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"DO QUE SÃO FEITAS AS ESTRELAS?" é uma peça teatral infanto juvenil, com direção de Kiko Marques e escrita por Sofia Fransolin, inspirada na vida da Cecilia Payne-Gaposchkin (1900 - 1979), astrônoma e cientista que descobriu a composição das estrelas, com apenas 25 anos. Vencedor do Prêmio APCA 2023 (Associação Paulista de Críticos de Artes) de Melhor Direção. O projeto realizará uma turnê por 7 (sete) cidades - São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Vitória, Brasília e Salvador - , com 35 (trinta e cinco) apresentações e 8 (oito) oficinas gratuitas.
Em "Do que são feitas as estrelas? a vida da astrônoma inglesa Cecília Payne, cientista que descobriu a composição das estrelas, se transforma em uma aventura intergaláctica onde a Guerreira Cecí, uma menina encafifada com o universo dos porquês, deverá enfrentar intrigas e batalhas, trapaças e chantagens, tempestades e brigas com seres intergalácticos para se tornar uma exploradora cósmica. A narrativa, que acompanha o crescimento de Cecí até se tornar uma das astrônomas mais importantes da História, enfrenta com poesia a ideia antiga de que "tem coisa que não é para menina", e incentiva garotas (e também garotos) a serem quem são e seguirem seus sonhos.
Síntese do projeto "DO QUE SÃO FEITAS AS ESTRELAS?" é uma peça teatral infanto juvenil, com direção de Kiko Marques e escrita por Sofia Fransolin, inspirada na vida da Cecilia Payne-Gaposchkin (1900 - 1979), nascida na Inglaterra, astrônoma e cientista que descobriu a composição das estrelas, com apenas 25 anos. Idealizado pela atriz Luiza Moreira Salles, que divide a cena com os atores Carolina Fabri e Diego Chilio, o espetáculo mescla uma história real com uma aventura espacial, trazendo o fascínio que os fenômenos celestes despertam nas crianças. De forma lúdica e poética a peça fortalece a importância da curiosidade e incentiva garotas e garotos a serem autênticos e seguirem seus sonhos, desconstruindo a antiga ideia de que "tem coisa que não é para menina". O projeto estreou em agosto de 2022, no Sesc Belenzinho, após ser contemplado com o Prêmio Zé Renato de Teatro da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Venceu o Prêmio APCA 2023 (Associação Paulista de Críticos de Arte) e o prêmio "Pecinha é a Vovozinha" pela Melhor Direção. Percorreu 18 cidades, realizou 69 apresentações e alcançou um público de 17.000 pessoas. Em "DO QUE SÃO FEITAS AS ESTRELAS?" a vida de Cecília Payne se transforma em uma aventura intergaláctica onde a Guerreira Cecí, uma menina encafifada com o universo dos porquês, deverá enfrentar intrigas e batalhas, trapaças e chantagens, tempestades e brigas com seres intergalácticos para se tornar uma exploradora cósmica e derrotar a ideia de que mulheres são inferiores. A narrativa acompanha o crescimento de Ceci até se tornar uma das astrônomas mais importantes da História. O objetivo do projeto é realizar a turnê da peça pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Brasília e Vitória, totalizando 35 apresentações, atingindo um público estimado de 10.000 pessoas ao longo de 2025. Após o sucesso de público e crítica, nosso objetivo é realizar uma circulação por 7 (sete) Estados do país, sendo: 12 (doze) apresentações na cidade de São Paulo; 8 (oito) apresentações na cidade do Rio de Janeiro; e 3 (três) apresentações em cada uma das cidades de Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Vitória e Brasília, totalizando 35 (trinta e cinco) apresentações. O projeto contemplará oficinas em todos os Estados, e convida o público a mergulhar no universo da astronomia, que sabemos ter um enorme potencial para estimular a criatividade e a imaginação, potencializando a poesia e os mistérios sobre a existência humana. O projeto contemplará diversas ações de contrapartidas de inclusão e acessibilidade (intérprete de Libras, Audiodescrição e visita tátil), além de oferecer 8 (oito) oficinas de ação formativa para crianças e jovens, entre 7 e 12 anos, totalizando 350 alunos ao longo da turnê. Objetivos GERAL: O espetáculo "DO QUE SÃO FEITAS AS ESTRELAS?" têm como propósito realizar um projeto que integre toda a família, através