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A Escola de desNegócio, uma iniciativa do Instituto Nova União da Arte (NUA), visa acelerar negócios periféricos, utilizando a criatividade como motor para impulsionar empreendimentos únicos e culturalmente conectados. Mapeando criativamente cinco territórios vulneráveis em São Paulo que tenham OSCs estabelecidas, promoveremos um programa de aprendizagem experiencial através de oficinas, mentorias e intercâmbios para desenvolver uma rede potente de negócios e lideranças locais. Esta proposta se alinha com os princípios dos territórios criativos, promovendo a economia criativa e o desenvolvimento sustentável nas comunidades locais.
1) OFICINAS Realizadas uma vez por mês, presencialmente, com duração de três horas. Através de uma estrutura pedagógica cuidadosamente elaborada, a jornada de aprendizagem contempla 10 macro temas essenciais: autoestima, coragem, acabativa, vocação, pertencimento, ancestralidade, identidade, parentalidade, colaboração e ambição. A cada oficina um Embaixador do dsng é convidado a estar presente criando a oportunidade de se trazer a fala de impacto e promover. Proposta de valorPara os Mentorados:Base teórica e desafio prático: Para os participantes, é a oportunidade única de mergulhar em conceitos que compõem a jornada de aprendizagem do empreendedorismo regenerativo. A cada oficina, um novo tema da jornada é inaugurado, proporcionando a base teórica e um desafio prático para ser desenvolvido ao longo do mês. Fortalecimento de vínculos: O contato presencial oferece um espaço de troca valioso, onde os mentorados podem compartilhar suas experiências, desafios e conquistas, criando uma rede de apoio que fortalece o sentimento de pertencimento. Esse engajamento é essencial para a construção de uma comunidade empreendedora colaborativa, fortalecedo as relações e vínculos entre os empreendedores e a equipe pedagógica também. Talentos emergentes e iniciativas inovadoras: Apoiadores da Escola desNegócio não apenas investem em um projeto educacional, mas também em um grupo de empreendedores que têm o potencial de criar negócios inovadores, inclusivos e sustentáveis, com potencial de nutrir parcerias estratégicas, oportunidades de negócios e visibilidade em um ecossistema crescente de economia regenerativa. 2) VIVÊNCIAS 3 vivências imersivas em que o grupo de empreendedores têm a oportunidade de conhecer de 2 a 3 negócios (por vivência) previamente selecionados com base no perfil e nas necessidades do grupo. Essas experiências imersivas expandem redes de contato, servindo como catalisadores para o desenvolvimento de um ecossistema empreendedor mais inclusivo e inovador. Ao romper limites geográficos e levar empreendedores da quebrada para outros universos, essas vivências não apenas oxigenam repertórios, mas também empodera a inovação dentro das próprias periferias. Para os Mentorados:Oxigenação e repertório: As vivências carregam o poder de transformar a visão dos empreendedores, . Essa curadoria personalizada proporciona um aprendizado direto, permitindo que os participantes absorvam práticas inovadoras de negócios que transcendem suas realidades locais, ampliando assim suas percepções sobre processos e insights que podem ser aplicados, amadurecendo sua proposta de valor. Inovação disruptiva: Ao sair de suas zonas de conforto e explorar novos contextos, os mentorados retornam com uma visão renovada, prontos para implementar estratégias criativas em suas comunidades, e com um olhar inovador sobre os desafios locais, empoderando esses empreendedores a se tornarem agentes de transformação de seus territorios. Para Patrocinadores e Investidores:Legado social e econômico: Ao investir na capacitação de empreendedores de áreas periféricas e promover o contato com negócios inovadores, os investidores ajudam a fortalecer a resiliência econômica e a fomentar o empreendedorismo regenerativo, alinhado com os ODS. Visibilidade social: Apoiando iniciativas que visam transformar comunidades, os investidores reforçam seu compromisso com práticas sustentáveis e inclusivas, destacando-se como parceiros que não só lucram, mas também geram valor social, associando as marcas a uma causa de