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Julgados aos Espelhos é um monólogo teatral (friccional = arte e vida) que busca reconfigurar parte da biografia de um dos mais célebres dramaturgos mundiais, Oscar Wilde, julgado e condenado por sua condição homossexual no final do século XIX, de modo à reflexionar acerca da questão da homofobia, alcançando outros Oscares, adolescentes julgados cotidianamente em espaços sociais diversos no estado do Mato Grosso do Sul. A dramaturgia surge de uma proposta não linear que mesclará depoimento e textos de adolescentes sul-mato-grossenses, biografia de Oscar Wilde, textos fictícios do autor de forma a apresentar uma dramaturgia não linear que reinventa e reinterpreta a questão da homofobia em contextos distintos, entendendo o teatro também como espaço de reinvenção.
A dramaturgia surge de uma proposta não linear que mesclará depoimento e textos de adolescentes sul-mato-grossenses, biografia de Oscar Wilde, textos fictícios do autor de forma a apresentar uma dramaturgia não linear que reinventa e reinterpreta a questão da homofobia em contextos distintos, entendendo o teatro também como espaço de reinvenção
OBJETIVO GERAL O projeto "Julgados aos Espelhos" objetiva em primeira mão, a realização de um espetáculo teatral produzido a partir de recortes de textos escritos por Oscar Wilde que permearam sua vida e sua escrita, biografias pós óbito e depoimentos de adolescentes que enfrentam o julgamento social por sua condição sexual, assim como Oscar Wilde enfrentou em contexto distinto. Essa proposta se mostra pertinente ao reconfigurar histórias regionais sobre Homofobia em diálogo com a história de um dos maiores dramaturgos da história mundial do teatro, que repensa essa transposição para uma trabalho teatral de forma ativa e artística. OBJETIVO ESPECIFICA -Apresentar um espetáculo com uma temática em voga na contemporaneidade em diálogo com o contexto histórico e cultural. - Contribuir com a cultura teatral produzida no estado. - Localizar o contexto da produção do espetáculos e refletir artisticamente sobre um problema existente em nossa cultura. - serão 2 (duas) apresentações na cidade de origem e 3 (três) apresentações no interior do estado de Mato Grosso do Sul, - Acesso gratuito a arte teatral - Estimular a fruição artística na área teatral, ao estimar um público de 5 mil pessoas nas apresentações ofertadas pelo projeto; - Reiterar a singularidade e homenagear um dos maiores escritores de teatro, sem olvidar do contexto de criação do espetáculo supracitado. Resultados Esperados Suprir uma lacuna na formação de público nas cidades do interior do estado, e, assim, ampliar o olhar das pessoas por meio de espetáculos contemporâneo de qualidade e entretenimento. Democratizar o acesso à produção teatral para o público de ambas as localidades, de forma gratuita. E resultar-se a quebra de paradigmas mostrando sensações de jovens que se sente oprimido por uma sociedade que cria um antagonismo sobre os homossexuais.
A homofobia e conceito de gênero possuem interligações, a não aceitação de homossexual está diretamente conexo com uma resistência/negação embasada por meio de um padrão imposto pela sociedade, como um ideal de sexualidade. Logo a homofobia aparece de distintas maneiras desde à infância, sendo debatida e aclarada em alguns contextos apenas quando é revelada por meio de violência física. No entanto, alguns discursos velados difundem práticas homofóbicas que configuram violência que vai além do aspecto físico, e, ainda que sejam localizados, é de suma importância o entendimento para com essas questões. Entendemos o teatro como um espaço de reinvenção, uma área do conhecimento que de certo modo dialoga e ressignifica os processos sociais diversos. Pensando na problemática apresentada, o projeto cênico JULGADOS AOS ESPELHOS surge almejando uma reinvenção da questão da homofobia de modo a dialogar com a história do teatro e da literatura. Oscar Wilde, um dos mais renomados dramaturgos da história, foi julgado e condenado por sua condição homossexual ainda no século XIX, considerado imoral pela sociedade britânica da época. Entendemos como artistas de teatro uma possibilidade de reinventar a história de Oscar Wilde interligada por histórias de adolescentes do estado de Mato Grosso do Sul (possibilidade de não limitar geograficamente depoimentos em eixos centrais visto que o alcance por meio da internet poderá ser dado em grande parte do estado do Mato Grosso do Sul), que assim como Wilde, são muitas vezes "julgados" cotidianamente. A proposta se dará por um monólogo que trará recortes de peças, romances e escritos de Oscar Wilde em diálogo com histórias (auto)biográficas de adolescentes/jovens voluntários do Estado do Mato Grosso do Sul. Para tal, será necessário criar um banco de dados oculto por meio de uma página na internet/rede social que possibilite depoimentos de julgamentos sociais acometidos por adolescentes e jovens por sua condição sexual. Após análises e eleições dos depoimentos voluntários, dialogar com recortes da obra de Oscar Wilde que possibilite de certa maneira um diálogo entre os mesmos, em certa configuração fragmentada, construindo assim uma dramaturgia não linear entre os recortes, uma construção interdisciplinar que dialoga conceitos e outras vertentes artísticas (Audiovisual, Literatura, Música) tanto no recebimento dos depoimentos quanto na configuração cênica, onde as histórias serão interseccionadas de modo a problematizar a questão da homofobia entre os jovens e demais espectadores no estado do Mato Grosso do Sul. OBS: Dentro dos recortes é imprescindível pensar não somente em Oscar Wilde em seus textos dramatúrgicos e literários, e sim em seus depoimentos no julgamento que o condenou por sua condição de homossexual, sua vida pós cárcere e suas falas que feriram a sociedade conservadora vitoriana da Inglaterra no começo do século XX, como a Balada do Cárcere de Reading, depoimentos presentes em O retrato de Oscar Wilde _ Fragmentos, de Legrand.
• Específicos a) Dialogar com outras vertentes artísticas (música, literatura, audiovisual), como uma forma de não limitação ou pensamento sobre a configuração do teatro na contemporaneidade; b) Discutir por meio do teatro, uma questão delicada recorrente em nosso estado do Mato Grosso do Sul (homofobia), por meio de uma práxis artística e da participação dos espectadores na configuração desse experimento cênico.
O projeto terá profisionais capacitados o para lidar com o público de necessicades especiais, além disso, será assim providênciando e garantindo medidas para todos espectadores como: libras, legendas, cadeiras reservadas para cadeirantes e um professor interprete. O Projeto "Julgados aos Espelhos", será realizado em espaços que possuem medidas acesseciveis, como rampa para deficiente fisico. Outra importante demonstração será a contraPartida social do projeto são as ações que serão e farão parte da realização do projeto. Trata-se de oficinas em formatos pequenos, porém com conteúdo, com base na linguagem de rua circo e Teatro de palco Italiano, que serão oferecidos durante o desenvolvimento do projeto.
Toda e qualquer ação do projeto tera uma produção eficiente, facilitando o maior número possivel de espectadores durante o evento. Não haverá distribuição de ingressos, por se tratar de um evento Gratuito e por ser realizado em espaços alternativos. Porém deverá tirar-se um ingresso para garantir sua vaga, de forma democrática a qualquer pessoa, sem objeções. O público será avisado através da divulgaçao do projeto " Julgados aos Espelhos'' por meio de , cartazes, banner, folhetos e multimidea
Paulo Henrique Porto - Ator e produtor Execultivo Graduado em Licenciatura pela Universidade Federal da Grande Dourados. Ator, dramaturgo e produtor cultural. Atualmente leciona teatro. O destaque como ator para as seguintes produções: "Fala comigo doce como a chuva de Tennessee Willians, "Gota d'água" adaptaçao de Éder Rodrigues a partir do original de Chico Buarque e Paulo Pontes, ambas sob a direção de Nill Amaral. Em 2014, idealizou o projeto Cultura em Movimento, aprovado pelo FIC - Fundo de Investimento Culturais da FCMS. No mesmo ano propôs o projeto Toada para recolher rastros do céu, peça teatral que obteve expressivo público e dramaturgia autoral a patir do conto O Santo que não tinha os pés. Alyson Felipe do Nascimento - direção Ator Curso Superior (cursando) Arte Cênicas pela UFGD é ator e Produtor Cultural, Alyson pesquisa comedia em forma de conscientização politica. Sob a direção de Nill Amaral, atuou na peça "Toada para recolher rastros do céu", projeto selecionando no editalFIC - Fundo de Investimentos Culturais da FCMS. Atualmente desenvolve como ator trabalhos em video curto para cinema. Residencia: Fátima do Sul - MS, CPF 032.400.351-03 E mail: alyson_felipen@hotmail.com , telefone: (67) 98897275 Caroline Emanuele Tiago dos Santos - Produção Produtora cultural, formada em Letras na Universidade Estadual de MS. Preside a Associação cultural de Fátima do Sul, onde desenvolve projetos de leitura em escolas com o projeto interdisciplinalidade. Residencia: rFatima do sul -MS - CPF 035 210 741 37 E mail: carolineemanuele_893@hotmail.com , Tel (67) 99335390 Cintia Silva dramaturgia Profissao de produtora e professora. Possui graduacão em Licenciatora através do Curso de Artes Cênicas da UFGD Universidade Federal da Grande Dourados. Atualmente desenvolve trabalhos como atriz na Casa Rosa dos Ventos, sob a direçao de Paulo Porto. Atualmente reside na cidade de Fatima do sul - Documentação: CPF 03614665100 contato de e mail. cintiasivirina@hotmail.com TEL (67) 98292474 Rodigo Alves da Silva - preparador Corporal Ator atualmente é academico do 7º Semestre do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal da Grande Dourados .Rodrigo é ator e bailarino. Dentre os trabalhos de repercusão estão as peças "O chapéu de palha de Itália" com direção de Gina Tochetto e "Toada Para Recolher Rastro do Céu". Além de atuar em espetáculos teatrais, ministra oficinas de teatro para jovens e adolescentes na cidade de Fátima do Sul. Documentação: CPF 055.035.341-07 contato rodrigoalvesss@hotmail.com TEL (67) 99019593
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.