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A proposta Bebê-Fá-Sol: curso de música e concerto para bebês tem como objetivo produzir um curso de música, online, para bebês de zero a doze meses e suas famílias, e um concerto, presencial e online, voltado para a primeira infância. O curso, composto por uma série de vídeos, contemplará as diferentes fases do desenvolvimento do bebê. Cada vídeo apresentará uma atividade musical que poderá ser realizada com o bebê pelos pais, familiares e/ou cuidadores(as). O concerto interativo, destinado ao público de zero a seis anos, será apresentado em creches, escolas públicas de Educação Infantil, presídios de mulheres e teatros de Belo Horizonte.
BEBÊ-FÁ-SOL: Curso de música para bebês Será composto por 40 atividades de interação musical adulto/bebê, contemplando características específicas de quatro fases de desenvolvimento da criança no primeiro ano de vida - 0 a 2 meses; 3 a 6 meses, 6 a 9 meses e 9 a 12 meses. Cada atividade, com duração entre 3 a 10 minutos, proporcionará aos bebês experiências musicais fundamentadas em conhecimentos da neurociência da música e da educação musical, que apontam que experiências musicais favorecem e estimulam habilidades de comunicação do bebê, encorajando-o à socialização e à aquisição da língua materna, e promovendo seu desenvolvimento cognitivo, musical, motor e social. Importante enfatizar que as atividades do curso devem ser acompanhadas e conduzidas pelos adultos responsáveis pela criança, a qual, no momento da execução, deverá ficar, preferencialmente, de costas para a tela. O curso contemplará os seguintes assuntos: formação de memorias melódicas, rítmicas, harmônicas, de caráter expressivo e formais; vivência auditiva dos parâmetros do som - timbre, intensidade, altura e duração; vivência do som e do silêncio; manipulação e exploração de instrumentos e fontes sonoras (bater, raspar, esfregar, sacudir); vivência do pulso interno (pessoal); exploração da expressão vocal por meio de vocalizações e balbucios. O repertório utilizado nas atividades utilizará músicas de diferentes culturas e épocas, com ênfase na música brasileira (desde obras de Villa-Lobos compostas a partir de nosso folclore, até cantos de povos indígenas e ritmos afro-brasileiros). Além das atividades e orientações aos pais, o curso dará direito ao acesso ao vídeo do concerto BEBÊ-FÁ-SOL. Esse concerto interativo também poderá servir como fonte de experiências musicais não apenas o bebê, mas também para toda a família. BEBÊ-FÁ-SOL: Concerto interativo Trata-se de concerto interativo, de cerca de 40 minutos de duração, voltado para bebês e crianças na primeira infância. O espetáculo é fundamentado na Teoria da Aprendizagem Musical do pesquisador, psicólogo e pedagogo musical estadunidense Edwin Gordon (1927-2015) e no trabalho de Educação Musical realizado pelo Núcleo Villa-Lobos de Educação Musical há 53 anos, em Belo Horizonte. Serão apresentadas, ao vivo, a performance de obras de Villa-Lobos, Luiz Gonzaga, Bach, cantos de povos indígenas, cantos afro-brasileiros, sempre de forma interativa de modo a provocar a participação das crianças (particularmente dos bebês), despertando o interesse e a imaginação das crianças. Essa interação se dará por meio de movimentos e gestos expressivos, pelo olhar, pelo canto coletivo e pela exploração das provocações dos bebês e crianças presentes. Além do canto, o concerto apresentará, ao vivo, para os bebês e crianças presentes, instrumentos musicais, como o toy piano, o violino, o violoncelo, a marimba de vidro e outros instrumentos de percussão.
