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O projeto busca produzir um curta-metragem ficcional do gênero suspense dramático nas cidades do RN, Ceará-mirim e Natal, com duração aproximada de 15 minutos, colorido, filmado em 4k. O filme intitulado "A Flora de Lugar Nenhum" se constrói na narrativa de uma menina desaparecida, Flora, da qual só a melhor amiga dela, Joana, parece saber quem é, criando assim um artifício para levar mais pessoas a consumirem um conteúdo sobre invisibilidade trans. Após sua finalização, o filme seguirá o percurso tradicional de difusão em festivais, mostras e streamings, mas também contará com exibições em 2 escolas públicas locais do RN.
Ao acordar na manhã de uma segunda-feira, Joanadescobre que sua melhor amiga e colega de quarto nãodormiu em casa. E enquanto procura por sua amigadesaparecida, percebe que além de não saberem onde elaestá, seus conhecidos parecem não saber quem Flora é.
Objetivo geral: Realizar um curta-metragem ficcional de 15 minutos nas cidades de Ceará-mirim e Natal, abordando a invisibilidade trans. Objetivo específico: -Realizar 02 exibições gratuitas do filme seguidas por palestras educativas sobre cinema, diversidade e inclusão em algumas escolas públicas locais, ministradas pela equipe do filme.
O projeto "A Flora de Lugar Nenhum" justifica-se por sua temática, a invisibilidade trans. Ao explorar a história de Flora, o curta busca preencher uma lacuna ao promover diálogos essenciais sobre identidade de gênero, respeito aos nomes sociais e pronomes, desafiando estigmas relacionados à comunidade transgênero. A pertinência do tema é acentuada ao considerar dois estudos de 2018, o primeiro realizado pela associação nacional de travestis e transsexuais, no qual se estimou que cerca de 42% da população trans já tentou suicídio, e o segundo publicado no site Journal of Adolescent Health sobre as consequências do uso do nome social por pessoas trans, que provou que respeitar o nome pelo qual uma pessoa transgênero se identifica pode diminuir as taxas de suicídio e depressão desta comunidade. Dessa forma a proposta alcança Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Alinhado ao disposto no Art. 3º da Lei 8.313, configura-se como objetivo do projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Dessa forma, compreende-se que este projeto enquadra-se no Art. 18º da Lei 8.313, visto que seus objetivos contemplam o seguinte segmento cultural: f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual;
O projeto busca produzir um curta-metragem ficcional do gênero suspense dramático nas cidades do RN, Ceará-mirim e Natal, com duração aproximada de 15 minutos, colorido, filmado em 4k, tendo distribuição digital.
O projeto entende a importância do acesso à cultura para todas, todos e todes, e pensando nessa necessidade e na diversidade de público, foram definidos o uso de alguns meios para possibilitar que a maior quantidade de pessoas apreciem o filme A Flora de Lugar Nenhum. A divulgação do projeto nas redes sociais utilizará dos recursos como texto alternativo e legendas descritivas em todas as suas postagens. Já o nosso produto final, o curta-metragem A Flora de Lugar Nenhum, assim como seu teaser, trailer e outros materiais de vídeo, incluirá versões com recursos de acessibilidade comunicacional, como legendagem, legenda descritiva, audiodescrição e janela de Libras.
Realizar 02 exibições gratuitas do filme seguidas por palestras educativas sobre cinema, diversidade e inclusão em 2 escolas públicas locais de Natal, ministradas pela equipe do filme.
