Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2413183Expirado o prazo de captação totalMecenato

REVITALIZAÇÃO DO MUSEU DA CÂMARA DE VEREADORES DE CURITIBA

ASSOCIACAO DOS SERVIDORES DA CAMARA MUNICIPAL DE CTBA
Solicitado
R$ 21,95 mi
Aprovado
R$ 21,95 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Criação Implantaç (Proj Construç Restaur Reforma)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-12-01
Término
2026-03-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Promover a revitalização do Museu da Associação dos Servidores da Câmara Municipal de Curitiba, sediado em prédio histórico da capital paranaense e que consta com vasto acervo a ser disponibilizado para visitação pública.

Sinopse

Restaurar o “Museu da Associação dos Servidores da Câmara Municipal de Curitiba-Pr”, como instituição permanente que terá como função promover exposições itinerantes e permanentes, a conservação de coleções, cursos e eventos destinados à preservação da Cultura e do conhecimento, agregando sua função museal a serviço da sociedade, com estimativa de visitação média de 50.000 pessoas/ano.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Restaurar o "Museu da Câmara Municipal de Curitiba-Pr", como instituição permanente que terá como função promover exposições itinerantes e permanentes, a conservação de coleções, cursos e eventos destinados à preservação da Cultura e do conhecimento, agregando sua função museal a serviço da sociedade. OBJETIVOS: · Restaurar, no município de Curitiba-Pr, o "Museu da Câmara Municipal de Curitiba", visando promover exposições permanentes, a conservação de coleções, a promoção de exposições itinerantes, cursos e eventos destinados à preservação da Cultura e do conhecimento, com estimativa de visitação de 50.000 pessoas/ano; · Agregar a função Museal ao Museu, como referência significativa de fomentador de conhecimento e seu papel na sociedade enquanto disseminador de Cultura, permitindo ao visitante associar informações em diferentes contextos: Exposições permanentes de Acervos, Exposições Itinerantes, Mídias Interativas e outras atividades museais; · Buscar uma construção histórica acerca da cultura paranaense, do Brasil e do mundo, alicerçada em acervos museais, tendo como referência a sua função educativa, social, histórica e cultural; · Estabelecer uma conexão efetiva entre Acadêmicos e Docentes das escolas de Curitiba e Região com Monitores e Coordenação do Museu, visando a interação Escola e Museu, procurando sobre a importância do movimento museal na formação cidadã e nos diversos campos do conhecimento; · Possibilitar a realização de cursos de capacitação nas áreas de Museologia a profissionais da área, educadores, acadêmicos e colaboradores de diversos centros culturais do País;

Justificativa

Em todo o mundo, os Memoriais e Museus representam um marco significativo no processo de construção e reconstrução da história a partir da narrativa, de objetos, de documentos e informações que contribuem para a perpetuação da história de um povo, de uma nação, de uma crença e de culturas diversas. Seu papel educacional é de fundamental importância para a sociedade e cresce à medida que se converte o interesse por pesquisadores, acadêmicos, historiadores e sociedade em geral acerca dos temas que os Memoriais e Museus se propõem a preservar e a disseminar. Nos aspectos da Lei Federal de Incentivo à Cultura _ Lei 8.313/91, o Projeto tem amparo nos seguintes artigos e incisos: Art. 1° itens VI preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3º Item I) incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folcloreÍ; Item III preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos. Por ser um projeto com ações inteiramente gratuitas e voltados à grande massa populacional sem qualquer incentivo privado ou de outras inciativas, faz-se de fundamental importância parceria com o Governo Federal/Secretaria Especial da Cultura/Programa Nacional de Apoio à Cultura/Lei Federal de Incentivo à Cultura, para a manutenção das atividades do Museu. O Museu, será um espaço museal a serviço da sociedade e visará desempenhar seu papel educativo em uma sociedade cada vez mais globalizada, em um processo de mudanças e aprendizagem conceitual, tendo como foco a manutenção das origens, a disseminação e os aspectos gerais da cultura paranaense e mundial. O Museu não será um local estático, mas sim concebido como um espaço de memória e conhecimento da história e patrimônio cultural do estado, que contribuirá constantemente para o desenvolvimento cultural da região através da visitação permanente de seu acervo, exposições itinerantes, cursos e eventos e para cumprir seu papel enquanto agente de ação social e cultural contará com os seguintes espaços: · Recepção; · Biblioteca; · Sala de Acervos Permanentes; · Sala de Exposições; · Auditório; · Sala de Eventos; · Salas de Apoio. No contexto de disseminação da Cultura a seus visitantes, pesquisadores e acadêmicos, o Museu desenvolverá sistemas de atendimento que nortearão com clareza seu papel enquanto agente educador, que passará pelos mecanismos de pesquisas em relação a seu acervo, visitas monitoradas às exposições itinerantes, cursos de capacitação, assim como a produção de materiais de apoio e didáticos para workshops oferecidos. Desta forma, o Museu dialogará mais com seu público e mobilizará recursos no sentido de termos um empreendimento a serviço da sociedade onde sua missão principal não será somente a preservação de acervos existentes, mas a busca incessante de se manter viva a cultura e contribuir na difusão a memória, na busca de uma prática educativa que se faça compreender que cada cidadão tenha com o patrimônio cultural o comprometimento na construção permanente do conhecimento e na preservação da história.

