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O projeto "UM SOLO PARA CHAMAR DE MEU" é um espetáculo de teatro-dança que busca promover a democratização do acesso à cultura nas periferias de São Paulo, com um foco especial na representatividade de corpos negros e LGBTQIAPN+. A proposta inclui a realização de 12 apresentações gratuitas em Teatros Distritais da cidade. Em "Um solo para chamar de meu", o artista emergente Felipe Assunção, apresenta seu primeiro trabalho solo autoral. Nesta obra, o artista propõe a reflexão do corpo masculino negro e sua subjugação - a sexualidade, a violência, o animalesco - e devolve para esse corpo tudo aquilo que lhe pertence, o afeto, a sensualidade e a fuga. Além das apresentações, o projeto oferece oficinas gratuitas de dança, com o objetivo de engajar a comunidade e ampliar o impacto social.
Em uma sociedade que dita quais corpos podem ocupar o espaço da arte, "Um Solo Para Chamar de Meu" é a jornada de autodescoberta do artista Felipe Assunção em seu primeiro solo autoral. Através da fusão da dança jazz contemporânea com elementos teatrais, Felipe, sob a direção de Alessandro Aguipe, nos convida a refletir sobre a construção da identidade do artista negro.O corpo masculino negro, historicamente subjugado e enquadrado em estereótipos de violência, sexualidade e animalidade, é ressignificado no palco. A dança se torna um ato de libertação, devolvendo a esse corpo a potência do afeto, a beleza da sensualidade e a possibilidade da fuga. "Um Solo Para Chamar de Meu" questiona os caminhos impostos aos artistas marginalizados e celebra a individualidade, a ancestralidade e a força do corpo negro em busca de seu próprio espaço.
Objetivo Geral:Fortalecer a representatividade e a inclusão de corpos negros LGBTQIAPN+ dentro das periferias da cidade de São Paulo, proporcionando visibilidade e valorização às diversidades por meio de práticas artísticas de teatro-dança. Objetivo específico:Produto principal: espetáculoPercorrer 4 Teatros Distritais da cidade de São Paulo, no período de 2 meses, realizando 3 apresentações do espetáculo, aos finais de semana, em cada unidade selecionada. Atingir o número de 150 espectadores, de todas as idades, em cada apresentação realizada nos espaços selecionados. Produto secundário: contrapartida socialOferecer 1 oficina de JAZZ gratuita e com duração máxima de 1h30, para espaço selecionado, totalizando, portanto, 4 oficinas. Atingir o número de 30 participantes, de todas as idades, em cada oficina realizada.
O projeto se destaca pela sua contribuição ao processo de valorização e difusão da cultura negra LGBTQIAPN+ periférica, provocando reflexões sobre a inserção de homens negros e gays nas comunidades da cidade de São Paulo, lugares marcados pela exclusão e homofobia. Este produto cultural é proprietário e parte da soma de experiências individuais que, em diversas instâncias, acabam fazendo parte de uma narrativa coletiva, dada a não exclusividade de uma realidade marcada por formas explícitas e não explícitas de opressão. Seus idealizador, homem negro e gay de origem marginal, intentam facilitar o acesso da população que frequenta espaços públicos, como Teatro Municipais, a uma fonte de cultura que contempla a diversidade, possibilitando que, por meio do espetáculo de artes cênicas, se inicie um processo, para aqueles que se identificarem com a abordagem, de autorreflexão sobre suas próprias vivências e lutas. Além disso, o projeto também possibilita que, devido a execução do espetáculo em espaço público, todos, independente de raça, gênero, classe social e orientação sexual, tenham contato positivo com as narrativas minoritárias, contribuindo para a diminuição de preconceitos e discriminações nessas regiões. Neste sentido, no que tange ao Artigo 1° do Pronac, o espetáculo "UM SOLO PARA CHAMAR DE MEU", apresenta interface direta com os seguintes Incisos: Inciso I: Facilitar o acesso às fontes da cultura e garantir o exercício dos direitos culturais.Inciso II: Promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais.Inciso III: Apoiar e difundir manifestações culturais e seus criadores.Inciso IV: Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, destacando as narrativas de corpos marginalizados.Inciso IX: Priorizar o produto cultural originário do Brasil, promovendo a valorização da cultura nacional a partir de suas raízes periféricas e diversas. Já no que diz respeito ao Artigo 3° da mesma legislação, o espetáculo de artes cênicas (teatro-dança) infere diretamente no Inciso II, alínea c.
