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O projeto tem como produto principal a produção do CURTA-METRAGEM de FICÇÃO "Colar de Pedras", filme de 15', no formato de vídeo FULL HD e como produto secundário a realização da CONTRAPARTIDA SOCIAL, que consiste em debates com psicólogo sobre o filme. O filme aborda as relações familiares, principalmente as dificuldades tão comuns que existem nas relações entre mãe e filha.
Curta-metragem - Colar de Pedras Sinopse: Mãe e filha. Nada mais comum e mais difícil de descrever, se odeiam e se amam. Colar de Pedras relata a trajetória de Helena, que ao se deparar com eventos inesperados em sua vida, precisa encarar todas as suas questões não resolvidas com a mãe. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Não recomendado para menores de 10 anos.
O objetivo Geral: Produzir o CURTA-METRAGEM "Colar de Pedras" e exibi-lo em equipamentos culturais públicos e em espaços independentes, além de realizar exibições gratuitas e debate com psicólogo do média-metragem em escolas da periferia como CONTRAPARTIDA SOCIAL. Objetivos específicos: -Produzir o curta-metragem "Colar de Pedras". -Realizar 10 exibições GRATUITAS em ESCOLAS DA PERIFERIA para o público infatojuvenil, com estimativa de 100 pessoas (alunos e professores) por exibição, totalizando 1000 pessoas contempladas pela ação. -Realizar 10 debates de forma gratuita com a presença de um pisocólogo e da roteirista, atriz e idealizadora do projeto, em 10 escolas da perifeiria onde ocorrerão as exibições do filme, como CONTRAPARTIDA SOCIAL. Estima-se um público total de 1000 pessoas, sendo uma média de 100 por debate, entre alunos e professores. Os debates terão 1h30 de duração, gerando carga horaria total de 15 horas. -Realizar 10 exibições GRATUITAS em equipamentos culturais públicos com uma estimativa de público médio de 100 pessoas por exibição, totalizando 1000 pessoas contempladas pela ação. - Realizar 10 exibições em espaços culturais independentes, com 10% dos ingressos a preços populares, 50% a preços que não ultrapassem o valor do VALE-CULTURA, com uma estimativa de publico de 50 pessoas por exibição, totalizando 500 pessoas contempladas pela ação.
Certa vez perguntei a um dramaturgo inglês por que ele havia escrito um texto, ao que ele me respondeu: "Eu escrevo sobre o que me dá raiva." E quantas coisas nessa vida são sobre raiva e nós nem sequer sabemos. Eu também escrevo sobre o que me dá raiva. Colar de Pedras, roteiro escrito pela proponente, conta a história de mãe e filha. Algo tão universal e tão difícil na maioria dos casos. São tantas mães que nunca receberam carinho, nunca aprenderam a receber ou a dar, e que por consequência não conseguem demonstrar afeto. Seu jeito de demonstrar afeto é através da crítica, do controle... "Eu faço isso porque me preocupo, porque te amo." Quantas mulheres já não ouviram isso de suas mães, e quantas dessas não estão neste momento reproduzindo a mesma lógica, em que a intensidade do controle e crítica, reflete proporcionalmente na intensidade do amor. É preciso sempre apontar o quanto as relações podem ser abusivas sem nós nem mesmo nos darmos conta disso. É preciso sempre mostrar que é possível sim, ressignificar a raiva e a frustração. Este projeto tem como objetivo maior, mostrar para as mulheres que sofrem e já sofreram por amar suas mães demais, a ponto de deixar de lado seus desejos em troca de uma palavra de afeto e aprovação, que às vezes é preciso encarar a fera/mãe sem medo da desaprovação, porque aquela tão almejada aprovação tem um preço muito alto. Não só isso, queremos também mostrar para essas mães, que talvez exista outra forma de demonstrar esse amor tão incondicional. Essencialmente, queremos falar de mães e filhas, para mães e filhas. O mundo já e difícil e conturbado demais. E vivemos um momento muito delicado para não olharmos para as nossas relações mais íntimas e mais importantes. Entender e lidar com as questões de relacionamento entre familiares é essencial, para que enquanto seres humanos possamos nos tornar cada vez melhores e empáticos, com qualquer um que esteja próximo de nós. É preciso salientar a importância da produção do cinema nacional de qualidade, não só pelas grandes produtoras e redes de televisão, mas por parte das pequenas produtoras. Existem muitos profissionais competentes e com um potencial artístico gigantesco, que não tem a oportunidade de realizar seus projetos porque as grandes produtoras dominam o mercado. É preciso dar voz aos pequenos produtores, para fomentar produção cultural em todas as instâncias. A Lei Federal de Incentivo à Cultura é um dos principais mecanismos de fomento à cultura no nosso país e vem sendo amplamente utilizada ao longo dos anos para contribuir com a formação do nosso mercado cultural, ampliar a democratização de acesso aos bens culturais, valorizar a cultura brasileira dentre muitos outros aspectos importantes. O presente projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. O presente projeto também atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
É importante salientar que o ROTEIRO do filme foi finalista do 12º FESTIVAL NACIONAL CAWCINE de 2021, em três categorias: MELHOR ROTEIRO NÃO PRODUZIDO, MELHOR ARGUMETO E MELHOR NARRATIVA EM ROTEIRO NÃO PRODUZIDO, e que foi VENCEDOR na categoria de Melhor Narrativa em Roteiro não produzido. https://www.instagram.com/p/CTXUxNZFdoO/?utm_medium=copy_link - FINALISTA DE MELHOR ROTEIRO NÃO PRODUZIDO https://www.instagram.com/p/CUftyOsJ_4J/?utm_medium=copy_link - FINALISTA DE MELHOR NARRATIVA https://www.instagram.com/p/CUf1eeipnSS/?utm_medium=copy_link - FINALISTA DE MELHOR ARGUMENTO https://cawoficial.com/cawcine | Com a lista dos Vencedores.
