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PRONAC 2413206Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Projeto: Mulheres Negras na Frente – Formação de Lideranças Femininas

APOIO-ASSOCIACAO DE AUXILIO MUTUO DA REGIAO LESTE
Solicitado
R$ 72,0 mil
Aprovado
R$ 72,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-09-01
Término

Resumo

1)Projeto visa capacitar Mulheres Negras na Frente _ Formação de Lideranças Femininas 2) Projeto atenderá 50 mulheres negrasde forma gratuita 3) Projeto Duração: 3 meses 4)Objetivo geral:Fortalecer o protagonismo e a liderança de 50 mulheres negras e pardas, capacitando-as para atuarem como agentes de transformação social e resistência em suas comunidades, por meio de atividades que incentivem o conhecimento, promovendo assim o fortalecimento da identidade cultural e do senso de pertencimento. 5)Atividades:oficinas de capacitação em liderança, rodas de conversa sobre colorismo e racismo estrutural, 12encontrossemanais. As atividades serão conduzidas por especialistas. 6)Realização de mentorias para desensolvimento pessoal e conscientização, semanalmente, por assistentes sociais e psicologas, 3 sessões individuais; 7)Mobilização comunitária sendo o projeto final de impacto na comunidade, 70% das participantes envolvidas

Sinopse

Semana 1: Apresentação e Conexão Inicial Objetivo: Introdução do projeto e construção de confiança entre as participantes.Atividade: Dinâmica de apresentação e acolhimento, contextualização sobre a FLM e protagonismo feminino.Formato: Roda de conversaSemana 2: História da FLM e o Movimento Negro Objetivo: Compreender as origens da FLM e seu papel no combate às desigualdades.Atividade: Palestra com membros fundadores e lideranças da FLM e discussão.Formato: Palestra e debateSemana 3: Colorismo e a Diversidade de Vivências Objetivo: Abordar a questão do colorismo e as particularidades das vivências das mulheres negras e pardas.Atividade: Sessão informativa com especialista em colorismo e construção de identidade racial.Formato: Workshop e grupos de reflexãoSemana 4: Racismo Estrutural e Interseccionalidade Objetivo: Discutir racismo estrutural e a interseccionalidade no cotidiano das participantes.Atividade: Debate mediado sobre racismo estrutural e luta interseccional.Formato: Mesa redonda com convidadosSemana 5: Empoderamento Pessoal e Profissional Objetivo: Promover o autoconhecimento e habilidades de fortalecimento pessoal.Atividade: Workshop de autoconhecimento e comunicação assertiva.Formato: Oficina práticaSemana 6: Liderança Feminina e Mobilização Comunitária Objetivo: Explorar o papel da mulher negra como líder e mobilizadora.Atividade: Painel com líderes negras sobre mobilização e liderança.Formato: Painel de discussõesSemana 7: Saúde Mental e Autocuidado Objetivo: Sensibilizar sobre saúde mental e práticas de autocuidado.Atividade: Sessão com psicóloga especializada em saúde mental e autocuidado para mulheres negras.Formato: Palestra interativaSemana 8: Desafios e Estratégias de Empoderamento Profissional Objetivo: Capacitar para a construção de um futuro profissional sólido.Atividade: Workshop de planejamento de carreira e dicas de empregabilidade.Formato: Oficina com orientações práticasSemana 9: Planejamento e Gestão de Projetos Comunitários Objetivo: Ensinar conceitos básicos de planejamento e execução de projetos sociais e comunitários.Atividade: Oficina de planejamento com construção de um projeto coletivo fictício.Formato: Workshop colaborativoSemana 10: Engajamento Social e Advocacia Objetivo: Abordar a importância do engajamento social e defesa dos direitos.Atividade: Roda de conversa sobre advocacy e atuação na comunidade.Formato: Mesa redonda e debateSemana 11: Organização de Eventos Comunitários Objetivo: Capacitar para organizar eventos e atividades que engajem a comunidade.Atividade: Planejamento de uma roda de conversa final para celebrar o projeto.Formato: Workshop prático de organizaçãoSemana 12: Roda de Encerramento e Celebração Objetivo: Compartilhar aprendizados e fortalecer a rede entre as participantes.Atividade: Roda de conversa com trocas de experiências e sugestões para futuros encontros.Formato: Encontro final e certificados- Classificação livre Referencial Bibliográfico 1- Djamila Ribeiro (2017). O Que É Lugar de Fala?. Editora Brasiliense. Este livro discute o conceito de lugar de fala e a importância de reconhecer as experiências de pessoas negras, especialmente mulheres. 2- Sueli Carneiro (2019). Racismo, Sexismo e a Política das Mulheres Negras. Editora XYZ. 3- Bento, Cida. O Pacto da Branquitude: Raça, Gênero e Classe em Debate. Editora XYZ, 2020. Palestrante: Palestrante Juciléia Alves dos Santos -Feminista -Ativista pelos diretos de pessoas negras e indígenas - Graduada em Serviço Social -Psicanalista em atendimento de mulheres negras periféricas e crianças -Especialista em Psicologia Política e Educação Popular pela Universidade de São Paulo - USP -Especialista em Práticas Intersetoriais de Cuidado e Relações Raciais – Centro de Formação e Pesquisa AMMA Psique e Negritude