Objetivo geral: produzir um curso de música, online, para bebês de zero a doze meses e suas famílias, e um concerto interativo, nas modalidades presencial e online, voltado para a primeira infância. Objetivos específicos: 1 _ Produto BEBÊ-FÁ-SOL - curso de música para bebês: gravar, em vídeo, 40 atividades de interação musical, priorizando a música brasileira, com orientações específicas aos pais, contemplando quatro fases de desenvolvimento do bebê no primeiro ano de vida e disponibilizar o curso em plataforma web. 2 - Produto BEBÊ-FÁ-SOL - concerto interativo para bebês: realizar sete apresentações gratuitas do Bebê-Fá-Sol concerto interativo, priorizando a música brasileira, em creches, escolas de Educação Infantil da rede pública de Belo Horizonte e uma apresentação em presidio feminino de Belo Horizonte, totalizando oito apresentações. 3 - Produto BEBÊ-FÁ-SOL - concerto interativo para bebês: realizar quatro apresentações, em duas seções, do Bebê-Fá-Sol - concerto interativo, em teatro de Belo Horizonte, sendo duas apresentações por mês. 4 - CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar dois ensaios abertos do Bebê-Fá-Sol: concerto interativo para professores da Educação Infantil da rede pública de ensino de Belo Horizonte.
POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? O Núcleo Villa-Lobos é uma escola livre de Música que atua em Belo Horizonte desde 1971. Foi pioneira na cidade em criar uma metodologia de ensino de música para a primeira infância e em produzir concertos totalmente voltados para bebês, fundamentados em estudos sobre o desenvolvimento cognitivo-musical do bebê e da crianças pequenas. A expertise que o Núcleo Villa-Lobos tem acumulado ao longo de seus 53 anos o credencia a pleitear recursos da Lei de Incetivo à Cultura PELAS SEGUINTES RAZÕES: (1) A escassez de produções culturais e artísticas, tanto no Brasil quanto no exterior, voltadas para a primeiríssima infância, numa época em que pesquisas das neurociências já apontam para a inquestionável capacidade de fruição estética do bebê. (2) A importância e os benefícios da música para bebês e pais tem sido amplamente comprovada. A experiência musical é a atividade humana que mobiliza simultaneamente o maior número de áreas do cérebro. Portanto, essas experiências estimulam as habilidades de comunicação do bebê, encorajando-o à socialização e à aquisição da língua materna. Isso acontece em decorrência da plasticidade cerebral, que possibilita a formação de novas conexões em resposta às experiências vivenciadas, numa época em que a plasticidade cerebral é máxima. (3) Os princípios da aquisição da linguagem e do desenvolvimento da competência musical podem ser indistintamente abordados na interação familiar, como formas de comunicação humana na primeira infância. Cantar, embalar, bater palmas e outras brincadeiras que envolvem o movimento e a música são formas primárias de comunicação que simultaneamente incentivam a aquisição da língua materna e o desenvolvimento musical (4) A necessidade de levar para bebês, crianças pequenas e suas famílias um repertório que priorize a música brasileira, incluindo a música de nossos povos originários e afrobrasileiros, praticamente inacessível. (5) A possibilidade de compartilhar o projeto com alunos e professores de escolas públicas da Educação Básica e com mulheres presidiárias com filhos pequenos. (6) Todas as justificativas acima se somam à escassez atual de recursos do Núcleo Villa-Lobos para alavancar o Projeto. A escola mantém todos os seus professores e funcionários contratados pela CLT e conseguiu sobreviver à pandemia sem demissões. Entretanto, suas condições financeiras no momento não permitem a realização do projeto com a qualidade necessária. Transcrição dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 nos quais a proposta se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Justificativa para os itens I, V, VI, VIII e IX: trata-se de um curso on-line, a preços acessíveis, que permite acesso por qualquer pessoa de qualquer lugar do Brasil, ou mesmo no exterior. Em relação ao concerto para bebês, a iniciativa, marcada por seu pioneirismo e ineditismo, contribui para oferecer uma experiência de qualidade em meio à escassez de produções culturais e artísticas voltadas para o público "bebê" no Brasil e mesmo em países considerados de 1º mundo. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Justificativa para os itens III e IV: o curso e o espetáculo musical contemplarão a pluralidade musical do povo brasileiro, pois apresentarão para bebês, crianças e pais, um repertório musical diversificado, priorizando obras da nossa cultura, desde músicas de Villa-Lobos compostas a partir de nosso folclore, até obras oriundas de várias regiões brasileiras, com ênfase nos cantos dos povos indígenas e ritmos afro-brasileiros. Trata-se de repertório singular, executado ao vivo, que será provavelmente inédito para o público presente. Transcrição dos incisos do Art. 3º da Lei 8313/91 nos quais a proposta se enquadra: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Justificativa: as escolas de Educação Infantil e creches que forem contempladas com as apresentações do concerto receberão, gratuitamente, o link de acesso ao curso on-line, o que promoverá formação e/ou capacitação de seus professores. I c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Justificativa: as escolas de Educação Infantil e creches que forem contempladas com as apresentações do concerto receberão, gratuitamente, o link de acesso ao curso on-line, o que promoverá formação e/ou capacitação de seus professores.
