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PRONAC 2413055Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

PROJETO TEATRAL CABRA MACHO

ARS FACERE LTDA
Solicitado
R$ 698,9 mil
Aprovado
R$ 698,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-10
Término
2025-10-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto propõe a montagem e temporada inédita de seis semanas da peça teatral Cabra Macho no Rio de Janeiro, abordando temas sobre identidade e resistência LGBTQIAPN+ em uma sociedade marcada pelo machismo. Como contrapartida social, será oferecida a oficina Memórias e Histórias para Roteiros, promovendo a reflexão e a construção de narrativas pessoais e comunitárias.

Sinopse

Cabra Macho explora, em uma narrativa de autoficção e com um toque de humor, as duras consequências do machismo sobre a construção da identidade LGBTQIAPN+ no Nordeste brasileiro. Inspirado em memórias pessoais e em pesquisas do ator e autor Zé Wendell, o monólogo apresenta Fulano de Tal, um personagem que vive a luta contra o preconceito desde a infância, marcada pelo julgamento e pela exclusão. Fulano emerge como um herói de sua própria jornada, enfrentando o machismo opressor e assumindo o espaço que a sociedade tradicionalmente lhe nega. Sua trajetória, forjada a ferro e fogo pela repressão social, torna cada sorriso e cada passo um ato de resistência e liberdade. Em sua saga, Fulano de Tal simboliza a busca por dignidade e aceitação em um mundo que teima em ditar quem ele deve ser.

Objetivos

O PROJETO TEATRAL CABRA MACHO tem como OBJETIVO GERAL: Realizar 01 temporada de 06 semanas do espetáculo inédito "CABRA MACHO" na cidade do Rio de Janeiro. OBJETIVOS ESPECIFICOS: 1- Montar e realizar 24 apresentações (4 dias por semana) com duração de 70 minutos cada. 2- Realizar 01 oficina gratuita de escrita para roteiros. 3- Realizar 04 apresentações com intérprete em LIBRAS

Justificativa

A criação e montagem do espetáculo teatral não é possível fazer com verbas próprias, havendo, portanto, a necessidade de seu incentivo e fomento. Informo que a apresentação da peça teatral atende, considerando a Lei 8.313 de 23 de dezembro de 1991, os incisivos do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. E com relação ao Art. 3º da mesma Lei 8.313, informo que atendemos aos incisivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Esse projeto aborda questões urgentes e contemporâneas, promovendo reflexões sobre machismo, preconceito e a construção da identidade LGBTQIAPN+. Em uma sociedade onde as tradições do “cabra macho” ainda perduram, Cabra Macho propõe uma desconstrução dessa mentalidade ao dar voz a uma realidade muitas vezes marginalizada. Além de um ato de resistência, a peça é também um convite ao diálogo e à empatia, com potencial para gerar grande impacto social.

Especificação técnica

CABRA MACHO é uma peça teatral que conta com 1 ator em cena. A duração da peça é de 70 minutos. Está prevista 4 apresentações com intérprete em LIBRAS. Oficina "Memórias e Histórias para Roteiros" Duração: 8 encontros de 2 horas cada.Formato: Aulas presenciais com exercícios práticos e interações diretas.Material: Apostila digital e espaço para discussão criativa.Vagas: 12 alunos

Acessibilidade

Com o objetivo de dar acesso a pessoas com deficiência e ou com necessidades especiais, trabalharemos nas seguintes frentes no nosso plano de acessibilidade e inclusão: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Seleção dos espaços de teatro e oficina que possuam acesso a cadeirantes, idosos e PcDs; (Caso sejam realizadas apresentações em espaços alternativos, a produção se responsabilizará pela providência de medidas de acessibilidade e segurança), conforme Instrução Normativa n° 11, de 30 de janeiro de 2024 e disposto no Art. 27: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: 04 (quatro) apresentações no teatro terão tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), conforme Instrução Normativa n° 11, de 30 de janeiro de 2024 e disposto no Art. 27 e no incisivo: II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. Essas 04 apresentações com LIBRAS terão suas datas divulgadas em nossas redes sociais e, através de mailing e/ou Redes Sociais indicadas junto a institutos, grupos e entidades que tenham deficientes auditivos e/ou surdos em suas pautas.

Democratização do acesso

Como medida de democratização de acesso às atividades, aos produtos, serviços e bens culturais dela resultantes, conforme Instrução Normativa n° 11, de 30 de janeiro de 2024 e disposto nos artigos: Art 29: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Art. 30: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; e V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Para este último incisivo, prevemos, como informado, a oficina “Memórias e Histórias para Roteiros”.

