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PRONAC 2413082Autorizada a captação total dos recursosMecenato

PINDORAMA

CENICA 8 PRODUTORA LTDA
Solicitado
R$ 1,10 mi
Aprovado
R$ 1,10 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-04-01
Término
2026-12-01
Locais de realização (6)
Rio Branco AcreManaus AmazonasBelém ParáPorto Velho RondôniaBoa Vista RoraimaSão Paulo São Paulo

Resumo

PINDORAMA é um espetáculo infantojuvenil de teatro musical que pretende difundir e discutir a importância da sustentabilidade ambiental, e a valorização e preservação da biodiversidade do ecossistema brasileiro e os povos indígenas originários. O projeto inclui a construção e circulação do espetáculo, encontros com o público, oficinas educativas e a distribuição online e física de uma cartilha de conscientização ambiental e do uso da tecnologia no dia-a-dia.

Sinopse

Cauê é um garoto de 10 anos, esperto e inteligente, típico de uma cidade grande brasileira, agitada e cosmopolita. Suas brincadeiras preferidas são os games, a internet e conversar com os amigos pelo bate-papo on-line. Um dia, quando, curioso, pesquisava para um trabalho escolar a vida dos indígenas antes do “Descobrimento do Brasil”, Cauê baixa um aplicativo misterioso que surge em sua tela. Através de um vírus do aplicativo, um fato misterioso acontece. Cauê é transportado através da tela de seu computador para uma viagem fantástica ao Brasil do século XVI, onde irá se deparar com a cultura indígena, a fauna e a flora do país pré- Pedro Álvares Cabral. Nessa viagem, acontecimentos inusitados e novos amigos irão surgir, como a delicada Iúna, que apresentará os encantamentos e belezas da “terra das palmeiras”. O pequeno Cauê será apresentado ao “fazer” cotidiano indígena, ao contato com os saberes sobre a mata e o clima, aos bichos e lendas mitológicas. Acompanhará ainda a “Invasão de pindorama”, narrando por meio de seu smartphone, aos seus amigos da cidade, sua impressões e sentimentos da invasão à “terra das palmeiras”, num bate-papo que unirá o passado e presente.

Objetivos

Objetivo geral Realizar a montagem e a turnê do espetáculo musical infantojuvenil PINDORAMA. Objetivos Específicos ● 10 apresentações gratuitas do espetáculo, em cinco diferentes estados do Brasil, com um média de 400 espectadores por sessão, para público aberto e escolas previamente agendadas, o que totaliza ao final uma média de 4.000 espectadores. Para assim, contribuir para o sentido de autonomia e identidade brasileira, melhorando a autoimagem coletiva, a autodeterminação cultural, e o empoderando do país na afirmação e construção de sua própria história. ● 5 Oficinas educativas, com duração de 1h30 cada, com previsão de atendimento de 50 crianças por oficina, totalizando, 250 crianças de escolas públicas e/ou ONGs locais. Para assim, fortalecer o comprometimento da arte em seu caráter social e educativo, resultando em produtos culturais que, além do entretenimento, possam ser extensamente utilizados por escolas e instituições de ensino. ● 5 encontros com o público após o espetáculo com discussões pertinentes a montagem e temática do espetáculo, para assim além de apresnetar um produto artístico de qualidade, que promove a economia criativa de alto valor agregado, destacar aspectos inovadores do projeto que une arte, tecnologia e sustentabilidade. ● Distribuição física de 6.000 GUIAS VERDES, com informações relevantes para a preservação ambiental e uso consciente da tecnologia, além da versão digitalizada distribuída apra todas as escolas atendidas pelo projeto. O guia ainda, pretende por meio de imagens e narrativas da peça, recuperar e revitalizar elementos mitológicos e lendários, com ênfase no resgate e valorização da mitologia indígena, e diversidade e pluralidade do povo brasileiro.