BEBÊ-FÁ-SOL: curso de música O curso é composto de 40 vídeos, com duração média de 15 minutos, cada um apresentando detalhadamente uma atividade a ser realizada com os bebês, bem como orientações aos pais. As atividades serão organizadas de acordo com quatro faixas de idade entre 0 e 12 meses: 0 a 2, 3 a 5, 6 a 8 e 9 a 12 meses. PROJETO PEDAGÓGICO Objetivo geral: oferecer às mães, pais e familiares e a seus bebês de zero a doze meses um curso de música composto de atividades e orientações, fundamentadas em estudos sobre desenvolvimento cognitivo-musical do bebê. Objetivos específicos: 1 - Promover o desenvolvimento cognitivo-musical do bebê, numa época em que a plasticidade cerebral é máxima. 2 - Estimular a interação adulto/bebê por meio da música. 3 - Aprimorar as habilidades de interação social do bebê, o que potencializará a inserção do bebê em sua cultura e a aquisição da língua materna. 4 - Oferecer ao bebê e à sua família a possibilidade de acesso a um repertório da música brasileira pouco conhecido, incluindo a música de povos indígenas e afro-brasileira. Duração: o curso será oferecido em plataforma web no formato de assinatura anual. Módulo 1: 100 minutos / Módulos 2, 3 e 4: 150 minutos cada - TOTAL: 9h. Profissional: o curso será ministrado por professores especialistas do Núcleo Villa-Lobos, com mais de 15 anos de experiência em educação Musical para a primeira infância. Público-alvo: pais (e/ou cuidadores) e bebês de zero a doze meses de idade. Justificativa: Nos últimos 30 anos, tem havido uma profunda transformação no modo de ver o recém-nascido. As competências sensoriais, perceptivas e afetivas do bebê o caracterizam como um ser organizado, preparado para sobreviver nas condições da espécie, disponível para a construção de trocas e relações sociais (BORTOLETTO-DUNKER e LORDEL, 1993). Dentre suas habilidades, destacam-se as habilidades sonoro-musicais inatas, vitais para a comunicação do bebê com o mundo, que se manifestam desde a vida intrauterina (Malloch; Trevarthen, 2018; Parizzi, Rodrigues, 2020). . Recém-nascidos são capazes de reconhecer vozes e músicas ouvidas durante a gestação; percebem alterações rítmicas e melódicas; contrastes de altura, intensidade, duração, timbre e de andamento. Essas experiências provocam aquisição de memórias diversificadas que serão alimentadas ao longo da vida, o que contribui para a participação ativa do indivíduo na cultura. A aquisição da língua é favorecida pela música, que encoraja o bebê à socialização. Edwin Gordon (1927-2015) aponta que ao nascimento a criança dispõe de um maior potencial para a aprendizagem musical. Se não receber estimulação adequada, esse potencial decresce. Isso acontece em decorrência da plasticidade cerebral, que possibilita a formação de novas conexões em resposta às experiências vivenciadas. Assim, é fundamental que, muito precocemente, se ofereça ao bebê estímulos musicais ricos e diversificados, proporcionando-lhe um percurso de aprendizagem semelhante ao da aquisição da língua materna, na época de máxima plasticidade. A aquisição da linguagem e o desenvolvimento musical podem ser indistintamente abordados na interação familiar, como formas de comunicação humana na primeira infância. Cantar, embalar, bater palmas e outras brincadeiras, que envolvem movimento e música, são formas primárias de comunicação que simultaneamente incentivam a aquisição da língua materna e o desenvolvimento musical. A comunicação pré-verbal que se estabelece entre pais e filhos é importante, quer em termos linguísticos como em termos de estimulação musical. Assim, enfatiza-se a importância da participação dos pais neste processo. Metodologia: Esta metodologia foi baseada em Broock et al. (2022) e na experiência do Núcleo Villa-Lobos de Educação Musical durante a pandemia da Covid 19. Considera-se que os objetivos do ensino de música em aulas presenciais e on-line são os mesmos. A ênfase das aulas