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PRONAC 2413263Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A CRUZADA DAS CRIANÇAS

CAMALEAO PRODUCOES CULTURAIS
Solicitado
R$ 1,73 mi
Aprovado
R$ 1,73 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-08-31
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Trata-se da adaptação da obra homônima do português Afonso Cruz inspirada em uma cruzada medieval onde jovens partiram para conquistar Jerusalém. No livro, um grupo de crianças reivindica aos adultos de diversos setores da sociedade, um mundo mais justo. Neste projeto, idealizado e dirigido por Duda Maia, A Cruzada das Crianças se apresentará em forma de espetáculo musical destinado ao público infantojuvenil, uma obra onde teatro, música, dança e consciência social se misturam.

Sinopse

O musical infantojuvenil A Cruzada das Crianças, terá a adaptação de Eduardo Rios a partir das entrevistas realizadas e do livro de Afonso Cruz, com roteiro de Duda Maia e Eduardo Rios. No livro as “reclamadoras da cidade” reivindicam aos adultos mudanças que consideram relevantes. As crianças argumentam por um mundo onde ninguém fique olhando apenas para si e que os espelhos se transformem em janelas. Um mundo onde todo o dinheiro que você possui possa adquirir tudo o que você necessita. Resumindo, um planeta harmônico, visto e sonhado pela lógica dos mais novos. E que, sem dúvida seria mais justo e amoroso. Um lugar sem fome, sem desigualdade e com espaço e política pública para todos e todas. O espetáculo musical com duração média de 50 minutos irá contar com 05 atrizes/atores cantores, que tenham etnias e ancestralidades diversas, para que toda e qualquer criança que assista ao espetáculo possa se identificar. Esse coletivo de atores e atrizes será escolhido por meio de uma audição em formato de oficina. O grupo escolhido deverá ter experiência com teatro, dança e música. Os cinco jogadores da cena irão se alternar entre os papéis das crianças e adultos. Um jogo lúdico que trará a espontaneidade da criança para quebrar com o discurso pré-estabelecido do adulto. A encenação será construída por meio de um jogo de fisicalidade lúdica elaborando uma linguagem de corporeidade marcante. Este atuar pelo corpo, trata-se da marca registrada da diretora Duda Maia. Duda aposta na pesquisa do corpo-brincante-criador acreditando que, este corpo, instiga a presença plena do intérprete, e com isso, estabelece uma comunicação direta com a plateia por meio de uma relação sensível. A criadora deste projeto foi instigada pela extrema importância de tratar as crianças como cidadãs, com direitos, deveres e reivindicações. É preciso transformar o mundo a partir das inquietações da infância. As crianças são nossa melhor perspectiva de futuro, elas fazem o mundo e não o contrário.

Objetivos

Trata-se de um espetáculo musical infantojuvenil, com 05 atrizes/atores cantores com etnias e ancestralidades diversas. Esse elenco será escolhido por meio de uma audição em formato de oficina realizada no CCBB, contribuindo assim com um trabalho de capacitação artística. Os jogadores da cena se alternarão entre os papéis das crianças e adultos. Um jogo lúdico que trará a espontaneidade da criança para quebrar com o discurso pré-estabelecido do adulto. OBJETIVO GERAL- Realizar do espetáculo musical A CRUZADA DAS CRIANÇAS, na praças de Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília;- Realizar a montagem inédita em seguida a circulação espetáculo;Objetivo específico- Realizar estreia e temporada do espetáculo, nas cidades do Rio de Janeiro (16 apresentações), cidade de São Paulo (16 apresentações), cidade de Belo Horizonte (16 apresentações) e cidade de Brasília (16 apresentações), totalizando 64 apresentações nas 4 cidades/estados;- Gerar a contratação direta e indireta de mais de 50 profissionais, envolvidos na pré-produção, produção e pós produção do espetáculo;- Destinar 20% do total de ingressos para distribuição gratuita à população (para alunos da rede pública de ensino, ONGs, associações de idosos e de portadores de necessidades especiais);- Realizar, em cada praça, uma apresentação com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, afim de contemplar o público deficiente visual e auditivo;- Realizar, em cada praça, uma oficina teatral gratuita: CORPO CRIADOR, ministrada pela diretora Duda Maia. Nessa ação formativa cultural, serão contempladas 30 pessoas por praça (divididas entre ambas as oficinas).

