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PRONAC 2412963Expirado o prazo de captação parcialMecenato

vou fazer de mim um mundo

VIRAMUNDO LIVRARIA E PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,82 mi
Aprovado
R$ 1,71 mi
Captado
R$ 1,22 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 1,22 mi

Eficiência de captação

71.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-12-12
Término

Resumo

Projeto Selecionado pelo CCBB sob o número 8453 com o nome provisório aprovado no CCBB do livro "eu sei porque o pássaro canta na gaiola" e nome definitivo "vou fazer de mim um mundo". Trata-se da adaptação teatral - monólogo - da Obra literária de Maya Angelou para o teatro. Serão, ao todo 69 apresentações, com estreia em Brasília (maio) e circulação nas demais unidades do CCBB, sendo, Belo Horizonte (junho e julho), Rio de Janeiro (agosto a outubro) e São Paulo (outubro e novembro).

Sinopse

Adaptação da primeira autobiografia da escritora Maya Angelou, a primeira de sete, retratando sua vida, em Stamps, Arkansas. A garota Negra, criada no sul por sua avó paterna, carregou consigo um enorme fardo que só foi amenizado quando encontrou a literatura como uma possibilidade de moradia ou casa segura. Dessa forma, Maya, como era carinhosamente chamada, escreve para exibir sua voz e libertar-se das grades que foram colocadas em sua vida. Vou fazer de mim um mundo é uma adaptação do primeiro livro que retrata a sua infância e o início da vida adulta precoce entre os anos 1930 e 1940.

Objetivos

Objetivo Geral • Realizar montagem cênica e circulação do espetáculo "vou fazer de mim um mundo" para as unidades do CCBB inspirado no livro "Eu sei porque o pássaro canta na gaiola". Ao todo 69 sessões pelo país.Objetivos específicos Produto principal: Espetáculo de Artes Cênicas• Realizar 12 apresentações no CCBB Brasília;• Realizar 12 apresentações no CCBB Belo Horizonte;• Realizar 24 apresentações no CCBB Rio de Janeiro;• Realizar 21 apresentações no CCBB São Paulo;• Atender um público de 12.972 pessoas;• Realizar monólogo com Zezé Mota (Atriz cotada, a confirmar) um dos nomes mais importantes do cenário nacional; • Criar ponte de reflexão sobre o racismo estruturante dos Estados Unidos da década de 40 ao Brasil, dos dias atuais;• Possibilitar interações e cruzamento com diferentes produções de teatro com temática negra em nível nacional; • Estimular o nome da autora Maya Angelou e sua obra ao alcance do público; • Possibilitar giro de Economia Criativa por meio de diversos setores que serão aquecidos. Cerca de 50 (cinquenta) empregos serão gerados;• Incentivar ações quanto a diversidade, incluindo equipe técnica com negros, trans, gays e legitimar a produção de teatro negro no cenário nacional; • Aprofundar o tema, fugindo do estereótipo, e cruzar às áreas transdisciplinares como letras, antropologia, artes, psicologia, comunicação entre outras áreas afins;• Estimular a reflexão sobre a criação, investigação e poética de artistas de teatro preto; • Comemorar o aniversário de 80 anos da atriz e cantora Zezé Motta;• Disponibilizar vídeo de making of em canais de internet para download gratuito assim como fotos no site e no Instagram do projeto; • Democratizar o acesso com entrada a preço popular; • Criar ações com Ongs de formação de plateia com entrada franca.Produto secundário: Contrapartidas sociais• Realizar 04 bate-papos nos CCBBs, sendo 01 em cada cidade prevista;• Atender um público de 500 pessoas.