Estratégia de execução

IMPACTO AMBIENTAL Para a execução do Projeto de revitalização do Museu, seguiremos rigorosamente as Leis Ambientais que regem o Setor no que diz respeito ao manejo de resíduos. Sabe-se que a Construção Civil é reconhecida como uma das mais importantes atividades para o desenvolvimento econômico e social, e, por outro lado, comporta-se, ainda, como grande geradora de impactos ambientais, quer seja pelo consumo de recursos naturais, pela modificação da paisagem ou pela geração de resíduos. Segundo a Resolução 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA (2002), os resíduos de construção civil são: “os provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica etc., comumente chamados de entulhos de obras, caliças ou metralha (CONAMA, 2002).” Entende-se que com a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental são esperados fatores que venham trazer ganhos importantes para Museu, quanto para o meio ambiente, tais como: · Redução de desperdícios (economizar em transporte e armazenamento, baixar, em alguns casos, os valores dos prêmios de seguro e diminuir gastos com segurança e proteção à saúde). · Tecnologias novas (instalação para redução ou prevenção da geração de resíduos; modificação de equipamentos, para estimular a recuperação ou a reciclagem; aumento da eficiência operacional de equipamentos e instalações de produção, para a redução no consumo de matérias-primas e de energia). · Garantia de melhor desempenho ambiental; · Boa reputação nos órgãos ambientais, na comunidade e ONGs. · Prevenção de riscos (acidentes ambientais, multas, ações judiciais, danos à imagem, passivos ambientais, paralisações, perda de competitividade etc.).

Especificação técnica

PROJETO: MUSEU DOS SERVIDORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA LOCAL: Curitiba – Paraná ESTIMATIVA DE VISITAÇÃO/ANO: 50.000 pessoas FORMA DE ACESSO: Gratuito. FAIXA ETÁRIA: Livre para todos os públicos

Acessibilidade

NORMAS DE ACESSIBILIDADE AO MUSEU DA CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA As normas de Acessibilidade ao Museu, devidamente detalhadas nos Projetos Executivos apresentados no processo de prestação de contas, estão em conformidade com a NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 9050:2004 que trata de acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, disponível no Portal do Ministério da Justiça, em sua íntegra. 1 Objetivo 1.1 Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. 1.2 No estabelecimento desses critérios e parâmetros técnicos foram consideradas diversas condições de mobilidade e de percepção do ambiente, com ou sem a ajuda de aparelhos específicos, como: próteses, aparelhos de apoio, cadeiras de rodas, bengalas de rastreamento, sistemas assistivos de audição ou qualquer outro que venha a complementar necessidades individuais. 1.3 Esta Norma visa proporcionar à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção, a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos. 1.3.1 Todos os espaços, edificações, mobiliário e equipamentos urbanos que vierem a ser projetados, construídos, montados ou implantados, bem como as reformas e ampliações de edificações e equipamentos urbanos, devem atender ao disposto nesta Norma para serem considerados acessíveis. 1.3.2 Edificações e equipamentos urbanos que venham a ser reformados devem ser tornados acessíveis. Em reformas parciais, a parte reformada deve ser tornada acessível. 1.3.3 As edificações residenciais multifamiliares, condomínios e conjuntos habitacionais devem ser acessíveis em suas áreas de uso comum, sendo facultativa a aplicação do disposto nesta Norma em edificações unifamiliares. As unidades autônomas acessíveis devem ser localizadas em rota acessível. 1.3.4 As entradas e áreas de serviço ou de acesso restrito, tais como casas de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico etc., não necessitam ser acessíveis. 2 Referências normativas As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento. Lei Federal nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, incluindo decretos de regulamentação e resoluções complementares - Código de Trânsito Brasileiro ABNT NBR 9077:2001 – Saídas de emergência em edifícios – Procedimento ABNT NBR 9283:1986 – Mobiliário urbano – Classificação ABNT NBR 9284:1986 – Equipamento urbano – Classificação ABNT NBR 10283:1988 – Revestimentos eletrolíticos de metais e plásticos sanitários - Especificação ABNT NBR 10898:1999 – Sistema de iluminação de emergência ABNT NBR 11003:1990 – Tintas – Determinação da aderência – Método de ensaio ABNT NBR 13994:2000 – Elevadores de passageiros – Elevadores para transporte de pessoa portadora de deficiência. 3 Definições Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições: 3.1 acessibilidade: Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos. 3.2 acessível: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que possa ser alcançado, acionado, utilizado e vivenciado por qualquer pessoa, inclusive aquelas com mobilidade reduzida. O termo acessível implica tanto acessibilidade física como de comunicação. 3.3 adaptável: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características possam ser alteradas para que se torne acessível. 3.4 adaptado: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características originais foram alteradas posteriormente para serem acessíveis. 3.5 adequado: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características foram originalmente planejadas para serem acessíveis. 3.6 altura: Distância vertical entre dois pontos. 3.7 área de aproximação: Espaço sem obstáculos para que a pessoa que utiliza cadeira de rodas possa manobrar, deslocar-se, aproximar-se e utilizar o mobiliário ou o elemento com autonomia e segurança. 3.8 área de resgate: Área com acesso direto para uma saída, destinada a manter em segurança pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, enquanto aguardam socorro em situação de sinistro. 3.9 área de transferência: Espaço necessário para que uma pessoa utilizando cadeira de rodas possa se posicionar próximo ao mobiliário para o qual necessita transferir-se. 3.10 barreira arquitetônica, urbanística ou ambiental: Qualquer elemento natural, instalado ou edificado que impeça a aproximação, transferência ou circulação no espaço, mobiliário ou equipamento urbano. 3.11 calçada: Parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário, sinalização, vegetação e outros fins - Código de Trânsito Brasileiro. 3.12 calçada rebaixada: Rampa construída ou implantada na calçada ou passeio, destinada a promover a concordância de nível entre estes e o leito carroçável. 3.13 circulação externa: Espaço coberto ou descoberto, situado fora dos limites de uma edificação, destinado à circulação de pedestres. As áreas de circulação externa incluem, mas não necessariamente se limitam a, áreas públicas, como passeios, calçadas, vias de pedestres, faixas de travessia de pedestres, passarelas, caminhos, passagens, calçadas verdes e pisos drenantes entre outros, bem como espaços de circulação externa em edificações e conjuntos industriais, comerciais ou residenciais e centros comerciais. 3.14 deficiência: Redução, limitação ou inexistência das condições de percepção das características do ambiente ou de mobilidade e de utilização de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos, em caráter temporário ou permanente. 3.15 desenho universal: Aquele que visa atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensoriais da população. 3.16 elemento: Qualquer dispositivo de comando, acionamento, comutação ou comunicação. São exemplos de elementos: telefones, intercomunicadores, interruptores, torneiras, registros, válvulas, botoeiras, painéis de comando, entre outros. 3.17 equipamento urbano: Todos os bens públicos e privados, de utilidade pública, destinados à prestação de serviços necessários ao funcionamento da cidade, implantados mediante autorização do poder público, em espaços públicos e privados. 3.18 espaço acessível: Espaço que pode ser percebido e utilizado em sua totalidade por todas as pessoas, inclusive aquelas com mobilidade reduzida. 3.19 faixa elevada: Elevação do nível do leito carroçável composto de área plana elevada, sinalizada com faixa de travessia de pedestres e rampa de transposição para veículos, destinada a promover a concordância entre os níveis das calçadas em ambos os lados da via. 3.20 faixa livre: Área do passeio, calçada, via ou rota destinada exclusivamente à circulação de pedestres. 3.21 faixa de travessia de pedestres: Sinalização transversal às pistas de rolamento de veículos, destinada a ordenar e indicar os deslocamentos dos pedestres para a travessia da via - Código de Trânsito Brasileiro. 3.22 fatores de impedância: Elementos ou condições que possam interferir no fluxo de pedestres. São exemplos de fatores de impedância: mobiliário urbano, entradas de edificações junto ao alinhamento, vitrines junto ao alinhamento, vegetação, postes de sinalização, entre outros. 3.23 foco de pedestres: Indicação luminosa de permissão ou impedimento de locomoção na faixa apropriada - Código de Trânsito Brasileiro. 3.24 guia de balizamento: Elemento edificado ou instalado junto aos limites laterais das superfícies de piso, destinado a definir claramente os limites da área de circulação de pedestres, perceptível por pessoas com deficiência visual. 3.25 impraticabilidade: Condição ou conjunto de condições físicas ou legais que possam impedir a adaptação de edificações, mobiliário, equipamentos ou elementos à acessibilidade. 3.26 linha-guia: Qualquer elemento natural ou edificado que possa ser utilizado como guia de balizamento para pessoas com deficiência visual que utilizem bengala de rastreamento. 3.27 local de reunião: Espaço interno ou externo que acomoda grupo de pessoas reunidas para atividade de lazer, cultural, política, social, educacional, religiosa ou para consumo de alimentos e bebidas. 3.28 mobiliário urbano: Todos os objetos, elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana, de natureza utilitária ou não, implantados mediante autorização do poder público em espaços públicos e privados. 3.29 orla de proteção: Elemento edificado ou instalado, destinado a constituir barreira no piso para proteção de árvores, áreas ajardinadas, espelhos d’água e espaços similares. 3.30 passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de pedestres - Código de Trânsito Brasileiro. 3.31 passeio: Parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso separada por pintura ou elemento físico, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas - Código de Trânsito Brasileiro. 3.32 pessoa com mobilidade reduzida: Aquela que, temporária ou permanentemente, tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo. Entende-se por pessoa com mobilidade reduzida, a pessoa com deficiência, idosa, obesa, gestante entre outros. 3.33 piso cromo-diferenciado: Piso caracterizado pela utilização de cor contrastante em relação ás áreas adjacentes e destinado a constituir guia de balizamento ou complemento de informação visual ou tátil, perceptível por pessoas com deficiência visual. 3.34 piso tátil: Piso caracterizado pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente, destinado a constituir alerta ou linha guia, perceptível por pessoas com deficiência visual. 3.35 rampa: Inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento. Consideram-se rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%. 3.36 reforma: Intervenção física em edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que implique a modificação de suas características estruturais e funcionais. 3.37 rota acessível: Trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência. A rota acessível externa pode incorporar estacionamentos, calçadas rebaixadas, faixas de travessia de pedestres, rampas, etc. A rota acessível interna pode incorporar corredores, pisos, rampas, escadas, elevadores etc. 3.38 rota de fuga: Trajeto contínuo, devidamente protegido proporcionado por portas, corredores, antecâmeras, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário, em caso de um incêndio de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço externo, protegido do incêndio. 3.39 superfície de trabalho: Área para melhor manipulação, empunhadura e controle de objetos. 3.40 tecnologia assistiva: Conjunto de técnicas, aparelhos, instrumentos, produtos e procedimentos que visam auxiliar a mobilidade, percepção e utilização do meio ambiente e dos elementos por pessoas com deficiência. 3.41 uso comum: Espaços, salas ou elementos externos ou internos que são disponibilizados para o uso de um grupo específico de pessoas (por exemplo, salas em edifício de escritórios, ocupadas geralmente por funcionários, colaboradores e eventuais visitantes). 3.42 uso público: Espaços, salas ou elementos externos ou internos que são disponibilizados para o público em geral. O uso público pode ocorrer em edificações ou equipamentos de propriedade pública ou privada. 3.43 uso restrito: Espaços, salas ou elementos internos ou externos que são disponibilizados estritamente para pessoas autorizadas (exemplos: casas de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico e espaços similares). 3.44 visitável: Parte de unidade residencial, ou de unidade para prestação de serviços, entretenimento, comércio ou espaço cultural de uso público que contenha pelo menos um local de convívio social acessível e um sanitário unissex acessível. NORMAS DE ACESSIBILIDADE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL Acesso de Conteúdo · Material impresso em braile (rubrica prevista na orçamentação do Projeto); Acesso Físico · Pisos táteis (Previsto no Projeto de Construção e Museográficos – Pronacs 17.5868 e 21.1755); · Rampas de acesso (Previsto no Projeto de Construção e Museográficos – Pronacs 17.5868 e 21.1755); · Elevadores (Previsto no Projeto de Construção e Museográficos – Pronacs 17.5868 e 21.1755); · Permitida a entrada com cães guias. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA Acesso de Conteúdo · Contratação de especialista em LIBRAS – Linguagem Brasileira de Sinais (rubrica expressa na orçamentação do Projeto). Acesso Físico · Reservas de assentos e locais especiais; · Rampas de acesso (Previsto no Projeto de Construção e Museográficos – Pronacs 17.5868 e 21.1755); · Elevadores (Previsto no Projeto de Construção e Museográficos – Pronacs 17.5868 e 21.1755). PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA Acesso de Conteúdo · Os locais das exposições são inteiramente adaptados para este público e não requerem rubricas específicas ao projeto em questão. Acesso Físico: · Reservas de assentos e locais especiais; · Rampas de acesso (Previsto no Projeto de Construção e Museográficos – Pronacs 17.5868 e 21.1755); · Elevador (Previsto no Projeto de Construção e Museográficos – Pronacs 17.5868 e 21.1755). PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL · Permitir entrada com acompanhantes; · Capacitar os monitores do projeto para atendimento deste público. EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL Acesso de Conteúdo · Material impresso em braile (rubrica prevista na orçamentação do Projeto); Acesso Físico · Pisos táteis; · Rampas de acesso; · Elevador; · Permitida a entrada com cães guias. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA Acesso de Conteúdo · Contratação de especialista em LIBRAS – Linguagem Brasileira de Sinais (rubrica expressa na orçamentação do Projeto). Acesso Físico · Reservas de assentos e locais especiais; · Rampas de acesso PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA Acesso de Conteúdo · Os locais das exposições são inteiramente adaptados para este público e não requerem rubricas específicas ao projeto em questão. Acesso Físico: · Reservas de assentos e locais especiais; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL · Permitir entrada com acompanhantes; · Capacitar os monitores do projeto para atendimento deste público. BIBLIOTECA VIRTUAL – EXPOSIÇÃO DE ACERVO/CONTEÚDO VIRTUAL PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL Acesso de Conteúdo · Conteúdo disponibilizado em Sítios em W3C, conforme orçamentação em Planilha Orçamentária. Acesso Físico · O acesso físico do internauta será feito de forma remota, com equipamentos de sua aquisição e/ou empréstimo de uso diário, sendo o proponente o responsável pelo acesso de conteúdo à programação. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA Acesso de Conteúdo · Contratação de especialista em LIBRAS – Linguagem Brasileira de Sinais (rubrica expressa na orçamentação do Projeto), para produção de conteúdo. · Conteúdos de Sítios em W3C – expressos no orçamento do Projeto. Acesso Físico · O acesso físico do internauta será feito de forma remota, com equipamentos de sua aquisição e/ou empréstimo de uso diário, sendo o proponente o responsável pelo acesso de conteúdo à programação. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA Acesso de Conteúdo · A forma de visitação não implica em qualquer impossibilidade de acesso por parte de pessoas com deficiência física. Acesso Físico: · O acesso físico do internauta será feito de forma remota, com equipamentos de sua aquisição e/ou empréstimo de uso diário, sendo o proponente o responsável pelo acesso de conteúdo à programação.