Ficha técnica

Antonio Tostes: coordenador de projeto, produção e oficina Bacharel pela Faculdade de História (IFCS/UFRJ) e licenciado pela Faculdade de Educação (UFRJ) em 2007, pesquisador bolsista pela FAPERJ (2002), é também Mestre em Memória Social pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social (UNIRIO) em 2013 e também pesquisador bolsista em Memória e Patrimônio pela CAPES (2013-2015). É doutor em Memória Social (PPGMS/UNIRIO) com enfoque de pesquisa em Memória e Patrimônio sobre os teatros dos antigos cassinos brasileiros, e realizou doutorado sanduíche como bolsista CAPES em 2017 pela Université Paris-Sorbonne (Paris V – Descartes) e bacharel pela Faculdade Cal de Artes Cênicas. Atua também como tradutor e professor de francês (com Diploma Aprofundado em Língua Francesa pelo Ministère français del’Éducation Nationale) e italiano (formado pelo Istituto Italiano di Cultura). Como tradutor, seus últimos trabalhos são a peça teatral Casimir e Caroline (2017) dirigida por Isaac Bernat; revisão de tradução do livro Antropologia dos Restos (2017) de Octave Debary; peça de formatura Hanokh (2017) (textos de Hanokh Levin Douce Vengeance) dirigido por Isaac Bernat; peça de formatura Os Arquivos do Mundo (2016) espetáculo adaptado a partir das peças Cejour-là e Ronde de Nuit do Théâtre du Soleil e Aftaab (onde também realizou os contatos de liberação de direitos autorais); legendas em francês do DVD A Escola Nacional de Circo, 25 anos (2011). Participou da organização, tradução e execução do 1º Seminário Internacional em Memória Social - "Memoração, Patrimonialização e Imagens Documentárias". Produziu junto com Roberta Bokel o projeto Cal na Roda de leituras dramatizadas nacionais. Participou como ator dos espetáculos Casimir e Caroline (2017) de Ödön von Horvath com direção de Isaac Bernat; Bufunfa (2016) de Marcelo Morato; Sonho de Uma Noite de Verão (2015) de Isaac Bernat; Felizac (adaptação da obra Como me tornei Estúpido de Martin Page) dirigido por Lucas Gouvêa (2015) na qual participou como ator e cenógrafo; e assistente de direção na peça A História do Comunismo Contada aos Doentes Mentais (2016) de Matei Visniec com direção de Isaac Bernat. Em 2023 lançou o documentário BRANQUITUDE BRASILEIRA atuando como produtor, diretor e roteirista. Produziu o livro CASSINO BRASIL, peça teatral, no qual também é o dramaturgo. E realizou a oficina MEMÓRIAS E HISTÓRIAS PARA ROTEIROS no Centro Cultural Justiça Federal (Cinelândia-RJ) em 2023. Zé Wendell – ator e dramaturgo do espetáculo CABRA MACHO Natural de Cacimba de Dentro, Paraíba, Zé Wendell é ator, bacharel em Interpretação pelo curso de Artes Cênicas da UNIRIO – RJ, dramaturgo, produtor e ativista da causa LGBT. Entusiasta e pesquisador das artes cênicas, é também um dos integrantes da Cia de Teatro Omondé, tendo participado de todas as montagens da companhia: Último Ensaio – Inez Viana; Auto de João da Cruz – Ariano Suassuna; A Mentira – Nelson Rodrigues; Os Inadequados - Omondé; Infância, tiros e plumas - Jô Bilac; Nem Mesmo Todo o Oceano - Alcione Araújo; Os Mamutes - Jô Bilac e As Conchambranças de Quaderna - Ariano Suassuna. Em 2019 escreveu, produziu e atuou em seu primeiro monólogo, “O Hétero”, uma autoficção com direção de Alice Steinbruck. Em 2021 esse mesmo projeto deu origem ao derivado “Cabra Macho”, uma cena curta de autoria de Zé Wendell, para o Cena Agora –Encruzilhada Nordeste do Itaú Cultural/SP. Entre outros trabalhos no Teatro, atuou no espetáculo Marido Ideal, de Oscar Wilde, com direção de Gilberto Gawronski/ 2016; Navalha na Carne de Plínio Marcos com direção de Rubens Camelo/ 2016; Arresolvido de Érida Castelo Branco e direção de André Paes Leme/ 2013; Um de nós de Marcos Galinha e direção de Joana Lebreiro/ 2014; Woyzeck de Büchner e direção de Marcela Andrade/ Supervisão de Moacir Chaves. Como professor de teatro, trabalhou para a prefeitura de Itaguaí, entre 2010 e 2012, no projeto “Teatro na periferia/ Cras Brisamar”; na época da graduação foi aluno bolsista do projeto “Teatro na prisão”, projeto de extensão da Unirio/ 2008. No teatro paraibano integrou a Cia Satyricon – Pb; A Cia de Teatro Heureka – Pb e o Balé do Teatro de Campina Grande – Pb. Na Tv participou de diversos produtos da Rede Globo S/A, sendo os últimos: Terra e Paixão; Vai na Fé e a 3ª temporada da série Cine Hollyúdi. Ainda na Tv, foi o João Grillo, do Auto da Compadecida de Ariano Suassuna, para o programa “Teatro no Ato” do canal ARTE 1, com direção de João Falcão. Para o streaming atuou na quinta temporada da série Impuros, do Star plus Brasil e Toda Família Tem, na Amazon prime. Na publicidade seu último trabalho foi para a Prudential Seguros, também já gravou diversos comerciais para empresas de telefonia, cervejarias, entre outros. No cinema participou do filme “O mensageiro” de Lúcia Murat e “O Porteiro” de Paulo Fontenelle. Como reconhecimento, de sua atuação, recebeu em 2021 o certificado de melhor performance da revista “Teatro Hoje” pelo espetáculo “Auto de João da Cruz”; em 2020 o certificado web de melhor ator da Cidade de Campina Grande pelo Portal Glêbson Rodrigues e o prêmio de melhor ator coadjuvante na Mostra Estudantil do CCBB/RJ/2011.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.