Espaço▪ Caixa com pernas e linóleo preto.▪ Vara de cenário.Iluminação▪ Mesa e rack (20 canais usados), 5 PCs de 1000W, 8elipsoidais, 8 PAR 64 foco 1.▪ 01 máquina de fumaça.Som▪ Aparelho reprodutor de CD ou mesa com entrada USB oucabo P2.▪ Amplificadores, caixas de som apropriadas para o espaço.▪ Um microfone sem fio. Necessidades técnicas▪ Ensaio e montagem no espaço cênico no dia anterior daapresentação;▪ Tempo de montagem: 3 horas▪ Tempo de desmontagem: 1 hora▪ Tempo de chegada ao espaço: 6 horas antes do espetáculo Tempo de duração de cada espetáculo: 60 minutos
Como medidas de acessibilidade física, decidiu-se realizar as apresentações em espaços de teatro que possuem as estruturas necessárias para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, tais como:* rampas de acesso;* corrimão;* assento reservado para cadeirantes.
O projeto será altamente democratizado, uma vez que:* todos os seus ingressos serão distribuídos gratuitamente ao público;* A circulação visa atingir públicos de todas as idades;*Algumas imagens da apresentação e dos seus bastidores “making-off” serão gravadas para posterior distribuição em plataformas de mídia audiovisual online.
Criação e Coreógrafo: FELIPE ASSUNÇÃO (DRT 46742/SP) é bailarino, coreógrafo, professor especialista em Dança e Consciência Corporal pela Estácio de Sá. Natural de Guaratinguetá (SP), iniciou seus estudos na dança aos 16 anos em São Bernardo do Campo (SP).Ao longo desse tempo vêm aprimorando seus conhecimentos em Jazz Dance, Balé Clássico, Dança Contemporânea e Heels. Integrou o elenco do Raça Cia de Dança (2011), dançando o balé “Cartas Brasileiras” de Roseli Rodrigues, sob a direção de Edy Wilson, da Anacã Cia de Dança (2017-2020) e atualmente integra o elenco do Grupo Divinadança de São Paulo, sob a direção de Andrea Pivatto. É professor de Jazz Dance e heels/stiletto desde 2015. Participou de diversos workshops com grandes nomes do jazz brasileiro e internacional. Se especializou na Broadway Dance Center, Steps on Broadway e Peridance em New York em 2015 e 2017, sendo neste último ano, convidado a passar duas semanas com a Synthesis Dance Company de Tracie Stanfield. Participou como bailarino em diversos eventos como ´Noites Macabras´ no parque aquático Wet’n’Wild e ‘Cidade do Terror’, coreografando em 2015 o show “A Guerra” para este último. Fez parte do elenco da Comissão de Frente da Dragões da Real (2015). Participou de diversos festivais de dança, inclusive do Festival de Dança de Joinville. Premiado em 2014 no 10º São Paulo na Dança como Melhor Bailarino e em 2015 com o 1º lugar em Solo Jazz Masculino no Festival Corpo em Dança. Em 2016 recebeu o prêmio de Melhor Bailarino do V Premiere da Dança com a coreografia In-Duvíduo de Jhean Allex e performou a coreografia que recebeu o prêmio Melhor Coreografia, Scape de Edson Santos. Trabalhou sob a direção de Renan Banov como bailarino e professor assistente de Jazz Dance no Vale Dança 2016 e em 2017, participou como bailarino do 3° Ateliê Internacional da São Paulo Cia de Dança. Criador do projeto Conexão das Artes – CDA, como forma de estudar como a dança pode se conectar com múltiplas linguagens. Trabalha pesquisando a dança Jazz, no que nomeou como ‘Jazz Consciente’ e como podemos tensionar e perturbar as matrizes que estão no corpo de quem pratica essa dança tradicionalmente. Além de sua pesquisa acadêmica, ministra aulas de dança e oficinas em estúdios na Grande São Paulo e no ABC. Foi o primeiro Artista Orientador da linguagem de jazz dance no Programa de Qualificação em Artes do POIESIS do Governo do Estado de São Paulo (2020 e 2022) e Artista educador do Programa de Iniciação Artística – Piá (2022 e 2024) da Prefeitura de São Paulo para crianças de 5 a 14 anos. No entanto sua vasta experiência em grupos, culminou na necessidade de pesquisa de seu primeiro solo autoral, por isso desde 2020 segue como artista independente junto do Núcleo Vagal (@nucleovagal__) onde desenvolve essa pesquisa artística além de colaborar com outras obras como: “Broderagem” (2020), a performance “Mão Amiga, ninguém solta a mão de ninguém, mesmo