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O projeto MOSCA 20 ANOS é composto pela tradicional mostra de curtas da MOSCA e outras atividades gratuitas oferecidas em Cambuquira-MG. A programação se inicia com a 15ª mostra competitiva de curtas, entre 16 e 20/07/2025, e se encerra em 31/07/26, com a finalização da montagem da "Exposição 20 anos de Mostra MOSCA". MOSCA 20 ANOS conta ainda com atividades interativas (mini oficinas), a serem realizadas em 2026 e mais uma mostra de curtas, a 16ª competitiva com a temática ambiental, que acontecerá entre 15 a 18/01/2026.As mostras têm aproximadamente entre 15 e 20 sessões para público de todas as idades. Os premiados são eleitos pelo Júri Popular. Parte dos curtas selecionados serão exibidos no programa MOSCA na Escola, com sessões agendadas para alunos das 7 instituições de ensino locais. Toda a programação acontecerá nos espaços do antigo cinema e salões do antigo cassino da década de 1940, atual Espaço Cultural Sinhá Prado, local que sedia a MOSCA desde sua fundação, em 2005.
Não se aplica.
Objetivo Geral O principal objetivo do projeto MOSCA 20 ANOS é, através da edição comemorativa, dar continuidade e mais visibilidade ao processo de difusão audiovisual iniciado em 2005 na cidade de Cambuquira. Ao ter oportunidade de assistir aos curtas-metragens da produçãobrasileira recente, em contraposição ao histórico que será apresentado na Exposição, antigos espectadores poderão se localizar na história, e novos serão convidados a experimentar e se apropriar de diferentes narrativas audiovisuais, principalmente através das oficinas que serão oferecidas. Os debates e encontros fomentam trocas produtivas entre profissionais do audiovisual, público cambuquirense e visitantes, já que Cambuquira é também uma cidade de potencial turístico. Objetivos Específicos O público do projeto MOSCA 20 ANOS terá a oportunidade de conhecer e relembrar o histórico da Mostra MOSCA, participar de atividades de estímulo à criação audiovisual, além de assistir e debater sobre os curtas-metragens selecionados para a 15ª e 16ª edições competitivas. Segue detalhamento das ações que estão planejadas para a celebração de 20 anos de atividades da mostra: - Entre 16 e 20/07/25 - 15ª MOSCA (edição competitiva) - terá início junto com a abertura da Exposição, e premiação no domingo 20/07/25. Tradicionalmente a competição da MOSCA dura 5 dias e exibe entre 80 e 100 títulos (a depender da duração dos curtas selecionados). Para serem selecionados e elegíveis a competir, os curtas devem ter tido sua estreia a partir do ano de 2023, e ter no máximo 30 minutos de duração. São programados nas seguinte categorias: Mostra Brasil: 4 ou 5 programas de curtas-metragens brasileiros. Cada programa tem aproximadamente 1h15 de duração e compõe uma sessão da MOSCA. Após cada sessão é realizado um bate papo entre o público e os diretores presentes. Mostra Internacional: produções estrangeiras com foco na diversidade de cinematografias. A internacional é composta por 3 sessões. Mostra Mineira: 3 programas curtas-metragens produzidos no estado de Minas Gerais. Mostra Infantojuvenil: Os curtas podem ser brasileiros ou internacionais (sem diálogos) e são divididos em 3 programas de acordo com faixas etárias. Mostra Jovem: 2 ou 3 programas de curtas brasileiros ou internacionais (legendados) podem ser selecionados para a mostra com foco em adolescentes e jovens adultos. Assim como a Infantojuvenil, estes curtas são também programados para as atividades MOSCA na Escola. Mostra Meia Noite: O recorte de filmes de gênero (Terror, Suspense ou Trash) também conta com 2 ou 3 sessões de curtas, que podem ser brasileiros ou internacionais (legendados), a depender da safra de inscritos. Após anúncio dos eleitos pelo público, a MOSCA exibe a Sessão de Premiados, que poderá vir a ser reprisada em outras datas até a finalização da Exposição MOSCA 20 ANOS, em outubro de 2025. Em 20 anos, a MOSCA