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Projeto de atualização profissionalizante (presencial e com ampla extensão virtual) em Criação e Difusão de Música Contemporânea - para músicos de Belo Horizonte, da Região Metropolitana e do País, e repercussão para o público em geral.
CURSOS Realização de cursos de aperfeiçoamento em Música Contemporânea e referência em obras musicais de autores brasileiros e latino-americanos para 60 estudantes de música, em nível de aperfeiçoamento, cursos de criação presenciais, intensivos e extensivos, nos dois semestres de 2025. Os mesmos cursos serão realizados de forma virtual a fim de atingir um grande público interessado. Serão oferecidas 60 bolsas de estudos. Temas: Improvisação, Composição, Análise, Organologia, Música de conjunto e outros Carga horária: 128 horas ( 2h aulas x semana x 32 semanas) Vagas Presenciais: 60 (transmissão ao vivo) Critérios de seleção: avaliação de currículum Projeto pedagógico e ementas: em andamento Local: Fundação de Educação Artística O grupo docente especializado terá origem na Fundação de Educação Artística e em estabelecimentos de ensino superior. ENCONTROS - Semanas de Música Contemporânea Realização da programação de duas “Semanas”,intensivas, durante o ano de 2025, dedicadas a concertos, seminários e outras atividades no campo da criação musical. Evento aberto ao público interessado em música. Local: Sala Sérgio Magnani APRESENTAÇÃO MUSICAL A programação de concertos estará a cargo do Grupo ‘’Oficina Música Viva’’ e de outros artistas e grupos dedicados á música contemporânea. Serão 08 concertos do grupo Oficina Música Viva e 04 concertos com artistas convidados. O grupo Oficina Música Viva atuará no sentido de estudar as questões da música do século XXI e na difusão dessa música.
OBJETIVO GERAL Contribuir para o desenvolvimento da música contemporânea brasileira, estimulando entre os estudantes de música a prática da criação, para isso oferecendo-lhes a indispensável formação atualizada, profunda e livre, assim como o conhecimento da produção musical nacional e internacional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1 - Realização de Cursos de Criação para aproximadamente 60 estudantes de música, em nível de aperfeiçoamento (Improvisação, Composição, Análise, Organologia, Música de conjunto e outros), presenciais, intensivos e extensivos, nos dois semestres de 2025. Os mesmos cursos serão realizados de forma virtual a fim de atingir um grande público interessado. Oferecer bolsas de estudo e outras facilidades (incentivo). 2- Realização de encontros temáticos (Semanas de Música Contemporânea) Realização de concertos e palestras com participação de diversos grupos musicais _ com destaque para o grupo "Oficina Música Viva" da Fundação de Educação Artística - e compositores e intérpretes da cidade, em dois eventos anuais, com ênfase na criação contemporânea mineira, brasileira e latino-americana. 3 - Apresentação Musical: CONCERTOS Realização de 12 concertos (em que serão estabelecidas conexões e intercâmbio entre compositores, intérpretes, pesquisadores e professores).
A Fundação de Educação Artística contará, em 2025, 62 anos de atuação no campo da Música, por meio de ensino livre e atualizado e de difusão artística, com forte viés social. Para organizar e incrementar os seus trabalhos no campo da música contemporânea e da criação (em que é reconhecidamente referência nacional), a FEA promove, em 2025, a implementação do "Núcleo de Criação e Difusão de Música Contemporânea". Com essa organização a FEA cobre uma lacuna existente na formação profissionalizante dos estudantes de música, contribuindo para a sua continuada atualização, assim como para a atualização do público e difusão da criação musical contemporânea. "Núcleo de Criação e Difusão de Música Contemporânea". O Núcleo favorecerá na FEA um trabalho contínuo ligado à criação e às questões da música do século XXI. A obra de compositores que tiveram conexões com a FEA em sua fase de formação terão destaque especial nos repertórios estudados e difundidos Dando continuidade às conexões com a América Latina (hoje mantidas na FEA por meio de importante acervo de partituras de compositores de dezessete países da América Latina), a música de seus compositores também deverão ter um papel de destaque nas atividades do Núcleo.