Justificativa

O projeto cultural se enquadra nos princípios da Lei de Incentivo à Cultura, Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991, Art. 18°,parágrafo 3°, inciso I, item (e), na categoria de espetáculo de artes cênicas. O livro A Cruzada das Crianças trata do olhar da criança para a construção de uma sociedade melhor, trazendo reflexões sobre a construção de um mundo visto pela lógica da pureza das crianças. Trata-se de colocar a criança na sociedade não apenas como alguém que necessita de cuidado, mas alguém que deve exercer seu papel de cidadã. É extremamente relevante dividirmos esse assunto e com isso provocar um diálogo entre adultos e crianças sobre a responsabilidade de cidadania. Sem dúvidas, uma vez que o projeto se propõe a trazer para a cena um elenco com diversidade de gênero, raça e naturalidade. Além de uma musicalidade que dialoga com os ritmos brasileiros, trazendo com isso um panorama representativo da cultura do país. Em nosso elenco e equipe de criação teremos raças, tradições e sotaques diversos, para com isso abarcar a riqueza histórica de nosso país. A encenação será construída a partir da fisicalidade, musicalidade e teatralidade do elenco, criando assim, uma linguagem híbrida onde dança, música e teatro se misturam. A equipe criativa terá origens diversas para potencializar a troca e montar uma obra rica que consiga representar a multiplicidade da identidade do Brasil. O tema, apresentado de forma lúdica, é relevante por provocar reflexões sobre o papel da criança na sociedade e com isso, provocar percepções e afetos nos espectadores. É marca registrada de Duda Maia, idealizadora e diretora deste espetáculo, trazer para o público infantojuvenil temas que abordem o seu dia a dia, necessários para a construção de uma vida consciente e saudável. Para isso, seus espetáculos são construídos por meio do diálogo com toda sua equipe. O resultado disto, é o acionamento da importância e percepção de quem cria e de quem assiste, provocando reflexões nas escolas, famílias, redes sociais, criando assim, um positivo efeito multiplicador. Nosso projeto enfatiza a voz política das crianças, colocando-as como nossa melhor perspectiva de futuro. A criança como fazedora do mundo que precisa ter sua voz escutada. Além disso, a diretora sempre busca criar uma encenação atual, dialogando com artes visuais e deslocando o teatro infantil do lugar ilustrativo, convidando o público a ter, além de um entretenimento, um comprometimento com a obra. Convidando o público a ser coautor da obra. A Cruzada das Crianças, assim será também. O espetáculo aborda discussões essenciais à sociedade brasileira como a relevância da educação e o papel da família na formação da identidade do indivíduo, enquadrando-se nos princípios da Lei de Incentivo à Cultura, Art. 1°, inciso VIII, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto se enquadra ainda nos princípios da lei supra citada ao gerar empregos em diversas categorias profissionais a partir da contratação de serviços para a sua elaboração (Art. 3°, inciso V, item b), apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Art. 1°, inciso III). Por serem as equipes técnica e criativa dos espetáculos compostas apenas por profissionais brasileiros e com experiência comprovada no mercado teatral nacional, o projeto garante que será salvaguardado o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, conforme previsto no Art. 1°, inciso V. Por fim, o projeto pretende contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ conforme descrito no Art. 1°, inciso I _, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e para a formação de plateia. Tais objetivos serão atingidos através: a) do oferecimento de 20% dos ingressos a preços populares; b) da distribuição gratuita de 20% dos ingressos; c) da realização de um espetáculo de qualidade que contemple espectadores de idades, gêneros e renda diferentes; d) da realização do espetáculo em locais onde a acessibilidade a portadores de necessidades especiais é garantida; e) da realização de uma sessão, em cada praça, com tradução em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Como uma produtora independente, só é viável a realização deste projeto, que envolverá inúmeros artistas e técnicos e atingirá um público estimado de 600 pessoas direta e indiretamente, através do mecanismo de incentivo fiscal pela Lei de Incentivo à Cultura.