realizou 14 edições competitivas e três edições especiais, que proporcionaram possibilidades para experimentação de programação e exibição de retrospectivas, programas temáticos ou outros formatos, como por exemplo, na MOSCA 14.5 edição especial: longas (2024). - Entre 15/01/26 e 31/07/26 - Exposição 20 ANOS DA MOSTRA MOSCA - a exposição será montada nos salões do antigo cassino da cidade de Cambuquira e mostrará ao público as diferentes fases da MOSCA através de fotografias; vídeos; cartazes e outros materiais gráficos; originais das artes da identidade visual feitas pelo artista Mateus Rios; troféus; equipamentos (especialmente os que já se tornaram obsoletos e não são conhecidos por crianças e adolescentes); e outros materiais e vídeos que ajudem a contar as histórias, relembrar os filmes exibidos, os trabalhos realizados nas oficinas, e fatos memoráveis (pela equipe ou por espectadores), além da apresentação de números atingidos com o trabalho desde 2005. As mini oficinas, batizadas de "estação" serão oferecidas no ambiente da Exposição, como uma atração interativa. O público poderá se inscrever previamente, individualmente ou em duplas e trios, e cada atendimento pode durar entre 2h e 4h, de acordo com a idade e habilidade do grupo em criar seu trabalho. - Março de 2026: Estação Montagem - Após uma breve introdução em conceitos de montagem e História do Cinema, o instrutor da Estação convidará os participantes a contar uma nova história editando imagens de arquivo de origens diversas. - Abril de 2026: Estação Animação - Conhecendo e utilizando técnicas básicas de stop motion, os participantes poderão dar vida a objetos e personagens inanimados criados em massinha, papel ou outros materiais disponíveis na Estação. - Maio de 2026: Estação Doc - A proposta da Estação Documentário é conversar um pouco com os participantes sobre diferentes narrativas documentais, e estimular a criarem algo simples, a ser filmado na própria exposição ou nas redondezas, no período de no máximo 1h30, já que a duração do atendimento será de aproximadamente 4 horas. Os exercícios em curta-metragem realizados nas Estações serão divulgados no site da MOSCA e no canal de Youtube, desde que autorizados pelos participantes e criadores. Entre 16/07/25 e 05/07/26 - MOSCA na Escola - período disponível para agendamento de sessões para as sete escolas da cidade. A atividade será divulgada também para outras instituições socioeducativas e para escolas e universidades da região. A estimativa é que o projeto MOSCA 20 ANOS exiba cerca de 50 sessões em todo o período de atividades.
A cidade de Cambuquira, importante estância de águas minerais, viu a diminuição de suas atividades turísticas na segunda metade do século passado. Muitos hotéis e estabelecimentos comerciais fecharam suas portas ao longo desse processo. O Cine Elite (sala de cinema com fachada Art Déco, construída em 1946) conseguiu se manter até o início dos anos 80 quando acabou encerrando suas atividades. Em 2001, foram reabertas as suas portas como um espaço voltado às manifestações culturais locais, retomando assim este ponto de encontro da população da cidade. A 1ª MOSCA _ Mostra Audiovisual de Cambuquira surgiu em 2005, da iniciativa de um grupo de quatro mulheres recém formadas em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos, que buscavam trabalhar em consonância com o movimento de descentralização cultural e difusão cinematográfica, especialmente de curtas-metragens, em um contexto no qual a internet ainda não representava um modelo popular de exibição como nos dias atuais. Após a realização da 1ª edição, ficou evidente que a comunidade ansiava pelo retorno do cinema local, questão que inclusive se tornou tema do documentário "Cine Elite _ Um Sonho Possível", realizado por moradores da cidade em uma das oficinas na edição de 2006. A MOSCA passou então a integrar o calendário de eventos de Cambuquira e o projeto foi apropriado pela população