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PRONAC 2413006Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

LETRAS QUE FLUTUAM - CICLO DE ATIVIDADES

INSTITUTO LETRAS QUE FLUTUAM
Solicitado
R$ 959,5 mil
Aprovado
R$ 959,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Ribeirinhos
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-02-10
Término
2026-02-09
Locais de realização (12)
Abaetetuba ParáBarcarena ParáBelém ParáBreves ParáCurralinho ParáIgarapé-Miri ParáMuaná ParáPonta de Pedras ParáSantarém ParáSoure

Resumo

"Letras que Flutuam - Ciclo de atividades" pretende realizar uma série de eventos em continuidade à trajetória dos quase 20 anos de atuação do Instituto. As ações previstas são: quatro encontros de artistas populares (os abridores de letras); exibição de dois filmes; uma exposição; oficinas em Belém, sede do projeto, e nos municípios onde estes artistas atuam; continuação do mapeamento da prática da letra decorativa, desta feita em dois municípios da região do Baixo Amazonas, nas cidades de Santarém e Óbidos. O projeto surgiu como uma iniciativa essencial para preservar e promover a rica diversidade cultural da região amazônica, em particular o saber tradicional ribeirinho de identificar embarcações através de letras específicas. A Amazônia é reconhecida mundialmente pela sua complexidade cultural, e o projeto visa aprofundar o entendimento e a valorização desses saberes únicos, promovendo encontros de formação e qualificação aos profissionais já mapeados pelo projeto original.

Sinopse

EXIBIÇÃO DE FILMES 1. "Marajó das Letras" - Realizado com o apoio do edital Rumos do Itaú Cultural, em 2017, o documentário mostra o crescimento da pintura com pistola (grafite), marcante em embarcações menores, as chamadas “rabetas”. Essa pintura vem imprimindo na paisagem um novo momento, influenciado pelos veículos de comunicação e pelas mídias digitais. 2. Letras que Flutuam - O edital Amazônia Cultural, em 2012 permitiu o mapeamento dos Abridores de Letras nos municípios de Belém, Abaetetuba, Igarapé-Miri e Barcarena. Este trabalho resultou no documentário "Letras que Flutuam".EXPOSIÇÃO "Por Que Flutuam estas Letras" - A exposição mostra trabalho dos 30 abridores de letras associados ao Letras que Flutuam. Constituido-se de paineis de Paisagens, Letras individuais e expressões amazônicas. ENCONTROS São quatro encontros a serem realizados em Belém, local-sede do projeto, reunindo toda a equipe do Instituto Letras que Flutuam e 30 abridores de letras, vindo das localidades que já foram mapeadas. OFICINAS São oficinas em Belém e nos municípios paraenses onde os artistas atuam: Barcarena, Igarapé-Miri, Abaetetuba, Soure, Breves, São Sebastião da Boa Vista, Curralinho, Muamá, Ponta de Pedras. As oficinas são ministradas pelos detentores deste saber, uma vez que dentre as atividades de formação para os artistas, estão a preparação para ministrar oficinas. MAPEAMENTO A exemplo do que foi realizado na região do Alto Amazonas, serão mapeados os abridores de letras na região do Baixo Amazonas, nas cidades de Santarém e Óbidos. CATÁLOGO Livro que reúne todas as informações sobre o desenvolvimento do projeto no ano de 2025, com 1.000 exemplares, para ser distribuído gratuitamente. AUDIOBOOK Vai ser feito um audiobook, com todas as informações do catálogo, que será registrado em 100 pendrives para serem distribuídos para instituições e escolas de pessoas com deficiências visuais.