Expertise para o projeto A Fundação de Educação Artística (FEA) tem 60 anos de experiência como entidade educadora, difusora e incentivadora da criação musical no Brasil. Sua atuação como polo irradiador de cultura não se limita à área musical, por sua proposição de acesso à cultura no sentido mais amplo, aliando outras áreas na formação do indivíduo. Desde sua criação, foi concebida como uma escola livre em com isso, desenvolveu diversas metodologias próprias de ensino. É uma proposta educacional em constante renovação, com professores altamente capacitados. Merece a menção que dezenas de professores de universidades brasileiras foram alunos estiveram sua trajetória marcada pela passagem pela FEA. Vale destacar ainda que a FEA sempre abrigou alunos impossibilitados de arcar com os custos dos cursos e oficinas. Manteve, ao longo dos anos, programas de bolsas de estudos para estudantes economicamente desfavorecidos, o que é mantido desde 1963. Sua contribuição como difusora e promotora cultural por meio da música tem conquistas decisivas para a formação artística no país. Sua atuação inovadora remonta à década de 1960,quando cofundou o Festival de Inverno de Ouro Preto, coordenando a área de música de 1967 a 1986, na figura de sua fundadora, Berenice Menegale. Na década de 1980,a música de vanguarda teve novo impulso com a realização de quatro Ciclos de Música Contemporânea, eventos que marcaram e formaram muitos músicos, artistas e futuros professores. Merece ainda a 2 menção a realização de quatro Encontros de Compositores Latino-Americanos, que estabeleceram articulação além das fronteiras nacionais e executaram dezenas de obras inéditas, a partir do qual se constituiu um acervo único de partituras de música contemporânea de autores da América Latina,hoje disponível na biblioteca da FEA. A FEA sempre foi marcada pela constante renovação metodológica e pela troca de experiências, que germinaram em vários grupos musicais (Grume, Uakti, Grupo Oficcina Multimédia, entre outros). Sobre o CENTRO DE CULTURA FERNANDO PINHEIRO MOREIRA- O Centro Cultural inclui-além de salas de aula, espaços de convivência, pátio multiuso, biblioteca- a Sala de Música Sergio Magnani, a Sala de Exposição Mário Salésio, a sala dos acervos de artistas, o arquivo institucional dos 60 anos Fundação de Educação Artística. O Centro Cultural é localizado na região centro-sul, com vasta rede de transporte para todas as regiões da cidade e algumas cidades da região metropolitana. Esse aspecto torna o centro um espaço especial para promoção de metodologias de ensino de arte que preconize o encontro de diferentes culturas, de diversas localidades. Os nossos acervos usam o software AtoM, que é um software livre criado por iniciativa do Conselho Internacional de Arquivos (CIA) para descrição de documentos arquivísticos. Ele foi desenvolvido com o objetivo de proporcionar uma ferramenta gratuita e de fácil manejo às entidades custodiadoras espalhadas pelo mundo, visando à divulgação e disponibilização de seus acervos na internet. O AtoM vem sendo utilizado para facilitar o acesso aos fundos documentais sob a guarda de instituições arquivísticas, devidamente descritos e organizados em conformidade com as normas internacionais (ISAD (G), ISAAR e ISDF). Por meio do AtoM, o pesquisador tem uma visão geral do fundo, do seu conteúdo, da sua forma de arranjo e do contexto em que a sua documentação foi gerada, podendo pesquisar, imprimir relatórios, realizar buscas e cruzar informações, descontraidamente em casa ou no ambiente que preferir, e no horário que escolher. Com esse software, oferecemos mais um serviço aos seus consulentes, colocando-se ao lado de 250 instituições nacionais e internacionais que aderiram a esta plataforma inovadora, gratuita e de código aberto, e que possui uma comunidade reunida em fórum que está sempre pronta para colaborar com soluções para os problemas que possam se apresentar. A Flama é responsável pela realização de diversos festivais e projetos de grande relevância para a cultura, dentre eles, citamos alguns principais: 1 - Edificação e manutenção do Centro Cultural Fernando Pinheiro Moreira. 2 - Série de Concertos "Manhãs Musicais" na Sala de Música Sergio Magnani. 3 – Realização do 4° Encontro de Compositores e Intérpretes Latino-americanos. 4 - Projeto Vila Aparecida (formação profissionalizante de músicos de orquestra e banda em comunidade carente). 5 - Semanas de Música de Câmara (evento que conta com a participação de professores europeus e público de instrumentistas locais). 6 - Manutenção da Sala de Exposições Mário Silésio. 7 - Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua - FIT 8 - 4º Festival de Arte Negra - FAN 9- Programa de formação musical e instrumental para jovens 10- Residências Território de Invenções e FEA-Morada do Som
