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Garantir a manutenção das atividades de formação e difusão da Orquestra Contemporânea Brasileira em São Paulo e Rio Grande do Norte por meio da realização de concertos e oficinas de formação musical (coral, flauta doce, violão, violino) para crianças, adolescentes e jovens, de 10 a 20 anos.
Todos os concertos (produto principal) terão classificação livre.
Geral: Garantir a manutenção das atividades de formação e difusão da Orquestra Contemporânea Brasileira em São Paulo e Rio Grande do NorteEspecíficos:A) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 8 concertos oficiais da Orquestra Contemporânea Brasileira em lugares públicos de São Paulo/SP e Natal/CE, totalizando 8 concertos durante o ano de 2025, alcançando 2.400 expectadores.B) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Oferecer formação musical gratuita (oficinas de flauta doce, coral, violão e violino) 3 vezes por semana, durante 12 meses, com carga horária anual de 144h por turma, para 200 crianças e jovens, alunos da rede pública distribuídos nos município de São Miguel/RN; Natal/RN; e Taubaté/SP, durante o ano de 2025.C) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar um concerto didático gratuito, em 2025, para crianças e adolescentes de Natal/RN, alunos da rede pública e professores da rede pública, como contrapartida social, alcançando 300 expectadores. O tema do concerto didático será "Conhecendo a Orquestra", onde serão apresentados os instrumentos, músicos, maestro e suas funções na orquestra, a partir das músicas de Mozart (Uma pequena serenata noturna, Sinfonia N. 40 e As Bodas de Fígaro).
Desde 2019 a Orquestra Contemporânea Brasileira (OCB) expandiu o seu programa de educação musical, incentivando a formação musical através da oferta de oficinas de música gratuitas para crianças e adolescentes residentes em comunidades vulneráveis socialmente.Neste sentido, através de diverdas parcerias ,tem promovido o ensino de música e a criação de orquestras infantojuvenis no Ceará, tendo como professores de música os integrantes da Orquestra Contemporânea Brasileira (OCB) que, além de músicos profissionais, também são professores de música.Com o apoio de parceiros da iniciativa privada, prefeituras municipais e leis de incentivo estadual e federal, já estão sendo implementadas ações nos municípios cearenses de Cascavel, Santana do Cariri, Solonópole, São Gonçalo do Amarante, Fortaleza, Pindoretama, Limoeiro do Norte e São Miguel/RN. Assim, o presente projeto pretende garantir a manutenção das atividades de formação e difusão da Orquestra Contemporânea Brasileira, dando continuidade às aulas de músicam em São Miguel e expandindo o programa para o município de Taubaté/SP e Natal/RN, bem como a realização de concertos em São Paulo e Natal. Desta forma, para o ano de 2025, a Sinfonia.Br prevê a realização de 8 concertos oficiais da Orquestra Contemporânea Brasileira(alcançando 2.400 expectadores) e a oferta de oficinas de formação musical gratuitas para crianças e adolescentes (atendendo 200 beneficiários) em Taubaté/RN e São Miguel/RN. A orquestra contará com corpo musical formado por 13 a 20 integrantes. Espera-se através destes concertos oportunizar ao público de São Paulo e Rio Grande do Norte a experiência de participar de concertos da OCB, bem como expandir as atividades da Orquestra Contemporânea Brasileira, que é sediada em Fortaleza/CE. Como contrapartida social será realizado ainda um concerto didático, voltado exclusivamente para crianças e adolescentes da rede pública e professores da rede pública, alcançando 300 expectadores, em Natal, capital do Rio Grande do Norte. O projeto se enquadra ainda no Artigo 1º da Lei 8.313/91, nos incisos I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Além disso, dialogando com o incisso II do Artigo 3º da Lei 8.313/91, o projeto tem por finalidade "II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres." Com a retomada do Ministério da Cultura, a Lei Federal de Incenvio à Cultura configura-se como o principal instrumento de democratização do acesso da população aos bens culturais no Brasil. Neste sentido, justifica-se a aprovação deste projeto junto à Lei Federal de Incentivo à Cultural, realizando 8 concertos oficiais da Orquestra Contemporânea Brasileira (alcançando 2.400 expectadores) e 1 concerto didático (gratuito) como contrapartida social (alcançando 300 crianças e adolescentes alunos da rede púbica e professores da rede pública); democratizando o acesso da população mais carente aos bens culturais; formando plateia para a música erudita; oferecendo formação musical para 200 crianças e adolescentes (alunos de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade) de São Miguel/RN, Taubaté/SP; gerando emprego e renda para músicos, maestro, professores de música, produtor, assistente de produção; fomentando a economia da cultura local e potencializando a música de concerto.