Justificativa

A peça teatral "Vou fazer de mim um mundo" é uma iniciativa inédita no país e na cidade do Rio de Janeiro que consiste em adaptar a obra literária de Maya Angelou por meio da produção teatral negra do Rio de Janeiro. O projeto, vencedor do Edital do CCBB 2023/2025, com o número do Projeto 8453, consiste em trazer à tona uma produção que apresente a autora Maya Angelou em sua autobiografia - vencedora do Grammy, do Emmy. Recebeu o Prêmio Pulitzer de poesia. É sabido que um novo olhar tem sido direcionado para produções realizadas por negros, fruto de muitos coletivos e cias que não apenas fomentam o protagonismo, como geram emprego e renda, por meio da economia criativa. No Rio de Janeiro, o número é impressionante, segundo nos mostra a matéria do OGLOBO RIO — Entre ações de combate ao racismo, discussões sobre colorismo e clamores por representatividade, visibilidade e participação no mercado, a cena teatral carioca começa a mudar de cor. No palco e na plateia. Espetáculos liderados por artistas negros têm tido suas salas lotadas, muitas vezes com 85% do público também negro. O que surgiu nos últimos anos e agora salta aos olhos é um movimento de empoderamento cultural comandado por toda uma geração de grupos, autores, diretores, produtores, técnicos e empreendedores culturais negros. O teatro negro do Rio tem longa história. E toda essa nova geração leva à frente o legado de ícones como a Companhia Negra de Revistas, o Teatro Experimental do Negro (TEN), a Cia. dos Comuns e muitos outros, como Ruth de Souza e Léa Garcia. (Fonte Jornal OGLOBO) "Vou fazer de mim um mundo" vai apontar as dores da segregação, do julgamento da cor e do medo inerente a todo ser humano. Em outro plano vai esboçar a constituição e a construção de uma família frágil, com seus vários abusos, incapacidades, amor e solidão. É a primeira vez que essa obra chega ao Brasil em teatro, momento importante quando se vive um cabo de força tensionando, polarizado e extremado. Há certamente um grito silencioso desse pássaro acorrentado que Dra Maya Angelou atravessou e que a tornou ainda mais forte. Ela foi múltipla: poetisa, professora, roteirista, cantora, tradutora, atriz, militante... Conviveu com Malcon X, com o pastor Luter King e se tornou um dos nomes mais aclamados do século 20. Trata-se de um projeto econômico e sutil, valorizando a palavra oral, a palavra bem pronunciada, a palavra bendita cadenciada como uma coreografia ou um disco com notas espontâneas e improvisadas a nos lembrar o jazz. Em cena quatro músicos multiplicarão o palco compondo arranjos ao estilo gospel ou blues. Os músicos, cada um, terá seu momento solo e também terão inserções ou pílulas nas cenas, o que dará cadência e um preenchimento. Sobre a trilha - cantada ao vivo com banda - ela não obedece a cronologia da peça, anos 30/40 do Sul dos Estados Unidos, ao contrário, ela reflete um campo nacional a trazer nossos contemporâneos Dorival Caymmi, Luiz Melodia, Cazuza, Milton Nascimento, Caetano Veloso e Sr. Jorge, todos embalados na experiência do Blues. Sabiamente o texto finaliza com alegria. Não uma alegria histérica, do riso, mas uma alegria por ter o que agradecer, por honrar os ancestrais, uma alegria por aprender com as gerações que é preciso continuar a trajetória sendo a mudança, para fazer de si, um mundo. O projeto concentra ações em dois eixos distintos: 1. Produção com estreia no CCBB Brasília e circulação nas outras unidades do equipamento cultural, difusão e descentralização de bem cultural com a democratização de acesso a preço popular, além de entrada franca para comunidades quilombolas, grupos de EJA e Ongs de Formação de Plateia; 2. Preservação e memória de nomes da Literatura. Ao todo 69 (sessenta e nove) sessões; sendo 24 (vinte e quatro) na cidade do Rio de Janeiro; 12 (doze) na cidade de Brasília; 12 (doze) na cidade de BH e 21 (vinte e uma) na cidade de São Paulo, completando assim o circuito nas Unidades do CCBB.O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E às seguintes finalidades previstas no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Manutenção da Remuneração de Captação de Recursos por estarmos em negociação com outras empresas para captação integral do projeto.

