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Este projeto pretende promover encontros entre artistas da música de Campo Grande e outras localidades do Brasil e do mundo por meio da segunda edição do Campo Grande Jazz Festival que pretende realizar ações em diferentes locais de Campo Grande: na rua, em terminais de ônibus, no teatro e em espaços alternativos da cidade.O projeto será em uma temporada de 10 (dez) dias e tem como conceito promover intercâmbios culturais em torno da criação em tempo real entre artistas importantes da cena musical do jazz. Pretende-se, com este formato de ações, promover um ambiente interativo com outros tipos de abordagem que inclui oficinas, intervenções, homenagens e shows musicais, para fortalecer o cenário cultural sul-mato-grossense em lugares convencionais e não-convencionais.
A linha conceitual da segunda edição pretende agregar o pensamento interativo e em tempo real. Para isso, o produtor musical Adriel Santos (MS) conduzirá intercâmbios para misturar artistas locais e nacionais de diferentes estilos para as intervenções do circuito urbano. As oficinas de 3 horas cada, atenderão, dentro da especificidade de instrumentos e estilos, às questões do universo da improvisação. A importância de colocarmos a improvisação no centro do festival está em rediscutir algo que representa um pilar fundamental na música, tanto para músicos quanto para ouvintes, por oferecer uma experiência que transcende as estruturas pré-determinadas, permitindo o enriquecimento técnico e simbólico ao fazer e ouvir música. Seguindo o mesmo raciocínio, as oficinas ministradas por artistas do jazz brasileiro com uma carreira traçada na docência, serão escalados para ministrar e colocar a teoria na prática, desenvolvendo uma relação substanciosa com o conceito do projeto. Os shows no Armazém Cultural e no Glauce Rocha terão os anfitriões locais, shows nacionais e internacionais que estão a ser definidos pela curadoria do festival. As homenagens serão momentos reservados entre os shows para a entrega das placas do festival para 2 (dois) artistas, que terão a sua história e as suas contribuições contadas de maneira formal e poética, de maneira que coloque os artistas enquanto representantes da classe musical e do movimento do jazz no Estado de Mato Grosso do Sul. A realização das ações do projeto em locais públicos da cidade de Campo Grande tem como um dos focos democratizar o acesso a eventos e shows culturais. Estima-se que, diariamente, 08 a 10 mil pessoas transitam e ocupam os terminais de ônibus da capital. O fluxo contínuo de trabalhadores, estudantes e demais membros da sociedade civil garante a interação do público com os shows de jazz, desconfigura a rotina cansativa de trabalho e promove a ampliação do repertório estético e cultural dos usuários deste serviço. Ao agregar a Rua 14 de Julho, o projeto contempla um público da noite, acostumado com os bares que já oferecem semanalmente uma programação que envolve diversos estilos de música. Com este conjunto de ações, somadas às estratégias de acesso e da diversidade dentro de uma mesma linguagem, será garantida não só a permanência, mas a ampliação significativa do festival. Dentre os fatores a serem destacados, o projeto está de acordo com algumas metas do Plano Nacional de Cultura, como a Meta 25, que prevê o aumento das atividades de difusão cultural em intercâmbio nacional e internacional, e da Meta 28, que prevê um maior alcance no número de pessoas que frequentam museu, centro cultural, cinema, espetáculos de teatro, circo, dança e música. Assim, o Campo Grande Jazz Festival se desdobra para permanecer. Para dar continuidade a desestabilização dos modos comuns de fazer música de maneira contextualizada, possibilitando acesso e sentimento de pertencimento.
OBJETIVO GERALRealizar a segunda edição do Campo Grande Jazz Festival em um formato ampliado em dias, ações e lugares, com o pensamento voltado a improvisação dentro da diversidade de lugares e nacionalidades. OBJETIVO ESPECIFICO - Desdobrar o projeto "Campo Grande Jazz Festival", contemplando espaços urbanos de grande circulação, com foco no acesso, no sentimento de pertencimento e com a desestabilização dos modos comuns de fazer música em Campo Grande; - Promover shows / concertos imersivos no teatro Glauce Rocha e Armazém Cultural; - Realizar intervenções e intercâmbios ao vivo na rua e nos terminais de ônibus de Campo Grande; - Incentivar a cultura e a arte local através de uma programação gratuita que envolve ações formativas; - Compor, através do olhar artístico e curador de Adriel Santos, intercâmbios que misturam artistas experientes de Campo Grande com artistas renomados da cena nacional do jazz; - Promover a cena jazzística nacional e internacional, colocando Campo Grande como mais um ponto do jazz no país; - Fortalecer o turismo cultural em Campo Grande/MS; - Criar oportunidades para músicos locais e internacionais; -Integrar a comunidade em atividades culturais; - Realizar 06 show no teatro Glauce Rocha; - Realizar 06 shows no Armazém Cultural; - Realizar 02 shows na rua 14 de julho; - Realizar 04 shows em terminais de ônibus urbano; - Realizar 03 ações formativas com artistas nacionais e internacionais; - Realizar 02 homenagens a artistas com destaque nacional pelo seu histórico;
1. Acesso à Cultura - Democratização da Cultura: Shows gratuitos tornam a música jazz acessível a diferentes camadas da população, independentemente da situação financeira. Isso promove a inclusão social e permite que mais pessoas tenham a oportunidade de vivenciar experiências culturais enriquecedoras. 2. Educação Musical - Contato com o Jazz: A apresentação de jazz em um ambiente teatral pode despertar o interesse pela música em jovens e adultos, gerando uma apreciação mais profunda por este gênero musical. Isso pode inspirar novos músicos e incentivar o aprendizado musical. 3. Fortalecimento da Identidade Cultural - Valorização do Patrimônio Cultural: O jazz, sendo uma forma de arte rica e diversificada, contribui para a valorização da cultura local e nacional. Mostrar a relevância do jazz na história musical pode fortalecer a identidade cultural da comunidade. 4. Fomento às Relações Comunitárias - Integração Social: Eventos culturais gratuitos promovem a convivência e interação entre diferentes grupos sociais, gerando laços e fortalecendo o senso de comunidade. As pessoas podem compartilhar experiências e criar memórias coletivas. 5. Estímulo à Economia Local - Movimento da Economia Criativa: Embora os shows sejam gratuitos, eles podem atrair público para a área, beneficiando comércios locais, como restaurantes e lojas. O evento pode impulsionar a economia criativa ao estimular a demanda por serviços relacionados à cultura. 7. Promoção da Diversidade Cultural - Ampliação de Horizontes: A apresentação de artistas de diferentes origens dentro do gênero jazz promove a diversidade e a interculturalidade. Isso enriquece a experiência do público e favorece o respeito e a compreensão entre diferentes culturas. 8. Criação de Oportunidades - Para Músicos Locais: Os shows gratuitos também oferecem uma plataforma para músicos locais se apresentarem ao público, possibilitando o reconhecimento de seu talento e a construção de sua carreira. Os shows de jazz gratuitos em teatros não apenas enriquecem a vida cultural da comunidade, mas também oferecem uma gama de benefícios sociais que vão desde a democratização do acesso à cultura até a promoção da saúde mental e bem-estar. Esses eventos se tornam, assim, investimentos valiosos para o desenvolvimento social e cultural da região.
Metodologia Oficina de ImprovisaçãoUma oficina de improvisação oferece um espaço seguro e criativo para explorar a espontaneidade musical, desenvolvendo a capacidade de criar música no momento presente. A metodologia a seguir sugere uma estrutura básica para uma oficina, mas pode ser adaptada de acordo com os objetivos e o nível dos participantes. Objetivos Gerais:Desenvolver a capacidade de improvisar musicalmente.Estimular a criatividade e a expressão musical.Aumentar a confiança e a auto-estima dos participantes.Promover a colaboração e a escuta ativa.Estrutura da Oficina:1. Aquecimento: Exercícios rítmicos: Cantar escalas, tocar padrões rítmicos simples, explorar diferentes texturas sonoras.Improvisação livre: Explorar sons com a voz, instrumentos ou objetos, sem qualquer estrutura pré-definida.Jogos de improvisação: Brincadeiras que estimulam a escuta e a resposta musical, como "call and response" ou "passar a melodia". 2. Apresentação de Conceitos: Escalas e modos: Apresentar as escalas e modos mais comuns utilizados na improvisação.Harmonia: Explorar acordes e progressões harmônicas básicas.Ritmo: Trabalhar com diferentes células rítmicas e métricas. 3. Exercícios Guiados : Improvisação sobre um padrão rítmico: Criar melodias e harmonias sobre um ritmo repetitivo.Improvisação sobre uma progressão harmônica: Explorar diferentes possibilidades melódicas e rítmicas dentro de uma determinada progressão.Improvisação em grupo: Dividir os participantes em pequenos grupos para improvisar juntos, criando texturas e dinâmicas sonoras. 4. Improvisação Livre: Jam session: Criar um ambiente livre para que os participantes explorem suas ideias musicais.Improvisação com acompanhamento: Acompanhar os participantes com um instrumento ou playback. 5. Feedback e Discussão: Compartilhamento de experiências: Criar um espaço para que os participantes expressem suas impressões e aprendizados.Discussão sobre os desafios e as conquistas: Refletir sobre as dificuldades encontradas e as habilidades desenvolvidas durante a oficina. Metodologia para Oficinas de Prática de BandaUma oficina de prática de banda oferece um ambiente colaborativo para músicos desenvolverem suas habilidades em conjunto. A metodologia a seguir sugere uma estrutura básica que pode ser adaptada de acordo com o nível dos participantes, o estilo musical e os objetivos da oficina. Objetivos Gerais:Desenvolver a capacidade de tocar em conjunto, sincronizando-se com outros músicos.Aperfeiçoar a técnica instrumental individual.Expandir o repertório da banda.Melhorar a comunicação e a interação entre os membros da banda.Estimular a criatividade e a composição musical.Estrutura da Oficina - Prática de banda: 1. Aquecimento : Exercícios rítmicos: Cantar escalas, tocar padrões rítmicos simples, explorar diferentes texturas sonoras.Exercícios de afinação: Garantir que todos os instrumentos estejam afinados.Warm-up: Aquecimento físico e musical para preparar os músicos para a prática.2. Revisão do Repertório: Revisão de músicas já conhecidas: Trabalhar na precisão rítmica, na afinação e na dinâmica.Identificação de dificuldades: Analisar as partes mais desafiadoras das músicas e encontrar soluções.3. Aprendizado de Novas Músicas: Distribuição das partituras: Cada músico recebe sua parte da música.Análise da música: Estudar a estrutura, a harmonia, o ritmo e a melodia da música.Ensaio individual: Cada músico pratica sua parte individualmente.Ensaio em conjunto: A banda toca a música completa, trabalhando na sincronização e na interpretação.4. Improvisação e Criação: Jam sessions: Criar um ambiente livre para que os músicos explorem suas ideias musicais.Composição coletiva: Trabalhar em conjunto para criar novas músicas ou arranjos.Exploração de diferentes estilos musicais: Experimentar diferentes gêneros e sonoridades.5. Feedback e Discussão: Avaliação da sessão: Discutir os pontos fortes e fracos da prática.Estabelecimento de metas: Definir os objetivos para a próxima sessão.Abertura para sugestões: Incentivar os participantes a compartilhar suas ideias e opiniões. Metodologia para Oficina de Improvisação para BateristasUma oficina de improvisação para bateristas é um espaço fundamental para o desenvolvimento de habilidades criativas e a exploração de novas sonoridades. A seguir, apresentamos uma metodologia prática que pode ser adaptada às necessidades de cada baterista: Objetivos Gerais:Desenvolver a musicalidade: Estimular a criação de linhas melódicas e harmônicas na bateria.Explorar sonoridades: Experimentar diferentes técnicas e sonoridades com os instrumentos de percussão.Desenvolver a improvisação: Criar frases musicais espontâneas e expressivas.Fortalecer a musicalidade: Desenvolver a capacidade de interagir musicalmente com outros instrumentistas.Ampliar o repertório: Conhecer diferentes estilos musicais e suas características rítmicas.Estrutura da Oficina bateria:Aquecimento: Exercícios rítmicos: Trabalhar com diferentes padrões rítmicos, métricas e dinâmicas.Exercícios de coordenação: Desenvolver a coordenação entre as mãos e os pés.Warm-up: Aquecimento físico e musical para preparar o corpo e a mente para a improvisação.Exploração de Sonoridades: Técnicas estendidas: Experimentar diferentes técnicas de bateria, como ghost notes, rolls, paradiddles, flams, etc.Instrumentos de percussão: Explorar diferentes instrumentos de percussão, como bongôs, congas, pandeiros, etc.Sons ambientes: Utilizar objetos do ambiente para criar sons percussivos. Improvisação Guiada: Improvisação sobre um groove: Improvisar sobre um groove simples e repetitivo, variando a dinâmica e a complexidade.Improvisação sobre uma progressão harmônica: Improvisar sobre uma progressão harmônica simples, explorando diferentes linhas melódicas.Improvisação com outros instrumentistas: Improvisar com outros músicos, criando interações musicais.Improvisação Livre: Jam session: Criar um ambiente livre para que o baterista explore suas ideias musicais.Improvisação com diferentes estilos musicais: Experimentar diferentes gêneros musicais, como jazz, rock, funk, etc. Feedback e Discussão: Avaliação da sessão: Discutir os pontos fortes e fracos da improvisação.Estabelecimento de metas: Definir os objetivos para a próxima sessão.Abertura para sugestões: Incentivar o baterista a compartilhar suas ideias e opiniões.
Acessibilidade arquitetônica: De acordo com a Lei no 10.098/94 que estabelece critérios para a promoção da acessibilidade de pessoas com deficiência, serão priorizados terminais e demais locais públicos que possuem espaço adequado para a realização dos shows e oficinas, com rotas acessíveis para manobra para cadeira de rodas, piso tátil, rampas, corrimões, assentos para pessoas obesas, banheiros adaptados para PcDs e, eventualmente, elevadores. Acessibilidade atitudinal: Os artistas e a equipe de produção estabelecem um ambiente seguro, sem preconceitos e orientados pelas terminologias corretas, a fim de assegurar uma experiência tranquila, proveitosa e livre de estereótipos, estigmas e discriminações. Para pessoas de baixa visão e/ou cegas, o artista irá participar do reconhecimento tátil antes das apresentações, quando necessário. O projeto prevê a contratação de pessoas com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade, além de outras medidas que diminuam as atitudes capacitistas. Acessibilidade comunicacional: O circuito urbano e as oficinas contarão com recurso de interpretação em Libras. Por parte dos apresentadores, oficineiros e músicos, será priorizada uma linguagem simples. Acessibilidade instrumental: A divulgação do espetáculo nas redes sociais e em demais veículos eletrônicos priorizará a descrição das imagens como medida de acessibilidade e a legenda em vídeos. Acessibilidade de conteúdo: Além da acessibilidade em Libras, as oficinas e seu conteúdo programático serão elaborados e planejados priorizando a participação de pessoas com deficiências de qualquer natureza e/ou demais limitações corporais no momento de elaboração. Será priorizado o exercício da auto-descrição por parte do artista/proponente e de seus participantes, além da descrição de toda a prática durante a mediação da oficina, caso necessário.
O propósito deste projeto é quebrar as barreiras que impedem que pessoas de diferentes origens e classes sociais possam apreciar e participar de um evento que, muitas vezes, é associado a um público mais elitizado. É fazer com que o jazz, um gênero musical rico e diversificado, seja acessível a todas as pessoas. Para isso, será considerado os seguintes aspectos: Diversidade de linguagens dentro da vertente do jazz, enriquecendo a experiência para o público.Adoção de medidas de popularização através de diferentes formatos, garantindo a preservação e desenvolvimento da linguagem do jazz.Promover a inclusão social, oferecendo oportunidades de acesso à cultura para diferentes grupos. Estímulo ao desenvolvimento cultural da comunidade, através de: Ingressos gratuitos Locais com fácil acesso por transporte público, além de registro audiovisual da programaçãoOferecer opções de datas e horários que atendam a diferentes públicos, como finais de semana e horários noturnos.Utilizar diversos canais de comunicação para divulgar o evento, incluindo redes sociais, mídia local e parcerias com escolas e comunidades.Oferecer uma programação variada, incluindo diferentes estilos de jazz e atividades paralelas.Garantir a acessibilidade para pessoas com deficiência, oferecendo recursos como intérpretes de libras, rampas e espaços adaptados.Estabelecer parcerias com instituições públicas, empresas privadas e organizações da sociedade civil para obter recursos e apoio. No que diz respeito à divulgação e marketing: Canais digitais: Utilizar as redes sociais, e-mail marketing e plataformas de streaming para divulgar o evento.Parcerias com influenciadores: Convidar influenciadores musicais e culturais para divulgar o evento.Eventos de pré-lançamento: Realizar workshops, palestras e jam sessions gratuitas para gerar interesse e divulgar o festival.Comunidades locais: Estabelecer parcerias com escolas de música, bares, restaurantes e outros espaços culturais para divulgar o evento. Comunicação Eficaz: Linguagem clara e acessível: Utilizar uma linguagem simples e clara para divulgar o evento.Destacar os benefícios: Mostrar como o evento pode enriquecer a vida das pessoas.Criar uma narrativa: Construir uma história em torno do evento para gerar identificação com o público.Avaliação e Melhoria Contínua: Pesquisa de satisfação: Realizar pesquisas com o público para identificar pontos fortes e fracos do evento.Análise de dados: Analisar os dados coletados para tomar decisões estratégicas para futuras edições.
Nome: FRANCIELLA CAVALHERI Função: Produtora Geral e coordenação geralMini curriculo: Terapeuta Ocupacional e especialista em dança pela UCDB. Produtora, gestora cultural, curadora e parecerista. Fundadora do Conectivo Corpomancia em 2008. Acumulou ao longo dos quase 20 anos de atuação, trabalhos que utilizaram do mover em diferentes situações: na arte da dança, na produção cultural, em escolas inclusivas e, mais recentemente, coordenou o núcleo de dança da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, idealizou e produziu o 1o. festival internacional de jazz de Campo Grande/MS - o "Campo Grande Jazz Festival". Nome: ADRIEL SANTOS Função: Coordenador geral Mini curriculo: Músico, baterista, percussionista, engenheiro de áudio, produtor musical, iluminador cênico, filmmaker, fotógrafo e diretor de fotografia, com uma carreira consolidada na área da música de 25 anos. Dentre os trabalhos mais importantes, criou com Gabriel de Andrade e Gabriel Basso o grupo El Trio (2016) - um dos mais expressivos grupo de jazz de Mato Grosso do Sul e como produtor, idealizou e assinou a coordenação geral do 1o. festival internacional de jazz de Campo Grande/MS - o "Campo Grande Jazz Festival". Nome: FERNANDA ASSIS Função: Produtora Mini curriculo: Formada em Produção Cênica pela UEG, atua há 18 anos no setor cultural, especialmente nas funções de coordenação, produção e logística. Atuou em diversos festivais, como PirenópolisDoc – Festival de Documentário Brasileiro (GO), Goyaz Festival – Mostra de Música Instrumental (GO), OUVE Festival – música para ver e ouvir (GO), Brasileirado – ocupação de cultura brasileira, Brasileiradinho - Cultura Brasileira para Crianças; Sessão Sonora (CE) e outros. Foi gestora por 2 anos do Instituto Brincante (SP). Realizou turnês com diversos artistas através de projetos com patrocínio da Petrobrás, CAIXA Cultural, SESC SP e SESI SP. Como escritora, possui um livro infantil publicado (A menina que falava com a parede/2022), está com o segundo livro infantil em finalização (Goyaninha) e com uma série de animação infantil em argumento para desenvolvimento de roteiro. Participou do laboratório Hospital de Projetos de Animação, com consultoria de vários especialistas e animação do Brasil. Nome: SORAIA FERREIRA Função: Produtora Minicurriculo: Gestora de Atividades Culturais na Gerência de Projetos na Fundação de Cultura de MS. Atuou como Gerente de Desenvolvimento e Difusão de Programas Culturais - responsável pelos projetos nas áreas de música, artes cênicas, artes visuais e audiovisual - 2010 a 2023. Foi coordenadora geral do Festival Campão Cultural / 2021 e produtora executiva do Festival de Inverno de Bonito e Festival América do Sul Pantanal 2019. Nome: Associação Arado Cultural Função: Produção executiva Minicurriculo: Formalizada em 2012, a ARADO CULTURAL é uma associação de artistas produtores de dança de Campo Grande, atua desde 2009 na produção, elaboração e gestão de projetos culturais. Busca realizar ações que fomentam e disseminam as artes cênicas em geral, sobretudo a dança e está apta a oferecer soluções que ampliem o acesso a cultura e que garantam retorno à empresas comprometidas com a responsabilidade sócio-cultural, para o artista e o público.
Periodo para captação de recursos encerrado.