impacto social. Acesso direto a talentos emergentes e novos mercados potenciais: Oportunidades de parcerias estratégicas, tanto com os negócios visitados quanto com os próprios mentorados, surgem como consequência natural de uma rede fortalecida, e os investidores se posicionam como parte integrante desse ecossistema inovador. Para os investidores que buscam retornos financeiros aliados a impacto social positivo, essas vivências oferecem um caminho robusto para impulsionar o empreendedorismo regenerativo, garantindo valor compartilhado e uma contribuição significativa para a transformação das comunidades e do ecossistema de negócios. Para o território:Empoderamento para a inovação local: Cada vivência traz contato com perspectivas e práticas diversas, ampliando a visão dos participantes e criando um ciclo contínuo de aprendizado e renovação. Esse acesso a novas ideias e abordagens não apenas fortalece o indivíduo, mas, ao ser compartilhado internamente, potencializa a capacidade de transformação e inovação da comunidade como um todo, gerando um impacto positivo que se reflete de dentro para fora. 3) MENTORIAS Estruturadas para responder diretamente às necessidades práticas e específicas dos empreendedores. Com duas sessões de mentoria por módulo, realizadas a cada mês, os encontros são moldados para garantir que os participantes recebam apoio personalizado e direcionado, de acordo com os desafios identificados ao longo de suas jornadas empreendedoras. Proposta de Valor para os Mentorados:Repertório técnico: Ao receber orientação de profissionais experientes, os empreendedores têm a oportunidade de expandir suas habilidades técnicas de maneira adaptada à sua realidade local e ao estágio atual de seus negócios. Além disso, essa oportunidade promove um espaço privilegiado de troca de saberes, onde não só aprendem novas técnicas, mas também têm a chance de testar, ajustar e aprimorar suas estratégias. Proposta de Valor para os Mentores:Oportunidade de expandir suas práticas e conhecimentos: aplicando suas habilidades em contextos novos e desafiadores. Essa troca não apenas transforma os negócios dos empreendedores, mas também enriquece a trajetória profissional e pessoal dos mentores. A sinergia criada entre mentores e mentorados fortalecendo redes de impacto e colaboração e promove um legado de educação, inovação e regeneração no ecossistema empreendedor. / embaixador de modulo a metodologia como um todo/ impacto na construcao do modelo Proposta de Valor para Investidores e Patrocinadores:Investimento direto em inovação social: Cada mentoria não apenas capacita um indivíduo ou grupo de empreendedores, mas cria um efeito multiplicador que reverbera nas comunidades onde esses negócios estão inseridos. Fortalecimento do ecossistema de empreendedorismo regenerativo: O impacto direto dessa ação pode ser mensurado em termos de geração de empregos, aumento da resiliência econômica local, e na redução das desigualdades 4) CAPITAL ADUBO Ao longo do programa, cada empreendedor recebe um aporte de 5 mil reais, que funciona não apenas como um suporte financeiro, mas como um material didático vivo, onde o aprendizado sobre a gestão e o investimento de recursos se torna uma experiência prática e transformadora. Proposta de Valor para os Mentorados:Desenvolvimento de habilidades essenciais de gestão financeira: Diferente de um simples apoio monetário, esse aporte é pensado como um instrumento pedagógico, permitindo que os mentorados aprendam na prática como investir em seus próprios negócios de forma estratégica e responsável. Com o acompanhamento da equipe pedagógica e mentores, eles têm a chance de experimentar, avaliar e ajustar suas decisões financeiras, criando um ciclo de aprendizado contínuo. Mentalidade de crescimento sustentável: Ao tratar o capital como um “adubo” que nutre e fortalece seus negócios, os mentorados aprendem a tomar decisões mais conscientes, alocando o dinheiro de forma que gere impacto a longo prazo. Além disso, o modelo de fundo comunitário cria uma conexão entre os empreendedores, incentivando o compartilhamento de recursos e promovendo uma visão colaborativa de sucesso, onde o crescimento individual fortalece toda a comunidade.