de uma experiência lúdica e poética sobre a história da cientista e astrônoma Cecilia Payne, que descobriu a composição das estrelas. A peça tem como objetivo conectar crianças e adultos, abordando temas delicados do período entre a infância e a adolescência, como por exemplo: os desafios de aprendizado, o boletim escolar, a socialização na escola, inseguranças, conflitos entre familiares e a dor da saudade que Cecília sente do pai, que já faleceu. Explorando a capacidade que as crianças têm de usar a imaginação para digerir situações difíceis e dolorosas. Mostrando as dificuldades que uma menina, apaixonada por ciências, enfrentava naquela época para se tornar cientista. No exercício de capturar o espectador, o espetáculo "DO QUE SÃO FEITAS AS ESTRELAS?" aborda os temas de forma lúdica e constrói dois planos de narrativa - a história real e a aventura intergaláctica de uma guerreira espacial - misturando ficção e realidade como se fosse uma história contada às crianças antes de dormir. Para transmitir a sensação dos movimentos das estrelas e do passar do tempo, o cenário é composto por um travelling (carrinho montado sobre trilhos), que simula o movimento da órbita, além de trazer à cena uma série de projeções artesanais com a utilização de um retroprojetor manipulado pelos próprios artistas. Convidando o público a sonhar com um mundo misterioso, diverso, cheio de aventuras e possibilidades. "Pensamos em um espetáculo que evidenciasse o aspecto transitório da vida, em detrimento da ideia de sedimentação e de materialidade. Queremos que todos os espectadores saiam do teatro vendo um universo que se move, gira e se projeta, sempre em movimento, sempre em transformação", explica o diretor Kiko Marques. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 35 (trinta e cinco) apresentações do espetáculo " Do que são feitas as estrelas?", com 60 min de duração, para um público de até 300 crianças por apresentação;- Realizar 35 (trinta e cinco) apresentações com tradução em libras, 7 (sete) sessões com audiodescrição e visita tátil; garantindo o direito de pessoas com deficiência a frequentarem os espaços culturais;- Contribuir para a formação de plateia do público infanto - juvenil e democratizar o acesso ao teatro com 3 (três) sessões gratuitas para grupos de alunos de escolas públicas e instituições de ensino das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro; além das práticas de preços populares e distribuição gratuita de convites para a população de baixa renda, conforme regras da lei de incentivo à cultura, em toda a turnê.- Difundir a história inspiradora de Cecilia Payne que lutou pelos seus direitos como mulher no meio acadêmico e científico e se tornou, uma das cientistas mais importantes no mundo da astrofísica.- Tornar conhecido, para o público infanto - juvenil, a importância da ciência, pesquisa e conhecimento intelectual para o desenvolvimento como sociedade.- Cultivar o interesse das crianças pela cultura e pela expressão artística desde cedo.- Proporcionar uma atividade compartilhada de apreciação para toda a família, contribuindo para a formação de memória afetiva entre a família com o teatro.- Estimular o pensamento crítico e a reflexão sobre as histórias apresentadas. Conforme o Art. 03 do Decreto 11.453, de 2023, o projeto tem como finalidade: I - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III - Viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; XII - Impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIV - Estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;
"DO QUE SÃO FEITAS AS ESTRELAS?" nasceu do desejo de contar a história de vida da Cecilia Payne-Gaposchkin, que teve uma trajetória inspiradora, na qual enfrentou diversos desafios por ser mulher na comunidade acadêmica e científica, em uma época na qual as mulheres não recebiam diploma e não eram incentivadas a estudar e construir uma carreira relevante. Cecilia Payne, após descobrir a composição das estrelas, apresentou sua tese para o seu orientador que a convenceu de que sua conclusão estava errada. No entanto, quatro anos depois, ele reconsiderou seu posicionamento e escreveu sua própria tese utilizando o método da astrônoma