e se tornou algo bastante particular do seu contexto, com notória evolução de profundidade de diálogo e debate a cada ano. Tais características acabam atraindo os cineastas pela possibilidade de exibirem seus filmes em uma mostra popular e pela vivência de experiências na cidade de Cambuquira. A mostra é gratuita e se firmou no panorama de festivais de cinema exibindo filmes de curta-metragem premiados nacional e internacionalmente, lado a lado com produções regionais. A exibição de produções cambuquirenses se iniciou logo na 2ª edição, e foi aumentando a cada ano, até a criação, em 2012, de um programa só com filmes da cidade, a Sessão Cambuquira. Na 11ª edição competitiva, em 2017, o curta mais votado pelo Júri Popular foi "Maria Roxinha _ Ofício e Arte das Rezadeiras", da mostra Cambuquira. Já na edição de 2019, com o aumento nas inscrições de filmes produzidos em outras cidades mineiras, decidimos expandir o panorama regional. Sendo assim, a Sessão Cambuquira se tornou a Mostra Mineira, que celebra e premia a produção do estado de Minas Gerais. Ao relembrar a participação de filmes da região, percebe-se também um aumento do interesse das cidades vizinhas em estabelecer parcerias e sediar itinerâncias, que já aconteceram em Três Corações, Lambari, Campanha, São Thomé das Letras e Lima Duarte (Minas Gerais), assim como em cidades do estado de São Paulo: Américo Brasiliense, Jundiaí, Itupeva, Araraquara, Catanduva e São Paulo, entre outras. Os processos de aprendizado e troca cultural estabelecidos na mostra MOSCA já foram tema de artigos científicos e de uma tese de doutorado. Dentre os trabalhos concluídos, estão: - REALIZAÇÃO AUDIOVISUAL EM UM CONTEXTO DE EDUCAÇÃO POPULAR E COMUNICAÇÃO POPULAR: APROPRIAÇÃO DOS MEIOS E CONSTRUÇÃO DOS SIGNIFICADOS, por Djalma Ribeiro Jr / UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS / 2010. Disponível em: http://33reuniao.anped.org.br/33encontro/app/webroot/files/file/Trabalhos%20em%20PDF/GT06-6282 - O CINEMA CAMBUQUIRENSE: AUTORES, IDENTIDADE CULTURAL E PERTENCIMENTO, por Ananda Maria Alves Guimarães / UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO / Pós graduação em Mídia, Informação e Cultura, do Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação da Universidade de São Paulo CELACC) / 2012. Disponível em: http://www.usp.br/celacc/?q=celacc-tcc/258/detalhe - PROCESSOS EDUCATIVOS VIVENCIADOS EM EXPERIÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO POPULAR NA MOSTRA AUDIOVISUAL DE CAMBUQUIRA-MG (MOSCA), por Djalma Ribeiro Jr / UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS /Programa de Pós-Graduação em Educação do Centro de Educação e Ciências Humanas / 2016. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/bitstream/handle/ufscar/7281/TeseDRJ.pdf?sequence=1&isAllowed=y Além de dar continuidade ao processo de formação de público, que se iniciou em Cambuquira em 2005, a MOSCA expandiu sua área de atuação através de diversas parcerias com instituições de cidades da região, no intuito de realizar debates mais amplos sobre o contexto nacional e o fazer audiovisual como processo de reafirmação de identidades em diversas comunidades. Na 13ª e 14ª edição, a mostra aconteceu no formato on-line, e dessa forma teve oportunidade de alcançar público de diversas regiões do país. Para a 15ª edição, o objetivo é voltar à sala de cinema do espaço cultural sede da mostra e promover novidades e reencontros além de movimentar a região. A Lei de Incentivo à Cultura é um instrumento de captação de recursos fundamental para a realização de projetos culturais em cidades pequenas, uma vez que permite captar recursos de empresas de outros estados do país e de pessoas físicas, que foram dois aspectos recorrentes no histórico da MOSCA. Pela equipe idealizadora da mostra ser paulista e o projeto ter nascido em Minas Gerais, sempre houve certa dificuldade em se adaptar competitivamente aos editais dos Governos Estaduais.