Justificativa

De origem Tupi, a palavra PINDORAMA significa "terra das palmeiras", uma junção do tupi pin'dob ("palmeira") com orama ("terra"). Para os arqueólogos, esse significado surgiu da época das antigas migrações, quando os povos tupis-guaranis se dirigiram para o litoral brasileiro, atual região oriental da América do Sul, e se depararam com uma extensa faixa de areia repleta de belas palmeiras nativas. Este lugar, desde então, foi considerado sagrado para os tupis-guaranis, que também o chamaram de "terra livre dos males", por seu encantamento e beleza. Um local mítico que se tornaria o cenário de um dos grandes marcos de nossa história: a "Descoberta do Brasil". No espetáculo PINDORAMA acompanhamos as aventuras de Cauê, um garoto inteligente de uma cidade grande e cosmopolita. Transportado no tempo para o Brasil do século XV, após um virus de internet contaminar o seu computador, Cauê viverá uma aventura inusitada e de muitos aprendizados. O espetáculo abordará a riqueza da cultura indígena e importantes questões sobre o meio ambiente, em diálogo direto entre o Brasil contemporâneo e o país à época de sua conhecida "descoberta". Estima-se que hoje no Brasil existam 750 mil indígenas, dos quais 350 mil vivem em aldeias e 400 mil fora de suas terras. Sem possibilidade de manejamento do seu ecossistema para seu sustento, historicamente a situação desses povos no país é marcada por confrontos, perseguição, miséria e abandono de seus direitos, assim como pela desvalorização de suas contribuições na construção simbólica da identidade de nosso povo. Nesse sentido, o projeto surge com a proposta de pesquisar o universo dos mitos e lendas indígenas a partir de uma abordagem contemporânea, buscando aproximar o público infantojuvenil da riqueza de nossa matriz cultural identitária. Em PINDORAMA estão presentes em cena a beleza e cultura da matas, desde o ensino da caça, da pesca, da agricultura, até as contribuições indígenas para a língua portuguesa, com inúmeras palavras oriundas do tupi. Aprendizados esses, que Cauê, personagem central da história, compartilhará em seu smartphone, recebendo curtidas e comentários em suas redes sociais, incorporando ao projeto um importante caráter didático e interativo aos dias de hoje, e discutindo o uso consciente da tecnologia com as novas gerações. Além disso, lendas que hoje integram grande parte das narrativas de nossa mitologia nacional serão apresentadas, configurando grande parte das aventuras vividas por Cauê. Repletas de simbologias e ensinamentos, essas lendas serão revisitadas com uma variedade imensa de animais em forma de bonecos (onças, jabutis, antas, macacos, gaviões) manipuláveis pelos atores, incluindo principalmente espécies hoje em extinção, como a linda ave azul Araraúna, de cabeça acinzentada e plumagem azul turquesa, entre muito outros. Ricas em imagens e significados, as lendas serão apresentadas pela personagem Iúna, indiazinha que encontra Cauê perdido em PINDORAMA, e que falará para Cauê e seus amigos do "Carabook", sua rede social preferida, sobre a importância de cuidarmos das matas, dos rios e da natureza. Considerando temas de fundamental visibilidade na contemporaneidade, esperamos que ao falar de sustentabilidade e tecnologia para as novas gerações, possamos ampliar a consciência da responsabilidade de todos frente a preservação do nosso ecossistema. Através do olhar sagaz de um garoto da cidade e de nome indígena (Cauê na língua Tupi significa "Homem sábio e bom") o espetáculo busca revisar o olhar da própria população urbana sobre as etnias indígenas, os cuidados com a natureza, assim como, negligências e preconceitos . Em cena, a beleza das paisagens naturais e dos animais de nossa fauna, serão traduzidas em forma de cenários deslocáveis e bonecos coloridos e manipuláveis criados pelo premiado cenógrafo e bonequeiro Sidnei Caria; projeções multimídias da experiente Lina Lopes, e com música original de Daniel Maia. Ao resgatar a mitologia indígena brasileira em uma releitura atual e coerente com a vida sociocultural das crianças e jovens no século XXI, o projeto acredita contribuir diretamente para um movimento de resgate de nossas matrizes culturais, e ao processo de reconhecimento e valorização de nosso ecossistema frente às novas gerações.