não se aplica
A Fundação de Educação Artística possui ambiente amplo e livre de barreiras, com rampas e corrimãos que facilitem a mobilidade. A Sala de música Sergio Magnani possui espaços reservados para cadeiras de rodas, cadeiras para pessoas com deficiência, pessoas obesas e com mobilidade reduzida. Possui sala de aula acessível, banheirosadaptados conforme as normas de acessibilidade. Obs. não é necessário nenhum item orçamentário para atender às necessidades da acessibilidade físicaACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Divulgação com áudio-descrição. O recurso está dentro da verba de comunicação em custos vinculados. Divulgação em Associações para deficientes visuais Os concertos presenciais são poucos atrativos ao público com deficiência auditiva. A equipe da Fundação é treinada para lidar com diferentes demandas de pessoas com deficiência, criando todas as condições necessárias para acolher tal público,conforme orientação da Consultoria Técnica. Produto: EncontroItem 05 - Interprete de libras Produto: Cursos Item 13 - interprete de libras
Com base no Artigo 30º da Instrução Normativa nº 11/2024 do Ministério da Cultura será adotada as seguintes medidas de democratização de acesso:IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Direção Artística: Professora Berenice Menegale - Formada pelo Conservatoire National de Paris (França), com estudos no Brasil e na Suíça. Diplomada pela Akademiefür Musik de Viena, Áustria, realizou inúmeros concertos e gravações de música brasileira no Brasil, Suíça, Itália, Espanha e Áustria. Criou em Belo Horizonte, com umgrupo de colegas músicos, a Fundação de Educação Artística, em 1963, entidade que dirige e por meio da qual tem realizado incomparável trabalho de difusão da músicabrasileira e da música contemporânea, além de promover e estimular a criação musical e a atualização do ensino. Coordenou quatro encontros de compositores eintérpretes Latino-americanos na FEA e foi uma das criadoras dos Festivais de Inverno, cujo setor musical coordenou até 1986. Representante da Comunidade no ConselhoUniversitário. Professora da Escola de Música da UFMG (aposentada em 1999). Foi Secretária Municipal de Cultura de Belo Horizonte, de 1989 a 1992, Secretária de Estadoda Cultura, de 1994 a 1997, e Diretora Artística do Instituto Cultural Filarmônica, de 2007 a 2009. Berenice Menegale prossegue em seu trabalho formativo na Fundação deEducação Artística e em suas atividades como pianista. Produtor executivo: Guilardo Veloso de Andrade Filho - Historiador, fotógrafo, produtor cultural e gestor cultural. Tem mais de 37 anos de atuação na área cultural. Ogosto pelas manifestações populares vem da infância, convivendo com folias de reis na cidade onde nasceu, em Pedra Azul, Vale do Jequitinhonha. O trabalho naSecretaria Municipal de Cultura de BH, nas gestões Berenice Menegale e Antonieta Cunha, ensinou a importância das políticas públicas de cultura e seu impacto sobre avida da cidade. Foi integrante da comissão que criou a Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, onde ficou por 09 anos e foi responsável pela criação do projeto decentros culturais, além de idealizar e coordenar uma série de eventos da instituição. Guilardo Veloso foi do popular ao pop. Abriu em 1997, no Bairro Funcionários, a casanoturna Lapa Multshow, que funcionou até 2011. Realizou diversos eventos e shows com diversidade estética do metal, popular, samba e pop. Passaram pelo local Cordeldo Fogo Encantado, Nação Zumbi, Mestre Ambrósio, Lenine e Siba. “Como todos bebiam na fonte da cultura popular, havia afinidade com o que eu fazia”, explica. SeuJorge, Bezerra