Estratégia de execução

Oficinas: 1 gratuita em cada uma da cidade - CORPO CRIADOR com a diretora DUDA MAIA o inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II - oferecer uma palestra/oficina em cada uma das praças de apresentação, como ação formativa cultural; Local: Auditório/teatro onde a temporada que o espetáculo estiver acontecendo.Capacidade: 30 pessoasClassificação indicativa: 18 anosAcesso: entrada franca, mediante inscrição prévia e seleção pelo email, se houver disponibilidade de vagas.Público-alvo: estudantes e professores de instituições públicas de ensino. - 1 (um) bate-papo com elenco do espetáculo após apresentação em cada uma das praças

Especificação técnica

Espetáculo com duração de 50 minutos.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o proponente secompromete a realizar o espetáculo em teatros devidamenteequipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores dedeficiência física e usuários de cadeiras de rodas, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS e ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: será realizada por praça (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília) uma apresentação exclusiva e gratuita com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Nessas apresentações, o proponente se compromete acontratar profissionais com experiência comprovada na prestação destes dois serviços, a fim de proporcionar o melhoraproveitamento do possível do espetáculo por parte deste público. PRODUTO: OFICINASACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o proponente secompromete a realizar o espetáculo em teatros devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores dedeficiência física e usuários de cadeiras de rodas, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público, quando fornecessário.

Democratização do acesso

Visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, conforme prevê do art. 28 da IN nº 01/2023, o proponente se compromete a: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social,além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;