é o fazer musical em ambos os contextos, a partir de experiências musicais diversificadas. O conteúdo musical é trabalhado por meio de vivências sensoriais e motoras. No modo on-line, as atividades devem ser acompanhadas e conduzidas pelos adultos responsáveis pela criança, a qual, no momento da execução, deverá ficar, preferencialmente, de costas para a tela. O curso está organizado em 4 módulos, contemplando períodos de desenvolvimento do bebê no primeiro ano de vida, seu desenvolvimento cognitivo e motor e pesquisas sobre as habilidades inatas dos bebês, mencionadas na justificativa. Os conteúdos das atividades se fundamentam na Teoria da Aprendizagem Musical de Edwin Gordon (2008) e na experiência acumulada do Núcleo Villa-Lobos de Educação Musical durante 53 anos. Módulo 1: 0 a 2 meses Nada mais mobiliza a atenção do bebê nesta idade do que a face e a voz humana (PARLATO-OLIVEIRA, 2019). Portanto pais e educadores devem cantar e conversar com o bebê (por meio do manhês) enfatizando os seguintes conteúdos musicais: (1) variações de timbre, altura e intensidade; (2) contrastes de som e silêncio; (3) contrastes de movimento e ausência de movimento. Duração das atividades e orientações: dez minutos Módulo 2: 3 a 6 meses Além da voz e face humanas, fontes sonoras também passam a interessar o bebê, principalmente a partir da construção do esquema da preensão. Deve-se estimular o bebê, imitando as sonoridades criadas por ele, porém modificando-as com variações de timbre, altura e intensidade. Deve-se cantar para os bebês de forma expressiva e oferecer pequenos instrumentos musicais, como maracas sem cabo, pois o som estimula o movimento. Os conteúdos musicais priorizados são: (1) contrastes de timbres vocais no canto e na fala, com a introdução de pequenos instrumentos; (2) contrastes de andamento; (3) ampliação do repertório e dos conteúdos do módulo 1. Duração das atividades e orientações: quinze minutos Módulo 3: 6 a 9 meses As vocalizações e balbucios tornam-se mais intensos. A voz do bebê torna-se seu principal brinquedo. O bebê passa a manifestar seu pulso interno, balançando o corpo ao som de músicas favoritas. Já assenta e começa a engatinhar. Priorizam-se os seguintes conteúdos musicais: (1) exploração do pulso interno com brincadeiras musicais ritmadas; (2) introdução de tambores colocados no chão; (3) exploração de planos de altura (agudo e grave); (4) ampliação do repertório e dos conteúdos dos módulos anteriores. Duração das atividades e orientações: quinze minutos Módulo 4: 9 a 12 meses Iniciam-se os balbucios canônicos (repetição de silabas) que vão se transformando em palavras. O bebê engatinha com fluência e aprende a ficar de pé. Os conteúdos musicais priorizados são: (1) caráter expressivo de obras musicais (música para dormir e para acordar, por exemplo); (2) exploração de contrastes de duração de sons; (3) percepção de repetições e novidades nas obras musicais; (4) ampliação do repertório e conteúdos dos módulos anteriores. Duração das atividades e orientações: quinze minutos Atividade complementar: BEBÊ-FÁ-SOL: concerto interativo (em vídeo) Duração: 40 minutos. Como atividade complementar, fará parte do curso o vídeo do BEBÊ-FÁ-SOL: concerto interativo, que deverá ser assistido e vivenciado pelas famílias com seu bebê, que participará de todas as dinâmicas realizadas ao longo do espetáculo. BEBÊ-FÁ-SOL: concerto para bebês Haverá 08 apresentações gratuitas do concerto ao vivo, em creches, escolas municipais de Ensino Infantil e presídio feminino de BH; e 04 apresentações em teatros de BH. O concerto terá duração de 40 minutos e serão apresentadas performances de obras de Villa-Lobos, Luiz Gonzaga, cantos de povos indígenas, cantos afro-brasileiros, de forma interativa, de modo a provocar a participação das crianças (particularmente dos bebês). Cachês de dez músicos/educadores musicais: R$ 1.200,00 por apresentação, para cada músico.