Objetivos

Objetivo geral: Fortalecer o protagonismo e a liderança de 50 mulheres negras e pardas, capacitando-as para atuarem como agentes de transformação social e resistência em suas comunidades, por meio de atividades que incentivem o conhecimento, promovendo assim o fortalecimento da identidade cultural e do senso de pertencimento. Objetivo específico Nos Objetivos específicos deve-se citar todas as ações que serão realizadas no projeto, ou seja, quais os produtos específicos que serão oferecidos à população. Os objetivos específicos devem ser mensuráveis e devidamente comprovados na prestação de contas. Pergunta-chave: QUAIS? QUANTOS? Objetivos Específicos Objetivo 1- Empoderar Mulheres Negras e Pardas: Fornecer uma formação integral em liderança e autoconhecimento. Meta qualitativa: Verificar por meio das atividades como está a percepção das mulheres sobre seu autodesenvolvimento. Meta quantitativa: Formar 90% das participantes até o final do projeto. Indicadores: presença das participantes nas atividades Meios de verificação: 1 - Aplicar questionário de autoavaliação 2- Lista de frequência Objetivo 2- Sensibilizar sobre Racismo Estrutural e Colorismo: Fomentar uma visão inclusiva e crítica sobre as discriminações sofridas por mulheres negras e pardas. Meta qualitativa: até o final do projeto que as participantes demonstrem uma compreensão sobre o racismo estrutural e colorismo, sendo capazes de identificar suas manifestações. Meta quantitativa: participação de pelo menos 60% das mulheres matriculadas. Indicadores: Número de participantes que compartilham suas experiências relacionadas a racismo e colorismo durante as atividades. Meios de verificação: lista de frequência Objetivo 3- Fortalecer Parcerias: Estabelecer parcerias com empresas e organizações comprometidas com a inclusão social e a diversidade. Meta qualitativa: Observar a capacidade das participantes de organizar e implementar ações em suas comunidades, analisada qualitativamente através do planejamento e execução da ação comunitária final. Meta quantitativa: 70% das participantes envolvidas na execução da ação comunitária com os parceiros. Indicadores: Número de parceiros e empresas Meios de verificação: Lista de frequência e registros