Objetivo Geral: Esta proposta visa fomentar e acelerar negócios criativos em áreas socioeconomicamente vulneráveis, através de uma jornada de aprendizagem em empreendedorismo regenerativo para 60 empreendedores. O projeto será realizado nos territórios periféricos da cidade de São Paulo: União de Vila Nova e Jardim Lapenna (São Miguel Paulista), Jardim Colombo (Paraisópolis), Jardim Ângela (Capão Redondo) e Pirituba. Objetivos Específicos: 1) Produto CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO 1.1 OFICINAS: realizar um total de 50 oficinas (10 por território), ao longo da jornada de aprendizagem. Realizadas mensalmente, de forma presencial e com duração de três horas, estas oficinas seguem uma estrutura pedagógica cuidadosamente elaborada. Os macro temas essenciais são: autoestima, coragem, acabativa, vocação, pertencimento, ancestralidade, identidade, parentalidade, colaboração e ambição. Em cada oficina, um convidado especial, denominado "Embaixador do dsng", é selecionado por uma curadoria para participar e contribuir com falas impactantes, promovendo discussões enriquecedoras. 1.2 MENTORIAS: realizar duas sessões mensais de mentoria por módulo, em cada território, em encontros moldados para garantir que os participantes recebam apoio personalizado e direcionado, de acordo com os desafios identificados ao longo de suas jornadas empreendedoras. Os mentores são cuidadosamente selecionados com base nos temas abordados em cada módulo, trazendo consigo uma abordagem prática e direta, focada em hard skills essenciais para o desenvolvimento de negócios. Esses profissionais oferecem instrumentos e ferramentas específicas, alinhadas com os temas mensais da jornada — garantindo que os empreendedores possam aplicar imediatamente esses aprendizados em seus próprios projetos. 2) Produto INTERCAMBIO/ RESIDÊNCIA 2.2 VIVÊNCIAS/ COMBOIO: realizar um total de 15 vivências imersivas (3 por território) ao longo da jornada de aprendizagem, em que o grupo de empreendedores têm a oportunidade de conhecer de 2 a 3 negócios (por vivência) previamente selecionados com base no perfil e nas necessidades do território participante. 3) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS 3.1 CAPITAL ADUBO (Bolsas Trabalho): Realizar um aporte de 5 mil reais para cada um dos 60 empreendedores participantes. Este recurso funcionará não apenas como um suporte financeiro, ou seja, uma BOLSA para a jornada de aprendizagem, mas como um material didático vivo, onde o aprendizado sobre a gestão e o investimento de recursos se torna uma experiência prática e transformadora. O Capital Adubo é uma solução cultural inovadora que vai além de oferecer suporte financeiro: ele promove uma nova maneira de pensar o empreendedorismo, onde o capital financeiro e o capital social andam de mãos dadas para criar um impacto duradouro. Para os mentorados, é uma oportunidade de aprender a gerir recursos com responsabilidade, enquanto para os investidores, é uma chance de apoiar um modelo sustentável de negócios. 4) Produtos AUDIOVISUAL/ PRODUÇÃO DE WEBSÉRIE A Escola de desNegócio investe em produtos audiovisuais que ampliam o entendimento sobre o empreendedorismo regenerativo e suas múltiplas facetas, com destaque para os mini docs e o podcast desNegócio. Juntos, esses produtos audiovisuais formam um ecossistema narrativo que reforça o propósito do desNegócio ao dar visibilidade e força ao empreendedorismo regenerativo — uma prática diversa e potente, capaz de gerar impacto real na comunidade e muito além dela. 4.1 WEB DOCUMENTÁRIO - realizar 60 vídeos perfis de cada empreendedor, e 1 mini-documentário ao final da jornada de aprendizagem. Profundamente enraizado na realidade dos territórios onde o programa atua, cria visibilidade para histórias de transformação, fortalecendo a economia criativa local e oferecem uma plataforma de protagonismo para os empreendedores. Desenvolvidas em parceria com produtores audiovisuais locais, a cada mês é produzido um video perfil de um dos empreendedores, capturando as trajetórias, desafios e conquistas de empreendedores locais, ao mesmo tempo que dão visibilidade a suas histórias e inspiram outros a enxergarem o potencial do empreendedorismo como ferramenta de transformação. ****Ao final da jornada, a produção de uma versão contemplando a narrativa de toda a experiência vivida. 