Sobre a curadoria da MOSCA A seleção de obras apresentadas na MOSCA é feita a partir dos curtas-metragens inscritos para o evento, de acordo com regulamento divulgado no site oficial da mostra. Além dos curtas inscritos, podem também vir a compor a programação outros filmes convidados. Há 19 anos o comitê de seleção é coordenado por Ananda Guimarães, uma das fundadoras da mostra. Nota-se mudanças expressivas que deixam claro o crescimento do evento, como o surgimento da Mostra Internacional em 2012, a Mostra Mineira em 2019, e a Mostra Jovem, em 2020. Desde 2015 o número de inscrições ultrapassa 1.000 títulos, entre brasileiros e internacionais, número expressivo para uma mostra de caráter regional e baixo orçamento. Já foram exibidos filmes selecionados para o Festival de Cannes, Rotterdam, Clermont-Ferrand, Sundance e os melhores festivais do Brasil e do mundo. A mostra não exige ineditismo, no entanto em média conta em sua programação com pelo menos 5 estreias nacionais/mundiais entre filmes brasileiros. Há ainda espaço reservado para curtas produzidos na região de Cambuquira, o que têm se mostrado estimulante não apenas aos realizadores desses curtas, mas também ao público – que sempre lota a sessão de curtas cambuquirenses o que proporciona debates muito ricos para a comunidade, que ainda contribuem para um melhor entendimento dos visitantes da mostra sobre o local e seus espectadores.
Os produtos do projeto MOSCA 20 ANOS são compostos por: 1) Mostra Competitiva de Curtas Metragens, com 6 categorias: Mostra Brasil , Mostra Mineira, Mostra Internacional, Mostra Meia Noite, Mostra Jovem, Mostra Infantil (15ª MOSCA competitiva).2) Mostra Competitiva de Curtas Metragens com a temática ambiental, com 4 categorias: Mostra Brasil, Mostra Mineira, Mostra Jovem e Mostra Infantil (16ª MOSCA competitiva).Local: Sala de cinema do Espaço Cultural Sinhá Prado: com capacidade para público entre 150 e 190 pessoas (a depender do modelo de cadeiras utilizadas).Exibição de arquivos em arquivo digital H264 (1080p).Projetor NEC PA622U, 6200 ansi lumensTela: 300'Som Stereo 2.0 (Caixas Mackie Thump 212 1400w Rms)3) Exposição 20 anos de Mostra MOSCA: aberta ao público por seis meses, a exposição contará com 3 ambientes separados por divisórias, entre as quais o público poderá caminhar pela história da mostra, contada por fotografias, ilustrações, objetos, textos e vídeos. Sala extra para a realização das atividades interativas denominadas: Estação Montagem, Estação Animação e Estação Doc.Local: Salões do Espaço Cultural Sinhá Prado.Materiais: placas de pinus e estrutura em metalon, materiais diversos, objetos de acervo, arquivo da produção da Mostra MOSCA.Atividades interativas: O atendimento ao público será oferecido em um período de 2 semanas a cada temática, somando cerca de 6 semanas entre a Estação Montagem, Estação Animação e Estação Doc. As inscrições podem ser feitas de modo individual ou para grupos de até 3 pessoas. A atividade pode durar entre 2 e 4 horas, de acordo com o grupo atendido. Os vídeos realizados neste ateliê criativo serão divulgados no canal de youtube @mostramosca, se autorizados pelos autores.
O Espaço Cultural Sinhá Prado, composto pelos prédios do antigo cinema e antigo cassino da cidade de Cambuquira, adaptou rampas de acesso para pessoas PcD. No salão onde será localizada a Exposição há banheiro adaptado. A sala de cinema fica vizinha a este salão, sendo de fácil acesso. Corrimões amarelos foram instalados em alguns locais, conforme orientações do Corpo de Bombeiros de Três Corações. Em relação a acessibilidade de conteúdo, serão programadas sessões com legendagem descritiva, audiodescrição e tradução em libras. A maioria dos filmes produzidos nos últimos anos já possui suas cópias acessíveis e costumam ceder à Mostra para estas exibições programadas. A visita sensorial e textos em Braille será planejada para a montagem da Exposição 20 anos de Mostra MOSCA.Tradicionalmente são atendidos na programação da MOSCA, pessoas PcD da APAE de Cambuquira e mais recentemente membros do grupo Pro Autismo.
