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PRONAC 2412990Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ESPETÁCULO NA CONTRA MÃO

MS MARKETING PROMOCIONAL LTDA
Solicitado
R$ 810,3 mil
Aprovado
R$ 810,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Guapimirim
Início
2025-06-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBarbacena Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Realizar montagem e temporada do espetáculo, da Cia. de Teatro Mahi, intitulado "Na Contramão", do diretor e autor, Leandro Quaresma, em 4 cidades (RJ, SP, MG e DF). Ao todo serão 2 apresentações por cidade e uma oficina de teatro com o elenco em 2 escolas públicas de cada cidade, totalizando 8 apresentações e 8 oficinas de teatro. O enredo conta a história da chegada de um médico em um sanatório que, diante da forma desumana como os pacientes eram tratados, revolve implementar novos métodos de tratamento, refletindo também sobre sua própria existência. O texto é fruto de pesquisas relacionadas ao Hospital Colônia de Barbacena, conhecido como "Holocausto Brasileiro", e sobre o trabalho de Nise da Silveira.

Sinopse

O espetáculo apresenta os conflitos surgidos a partir da chegada de um médico a um hospital psiquiátrico. Buscando conhecer melhor a sua história e descobrir um caminho para a sua existência, o profissional tem a ambição de implementar um novo tipo de tratamento, tentando promover melhores condições de saúde e uma possível cura. Expostos às vulnerabilidades da psicopatologia e à invisibilidade do sistema, pessoas encontram na arte um escapismo da solidão. Uma faísca de lucidez, quem sabe? A montagem faz alusão histórica ao Hospital Colônia de Barbacena (localizado no estado de Minas Gerais, Brasil), também conhecido como “Holocausto brasileiro” pelo tratamento desumano que oferecia aos pacientes e para onde eram enviados os “inadequados”/“não-recomendados” ao bom funcionamento da sociedade

Objetivos

OBJETIVOS GERAL O projeto tem como objetivo geral a realização de montagem e de temporada do espetáculo, da companhia de Teatro Mahi, intitulado "Na Contramão", em 4 cidades (RJ, SP, MG e DF), com 2 apresentações por cidade. OBJETIVO ESPECÍFICO - Realizar montagem de espetáculo sobre a temática da saúde mental; - Realizar duas oficinas teatrais sobre a temática da saúde mental com crianças e jovens de escolas públicas por cidade (cidades: RJ, SP, MG e DF); - Fazer 8 apresentações teatrais em 4 cidades do espetáculo "Na Contramão" (Cidades: RJ, SP, MG e DF);

Justificativa

O primeiro hospício do Brasil foi o Hospício de Pedro II, inaugurado em 1852 no Rio de Janeiro. A instituição foi criada pelo decreto nº 82, de 18 de julho de 1841, para abrigar os alienados da Corte e das províncias do Império. Desde esse período até os dias de hoje, o país presenciou uma série de atrocidades relacionadas a instituições psiquiátricas, como por exemplo, em Barbacena, que tinha uma Colônia com cemitério, onde foram vendidos mais de 1.800 cadáveres de pacientes para universidades e onde cerca de 60.000 internos morreram de fome, frio ou diarreia durante nove décadas, até o seu fechamento nos anos noventa. Em todas essas instituições manicomiais, os pacientes viviam mal, nus, forçados a trabalhar como suposta terapia em pátios na intempérie ou em celas. Além disso, o tratamento desses pacientes envolvia terapia com eletrochoques e lobotomia, como orientava a medicina à época. Quando faltou espaço para dormir, devido o aumento da demanda de pacientes, a solução foi a adoção de um leito único, com a eliminação das camas, pois sem elas cabiam mais pacientes. Os internos dormiam amontoados no chão para se aquecer nas noites frias. Alguns morriam sufocados. Essa realidade começou a mudar com a criação do Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental (MTSM), em 1979, e com a criação do Movimento Antimanicomial, em 1987, dando continuidade à luta pela nova psiquiatria. O projeto de reforma psiquiátrica foi apresentado em 1989 pelo então deputado Paulo Delgado (MG). Após 12 anos, o texto foi aprovado e sancionado como Lei nº 10.216/2001, ficando conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica, Lei Antimanicomial e Lei Paulo Delgado. A Reforma teve como marca registrada o fechamento gradual de manicômios e hospícios que proliferavam país afora. A lei que promoveu a reforma, tem como diretriz principal a internação do paciente somente se o tratamento fora do hospital se mostrar ineficaz. Em substituição aos hospitais psiquiátricos, o Ministério da Saúde determinou, em 2002, a criação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) em todo o país. Os CAPs são espaços para o acolhimento de pacientes com transtornos mentais, em tratamento não-hospitalar. Sua função é prestar assistência psicológica e médica, visando a reintegração dos doentes à sociedade. Segundo o Ministério da Saúde, o SUS realizou quase 60 milhões de atendimentos psicossociais nos CAPS de todo o Brasil entre 2019 e 2021. O Sistema Único de Saúde (SUS) realizou, entre os anos de 2019 e 2021, quase 60 milhões de atendimentos em saúde mental nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de todo o Brasil. O tema voltou a ganhar notoriedade com o início da pandemia de Covid-19, em 2020, em que as pessoas tiveram que ficar em isolamento, causando um aumento de ansiedade. Essas questões tiveram visibilidade global a partir do relato de várias celebridades, como a ginasta Simone Biles, ou a tenista Naomi Osaka. Portanto, trazer o tema da saúde mental para os palcos é imperativo em nossa sociedade brasileira que ainda vive as mazelas de uma história marcada por tantas atrocidades relacionadas aos manicômios e pelos traumas psicológicos sofridos pelo isolamento social. Refletir o tema por meio da arte é um movimento de popularização da história da saúde mental do país, levando o público a refletir sobre sua própria relação com as questões mentais. Além disso, a peça democratiza as questões de saúde mental ao público ao levar as cidades com as maiores colônias psiquiátricas do país um produto teatral com preço acessível. Outra justificativa presente neste projeto está relacionada às oficinas teatrais que serão realizadas em escolas públicas das cidades. Esta é uma metodologia de ativação para novas discussões nas novas gerações, uma vez que segundo o relatório Situação Mundial da Infância 2021, estima-se que quase um em cada seis meninas e meninos entre 10 e 19 anos de idade no Brasil viva com algum transtorno mental. Esta proposta se enquadra nos incisos I, II do Art. 1º da Lei 8313/91, são eles: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Além disso, também se enquadra no II inciso do Art. 3º da Lei 8313/91: II- fomento à produção cultural e artística: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

Espetáculo Na contramão Duração: 70 minutos Classificação indicativa: 14 anos Direção: Leandro Quaresma Elenco: Adam Lee, Renato Braga, Leandro Quaresma, Andriu Freitas Dramaturgia: Leandro Quaresma Figurino: Valdeir Barboza Lopes Adereço e Arte: Dante Assistente de Produção e Pesquisa: Ninna Durães Assessoria de Imprensa e Rede Social: Cenografia: Studio Eté Arquitetura, Cenografia e Interiores Ltda Realização: Cia. de Teatro Mahi Produção: Alan de Jesus OBS: os atores podem sofrer alteração e alterar de acordo com a disponibilidade, mas os substitutos serão da mesma companhia de teatro que realiza a peça; será contratada uma agência para assessoria de imprensa.

Acessibilidade

1 – Todas as apresentações terão tradução em LIBRAS. 2 - Parceria com ONGs, CAPS e instituições que atendam usuários da saúde mental, disponibilizando transporte e ingressos gratuitos para as apresentações. 3 - A escolha dos teatros levarão em consideração acesso a cadeirantes; As medidas de acessibilidade foram orçadas e tem suas rubricas específicas no orçamento do projeto para garantia da sua execução.

Democratização do acesso

Haverá 8 apresentações do espetáculo Na Contramão, com duas apresentações nas cidades de: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Brasília. As ações de Democratização de Acesso desta ação é: 1 – 20% dos ingressos serão disponibilizados para instituições que trabalham com a temática de saúde mental (para usuários de saúde mental) ou para instituções que trabalham com pessoas em situação de vulnerabilidade social; 2 – Aluguel de ônibus para disponibilizar translado de usuários da saúde mental ou pessoas em situação de vulnerabilidade social para assistirem à peça; 3 - 10% dos ingressos serão distribuídos para o patrocinador; 4 - 10% dos ingressos serão distribuídos para divulgação; 5 - 20% dos ingressos distribuídos no valor promocional máximo de R$ 20,00 (inteira) e R$ 15 (meia); 6 - 40% dos ingressos serão vendidos no valor de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). A escolha dos teatros levará em consideração teatros que possuem 500 lugares. Serão 8 apresentações, totalizando 4000 produtos culturais. Além disso, o projeto também realizará 8 oficinas em escolas públicas, duas por cidade contemplada com o projeto, com os atores e com o diretor da peça. As oficinas serão realizadas em duas turmas por escola, turma de em torno de 35 alunos. Serão 8 oficinas, totalizando 280 produtos culturais. Esta proposta está em conformidade com os incisos II e V art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.

Ficha técnica

Leandro Quaresma - DRT: 44030/ RJ Função no Projeto: Diretor e ator Professor de Teatro (Licenciado), Diretor de Teatro, Ator, Figurinista e Diretor de arte. Formado no Rio de Janeiro no curso de Licenciatura em Teatro e Artes Dramáticas, na Escola Técnica Estadual Martins Pena. Possui curso Preparatório de Ator - Escola de Teatro CEI/RJ, concluído em 1997. Curso em Artes Cênicas - Angel Group– Londres - concluído em 2008. Foi Professor substituto na Cal (Casa de Artes de Laranjeiras), onde participou sendo assistente das montagens de conclusão de período com as peças: “A Serpente”, de Nelson Rodrigues (2014) e “Viúva Porém Honesta”, de Nelson Rodrigues (2014), com o Professor Renato Icaray; E na Faetec (EAT) Escola de Artes Técnicas na conclusão de curso, com a peça “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque (2014). Participou de workshops de Narrativas com Patrícia Selonk, Ricardo Martins e Marcos Martins, no Armazém Cia de Teatro e Máscaras Balinesas e Teatro Físico, com Ana Teixeira e Stephane Brodt, no Amok Cia de Teatro. Como ator, encenou: “Aurora da Minha Vida”, de Naum Alves de Souza (1997); “Os Sete Gatinhos”, de Nelson Rodrigues (1998); "O pedido de Casamento", de Anton Tchekhov (1998), "Quem Roubou o Meu Futuro", de Sylvia Orthof (2001), "A Megera Domada", de William Shakespeare (2008), "Hair", de Patrick Dadalto (2009), "Sonata dos Loucos", de Gilsergio Botelho (2009); “Os Fuzis da Senhora Carrar”, de Brecht (20100); “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente (2011/2013), “Pedaços”, fragmentos de textos de Nelson Rodrigues (2013), “O Avarento”, de Molliere (2013/2014), “Ralé”, de Máxime Professor do Estado de Belford Roxo no ensino regular do Ensino Médio. Professor de Teatro do Espaço de Artes do PIC ( Paquetá Iate Clube ) como professor de Teatro Físico e Corpo. Trabalha em parceria com a cia Os PataPHísicos, como figurinista. É integrante da "Cia. Santos de Casa", onde dirigiu e encenou “O auto da barca do inferno”, de Gil Vicente, em uma livre adaptação para teatro de rua, no ano de 2013. Também pela mesma Cia de teatro, assinou o Figurino e a Direção de arte, além de encenar, o esquete: “Pedaços”, premiado como melhor esquete no Festival “Fragmentos de Nelson” (2012), da Universidade Estácio de Sá- UNESA, no ano de 2012. Dirige e assina o Figurino dos espetáculos “A Valsa n.6”, de Nelson Rodrigues (2014/2015) e “Súplica Sertaneja”, de Beto Ramôa (2014/2015). Professor e Diretor da Cia. de Teatro Paca com o Espetáculo "Sonata dos Loucos", de Gilsergio Botelho Adam Lee - 28 anos Função no Projeto: Ator Formações · Escola Técnica de Teatro Martins Pena · Cursando Artes Cênicas na Unirio Experiência Profissional · Capitães da Areia · Ayrton Senna - o Musical · Musical "Abba People Need Love" - Brilha La Luna · Cama de Gato Audiovisual · Série "As Canalhas" GNT · Longa "Entre a fé o Medo e a Coragem", "Todo dia a Mesma Noite" (série Netflix) Instrumentos · Bateria Percussão · Piano Violão Renato Braga Função no Projeto: Ator Ator, 40 anos, morador do Rio de Janeiro com experiência em teatro, novelas e curtas-metragens. Formado no Espaço Cênico do Diretor Rick Alves. Cursou a Oficina Ator em Ação/ Módulo I e II da Mariana Ruggiero; Laboratório de Movimento corpo-mente-ambiente do Leornardo Bertolini; Laboratório do Alexandre Britto, Tablado com João Bandão, Fernando Caruso, Marco Nunes e Pedro Kosovski; Oficina Teatral do Cândido Mendes com Alessandra Gelio; Solos em Processo com Débora Lamm e Denise Stutz; Treinamento para atores do Daniel Herz. Os últimos trabalhos como ator foram: 2023-Tebas (teatro) do Humberto Assumpção 2023; Proibido (teatro) do Humberto Assumpção; 2023- Novela Reis (TV) da Record; 2022 - Antes de Depois do Jantar (teatro) do Daniel Herz; 2022- Ensaio sobre Edgard e Ritinha (teatro) do