4.2 VIDEOCAST - realizar 10 videocasts de 30 minutos de duração ao longo da jornada de aprendizagem. O podcast desNegócio desafia a visão tradicional sobre o que é empreender, oferecendo uma plataforma para questionamentos e novas perspectivas que reposicionam o empreendedorismo em um contexto regenerativo e autêntico. Em cada episódio, as entrevistas exploram as realidades e desafios de empreendedores de diversos segmentos, abordando a importância de "empreender do seu jeito" e questionando ideias vigentes. Os questionamentos e posicionamentos trazidos pelo podcast se tornam, assim, fontes ricas de reflexão e inspiração, ampliando o entendimento sobre o impacto do empreendedorismo na vida das pessoas e no fortalecimento das comunidades. 5) Produto EXPOSIÇÃO CULTURAL 5.1 FEIRA - Durante a jornada de aprendizagem, serão realizadas duas Feiras de desNegócio em parceria com instituições locais, como SENAC, Sebrae ou a câmara de comércio local, por exemplo. Representam uma oportunidade essencial para unir teoria e prática do empreendedorismo regenerativo e permitem que os mentorados apliquem os conhecimentos adquiridos, colocando seus produtos e serviços no mercado real, interagindo com consumidores e testando suas estratégias. As Feiras de desNegócio são, portanto, um elo crucial no ciclo de aprendizado e impacto do programa, beneficiando mentorados, comunidade e investidores. Mais do que testar o potencial dos negócios, esses eventos criam uma cadeia de valor compartilhada que fortalece o tecido social e econômico da comunidade. 6) Produto PESQUISA 6.1 CARTOGRAFIA DOS TERRITÓRIOS CRIATIVOS - pesquisa que realizará o mapeamento detalhado dos negócios criativos locais e das vocações empreendedoras que emergem das cinco regiões socioeconomicamente vulneráveis destacadas nesta proposta. Criado para ampliar a compreensão dos apoiadores e parceiros do desNegócio sobre o potencial do ecossistema local, este mapeamento oferece uma visão ampla dos empreendimentos, serviços e segmentos de mercado impulsionados pela comunidade, permitindo que apoiadores e investidores identifiquem oportunidades de colaboração e apoio, além de facilitar a visibilidade e conexão com a rede de empreendedores locais. Mais do que um mapa; é um ponto de encontro entre conhecimento, cultura e oportunidades de desenvolvimento, promovendo um ecossistema de colaboração que fortalece os negócios e a comunidade como um todo.
O Brasil possui mais de 17,1 milhões de pessoas vivendo em regiões periféricas, movimentando R$ 200 bilhões por ano, o que constitui a sexta maior massa de renda do país, segundo o Data Favela. A maior parte dos moradores dessas regiões tem, tinha ou quer ter um negócio, com 76% deles se considerando empreendedores e 41% possuindo um negócio próprio. No entanto, uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelou que os negócios periféricos têm, em média, 37 vezes menos capital e geram 21 vezes menos receitas que os negócios fora dessas áreas. Apesar dessas dificuldades, a capacidade de inovação em cenários desafiadores é evidente, especialmente entre as mulheres negras que compõem 70% do empreendedorismo social nas periferias. Além disso, cerca de 30% das residências nessas áreas não têm acesso à internet de qualidade, limitando ainda mais o desenvolvimento de novos negócios. Diante disso, investir em economia criativa nas periferias não apenas promove o desenvolvimento econômico, mas também combate a desigualdade social, transformando realidades e gerando impacto positivo nas comunidades locais. A Escola de DesNegócio, uma iniciativa do Instituto Nova União da Arte (NUA), ao fomentar