Serão realizados 8 concertos oficiais com duração de 60 minutos, contendo obras de compositores brasileiros como Chiquinha Gonzaga, Guerra-Peixe, Villa-Lobos, Alberto Nepomuceno, Liduíno Pitombeira e também compositores eruditos (Haendel, Purcell, Bach, Mozart, Haydn, Vivaldi, Bethovem,Corelli, Elgar, Tchaikovsky), além de temas de filmes e música popular nacional e internacional, contando também com compositores contemporâneos.Como contrapartida social será realizado um concerto didático para crianças e adolescentes alunos da rede pública e professores de escolas públicas, alcançando 300 expectadores. Considerando que na contrapartida social "a atividade escolhida não pode ser a mesma realizada no produto principal e o público alvo também deve ser distinto daquele contemplado pelo produto principal", informamos que os concertos oficiais têm como característica um ´concerto mais formal, com repertório mais sério, erudito e geralmente são frequentados pelo público adulto. Já o concerto didático (contrapartida social) é um concerto lúdico, onde o maestro e os músicos conversam com a plateia e o repertório é menos formal, já que o público alvo é composto exclusivamente de crianças e adolescentes. Desta forma, justificamos aqui que o concerto oficial se difere do concerto didático. DESLOCAMENTO PARA AS CIDADES CADASTRADASA Orquestra deslocará um corpo mínimo de integrantes, cujas passagens estão previstas na planilha orçamentária. Os demais participantes serão contratados nas cidades e regiões onde o projeto será realizado. Os músicos e todos os envolvidos nos concertos irão até o local dos concertos por meios próprios.Em relação às oficinas de música que serão realizadas nos municípios de Taubaté (SP) e São Miguel (RN), os professores são contratados para ministrar as oficinas já nos referidos locais. Sendo assim, os mesmos recebem remuneração mensal prevists no projeto e é de responsabilidade dos mesmos os seus custos com deslocamento.
CONCERTOS OFICIAIS Concertos com duração de 60 minutos, com corpo orquestral que varia de 13 a 20 músicos.O programa de 2025 prevê obras de compositores brasileiros como H. Villa-Lobos, Liduíno Pitombeira, Carlos Gomes, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, bem como estrangeiros (Corelli, Mozart, Bach,Haendel, Purcell, Bethovem, Vivaldi,Haydn, Elgar, Tchaikovsky), temas de filmes, músicas populares nacionais e internacionacionais e compositores contemporâneos. PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS DE MÚSICAOFICINA DE MUSICALIZAÇÃOConteúdo ProgramáticoEmenta: Musicalização a partir do uso de instrumento musicalizador (flauta doce) e de voz (canto coral) com desenvolvimento de técnica básica e métodos de estudo.Carga horária: 144 horasObjetivos: Introduzir o aluno à prática musical a partir de instrumento musicalizador (flauta doce) e do uso do corpo e da voz.Competências: O aluno estará apto a cantar e tocar pequenas melodias na flauta doce, o que lhe possibilitará dar o próximo passo para o estudo de um instrumento musical de orquestra.Conteúdo:1. Estudos de base 1.1. Relaxamento, Respiração 1.2. Postura 1.3. Emissão do som na flauta doce 1.4. Estudo de nota longa 1.5. O uso correto da voz 1.6. Cantando afinado 1.7. Escuta consciente 2. Digitação na Flauta 2.1. Escalas Maiores e Menores 2.2. Estudos Técnicos 2.3. Articulação: Legato, Staccato, Tenuto 3. Literatura do Instrumento 3.1 História dos instrumentos 3.2 História da Música 4. Repertório – Acervo de partituras da Orquestra Contemporânea BrasileiraMetodologia:Aulas individuais e coletivas; Prática de conjunto (grupo de flautas e canto coral); Master classes abordando assuntos referentes ao canto e flauta doce; Utilização de textos, CDs e DVD´S; Audição de apresentações artísticas de músicos e/ou grupos profissionais; Audição de vídeos disponíveis na internet.Material / Recursos:Quadro branco, Projetor Data Show, Caixa de Som, DVD Player, TV, flauta doce, Estantes para Partitura, Laptop com conexão de internet.Avaliação dos resultados: Através da participação, frequência e atuação dos alunos em sala de aula,bem como