Justificativa

As mulheres negras no Brasil vivenciam obstáculos nos âmbitos social, saúde e econômico, enfrentando a falta de oportunidades e o apagamento de suas identidades culturais. Dados do IBGE revelam que, em 2021, a taxa de desemprego entre mulheres negras e pardas é de 16,4%, comparada a 10,3% entre mulheres brancas, evidenciando a desigualdade de oportunidades que enfrentam. O projeto "Mulheres Negras na Frente _ Formação de Lideranças Femininas" tem como objetivo fortalecer o protagonismo de 50 mulheres negras e pardas, capacitando-as para atuar em suas comunidades e dentro da Frente de Luta por Moradia (FLM) como agentes de transformação social, resistência e promoção da diversidade cultural. Ao valorizar a intersecção de suas vivências e abordar temas como racismo estrutural, colorismo e os desafios de ser mulher negra, o projeto incentiva que suas histórias tenham espaço para serem compartilhadas, refletidas e acolhidas. Esse é um passo importante para enfrentar o sofrimento biopsicossocial que essas mulheres enfrentam em uma sociedade onde o racismo estrutural é uma realidade cultural. O projeto amplia suas vozes e conscientiza sobre as várias formas de preconceito que essas mulheres vivenciam, promovendo um espaço de apoio e cuidado para fortalecer a identidade de cada uma (Silva, 2019). A importância de valorizar as histórias e experiências das mulheres negras é a base deste projeto, que reconhece o protagonismo de suas vivências e a riqueza da diversidade cultural que representam. Em 2020, apenas 9,8% das mulheres negras e pardas haviam concluído a educação superior, em comparação com 30,4% das mulheres brancas, evidenciando a necessidade de iniciativas que promovam a educação e a capacitação. Por meio de oficinas de capacitação, rodas de conversa e mentorias, as participantes terão a oportunidade de desenvolver habilidades de liderança e construir uma rede de apoio que reafirma suas identidades e preserva suas heranças culturais. Esta formação não apenas contribui para o desenvolvimento pessoal, mas também para a criação de lideranças que atuarão em prol de uma sociedade mais justa e equitativa. Com atividades focadas na reflexão sobre racismo estrutural, colorismo e resistência cultural, o projeto oferece um ambiente onde essas mulheres podem debater e enfrentar as barreiras impostas pelo preconceito e desigualdade. As mentorias conduzidas por profissionais capacitadas fortalecerão o autoconhecimento e a conscientização, fundamentais para que essas mulheres se posicionem como lideranças respeitadas e influentes em suas comunidades (Lapa & Gama, 2021). O impacto do projeto transcende as participantes diretas, pois essas mulheres levarão para suas comunidades a bagagem cultural, os valores e as práticas de resistência aprendidos e vivenciados no curso. A mobilização comunitária, prevista como o projeto final, promoverá um efeito multiplicador que beneficiará não apenas as participantes, mas também suas famílias e vizinhos, fortalecendo o senso de pertencimento e a valorização da identidade negra. A Frente de Luta por Moradia (FLM), uma organização comprometida com o direito à moradia e inclusão social nas comunidades periféricas de São Paulo, apoia esta iniciativa para fortalecer a liderança feminina negra no combate ao racismo estrutural. Este projeto coletivo busca assegurar que as vozes dessas mulheres sejam ouvidas e valorizadas nos espaços de decisão, consolidando a importância da representatividade negra feminina na militância