que seja no vestiário” (2021), “BOY-OH-LAS” (2022) e seu primeiro solo autoral “Um solo para chamar de meu” (2022). Em 2023, estreou sua obra mais recente juntamente ao Núcleo, “Movimento Suspeito” (2023), uma performance artística de cunho estético performativo, realizada na rua que se deu em decorrência das pesquisas anteriores sobre raça e gênero, nesta obra atuou como intérprete, coreógrafo e figurinista. Direção Geral e Direção Artística: ALESSANDRO AGUIPE é ator, dançarino, palhaço e produtor. Formado pelo TUCA – Teatro da Universidade Católica de São Paulo em 2009. Em 2023, concluiu o curso Superior em Tecnologia em Marketing e, em 2024, a Especialização em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado. Integrou entre 2009 e 2016 o Teatro da Mafalda, sendo contemplado pela produção do projeto ESPALHAÇOS - UMA CIRCULAÇÃO DO RISO pelo PROAC 11/2015. Desde 2012, vem estudando as linguagens do corpo a partir das danças contemporâneas, brasileiras, balé e jazz sobre outro ponto de vista. Participou durante o ano de 2014/2015 do projeto educacional de formação e leitura “Ônibus – Biblioteca”, onde produziu e atuou nos espetáculos "Rolezinho Literário: Palhaço e Poesia" e "1,2,3, clássicos”, ambos de palhaçaria. No mesmo ano, integrou no Instituto Brincante o curso de formação de Jovens Brincantes voltado para artista – educadores, onde participou também como dançarino no espetáculo PAI de Antônio Nóbrega. Em 2017 criou o Núcleo Artístico Vagal em meio à necessidade de produzir e criar parcerias e intercâmbio com outros artistas e outras linguagens, com o objetivo de estimular as potencialidades LGBTQIAP+, ampliando o debate sobre questões acerca das identidades étnico racial, de gênero e interseccionalidade. No mesmo ano, o Núcleo Vagal produziu o solo “Inútil Canto e Inútil Pranto pelos Anjos Caídos”, uma adaptação do conto de Plínio Marcos, que fez uma breve temporada no espaço cultural Mora Mundo – Casa de Todas as Casas. No ano de 2019, integrou a turma do curso de formação de Teatro através da Máscara no Centro de Pesquisa da Máscara. Nos anos de 2020 e 2021, ministrou workshops de Teatro-Dança pelo projeto “Conexão da Artes” via plataforma Zoom e, dando sequência aos estudos e pesquisa, participa da Residência Artística dentro do projeto “Transversalidades Poética – CRD – SP” com direção de Morena Nascimento. Atuou como artista educador do PROGRAMA DE INICIAÇÃO ARTISTICA – PIÁ na edição de 2021. Atualmente, é produtor e diretor do Núcleo Vagal, tendo em seu repertório o espetáculo “Broderagem” (2020), que trabalha linguagens da dança, circo e teatro, a performance “Mão Amiga, ninguém solta a mão de ninguém, mesmo que seja no vestiário” (2021), além de dirigir e criar o projeto “BOY-OH-LAS”, contemplado pela 18a edição do Programa VAI. Movimento Suspeito (2023) e Movimento Suspeito – ATO 1. Além disso, compartilha seu conhecimento através de oficinas de teatro em equipamentos públicos tais como Centro Cultural de Juventude Ruth Cardoso em São Paulo e Centro Cultural da Diversidade, e atualmente ministra workshop de teatro. Em 2024 foi convidado para integrar como ator e performance à obra Gravidade do artista multidisciplinar Carlos Motta. Elenco: Felipe Assunção Direção: Alessandro AguipeDramaturgia do movimento, texto, direção de arte e iluminação: Alessandro Aguipe & Felipe Assunção Gerente de Produção: Bárbara Ferreira é especialista em marketing e comunicação com ampla experiência no uso dessas áreas como ferramentas de transformação social. Desde 2018, atua na criação de estratégias que combinam storytelling impactante com análise de métricas para orientar decisões e alcançar resultados significativos. Com passagens por empresas como Simbi e SalvoVidas.com, ela se destacou na gestão de conteúdos multilinguagem, organização de eventos e campanhas digitais, além de ter um papel ativo na co-fundação de um cursinho popular voltado para a democratização do ensino superior em comunidades vulneráveis. Equipe Técnica, Equipe Jurídica e Administrativa e demais fornecedores serão contratados posteriormente;
PROJETO ARQUIVADO.