e só deu crédito a ela nas últimas páginas, sem dizer que havia anteriormente rejeitado sua teoria, ocultando que a descoberta da composição das estrelas era originalmente de Cecilia Payne. E, apesar de Cecília ter realizado grandes descobertas para o avanço da astrofísica, não recebeu seu devido reconhecimento. Ouve-se muito falar sobre Darwin, Newton e Einstein nas escolas, mas não aprendemos sobre Cecilia Payne. Os espetáculos infanto-juvenis desempenham um papel fundamental na formação de laços familiares e na criação de memórias afetivas. Ao assistir a uma apresentação juntos, pais e filhos compartilham experiências únicas que fortalecem seus vínculos e promovem momentos de alegria e reflexão. Essas experiências não apenas proporcionam entretenimento, mas também incentivam diálogos sobre temas importantes abordados nas histórias, estimulando a empatia e a compreensão, construindo um espaço seguro para a troca de ideias e sentimentos. Essa experiência cultural enriquece a convivência familiar, criando laços que se estendem além do momento da apresentação. Esse período da infância é extremamente importante para o desenvolvimento da criança. Ter exemplos inspiradores é uma forma de expandir o imaginário, dando origem a novas possibilidades, perguntas extraordinárias e ideias inovadoras que algumas pessoas perseguirão pelo restante da vida adulta. As histórias para crianças, apesar de estarem sendo reformuladas, muitas ainda reproduzem a ideia de que as mulheres precisam ser reverenciadas e protegidas, reforçando a ideia da fragilidade feminina. Por isso, nossa protagonista se transforma em uma guerreira intergaláctica, para problematizar o estigma da "princesa" e caracterizar a personagem com uma personalidade ativa de heroína que enfrenta desafios com autonomia e coragem, investiga temas com curiosidade e encontra soluções com muita criatividade e inteligência. Este espetáculo é uma forma de lutar pelo reconhecimento da Cecília Payne e contra o apagamento histórico de mulheres que tiveram uma trajetória significativa e não receberam seu devido reconhecimento, já que historicamente eram consideradas inferiores e obrigadas a exercer um outro papel na sociedade. Tinham pouca oportunidade para conquistar um lugar de destaque. Cecilia Payne-Gaposchkin descreveu a si mesma como "uma rebelde contra o papel feminino" e declarou que sua verdadeira rebelião "era contra ser pensada e tratada como inferior". O contato com a ciência e astronomia é fundamental, porque motiva as crianças a construírem seus primeiros significados importantes do mundo, favorecendo, além da construção de conteúdo conceitual, o desenvolvimento de atitudes investigativas. Possibilitando que a criança compreenda o que se passa à sua volta com um pensamento crítico e transformador para que possa intervir na sua realidade. Ou seja, a criança é incentivada a ter uma perspectiva ativa perante o mundo, com a curiosidade e coragem de fazer perguntas e a determinação de buscar suas respostas É possível criar um novo imaginário de feminino, uma nova referência e inspiração. Lutando contra a ideia de que por serem meninas são incapazes ou insuficientes, ou seja, ao invés de reprimi-las, poder inspirá-las a tentarem. "Se não empregarmos a camisa de força do gênero nas crianças pequenas, daremos a elas espaço para alcançar todo o seu potencial", diz a escritora Chimamanda Ngozi Adichie. As mulheres cientistas já foram protagonistas de grandes descobertas para o conhecimento que temos acesso hoje. Mesmo com toda a falta de espaço, incentivo e reconhecimento, elas existiram! Considerando a relevância do espetáculo, a aprovação deste projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível à sua realização. Desse modo, seguiremos contribuindo para fomentar a cultura e desenvolver a atividade cultural, econômica e artística de nosso país, conforme os objetivos e requisitos da Lei nº 8.313: Art. 1. Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX _ Priorizar o produtor cultural originário do País. Art. 3. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A referida proposta está enquadrada no segmento de artes cênicas e se enquadra no Artigo 18 da referida lei.