Objetivos

Objetivo geral: O objetivo primordial do projeto é preservar a memória e a história associada ao fazer artístico e técnico do abridor de letras, e também sensibilizar a juventude sobre a importância dessa memória cultural, da necessidade da manutenção da tradição e do ofício do pintor popular ribeirinho como um dos responsáveis pela conformação da identidade ribeirinha amazônica. A Amazônia é reconhecida mundialmente pela sua complexidade cultural, e o "Letras que Flutuam - Ciclo de atividades" visa aprofundar o entendimento e a valorização desses saberes únicos, promovendo encontros de formação e qualificação aos profissionais já mapeados pelo projeto original, além de dar continuidade ao mapeamento da prática da letra decorativa, desta feita em dois municípios da região do Baixo Amazonas, nas cidades de Santarém e Óbidos. Objetivos específicos: 1. Exibir dois filmes sobre os abridores; 2. Produzir e montar uma exposição mostrando a arte dos abridores de letras; 3. Realizar quatro encontros dos abridores credenciados em Belém para discussao, debates de temas como direito autoral, economia criativa, midias sociais; 4. Realizar oficinas de formação e qualificação em escolas públicas de Belém e das cidades onde atuam os abridores de letras que já foram mapeados: Barcarena, Igarapé-Miri, Abaetetuba, Soure, Breves, São Sebastião da Boa Vista, Curralinho, Muamá, Ponta de Pedras. As oficinas são ministradas pelos detentores deste saber; 4. Fazer o mapeamento dos abridores de letras em Santarém e Óbidos; 5. Fazer um catálogo com todas as informações sobre as atividades e resultados obtidos com o desenvolvimento do projeto; 6. Fazer um audiolivro contendo todos os dados do catálogo.

Justificativa

Desde 2004, o Projeto Letras que Flutuam navega pelas águas da cultura ribeirinha amazônica, mapeando a arte da Letra Decorativa Amazônica.Mergulhando em comunidades do norte do país, o projeto mapeou mais de 100 mestres abridores de letras, inspirando novas gerações através de oficinas em escolas dos municípios visitados.A partir daquele ano iniciou-se uma pesquisa em tipografia e cultura visual, como estratégia de comunicação de um saber popular e da inserção econômica de seus atores, envolvendo os profissionais, o poder público, as escolas e o público em geral.Uma monografia de especialização pela Universidade Federal do Pará (UFPA) publicada em 2008 aprofundou a pesquisa.Em 2012, o Edital Amazônia Cultural permitiu o mapeamento dos Abridores de Letras nos municípios de Belém, Abaetetuba, Igarapé-Miri e Barcarena, o que resultou no documentário"Letras que Flutuam".Em 2017, o edital Rumos do Itaú Cultural permitiu a realização do documentário "Marajó das Letras", mostrando o crescimento da pintura com pistola (grafite), marcante em embarcações menores, as chamadas "rabetas". Essa pintura vem imprimindo na paisagem um novo momento, influenciado pelos veículos de comunicação e pelas mídias digitais.Através de documentários, exposições, ações culturais e "live paintings" em diferentes estados do Brasil, a arte ribeirinha vem alcançando novos públicos e conquistandoreconhecimento, como atesta o tema da escola de samba Grande Rio de 2025, que irá retratar, dentre outras manifestações nortistas, o ofício dos abridores de letras.Em 2024, foi criado o Instituto Letras que Flutuam, como resultado natural desta trajetória pela valorização da cultura amazônica. O projeto "Letras que Flutuam - Ciclo de Atividades" é, portanto, mais um movimento nessa direção. Desta vez, trabalhando não só para a preservação da atividade cultural específica dos abridores de letras, mas também para a sensibilização dos jovens para a importância dessa cultura, através das oficinas nas escolas públicas, como ainda dando continuidade do mapeamento dos abridores numa nova região - o Baixo Amazonas.Com a criação desse banco de dados voltado à pesquisa e à preservação dessa grafia visual amazônica, esperamos coleborar para valorizar e preservar este saber. O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; X - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos que projeto pretende alcançar do Art. 3º da referida norma são:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;II - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Todas as oficinas são ministradas por um Mestre local, representante deste saber e contam com a presença de uma pesquisadora para contextualização histórica