Especificação técnica

CONCEPÇÃO DE CENÁRIO, FIGURINO, ILUMINAÇÃO, TRILHA SONORA E BONECOS Os atores disporão de um figurino-base confeccionado a partir de tecidos crus e elementos naturais (sementes e folhagens), de modo a integrá-los simbolicamente com a temática do espetáculo e o cenário da floresta. Painéis cenográficos receberão projeções que representarão elementos da natureza, como árvores e rochas. Com rodas, eles poderão ser erguidos e deslocados pelos atores, permitindo desenhos coreográficos no espaço e a criação de diversos ambientes, de acordo com cada lenda narrada. Também será criado um efeito específico de água com tecidos translúcidos, que serão desenrolados de ponta a ponta do palco para os cenários dos personagens que vivem nesse ambiente. Os bonecos serão esculpidos com diversas possibilidades de manipulação e articulação, onde produzirão expressões e efeitos, como uma cobra lendária de fogo amarela e azul, que evita queimadas na mata, iluminada por luzes dentro de seu corpo. Durante o processo de pesquisa serão escolhidas as melhores técnicas na confecção de cada personagem. A ideia é que, por meio de experimentações, sejam criadas novas ferramentas, revisitando e atualizando as velhas e boas traquitanas teatrais. A iluminação do espetáculo, será pensada de forma entrecortada entre os personagens habitantes de PINDORAMA, e projeções no fundo branco, representando a tela do Smartphone de Cauê, que falará em tempo real com seus amigos do "mundo atual". Torres serão dispostas nas laterais a fim de destacar a silhueta dos personagens, ressaltando sua magia, bem como o jogo de cores, propondo novas texturas e sensações. A trilha sonora será desenvolvida paralelamente em dois segmentos: a música gravada e a executada ao vivo. Numa mistura de música eletrônica, experimental e folclórica, bases funcionarão como paisagens sonoras ajudando a ambientar o universo de cada personagem e seus territórios, responsáveis por dar suporte à música executada no palco pelos atores, que terá uma banda de três músicos com instrumentação percussão e violões. As canções executadas ao vivo serão criadas especialmente para o espetáculo pelo atores e funcionarão como suporte à narrativa, transmitindo importantes informações sobre a narrativa e as personagens. A busca por uma linguagem musical alinhada aos gostos das novas gerações será um forte diferencial de PINDORAMA, trazendo uma interessante contribuição para o campo da criação musical infanto-juvenil. Serão integrados elementos do pop contemporâneo e globalizado, com elementos de rock e música eletrônica, ao repertório de ritmos, versos e melodias folclóricas e lendárias ligadas aos personagens da trama, gerando um interesse genuíno do púbico pelas canções do espetáculo. No entanto, o caráter educativo não será perdido de vista, atentando para uma linguagem com conteúdos que tragam um efetivo enriquecimento simbólico para um público ainda em formação. A música ao vivo e a eletrônica, a manipulação de bonecos, a contação de história e o trabalho expressivo do corpo a partir da experiência dos intérpretes (técnicas circenses, teatro físico e dança) constituem, desta forma, a base estética e poética do espetáculo, trabalhada a partir da relação entre oralidade/tradição e contemporaneidade.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As apresentações acontecerão, prioritariamente, em teatros selecionados pela produção que atendam todas às medidas de acessibilidade para idosos e portadores de deficiência física, como rampas de acesso e elevadores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As apresentações serão acompanhadas por intérprete de LIBRAS (item em planilha: INTÉRPRETE DE LIBRAS) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A produção priorizará as apresentações em teatros que atendam todas às medidas de acessibilidade para portadores de deficiência visual, e haverá versões dos programas do espetáculo em braile para acessibilidade aos deficientes visuais (IMPRESSÃO: item em planilha). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Versões em qualquer outro idioma em audiodescrição do espetáculo será disponibilizados de acordo com solicitação das escolas atendidas que serão previamente comunicadas, bem como do programa do espetáculo. Ou para público geral, para isso, será colocado um aviso na bilheteria, possibilitando a solicitação. PRODUTO: OFICINA DE TEATRO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: AVENTURA EM PINDORAMA ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas acontecerão, prioritariamente, em espaços que atendam todas às medidas de acessibilidade para idosos e portadores de deficiência física, como rampas de acesso e elevadores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As oficinas serão acompanhadas por intérprete de LIBRAS (item em planilha: INTÉRPRETE DE LIBRAS) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A produção priorizará as oficinas em espaços que atendam todas às medidas de acessibilidade para portadores de deficiência visual, além de versões em braile do conteúdo programático da oficina para acessibilidade aos deficientes visuais (IMPRESSÃO: item em planilha). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Versões em qualquer outro idioma do conteúdo programático da oficina será disponibilizados de acordo com solicitação das escolas atendidas que serão previamente comunicadas, bem como a audiodescrição das etapas da oficina para participação do portador de deficiência. PRODUTO: ENCONTRO COM O PÚBLICO ACESSIBILIDADE FÍSICA: O encontro acontecerá, prioritariamente, em teatros que atendam todas às medidas de acessibilidade para idosos e portadores de deficiência física, como rampas de acesso e elevadores, preferencialemnte, o teatro do local das apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As encontros serão acompanhadas por intérprete de LIBRAS (item em planilha: INTÉRPRETE DE LIBRAS) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A produção priorizará os encontros em teatros que atendam todas às medidas de acessibilidade para portadores de deficiência visual, e haverá versões do conteúdo programático do encontro em braile para acessibilidade aos deficientes visuais. (IMPRESSÃO: item em planilha). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Versões em qualquer outro idioma do conteúdo programático do encontro será disponibilizado de acordo com solicitação das escolas atendidas que serão previamente comunicadas, bem como a audiodescrição do encontro em outros idiomas após a realização. PRODUTO: GUIA VERDE ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Guia verde, será disponilizado na versão física e online, caso qualquer limitação física impeça o manuseio do físico do Guia. Ambas as versões serão distribuídas gartuitamente para as escolas atendidas pelo projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todo o conteúdo do Guia será gravado por intérprete de LIBRAS (item em planilha: INTÉRPRETE DE LIBRAS), e o vídeo disponibilizado para as escolas e/ou público geral do espetáculo em link divulgado ao final do espetáculo e nas redes sociais do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O guia será gravado em audiodescrição e disponibilizado para as escolas e atendidas e/ou ao público geral do espetáculo. Também estará disponível nas redes sociais do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Audiodescrição do GUIA será disponibilizado de acordo com solicitação das escolas atendida, que serão previamente comunicadas, e/ou por público geral previamente avisado antes do início do espetáculo e oficina.