e acelerar negócios criativos periféricos em cinco territórios socioeconomicamente vulneráveis na cidade de São Paulo, contribui não só com a erradicação dessas desigualdades mencionadas acima, como também com o Art. 3° e o cumprimento de suas finalidades expressas no Art. 1° da Lei 8313/91. Além de incentivar a formação cultural aliada ao poder das artes e da cultura para a mobilização social, a Escola de DesNegócio a) concederá bolsas de trabalho para o fomento de negócios criativos; c) promoverá cursos de caráter cultural, empreendedor e sustentável, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, na sede do Instituto NUA e seus parceiros co-realizadores; d) estimulará a participação de empreendedores criativos locais em projetos que visem à inclusão social de crianças, adolescentes e suas famílias, em especial às famílias monoparentais vulneráveis. Adicionalmente, a iniciativa contribuirá com o cenário cultural brasileiro ao IV - estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Desta forma, destacamos ser absolutamente fundamental o apoio da Lei para a realização da proposta da Escola de DesNegócio - Empreendimentos Criativos Periféricos, especialmente se destacamos no Art. 1° da Lei 8313/91 todas as razões com as quais a proposta comunga, em seus princípios: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por meio da ampliação do repertório proporcionado pelas múltiplas vivências e contatos com outros empreendedores culturais brasileiros; II - promover, estimular e valorizar a regionalização da produção cultural e artística periférica brasileira, jogando luz aos recursos humanos que a produzem e aos conteúdos locais periféricos decorrentes; III - apoiar, valorizar e ajudar a difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores por meio dos produtos audiovisuais propostos para disseminar o conjunto da obra de seis territórios socioeconomicamente vulneráveis da capital paulista; V - capitalizar o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, em suas múltiplas estruturas e diversidade de riquezas; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória local, urbana e periférica.
FUNDAMENTOS TRANSFORMADORES A Escola de desNegócio é um ativo para a economia criativa, especialmente porque fortalece e nutre o potencial que nasce e floresce na quebrada. Acelerar negócios locais é criar uma base para o empreendedorismo que desenrola, que transforma escassez de recursos em criatividade e, assim, se adapta e prospera. A escola oferece um espaço onde a criatividade é valorizada como capital — um capital semente que, ao ser cultivado com o adubo do conhecimento e das conexões, cresce forte e sustentável. No desNegócio, a criatividade deixa de ser apenas uma habilidade e se torna o motor que impulsiona negócios únicos, relevantes e culturalmente conectados. Cada projeto acelerado representa uma nova possibilidade de inovar em ambientes adversos, criando formas autênticas de empreender e transformar realidades. Em um cenário de escassez de apoio, a escola se torna o ponto de encontro entre a inovação e a resiliência, formando empreendedores capazes de gerar impacto positivo e multiplicar seu valor nas comunidades ao redor. 1. REGENERANDO O EMPREENDER COM A QUEBRADA:Diferente de tantos outros programas de empreendedorismo focados em populações periféricas, que visam apenas instrumentalizar os empreendedores no “go to market”, a metodologia do desNegócio se preocupa também com o desenvolvimento humano individual. Sua abordagem opera em duas esferas: o INTRAempreender (desenvolvimento pessoal) e o ENTREpreender, desenvolvendo habilidades técnicas e relacionais, equilibrando "soft" e "hard skills". Isso faz das mentorias mais do que simples treinamentos; elas se tornam pilares de uma capacitação holística, que fortalece o empreendedor tanto no aspecto pessoal quanto no profissional. **https://www.youtube.com/watch?v=bcsSmFTEt0s** 2. GERAÇÃO DE VALOR COMPARTILHADO:Com foco a geração de valor compartilhado