Democratização do acesso

Em conformidade como Art. 29 da Instrução Normativa 11/2024 do Ministério da Cultura, o Proponente compromete-se a realizar as medidas de Democratização de acesso ao Projeto, que melhor se adequam às características de públicos impactados e otimização dos resultados culturais, sociais, econômicos e educacionais. Dos produtos culturais resultantes dos projetos, doar os seguintes percentuais abaixo discriminados: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Como complemento às ações do Projeto, o Proponente adotará ações, em conformidade com o Art. 30 da Instrução Normativa 11/2024, que compreenderão em: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

PROPONENTE: ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA São atribuições do Proponente: · Zelar pela contratação dos profissionais a serem contratados para a execução do Projeto, assim como o perfil deles; · Zelar pelo rigoroso cumprimento da legislação que rege os benefícios fiscais voltados ao incentivo à cultura; · Cumprir e fazer cumprir os objetivos do presente projeto; · Manter em ordem os arquivos de pagamentos do Projeto; · Apresentar relatórios quantitativos e qualitativos sempre que necessários; · Fazer cumprir o projeto pedagógico do Projeto e adaptá-lo quando necessário, sempre comunicando ao Ministério da Cultura; · Zelar pela aquisição de materiais, respeitando sempre as condições de melhores preços e qualidade; · Apresentar relatórios a patrocinadores e Governo Federal sempre que solicitado; · Manter relatórios de frequência dos assistidos pelo Projeto juntamente aos professores e técnicos contratados, quando o projeto requerer; · Averiguar a frequência e rendimento na escola a que estão vinculados, como premissa de participação no Projeto, de acordo com a natureza do Projeto; · Responder diligências do Projeto em quaisquer fases de análise e/ou execução dele, mesmo após a apresentação da prestação de contas junto ao Ministério da Cultura. PRODUTOR EXECUTIVO: LEIRTON MARQUES Atribuições do Produtor Executivo Após apresentado e aprovado, ele deve ser desdobrado em uma sequência lógica de atividades que custe o mínimo possível, preveja equívocos e opções possíveis. O produtor executivo lida com imprevistos e orienta todos os envolvidos sobre como proceder e dará suporte ao Proponente e técnicos do Projeto em: Ø Integração do Projeto/Patrocinador/Sociedade/Cliente; Ø Gerenciamento do Escopo; Ø Gerenciamento de Cronograma; Ø Gerenciamento de Custos; Ø Gerenciamento de Qualidade; Ø Gerenciamento de Recursos Humanos; Ø Gerenciamento de Comunicação; Ø Gerenciamento de Riscos; Ø Gerenciamento de Aquisições. FORMAÇÃO ACADÊMICA CURSO: GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INSTITUIÇÃO: FACULDADE POSITIVO CONCLUSÃO: 2015 CURSO: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE FILADÉLFIA CONCLUSÃO: 2007 G.B.A. COAHCING COM PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA INSTITUIÇÃO: FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS/LONDRINA CONCLUSÃO: NOVEMBRO/2019 M.B.A. GESTÃO DE PROJETOS INSTITUTIÇÃO: SENAI/FLORIANÓPOLIS CONCLUSÃO: JULHO/2012 PÓS-GRADUAÇÃO: ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CONCLUSÃO: JULHO/2010 DISSERTAÇÃO: MARKETING E SUSTENTABILIDADE: OS DESAFIOS DO MERCADO VERDE PÓS-GRADUAÇÃO: ADMINISTRAÇÃO E MARKETING INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CONCLUSÃO: MARÇO DE 2009 DISSERTAÇÃO: ANÁLISE DA GESTÃO DO MARKETING CULTURAL ATRAVÉS DA LEI ROUANET EM EMPRESAS DO ESTADO DO PARANÁ EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL EMPRESA: HEMIZE CONSULTORIA EM PROJETOS LTDA (HEMIZE PROJETOS) CARGO: SÓCIO-GERENTE – DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS PERÍODO: DESDE 19/02/2016 EMPRESA: CULTURA INTERATIVA S/C LTDA CARGO: SÓCIO-GERENTE – DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS PERÍODO: 10/05/2001 A 18/02/2016 EMPRESA: PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRINHAS PAULISTA CARGO INICIAL: MAESTRO CARGO FINAL: SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA PERÍODO: 03/04/1995 A 31/12/1996 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CARGO INICIAL: AUXILIAR ADMINISTRATIVO CARGO FINAL: TÉCNICO ADMINISTRATIVO PERÍODO: 15/08/1985 A 30/12/2000 PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS CULTURAIS PONTUAIS REALIZADOS NO PERÍODO DE 2000 a 2020 EVENTO: FESTIVAL DE MÚSICA DE LONDRINA PROMOTOR: GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ CARGO: ASSESSOR TÉCNICO PERÍODO: 1 998 A 2 000 PROJETO: PROGRAMA CULTURA INTERATIVA - TV TAROBÁ PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO CULTURA INTERATIVA CO-PROMOTOR: CULTURA INTERATIVA S/C LTDA PERÍODO: MARÇO DE 2000 JUNHO DE 2004 CARGO: APRESENTADOR PROJETO: MARIMBA SOLO PROMOTOR: JOSÉ MARCELLO DIAS CASAGRANDE PERÍODO: 2001 A 2002 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ESPETÁCULOS DE CHORO PROMOTOR: ROBERTO GUERRA NETTO PERÍODO: 2001 A 2004 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FESTIVAL TRANSITANDO PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO VIKING PERÍODO: 2001 A 2009 CARGO: PROJETISTA PROJETO: MÚSICA ERUDITA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO VIKING PERÍODO: DE 2002 A 2006 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ORQUESTRA INFANTO-JUVENIL DE CURITIBA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO ESCOLA INTERNACIONAL DE CURITIBA PERÍODO: DE 2002 A 2006 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FRASES DE PARACHOQUES DE CAMINHÃO PROMOTOR: EDVAN ANTUNES PERÍODO: 2006 A 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CONSTRUÇÃO MEMORIAL RANDON PROMOTOR: INSTITUTO ELISABETHA RANDON PERÍODO: DE 2012 A 2016 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO E CO-PROJETISTA PROJETO: CONSTRUÇÃO DO MEMORIAL DA SEGURANÇA DO TRANSPORTE NO BRASIL – VOLVO DO BRASIL PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO VIKING PERÍODO: DE 2004 A 2016 CARGO: DISSERTAÇÃO E CO-PROJETISTA PROJETO: ORQUESTRA DE CORDAS SOLIDARIEDADE PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO SOLIDARIEDADE SEMPRE PERÍODO: DE 2004 A 2016 E 2018 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO IMIN PERÍODO: 2008 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FEIRA SHOPPING DE TOLEDO PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE INDUSTRIAL DE TOLEDO PERÍODO: DE 2009 ATÉ 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CONSTRUÇÃO DO AUDITÓRIO CULTURAL DA ACIV PROMOTOR: ASSOC. COMERCIAL E INDUSTRIAL DE VERA CRUZ DO OESTE PERÍODO: 2014 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CORAL CONSTRUÇÃO PROMOTOR: INSTITUTO ATSUSHI YOSHII DE PROMOÇÃO À CIDADANIA PERÍODO: 2008 a 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: LIVRO “60 ANOS MOINHO GLOBO” PROMOTOR: ASSOC. FUNCIONÁRIOS DO MOINHO GLOBO PERÍODO: 2014/2015 CARGO: PROJETISTA PROJETO: PLANTÃO MUSICAL PROMOTOR: SOCIEDADE MÉDICA DE MARINGÁ PERÍODO: 2009 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CENTRO CULTURAL PROMOTOR: INSTITUTO DE EDUCAÇÃO INFANTO-JUVENIL PERÍODO: 2000 CARGO: PROJETISTA PROJETO: EXPO JAPÃO PROMOTOR: ASSOC. CULTURAL E ESPORTIVA DE LONDRINA - ACEL PERÍODO: DE 2012 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FESTIVAL KYRIOS PROMOTOR: INSTITUTO ESPERANÇA PERÍODO: DE 2012 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FESTIVAL ANUAL DA CULTURA JAPONESA DE SALVADOR PROMOTOR: ASSOC. NIPPO BRASILEIRA DE SALVADOR PERÍODO: DE 2009 A 2015 CARGO: PROJETISTA PROJETO: JAPAN FEST CULTURAL PROMOTOR: ALIANÇA CULTURAL BRASIL JAPÃO DO PARANÁ PERÍODO: DE 2004 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ORQUESTRA SINFÔNICA OS MÚSICOS VOLUNTÁRIOS DE LAGES PROMOTOR: ASSOC. MÚSICOS ORQUESTRA DE LAGES PERÍODO: DE 2012 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ARTE EM CURITIBANOS PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO TÂNIA GABOARDI PERÍODO: DE 2010 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CORO CÊNICO-MUSICAL PEQUENO COTOLENGO DO PARANÁ PROMOTOR: PEQUENO COTOLENGO DO PARANÁ PERÍODO: DE 2010 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CD MATEUS GONSALES TRIO PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: JUNHO DE 2017 A JULHO DE 2018 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL FAMÍLIA VENTURELLI PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: FEVEREIRO A JUNHO/2019 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: REVITALIZAÇÃO CIRCO PISKA PISKA PROMOTOR: GILSON MARCOS PEREIRA DE OLIVEIRA PERÍODO: 2016 A 2018 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E GIBITECAS PARANAENSES PROMOTOR: MÁRIO EUSTÁQUIO JÚNIOR PERÍODO: DE 2016 A 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: OUTRO SUL CONCERTOS DA ORQUESTRA SANFÔNICA DE PATO BRANCO PROMOTOR: ORQUESTRA SANFÔNICA DE PATO BRANCO PERÍODO: 2016 A 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CORO CÊNICO UNIDEFI PROMOTOR: UNIÃO DOS DEFICIENTES FÍSICOS DE CAMBÉ PERÍODO: 2017 A 2019 CARGO: PROJETISTA PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS CULTURAIS PERMANENTES – DESDE 2001 PROJETO: BANDA MARCIAL MARCELINO CHAMPAGNAT PROMOTOR: ASSOC. DE PAIS, MESTRES E FUNCIONÁRIOS COLÉGIO ESTADUAL MARCELINO CHAMPAGNAT PERÍODO: DESDE 2001 CARGO: PROJETISTA PROJETO: BANDA MARCIAL GUARDA MIRIM DE LONDRINA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO GUARDA MIRIM DE LONDRINA PERÍODO: DESDE 2004 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CIRCUITO CULTURAL TODAS AS ARTES PARA TODAS AS PARTES PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: DESDE 2004 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: CONSTRUÇÃO DO MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA – PLANO DE ATIVIDADES PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA – PROJETOS MUSEOGRÁFICOS E MUSEOLÓGICOS PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA - MANUTENÇÃO PREDIAL, INFRAESTRUTURA E SEGURANÇA PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA - ACOES EDUCATIVAS CULTURAIS E SOCIOAMBIENTAIS DA MICRORREGIAO DE HORIZONTINA-RS PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: FESTIVAL DE CIRCO DE LONDRINA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO LONDRINENSE DE CIRCO PERÍODO: DESDE DEZEMBRO 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: DERICO MUSIC TRUCK PROMOTOR: DERICO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA PERÍODO: DESDE DEZEMBRO DE 2017 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ORQUESTRA DE METAIS LONDRINA PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: DESDE NOVEMBRO/2009 CARGO: PROJETISTA e PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: ISHINDAIKO – O SOM DOS SONS PROMOTOR: INSTITUTO CULTURAL E SOCIAL ISHINDAIKO PERÍODO: DESDE 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: LIVRO ACISAP – 86 ANOS PROMOTOR: ASSOC. COMERCIAL, INDUSTRIAL, SERV. E AGROP. DE SANTA ROSA PERÍODO: DESDE 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ENCONTRO ANUAL DAS ACADEMIAS DE LETRAS DO PARANÁ PROMOTOR: ACADEMIA DE LETRAS DE TOLETO PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: BANDA DE MÚSICA 2º COLÉGIO MILITAR DO PARANÁ – LONDRINA PROMOTOR: 2º COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ – LONDRINA PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ESCOLA DE DANÇA FUNDAÇÃO CULTURAL DE IBIPORÃ – II EDIÇÃO PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO DE PAIS, MESTRES E AMIGOS DO BALLET DA F.C.I. PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: TODAS AS DANÇAS PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO MUSICARTE DE ARTE E CULTURA PERÍODO: DESDE 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: PALHAÇARIA ITINERANTE – ANO I E II PROMOTOR: CIA ANJOS DA ALEGRIA DE SOROCABA PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FUTURO E VIDA: O BOM SUCESSO DA JUVENTUDE PROMOTOR: ARAUTOS DO EVANGELHO – MARINGÁ PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PROJETISTA PROJETO: A VIOLA E O TEMPO PROMOTOR: HERON MATOS PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: BATUQUE NA CAIXA – OFICINAS PROMOTOR: INSTITUTO CULTURAL ARTE BRASIL PERÍODO: DESDE 2001 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ARTE EM CENA PROMOTOR: INSTITUTO DE ARTE E CULTURA DE MARINGÁ PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO E PROJETISTA PROJETO: ESCOLA DE ARTES INSTITUTO EULÁLIA ZANIN PROMOTOR: INSTITUTO EULÁLIA BARBOSA ZANIN PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PROJETISTA PROJETO: INSTRUMENTAL BRASIL: TODOS OS SONS PROMOTOR: ESTÚDIO BLESS PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: PROJETO HARMONIA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO CULTURAL MENINOS DA HARMONIA PERÍODO: DESDE 2021 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: NATAL DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO CULTURAL MENINOS DA HARMONIA PERÍODO: DESDE 2021 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: BANDA MARCIAL FURACÃO PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO CULTURAL MENINOS DA HARMONIA PERÍODO: 2018 A 2024. CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: DAS CULTURAS DO CAMPO, PARA AS CULTURAS DA CIDADE PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO DE OLHO NO MATERIAL ESCOLAR PERÍODO: DESDE 2023 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO CURADORIA PROJETO EXPOSIÇÕES CASA DE CULTURA JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO DE FEVEREIRO DE 2004 ATÉ A PRESENTE DATA. LOCAL: LONDRINA – PR CARGO: CURADOR PRÊMIOS e MOÇÕES RECEBIDAS MOÇÃO DE APLAUSOS PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDERINHAS PAULITA-SP ANO: 1996 MOÇÃO DE APALUSOS PREFEITURA MUNICIPAL DE CHAPADA DOS GUIMARÃES-MT ANO: 1997 MEDALHA “ANJO DA GUARDA” ASSOCIAÇÃO GUARDA MIRIM DE LONDRINA ANO: 2018 MOÇÃO HONROSA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ CURITIBA – PARANÁ MARÇO DE 2024 RECONHECIMENTO AOS SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS – PARANÁ MOÇAO HONROSA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ CURITIBA – PARANÁ ABRAIL DE 2024 RECONHECIMENTO AOS SERVIÇOS PRESTADOS AO ESTADO DO PARANÁ INFORMAÇÕES ADICIONAIS DELEGADO COOPERATIVA SICOOB ELEITO PARA O MANDATO DE 01 DE JANEIRO DE 2023 A 31 DE DEZEMBRO DE 2025 LONDRINA – PR AG. OURO VERDE MUSEÓLOGA: Karina Muniz Viana: Museóloga (COREM 5R 0152 II) PRÊMIO ANCIB 2017 Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação Melhor pesquisa-dissertação de Mestrado em Ciência da Informação no Brasil Título: “O fenômeno gatekeeper: museologia, compartilhamento e conectividade na sociedade global”. Orientadora: Profa. Dra. Tereza Scheiner. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. 2016. BACHAREL EM GRAVURA (2004-2007) pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná - EMBAP. MESTRE (2014-2016) e DOUTORA (2019-2023) em MUSEOLOGIA E PATRIMÔNIO pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Museologia e Patrimônio - UNIRIO. Atua em equipamentos culturais, público e privado, desde 2004 desenvolvendo atividades referentes à pesquisa, governança e gerenciamento de museus, memoriais e centros de memória. Gestão de acervos museológicos, conservação, catalogação, sistematização, digitalização, informatização e pesquisa de coleções, logística de transporte de obras de arte, courier, planejamento estratégico para coleções e políticas públicas voltadas para o patrimônio musealizado. Foi responsável técnica pela criação do Museu da Extensão Rural Paranaense - EMATER (2004-2006). Coordenou o departamento de Museologia e Montagem, foi responsável técnica pela implantação da base de dados SIMBA - DONATO no acervo artístico do Museu Oscar Niemeyer - MON (2007-2010). Coordenou o inventário e conservação das coleções particulares de Uiara Bartira (2008) e Paul Garfunkel (2012). Coordenou o projeto de criação do Centro de Memória da RPC TV - Filiada Rede Globo no Paraná (2010-2011). De 2011 a 2016 integrou a coordenação técnica da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná - SEEC, na Coordenação do Sistema Estadual de Museus do Paraná - COSEM. Foi responsável pelo projeto de criação e implementação do Plano Gestor Museológico do Paraná e da Rede de Informações Museus Paraná (Pergamum Sistema Integrado) acervo online, atualmente com mais de 300 mil registros. Em 2016 foi diretora do Museu da Imagem e do Som do Paraná - MIS PR, onde coordenou o projeto de pesquisa e digitalização do acervo iconográfico e concluiu a mudança do MIS PR para sua sede histórica. Foi docente convidada (2016-2017) no Programa de Pós-Graduação e Extensão da Universidade Paranaense - UNIPAR, em Cascavel (PR) ministrando o módulo de Teoria da Museologia, Conservação e Documentação Museológica. Coordenou a criação do Núcleo de Museologia e construção da Reserva Técnica (2018-2019); e foi Diretora de Operações (2021) na implementação da governança e gerenciamento das obras de infraestrutura no complexo arquitetônico da Fábrica de Arte Marcos Amaro, em São Paulo. Respondeu pela assessoria técnica da Secretaria de Estado da Cultura e Coordenou o Sistema Estadual de Museus do Paraná (2022-2023) na implementação do Museu Internacional de Artes (Foz do Iguaçu - Brasil) e Centre National d'Art et de Culture Georges Pompidou (Paris - França). Atua desde agosto de 2023, na Coordenação Técnica e de Governança do Memorial da Evolução Agrícola - MEA, na cidade de Horizontina, noroeste do Rio Grande do Sul. Elaborou e implementou diversos Planos Museológicos em todo Brasil. É pesquisadora desde 2014 em Museologia dedicando-se aos estudos das práticas dos visitantes/usuários e profissionais de museus no uso das tecnologias digitais. Tema que ganhou o Prêmio Nacional em Ciência da Informação (2017) e publicação de livro (2021) pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES, vinculada ao Ministério da Educação. Principais temas: museu, museologia, museografia, reserva técnica, gestão e conservação de acervos, gestão e documentação museológica, tecnologia da informação e da comunicação, acessibilidade informacional, tecnologias digitais, planejamento estratégico e governança. Livro publicado 2021 Título: O fenômeno gatekeeper - Museologia, compartilhamento e conectividade híbrida na sociedade global Editora: Letra 1 – Porto Alegre – Rio Grande do Sul Apoio: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Edição impressa: 1ª. ed. – Porto Alegre, RS, 2021. 130 p ISBN: 978-65-87422-10-7 DOI: 10.21826/9786587422107 E-book: https://doi.org/10.21826/9786587422107 Pesquisa de doutorado em Museologia e Patrimônio 2019 - 2023 Instituição: Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO| Rio de Janeiro | Brasil. Programa de Pós-Graduação: Museologia e Patrimônio. Linha de Pesquisa: Museologia, Patrimônio Integral e Desenvolvimento Sustentável. Título: “O museu para o século XXI: a experiência dilatada no ambiente digital.” Orientadora: Profa. Dra. Luísa Maria Gomes de Mattos Rocha. Banca avaliadora: Dr. Fabrício Barth - IBM Brasil Dr. Flávio Tonidandel - FEI Dra. Teresa Scheiner - UNIRIO Dra. Helena Uzeda - UNIRIO Pesquisa financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES Pesquisa de mestrado em Museologia e Patrimônio 2014 - 2016 Instituição: Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO| Rio de Janeiro | Brasil. Programa de Pós-Graduação: Museologia e Patrimônio. Linha de Pesquisa: Museu e Museologia. Título: “O fenômeno gatekeeper: Museologia, compartilhamento e conectividade na sociedade global.” Orientadora: Profa. Dra. Teresa Scheiner. Banca avaliadora: Dra. Priscila de Siqueira Kupermann - UNIRIO Dra. Rosane Carvalho - UERJ Pesquisa financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.