A democratização do acesso é parte essencial da proposta da mostra, e na prática ocorre através da gratuidade de todas as sessões e oficinas da MOSCA – Mostra Audiovisual de Cambuquira. O Espaço Cultural Sinhá Prado, sede da mostra, fica na rua principal da cidade, local de fácil acesso para a maioria da população. Para assistir às sessões da mostra não é necessário retirar ingressos com antecedência. São concentrados esforços em divulgação através de cartazes, panfletos, anúncio em carro de som, assessoria de imprensa e principalmente na presença da mostra nas redes sociais e grupos de discussão online da região, a fim de garantir que todos se sintam pertencentes à mostra e possam usufruir da programação. Para o programa MOSCA NA ESCOLA, são convidadas todas as escolas da cidade (Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio e EJA). É notório que a médio prazo, uma criança ou adolescente que frequentou a mostra com a escola, continua vindo por conta própria nos anos seguintes. Em relação ao público alvo, grande parte do público frequentador da mostra é residente na cidade de Cambuquira. No entanto, a mostra recebe também muitos visitantes da região, e público de estudantes de cinema e realizadores de Minas Gerais e dos estados mais próximos (São Paulo e Rio de Janeiro). Em uma cidade pequena (12.000 habitantes) há a vantagem de não possuir um público tão segmentado para eventos culturais, o que acontece pela escassez de alternativas de entretenimento, mas também pelo objetivo da proposta que é de atrair um público variado e de larga representatividade. Sendo assim, é possível afirmar que a MOSCA recebe espectadores e visitantes de todas as faixas etárias e camadas sociais nas diferentes atrações que compõem a programação composta por 6 mostras diferentes (Brasil, Mineira, Jovem, Infantil, Internacional e Meia Noite). Os filmes são premiados pelo júri popular, que incentiva a participação ativa dos espectadores.
PROPONENTE Fundada em 2018, a Romã Produtora Cultural nasce com mais de quinze anos de experiência de sua sócia-fundadora em mostras audiovisuais e projetos socioeducativos. O objetivo da Romã é desenvolver projetos de relevância cultural tanto em cinema quanto em eventos multilinguagem. Além de manter a continuidade de atividades de longa data como a Mostra MOSCA, fundada em 2005. Em 2024, a produtora se lança na produção de documentários, ao ser contemplada pelo Edital da Lei Paulo Gustavo 2023 com o projeto de fomento ao núcleo criativo da produtora, para o desenvolvimento de três roteiros documentais. EQUIPE Ananda Guimarães: Direção Artística do projeto / Comitê de seleção e curadoria da Mostra de Curtas-Metragens / Pesquisa da Exposição Ananda Guimarães é graduada em Imagem e Som pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos). Em festivais de cinema tem experiência na coordenação de produção e/ou programação e curadoria. Em produção de filmes e séries teve suas últimas experiências nas áreas de Assistência de Direção (Doc. "Terra de Ciganos", de Naji Sidki, que teve sua estreia no In Edit 2024); e Produção Executiva, como assistente na 4ª Temporada da Série "Sintonia" (Gullane/Netflix). Foi Produtora Cultural da Academia Internacional de Cinema - AIC (SP); programadora do Benedita Cineclube (Cambuquira/MG); educadora de oficinas audiovisuais no projeto CulturAção e Super Curtas (Suzano, São Paulo e Ferraz de Vasconcelos/SP), integrou por 10 anos a equipe do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários (SP/RJ), e trabalhou em diversos festivais como o Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo - Kinoforum, Cultura Inglesa Festival, FIM-Festival Internacional de Mulheres no Cinema e Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Gestora de projetos culturais, há 19 anos produz eventos em Cambuquira-MG, no Espaço Cultural Sinhá Prado, fundado para a revitalização