Daniel Herz; 2022- Novela Reis (TV) da Record; 2022 - Você tem certeza que quer conhecer essa história? - (teatro) da Alessandra Gelio; 2021 - Hotel Inside Star (Curta) do João Brandão; 2021 - Romeu e Julieta. Doc (teatro) da Alessandra Gelio; 2020 - APOCAPOBRE (Curta) da Raiana; 2019 - Eu Nunca - (Web série) da Renata Macelan. Televisão - "Reencarne”, Dir.: Bruno Safadi, 2023, Globo Play, Globo, Obs.: Série Teatro - "Proibido”, Pers.: "João”, Dir.: Humberto Assumpção, 2023, Obs.: Apresentações em festivais: Festival de Teatro Nova Iguaçu FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE GUARANÉSIA - FETEG 6o ATO Publicidade - "MBA FGV”, Dir.: Victor Lima, 2023, Last Potato. Televisão - "Travessia”, Dir.: Mauro Mendonça Filho, 2022, Rede Globo, Rede Globo Teatro - "Ensaio Sobre Edgard e Ritinha”, Pers.: "Edgard”, Dir.: Daniel Herz, 2022, Casa de Cultura Laura Alvim Cinema - "Um Tanto Mais”, Pers.: "Filho”, Dir.: Matheus Petrovich, 2021, YouTube, Pirata Filmes, Obs.: Um curta metragem onde eu faço o papel filho e o ator Marcos Breda faz o papel do pai. Ganhamos prêmios 3 prêmios em festivais internacionais e 1 em Brasilia. Neyla Quaresma Função no Projeto: Pesquisa e Assistente de Produção Nome artístico, Ninna Durães, é cantora, atriz, produtora e gestora de marketing. Atuou em “O auto da barca do inferno”, de Gil Vicente, em uma livre adaptação para teatro de rua, no ano de 2013, pela Cia. de Teatro Santos de Casa e ficou em cartaz em teatros do Rio de Janeiro pela Cia. de Teatro Paca, como atriz e produtora, com o Espetáculo "Sonata dos Loucos", de Gilsergio Botelho. Estuda Ciências Sociais na Universidade Cândido Mendes e é graduada Marketing pela Universidade Veiga de Almeida. Se formou no curso de produção cultural oferecido pela CUFA, onde organizou com outros produtores eventos de ação social e cultural na Baixada Fluminense. Entre 2014 e 2015 foi coordenadora administrativa do Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Alan de JesusJornalista e Produtor Cultural Função no Projeto: Produção Executiva Doutorando em Sociologia (UFRJ), possui mestrado em Informação e Comunicação em Saúde (FIOCRUZ), especialização em Divulgação e Popularização da Ciência (COC- FIOCRUZ), graduado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, Graduação tecnológica em Comunicação Institucional e concluinte do Bacharelado em Letras - Português com habilitação em Literaturas da Língua Brasileira pela UFRJ. Experiência no setor cultural, em produção de festivais e elaboração e execução de projetos em diversas linguagens artísticas: música, teatro, dança, literatura, cinema, recreação e workshops. Produções: Eventos 2023 · Contemplado na LEI ALDIR BLANC – Produto: produção do portal dos Artistas de Guapimirim · Produção do Festival de Inverno de Guapimirim; · Produção do Carnaval de Guapimirim; · Produção do 5º Festival de Inverno de Guapimirim; · Produção do Festival da Serra ao Mar (Guapimirim); · Produção do Evento Guapi Festeja Viseu (Guapimirim); · Produção do evento Passarinhar (Exposição Fotográfica e oficinas) - Guapimirim Eventos 2021 · Produção do Evento: Guapi Samba Fest (Guapimirim); · Produção do Festival Degustart (Guapimirim); Eventos 2022 · Produção do Festival de Inverno (Guapimirim); Eventos 2018 · Produção do Show à Vida da Fiocruz; Eventos 2015 · Produção da Oficina de Desenho e Pintura com a Artista Plástica Argina Seixas para o Sesc Rio. · Elaboração, Curadoria e Produção da Exposição e Oficina de Caricatura “CARICULTURA” – Traços do Cinema, Literatura e Música, com o Paraense, Chargista e Caricaturista J. Bosco para o Sesc Rio. · Produção do Encontro Musical “Feijão e sonho”, com os músicos e cantores do Rio de Janeiro, Recife e Santa Catarina – Taynah, Mani Carneiro e François Muleka.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.