da Silva e João Nogueira também marcaram presença no espaço, além de uma infinidade de grupos e artistas de BH. Em sua trajetória sempre priorizou otrabalho coletivo, dando visibilidade e espaço para todas as manifestações culturais desde o rock ao congado, promovendo a integração e divulgação da culturabelorizontina. - Produtor Fonográfico / Selo Lapa Discos – criado em 1995 cuja estreia foi com congados da cidade de Oliveira, em álbum ainda em vinil, produzido pelacantora Titane – que também registraria obras pelo selo. O selo lançou trabalhos antológicos de Zé Coco do Riachão, Pereira da Viola, Renato Andrade, Rufo Herrera eCoral Trovadores do Vale, Tavinho Moura, além de coletânea de etnomusicologia. Coordenador: Rubner de Abreu, nasceu em Abre Campo (MG) em 1957, realizou seus estudos na Fundação de Educação Artística com Mario Ficarelli (Composição e Análise), H.J. Koellreutter (Composição, Harmonia, Contraponto e Análise) e Dante Grela (Composição e Análise). Também estudou com Sergio Magnani (História da Linguagem Musical) e Oiliam Lanna (Instrumentação e Orquestração). Realizou estudos complementares com Aylton Escobar e Roger Reynolds. Na Fundação de Educação Artística, é professor, desde 1982, de Musicalização, História da Música, Harmonia, Contraponto e Análise. Foi coordenador pedagógico dos programas de formação musical da instituição, e participou diretamente da formação de centenas de artistas mineiros. Atualmente é o diretor pedagógico da instituição. É o idealizador e diretor musical do Oficina Música Viva, grupo de câmara que, desde 2006, vem realizando concertos e divulgando, também em rádio e televisão, obras de compositores europeus, latino-americanos e brasileiros dos séculos XX e XXI. Coordenador: Rafael Pimenta - Professor, compositor e multi-instrumentista. Formado em composição musical na UFMG, tem mestrado em artes pela PPG-Artes-UEMG. É professor da Fundação de Educação Artística onde atualmente desenvolve trabalho de criação com jovens instrumentistas do Curso de Formação Musical e Instrumental. Também possui trabalhos musicais no campo da canção e da música instrumental brasileira. Atualmente, é professor na Escola Livre de Artes Arena da Cultura da PBH e Professor de Percepção Musical na Academia da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Regente do Coral da Fundação de Educação Artística. Trabalhou por três anos nos projetos de pesquisa "Criação de um instrumento de percussão virtual para a música Solo, de K. Stockhausen" e "Estudo das possibilidades articulatórias da mão direita de violonistas baseado em captação sonora hexafônica e processamento digital de sinais" no Laboratório de Sistemas Musicais Interativos da Escola de Música da UFMG, tendo dois artigos publicados nos ANAIS dos congressos da ANPPOM de 2011 e 2012. Atualmente tem como foco de estudo sistemas musicais interativos, música eletroacústica e composição algorítmica. Regente: Igor Maia é compositor e regente, professor adjunto de composição na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desde 2019. Doutor em composição musical pelo King’sCollege London (Inglaterra), foi Ernst Mach Scholar na Anton Bruckner University (Áustria) em 2023. Também é mestre pela Universidade Estadual de Campinas e bacharel pelo Conservatório Real de Haia (Holanda). Atualmente, é compositor residente da Orquestra Sesiminas. Sua obra, premiada em diversos concursos nacionais e internacionais, incluindo o 10º Festival Tinta Fresca, o Prêmio Funarte de Composição Clássica e o 6º Concurso Internacional Pablo Casals, tem sido amplamente executada em festivais e concertos na Europa, Américas e Japão. Seus trabalhos foram interpretados por orquestras e grupos de renome, como a Filarmônica de Minas Gerais, a Sinfônica de Bournemouth, a Sinfônica de Campinas, risonanzeerranti, Ensemble Linea e Ensemble Reconsil. Como regente, já atuou com a Orquestra Sinfônica de Campinas, a Orquestra Sinfônica da Unicamp, o Ensemble Lontano, o Ensemble Sonante 21 e a Orquestra Sinfônica do King’sCollege London, com performances na Alemanha, Brasil, Espanha, Holanda e Inglaterra.Suas obras são publicadas pela Babel Scores (França) e Donemus (Holanda).
PROJETO ARQUIVADO.