Ficha técnica

Texto/Adaptação: Eduardo RiosDireção: Duda Maia (proponente do projeto)Elenco: Juliana Linhares, Luana Martau e Raphael PippaCenografia: Anderson DiasTrilha Sonora Original: Elísio FreitasFigurino: Karen Brustollin Iluminação: Renato MachadoProgramação visual: Patrícia Clarkson Direção de produção: Bruno Mariozz Duda Maia (diretora) Duda Maia é formada pela Escola de Dança Angel Vianna, onde lecionou dança contemporânea durante 13 anos. Foi professora de corpo do Curso Profissionalizante de Atores da CAL – Casa das Artes de Laranjeiras de 1998 até 2008. Trabalhou durante muitos anos como diretora de movimento e assistente de direção com diversos importantes diretores da cidade do Rio de Janeiro, como: João Falcão, Aderbal Freire-Filho, André Paes Leme, Paulo José, entre outros. Em 2012 assinou a direção do espetáculo infantil Uma Peça Como Eu Gosto, da Cia. Histórias Pra Boi Dormir juntamente com Lucio Mauro Filho, com este espetáculo ganhou o prêmio de melhor direção – Prêmio Zilka Sallaberry. Com a mesma companhia de teatro, dirigiu o infanto-juvenil, Guerra Dentro da Gente, de Paulo Leminski, que estreou em 2016 no Oi Futuro. Esse espetáculo foi indicado ao Prêmio CBTIJ de melhor trabalho de formas animadas. Em 2013, dirigiu o espetáculo “Clementina, Cadê Você?”, musical com Ana Carbatti, inspirado na vida de Clementina de Jesus. No inicio de 2014, dirigiu o espetáculo A Dona da História, texto de João Falcão, com Livia Falcão e Olga Ferrario, em Recife. É diretora e idealizadora da premiada Trilogia musical infantojuvenil, Três Histórias de Amor Para Crianças, com os espetáculos “A Gaiola” do livro de Adriana Falcão com adaptação de Eduardo Rios. Espetáculo vencedor de vários prêmios, entre eles Melhor espetáculo e Direção dos Prêmios CBTIJ, Zilka Salaberry e Botequim Cultural. “Contos Partidos de Amor”, uma livre adaptação de algumas situações de contos de Machado de Assis, o texto foi escrito por Eduardo Rios. Por este espetáculo, Duda Maia ganhou o prêmio Zilka Salaberry 2018, de Melhor Direção. E Vamos Comprar Um Poeta, do português Afonso Cruz com adaptação de Clarice Lissovski. Este espetáculo ganhou o APCA 2019 de Melhor Infantil em São Paulo e Melhor Espetáculo e Melhor Direção, entre outros, do Prêmio CBTIJ. É diretora do espetáculo AUÊ, do grupo teatral “Barca dos Corações Partidos” com direção de produção da Sarau Agência de Cultura. Com AUÊ, Duda Maia ganhou os Prêmios CESGRANRIO, Prêmio Shell e Botequim Cultural de Melhor Direção. Também por Auê, foi indicada, por melhor direção nos Prêmio APCA, APTR, Reverência e Bibi Ferreira. Também no Oi Futuro, Duda Maia, dirigiu o espetáculo itinerante “O Tempo Não Dá Tempo” – um híbrido de teatro, dança, performance e multimídia em homenagem aos 90 anos de Angel Vianna. O espetáculo reestreou no Itaú Cultural em São Paulo. Duda Maia é diretora do aclamado musical ELZA, da Sarau Agência de Cultura. Duda Maia ganhou por esse trabalho, os prêmios Cesgranrio, Reverência, Botequim Cultural, Brasil Musical e Bibi Ferreira, na categoria Melhor Direção. Em 2019, dirigiu Migrações, uma ópera performática com libreto de Geraldo Carneiro, e atuação de Gabriela Geluda e Gabriela Luiz, inspirada na situação dos refugiados do planeta. É Diretora Artística do útimo show de Elza Soares, Planeta Fome, que teve sua estreia no Rock In Rio. É diretora de Jacksons do Pandeiro. Musical inspirado na vida e obra de Jackson do Pandeiro com a companhia A Barca dos Corações Partidos. Este espetáculo teve sua estreia ao vivo em outubro de 2020, veiculada pelo canal Bis. O espetáculo está indicado ao prêmio APCA deste ano. Duda Maia assinou em 2021 sua primeira direção em audiovisual, o clipe da música Bombinha, da multiartista, Juliana Linhares, onde realizou um plano sequência com a direção de fotografia de Louise Botkay. Eduardo Rios (autor) Natural de Recife, formou-se em jornalismo pela UFPE apresentando uma série de crônicas como conclusão do curso. Em 2012 finalizou o primeiro ano da London International School of Performing Arts, onde aprofundou o trabalho de dramaturgia e criação colaborativa. Hoje, reside no Rio de Janeiro e é fundador da Barca dos Corações Partidos, companhia teatral que possui dois espetáculos premiados em seu repertório:;Gonzagão - A Lenda; Ópera do Malandro, ambos dirigidos por João Falcão. “Auê” e Jacksons do Pandeiro sob direção de Duda Maia. Além de atuar, Eduardo apresenta ao público textos e canções de sua autoria. Recentemente adaptou para o teatro o livro “A Gaiola”, de Adriana Falcão, junto à própria autora, e escreveu o musical infantil “Contos Partidos de Amor”. Na televisão foi roteirista do programa Louco por Elas, da Rede Globo. Em Recife, fez parte do elenco dos Doutores da Alegria e do Quadro de Cena, com o qual recebeu o prêmio de Melhor Ator do Pochade e Melhor Esquete do Festival Aplausos com a cena “O Discurso da Ponta da Língua”, escrita em parceria com o diretor Samuel Santos. Marina Jaspe (Direção de Fotografia) Diretora e roteirista, graduada em Rádio e TV, pela UFPE - Universidade de Pernambuco, com especializações em Direção de Programas de TV, pela Escuela de Cine Y Televisión Septima Ars (Madrid); em Cinema, Televisão e Mídias Interativas, pela Universidad Rey Juan Carlos (Madrid); e Direção de Cinema pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Cursou a Oficina de Roteiristas da Rede Globo e o Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual da FLUP. Atualmente é autora da Rede Globo, na qual fez parte da equipe que adaptou o livro "Um Defeito de Cor", de Ana Maria Gonçalves, para a TV, e é roteirista do programa "Conversa com Bial". É co-roteirista do longa-metragem "NEUROS", de Guilherme Coelho, em fase de pré-produção, e está em fase de desenvolvimento de "Esse verão que Nunca Acaba", seu primeiro longa. Também é professora de roteiro e direção do Curso de Formação Empoderamento e Cinema: Jovens Negras no Audiovisual, do Cinema Nosso, no Rio de Janeiro. No cinema, estreou com o curta-metragem "CARNE", primeiro filme de terror escrito e dirigido por uma mulher negra no Brasil, selecionado para mais de 35 festivais, entre brasileiros e internacionais, e vencedor do Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Oficial da Mostra FAVERA – Festival Audiovisual de Vera Cruz. Em breve lançará dois filmes: seu segundo curta, "DEIXA", protagonizado por Zezé Motta, com Dan Ferreira e Jéssica Ellen, e o longa documental "BATEKOO - Minha fé é meu jogo de cintura". No teatro, é co-autora da peça infantil "Ombela: a Origem das Chuvas", inspirada no livro homônimo de Ondjaki, que concorreu ao prêmio do Centro Brasileiro de Teatro para Infância e Juventude, um dos principais prêmios do teatro infantil no Brasil, na categoria Melhor Espetáculo; e autora do espetáculo "TRINTA E DOIS", encenada no encerramento do projeto Todos Contra o Tráfico de Pessoas, da ONU, e cujo livro foi lançado em agosto de 2020. Como montadora, concorreu ao Emmy Internacional (2016) junto à equipe do programa "Tem Criança na Cozinha", do canal Gloob. Na publicidade, já dirigiu projetos para marcas como Rexona, Niely, Invisalign, MTV e ONU. Juliana Linhares (atriz) natalense, 29 anos. Diretora, atriz e cantora. No teatro, trabalhou com João Falcão em A Ópera do Malandro, junto à Barca dos Corações Partidos, e em Gabriela, um musical. No início de 2018, esteve ao lado da mestra Angel Vianna no espetáculo “O Tempo Não Dá Tempo”, dirigido por Duda Maia. Formada em Direção Teatral pela Unirio, dirigiu os espetáculos: Pira Caipira, Adubo e Dinossauros e Pelancas. É cantora da banda Pietá, com a qual ganhou o prêmio de melhor vocalista e melhor banda no Webfestwalda 2014 (Circo Voador). Com o primeiro disco lançado, já esteve ao lado de nomes como Chico César, Rodrigo Maranhão, Larissa Luz, Simone Mazzer, Khrystal, Jefferson Gonçalves, Thiago Amud, Julia Vargas, Duda Brack, Chico Chico, Beto Lemos, Carlos Malta, tendo passado por diversos festivais e palcos do RJ e do Brasil. Luana Martau (atriz) Formada pelo Curso de Formação Profissional de Atores da CAL – Casa das Artes de Laranjeiras; e pelo curso de Direção Teatral da UFRJ. Sapateado, teatro, canto e dança no Catsapá Obras e Artes; canto e teoria musical na Escola Portátil de Música - Uni-Rio. Principais trabalhos – TEATRO: “Clandestinos”, projeto da Cia. Instável de Teatro de João Falcão (2008/2009/2010/2011/2012); "Não Vamos Pagar", de Dario Fo com direção de Inez Viana (2014/2015); “Oportunidade Rara”, com direção de Hamilton Vaz Pereira (2013); “A Minha Primeira Vez”, com direção de Isser Korik (2013); “Igual a você”, com direção de Ernesto Piccolo (2011). TELEVISÃO: Programa "Tá no Ar: A TV na TV" (2014/2015), novela "Jóia Rara", como a caipira Cléo (2013/2014); seriado “Louco por Elas”, como Dorothy (2013); novela “Avenida Brasil”, como a cabelereira Beverly, com direção de Ricardo Waddington, Amora Mautner e José Luiz Villamarin (2012); “Cordel Encantado”, como a princesa Carlota, com direção de Ricardo Waddington e Amora Mautner - Rede Globo (2011); série "Clandestinos", com direção de João Falcão e Flavia Lacerda - Rede Globo (2010); Novela "Cama de Gato", com direção de Ricardo Waddington e Amora Mautner - Rede Globo (2009/2010); 2015I Love Paraisópolis, 2019Órfãos da Terra, 2020 Fora de Hora e 2020Diário de Um Confinado. Raphael Pippa (ator) é cantor, compositor e poeta criado no Morro do Pinto, no Rio de Janeiro, neto de retirantes nordestinos, muito influenciado pelos ritmos regionais brasileiros que revela no seu toque de violão. Pippa deseja o azul do ceú, vem do cruza de sertões nordestinos com favelas cariocas. Em 2017 lançou "Tombo de Coragem", um EP com 4 faixas. No show de lançamento homengeou sua avó materna Teresa Gouveia, musicista vinda do sertão paraibano para o Rio de Janeiro. Traz o toque de violão bem percussivo que soa do forró ao jongo, acompanhado de letras que tratam principalmente sobre amor, liberdade, auto-cuidado e resistência. Em novembro de 2020 o artista lança o single "Parapeito", uma canção de amor nascida durante a quarentena. Renato Machado (Iluminação) Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO e bacharel em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Há mais de vinte anos atuando no mercado cultural brasileiro, Renato Machado já realizou mais de uma centena de trabalhos iluminando peças teatrais, espetáculos de dança, óperas, shows, exposições etc. Diversas vezes indicado para premiações, recebeu em 2003, com Tereza de Ávila, a santa descalça, o Prêmio Shell de Teatro RJ; Prêmio que também recebeu em 2005, pelo espetáculo de bonecos Filme Noir. Recebeu ainda o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil de 2010 pelo espetáculo Marina, a Sereiazinha e o Prêmio APTR de Teatro 2010 pelos espetáculos: Marina, A Senhora dos Afogados, Hamelin e O Deus da Carnificina. Indicado ao prêmio Questão de Crítica 2013 pelo espetáculo Clementina, Cadê Você? Ganhador do prêmio Cesgranrio, 2014 pelo espetáculo Fala Comigo Como a Chuva e Me Deixa Ouvir. Patrícia Clarkson (programadora visual) é designer, com 17 anos de experiência criando universos visuais, unindo conceitos, narrativas e poéticas através de um olhar holístico, estratégico e sistemático. Sua atuação transita entre projetos de branding e design para grandes marcas como Natura e Coca-Cola, e projetos culturais, educacionais e sociais como as parcerias com o Dynamic Encounters e Rio Cello. Diversas vezes premiada pelo IF Design Award, Brazil Design Award e presente na Bienal ADG de Design, por suas mãos passaram projetos de diferentes escalas e impactos, sempre com uma característica em comum: o foco no processo de criação. Sua paixão pelos campos de pesquisa em Arte e Design é fruto de sua formação – parte por sua graduação em Desenho Industrial pela Escola de Belas Artes / UFRJ, parte por seu vínculo com os projetos interdisciplinares do educador e palestrante sobre pensamento criativo e problem solving, Charles Watson. Hoje é diretora de criação na Hardcuore e professora na sede carioca da internacional Miami AD School. Bruno Mariozz (diretor de produção) Formado em Produção e Política Cultural pela Universidade Candido Mendes, e pós-graduado no MBA da FGV- Fundação Getúlio Vargas, é diretor da empresa Palavra Z Produções Culturais, fundada em 2012, que atua principalmente nas artes cênicas, tendo projetos também na música e no carnaval do Rio de Janeiro. Com mais de 25 espetáculos no currículo, dentre eles, a trilogia infantojuvenil “Três Histórias De Amor Para Crianças”, composta pelos musicais: Vamos Comprar um Poeta (2019), Contos Partidos de Amor (2018-19) e A Gaiola (2016-19), todos dirigidos por Duda Maia e vencedores de mais de 20 prêmios. Atualmente vencedor dos prêmios APCA de São Paulo e vencedor do prêmio CBTIJ de teatro infantil com o espetáculo Vamos Comprar Um Poeta. Um dos pioneiros da campanha teatro online lançada em 15 de março 2020, com mais de 120 mil visualizações e mais de 50 espetáculos exibidos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.