Bebê-Fá-Sol: CURSO Acessibilidade física: este item não se aplica, neste caso, pois as atividades e orientações serão online, realizadas em casa pelos pais e/ou familiares com o bebê, nos horários mais adequados, ou seja, quando a criança não estiver com sono, fome ou sentindo algum incômodo. Acessibilidade de conteúdo: todas as orientações relativas às atividades serão disponibilizadas às famílias por meio de texto escrito, de áudiodescrição (para PcD VISUAIS) e pela tradução simultânea para LIBRAS (para PcD AUDITIVOS). Bebê-Fá-Sol: CONCERTO Acessibilidade física: o acesso às apresentações ao vivo será garantido pela escolha de creches, escolas públicas de Educação Infantil e teatros que ofereçam condições de pleno acesso a pessoas com algum tipo de limitação (rampas, banheiros adaptados e piso tátil). Acessibilidade de conteúdo: o concerto terá tradução simultânea para Libras (para PcD AUDITIVOS). No caso de pessoas portadoras de deficiência visual, este item não se aplica, pois o foco do espetáculo será a apreciação musical por meio da escuta. Haverá monitores treinados para dar assistência, caso necessário, a portadores de TEA e outras deficiências. Após os concertos, pessoas com dificuldades sensoriais (visual, auditiva, autismo etc.) e limitações físicas serão convidadas para uma visita sensorial ao local (palco, tablado etc.), onde o concerto será apresentado. Terão acesso aos músicos e aos instrumentos musicais que poderão ser manipulados com a assistência dos músicos e monitores.
O curso será disponibilizado em plataforma web, a preços acessíveis, e o espetáculo será apresentado gratuitamente em creches e escolas públicas de Educação Infantil, e em presídio feminio de Belo Horizonte. Serão realizadas quatro apresentações em teatros de Belo Horizonte a preços acessíveis. As medidas de ampliação de acesso previstas são: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; - Serão realizados dois ensaios abertos a professores de Educação Infantil da rede pública de ensino, com palestra sobre a concepção do espetáculo, com ênfase na importância da música no desenvolvimento do bebê. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil - Os dois produtos, curso e concerto, são destinados ao público infantil.