essa inciativa cria impacto em cadeia, fortalecendo não só os negócios individuais, mas toda a estrutura social e econômica do território. A proposta de valor comunitária promove o empoderamento das Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e o desenvolvimento sustentável das famílias, dos pequenos negócios e da infraestrutura local. Ao apoiar lideranças comunitárias e iniciativas locais, essa abordagem impulsiona uma transformação coletiva: cada avanço de um negócio ou OSC reverbera em toda a comunidade, estimulando a autonomia, a resiliência e a colaboração. Dessa forma, a iniciativa cria um ecossistema em que o crescimento de um é o crescimento de todos, formando uma rede de impacto positivo e duradouro. 3. PROPOSTA DE VALOR PARA PATROCINADORES:Fortalecimento da Imagem e Visibilidade Positiva: Patrocinar o desNegócio coloca sua marca em destaque como parceira de uma iniciativa comprometida com o desenvolvimento social, a economia criativa e o fortalecimento comunitário. Isso reforça a reputação de sua marca como promotora de impacto positivo e inovação social.Alinhamento com Valores de Sustentabilidade e Inovação: Ao apoiar um programa baseado no empreendedorismo regenerativo, os patrocinadores demonstram compromisso com valores sustentáveis e inovadores (ESG).Impacto Mensurável e Tangível: O desNegócio gera impacto direto em comunidades, com resultados mensuráveis na formação de lideranças, geração de renda e fortalecimento de negócios locais. Patrocinadores têm acesso a métricas de impacto, podendo comunicar esses resultados em suas próprias campanhas de responsabilidade social.Acesso a uma Rede de Empreendedores e Comunidade Inovadora: Patrocinadores têm a oportunidade de se conectar com uma rede diversa de empreendedores e líderes comunitários, promovendo sinergias e abrindo portas para futuras parcerias ou colaborações com negócios de impacto.Contribuição para um Ecossistema Regenerativo e Inclusivo: Ao patrocinar o desNegócio, as empresas ajudam a construir um ecossistema de negócios que promove inclusão e regeneração, gerando impacto positivo e sustentável em comunidades periféricas e criando um legado social significativo. 4. CONEXÃO COM ODSO desNegócio colabora com diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU. Alguns dos principais ODS com os quais o desNegócio se alinha são: ODS 1: Erradicação da Pobreza – Ao apoiar empreendedores de comunidades periféricas, o desNegócio contribui para a criação de oportunidades econômicas locais, ajudando a reduzir a pobreza e promover a inclusão financeira.ODS 4: Educação de Qualidade – Por meio de mentorias, oficinas e programas de formação, o desNegócio promove o aprendizado contínuo e o desenvolvimento de habilidades técnicas e humanas, proporcionando educação prática e acessível.ODS 5: Igualdade de Gênero, promovendo a equidade ao apoiar e capacitar predominantemente mulheres negras nas periferias. Esse compromisso fortalece a autonomia econômica e social dessas empreendedoras, criando oportunidades de liderança e impacto em suas comunidades.ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico – O desNegócio incentiva o empreendedorismo regenerativo, gerando empregos e promovendo o crescimento econômico sustentável em comunidades vulneráveis.ODS 10: Redução das Desigualdades – Com foco em populações periféricas, o desNegócio busca reduzir desigualdades sociais e econômicas, proporcionando acesso a recursos, capacitação e redes de apoio para empreendedores locais.ODS 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis – Ao fortalecer negócios locais e impulsionar a economia criativa nas comunidades, o desNegócio contribui para a criação de cidades e comunidades mais inclusivas e sustentáveis.ODS 17: Parcerias e Meios de Implementação – O desNegócio trabalha em parceria com instituições, organizações e investidores para criar uma rede de apoio ao empreendedorismo regenerativo, promovendo uma colaboração essencial para o desenvolvimento local.