execuções individuais e em grupo, dentro e fora de sala. A cada dois meses os alunos também serão avaliados através de prova escrita. Ao final de cada semestre os alunos participarão de um recital onde serão avaliados qualitativamente. Bibliografia:AKOSCHKY, Judith, VIDELA, Mário. Iniciacion a La Flauta Dulce. Volume II e III. Ricordi Americana. Buenos Aires.CHAN, Telma. Divertimento de corpo e voz. São Paulo, 2001COELHO, Helena Wöhl. Técnica vocal para coros. São Leopoldo, RS: Sinodal, 1994COLIN, G., Teixlinck, G. Lá Flûte à Bec Alto. Volumes I e II. Bruxeles.DINVILLE, Claire. A técnica da voz cantada. Enelivros, Rio de Janeiro, 1993FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática KEITH e FRANÇA, Cecília. “Composing, performing and audience-listening as indicators of musical understanding”. British Journal of Music Education .Cambridge: Cambridge University Press, 1999.GUIA, Rosa Lúcia do Mares. Tocando flauta doce: pré-leitura. Belo Horizonte: [s.n.], 2004.MÖNKEMEYER, Helmut. Método para flauta doce soprano. São Paulo: Ricordi, 1985.TIRLER, Helle. Vamos Tocar Flauta Doce. Volumes I e II. Ed. Sinodal. São Leopoldo, Rio Grande do Sul. 1971. VIDELA, Mario. Método Completo para Flauta Dulce Contralto. Volume I. Ed. Ricordi. Buenos Aires. 1974 OFICINA DE VIOLINO e VIOLÃOConteúdo ProgramáticoEmenta: Prática musical em instrumentos de cordas (violino e violão) e desenvolvimento de plano de técnica básica e métodos de estudoCarga horária: 144 horasObjetivos: Introduzir o aluno à prática instrumental em instrumentos de cordas, estabelecer rotinas de estudos visando solidez na técnica (básica, intermediária e avançada) e criar repertório para solo, grupos de câmara e grupos orquestrais.Competências: O aluno estará apto a tocar um instrumento musical de cordas (violino ou violão) em nível técnico para execução solo e em grupo.Conteúdo:1. Estudos de base 1.1. Relaxamento, Respiração 1.2. Postura 1.3. Emissão do som ( ataque e sonoridade ) 1.4. Estudo de nota longa (desenvolvimento da técnica de arco) 1.5. Exercícios de flexibilidade 1.6. Estudo do tenuto 1.7. Final de Nota 2. Digitação 2.1. Escalas Maiores e Menores 2.2. Estudos Técnicos 2.3. Articulação: Legato, Staccato, Tenuto, Marcatto, Spicatto, Pizzicatto, Detachè, Saltilè 3. Literatura do Instrumento 3.1 História dos instrumentos (violino e violão) 3.2 Biografia de instrumentistas de referência para o instrumento 4. Repertório – Acervo de partituras da Orquestra Contemporânea BrasileiraMetodologia:Aulas individuais e coletivas; Prática de grupo de instrumentos de cordas friccionadas agudas (violino e violão); Master classes abordando assuntos referentes ao instrumento; Utilização de textos, CDs e DVD´S; Audição de apresentações artísticas de músicos e/ou grupos profissionais; Audição de vídeos disponíveis na internet.Material / Recursos:Quadro branco, Projetor Data Show, Caixa de Som, DVD Player, TV, Instrumentos Musicais, Estantes para Partitura, Laptop com conexão de internet.Avaliação dos resultados: Através da participação, frequência e atuação dos alunos em sala de aula,bem como execuções individuais e em grupo, dentro e fora de sala. A cada dois meses os alunos também serão avaliados através de prova escrita. Ao final de cada semestre os alunos participarão de um recital onde serão avaliados qualitativamente.Bibliografia:APPLEBAUM, Samuel. String Bulderi: a String Class Method for Class or Individual Study.New York: Belwin Mills, 1960. DONT, Jakob. 24 Studies Op. 37 Preparatory to Kreutzer Rode Studies Violin solo. Schirmer's Library of Musical Classics ,1986.BEST, Holger; MENGLER, Walter. Leichte Cello-Etüden: easy cello studies. Schott: Mainz, 2014. BILLE. Nuovo metodo per contrabbasso. I Corso pratico. Ricordi, 2004. _____. Nuovo metodo per contrabbasso. II Corso pratico. Ricordi, 2004. DEAK, Stephen. Modern Method for Violoncello. Author`s Edition, 2006. DOTZAUER, F. Violoncelo method. Volume I. Edition Peters, 1985. ___________. Violoncelo method. Volume II. Edition Peters, 1985. FLESCH, Carl. Scale system. Scale exercises in all major and minor keys for daily study. Carl Fischer Inc: New York, 1994. FRANÇA, Arley. A Educação Musical por meio da Orquestra: estudos técnicos para o ensino coletivo de instrumentos de corda. Ax4 Edições: Fortaleza, 2015. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 43. ed., São Paulo: Paz e Terra, 2011 FRESCA, C.; CRUZ, C. Flausino Vale: 26 Prelúdios Característicos e Concertantes para Violino solo. Revisão de Camila Fresca e Cláudio Cruz. Criadores do Brasil:São Paulo, 2011. KAYSER, Heinrich Ernst. 36 Elementary and Progressive Studies for the Violin op. 20. New York: Carl Fisher,1910. KREUTZER, Rudolf. 42 Studies or Caprices: Violin Method. Schirmer's Library of Musical Classics Paperback – April 1, 1987. ROLLAND, Paul e MUTSCHELER. The Teachingof Action in String Playing, Chicago, Illinois University Press, 1974. SWANWICK KEITH e FRANÇA, Cecília. “Composing, performing and audience-listening as indicators of musical understanding”. British Journal of Music Education .Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
ACESSIBILIDADEMedidas de acessibilidade para:CONCERTOS OFICIAIS - Acessibilidade física: Os lugares na frente do palco serão destinados à pessoas com necessidades especiais. Será observado também se os locais de concerto possuem rampa para cadeirantes e banheiros adequados.Item da planilha orçamentária:Obs: Não há custo para esta ação vinculado ao projeto, e em caso de custos, serão realizados com recursos próprios.- Acessibilidade para defiicentes visuais: Os lugares na frente do palco serão destinados à pessoas com necessidades especiais. Será observado também se os locais de concerto possuem rampa para cadeirantes e banheiros adequados.Item da planilha orçamentária:Obs: Não há custo para esta ação vinculado ao projeto, e em caso de custos, serão realizados com recursos próprios.- Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica o uso de intérprete de libras, uma vez que os concertos são de música clássical instrumental. CONCERTO DIDÁTICO (DE CONTRAPARTIDA SOCIAL) - Acessibilidade física: Os lugares na frente do palco serão destinados à pessoas com necessidades especiais. Será observado também se os locais de concerto possuem rampa para cadeirantes e banheiros adequados.Item da planilha orçamentária:Obs: Não há custo para esta ação vinculado ao projeto, e em caso de custos, serão realizados com recursos próprios.- Acessibilidade para defiicentes visuais: Os lugares na frente do palco serão destinados à pessoas com necessidades especiais. Será observado também se os locais de concerto possuem rampa para cadeirantes e banheiros adequados.Item da planilha orçamentária:Obs: Não há custo para esta ação vinculado ao projeto, e em caso de custos, serão realizados com recursos próprios.- Acessibilidade para deficientes auditivos: Devido ao concerto de contrapartida prever conversas do maestro e dos músicos com a plateia, especifiamente este concerto contará com intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: As despesas com intérprete de libras ocorrerão por conta da proponente, com recursos próprios. OFICINAS DE FORMAÇÃO MUSICAL- Acessibilidade física: Os locais das oficinas de música serão acessívies a pessoas com deficiência física, bem como será observado se o local dispõe de rampa para cadeirantes e banheiros adequados;Item da planilha orçamentária:Obs: Não há custo para esta ação vinculado ao projeto, e em caso de custos, serão realizados com recursos próprios.- Acessibilidade para defiicentes visuais: No caso de alunos das oficinas de formação musical com deficiência visual, os mesmos receberão material didático impresso em Braile. Item da planilha orçamentária:Obs: Em caso de alunos com deficiência visual, as despesas de impressão de material didático em Braile ocorrerá com recursos próprios da proponente.- Acessibilidade para deficientes auditivos:No caso de alunos das oficinas de formação musical com surdez, os mesmos serão assistidos por tradutor de libras.Item da planilha orçamentária: OBs: Em caso de alunos surdos, as despesas com intérprete de libras ocorrerão por conta da proponente, com recursos próprios.