Produto: Espetáculo de artes cênicas, com duração de 60 min por apresentação. 8 apresentações na cidade do Rio de Janeiro durante o período de 1 mês. 12 apresentações na cidade de São Paulo durante o período de 1 mês. 3 apresentações na cidade de Vitória durante o período de 2 dias. 3 apresentações na cidade de Belo Horizonte durante o período de 2 dias. 3 apresentações na cidade de Salvador durante o período de 2 dias. 3 apresentações na cidade de Curitiba durante o período de 2 dias. 3 apresentações na cidade do Distrito Federal durante o período de 2 dias. Produto: Contrapartida social Visando atender a contrapartida social será realizada uma Oficina, para até 50 crianças e jovens, sobre a temática do espetáculo. A Oficina terá carga horária de 120 minutos. Público-alvo – 350 pessoas no total
Produto: Espetáculo de artes cênicas Acessibilidade física: O teatro onde o espetáculo se apresentará atende a todas as exigências previstas na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), de nº 13.146/2015 e do Decreto de nº 9.404/2018, no qual regulamenta a reserva de assentos para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e obesos, além de contar com elevadores adequados para pessoas com deficiência, corrimãos e guarda-corpos, banheiros adaptados e vagas de estacionamento demarcadas. Item orçamentário: Não foi necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física. Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais: Contratação do serviço de audiodescrição (no mínimo em 9 apresentações, sendo 02 em São Paulo, 02 no Rio de Janeiro e 1 em cada uma das cidades: Vitória, Curitiba, Salvador, Belo Horizonte e Distrito Federal. Item orçamentário: Serviço de audiodescrição Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos: Contratação do serviço de intérprete de Libras em todas as 35 apresentações. Item orçamentário: Intérprete de libras Acessibilidade de conteúdo para deficientes intelectuais: Contratação de monitores treinados para o recebimento e acolhimento do público. Item orçamentário: Assistente de produção.
Produto: Espetáculo de artes cênicas Adotaremos as seguintes medidas de democratização de acesso: - 10% dos ingressos serão destinados para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, conforme Art. 29, inciso II da IN 11/2024; - Disponibilizaremos até 10% para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme Art. 29, inciso I da IN 11/2024; - Disponibilizaremos até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente, conforme Art. 29, inciso III da IN 11/2024; - 20% dos ingressos serão comercializados a preços populares em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente, conforme Art. 29 Inciso IV da IN 11/2024. Além disso, em cumprimento ao Artigo 32, inciso II da Instrução Normativa Nº 11 de 30 de Janeiro de 2024 , adotaremos a seguinte medida: - Realização de ensaio aberto. Produto: Contrapartida social A contrapartida social conforme prevê a IN nº 11/2024 é uma ação formativa obrigatoriamente gratuita. Nesse sentido, será realizada uma palestra com a equipe criativa do espetáculo abordando a temática principal da peça, que é o envelhecer.