Democratização do acesso

- As apresentações serão 100% gratuitas para escolas e/ou integrantes de ONGs das cidades contempladas e para público aberto: sendo 20% dos assentos reservados a público geral e espontâneo. - O projeto oferecerá transporte gratuito ao público escolar, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; - Realizará gratuitamente atividades paralelas ao projeto, tais como (1) uma Oficina teatral e de meio ambiante por cidade visitada, (1) encontro com o público por cidade visitada; O projeto acontecerá gratuitamente, em 5 Estados do país: Acre, Pará, Amazonas, Roraima, Rondônia, en suas respectivas capitais. Em todas as cidades as crianças serão conduzidas ao teatro através de ônibus gratuitos, retornando as escolas públicas ou instituições sociais das quais fazem parte, após a apresentação. O público principal deste projeto são crianças de 6 a 14 anos. Serão adotadas aindas as seguintes medidas: I - doar, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, oficinas e encontros com os atores e palestrantes, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - Além de realizar ratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) Ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; b) 10 palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico e observados os indicativos etários.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Josafá Alves - Proponente, gestão e administração financeira, diretor artístico geral e ator Pós-graduado em Direção e Atuação pelo Cêlia Helena Centro de Artes e Educação, Bacharel e Licenciado em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi, e ator pela Escola Livre de Teatro, desde de 2003 atua profissionalmente em companhias de teatro e dança, integrou por 4 anos a companhia Pia Fraus, nos espetáculos premiados 100 Shakespeare, As aventuras de Bambolina e Bichos do Brasil, onde participou de festivais nacionais e internacionais como Festival de Almagro (Espanha) e Spetaculo Insteresse. Atuou na peça A dama de negro, versão brasileira da montagem londrina em cartaz há 25 anos na West End, em campanhas publicitárias e nas novelas de televisão Tititi e Sangue Bom da Rede Globo, sendo indicado como Ator revelação pelo Prêmio Extra de televisão e Melhor ator coadjuvante pelo Prêmio Revista Quem. Educador e diretor artístico, percorre o Brasil há 6 anos pela Unicef, Canal ESPN, Disney, integrando o Instituto Mpumalanga, ministrando cursos de teatro e dança, roterizando, dirigindo e apresentando o Show da Caravana que recebe em suas edições artistas de notoriedade nacional em prol da arte e do esporte. Dirigiu e produziu os espetáculos Spanda, inspirado nas teorias do psicanalista Jorge Forbes, e o espetáculo infantojuvenil Escola de Formigas, que viaja o interior paulista hà 3 anos em parceria com Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo. Há 7 anos trabalha na elaboração e produção de projetos culturais pela Cênica 9, a sua própria produtora, entre eles: Motel Rashomôn, Corpo Sonoro, Dogville, Divas Pocket show, Emaemaema, Lá dentro tem coisa, Escola de Formigas, Spanda, Não se traduzem os feitiços, Caravana das Artes e o Centro de arte e gastronomia Casa Brasileira, no litoral norte de São Paulo.O proponente irá se remunerar pelas linhas de ator, coordenação de produção e direção. Além destas funções, acumulará a função de idealização e preparação corporal. Além disso contribuirá no roteiro, porém não será remunerado por esta rubrica. Alessandra Rodrigues - Autora Atriz, dramaturga, diretora, arte-educadora e pesquisadora da cultura popular brasileira. Formada em Música pela ETEC de Artes Centro Paula Souza, no Curso de Habilitação Profissional e Técnico em Canto. Foi aprendiz no Núcleo de História da ELT (2007 a 2010), sendo seu mestre orientador, Rogério Toscano. Cursou no primeiro semestre de 2014, o núcleo avançado de interpretação para TV na Escola de Atores Wolf Maya. Atuou nos espetáculos Vigilantes do Riso, A casa da mãe Joana, ambos com direção de Hércules Moreno; Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Alienista, Memórias de um Sargento de Milícias, Quincas Borba com adaptação e direção de José Paulo Rosa. Histórias de Ayá e Pois é Vizinha, com Direção de Sidnéia Köp. Participou dos espetáculos O Pescador ,Caixinha de Surpresas e o Roubo do Arco-íris com o Grupo Luzes e Lendas -Teatro de Sombras – Direção de Valter Valverde –Projeto da Secretaria de Educação de