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PRONAC 2412994Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Vilerê 2025 – O Festival para as Infâncias do Vila

SOL MOVIMENTO DA CENA CENTRO DE PESQ P DESEN CULTURAL
Solicitado
R$ 491,0 mil
Aprovado
R$ 491,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-05-05
Término

Resumo

Criado em 2025, o Festival Vilerê propõe um conjunto de ações com foco em arte educação voltadas para o público infantojuvenil. A programação inclui espetáculos de artes cênicas baianos e nacionais, oficinas, palestras e rodas de conversas, que serão realizadas em celebração ao mês das crianças, em outubro, no Teatro Vila Velha. Tem como objetivo protagonizar esse público e dinamizar o acesso da produção artística a este, além de enaltecer a importância do fazer teatral para as crianças e jovens, evidenciando o poder de transformação social do projeto. Ao longo de sua execução no Teatro Vila Velha, o VILERÊ abrangeu aproximadamente 20 mil participantes. O Projeto garantiu uma programação rica em atividades artísticas e educativas, tendo como referência central as artes cênicas através das oficinas de teatro, dança, música, artes plásticas, games e técnicas circenses, da realização de Mostra Cênica, de seminários e da exposição de artes visuais.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Em consonância com o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Objetivo geral: Realizar o Vilerê 2025 _ O Festival para as Infâncias do Vila, com ações com foco em arte educação voltadas para o público infantojuvenil. A programação inclui espetáculos de artes cênicas baianos e nacionais, oficinas, palestras e rodas de conversas, que serão realizadas em celebração ao mês das crianças, em outubro, no Teatro Vila Velha. Objetivos específicos: Produto: Espetáculo de Artes Cênicas - Realizar a seleção de 04 espetáculos baianos para compor a programação artística; - Convidar espetáculos nacionais para compor a programação artística; - Realizar apresentações teatrais, com cada grupo teatral fazendo 04 apresentações, totalizando 16, sendo que 02 serão abertas ao público espontâneo, e 02 por meio de articulação com a rede pública de ensino, que contará também com atividades de mediação; - Realizar uma mostra artística, como resultado pedagógico dos trabalhos realizados nas oficinas; - Oferecer espetáculos baianos de qualidade artística e técnica, com conteúdos educativos, de grupos profissionais das artes cênicas; - Apresentar o universo artístico e o teatro para público alvo; - Aquecer o mercado das artes cênicas gerando oportunidades de trabalho e renda; - Promover a difusão das artes. Produto: Curso / Oficina / Estágio - Realizar 04 oficinas formativas, em cênicas (teatro, dança, artes circenses) e música, focando no processo de construção das narrativas, e iniciação a técnicas de produção; - Realizar a roda de conversa "Fala Vilinha", com o tema "Infâncias olhares para a natureza", uma formação humanística sensível; - Democratizar a apreciação do teatro e da dança, incentivando a ida ao teatro e apresentando textos e temas que contribuam para formação artística do público; - Contribuir para o desenvolvimento da formação de crianças e adolescentes; - Contribuir na criação de condições de estímulo e manutenção de pesquisas para público infanto-juvenil.

Justificativa

Em consonância com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A programação diversificada do Vilerê, composta de espetáculos, oficinas e debates, promove a educação para as artes, incentiva e viabiliza a assistência de diferentes públicos a espetáculos infanto-juvenis, proporciona o acesso aos bens culturais, fomenta o mercado de profissionais e técnicos ligados à área teatral e, mais especificamente os debruçam na criação de produtos para o público alvo do Festival. O teatro tem um papel fundamental no desenvolvimento infantojuvenil possibilitando o convívio na diferença, a educação estética e a formação humana. Ao olharmos as crianças e jovens como sujeitos históricos enxergamos esses também como agentes das realidades sociais na qual estão inseridas. Outro ponto que marca a importância desse projeto é a necessidade de espaços de promoção do teatro infantojuvenil, especialidade do fazer teatral, que é tida como menor em relação ao teatro feito para os adultos. A edição de 2005 do Festival Vilerê foi o precursor na cena local em tecer um evento desse formato cujo público alvo foi às crianças e adolescentes e, na ocasião dos 60 anos, e reinauguração do teatro Vila Velha, este projeto sublinha ainda mais sua importância. Com sua estratégia de mobilização e mediação cultural, o Vilerê visa atender crianças de escolas públicas, especialmente do entorno do Teatro e demais regiões periféricas da cidade, aproximando estas do fazer teatral, que por vezes fica distante de sua realidade. Acrescenta-se ainda uma atenção especial para a formação de plateia, que será feita através de cotas de ingressos, apresentações fechadas para alunos de escolas da rede pública, ONGS e associações, além de intenso relacionamento comunitário. Com a realização do Projeto Vilerê amplia-se o leque de atividades propostas para o público infantojuvenil, refletindo assim toda a diversidade cultural necessária à concretização de um projeto que contempla uma programação artística realizada para crianças e adolescentes.

Estratégia de execução

Público: O público infanto-juvenil foi selecionado como foco principal para o desenvolvimento dessa proposta por representar o por vir. Essa atenção reflete-se numa programação que busca despertar a atenção desse público, bem como de pais e educadores, para a importância da apreciação, reflexão e fazer artístico. Com a estratégia de mediação, o projeto prever contemplar crianças e adolescentes de escolas de rede pública de ensino, buscando interação com estas, e atuando na sensibilização destes agentes que, em sua maioria, estão vulneráveis a problemas sociais. Os espetáculos possuem classificação livre. O perfil do público de interesse no projeto abrange especialmente crianças e jovens, mas também adultos de diferentes condições sociais interessadas no universo das artes cênicas e nas pautas tratadas na temática. São ainda públicos referenciais: profissionais das artes, das artes cênicas, produtores e agentes culturais, educadores, professores, estudantes, especialmente da rede pública de ensino, público afim com as temáticas propostas, e turistas em visita às cidades pautadas no período dos espetáculos. Por seu caráter dinâmico e social, além da relevância do tema e reflexões propostas, o projeto estima receber a capacidade máxima de público do teatro, respeitando a regulamentação vigente na ocasião e todos os protocolos de segurança. Estratégias de divulgação: O plano de divulgação priorizará uma comunicação integrada, compreendendo desde a gestão de ações e cronograma, até uma comunicação digital dirigida e de amplo alcance. Serão utilizadas estratégias de patrocínio e impulsionamentos nos perfis das redes sociais, focando sempre numa comunicação ativa e humana. Contempla uma comunicação estratégica que mantém o Projeto pulsante durante toda a realização. A estratégia se baseia em ações consolidadas de relações públicas, assessoria de imprensa, publicidade e marketing digital. Pesquisa de novas mídias e a garantia de acessibilidade, participação e engajamento do público ao longo do projeto são valores inerentes às ações de comunicação. Relações públicas consiste em desenvolver e gerenciar o plano de comunicação, estruturando cronograma de comunicação, articulando as áreas e desenvolvendo estratégias de comunicação dirigida. A assessoria de imprensa atenderá a grande mídia e público especializado, entre jornalistas nacionais, formadores de opinião, críticos do setor; sempre alinhado com ações de estratégia digital com relacionamento com influencers alinhados com a proposta. Também faremos uso de patrocínio de campanhas. O trabalho será monitorado e mensurado com KPIs específicos em cada etapa com geração de dados, análise e valoração de resultados. Contrapartidas: Desenhamos um plano de contrapartidas integrado visando potencializar a repercussão do projeto ao longo do período. O trabalho contempla ações de assessoria de imprensa com relacionamento com veículos de mídia on e off line, formadores de opinião e influenciadores digitais; ações de relações públicas com públicos de interesse da empresa patrocinadora e das instâncias públicas envolvidas; ativações junto a influenciadores e players importantes da área de cultura, especialmente artes cênicas e infância; além de ativação de marketing a partir da ativação de marca e nome do patrocinador em todas as mídias.