Direção e Roteiro Adriele Dantas Natural de Touros/RN, iniciou sua trajetória em projetos culturais durante o ensino médio no IFRN Campus Natal Central, fundando os coletivos "Treze por Dia", que trabalhava feminismo e questões de gênero através da arte, e "Araruna", que tinha uma proposta multicultural. Sua filmografia inclui direção e roteiro em produções como "Entre o Mar" (2017), premiado no VIII FINC Festival Internacional de Cinema de Baia Formosa e exibido no International Festival of Independent Cinema Off Camera em 2018, "Floreceis" (2018), selecionado para a mostra competitiva do IX FINC Festival de Cinema de Baía Formosa, o documentário "Escrito na Pele" (2019) que aborda a história da comunidade negra potiguar, "As Cores de Sérgio" (2023), vencedor da categoria Boi de Prata da 5ª Mostra Audiovisual Rotunda, e o média-metragem documental "Cinemateca Potiguar: Dez anos de memórias" (2024). Destacando-se ainda sua participação no 1°LabRN, Realizado pelo Curta Caicó, na ocasião escreveu "A Flora de Lugar Nenhum" eleito o roteiro vencedor do laboratório. Atualmente, trabalha como agente de fomento e novos projetos da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Norte, e também desempenha funções cruciais em projetos culturais, atuando como assistente de produção no Coletivo Mais Mulheres na Cultura, Pesquisadora no projeto "Quando Me Reconheço e o Cinema Emociona", que é uma pesquisa sobre as identidades LGBTQIAPN+ no cinema brasileiro, contribuindo como membro na equipe da Cinemateca Potiguar. Produção Executiva Thiago Tavares Thiago é mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF, com pós-graduação em Produção Cultural pela UCAM e graduação em Cinema pela Estácio. Atua como produtor cultural, com participação em equipes de produção de eventos culturais nacionais e internacionais, como o FESTILP 2016 e o AnimaMundi 2014. Tem experiência também como produtor executivo e produtor de criação na empresa Cinetrupe Produções(2014-2023), onde realizou filmes e projetos contemplados em editais e premiados, com passagens por mais de 40 festivais de cinema, como o Festival do Rio e em canais de TV como o Canal Futura, Prime Box Brasil. Foi curador e produtor da exposição “Limiares” realizada no Paço Imperial no RJ em 2017. Ministrou cursos na área cultural, como Introdução ao Audiovisual no SESC-RJ, Produção Cultural no Programa Favela Criativa e como tutor no curso de graduação em Produção Cultural da UFF. Foi pesquisador na Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Gestão. Fez parte da comissão de avaliação de projetos culturais no FAC-DF Ocupação 2019 e FAC DF Multicultural em 2021 e mais de 30 comissões de avaliação de projetos em editais pelo Brasil Em 2021, foi Coordenador Geral e Curador do Pajubá-Festval de Cinema LGBTI+ do Rio de Janeiro, contemplado no Edital Fomento a todas as artes da SMC-Rio e no edital Fomenta Festival da SECEC-RJ. É analista de Desenvolvimento Institucional no Observatório de Favelas do Rio de Janeiro. Foi produtor executivo do Pajubá Lab, programa pioneiro de mentoria de argumentos de longas e séries com temáticas de gênero e diversidade. Foi prof. substituto no Curso Superior de Tecnologia em Produção Cultural do IFRN onde lecionou as matérias de Elaboração de Projetos Culturais: editais e leis de incentivo, Desenvolvimento de Projetos Culturais, Políticas Culturais, Produção em Audiovisual e Prática Profissional. Direção de Produção Jane Gomes é graduanda em produção cultural, roteirista, artista visual e educadora artística, atuando como assistente de arte no Curta-metragem Asfixia (Rosy Nascimento, 2020), Assistente de arte no curta-metragem Te Guardo No Bolso da Saudade (Rosy Nascimento, 2021), Idealizadora, Roteirista e Produtora no Passa A Visão Podcast (2020, 2021, 2022, 2024), Roteirista e diretora do curta-metragem Felis (Jane Gomes e Caio Medeiros, 2024), Co-roteirista no Curta-Metragem Mundo 1 (Casa da Praia Filmes, 2022), produtora nos curta-metragens Iyá Luciene, Nascida do Fogo (Auana Câmara, em produção), A Flora de Lugar Nenhum (Adriele Dantas, em produção).
PROJETO ARQUIVADO.