As principais atividades a serem realizadas pela proponente são: - Gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. - Disponibilização do know how na elaboração de cursos e na produção de espetáculos voltados para a primeira infância. - Coordenação da produção do Curso e do Espetáculo. - Disponibilização do espaço e da estrutura da escola para ensaios e gravações. Nome completo, função e currículo resumido dos principais participantes: - Andreia Polignano Barbosa - ministração dos cursos e concepção das atividades Graduada em Musicoterapia e Licenciada em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013). Atua como musicoterapeuta, cantora e educadora musical. É professora do Núcleo Villa-Lobos de Educação Musical desde 2011, onde coordena o trabalho de Educação Musical para bebês e crianças pequenas. Nesta instituição realiza atendimento musicoterapêutico para crianças com transtornos do desenvolvimento, atraso de linguagem e diversas síndromes. Integra o Grupo de Pesquisa MUSICOG – Música, Cognição e Desenvolvimento Humano (CNPq). Jussara Rodrigues Fernandino - direção cênica do concerto para bebês. Professora Associada da Escola de Música da UFMG. Atua na Graduação e na Pós-Graduação desta instituição. É Doutora e Mestre em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (Área de Estudo: Artes Cênicas); Especialista em Educação Musical e Bacharel em Piano pela Escola de Música da UFMG; e atriz pela Fundação Clóvis Salgado. Com trabalhos voltados para a interação entre ensino superior e educação básica, integra o grupo de pesquisa CNPq Nó(S): Pesquisa e Criação em Arte e Educação e atua no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, coordenando o Núcleo Artes/PIBID/UFMG. Na extensão, co-coordena os projetos Programa de Rádio Serelepe: Música para a Infância e a ação social Música nas Quebradas, tendo sido coordenadora do Centro de Musicalização Infantil da UFMG (CMI); do Programa Escola Integrada (PEI UFMG, área de Música), desenvolvido pela parceria UFMG e Secretaria Municipal de Educação; e do projeto Musicalização no Projeto Cariúnas, dentre outros. No âmbito da produção artística atua em eventos musicais e teatrais como pianista, atriz, compositora de musicais e trilhas sonoras - Maria Betânia Parisi Fonseca - concepção geral do curso e do espetáculo, assessoria pedagógica, direção artística e direção musical. Professora Associada da Escola de Música da UFMG. Pós-Doutora pela Université Paris-Diderot, Doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina da UFMG. Mestre e especialista em Educação Musical e bacharela em piano pela UFMG. Atua na Graduação e na Pós-graduação da Escola de Música onde desenvolve pesquisas sobre as relações entre música, cognição e desenvolvimento humano, com ênfase no desenvolvimento cognitivo-musical nos primeiros anos de vida, nas relações da música e autismo e na formação do professor de Música. Coordena o Grupo de Pesquisa MUSICOG - Música, Cognição e Desenvolvimento Humano (CNPq). Tem atuado na concepção, direção artística e performance de concertos voltados para bebês. Dentre suas principais publicações estão os livros: Música e Desenvolvimento Humano-práticas pedagógicas e terapêuticas (2022), Música e Autismo-ideias em contraponto (2022); O bebê e a Música (2020), Musiquês: é uma língua ou uma música? (2018); Musicalização na Escolar Regular - formando professores e alunos (2016); PianoBrincando (1993, 2020), além de artigos sobre música, cognição e educação musical. - Matheus Braga - produção do curso e arranjador. Graduado em composição pela Universidade Federal de Minas Gerais (2008). Atua como educador musical, compositor, arranjador, cantor, instrumentista e diretor musical. É diretor, professor de musicalização, flauta doce e violão do Núcleo Villa-Lobos de Educação Musical, onde também coordena o Projeto Música na Escola em parceria com redes públicas e particulares de ensino. É responsável pela criação, produção e apresentação do curso on-line "Música na Escola EAD", disponível na plataforma Hotmart. Participou como professor de oficinas de musicalização em Festivais de Inverno em Juiz de Fora e Entre Rios de Minas, e de palestras sobre Som e Imagem no curso de Jogos Digitais da PUC Minas. Foi também diretor de criação e diretor musical da Ex Nihil Multimídia e da Ciclope, responsável por trilhas, efeitos sonoros e arranjos em diversas produções. É diretor musical da Plug&Boom, produtora de games. - Simone Lopes Teles - produção executiva do curso e do concerto. Graduada em Música pela Universidade Estadual de Minas Gerais (2001), Mestre em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais. É diretora executiva do Núcleo Villa-Lobos de Educação Musical. É professora da Escola de Música da UEMG, onde foi Coordenadora do Curso de Licenciatura em Música (2013 a 2019). Atuou como diretora executiva em vários espetáculos, oficinas e projetos, como as 13 edições do Palco Villa-Lobos, os concertos para bebês Bach-Baião, Villa-Vivaldi e Bebeethoven, o projeto Musikids (em parceria com o BH Shopping), e o projeto Brincando na rua (em parceira com o Museu dos Brinquedos). Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-Graduação da Escola de Música da UFMG, onde integra o Grupo de Pesquisa MUSICOG – Música, Cognição e Desenvolvimento Humano (CNPq).
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com tipo de pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. *Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.