Especificação técnica

Duração do espetáculo: 65 minutosClassificação indicativa: 16 anos

Acessibilidade

Produto Principal: Espetáculo de Artes Cênicas O projeto apresenta medidas de acessibilidade compatíveis nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, e de acordo com as exigências impostas pelo Normativo 1/2024 do Artigo 27 a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas oferecendo entrada especial, espaços/recursos como banheiros ajustados, rampas, elevadores, áreas de alimentação e circulação - sem custo na planilha orçamentária; II - presença de Intérprete em Libras em todas as apresentações das cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo e em uma apresentação da temporada de Brasília (já realizada) - Item na planilha orçamentária: Custos vinculados de acessibilidade;III - produtor para auxílio às pessoas neurodiversas - Item na planilha orçamentária: Produtor;IV - audiodescrição para pessoas com deficiência visual em uma sessão por cidade - Item na planilha orçamentária: Custos vinculados de acessibilidade;V - descrição do cenário, da atriz e dos demais elementos cênicos para as pessoas com deficiência visual antes do espetáculo, nas demais sessões, em cada cidade, caso haja pessoas com deficiência - Item na planilha orçamentária: Produtor. Produto Secundário: Contrapartidas sociais I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas oferecendo entrada especial, espaços/recursos como banheiros ajustados, rampas, elevadores, áreas de alimentação e circulação - sem custo na planilha orçamentária; II - presença de Intérprete em Libras - Item na planilha orçamentária: Custos vinculados de acessibilidade;III - produtor para auxílio às pessoas neurodiversas - Item na planilha orçamentária: Produtor;IV - descrição do espaço e das pessoas envolvidas no bate-papo para as pessoas com deficiência visual antes da conversa em cada cidade - Item na planilha orçamentária: Produtor.

Democratização do acesso

Das Medidas de Democratização de Acesso, o projeto adotará, de acordo com o Art. 29 da IN 01/2024 as seguintes ações: I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social, considerando grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas LGBTQIAPN+ III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; IV - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e V - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. VI - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. VII - disponibilizar, na Internet, trechos audiovisuais do espetáculo, acompanhado com libras e audiodescrição; VIII - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como palestras ou oficinas.