e no contexto de moradia e cidadania. Enquadramento Legal A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I: "Apoio à produção e à difusão de bens culturais."III: "Promoção do acesso à cultura e à formação de público."IV: "Apoio ao desenvolvimento de atividades culturais que promovam a identidade e a diversidade cultural."VI _ "Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;"VIII _ "Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;"Os objetivos que serão alcançados com a proposta estão descritos no Art. 3° da Lei 8313/91, especificamente na: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: · c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Estratégia de execução

Contextualize a Relevância Cultural O projeto "Mulheres Negras na Frente" responde diretamente aos objetivos estabelecidos no art. 1° da Lei 8.313/1991, que visa proteger e valorizar a cultura nacional, promovendo a produção e a transmissão de manifestações culturais que fortaleçam a identidade cultural. Ao capacitar e dar voz a mulheres negras e pardas, estamos possibilitando espaços para que, coletivamente, se possa reparar, em parte, as injustiças forjadas na constituição do Brasil, fortalecendo sua identidade e protagonismo dentro de suas comunidades, promovendo o pertencimento, resistência e fortalecimento das relações raciais. No final de outubro e início de novembro de 2024, ocorreu a 16ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP 16), evento organizado pelas Nações Unidas. O Brasil e a Colômbia conseguiram o reconhecimento do papel das comunidades afrodescendentes na preservação da biodiversidade, uma conquista inédita que diz respeito à valorização das identidades, cultura e tradições dessas comunidades. Este projeto promove a valorização da cultura afro-brasileira e busca garantir que mulheres negras e pardas tenham oportunidades para expressar e compartilhar suas culturas e conhecimentos, ampliando o acesso à representatividade e ao patrimônio cultural. Ele ressalta a importância do respeito e da valorização da diversidade cultural, promovendo o acesso a bens e serviços culturais, estando de acordo com o art. 3º, inciso III, da Lei 8.313/1991. Assim, promover e difundir a cultura brasileira e a inclusão social por meio de projetos culturais é cumprir o exposto nos incisos IV e V do art. 4º da Lei 8.313/1991. Dessa forma, a formação de lideranças femininas negras e pardas contribui para a inclusão social e cultural, capacitando mulheres para atuar como líderes e agentes culturais em suas comunidades, preservando e difundindo práticas culturais diversas. Formar mulheres negras e pardas como líderes fortalece a cultura afro-brasileira, amplia a representatividade, resgata identidades e promove inclusão social. Isso enriquece a cultura brasileira com novas narrativas e perspectivas, empodera essas mulheres para resistirem à discriminação, promove justiça histórica e permite o desenvolvimento de projetos comunitários que atendem às necessidades locais. Esses benefícios contribuem para uma sociedade mais justa, inclusiva e culturalmente diversa. Por fim, o projeto "Mulheres Negras na Frente" visa, justamente, capacitar mulheres negras e pardas em situação de vulnerabilidade para que atuem como agentes de mudança, reforçando o protagonismo social e cultural desse grupo. Por meio do incentivo, o projeto terá uma maior chance de alcançar seu público-alvo e promover transformações sociais e culturais em prol de uma sociedade mais inclusiva e diversa.