Rio do Sul-SC. Atuou no curta-metragem O Maior amor de todos - de Alexandre Novaski – Prêmio de melhor atriz coadjuvante. No espetáculo Rosas Brancas para Salomé, foi assistente de direção da atriz Norma Blum. Dirigiu o espetáculo Aguenta mão João, texto de Geraldo Fernandes que teve sua estreia no Festival de Curitiba em 2012. É autora dos textos: Tonho e a Cabra Cabriola, uma adaptação da lenda pernambucana para o universo infantil que faz parte do Projeto Alumiazim-Contos de Algum Lugar do Grupo de Teatro Alumia e os textos inéditos Orum de Clara, além do luar, onde moram as estrelas sobre a cantora Clara Nunes e África, o berço da humanidade. Escreveu “Escola de Formigas”, dirigido por Josafá Alves, espetáculo que circulou por três anos o interior paulista em parceria com o SESCOOP – SP- Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo.Como arte-educadora coordenou as oficinas Canto Expressivo, Danças Brasileiras e Através do Teatro na Fundação Cultural de Rio do Sul (SC). Realizou trabalho com crianças e adolescentes em situação de risco no Centro de Referência da Criança e do Adolescente- CRECA em parceria com o Instituto Mensageiros. Atualmente, ministra aulas de teatro, movimentos do corpo e canto popular para crianças do ensino fundamental na Escola Nova Ciência. Marcelo Romagnoli - Supervisão Dramatúrgica Marcelo Romagnoli é dramaturgo e diretor, atuando nos teatros adulto e infanto-juvenil na cidade de Sâo Paulo desde 1994. Formado em Direção Teatral pela ECA/USP e História da Arte pelo Instituto Lorenzo de Médice em Florença-Itália. Desde 1998 escreve regularmente para crianças e jovens, tendo encenados 24 textos no período.Entre os prêmios recebidos, destacam-se o da Associação Paulista dos Críticos de Arte APCA 2019 para “Elagalinha” Melhor Espetáculo de Rua; APCA 2018 (texto e direção) para “Gagá” e “Buda” e Prêmio SP “Buda”; Prêmio Governador do Estado pelos 10 anos de Banda Mirim (2015), APCA2012 e Coca-Cola FEMSA 2012 de melhor Texto “Terremota”; APCA 2010 de Melhor Diretor com o espetáculo "Espoleta", APCA 2008 Melhor Texto e APCA Melhor Espetáculo com "Sapecado". Prêmio Coca-cola Femsa 2008 Melhor Texto com "Sapecado". Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2008 Melhor Espetáculo “Sapecado”. APCA 2004 Melhor Espetáculo Musical “Felizardo” e Prêmio FEMSA 2004 Melhor Espetáculo “Felizardo”. APCA 2002 Melhor Espetáculo Infantil “O Retrato de Janete”. Tem seis livros publicados Bebeto Corégio - Ator ATOR na série de televisão do DISCOVERY KIDS “O ZOO DA ZU”, com o personagem ERIC. Com a série obteve duas indicações para o International Emmy Awards Kids.- Oficineiro de Teatro em escolas da Prefeitura do Município de Taubaté (2019)- SBT Programa DOMINGO LEGAL: Quadro “Batalha das Estrelas” (12/11/2017)- Rede Globo Programa TV XUXA: Quadro “Procura-se um Príncipe” (2009) Maria Koawales - Atriz Pós Graduação em Direção e Atuação na Escola Superior de Artes Célia Helena. Possui graduação em Teatro pela Escola Superior de Artes Célia Helena (2017). Iniciação Científica "Crítica e criação dramatúrgica a partir de 'Que haré yo con esta espada', de Angélica Liddell". Experiência na área de Artes, com ênfase em Interpretação Teatral. Atualmente, faz Pós-Graduação em Arteterapia pela NAPE. Roberta Marcolin - Atriz Em 2008 finalizou o curso de Ensino Superior em Teatro (bacharelado, licenciatura e produção teatral) na Universidade Anhembi Morumbi. Formação de Ator na Escola Livre de Teatro em 2003. Integrou de 2003 a 2010 o grupo Teatro de Asfalto. Participou como atriz, de 2007 a 2010, do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. É fundadora e integrante do grupo teatral Pontos de Fiandeiras desde 2011. Em 2020 Oficina “Aproximação a màscara em tempo de isolamento social (on line)” sob Orientação de Sérgio Zanck. Oficina “Ator cinema (on line)” sob Orientação de Nara Sakarê. Em 2017 Oficina “O Palhaço e o Sentido Cômico do Corpo - Módulo I” sob orientação de Ricardo Puccetti - LUME; Workshop Prático de Teatro Nô sob orientação de Ana Chiesa e Antonio Salvador; em 2015 participou do “Ateliê de dramaturgia e memória” sob orientação de Adélia Nicolete; em 2001 realizou o Workshop “A Presença Cênica do Performer” sob orientação de Jan Ferslev – do Odin Teatret, Dinamarca (na ELT); “A Inadequação do Artista enquanto Palhaço” sob orientação de Bete Dorgam. Lina Lopes - Videografista Lina Lopes é designer em Mídias Digitais, trabalha com