dos prédios do antigo cinema e cassino da cidade. É fundadora da MOSCA - Mostra Audiovisual de Cambuquira, na qual atua na direção, produção executiva e curadoria desde 2005. A partir de 2009 começou a articular itinerâncias para exibição de curtas-metragens em instituições de ensino e espaços culturais do Sul de Minas. Como curadora de curtas-metragens, além da MOSCA, já colaborou com o GSFF - Glasgow Short Film Festival (Escócia/UK), com a Mostra de Cinema Casa Aberta (Uberlândia/MG), o espaço Centro da Terra, em São Paulo, com o projeto on-line Curtaflix, entre outros. É sócia-fundadora da Romã Produtora Cultural, proponente do projeto MOSCA 20 ANOS, e participa de todas as etapas de realização. André Bomfim: Oficina Estação Doc André Bomfim nasceu em Natal, foi criado na Bahia e hoje vive em São Paulo. Foi sócio da Mira Filmes, hoje é sócio da Romã Produtora Cultural. Formou-se na USP. É documentarista. Pela Mira Filmes, dirigiu dois curtas para a ESPN. Produziu o longa "Precisamos falar do assédio" (doc e site, 71', 2016), direção de Paula Sacchetta. Participou em 2016 do IDFA DocLab Academy 2016 como o primeiro latinoamericano selecionado para o programa. Dirigiu e produziu "Famílias" (série doc, 5x26’, 2018), exibida nas TVs Públicas, TV Cultura e Futura. Dirigiu e produziu "Ainda estou vivo" (doc, 87’, 2021), seu primeiro longa, que estreou no 25º CinePE, onde conquistou três prêmios, incluindo Melhor Direção. Atualmente, dirige uma série doc para o Arte1. "Irmãos", em fase de desenvolvimento, é seu segundo projeto de longa. André Bomfim é sócio da Romã Produtora Cultural e integra o Núcleo de Desenvolvimento da Romã, projeto contemplado pela Lei Paulo Gustavo 2023. Na Mostra MOSCA, ministrou, em 2014, a oficina de documentário Lugares de Memória , produziu e integrou o comitê de seleção 13ª MOSCA (2020), e co-dirigiu a 14ª MOSCA (2021), ambas realizadas em formato on-line. Fernanda Tonoli: Coordenação de Filmes / Pesquisa e Curadoria da Exposição Fernanda Tonoli é formada em Imagem e Som pela UFSCar e em Letras pela Faculdade Cultura Inglesa, e é uma das fundadoras da MOSCA, tendo atuado por 8 edições como Curadora e Produtora da Mostra. Possui vasta experiência na produção de festivais, tendo sido produtora do Cultura Inglesa Festival por mais de 10 anos (2007 a 2019), atuando junto às equipes de curadoria de audiovisual, artes visuais, danca e teatro, e coordenando a montagem de 15 projetos anuais nessas áreas. Produziu também grandes espetáculos teatrais (com Jô Soares, Marcelo Médici, Glória Menezes, Denise Fraga, Hugo Possolo, entre outros), saraus literários (com Francisco Cuoco, Arnaldo Antunes, Zé Carlos Machado, Denise Weinberg, entre outros), concertos de música erudita (com Kings College Choir, Orquestra Sinfônica Heliópolis, Coral Cultura Inglesa, Coral do Mosteiro de São Bento SP, Coro d’A Cappella, Coral do Museu de Arte Sacra SP, entre outros), festivais de banda e shows (com Franz Ferdinand, Johnny Marr, Jota Quest, Capital Inicial, Jorge Ben Jor, Charlie Brown Jr). Atualmente dirige projetos do Instituto Alvorada Cultural e no projeto MOSCA 20 anos, faz parte da equipe de curadoria e produção da Exposição comemorativa. Felipe Lemes: Comitê de Seleção da Mostra de Curtas-Metragens / Criação de Identidade Visual Lipe Lemes é artista visual e ilustrador autodidata. Sua primeira exposição individual foi aos 14 anos, na MOSCA 9 - Mostra Audiovisual de Cambuquira (2014), projeto no qual já trabalhou como monitor, assistente de produção e integrou o comitê de seleção da Mostra Infantojuvenil e Mostra Meia Noite. Em 2023, realizou sua primeira curadoria de filmes pela MOSCA para a 6ª Mostra de Cinema Casa Aberta, de Uberlândia, MG. Até a finalização da etapa de produção do projeto MOSCA 20 ANOS, serão definidos outros profissionais para compor a equipe.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.