Ficha técnica

Com: Zezé Motta Texto Original: Maya Angelou Idealização, Direção Artística e Dramaturgia: Elissandro de Aquino Direção Musical: Dafinne Santiago Direção de Produção: Clara Bastos Direção de Movimento: Catia Costa Figurino: Margo Margot Cenário: Claudio Partes Iluminação: Aurélio de Simoni Fotografia de divulgação: Wagner Loiola Design: Parte Design Produção: ViramundoGestão de objeto: Cris Moreira Gestão financeira: Graziane Gonçalves ZEZÉ MOTTA (atriz) é filha de um músico, logo cedo se interessou por teatro. Fez um curso no Tablado e encenou sua primeira peça profissional aos 21 anos. A estreia em 1968, no musical “Roda Viva”, escrito por Chico Buarque e dirigido por José Celso Martinez Correia. Um dos mais emblemáticos espetáculos dos anos 60, que foi atacado pelo Comando de Caça aos Comunistas e teve seus atores ameaçados e agredidos. Nos anos 60, encenou o clássico “Arena Conta Zumbi”, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, com tournée pelos Estados Unidos, México, Peru e Argentina. Fez também outras peças, incluindo “Godspell”, em 1974. Xica da Silva (1976) não apenas consolidou Zezé Motta como uma estrela como também criou uma das personagens mais emblemáticas do cinema nacional. A atriz que já recebeu o Troféu Oscarito – destinado a grandes atores do cinema brasileiro -, por sua majestosa atuação como Xica da Silva, foi também homenageada e entrou para a memória do Museu do Festival de Cinema de Gramado (RS); Em sua trajetória constam quase todos os prêmios: Air France, Candango de Ouro, Mario Gusmão, Palmares, Troféu Raça Negra, entre outros. Também foi a homenageada do Grande Otelo (oficialmente chamado de Grande Prêmio do Cinema Brasileiro), o prêmio mais importante do cinema brasileiro, outorgado anualmente pela Academia Brasileira de Cinema com a finalidade de premiar os melhores filmes e condecorar a excelência dos melhores profissionais em cada uma das diversas especialidades do setor. De festivais de cinema de grande a pequeno porte, Zezé sempre esteve lá, sendo reconhecida. Foi dirigida no cinema por Arnaldo Jabor, Nelson Pereira dos Santos, Paulo César Saraceni, Sérgio Bianchi, Paulo Caldas e Jeferson De, Cacá Diegues nos mais de 55 longas em que atuou. Na televisão, participou de cerca de 50 programas, entre minisséries, telefilmes e novelas, desde sua estreia em Beto Rockefeller. Zezé Motta é considerada a rainha negra do Brasil. A mulher da pele preta que enfrentou a ditadura desse país livre e nua. Apresentou-se, como cantora, representando o Brasil, a convite do Itamaraty, em Hannover (Alemanha), no Carnegie Hall de Nova York (EUA), França, Venezuela, México, Chile, Argentina, Angola e Portugal. Seja no cinema ou na TV, durante seus 55 anos de carreira, Zezé rompe barreiras e coloca no centro da cena artística nacional as múltiplas dimensões do protagonismo feminino e negro em tela. O seu imenso talento e carreira inspiram atuais e futuras gerações de mulheres que lutam por expressão, espaço e oportunidade. ANGELOU MAYA (autora) Quando uma pessoa pode contar que, ao longo da vida, foi poetisa, atriz, cantora, bailarina, escritora, cozinheira, jornalista, condutora de bondes e até prostituta… só resta concluir que teve uma vida completa. Se a isso acrescentamos que escreveu sete autobiografias, teve uma indicação para o prêmio Pulitzer, três para o Grammy e mais de meia centena de títulos honoríficos, podemos fazer uma ideia de quem foi e o que representou Maya Angelou, mais conhecida como a doutora Angelou, apesar de nunca ter tido um título universitário, por sua influência na cultura afroamericana nas últimas décadas. Maya, apelido derivado de “My” (meu) ou “Mya sister” (minha irmã), que ganhou do seu irmão mais velho, foi uma respeitada porta-voz das pessoas de raça negra e das mulheres e produziu obras consideradas uma defesa da cultura negra. Não era isenta de polêmica – sempre houve tentativas de censurar seus livros nas livrarias norte-americanas –, mas seus trabalhos são recorrentes nas escolas e universidades do mundo todo. As obras mais importantes de Angelou foram rotuladas como autobiografias de ficção, muitos críticos, no entanto, as qualificam como uma tentativa de desafiar a estrutura comum das autobiografias, criticando, mudando e expandindo o gênero, já que seus livros focam em assuntos como o racismo, a identidade, segregação e etc. ELISSANDRO DE AQUINO (Dramaturgia e Produção) Indicado ao Prêmio Shell de Teatro, categoria Dramaturgia (2023). É parecerista credenciado nas áreas de Artes Visuais, Museus e Memória e Humanidades pela Funarte, Ministério da Cultura e Parecerista para a área de teatro pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa n°08/2021. É sócio do Instituto João Donato e da Viramundo. É professor de Literaturas com especialização em Psicodrama. Psicanalista, coaching, coautor do livro “Escrevendo a Paz” pela UNESCO com tradução para o inglês e francês e autor do infantil "Rio de Gentileza" 2. Ed. Produziu o espetáculo de