Especificação técnica

- Mostra artística: Realização de apresentações teatrais, com a seleção de 04 espetáculos baianos, além de espetáculos nacionais convidados. Cada grupo teatral fará 04 apresentações, totalizando 16, sendo que 02 serão abertas ao público espontâneo, e 02 por meio de articulação com a rede pública de ensino, que contará também com atividades de mediação. - Realização de 04 oficinas formativas, em cênicas (teatro, dança, artes circenses) e música, focando no processo de construção das narrativas, e iniciação a técnicas de produção. Cada oficina terá carga horária de 09 horas, a serem realizadas no Teatro Vila Velha, para até 20 participantes em cada uma. - Realização de uma mostra artística, como resultado pedagógico dos trabalhos realizados nas oficinas. A mostra será realizada na sala principal do Teatro, com entrada gratuita, sujeito à lotação do espaço. - Realização da roda de conversa “Fala Vilinha”, com o tema "Infâncias olhares para a natureza", uma formação humanística sensível.

Acessibilidade

Através de um amplo plano para mediação cultural, o projeto “Vilerê 2025 – O Festival para as Infâncias do Vila " promove o acesso gratuito a sua programação, visando a democratização dos bens culturais, para diversas comunidades que estejam nas zonas especiais de interesse social (ZEIS) de Salvador. A mediação cultural é uma das primeiras ações dentro do cronograma de realização do projeto, feita por uma equipe especializada de profissionais qualificados e envolvidos, a ação cumpre etapas para seleção de públicos, comunicação, aproximação, envolvimento, informação de conteúdos e logística de acesso. Dentro da grade de seleção são priorizadas as instituições de ensino, alunos, professores, coordenadores e diretores da rede pública, como também grupos artísticos e comunidades da periferia da cidade, crianças e jovens vinculados a instituições sociais. No seu planejamento para mediação o projeto inclui o diálogo com organizações que atendem a crianças e adolescentes com mobilidade reduzida e deficiência física e auditiva. Todos os espetáculos que irão compor a mostra do festival terão duas sessões com tradução em libras e audiodescrição, além de contar com um planejamento de mobilização e logística da equipe e do público. As ações formativas contarão com uma equipe preparada, além também da tradução em libras. Soma ainda que o Teatro Vila Velha, onde acontecerá o Festival, está todo adaptado para receber pessoas com mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação e circulação. O projeto apresentará ainda com um programa de acessibilidade a partir da inclusão de intérprete de libras nas comunicações presenciais e videográficas. Os vídeos de divulgação terão legendagem e serão produzidos vídeos em libras direcionados para o público com deficiência auditiva e surdo. Nas redes sociais, nas fotografias e cards publicados, haverá a inclusão de textos alternativos, descrevendo as imagens na legenda das publicações, recurso direcionado ao público com deficiência visual. A acessibilidade será trabalhada em todas as etapas de comunicação e divulgação do projeto, para garantir a participação social do público com deficiência em igualdade de condições e fruição que os demais. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: O Teatro Vila Velha, onde serão realizadas as apresentações teatrais, conta com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: O Teatro Vila Velha dispõe de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas apresentações teatrais serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica da música (nome, autor, ano) e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras. Produto: Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade física: O Teatro Vila Velha, onde serão realizadas as atividades formativas, conta com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: O Teatro Vila Velha dispõe de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas atividades formativas serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica da música (nome, autor, ano) e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras.

Democratização do acesso

Em atendimento ao disposto na Seção II - Da Ampliação do Acesso, do Art. 27, informamos que as ações desenvolvidas no Projeto atendem aos seguintes incisos: Produto: Espetáculo de Artes Cênicas II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); Produto: Curso / Oficina / Estágio IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: d) oficinas de 40 horas/aula com certificado de curso livre;