projetos de Video Mapping, interatividade e iluminação técnica. Graduado em Cinema pela Universidade de São Paulo e especializado em Iluminação e Design. Atualmente é pesquisadora do Programa de Pós-Graduação da Universidade Anhembi-Morumbi sobre Matemática e Design.Possui 10 anos de experiência trabalhando com Video Mapping, tendo feito diversas projeções para exposições, eventos, festivais internacionais e fachadas públicas. Entre seus projetos internacionais estão projeções interativas desenvolvidas para fachadas e festivais em Barcelona, Madrid, Genebra e Frankfurt. No Brasil, foi diretora técnica da fachada FIESP, na Avenida Paulista (2013 e 2014). Realizou diversas instalações imersivas, como La Casa Azul, projeto realizado para a exposição Frida Kahlo no Instituto Tomie Ohtake (2015) e Vesica Piscis, instalação com videomapeamento para performance de dança no Museu de Arte Contemporânea (2016) .Sua pesquisa abrange os campos de design paramétrico, mapeamento de projeção, prototipagem, interatividade, wearables e internet das coisas. Sua produção na área de novas mídias permeia o conceito de instalação interativa, programação com Arduino, Processing, Raspberry Pi, priorizando projetos de manipulação de imagens em tempo real.Em São Paulo, ela é a fundadora da LILO.ZONE - uma fábrica de hub e protótipos dedicada ao uso criativo da tecnologia. Sidnei Caria - Cenógrafo e bonequeiro Cursou artes cênicas pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas entre 1983 e 1985. Já em São Paulo, conheceu o grupo XPTO do diretor Osvaldo Gabrieli, onde participou do desenvolvimento da linguagem do grupo como assistente técnico e ator entre 1986 e 2002. Período em que o grupo criou e produziu espetáculos reconhecidos pelo público e pela crítica, “Coquetel Clown”, “Babel Bum”, “O Pequeno Mago” “Buster, o enigma do Minotáuro”, “ Além do Abismo” etc, ganhando mais de 30 dos mais importantes prêmios do Teatro Brasileiro e participando de diversos Festivais no Brasil e em vários países da América Latina e da Europa, tendo participado de vários Festivais incluindo o mais importante Festival de Teatro de Bonecos do mundo, em Charleville Mezzière, na França. Seu trabalho é reconhecido dentro das áreas do teatro e da publicidade, desde criações de bonecos para exposições itinerantes da WWF-Brasil, ambientação Cenográfica na Biblioteca Hans Christian Andersen e diversas oficinas de criação e confecção de Bonecos. Trabalhou como ator, diretor e diretor de arte na companhia Pia Fraus (Hércules, 100 Shakespeare, Bambolina, Bichos do Mundo, Filhotes da Amazonia, Primeiras Rosas) onde com o espetáculo Infantil, “As aventuras de Bambolina” foi o ganhador dos prêmios Coca-Cola Femsa de Melhor Direção e o APCA de melhor ator de 2008, e Categoria Especial do Coca-Cola Femsa pela criação dos bonecos do” Filhotes da Amazonia” em 2010Em março de 2017 estreou o novo espetáculo Musical infantil “Nerina, a ovelha Negra”, de Michele Iacocca, onde assina a Direção, cenografia e figurino. O projeto foi contemplado pelo Proac. Ficou em cartaz no Teatro do SESC Pompéia e no Teatro Alfa. O espetáculo tem tido grande sucesso de público e recebeu ótima crítica na revista Veja conquistando 4 estrelas e no guia da Folha com 5 estrelas .Foi ganhador do IV Prêmio Aplauso Brasil de Teatro na categoria Melhor Espetáculo para público Infantil e jovem e dois prêmios APCA nas categorias Melhor Trilha Sonora para Fernanda Maia e melhor iluminação para Marisa Bentivegna. Em 2018 participou como ator/manipulador do Boneco Gorgo no espetáculo Teatral “Que Monstro te mordeu/”, direção de Carla Candiotto que esteve em cartaz no Teatro Popular do Sesi e ganhou o APCA na categoria Melhor espetáculo de Animação e o Coca-Cola Fensa de melhor direção.Em 2019 foi diretor de Artes no espetáculo “O Pequeno Príncipe” com direção de Ian Sofredini, que ficou em cartaz no Teatro Folha.Ganhou o Prêmio Zé Renato com o Projeto de Circulação do espetáculo “Nerina a Ovelha Negra”, e atualmente trabalha na adaptação do projeto para esse momento de distanciamento social.Assina a dramaturgia e cenários e também atua no novo espetáculo do Grupo Maracujá Laboratório de Artes, “Quim & Tal, direção de Cris Lozzano, com estréia a definir assim que terminar a pandemia do Covid19. Também está em andamento a criação de “Sonhei que era Gulliver”, uma experiência teatral em linguagem de vídeo live.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.