O filme conterá entre 15' minutos e será filmado em formato FullHD, 1920x1080p, filme de 35mm com 60fps.
De acordo com o Art. 18 da Instrução Normativa nº2/2019, o proponente se compromete em adotar as seguintes medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018: PRODUTO PRINCIPAL: CURTA-METRAGEM. DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilizar narração adicional roteirizada em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual. DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilizar legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e intérprete de LIBRAS (Linguagem Brasileiras de sinais) integrado a obra audiovisual. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIAL DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilizar legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) durante a exibição do filme, bem como interpretação em LIBRAS, linguagem brasileira de sinais no debate que será realizado como contrapartida social nas escolas de periferia. *Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter informações sobre adisponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.
O proponente se compromete a adotar como ação de democratização de acesso as seguintes medidas de acordo com o Artigo 21 da Instrução Normativa nº02/2019: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - Serão realizadas 10 exibições GRATUITAS em escolas da periferia para o público infatojuvenil, com estimativa de 100 pessoas (alunos e professores) por exibição, totalizando 1000 pessoas contempladas pela ação. X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. - Serão realizadas 10 exibições GRATUITAS em equipamentos culturais públicos com uma estimativa de público médio de 100 pessoas por exibição, totalizando 1000 pessoas contempladas pela ação. - Serão realizadas 10 exibições em espaços culturais independentes, com 10% dos ingressos a preços populares, 50% a preços que não ultrapassem o valor do VALE-CULTURA, com uma estimativa de publico de 50 pessoas por exibição, totalizando 500 pessoas contempladas pela ação. Para realizar a democratização de acesso na CONTRAPARTIDA SOCIAL, de acordo com o artigo 22. da Instrução Normativa de nº02/2019, o proponente se compromete a: -Realizar 10 debates de forma gratuita com a presença de um pisocólogo e da roteirista, atriz e idealizadora do projeto, em 10 escolas da perifeiria onde ocorrerão as exibições do filme. Estima-se um público total de 1000 pessoas, sendo uma média de 100 por debate, entre alunos e professores. Os debates terão 1h30 de duração, gerando carga horaria total de 15 horas.
A proponente é responsável pela idealização, realização do projeto e pelo roteiro do média-metragem. E recebe como Direção de Produção, Coordenação do Projeto, Elenco do projeto, e como Legendagem descritiva. Samya Peruchi – Elenco e Coordenação de Produção Samya Peruchi é uma atriz, escritora e produtora, proprietária da Brejeira Filmes e etc, uma produtora independente focada em produções culturais no audiovisual e no teatro, que iniciou suas atividades em 2014 e que foi fundada por Samya P., atriz, escritora e produtora. Formada como atriz pelo Teatro Escola Célia Helena e SP escola de teatro, Samya P., está em São Paulo desde 2012 produzindo e realizando seus trabalhos de atriz. Além de trabalhar como assistente de produção em diversas pequenas produções desde que chegou na capital, trabalha também como atriz no cinema, no teatro e na TV (duas novelas na Record). Recentemente produziu em parceira com o Clube do Mecenas, produtora cultural fundadora do Alvenaria Espaço Cultural, o espetáculo “Casa Vazia”, que estreou no Teatro Alfredo Mesquita e no Teatro Augusta, e desde então vem trabalhando como assistente de produção no espaço cultural. Trabalhou também como assistente de produção para Selene Marinho no espetáculo “A Milionária”, além de ter trabalhado na produção de diversos outros espetáculos, pequenos festivais no ES e Congressos durante a faculdade. Hoje trabalha em parceria com a Choque Filmes e a f35mm, produtoras de audiovisual em São Paulo há mais de 5 anos e com o Alvenaria Espaço Cultural. Além dos trabalhos de produção e das crônicas que escreve, vem desenvolvendo o roteiro de seu primeiro curta-metragem, que ganhou o edital da Lei Aldir Blanc para roteiro em desenvolvimento em 2020. Direção/ Sandra Corveloni Sandra Corveloni é atriz, diretora e professora. Com 30 anos de experiência profissional na área teatral, trabalhou como atriz em vários espetáculos infantis e adultos nos quais também atuou como produtora. No Grupo TAPA trabalhou por 10 anos como atriz e diretora e como professora trabalhou nas áreas de interpretação e montagem nas escolas Macunaíma, Celia Helena, Oficinas do Grupo TAPA, TUCA, Instituto Intercultural e Escola Wolf Maia. A partir de 2007 iniciou sua carreira cinematográfica com o filme Linha de Passe de Daniela Thomas e Walter Salles, pelo qual ganhou o Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2008 e o prêmio do Festival de Havana. Desde então já atuou em mais de 10 longas metragens como atriz , produtora de elenco e preparadora de elenco. A atriz ganhou vários outros prêmios e indicações ao longo de sua carreira. Em 2010 fundou uma Cia de Teatro, a Cia D’Alma, onde é responsável pela pesquisa de linguagem e direção dos espetáculos. A Cia possui 2 montagens que realizaram mais de 2000 apresentações em São Paulo, interior e outros estados. Em sua carreira de diretora ainda podemos citar diversos filmes e espetáculos renomados, dentre os quais citamos o documentário “Fóssil de Desmontagem”, de 2021, com Roteiro de Marina Corazza, Natalia Gonsales e Sandra Corveloni; o curta-metragem “Peixe Cabeça de Cobra” de 2020, roteiro de Giovani Tosi; o espetáculo “Fóssil”, 2019 de Marina Corazza, a “Operetinha do Sapato Falador” da Cia D’alma, 2016, “Doente”, onde assinou roteiro e direção, também da Cia D’alma, o L’Illustre Molière, 2011, onde assina roteiro e direção, da Cia D’Alma, que venceu 3 prêmios Shell-2013 (Ator, figurino e direção Musical); Amargo Siciliano, 2008; IL Raconto sul vestito incantato, 2004, na Itália, onde assinou roteiro e direção, além de também ter trabalhado como atriz, As Viúvas, 1999, dentre outros. Direção de Arte e Figurino/Daniela Aldrovandi Daniela Aldrovandi é graduada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e especialista em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu, e atua no mercado audiovisual como Diretora de Arte desde 2012. Vencedora de 2 prêmios de “Melhor Direção de Arte”: Cine PE e Cinema dos Sertões em 2017, com o curta-metragem “Diamante, o Bailarina” dirigido por Pedro Jorge. Seus mais recentes trabalhos são os longas-metragens: “Dente por Dente”(2020), “Consequências Paralelas”(em finalização), “Apanhador de Almas” (em finalização), “Theo” (finalização) e as séries “Confissões Médicas”(2018) para Discovery Channel, “Mundo Curiozoo” (2020) para Discovery Kids e “O Dia em que Minha Vida Mudou” 1ª e 2ª temporada, para o canal Mundo Gloob. Daniela mora na cidade de São Paulo - Brasil. Elenco - Einat Falbel Einat Falbel é atriz, diretora, bailarina, professora de expressão corporal e interpretação para atores desde 1995. Formou-se em Licenciatura Teatro – Educação, na Faculdade de Artes Alcântara Machado e em Artes Cênicas, pelo Teatro Escola Célia Helena e foi convidada para fazer parte do Grupo TAPA, onde trabalhou como atriz por 7 anos, nas montagens: Vestido de noiva, Morte e vida Severina, Rasto atrás, As Viúvas entre outros. Ingressou na Cia do feijão, atuando nos espetáculos: Movido a feijão, Antigo 1850. No Nosso Grupo de Teatro, atuou em A alma sem menino e Ensaio para inverno, ambos com direção e autoria de Tony Giusti. Com o Núcleo Experimental, atuou em Senhora dos Afogados, de Nelson Rodrigues; Bichado de Tracy Letts, No coração do mundo de Tony Cushner, Animais de hábitos noturnos entre outros. Dentre seus trabalhos mais recentes, estão os longas, O Ano em que meus pais saíram de férias, e Metanóia, e as séries, Pacto de Sangue (Canal Space/Netflix), O Negócio (HBO), além da novela Carinha de anjo (SBT) e do curta, La noche anuncia la aurora, de Gerard Uzcategui (Venezuela). Recentemente trabalhou na direção de atores e roteiro do espetáculo “Hadassa O Musical” de Caique Oliveira da Cia Nissi. E atualemten, está trabalhando na direção do projeto “Imprevisto” (Vídeo Dança) e nas gravações de “Tudo igual só que não” da Disney como atriz.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.