Concepção: Luiza Moreira Salles Direção: Kiko MarquesElenco: Carolina Fabri, Diego Chilio e Luiza Moreira SallesDramaturgia: Sofia Fransolin Direção de Movimento: Bruna LongoCenário: Zé Valdir Trilha Sonora: Ernani Sanchez Figurino e Visagismo: Victor PaulaRetroprojeção: Diego Chilio, Kiko Marques, Luiza Moreira Salles, Criss de Paulo (Ilustração)Iluminação: Danielle MeirelesOperação de luz: Rafael AraújoOperação de som: Ernani SanchezContrarregra: Eduardo PortellaCoordenação Geral: Luiza Moreira Salles Kiko Marques (Direção): Ator, Diretor, Dramaturgo e Professor. Ator formado pela Escola de Teatro Martins Penna. Kiko já dirigiu e atuou em diversas montagens teatrais. Ele também atuou em importantes produções do cinema brasileiro, como nos filmes “Cidade de Deus”, no papel do policial Cabeção, e “Carandiru”. Kiko Marques é ator, dramaturgo e diretor, co-fundador da Velha Companhia. Prêmio APCA de melhor diretor em 2016 com o espetáculo Sínthia, de sua autoria. Autor do também ultra-premiado Cais ou da Indiferença das embarcações, com Prêmio APCA de Melhor Autor pela peça Cais ou da Indiferença das Embarcações. Em 2023, recebeu o Prêmio APCA de Melhor Direção pela peça “Do que são feitas as estrelas?” e “O Monstro da Porta da Frente”.Luiza Moreira Salles (Atriz, Idealizadora e Coordenação Geral): Atriz, produtora e arte-educadora. Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp - Universidade Estadual de Campinas e pela Universidade de Évora (Portugal). Atriz, idealizadora e coordenadora geral da peça infanto-juvenil “Do que são feitas as estrelas?”, com direção de Kiko Marques e dramaturgia de Sofia Fransolin, o trabalho recebeu o Prêmio APCA de Melhor Direção (Kiko Marques) e, também, foi indicada a Melhor Atriz pelo crítico Dib Carneiro, para o Prêmio “Pecinha é a vovozinha”. Em 2019, integrou a equipe de criação, realizando Assistência Geral da peça “Stabat Mater” de Janaina Leite. Carolina Fabri (Elenco): Bacharel em Interpretação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP - 2010) e atriz pelo Teatro-escola Célia Helena (2000). Cofundadora da Companhia Elevador de Teatro Panorâmico em 2000, onde além de atriz exerce a função de administradora. Espetáculos mais recentes: 2022 - TEBAS, da Cia. Elevador; FOXFINDER - A CAÇA, de Dawn King, projeto co-idealizado e produzido com o diretor Wallyson Motta; DO QUE SÃO FEITAS AS ESTRELAS? - infanto-juvenil dirigido por Kiko Marques, baseado na biografia da astrofísica Cecilia Payne Gaposchkin. Diego Chilio (Elenco): Ator, produtor e pedagogo teatral. Foi assistente de direção de Marcia Abujamra no espetáculo “Catraca” em 2014. Assistente direção de Diego Moschkovich no espetáculo Villa em 2018. Seus últimos espetáculos como ator foram, “E Lá Fora o Silêncio” com direção de Diego Moschkovich; “Do que são feitas as estrelas?” com direção de Kiko Marques; “O Lá é Aqui” solo de Diego Chilio, com direção de Angela Ribeiro; “As 3 Uiaras de SP city” com direção de Diego Moschkovich.Eduardo Portella (Contrarregra Cênico): Técnico de palco e camareiro. Bacharel em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac Santo Amaro (São Paulo). Foi contrarregra e camareiro na peça "Anjo de Pedra", dirigida por Nelson Baskerville, na qual começou a realizar o trabalho de contrarregragem cênica. Em 2022, estreou como contrarregra na peça "Do Que São Feitas As Estrelas?", dirigido por Kiko Marques, trabalho no qual o contrarregra assume um personagem em cena, participando das movimentações e coreografias de toda a peça. É contrarregra na peça "O Bem Amado Musicado", dirigido por Ricardo Grasson, na qual também executa inserções e movimentações em cena. Em 2023, foi contrarregra e camareiro na comédia "Teatro para quem não gosta", de Marcelo Médici e Ricardo Rathsam. Danielle Meirelles (Design de luz): Formada em