Especificação técnica

Metodologia A metodologia do projeto “Mulheres Negras na Frente” é baseada em uma abordagem participativa e interativa, que combina capacitação teórica, prática e de mobilização comunitária, promovendo o engajamento ativo das participantes. Abaixo, são detalhados os componentes metodológicos que estruturam cada etapa do projeto, garantindo que cada atividade contribua para o fortalecimento da liderança, do autoconhecimento e da criação de redes de apoio e mobilização. Abordagem Formativa 1. Oficinas de Capacitação em Liderança As oficinas são planejadas para desenvolver habilidades práticas e teóricas de liderança e comunicação assertiva. Cada encontro terá uma introdução teórica, seguida por atividades práticas, como dinâmicas em grupo, role-plays e debates, que incentivam as participantes a refletirem sobre o papel da mulher negra e parda em contextos de liderança comunitária e a identificarem suas próprias habilidades e aspirações. 2. Rodas de Conversa sobre Colorismo e Racismo Estrutural Para abordar o colorismo e o racismo estrutural, o projeto usa rodas de conversa com participação de especialistas em direitos humanos, ativismo negro e feminismo interseccional. Essas discussões criam um ambiente seguro e de apoio, onde as participantes podem compartilhar experiências pessoais e discutir as intersecções entre raça, gênero e classe, compreendendo o impacto dessas questões na sociedade e em suas próprias vidas. 3. Mentorias para Desenvolvimento Pessoal e Conscientização Cada participante será orientada em sessões semanais de mentoria com profissionais de áreas como psicologia, direito e assistência social. As mentorias focam em: Autoconhecimento e Fortalecimento Emocional: Sessões guiadas para explorar a autoestima, resiliência e estratégias de enfrentamento.Conscientização sobre Direitos: Discussão sobre direitos fundamentais, como os direitos das mulheres e direitos civis, abordando como reivindicá-los e a importância da atuação cidadã.2. Estratégia de Mobilização Comunitária Após a capacitação, o projeto incentiva as participantes a aplicarem os conhecimentos em suas comunidades por meio de uma Ação Comunitária Final, organizada e executada por elas mesmas, com apoio logístico e orientação da equipe da APOIO e FLM. A ação tem como objetivo promover a conscientização sobre igualdade racial e colorismo no território onde as participantes atuam, dando visibilidade ao protagonismo das mulheres negras e pardas. Essa atividade prática é estruturada para que as participantes possam: Experimentar o planejamento de um evento comunitário, compreendendo todas as suas etapas.Desenvolver habilidades de comunicação ao se engajarem diretamente com a comunidade e compartilharem os conhecimentos adquiridos.Estabelecer uma rede de apoio local, reforçando as conexões com outros atores sociais, potencializando futuras mobilizações e ações comunitárias.4.1. Avaliação e Monitoramento Participativo Durante o projeto, a avaliação será contínua, realizada em três momentos principais: 4.2. Avaliação Inicial: Aplicação de um questionário qualitativo para entender o perfil das participantes, suas expectativas e suas necessidades específicas, o que ajudará a personalizar o conteúdo das oficinas e mentorias. 4.3. Avaliação Contínua: Reuniões semanais de feedback, onde as participantes podem expressar suas impressões sobre as atividades, levantando dúvidas e sugestões de aprimoramento. Essas reuniões também permitem à equipe monitorar o engajamento e ajustar as atividades conforme necessário. 4.4. Avaliação Final e Análise de Impacto: Ao final do projeto, será aplicado um segundo questionário qualitativo e quantitativo, acompanhado de uma roda de conversa para que as participantes compartilhem suas experiências e perspectivas sobre o impacto do projeto. Um relatório final será produzido, documentando o desenvolvimento pessoal e coletivo das participantes e as mudanças observadas em suas percepções e habilidades. Carga horaria: 3 meses Público Alvo: Mulheres negras e pardas Quantidade: 50 mulheres Material utilizado Bens Quantidade Caixa de som JBL 1 Computador All in One Dell Inspiron 2 Filmadora Panasonic 1 Kit com 2 Microfone Sem Fio Partybox 2 Notebook de 15 polegadas Inspiron 3520 2 Projetor Epson 1 Tela De Projeção 1 Cabos de instalação 2 Pen drive 2 Cavalete Flip-Chart 6 Cadernos 65 Bens Quantidade Canetas caixas 10 Quadro branco 1 Pincel quadro branco 20 Caneta pilot 20 Pasta L 65 Pasta Plástica com elástico 65 Envelopes 20 Post it 65 Marca texto 65 Sulfite pacote 500 folhas 10 Caixa Lápis 10 Caixa Borracha 5 Cartolina 10 Fichas para atividades (pacote com 50) 8 Cartões para atividade (pacote com 50) 8 Livros referente a Temática - Lugar de fala 70 Livros “R.T” - Mulheres, Cultura e Política 70 Livros “R.T” - O pacto da branquitude 70 Estojo 65 Cola bastão 65 Cola Pritt 65 Corretivo 65 Pasta arquivo 20 Pasta ficheiro 10 Plásticos 4 furos 3 Caixa organizadoras 15 Livro Ata 3 Encadernação material 65 Encadernação capa dura (artigo) 65 Impressão de folder (cronograma) 65 Impressão 5000 Bens Quantidade Impressão textos a serem discutidos 10000 Encadernação relatório final 65

