamento das comunidades locais. Ao fortalecer as tradições caiçaras e ao promover o turismo cultural responsável, o projeto também gera benefícios econômicos para a região. A realização de eventos como a Festa de São Pedro e o Festival de Frutos do Mar movimenta a economia local, criando oportunidades para comerciantes e produtores de alimentos típicos e artesanato, além de fomentar a cadeia do turismo. Esse impacto econômico é amplificado pela realização das oficinas de saberes tradicionais, que oferecem capacitação e incentivam a geração de renda por meio de produtos e serviços baseados na cultura caiçara. O desenvolvimento econômico aliado à preservação cultural reforça o potencial do projeto como uma estratégia de desenvolvimento sustentável para a Costa Verde, equilibrando as necessidades de crescimento econômico com o respeito e a preservação do meio ambiente e das tradições culturais. Em suma, a justificativa para o projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" é clara e urgente. Ao preservar e promover a cultura caiçara, o projeto não apenas contribui para a continuidade desse patrimônio único, mas também para o fortalecimento da identidade cultural das comunidades da Costa Verde, promovendo a inclusão social, o desenvolvimento sustentável e a valorização de práticas culturais ancestrais. Dessa forma, o projeto se consolida como uma iniciativa essencial para a preservação do patrimônio cultural caiçara e para o fortalecimento das comunidades locais, garantindo que as futuras gerações possam continuar a usufruir e a aprender com a riqueza dessa cultura.

Estratégia de execução

O projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" apresenta características adicionais que enriquecem a proposta cultural e contribuem para uma compreensão mais profunda de seu impacto. Uma particularidade notável é a forte ligação da equipe principal com as raízes caiçaras. Composta em grande parte por membros da comunidade local, muitos de quarta e quinta geração, a equipe traz um entendimento autêntico e profundo das tradições e práticas culturais caiçaras. Esse vínculo permite que o projeto seja conduzido com uma sensibilidade única, pois os membros da equipe não apenas vivem a cultura caiçara, mas também são guardiões dos saberes ancestrais transmitidos ao longo das gerações. Outro elemento significativo é a presença de imigrantes japoneses na equipe, que contribuem com uma perspectiva intercultural enriquecedora. A Ilha da Madeira, onde o projeto é sediado, possui uma história de imigração japonesa que levou a um intercâmbio entre as culturas caiçara e japonesa, especialmente em práticas de pesca e agricultura sustentáveis. Membros da equipe, como Nathália Tokiko Coelho Okasaki e Eduardo Akira Coelho Okasaki, descendentes de imigrantes japoneses, trazem essa herança cultural ao projeto, promovendo uma fusão de saberes caiçaras e japoneses e reforçando o compromisso com a preservação ambiental. A proposta também se destaca pela integração comunitária e pela sustentabilidade. Valorizando práticas tradicionais de pesca artesanal e desenvolvendo eventos como o Festival de Frutos do Mar e a Festa de São Pedro de forma consciente, o projeto promove educação sobre preservação dos recursos naturais e consumo responsável. Oficinas e eventos incluem ensinamentos sobre práticas ecológicas, como o descarte correto de nylon de pesca e a devolução de filhotes ao mar, reforçando o compromisso do projeto com a sustentabilidade da região. O impacto social do projeto também é expressivo. A democratização do acesso à cultura é um princípio fundamental, e todas as atividades são gratuitas e inclusivas, com prioridade para jovens, mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade. A capacitação desses grupos por meio de oficinas e eventos culturais contribui não apenas para a preservação da cultura caiçara, mas também para o empoderamento comunitário e a criação de oportunidades de renda. Assim, o projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" se configura como uma iniciativa transformadora que integra tradição, sustentabilidade, educação e inclusão social. Unindo a comunidade local e descendentes de imigrantes japoneses em uma rede de colaboração, o projeto valoriza e difunde a rica cultura caiçara da Costa Verde, oferecendo uma abordagem completa para sua preservação e desenvolvimento sustentável.

Especificação técnica

O projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" envolve diversas atividades culturais e educativas ao longo de um ano, com o objetivo de preservar e promover a cultura caiçara. As especificidades técnicas dos produtos cobrem os detalhes operacionais e pedagógicos essenciais para cada ação. A Festa de São Pedro, com duração de dois dias na Ilha da Madeira, Itaguaí, contará com uma procissão marítima, shows musicais e apresentações culturais, como danças e atividades tradicionais. A estrutura inclui palco de 4x4 metros, som, iluminação e tendas para gastronomia e artesanato local. A comunidade será ativa na organização e celebrações religiosas. O projeto pedagógico valoriza a pesca artesanal e conhecimentos de sustentabilidade ambiental, destacando práticas preservacionistas e a conservação dos recursos marinhos. O Festival de Frutos do Mar, também com dois dias de duração, celebra a gastronomia caiçara com pratos típicos preparados pela comunidade. Estrutura semelhante à da Festa de São Pedro, com tendas para expositores e área para o público, além de palco para apresentações culturais. O festival inclui oficinas práticas de culinária caiçara e debates sobre pesca sustentável e o manejo dos recursos naturais, promovendo economia local e consumo consciente. A Exposição Itinerante sobre a Cultura Caiçara circulará por seis cidades: Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba, Seropédica, Rio de Janeiro e Itaguaí, permanecendo de dois a três dias em cada local. Apresenta painéis informativos, objetos históricos e registros audiovisuais sobre a vida caiçara. Utilizará painéis de 4x2 metros, expositores interativos e vídeos educativos. O projeto pedagógico da exposição promove a educação patrimonial e será acessível a escolas e público em geral, com visitas guiadas. As Oficinas Culturais e Gastronômicas serão realizadas no Centro de Referência da Cultura Caiçara, na Ilha da Madeira, Itaguaí, incluindo uma oficina de contrapartida social sobre saberes gastronômicos caiçaras. Cada oficina terá três horas de duração, com módulos teóricos e práticos, transmitindo saberes ancestrais, como a produção de doces típicos e receitas locais, com foco em jovens, mulheres caiçaras e pescadores. Os materiais incluem utensílios e insumos específicos para cada oficina. A Cartilha Cultural Caiçara terá uma tiragem de 5.000 exemplares impressos, distribuídos gratuitamente em escolas, bibliotecas e centros comunitários. A cartilha, em formato A5 com 20 páginas ilustradas, aborda história, tradições e saberes caiçaras. O objetivo pedagógico é educar sobre a preservação cultural e ambiental, incentivando o reconhecimento das tradições locais. O Documentário "Alma Caiçara" terá aproximadamente 30 minutos e registrará as atividades do projeto, destacando o impacto das ações de preservação cultural. Incluirá entrevistas com membros das comunidades e registros das festas, oficinas e exposições. O material será exibido em eventos culturais e disponibilizado online para ampliar o alcance. Essas especificidades técnicas asseguram a execução do projeto, promovendo a preservação e valorização da cultura caiçara com a participação ativa das comunidades em cada etapa.

Acessibilidade

A proposta de acessibilidade do projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" busca garantir plena inclusão para pessoas com deficiência em todas as atividades culturais e educativas, contemplando tanto acessibilidade física quanto de conteúdo. No âmbito físico, as atividades do projeto ocorrerão em locais que atendam às necessidades de mobilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Serão instaladas rampas de acesso em todos os espaços, como o Centro de Referência da Cultura Caiçara, as Noites Caiçaras, a Festa de São Pedro e o Festival de Frutos do Mar, assegurando que pessoas em cadeiras de rodas ou com outros dispositivos de locomoção possam se deslocar com autonomia e segurança. Além disso, os banheiros serão adaptados com portas amplas, barras de apoio e pias em altura adequada, em conformidade com as normas de acessibilidade (ABNT NBR 9050). Espaços reservados também serão designados para atender pessoas com deficiência física, idosos ou obesos, assegurando maior conforto e acomodação adequada. Nas apresentações e eventos, haverá assentos e áreas especiais para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, além de vagas de estacionamento adaptadas e próximas aos locais das atividades, com sinalização clara para facilitar o acesso. A equipe do projeto será treinada para atender o público de forma inclusiva e acolhedora, garantindo que todas as interações respeitem as necessidades específicas dos participantes. Monitores, assistentes de produção e educadores receberão capacitação em acessibilidade para atender com qualidade pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, proporcionando um ambiente de respeito e inclusão. No que diz respeito à acessibilidade de conteúdo, o projeto contará com intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todas as atividades, como as Noites Caiçaras, a Festa de São Pedro, o Festival de Frutos do Mar e as oficinas de saberes tradicionais, garantindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar e participar plenamente das ações. As apresentações culturais, incluindo danças e performances, serão acompanhadas por audiodescrição ao vivo, fornecendo descrições detalhadas dos elementos visuais para pessoas com deficiência visual, de modo que todos possam vivenciar os eventos em sua totalidade. Todos os conteúdos audiovisuais, como vídeos e documentários, incluirão legendas descritivas que detalham sons, diálogos e ruídos, permitindo o acesso pleno para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Além disso, uma versão digital da cartilha será disponibilizada em formato acessível, compatível com leitores de tela para aqueles que têm deficiência visual ou dificuldades de leitura. Nas exposições itinerantes do projeto, será oferecida uma visita sensorial adaptada, permitindo que pessoas com deficiência visual interajam com os objetos expostos por meio do tato, com a possibilidade de explorar texturas e formas, além de ouvir descrições detalhadas. Esta experiência multissensorial proporcionará uma imersão completa na cultura caiçara, garantindo uma participação ativa de pessoas com deficiência visual. Os materiais digitais, como o site e as redes sociais do projeto, serão desenvolvidos para garantir acessibilidade digital, compatibilidade com leitores de tela e formatos que facilitem a navegação para pessoas com deficiência visual. Todas as imagens e publicações terão descrições, possibilitando que o público com deficiência visual tenha acesso à informação completa. Além disso, o projeto incluirá legendagem em Libras em todos os vídeos disponibilizados online após as atividades, ampliando o acesso para a comunidade surda. Para assegurar uma experiência inclusiva durante os eventos, o projeto contará com profissionais especializados em acessibilidade, prontos para prestar assistência e suporte individualizado a qualquer pessoa com deficiência que necessitar. Dessa forma, todas as necessidades específicas serão atendidas, garantindo um ambiente acessível e acolhedor. Com essas medidas, o projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" assegura que a inclusão será um princípio norteador em suas atividades culturais e educativas, democratizando o acesso ao patrimônio cultural caiçara para todos, independentemente de limitações físicas ou sensoriais. A acessibilidade, tanto física quanto de conteúdo, será incorporada de forma transversal em todas as etapas do projeto, promovendo o acesso integral de pessoas com deficiência à rica herança cultural caiçara e contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e diversa.

Democratização do acesso

A proposta de acessibilidade do projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" busca garantir plena inclusão para pessoas com deficiência em todas as atividades culturais e educativas, contemplando tanto acessibilidade física quanto de conteúdo. No âmbito físico, as atividades do projeto ocorrerão em locais que atendam às necessidades de mobilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Serão instaladas rampas de acesso em todos os espaços, como o Centro de Referência da Cultura Caiçara, as Noites Caiçaras, a Festa de São Pedro e o Festival de Frutos do Mar, assegurando que pessoas em cadeiras de rodas ou com outros dispositivos de locomoção possam se deslocar com autonomia e segurança. Além disso, os banheiros serão adaptados com portas amplas, barras de apoio e pias em altura adequada, em conformidade com as normas de acessibilidade (ABNT NBR 9050). Espaços reservados também serão designados para atender pessoas com deficiência física, idosos ou obesos, assegurando maior conforto e acomodação adequada. Nas apresentações e eventos, haverá assentos e áreas especiais para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, além de vagas de estacionamento adaptadas e próximas aos locais das atividades, com sinalização clara para facilitar o acesso. A equipe do projeto será treinada para atender o público de forma inclusiva e acolhedora, garantindo que todas as interações respeitem as necessidades específicas dos participantes. Monitores, assistentes de produção e educadores receberão capacitação em acessibilidade para atender com qualidade pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, proporcionando um ambiente de respeito e inclusão. No que diz respeito à acessibilidade de conteúdo, o projeto contará com intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todas as atividades, como as Noites Caiçaras, a Festa de São Pedro, o Festival de Frutos do Mar e as oficinas de saberes tradicionais, garantindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar e participar plenamente das ações. As apresentações culturais, incluindo danças e performances, serão acompanhadas por audiodescrição ao vivo, fornecendo descrições detalhadas dos elementos visuais para pessoas com deficiência visual, de modo que todos possam vivenciar os eventos em sua totalidade. Todos os conteúdos audiovisuais, como vídeos e documentários, incluirão legendas descritivas que detalham sons, diálogos e ruídos, permitindo o acesso pleno para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Além disso, uma versão digital da cartilha será disponibilizada em formato acessível, compatível com leitores de tela para aqueles que têm deficiência visual ou dificuldades de leitura. Nas exposições itinerantes do projeto, será oferecida uma visita sensorial adaptada, permitindo que pessoas com deficiência visual interajam com os objetos expostos por meio do tato, com a possibilidade de explorar texturas e formas, além de ouvir descrições detalhadas. Esta experiência multissensorial proporcionará uma imersão completa na cultura caiçara, garantindo uma participação ativa de pessoas com deficiência visual. Os materiais digitais, como o site e as redes sociais do projeto, serão desenvolvidos para garantir acessibilidade digital, compatibilidade com leitores de tela e formatos que facilitem a navegação para pessoas com deficiência visual. Todas as imagens e publicações terão descrições, possibilitando que o público com deficiência visual tenha acesso à informação completa. Além disso, o projeto incluirá legendagem em Libras em todos os vídeos disponibilizados online após as atividades, ampliando o acesso para a comunidade surda. Para assegurar uma experiência inclusiva durante os eventos, o projeto contará com profissionais especializados em acessibilidade, prontos para prestar assistência e suporte individualizado a qualquer pessoa com deficiência que necessitar. Dessa forma, todas as necessidades específicas serão atendidas, garantindo um ambiente acessível e acolhedor. Com essas medidas, o projeto "Alma Caiçara - Tradição e Memória" assegura que a inclusão será um princípio norteador em suas atividades culturais e educativas, democratizando o acesso ao patrimônio cultural caiçara para todos, independentemente de limitações físicas ou sensoriais. A acessibilidade, tanto física quanto de conteúdo, será incorporada de forma transversal em todas as etapas do projeto, promovendo o acesso integral de pessoas com deficiência à rica herança cultural caiçara e contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e diversa.