Rádio e Televisão na Universidade Anhembi Morumbi, Fotografia no Centro Paula Souza e Iluminação cênica pela SP Escola de Teatro. Assistência de luz : Teatro da Vertigem, Teatro Oficina. Realizou desenho de luz para espetáculos : “ Ida"; do grupo Coletivo Negro , "Rés"; da Corpórea Companhia de Corpos contemplado pelo Rumos Itaú, ; "Buraquinhos ou o Vento é inimigo do picumã"; , ( vencedor dos prêmios APCA e Aplauso Brasil na categoria melhor direção, indicado como um dos melhores espetáculos do ano de 2018 pela crítica do jornal Folha de SP ), “MACACOS” com direção de Clayton Nascimento (Vencedor prêmio Shell e APCA 2023). Ernani Sanchez (Trilha sonora e operador de som): Formado em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi, é ator, palhaço, músico e diretor de teatro há vinte anos. Passou também pelo C.P.T. com coordenação de Antunes Filho e lá ficou por um ano. Acumulou passagens por cursos da Companhia do Latão, Teatro da Vertigem, entre outros. Foi integrante do Teatro da Gioconda de 1999 a 2010 e palhaço da Cia. do Quintal de 2007 a 2017. Como músico/ator/palhaço atuou em Jogando no Quintal, Meu Lado Homem – Um Cabaré D’escánio e Kavernistas do Terceiro Milênio. É músico/palhaço na websérie Café com Blanche na qual assina a idealização e a direção ao lado de Rhena de Faria. É autor da trilha sonora original do infanto-juvenil Do que São Feitas As Estrelas?, direção de Kiko Marques. Além disso, é compositor e intérprete no seu projeto solo intitulado El Nani e integrante da A Baderna Baila. Zé Valdir (Cenógrafo):Cenógrafo e bonequeiro com Bacharelado e Licenciatura em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes. Desde 2006, participa das oficinas de teatro de Animação no Centro de estudos e práticas de Teatro de animação coordenado pela Cia Truks. Integrante das companhias de teatro: Os Fofos Encenam (ator e cenógrafo), Cia Les Commediens Tropicallies (cenógrafo), Cia República Ativa de teatro (cenógrafo) e na Cia Eureca (ator). Trabalhos cenográficos: “Do que são feitas as estrelas?” - Idealização Luiza Moreira Salles e direção: Kiko Marques; “História de Bar” - Cia Truks; “Concílio da destruição” - Cia Les Commediens; “A Última Quimera” - Cia Les commediens; “Segundo Pedro Segundo” - Cia Les commediens; “Quem Apagou a Luz” - Cia República Ativa de Teatro; “A Bruxinha Que Era Boa” (melhor cenário infantil do festival da cidade de São Paulo e do XII Festec) - Cia República Ativa, “O Cavalinho Azul” - Cia República Ativa; “Terra de Santo” - Cia Os Fofos Encenam; “Ensaio Sobre a Queda” - Direção Marcelo Lazzaratto; “Selma” - Cia Defeitos; “Maldito Benefício” - Direção Marcelo Lazzaratto ( trabalho indicado ao prêmio Shell de cenografia); “Projeto Baú da Arethuzza (antes do enterro do anão, Vance viu minha fia, A canção de Bernadete, A ré misteriosa” - Os Fofos Encenam com direção Fernando neves. Victor Paula (Figurino e Visagismo): Técnico em Comunicação Visual pelo Centro Paula Souza(2014), passando pelo Bacharel em Design na FAU-USP (não concluído) Artes cênicas pela ECA-USP (matérias optativas) Bacharel em Design Gráfico pela Faculdade Belas Artes de São Paulo (concluído em 2016), formado em Cenografia e Figurino pela SP Escola de Teatro(2017). Cenário para “O incrível mundo dos baldios” da cia Satyros de Teatro que concorreu ao Shell de Dramaturgia (2018); Visagismo e Figurinos para o Musical “Bertoleza, uma tragédia musicada” da cia Gargarejo de Teatro ganhador do prêmio APCA 2020. Rafael Araújo (Operação de Luz): Bacharel em Artes visuais pelo Centro Universitário Belas Artes, 2022. Formado em iluminação Cênicas pela SP Escola de Teatro, 2014. Atuo como iluminador deste 2013, tendo realizado trabalhos no teatro com a Cia do Feijao, Cia dos Solilóquios, Cia do Tijolo, Cia as Graças, Marta Soares, Sara Antunes.
PROJETO ARQUIVADO.