O detalhamento dos produtos e suas especificidades estão presentes nas respostas ao longo da apresentação desta proposta. As contrapartidas sociais incluem: I. Oferta de Bolsas II. Gratuidade em todo processo formativo com apoio de transporte quando necessárioIII. Oferecer oportunidades de aprendizagem com outros empreendedores e troca de saberes em feiras de negócios criativos
1) Produto: CURSO/ OFICINA/ CAPACITAÇÃO Medidas de Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico - salas de aprendizagem adequadas com rampas e banheiros adaptadosMedidas de Acessibilidade para PCDs Visuais - audiodescriçãoAcessibilidade para PCDs Auditivos - intérprete de librasAcessibilidade para PCDs Intelectuais - uso de linguagem simples e equipe treinada para o manejo necessário 2) Produto: INTERCÂMBIO/ RESIDÊNCIA Medidas de Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico - visitas a parceiros com arquitetura adequada (rampas e banheiros adaptados)Medidas de Acessibilidade para PCDs Visuais - audiodescriçãoAcessibilidade para PCDs Auditivos - intérprete de libras nas palestrasAcessibilidade para PCDs Intelectuais - uso de linguagem simples e equipe treinada para o manejo necessário 3) Produto: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Medidas de Acessibilidade para PCDs - uso de linguagem simples e indutores de diversidade no recrutamento e seleção de participantes da Jornada de Aprendizagem 4) Produtos: AUDIOVISUAL/ PRODUÇÃO DE WEBSÉRIE 4.1 DOCUMENTÁRIO Medidas de Acessibilidade para PCDs Visuais - audiodescriçãoAcessibilidade para PCDs Auditivos - intérprete de librasAcessibilidade para PCDs Intelectuais - uso de linguagem simples 4.2 VIDEOCAST Medidas de Acessibilidade para PCDs Visuais - audiodescriçãoAcessibilidade para PCDs Auditivos - intérprete de librasAcessibilidade para PCDs Intelectuais - uso de linguagem simples 6) Produto: EXPOSIÇÃO CULTURAL Medidas de Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico - local do evento com salas adequadas com rampas e banheiros adaptadosMedidas de Acessibilidade para PCDs Visuais - audiodescriçãoAcessibilidade para PCDs Auditivos - intérprete de librasAcessibilidade para PCDs Intelectuais - uso de linguagem simples e equipe treinada para o manejo necessário 7) Produto: PESQUISA Acessibilidade para PCDs Intelectuais - uso de linguagem simples
Em conformidade com o Art. 28. esta proposta prevê a adoção das seguintes medidas para ampliação do acesso e sua democratização: I - toda jornada de aprendizagem oferecida pela presente Proposta terá caráter social, e por isso haverá gratuidade em todo processo de recurtamento, seleção e participação dos 60 participantes beneficiados diretamente; III - será oferecido transporte gratuito aos participantes, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - serão disponibilizados, na Internet, registros audiovisuais das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, decorrentes da realização do objetivo específico relacionado aos produtos Audiovisuais (documentários e podcasts); V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
AZIZ CAMALI é um especialista em educação empreendedora com uma trajetória marcada pela inovação e impacto social. Co-fundador de iniciativas pioneiras, como a DZN, com a qual reposicionou mais de 300 negócios familiares no Brasil desde 2008, e a SKEP, que oferece jornadas de aprendizado para líderes de impacto, Aziz trabalha para transformar o ecossistema empreendedor brasileiro. Em 2018, abriu o TEDx Rio abordando empreendedorismo e educação. Cofundador do Orgânico Solidário, Aziz atua na democratização de alimentos agroecológicos e no apoio a pequenos produtores, com arrecadações de mais de 5MM em doações, impactando mais de 85 territórios e sendo uma das organizações vencedoras do Prêmio Pacto Contra a Fome 2023. Também lidera o desNegócio, um dos principais podcasts de empreendedorismo de impacto do país, e a criação de uma metodologia de aprendizagem que consolidou uma ampla rede de embaixadores. Como conselheiro, participa da Lets Fly (proteínas alternativas) e da Convita (envelhecimento ativo e cultura italiana), expandindo seu compromisso com iniciativas de impacto positivo. DIOGO BEZERRA Diogo Bezerra, é fundador da escola de idiomas PLT4WAY, uma escola para quem pode e para quem não pode pagar e da escola de programação MAIS1CODE, que da acesso ao ensino gratuito de tecnologia para jovens periféricos, Diretor de Vendas da escola de empreendedorismo regenerativo DesNegócio, membro do Conselho Nacional da Juventude, formado em Marketing, considerado um dos jovens lideres das Américas pelo governo dos Estados Unidos, além de Embaixador e Conselheiro da Brazil Conference em Harvard e no MIT. Finalista do GSEA (Global Student Entrepreneur Awards) maior competição Global de Estudantes Empreendedores do mundo, um dos Top 50 Young Global Change Maker, programa liderado pelo G20, TEDX SPEAKER e vencedor do Shark Tank Brasil. HELOIZE CAMPOS Profissional de comunicação especializada em Gestão de Comunicação e Administração de Empresas, com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento de projetos de comunicação e captação de recursos. Também possui vasta experiência em gestão de Responsabilidade Social Corporativa, Cooperações e Alianças Intersetoriais. Atualmente presta assessoria e consultoria em projetos sociais e culturais para empresas, prefeituras e organizações da sociedade civil. Em paralelo, empreende o Mercado Móbile, voltado para pequenos produtores autorais, leciona no Curso de Gestão de Projetos Sociais em Organizações do Terceiro Setor (PUC-SP/Cogeae) e realiza pesquisas qualitativas em parceria com o Grupo Mercadológica (MG) e Futura (SP). No início de sua carreira, integrou o Programa Trainee GIFE na Fundação Iochpe, uma iniciativa para a formação e profissionalização de lideranças do Terceiro Setor em parceria com a Fundação Kellogg. Coordenou a Comunicação da Associação Brasileira de Recursos Humanos onde gerenciava a comunicação do CONARH – Congresso Nacional de Profissionais do setor. Já dirigiu a comunicação de diversas organizações, como Atletas pelo Brasil e o CDI - Comitê para Democratização da Informática (atual Recode), no Rio de Janeiro. Outras experiências incluem passagens pela Globo/Comunidade Solidária, Yázigi, Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos de São Paulo, PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo / Observatório da Imprensa, Cecan de Mogi e Revista Sustentabilidade – Inovação para uma Economia Verde. De forma voluntária, atuou como presidente da ADRAT – Agência de Desenvolvimento do Alto Tietê entre 2012 e 2014. HERMES DE SOUSA Com pós-doutorado na Universidade da Vida, Hermes de Sousa é P.H.D. e mestre honorário em Favelês. Sua abordagem é a “educação roceira”, que não é grosseira, mas que vem da “rede” e não do berço. Tem inúmeros talentos. Talvez o maior deles seja enxergar a luz que há em cada um, seja no morador de rua, na criança desamparada ou no jovem que se perdeu nas drogas. Não à toa, que muitos o chamam de "pai". Instituto Nua, Escola De Baixo da Ponte,Universidade da Quebrada, Instituto Cacimba e Escola de desNegócio. São muitos os legados desse líder comunitário e empreendedor raiz. Figura carismática que saiu do Ceará em busca de uma vida melhor em São Paulo, sem saber que era ele quem traria felicidade, cuidado e prosperidade para tantas pessoas. Começou Esculpindo peças de madeira para que as crianças saíssem do lixo, ajudou a transformar um antigo lixão clandestino num bairro educador. Esse amor, devoção, poder de escuta e realização ajudou a diminuir a violência de São Miguel Paulista, que hoje é um bairro com uma deliciosa atmosfera comunitária. KARINA IMOTO É diretora criativa e pesquisadora que combina estratégia, desenvolvimento de linguagem e pesquisa para transformar a comunicação em uma ferramenta poderosa de impacto. Com um olhar cadenciado pela semiótica, filosofia da arte e educação, Karina desenvolveu uma expertise que não apenas comunica, mas reposiciona organizações, traduzindo complexidade em clareza e inovação em experiências acessíveis e inspiradoras. Como criadora do Africa Insights, núcleo de desenvolvimento de linguagem da agência Africa (reconhecida como a terceira mais criativa do mundo pelo Warc em 2021), Karina reforçou o potencial estratégico da comunicação para marcas e projetos de grande alcance. Ela também desenhou o curso Business Value of Design para a Hyper Island, conectando líderes ao valor transformador do design e da comunicação. No audiovisual, Karina trabalhou com produtoras de renome como O2, Conspiração e Academia de Filmes, participando ativamente na criação de longas, séries e campanhas que traduzem linguagem em impacto visual. Em 2017, fundou a CORA, consultoria dedicada à pesquisa de linguagem e à captura de imaginários, reposicionando marcas como Itaú, Natura, Vivo e Heineken, com uma visão comprometida com imaginários saudáveis e inspiradores. Desde 2021, sua trajetória também abraça o impacto social: é mentora de comunicação para impacto na Ago Social, facilitadora de comunicação no Instituto NUA e cofundadora da Escola de desNegócio, onde desenvolve estratégias e metodologias que conectam propósito e ação em uma jornada de transformação real.
PROJETO ARQUIVADO.