Acessibilidade

Espaços Acessíveis: Produto: OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto será executado em espaços totalmente adequados com rampas, elevador e banheiros acessíveis para a recepção de pessoas com deficiência física, pessoas com dificuldade de locomoção e pessoas com sobrepeso. • Item da planilha orçamentária: Não há previsão de itens orçamentários na planilha para viabilizar esta medida de acessibilidade, uma vez que os espaços a serem utilizados para realização das oficinas são adequados para acessibilidade geral. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Quando identificados pessoas com deficiência visual, disponibilizaremos material apropriado. • Item da planilha orçamentária: As despesas previstas para as oficinas estão alocadas na rubrica “MATERIAL PEDAGÓGICO”, dentro da etapa de Produção do PRDUTO. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Quando identificado pessoas com deficiência auditiva, disponibilizaremos um profissional para a tradução em Libras. • Item da planilha orçamentária: As despesas previstas para as oficinas estão alocadas na rubrica “RECURSOS HUMANOS”, dentro da etapa de Produção do PRDUTO.

Democratização do acesso

Conforme o artigo 28 da IN nº 01/2023, o projeto "Mulheres Negras na Frente – Formação de Lideranças Femininas" implementará a medida de ampliação de acesso por meio da criação de um ambiente de aprendizado inclusivo, acessível e democrático. Especificamente, serão adotadas as seguintes estratégias: Formato presencial: As oficinas, rodas de conversa e as mentorias do projeto serão oferecidas presencialmente, permitindo que mulheres possam participar ativamente.Gratuito: as vagas a formação serão isentas de qualquer taxa.Divulgação: a divulgação das vagas será aberta por link que será disponibilizado pela organização via redes sociais.Seleção e Matricula: será direcionado a mulheres negras e pardas, cadastradas no Cad. Único, a partir dos 16 anos de idade, lideres de movimentos sociais, associações e outros. Material: o material distribuído será gratuito, não sendo cobrado nenhum valor pela sua utilização ou entrega.Internet: o acesso à internet estará liberado para as participantes realizarem suas pesquisas e acessos;Espaço: o acesso ao espaço será disponibilizado para que as participantes possam utilizar e se organizar, fora do horário das atividades.Palestras: será realizado atividades que abordem, a temática “Mulheres Negras na Frente – Formação de Lideranças Femininas” com os projetos conveniados com a Prefeitura de São Paulo, especialmente aos Serviços de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes e aos serviços que atendem mulheres vítimas de violências.Acessibilidade Digital: As plataformas utilizadas para as atividades serão adaptadas para garantir a inclusão digital, com recursos que possibilitem o acesso a mulheres que não tenham familiaridade com a tecnologia.Materiais Adaptados: Todo o material didático e informativo será disponibilizado em diversos formatos (texto, áudio, vídeo) e, quando necessário, em formatos acessíveis, como Braille e linguagem simplificada, para atender às necessidades específicas das participantes.Intérpretes de Libras: E, quando necessário as atividades presenciais contarão com a presença de intérpretes de Libras, assegurando a participação de mulheres surdas ou com deficiência auditiva.Por meio dessas medidas, o projeto busca eliminar barreiras de acesso e promover a inclusão, contribuindo para o fortalecimento da voz e da liderança de mulheres negras e pardas em suas comunidades.

Ficha técnica

Abordagem Formativa Oficinas de Capacitação em Liderança As oficinas são planejadas para desenvolver habilidades práticas e teóricas de liderança e comunicação assertiva. Cada encontro terá uma introdução teórica, seguida por atividades práticas, como dinâmicas em grupo, role-plays e debates, que incentivam as participantes a refletirem sobre o papel da mulher negra e parda em contextos de liderança comunitária e a identificarem suas próprias habilidades e aspirações.Rodas de Conversa sobre Colorismo e Racismo Estrutural Para abordar o colorismo e o racismo estrutural, o projeto usa rodas de conversa com participação de especialistas em direitos humanos, ativismo negro e feminismo interseccional. Essas discussões criam um ambiente seguro e de apoio, onde as participantes podem compartilhar experiências pessoais e discutir as intersecções entre raça, gênero e classe, compreendendo o impacto dessas questões na sociedade e em suas próprias vidas.Mentorias para Desenvolvimento Pessoal e Conscientização Cada participante será orientada em sessões semanais de mentoria com profissionais de áreas como psicologia, direito e assistência social. As mentorias focam em:Autoconhecimento e Fortalecimento Emocional: Sessões guiadas para explorar a autoestima, resiliência e estratégias de enfrentamento.Conscientização sobre Direitos: Discussão sobre direitos fundamentais, como os direitos das mulheres e direitos civis, abordando como reivindicá-los e a importância da atuação cidadã.4.2 Estratégia de Mobilização Comunitária Após a capacitação, o projeto incentiva as participantes a aplicarem os conhecimentos em suas comunidades por meio de uma Ação Comunitária Final, organizada e executada por elas mesmas, com apoio logístico e orientação da equipe da APOIO e FLM. A ação tem como objetivo promover a conscientização sobre igualdade racial e colorismo no território onde as participantes atuam, dando visibilidade ao protagonismo das mulheres negras e pardas. Essa atividade prática é estruturada para que as participantes possam: Experimentar o planejamento de um evento comunitário, compreendendo todas as suas etapas.Desenvolver habilidades de comunicação ao se engajarem diretamente com a comunidade e compartilharem os conhecimentos adquiridos.Estabelecer uma rede de apoio local, reforçando as conexões com outros atores sociais, potencializando futuras mobilizações e ações comunitárias Currículos: Juciléia Alves dos Santos -Assistente Social -Psicanalista em atendimento de mulheres negras periféricas e crianças -Especialista em Psicologia Política e Educação Popular pela Universidade de São Paulo - USP -Especialista em Práticas Intersetoriais de Cuidado e Relações Raciais – Centro de Formação e Pesquisa Amma Psique e Negritude

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo