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PRONAC 2413279Expirado o prazo de captação totalMecenato

2ª ECO FESTIVAL DE CINEMA AMBIENTAL DE SANTOS

FOSFORO PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Garopaba
Início
2025-04-01
Término
2026-04-01
Locais de realização (1)
Santos São Paulo

Resumo

Realizar no formato presencial a 2ª edição do Eco Festival de Cinema Ambiental de Santos - FICASC, na cidade de Santos. Exibir gratuitamente aproximadamente 20 filmes de temática socioambiental todos com acessibilidade e com a respectiva classificação indicativa, distribuídos em aproximadamente 25 sessões presenciais. Além de realizar atividades paralelas como exposições fotográficas, palestras, apresentações artísiticas, oficinas de formação de forma inclusiva, objetivando promover um amplo debate com foco no desenvolvimento sustentável.

Sinopse

Palestra aos educadores da rede pública com a temática "Acessibilidade". Oficina de formação: Através do ECO na Tela, 20 estudantes da rede pública de ensinos são estimulados a participarem, visando estimular a incipiente produção local, incluindo filmes realizados durante a oficina na programação oficial do evento. Apresentação musical: Será contrato um músico local para realizar um espetáculo em um centro de acessibilidade do município de Santos. Exposição Fotográfica: Será realizada uma exposição fotográfica com duração de 15 dias em um local a escolher dentro da programção do festival.

Objetivos

Objetivo Geral: O festival tem como objetivo atrair público interessado e formar novas audiências, trazer cultura com informações de qualidade e gerar uma reflexão sobre o papel de cada um na busca de soluções e alternativas para um mundo mais sustentável. Promover debates entre cineastas, profissionais voltados para a área ambiental e o público com o intuito de se aprofundar nas questões abordadas nos filmes. Incentivar a ainda incipiente produção de cinema ambiental no Brasil oferecendo um novo canal de difusão, de trocas de informação e de divulgação. Incentivar a formação de público e a cultura com atividades em outras áreas da arte, sempre tratando de conteúdo socio-ambiental. Engajar professores das redes públicas municipais, estadual e particular, assim como, professores universitários das universidades públicas no projeto, de modo que os filmes, debates, e outras atividades possam subsidiar discussões posteriores em sala de aula. Criar espaços de inclusão social com a exibição de filmes e realização de atividades paralelas para públicos normalmente alijados destes espaços, tais como, povos indígenas, comunidades tradicionais, inclusive de terreiro e quilombolas, populações nômades e povos ciganos, pessoas do segmento LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/ sub-representação na sociedade, pessoas em situação de rua, idosos, autistas, deficientes auditivos e visuais. Fortalecer a Economia Criativa, através e realização de ações para formação de redes, transversalidade com outros setores da economia brasileira, potencial de geração de emprego e/ou renda, engajamento e fortalecimento de profissionais. Objetivos Específicos: Realizar 25 sessões de cinema na cidade de Santos. Homenagear 01 diretor(a) do cinema ambiental brasileiro com intuito de promover a produção audiovisual e o intercambio entre os realizadores e o público geral. Realizar 01 exposição fotográfica com temática socioambiental de um renomado fotógrafo brasileiro, diversificando as expressões artísticas e atraindo desta forma o público. Realizar 01 oficina de formação em escola pública, visando estimular a produção local, realizar 06 rodas de conversa com especialistas de diferentes áreas do conhecimento sobre questões socioambientais, Promover a formação de redes do setor criativo, a capacitação nos segmentos artísticos e/ou promovam aspectos de sustentabilidade relacionados ao projeto.

Justificativa

Apesar do Eco Festival de Cinema Ambiental de Santos buscar recursos através de outras fontes de financiamento, como editais de apoio a cultura, o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento é de fundamental importância para a realização da proposta. Salientamos que a primeira edição do festival foi realizada exclusivamente através da Lei Paulo Gustavo - Secult Santos. A proposta apresentada atende a Lei 8313/91, de 23 de dezembro de 1991, Art 1, Itens I, III, IV, V, VI e VII, e no Art 3 Item IV a. No Brasil, a relevância e a urgência da questão ambiental ainda hoje não encontram correspondência na realização de grandes eventos que reúnam em sua programação manifestações artísticas de grande apelo popular, como o cinema e a música. Nos órgãos de comunicação de massa, a defesa do meio ambiente vem ganhando cada vez mais espaço, adquirindo importância e atingindo índices de audiência cada vez mais altos. No entanto, é preciso ampliar o alcance desta temática e estimular a opinião pública para que a sociedade possa contribuir para a reversão do quadro de destruição ambiental atual. Nessa linha o cinema, pode e deve desempenhar um papel relevante para essas mudanças. O ECO Festival de Cinema Ambiental de Santos se propõe a exibir gratuitamente filmes em escolas e universidades públicas, espaços culturais comunitários e lar de idosos, locais que geralmente não recebem este tipo de iniciativa, ficando as mesmas restritas a salas de cinema ou centros culturais. Através da oficina de formação, o ECO Festival visa estimular a incipiente produção local, incluindo filmes realizados durante a oficina, na programação oficial do evento. Através do projeto a cidade de Santos sempre foi famosa por ser um ‘celeiro’ de talentos, no cinema não foi diferente. Seja atuando, dirigindo ou nos bastidores, inúmeros Santistas já deram o nome nas telonas. Ao passar das décadas, o cinema em Santos foi se aprimorando cada vez mais até virar referência, seja pelas pessoas envolvidas ou até mesmo pela excelência das programações de suas salas. Cinematografistas dos mais dedicados também estiveram sempre muito bem envolvidos com tudo por aqui e juntos fizeram o cinema evoluir para que hoje possamos usufruí-lo do melhor jeito. Não podemos deixar de citar a Empresa Santista de Cinemas, responsável por grande parte dessas conquistas.

Especificação técnica

não cabe

Acessibilidade

O ECO FESTIVAL DE CINEMA AMBIENTAL DE SANTOS visa a inclusão social com ações para a acessibilidade física e de conteúdo, no qual estabelece que a acessibilidade arquitetônica prevê que os espaços onde serão realizadas as sessões terão obrigatoriamente requisitos que possibilitam a fácil locomoção, com piso plano e/ou com rampa de acesso, corrimões e placas sinalizadoras. Quanto à acessibilidade de conteúdo e comunicacional, serão exibidos filmes com audiodescrição, legendagem descritiva e língua brasileira de sinais, bem como a acessibilidade atitudinal que objetiva a igualdade de condições na exibição dos filmes e nas rodas de conversa com intérprete de libras. O plano de acessibilidade, em atendimento ao disposto na Lei no 13.146, de julho de 2015 e Decreto no 11.525, de 11 de maio de 2023, Em relação ao aspecto arquitetônico, serão utilizados espaços para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação e circulação. Em relação ao aspecto comunicacional: Todos os filmes terão legendagem inclusiva com acessibilidade para PCD (Libras, Braille, audiodescrição, legenda descritiva), para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto, pela iniciativa ou pelo espaço. Será contratada um intérprete de libras para as sessões do festival. 1) Serão considerados recursos de acessibilidade comunicacional: I – a Língua Brasileira de Sinais – Libras; II – o sistema Braille; III – o sistema de sinalização ou comunicação tátil; IV – a audiodescrição; V – as legendas; e VI – a linguagem simples. No aspecto atitudinal: será contratado um colaborador capacitado para o atendimento de visitantes e usuários com diferentes deficiências e para o desenvolvimento de projetos culturais acessíveis desde a sua concepção, contempladas a participação de consultores e colaboradores com deficiência e a representatividade nas equipes dos espaços culturais e nas temáticas das exposições, espetáculos e das ofertas culturais em geral. Especificamente para pessoas com deficiência, mecanismos de protagonismo e participação poderão ser concretizados também por meio das seguintes iniciativas, entre outras: a) Adaptação de espaços culturais com residências inclusivas. b) Utilização de tecnologias assistivas, ajudas técnicas e produtos com desenho universal. c) Medidas de prevenção e erradicação de barreiras atitudinais. d) Contratação de serviços de assistência por acompanhante; ou e) oferta de ações de formação e capacitação acessíveis a pessoas com deficiência. Na impossibilidade de atendimento dos aspectos de acessibilidade no projeto previsto, o plano de acessibilidade deverá ser aplicado na contrapartida, mediante justificativa apresentada pelo proponente. O material de divulgação dos produtos culturais resultantes do projeto, da iniciativa ou do espaço será disponibilizado em formatos acessíveis a pessoas com deficiência, bem como, deverá conter informações sobre os recursos de acessibilidade disponibilizados. Os recursos a serem utilizados em medidas de acessibilidade poderão estar previstos nos custos do projeto, da iniciativa ou do espaço, assegurados, para essa finalidade, no mínimo, 10% (dez por cento) do valor do projeto.

Democratização do acesso

O Festival acontece gratuitamente em sua totalidade na cidade de Santos. Nas sessões de cinema e nas rodas de conversa, os ingressos estarão disponíveis nas salas de exibição e devem ser retirados com uma hora de antecedência. Para participação nas oficinas, serão disponibilizados 20 vagas para estudantes das redes municipais e/ou estaduais de educação de Santos. As contrapartidas visam a conscientação para a importância da arte e da cultura, e se darão através da oficina de formação com temas ligados ao meio ambiente e ao cinema. Além da oficina, serão realizados ao menos seis rodas de conversa com profissionais convidados para tal, os debates serão precedidos de sessões de cinema ambiental, e terão como temas os assuntos discutidos nos respectivos filmes. Será realizada uma palestra na cidade de Santos para educadores com perspectiva de público na ordem de 200 pessoas, assim como uma roda de conversa na UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo / Campus Baixada Santista - Instituto do Mar, com perspectiva de público na ordem de 200 pessoas. Os debates acontecerão em escolas e na universidade pública - UNESP na cidade São Vicente, e em escolas da Rede Pública de Ensino de Santos. O total de pessoas contempladas entre palestras, rodas de conversa e oficinas será na ordem de 300. Essas medidas atendem ao art. 29 - Seção II - Das Medidas de Democratização de Acesso - INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024.

Ficha técnica

Doty LuzDiretor GeralDiretor da Fósforo Produções Culturais (2011 – 2024). É produtor e gestor cultural, cineasta, idealizador e diretor do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense - FICASC e da MECA - Mostra Encantos de Cinema Ambiental e da Rede Latino Americana de Festival de Cinema Ambiental da América Latina. Curador e Produtor Executivo do Festival Internacional de Cinema Ambiental Calango (2022), Jurado do Festival Eco BrasilFest -SP (2021) e do III Festival de Filmes Etnográficos do Pará (2021). Diretor da Itinerância do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense em Águas Mornas, Garopaba e Florianópolis (2022), contemplado na Lei Aldir Blanc. Diretor do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense (FICASC) Brasil (2019 – 2024). Realizado com recursos da Lei de Incentivo Fiscal Federal (2019 – 2020) e Prêmio Catarinense de Cinema (2021 e 2022). Diretor do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense nos Açores – Ilha de São Miguel | Portugal (2020-2023). Parceria: Cinema Sem Conflitos e Apoio do Governo dos Açores. Gilson MaximoProdutor ExecutivoAtor, produtor cultural e gerente de projetos. Colaborador da Matakiterani Associação Cultural, trabalha com a Maximus Produção Cultural desde 2009. Especializado em Gerenciamento em Projetos pela Faculdade Senac (2016), especialização em Gestão de Projetos Culturais MinC/FGV (2012) e Elaboração de Projetos Culturais MinC/SENAC, (2013/2014). Thais AndradeCoordenação de ProduçãoÉ produtora cultural, multi-artista, terapeuta, educadora em saúde, psicoterapeuta corporal e focalizadora de danças circulares. Morou, se formou, e trabalhou no exterior, mas atualmente reside na Serra Catarinense há 5 anos. Consume, cria e proporciona experiências artísticas a partir de uma perspectiva terapêutica-educativa-relacional. Ricardo BragaCuradorEconomista formado pela USP, com pós-graduação em Comunicação Social pela Fundação Cásper Líbero. Atuou por mais de três décadas como executivo, em grandes organizações multinacionais do setor de serviços financeiros, sendo que por 17 anos ocupou posições de CEO de unidades de negócio, tanto no Brasil, como na América Latina. Especializado em gestão estratégica, desenvolvimento de líderes e de equipes multifuncionais. Possui especial interesse em temas e práticas relacionadas ao meio ambiente: sustentabilidade, cinema ambiental e fotografia de natureza. Atualmente se capacita para atuar como educador e consultor, focado no desenvolvimento da liderança do próximo estágio da consciência humana - Liderança Regenerativa – um modelo de liderança baseado na lógica da vida e inspirado na sabedoria da natureza. Mora em um sítio em Urubici, na serra de Santa Catarina, onde inicia projetos de conservação ambiental, permacultura e paisagismo natural. Walter CairaCuradorCineasta há mais de 30 anos, onde trabalhou em vários projetos a nível nacional e internacional. Em Santa Catarina, reside em Garopaba desde 2015, onde produziu filmes de proteção ao meio ambiente e ativismo. Proteção a Baleia Franca em seu Berçário. Filme 60 anos de emancipação de Garopaba. Atualmente exerce a função de Secretário no Conselho Municipal de Políticas Públicas de Garopaba - Setorial Audiovisual e membro do Comitê Lei Paulo Gustavo, desenvolve projetos na área do cinema. Esteban ZapataTradução e LegendagemÉ graduando em Letras-Espanhol pela Universidade Federal de Santa Catarina, uruguaio, residente no Brasil há mais de dez anos, desenvolve trabalhos de tradução e legendagem. Também atua em atividades de educação e cultura em Florianópolis como professor de espanhol e músico violinista. Carlos LuzDesigner Gráfico e WebDesigner gráfico, é criador de identidades visuais para marcas e campanhas promocionais. Na web, é criador e gerenciador de homepages. Atua no segmento de eventos culturais, esportivos e de negócios como coordenador de operações. Cozinheiro especialista em comidas tradicionais brasileiras. Também atua em cargos gerenciais administrativos e financeiros em restaurante. Virginia MaraAssessora de ImprensaBacharel em Comunicação Social com especialização em Jornalismo e Relações Públicas. Atuou como coordenadora de projetos editoriais nas áreas de fotografia, arte e arquitetura e também como produtora de eventos para o setor privado do segmento financeiro, como lançamento de produtos, feiras, seminários e encontros institucionais. Viveu 3 anos na Europa. Tem como atividade paralela a cerâmica e a arte-reciclagem. Teve vivência de 3 anos estudando e viajando pela Europa e há 5 anos se estabeleceu em Urubici SC, buscando uma vida mais próxima à natureza.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.