música e dança "De Piaf a Elis: música e dança flamenca" com artistas brasileiros e franceses. O espetáculo foi aprovado pela Lei ISS do Rio de Janeiro e tem o patrocínio da Hitachi Consulting para temporada em 2020. Realizou projetos o Fundo Setorial do Audiovisual, Sesc Rio de Janeiro e São Paulo, Prefeitura de São Paulo, Secretaria de Cultura, Prefeitura do Rio de Janeiro, CCBB, Museu da República, Oi Futuro, MAR (Museu de Arte do Rio), CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Realizou a Gestão da Sala Municipal Baden Powell com curadoria de João Donatto. Na ocasião era responsável pela programação e conteúdo, além de contrapartidas e formação de plateia, considerando Escolas do Ensino Público, Ongs e EJAs. Finalista da Incubadora Cultural Petrobras com o projeto de fotografias: "orisá: quando o mito veste o corpo com a participação especial de Gilberto Gil e Zezé Motta em cartaz no Centro Cultural da Justiça Federal. Em produção acompanhou diversas montagens para shows de Ed Mota, Leoni, Francis e Olivia Hime, Leny Andrade, Aurea Martins, João Donato, Elisa Lucinda, Angela Ro Ro Tulipa Ruiz, Fernanda Abreu, Roberto Menescal, BNegão, Angela Maria, Ney Matogrosso. Também supervisionou equipe de mediação das exposições Carybé: as cores do Sagrado, Veias, fotos de Anders Petersen e Jacob Aue, Darcílio Lima, World Press Photo, Artéria 40 anos Revista de Poesia, curadoria de Paulo Miranda e Omar Khouri entre outras. Bienal Internacional de Arte Tridimensional. É autor do argumento “Classificados”, finalista no 7.Doc Canal Futura. Realizou a Direção de Produção do Longa Doc “Virando a Página”, pela Chamon Produções – Projeto patrocinado pelo PRODAV – FSA. Vencedor, em nível nacional do projeto de empreendedorismo para Povos de Comunidades de Quilombo pelo Ministério dos Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Realizou a montagem das exposições "Arqueologia Contemporânea", no Palácio Tiradentes e "Alfaiate de Asas", de Claudio Partes no Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro Exposição e “Cartas a Lumière”, de Fabiano Mixo - Oi Futuro pela Coletiva (2017). Trabalhou na produção do evento gastronômico "Santander Delícias do Brasil" com patrocínio do Santander, no Jockey Club (2018). Realizou a pesquisa para oito documentários longas pela Imagem Filmes sobre teatros do Brasil. O projeto foi exibido nos cinemas do Itaú e em negociação com a Fox do Brasil. Autor do infantil "Rio de Gentileza" 2. Ed. pela Viramundo. Produtor da 1. 2. e 3 Edições do Festival de Inverno de São Lourenço. Produtor das peças “Dom Queijada e o Reino de Ancelois”, inspirado no Clássico de Cervantes. Espetáculo patrocinado pela Casa de Cultura de São Lourenço e “Conversações: silêncios da Alma” – encontro poético de Fernando Pessoa e Cecília Meireles (2013) Fez a Direção de Produção de “Por Dentro da Música”, patrocinado pelos Correios via Lei Rouanet - cota de produção negra - com Maria Ceiça e Osmar Milito (2015). Fez supervisão de mediação na CAIXA Cultural, unidade Rio de Janeiro para as exposições Carybé: as cores do Sagrado, Veias, fotos de Anders Petersen e Jacob Aue, Darcílio Lima, World Press Photo, Artéria 40 anos Revista de Poesia, curadoria de Paulo Miranda e Omar Khouri entre outras. (2015) Autor do argumento “Classificados”, finalista no 7. Doc Canal Futura (2015). Realizou a Direção de Produção do Longa Doc “Virando a Página”, pela Chamon Produções – Projeto patrocinado pelo PRODAV – FSA (2016). Realizou o “Passaporte Poético”, “Memórias de Fogo” e “Rio de Versos” - exposição internacional com a participação de franceses, cubanos, italianos, americanos, argentinos no CCBB Rio (2017). Atualmente está trabalhando nos projetos de montagem "Kafka e a Boneca Viajante" com direção de Isaac Bernat e direção musical de Pedro Luis com recursos do ICMS, patrocínio OI. Realiza a circulação de "Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus". CÁTIA COSTA (diretora de movimento) Formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO com Licenciatura em Artes Cênicas e (1994) Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa e Língua Inglesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. (2006) Oficina Residência Taan Teatro com Maura Baiocchi, Wolfgang Panneck e Nourit Sékine - (2000) Curso Técnico em Tai Chi Chuan – Coordenação: Prof. Msd Eduardo Rodrigues – Realização: Federação de kung-Fu do RJ. (2003) Butho – CAL com Carlos Calcchi - (1999) “Ritos para o ator contemporâneo”- CAL – Janssen Hugo Lage, (1997 e 1998) - Oficina de Teatro do Oprimido (Módulos I, II,III e Arco-íris do Desejo) – Coordenação: Augusto Boal – CTO/RJ, Curso de Capoeira e Maculelê – Coordenação: Mestre Casquinha – UFF/Niterói – RJ (1992 a 1995) e (1989) Curso Livre de Teatro – Coordenação: Marco Pólo – UERJ. Cursando desde 2022 o Mestrado em Artes da Cena na UFRJ (ECO) pela linha de pesquisa: Experimentações Artísticas sob a orientação da Professora Doutora Adriana Schineider. CLAUDIO PARTES (cenário) é Artista