Ficha técnica

Teatro Vila Velha – Instituição realizadora do projeto O TVV se firma como um espaço singular e dinâmico, onde corpos artísticos inovadores interagem com uma ampla variedade de grupos, tanto nacionais quanto internacionais. A proposta em questão busca assegurar a continuidade das atividades do teatro, promovendo medidas voltadas à manutenção e melhoria do espaço físico, bem como à modernização da infraestrutura. Ao longo de seis décadas desempenhou um papel notável na difusão da arte na Bahia e no Brasil, servindo como berço para importantes grupos artísticos e festivais, como o Teatrinho Chique-Chique, Vilavox, Viladança, Vivadança Festival Internacional, Teatro Livre da Bahia, A Outra, NATA - Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas, Cia Teatro da Queda, Supernova Teatro e Bando de Teatro Olodum, dentre outras produções. Márcio Meirelles - Direção Artística Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, inicialmente ligado às áreas de arquitetura e Belas Artes, atua em teatro desde 1972.Foi fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976‐1989), e criador/diretor do espaço cultural A Fábrica (1982). Durante os anos de 85 e 86, assumiu a chefia dos núcleos de cenografia e figurino e de direção e elenco da TV Educativa da Bahia. Ganhador de vários prêmios como diretor, cenógrafo e figurinista. Fez estágio na Circle Repertory Company (Nova York, 1986). Participou do Coloquio Brasil Alemanha de Teatro, como palestrante, a convite do Instituto Goethe (Berlim, 1990). Co‐dirigiu O Sonho de Uma Noite de Verão, com Werner Herzog (Rio de Janeiro, 1992). Dirigiu Zumbi para o Black Theatre Co‐op, como parte do Lift– London International Festival of Theatre (Londres, 1995). Dirigiu vários shows de música, comemorativos de entrega de prêmios e de lançamentos de projetos. Em 1990 criou o Bando de Teatro Olodum, que dirigiu até 2012. Em 1994, assumiu a direção artística do Teatro Vila Velha, em Salvador. E coordenou o Projeto Novo Vila, que revitalizou e reformou aquele teatro, com o apoio da Secretaria da Cultura e Turismo do Estado da Bahia, do Ministério da Cultura, da Eletrobrás e da Petrobrás. Secretário da Cultura do Estado da Bahia na gestão 2007/2010. Desde 2013, Márcio Meirelles tem guiado as atividades da universidade LIVRE do teatro vila velha, um programa de formação continuada que pensa arte como ferramenta política de transformação e sistematiza os processos desenvolvidos no Vila desde a sua fundação. São ações multidisciplinares onde os participantes têm contato com os diversos saberes do palco, produção, gestão colaborativa, técnica e comunicação. www.marciomeirelles.com.br. Débora Landim – Curadoria e Oficineira de Teatro Artista-Educadora. Doutora em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Experiência nas áreas de atuação em Teatro, Produção Cultural e Educação. Criou em 2000 no Teatro Vila Velha a Companhia Novos Novos, encenadora dos espetáculos: Imagina só, Mundo Novo Mundo, Alices e Camaleões, Diferentes Iguais, Ciranda do Medo, Paparutas e Caderno de Rimas do João e sem rimas da Maria. Preparadora de elenco infantil para cinema nos filmes: Esses moços (Araripe Júnior), Eu me lembro (Edgard Navarro), Ana (Mariana Magnavita), Faroeste caboclo (René Sampaio - Globo Filmes). Coordenadora artístico-educativa do Projeto Arte no Currículo - UFBA e Secretaria Municipal de Salvador. Diretora Artística do FACE - Festival Anual da Canção Estudantil da Bahia. Coordenadora artístico-pedagógica do Programa de Qualificação em Artes da Bahia – FUNCEB e MEC. Educadora do Centro Estadual de Educação Profissional no Curso Técnico em Teatro do ICEIA. Bia Lima Albuquerque– Coordenador de Produção Beatriz Lima Albuquerque é uma produtora cultural com formação em Artes pela UFBA e em Teatro pela Université Sorbonne Nouvelle. Suas experiências na área de produção cultural atualmente incluem trabalhos no núcleo de produção do Teatro Vila Velha, onde organizou cursos práticos como "Oficina de Voz com Edi Montecchi" e "Interpretação para Audiovisual" com Cristina Moura, além de coordenar residências artísticas como "Na dobra do invisível" com Luciana Lara, "Laboratório de Teatro Crítico" com a Companhia do Latão e a residência "Universidade da Flórida na Bahia" com a participação de alunos e professores da University of Florida. Como atriz, Beatriz atuou em diversas produções teatrais em Salvador, Bahia. Suas competências incluem edição de vídeo, Microsoft 365, fotografia e gravação em estúdio. Beatriz é fluente em português, francês e inglês. Cristina Castro - Coordenação do projeto e curadora Artista das artes cênicas, coreografa e gestora cultural. Premiada pela Unesco com o Prize for the Promotion of the Arts. Colabora com o diretor teatral Marcio Meirelles desde 1996, em peças teatrais, na área de direção de movimento, coreografia e atuando também em algumas delas como atriz. Formada em Dança pela Universidade Federal da Bahia. Como dançarina profissional trabalhou em grupos independentes e na Cia oficial do Estado da Bahia. Fundou no Teatro Vila Velha a Cia. Viladança, criando e circulando seu repertório com espetáculos de dança contemporânea no Brasil, Europa e América do Sul.É coordenadora de projetos do Teatro Vila Velha, onde também dirige o programa de residências artísticas internacionais e o programa Pé de Feijão – arte e educação, que promove espetáculos de artes cênicas para público infanto-juvenil. Diretora e curadora artística do Vivadança Festival Internacional. Convidada pela Fundación Carolina e Embaixada da Espanha participou do Primer Programa Sociedad Civil de Brasil. Participou como diretora convidada do Programme Commun 2019 - Swiss Arts Council Pro Helvetia, em Lausanne/Suíça e do International Visitors Programme of the cultural funding organisation NRW KULTsekretariat, em cidades da Alemanha. A convite do Instituto Frances e Embaixada da França integrou a equipe de curadores internacionais no Focus Danse et Bretagne- França. Curadora convidada em vários editais públicos e privados, a exemplo do Rumos Itaú Cultural e FAC, Festival de Artes Cênicas do Ceará. Marisia Mota – Curadora e coordenadora de mesa e oficinas Atriz-Figurinista. Participou do elenco de diversas peças teatrais da cena baiana, muitas delas realizadas no Teatro Vila Velha, onde ingressou em 1994. Produziu e apresentou o programa Meia-Noite se improvisa e coordenou o Projeto Teatro de Cabo a Rabo. Também arte-educadora, produtora cultural, psicopedagoga e especialista em Jogos e em Artes e Patrimônio Cultural. Artista- colaboradora da Companhia Novos Novos desde 2000. Criou seguintes figurinos na Companhia Novos Novos: Imagina só… Aventura do fazer (2001), Alices e Camaleões (2004), Diferentes iguais (2006), Ciranda do Medo (2007), Paparutas (2012) e Caderno de Rimas do João e Sem Rimas da Maria (2017). Cristiano Meirelles - Oficineiro de musicalização (MG) Ator, músico, dançarino e educador. Em 2021 lançou a Auspiciosa Arte e Educação, plataforma de encontro, criação artística e transmissão de saberes. Atualmente apresenta, dirige e roteiriza o programa O Fantástico Armário da Vovó – produzido e sediado no canal do Youtube de Eduardo Moreira com co-produção de Juliana Baroni. Trabalhou como ator em diversas montagens, entre elas Escondida e A Princesa Errante e o Príncipe Errado, Buda (2017), montagem da Banda Mirim; A lenda do vale da lua (2015), musical infantil de João das Neves com músicas de Chico César; Macbeth(2016), com direção de Greg Hicks; Amado (2012), produção do Instituto Brincante; Orfeu mestiço uma hip-hópera brasileira(2011), montagem do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos; Caleidoscópio (2009), com direção de Márcio Ballas. Foi diretor de criação da performance V.E.N.D.A.V.A.L junto da bailarina Marina Abib (2021). Com seus espetáculos e formações atuou em diversas cidades no Brasil e em países como Alemanha, Colômbia, Espanha, Estados Unidos e Portugal.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-04
Locais de realização (1)
Salvador Bahia