Especificação técnica

Filmes: Marajó das Letras (30 minutos) e Letras que flutuam (10 minutos) Oficinas: Nas oficinas, o mestre do local ensina todos os seus modos de trabalho e segredos profissionais para os alunos. As oficinas são ministradas por um Mestre local, representante deste saber e contam com a presença de uma pesquisadora para contextualização histórica. A duração é de 3 horas/dia. Seminários: São 4 encontros de todos os abridores cadastrados em Belém. Catálogo: 1.000 exemplares / formato fechado: 210x265cm / formato aberto: 420x265cm / 128 páginas / miolo em papel couchê fosco 150g/cm2 / 4 x 4 cores / acabamento: cadernos de 16 pgs, alceados, costurados, refilados e colados / CAPA 465x275cm em papel couchê fosco 240g/m2, 4x4 cores, guarda em papel colorplus 180g/cm2, lombada quadrada. Exposição: a exposição dos trabalhos de 30 abridores de letras, com paineis de paisagens, letras individuais e expressões amazônicas, será adaptada ao tamanho e condições do local onde ela será apresentada.

Acessibilidade

1. Todo material gerado por todas as atividades do projeto será disponibilizado gratuitamente ao público em geral, e a pesquisadores e alunos das áreas afins ao design, categoria na qual está situada o trabalho dos abridores de letras amazônicas. 2. O acesso será facilitado inclusive a PCDs auditivos e visuais: o material gerado terá dispositivos de acessibilidade - legendas e audiodescrição - a fim de que qualquer pessoa, em qualquer situação, possa conhecer e usufruir do material. 3. Os encontros e oficinas terão a presença de intérprete de Libras. 4. Serão apresentadas nos encontros as letras em miriti, para que as pessoas com deficiências visuais e dificuldades de entendimento do conteúdo, como autistas, possam manejar e perceber, através das reentrâncias e saliências todos os detalhes da confecção do trabalho. 5. 5. O catálogo será editado em audiobook, registrado em 100 pendrives para serem distribuídos gratuitamente para pessoas com deficiências visuais.

Democratização do acesso

1. Todo material gerado será disponibilizado gratuitamente ao público em geral, e a pesquisadores e alunos das áreas afins ao design, categoria na qual está situada o trabalho dos abridores de letras amazônicas. 2. Todas as atividades - exibição de filmes, exposição, oficinas e encontros - serão gratuitos. 3. Todos os catálogos serão distribuídos gratuitamente. 4. 100 audiobooks serão distribuídos gratuitamente.