Visual. Formado em desenho gráfico com especialização em Educação e em Artes e Imagem. Sócio da B. Partes Studio de Ideias, presidente da SOPEF (Sociedade Petropolitana de Fotografia). Realizou a curadoria das exposições “Fica Decretado Que Agora Vale a Verdade”, Centro Cultural Fase-FMP - 2014. “Arte Garagem” (Exposição / Oficinas / Mesa Redonda) Palácio Rio Negro - Petrópolis, anual desde 2005 Patrocínio culturais da Secretaria Estadual de Cultura (2007 e 2012), Exposição “Brasil - Portugal O Mar que nos separa A Língua que nos une”, “+ Que Mil Palavras”, “280 dias: adolescência & gravidez”, “Mostra Centenário Nelson Rodrigues”, “Mostra Coletiva de Street Art” “Clic! Petrópolis Festival de Fotografia”, “Corpo - Arte, Ciência e Tecnologia”. MARGO MARGOT (figurinos) Trabalha no mundo da moda e publicidade há 20 anos. Realizou projetos para o Abril, Globo, Trip, Símbolo, Impala, Carta Editorial entre outras. Idealizadora do Ateliê Cortiço com desfiles no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, Fosfobox, Rio Scenarium, Mercado Lunático, Centro Cultural da Justiça Federal, Barra Shopping entre outros. Em um curto espaço de tempo conseguiu que o Ateliê Cortiço se projetasse na mídia escrita, bem como na web, participando de editoriais de diversas revistas. Assinou juntamente com outras marcas alguns dos figurinos do Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro. Suas peças vestem cantoras e artistas como Sonia Braga, Rita Ribeiro, Ana Costa, Dorina, Patrícia Ferrer, Cleo Pires, Sanny Alves, Simone Lial, Quitéria Chagas entre outras. VIRAMUNDO (produtora proponente) Viramundo foi corresponsável pela gestão cultural da Sala Municipal Baden Powell, Residência Artística Toda Essa Bossa, curadoria de João Donato com eixos de formação de plateia, conteúdo cultural, cessão de salas para ensaios e contrapartidas. Na ocasião desenvolveu projetos com Ed Mota, Tulipa Ruiz, Ney Matogrosso, Angela Maria, Ithamara Koorax, Márcio Bahia, Nelson Sargento, Fátima Guedes, Marcos Sacramento, Elisa Lucinda, Fernanda Abreu, Angela Ro Ro, Leny Andrade, Francis e Olivia Hime, Ivan Lins, Maurício Einhorn, Diogo Vilela, Maitê Proença, Louise Cardoso entre outros. Desenvolve o Projeto Social de moda e empreendedorismo para Comunidades de Quilombo pelo Ministério dos Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do Edital 03/2019 Projeto BRA/15/010. Fez a produção da exposição "Alfaiate de Asas", de Claudio Partes no CCC - Centro Cultural dos Correios (2019). Produziu a peça de teatro "Eu amarelo: Carolina Maria de Jesus" (2018) com direção de Isaac Bernat com temporada no Sesc Tijuca e Engenho de Dentro e na Sala Municipal Baden Powel, Sesc Ipiranga São Paulo, MAR (Museu de Arte do Rio) e circulação em periferias de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, Fez a temporada no Teatro Dulcina, por meio do Edital de Ocupação da FUNARTE. Foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro 2023. V Venceu o Edital Afromineiridades, pela Secretaria de Cultura de Minas Gerais e o Edital de Circulação da CAIXA para Fortaleza e Salvador. Produziu o espetáculo híbrido e com interface Brasil - Paris em “De Piaf a Elis: música e dança flamenca” na Sala Municipal Baden Powell e no Maison de France com nova edição do Projeto em 2020 aprovada pela Lei de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, com patrocínio da Hitachi Consulting; também desenvolveu os espetáculos "Aboio" e "Flamenco & Lorca: quando a poesia encontra a dança", pela Enclave Cia de Dança (2017/2018/2019). Editou o Livro "Rio de Gentileza", com o selo da Produtora, 2. Edição. Foi a produtora selecionada pela Incubadora Cultural Petrobras com o projeto de exposição: "Orisá: quando o mito veste o corpo" de Margo Margot com a participação especial de Gilberto Gil e Zezé Motta. A exposição - com a maior pontuação do Edital de ocupação do CCJF (Centro Cultural da Justiça Federal) de 2016/2017 - ocupou cinco galerias do museu, em seguida foi convidada para a Bienal Internacional de Arte Tridimensional, na Cidade das Artes e na UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2018). Produziu a exposição internacional com poesia concreta de artistas cubanos, americanos, franceses, uruguaios, argentinos, italianos no CCBB Rio de Janeiro, curadoria de Tchello d- Barros. A performance “Passaporte Poético” e a peça “Memórias de Fogo” com lotação esgotada em toda a temporada, direção de Sady Bianchin, no CCBB Rio de Janeiro (2017). Atualmente está trabalhando nos projetos "Kafka e a Boneca Viajante", peça infantil com direção artística de Isaac Bernat e direção musical de Pedro Luis, finalista do Edital de Montagem da Funarj e vencedor do Edital da OI para montagem no segundo semestre de 2023. Também está se dedicando aos Projetos "Estação das Águas", “Eu sei porque o pássaro canta na gaiola”, teatro com Zezé Motta e direção de Wilma Mello.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.

2026-03-31
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo