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Recicle é uma iniciativa de economia criativa que acontece na cidade de Pelotas, a partir de materiais recicláveis. O projeto reunirá 60 mulheres, preferencialmente acima dos 60 anos ou em vulnerabilidade sócio, econômica ou ambiental, para a criação, confecção e produção de 600 peças utilitárias (ecobags), feitas a partir do reaproveitamento de tecidos diversos, uniformes e roupas e que serão integralmente doadas a comunidade escolar, visitantes da OTROPORTO e da Zona Portuária de Pelotas.
Não se aplica.
Objetivo Geral Capacitar grupos de mulheres, através da costura e arte criativa, a criarem peças diversas a partir do reaproveitamento de uniformes e roupas descartadas. Objetivos Específicos - Produzir no mínimo 600 peças de moda reciclável. - Municiar entidades, instituições e lares assistenciais com as 600 peças de ecobags produzidos; - Capacitar 60 mulheres, gerando oportunidade de trabalho e renda.
A cidade de Pelotas, localizada no sul do Rio Grande do Sul, enfrenta desafios significativos em relação ao desperdício têxtil e ao impacto ambiental. A intensa atividade industrial e portuária gera um volume substancial de resíduos têxteis, incluindo uniformes descartados de trabalhadores portuários. Esse desperdício não só sobrecarrega os sistemas de gerenciamento de resíduos locais, como também contribui para a poluição ambiental, exacerbando problemas como a contaminação do solo e a emissão de gases de efeito estufa. Além dos desafios ambientais, Pelotas e outras cidades do Brasil enfrentam problemas socioeconômicos que afetam a qualidade de vida de suas comunidades. Muitas artesãs e costureiras locais vivem em condições de desigualdade econômica e exclusão social, enfrentando barreiras que limitam seu acesso a mercados, recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional. A falta de capacitação adequada e a ausência de infraestrutura apropriada dificultam que essas mulheres possam alcançar seu pleno potencial econômico, perpetuando um ciclo de vulnerabilidade. A comunidade local, incluindo empresas e indivíduos, muitas vezes carece de uma compreensão clara dos benefícios da reciclagem e do consumo consciente. Isso resulta em práticas de descarte inadequadas e em uma subvalorização dos materiais recicláveis, o que agrava os problemas ambientais e reduz as oportunidades de desenvolvimento sustentável. O projeto Recicle oferece uma abordagem integrada e inovadora para enfrentar esses desafios. Ao reaproveitar roupas e uniformes descartados, o projeto não só reduz o desperdício têxtil, mas também promove práticas de economia circular, conservando recursos naturais e diminuindo as emissões de gases de efeito estufa. Isso contribui significativamente para a sustentabilidade ambiental da região. Além disso, o projeto Recicle proporciona às mulheres artesãs e costureiras locais as ferramentas e habilidades necessárias para transformar resíduos têxteis em produtos de valor agregado. A aquisição de maquinário e a oferta de capacitações fortalecem a economia criativa local, criando novas oportunidades de geração de renda e promovendo a inclusão econômica dessas mulheres. Ao empoderar essas artesãs e costureiras, o projeto ajuda a romper o ciclo de vulnerabilidade, promovendo a autossuficiência e a segurança econômica. O público-alvo do projeto Recicle são mulheres artesãs e costureiras locais de Pelotas e região, que enfrentam desafios econômicos e sociais significativos. Estas mulheres, muitas vezes, vivem em condições de vulnerabilidade e têm acesso limitado a recursos e oportunidades que poderiam melhorar suas condições de vida e potencializar suas habilidades. Atualmente, essas artesãs e costureiras enfrentam dificuldades para acessar mercados e obter os insumos necessários para suas atividades. Muitas trabalham em condições precárias, sem acesso a equipamentos adequados ou capacitação profissional, o que limita suas oportunidades de gerar uma renda substancial e sustentável. Além disso, a falta de infraestrutura e suporte técnico frequentemente resulta em baixa competitividade e dificuldades para expandir seus negócios. A realidade dessas mulheres é marcada por uma alta taxa de informalidade no trabalho, insegurança econômica e uma ausência de redes de apoio que possam fornecer as ferramentas e conhecimentos necessários para seu desenvolvimento profissional. A falta de consciência e capacitação em práticas sustentáveis também contribui para a dificuldade em incorporar técnicas de upcycling e reciclagem em suas atividades diárias. Os impactos esperados do projeto Recicle para esse público-alvo são significativos e multifacetados. Primeiramente, a aquisição de maquinário e a estruturação do grupo Recicle em Pelotas proporcionarão às mulheres participantes acesso a equipamentos modernos e adequados para a produção de novos produtos a partir de uniformes reaproveitados. Isso permitirá que elas melhorem a qualidade de seus produtos, aumentem sua capacidade produtiva e tenham acesso a mercados mais amplos. A capacitação oferecida através do projeto será crucial para aprimorar as habilidades dessas mulheres em técnicas de upcycling e gestão de negócios. Com treinamentos específicos e suporte técnico, elas poderão transformar resíduos têxteis em produtos de valor agregado, contribuindo para o desenvolvimento de uma economia circular e sustentável. Esse empoderamento profissional não só ajudará a aumentar sua renda, mas também fortalecerá sua autoconfiança e capacidade empreendedora. Além disso, o projeto Recicle promoverá uma maior conscientização sobre práticas de reciclagem e sustentabilidade, tanto entre as participantes quanto na comunidade em geral. Pertinente às finalidades previstas na Lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com relação ao enquadramento no Art. 3º da Lei, para fins de cumprimento das finalidades expressas acima, o projeto atende aos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura, sendo que, neste caso, a lei não é clara em objetivos voltados à design, ao artesanato ou produção artesanal, e valorização da cultura na produção de peças para figurino, vestuário e afins.
Não se aplica.
Não se aplica.
Acessibilidade Física · Adequação do Espaço de Trabalho: Garantir que o local onde as atividades do projeto ocorrerão (oficinas, espaço de produção e eventos) seja acessível a pessoas com mobilidade reduzida ou deficiências físicas. Isso inclui: o Rampas de acesso e portas largas para cadeirantes; o Banheiros acessíveis com barras de apoio e espaço adequado; o Corredores livres de obstáculos para facilitar a circulação. · Sinalização e Orientação: Instalar sinalizações visuais claras e, se possível, táteis em todo o espaço, facilitando a orientação para pessoas com deficiência visual. Essas sinalizações podem indicar as diferentes áreas de trabalho e saídas de emergência. 2. Acessibilidade de Conteúdo · Materiais em formatos acessíveis: Todo o conteúdo dos treinamentos, workshops e materiais de divulgação devem ser adaptados para diferentes formatos, como: o Documentos em texto com formatação simplificada, fonte de tamanho adequado e contraste de cor para facilitar a leitura de pessoas com baixa visão; o Legendas em vídeos e materiais visuais para pessoas com deficiência auditiva. · Linguagem simples e direta: Usar uma linguagem clara e acessível em todas as comunicações, evitando termos técnicos e complexos, para que todas as participantes possam entender plenamente o conteúdo, independentemente de seu nível educacional. · Tradução em libras (Língua Brasileira de Sinais): Oferecer intérpretes de Libras durante os treinamentos, workshops e eventos para que, em casos de necessidade, pessoas surdas possam acompanhar e participar ativamente das atividades. 3. Acessibilidade Atitudinal · Sensibilização da equipe: oferecer treinamentos para toda a equipe do projeto, incluindo facilitadores e organizadores, sobre atitudes inclusivas e respeito à diversidade. Esse treinamento deve abordar a conscientização sobre as necessidades das pessoas com deficiência, promovendo o respeito e a valorização das diferenças. · Atendimento personalizado: incentivar a equipe a adotar uma postura aberta e empática, oferecendo assistência individualizada conforme necessário. Isso pode incluir o ajuste das atividades práticas de acordo com as capacidades e necessidades de cada participante, garantindo que todos tenham as mesmas oportunidades de aprendizagem e envolvimento. · Promoção de um ambiente inclusivo: Criar um ambiente acolhedor e respeitoso, onde todas as participantes, independentemente de suas características, se sintam valorizadas e parte integrante do projeto. A inclusão deve ser promovida ativamente, evitando preconceitos ou discriminações.
As ações do projeto objetivam: - Incentivo à participação de grupos sub-representados: promover a participação de grupos em situação de vulnerabilidade social, como mulheres de baixa renda, pessoas com deficiência, idosos, jovens em situação de risco e minorias étnicas, população transgênero e travesti, criando mecanismos para que esses grupos tenham prioridade ou condições facilitadas de acesso. - Capacitação de mulheres empreendedoras: focar nas mulheres artesãs e costureiras como público prioritário, oferecendo oportunidades de capacitação e geração de renda, promovendo empoderamento social e econômico. - Parceiros locais: estabelecer parcerias com organizações não governamentais (ONGs), associações comunitárias e serviços de assistência social que possam identificar e apoiar a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade no projeto.
Nome completo: OTROPORTO Função no projeto: Captação de recursos Currículo: ANEXADO aos documentos do proponente Nome completo: DUDA KEIBER (222 CONTEÚDO CRIATIVO - CNPJ nº 14.633.954/0001-46 Função no projeto: Coordenação Geral Currículo: EM ANEXO. “João Eduardo Keiber é produtor cultural com diversos projetos aprovados e executados via leis de incentivo e fundos de apoio à cultura. É escritor. Autor de O Outro lado da palavra, Potchua Babulenka (2010) e O Herege (2019). Idealizou e coordenou as três edições do Festival Manuel Padeiro, dos três volumes do Almanaque do Bicentenário de Pelotas, das duas edições do Pelotas Jazz Festival, e das duas edições do álbum histórico Figurinhas de Pelotas e Figurinhas de Rio Grande/RS, autor e produtor executivo dos projetos Porto Memória, Cruzeiro do Saber, OTROPORTO Rede de Economia Criativa, Oficinas de Música do CCMar, Laboratório Faber Sapiens, Galeria de Arte da OTROPORTO, e do Festival Spraysons.” Nome completo: MARIANA HEINECK - CNPJ nº 17.826.062/0001-50 Função no projeto: Coordenação de Produção Currículo: EM ANEXO.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.