A Serão realizados 8 concertos oficiais gratuitos da OCB, sendo 4 concertos em lugares públicos de Natal/RN e 4 concertos em lugares públicos de São Paulo/SP, democratizando o acesso dos bens culturais à população. Além disso, serão atendidos 200 crianças e adolescentes, alunos de escolas públicas, com oficinas de formação musical em flauta doce, coral, violão e violino.Os concertos gratuitos serão divulgados por meio de som volante (carro de som), rádios comunitários, cartazes, panfletos, internete e mídia espontânea. Já as oficinas de formação musical realizadas serão divulgadas presencialmente em escolas públicas, bem como por meio de cartazes, panfletos e internet.Conforme orientado pelo art. 30 da IN nº 11/2024 do Ministério da Cidadania, a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso as seguintes ações:1. Para os concertos oficiaisIII - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; 2. Para as oficinas de formação musical III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
FICHA TÉCNICACurrículo Resumido dos principais participantes: Proponente (SINFONIA.BR): responsável pela gestão geral do projeto, bem como de todo processo decisório (contratação e seleção de equipe, bem como dos demais prestadores de serviço e compras referente ao projeto). A SINFONIA.BR é uma Organização Social sem fins lucrativos e mantém no Ceará, desde 2003, diversas atividades voltadas para a formação musical de crianças e adolescentes por meio do ensino de música e criação de orquestras infantojuvenis, além da manutenção da Orquestra Contemporânea Brasileira. Diretor Artístico e Regente Titular: Antonio Arley Leitão FrançaResumo profissionalExperiência como Maestro de Bandas e Orquestras e professor de música em escolas particulares, escolas públicas, Ong´s e Prefeituras municipais no Estado do Ceará. Regente da Orquestra de Sopros de Pindoretama desde 1999, tendo dirigido concertos do grupo na Alemanha (2002 e 2006) e Noruega (2010). Professor de saxofone nos projetos PRO BANDAS e FORTALECIMENTO MUSICAL da Secretaria da Cultura do Ceará desde 2003. Professor de Saxofone no PAINEL FUNARTE PARA BANDAS DE MÚSICAde 2007 a 2012. Professor de regência no FESTIVAL DE MÚSICA DO ESTADO DO AMAPÁ 2011 e 2012.Professor convidado da Pittsburg State University, Kansas, Estados Unidos, 2011 e Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA, desde 2009. Membro da Associação Mundial de Conjuntos de Sopro e Bandas Sinfônicas (WASBE).Experiência ProfissionalAtuou como Maestro e professor de música nas seguintes Bandas e Orquestras no Estado do Ceará:Banda de Música do Colégio São José, em Fortaleza-CE – 1995;Banda de Música Municipal de Cascavel-CE – 2001;Banda de Música Municipal de Chorozinho-CE e Banda Municipal de Trairi-CE – 2001 a 2002;Banda de Música Municipal de Crateús-CE – 2003 a 2004;Banda de Música Municipal de Mulungu-CE – 2005;Banda de Música Municipal de Beberibe-CE – 2005;Banda de Música Municipal de Milhã-CE – 2005 a 2006;Banda de Música de Guramiranga-CE – 2007;Núcleo de Formação Musical de Icó-CE – 2007;Banda de Música Municipal de Guaiuba – CE – 2008 a 2009;Orquestra de Sopros de Pindoretama-CE – Desde 1999.Orquestra Cordas da Cidadania - 2011 e 2012.Orquestra Sinfônica Alberto Nepomuceno - Desde 2012.Formação acadêmica2012 - Doutor em Ciências da Educação pela Universidad San Carlos (USC);2011 – Mestre em Ciências da Educação pela Universidad San Carlos (USC);2011 – Especialista em Artes pelas Faculdades Integradas de Jacarepaguá (FIJ);2002 – Graduado em Pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acarau (UVA).IdiomasInglês, Italiano e Espanhol (Nível intermediário para conversação, leitura e escrita).Formação Musical1990/91 – Banda de Música do Colégio Piamarta Montese, Fortaleza-CE1991/95 – Banda de Música do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET-CE), Fortaleza-CE.1992/95 - Banda de Música do Colégio Piamarta Aguanambi, Fortaleza-CE,tendo realizado concertos na Itália e Alemanha em 1994.2003 – Técnicas de Ensaio e Prática de Conjunto – Painel Funarte para Bandas de Música, Fortaleza-CE.2008 – Regência Orquestral e de Banda Sinfônica - Canford School of Music, Inglaterra.2010 – Regência - Corsi Internazionali di Perfezionamento Musicale, Itália.2011 – Regência – Istituto Superiore Europeu Bandístico (ISEB), Itália.2011- Regência – Pittsburg State University (EUA), aluno especial de regência na classe do Dr. Craig Fuchs. MúsicosA orquestra poderá se apresentar na formação camerata (13 a 28 músicos) ou sinfônica (43 músicos). Para os concertos previstos neste projeto a orquestra contará com os seguintes músicos no grupo principal: Paulo Leniuson Ribeiro– Concertino e Primeiro ViolinoPaulo Leniuson é o Spalla da Orquestra Contemporânea Brasileira desde sua fundação em 2016 e líder do Quarteto de Cordas da OCB. Integrou diversas orquestras profissionais, dentre elas a Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho e a Orquestra Sinfônica da Paraíba.Atua como educador musical, onde tem se dedicado ao ensino de violino. É Graduado em Música pela Universidade Federal da Paraíba, Especialista em Arte e Educação com ênfase em Música pela Faculdade Vale do Jaguaribe e Mestre em Música (Práticas Interpretativas) pela Universidade Federal da Paraíba.Já se apresentou com diversas artistas como Plácido Domingo, Franklin Dantas, Emanuelle Baldini, Craig Fuchs e Dorgival Dantas. Atuou como professor de violino no Festival Internacional da Música do Amapá e no Festival Sinfonia.br, em Fortaleza.Nadilson Martins Gama – Spalla e Primeiro ViolinoNadilson Gama atuou como concertino da Orquestra Sinfônica Muncipal de São Paulo durante 30 anos. Desde 2016, atua como primeiro violino da Orquestra Contemporânea Brasileira.Como instrumentista acompanhou diversos nomes da música nacional e internacional como o maestro João Carlos Martins, Luciano Pavarotti, Dominguinhos, Plácido Domingo, Josep Carreras, Edu Lobo, Ivan Lins, Toquinho e Elba Ramalho.Possui Licenciatura em Música pela Faculdade Mozarteum de São Paulo e mestrado em Mestrado em Música pela USP. Atua como professor de violino e de viola e é autor do Método Facilitado para Cordas, publicado pela Editora Britten. Rondinelly Bezerra – ViolonceloO violoncelista Rondinelly Bezerra começou seus estudos de música no Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano e deu continuidade no Sesi da Barra do Ceará, em Fortaleza. Em 2008, ganhou uma bolsa para estudar durante um ano em Briançon, na França, onde esteve entre 2009 e 2010. Já participou de festivais dentro e fora do país, tendo aula com grandes nomes do violoncelo brasileiro e internacional, como Fabio Presgraves, Raiff Dantas Barreto, Didier Polskan, Genovieve Tolier, Marie Françoise Nageot, entre outros. Hoje, além de professor de música, Rondinelly toca em eventos e dá concertos com diversas orquestras, entre elas a Orquestra Contemporânea Brasileira. Obs: Os demais músicos serão selecionados após a aprovação do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.