Ficha técnica

Nathália Tokiko Coelho Okazaki (Presidência e Coordenação Geral)Presidente da Associação de Desenvolvimento Sustentável Ilha da Madeira Costa Verde, com 10 anos de experiência na organização da Festa de São Pedro e 6 anos no Festival de Frutos do Mar. Engenheira civil e caiçara de 4ª geração, é marinheira de convés certificada, perpetuando a tradição pesqueira de sua família. Rosana Dias de Araujo Carvalho (Vice-Presidência e Coordenação de Produção)Vice-presidente da Associação, com 17 anos de experiência na organização da Festa de São Pedro e 6 anos no Festival de Frutos do Mar. Idealizadora do Centro de Referência da Cultura Caiçara e curadora do acervo. Atua como instrutora da oficina de taxidermia. Jean dos Santos Portokalidis (Tesouraria e Divulgação)Tesoureiro da Associação e responsável pela divulgação dos eventos. Membro da equipe organizadora da Festa de São Pedro há 8 anos e do Festival de Frutos do Mar há 6 anos. Técnico em meio ambiente e arquiteto, com atuação na promoção e organização das atividades culturais. Eduardo Akira Coelho Okazaki (Logística)Membro da diretoria da Associação, com 7 anos de experiência na organização da Festa de São Pedro e 6 anos no Festival de Frutos do Mar. Engenheiro e marinheiro de convés certificado, é responsável pela logística e operação de embarcações durante os eventos. Yan dos Santos Portokalidis (Secretaria e Infraestrutura)Secretário da Associação, com 8 anos de experiência na organização da Festa de São Pedro e 6 anos no Festival de Frutos do Mar. Técnico em meio ambiente e advogado, responsável pela organização da infraestrutura dos eventos. Matheus Gonçalves (Tendas Institucionais e Oficinas)Membro da diretoria da Associação, com 5 anos de experiência na organização da Festa de São Pedro e 6 anos no Festival de Frutos do Mar. Estudante de agronomia, com conhecimento de plantas medicinais usadas pela comunidade caiçara. Adriano Sampaio Evangelista (Direção de Produção)Ator e diretor de espetáculos, com DRT/RJ 55380/00, graduando em Gestão e Empreendedorismo pela Universidade Estácio de Sá. Gestor cultural da Turma em Cena, com vasta experiência em projetos culturais, sociais e educativos, além de ser fundador do ponto de cultura “Casa do Palhaço”e foi Presidente do Fórum Permanente de Cultura da Costa Verde. Já foi premiado pela ALERJ e atuou como gestor de importantes iniciativas culturais no Rio de Janeiro. Luciana da Silva (Gestão e Coordenação Financeira)Contadora CRC-RJ 068395, graduada em Ciências Contábeis pela UFF e com especialização em gestão financeira pela FGV. Com 32 anos de atuação no mercado contábil, Luciana é responsável pela gestão financeira de diversas organizações culturais, sendo especialista em prestação de contas e acompanhamento de projetos em leis de incentivo. Mirian Bondim Satyro (Consultoria Histórica)Historiadora e pós-graduada em Arqueologia Brasileira, especialista em Educação Patrimonial, Mirian coordenou diversos projetos de resgate da história e tradições de Mangaratiba. Atua na Fundação Mário Peixoto e é autora de publicações históricas, incluindo "A História de Mangaratiba por Seus Patrimônios Histórico-Culturais". TOP Mídia (Comunicação)Agência com 10 anos de experiência na construção de marcas e projetos culturais, com atuação em gerenciamento de redes sociais, marketing digital e assessoria de imprensa. Trabalhos recentes incluem o projeto "Circolar" e diversas iniciativas culturais em Itaguaí e no estado do Rio de Janeiro.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.