Ficha técnica

Fernanda Martins, dirigente do Instituto Letras Que Flutuam, é responsável pela Direção Geral do projeto. Curadoria e Direção Geral do Projeto: Fernanda MartinsFernanda Martins é pesquisadora nas áreas de Memória Grafica Brasileira e Tipografia, coordena o projeto Letras que Flutuam, selecionado no edital Rumos do Itaú Cultural em 2016que resultou no documentário “Marajó das Letras”, em 2018 recebeu, na Categoria Património Imaterial, o Prêmio Rodrigo de Mello Franco de Andrade do IPHAN e menção na BienalIntermericana de Diseño em Madrid. Desenvolve o MapinLab, voltado para o fortalecimento da cultura do Design, além de projetos de Design para a sustentabilidade e Designparticipativo.Desenvolveu a família tipográfica Brasília, criou as tipografias Ruben, Graal, Transbrasil e Ultragas. Desde 1986 dirige a Forminform Design em São Paulo, a partir de 2004 iniciouatuação em Belém (PA) onde fundou a Mapinguari Design. Contemplada no Prêmio Indústria Criativa (Ministério da Cultura - Secretaria da Economia Criativa) e Premio de patrimôniomaterial Rodrigo Mellho Franco do IPHAN em 2018. Lecionou na Escola Superior de Propaganda e Marketing, na Faculdades de Estudos Avançados do Pará e no Instituto de EstudosSuperiores da Amazônia nas disciplinas de Tipografia, Metodologia de Projeto e Projeto e Produção Gráfica.Foi representante Titular do Design no Conselho Nacional de Polílticas Culturais (CNPC) do Ministério da Cultura onde também compôs, por dois mandatos, o Conselho Nacionalde Incentivo à Cultura(CNIC). Criado em 2006, em Belém, o Mapinguari Design tem desenvolvido projetos especialmente ligados ao Design para a Sustentabilidade, DesignParticipativo, Design Social e Tipografia. Nesse período trabalho com importantes empresas da região amazônica e de outras regiões. Segmentos nos atua: Design parasustentabilidade, identidade visual e imagem corporativa, projeto gráfico e editorial, design de embalagem, comunicação visual aplicada à arquitetura. Pesquisadora: Samia BatistaDesigner e professora na Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal do Pará (UFPA). É doutora em Design (PPDESDI/UERJ) e mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura(PPGCLC/UNAMA). Copesquisadora da Escola Popular de Design: confluências entre as pedagogias dos movimentos sociais e do Design (UFPA - Prodoutor 2023), junto com Bibiana Serpa(UFRJ) e Ricardo Artur (ESDI/UERJ). É cofundadora da Rede de Design e Opressão. Colabora com o projeto Letras Que Flutuam, que pesquisa e divulga a produção cultural de artistaspopulares da região amazônica, chamados de abridores de letras. Desenvolveu diversos projetos de Design Social com grupos de base comunitária da região Norte do Brasil. Suasinvestigações e atividades são focads na construção da autonomia com grupos periféricos urbanos e rurais, através de investigações participativas por meio do Design. Filmagem e edição: Marcelo Rodrigues Repórter cinematográfico com formação em Comunicação Social, habilitação em Publicidade e Propaganda. Atua na realização de projetos audiovisuais voltados para a valorização dopatrimônio artístico e cultural na Região Amazônica, desde 1990, tendo participado da produção, direção de fotografia e edição de vários projetos como: "O Boi de Máscara -Imaginário, Contemporaneidade e Espetacularidade nas Brincadeiras de Boi de São Caetano de Odivelas - PA", documentário de Sílvia Sueli Santos da Silva (2009); "Letras que flutuam -etapa Belém" (2014), "Marajó das Letras - Abridores de Letras da Amazônia Marajoara" (2016), "60 Anos da Universidade Federal do Pará" (2017), "Chamando os Ventos - por umacartografia dos assobios" (2019), selecionado na III Mostra SESC de Cinema (através da Bolsa de Pesquisa e Experimentação Artística/ Programa SEIVA 2018, da Secretaria de Cultura doEstado do Pará), "Umbral", vídeo experimental de Ana Lobato, "Mestre Damasceno - o resplendor da resistência marajoara", "Ymá Nhadehetama" de Armando Queiroz, "4o. FestivalMarajoara de Cultura Amazônica (Salvaterra e Soure - Pará)" (2021), "1a. Mostra de Tradições Quilomboloas - Marajó" em Bacabal (Salvaterra-Pará) (2021), "1o. Festival de CulturaQuilombola Abayomi", na Comunidade de Siricari, em Salvaterra (2022), "Jogos de identidade Quilombola" na comunidade quilombola de Paixão (2021), "Cordão do Galo", em Cachoeirado Arari, "Um lenço, um perfume", de Suanny Lopes, "Um Céu Partido ao Meio", de Danielle Fonseca, "Urubu do Ver-o-Peso", Prêmio FCP de Incentivo à Arte e à Cultura (2022). Fez aprodução do "8o. Festival Internacional de Cinema de Caeté - FICCA 2022". Desenvolve atividades como voluntário na Biblioteca Itinerante BombomLER. Trabalha na Universidade doEstado do Pará, como Técnico, na função de fotógrafo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Pará
São Sebastião da Boa Vista Pará
Óbidos Pará