Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2413320Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Criar Peles - as artes têxteis e o sensível

32.278.363 ESTEFANIA ARAUJO TORRES LIMA
Solicitado
R$ 298,2 mil
Aprovado
R$ 298,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto tem como objetivo organizar, sistematizar e divulgar a pesquisa Criar Peles - as artes têxteis e o sensível, desenvolvida por Estefânia Torres entre 2018 e 2024, por meio da iniciativa "Urdume", através da produção de uma série de três livros, montagem e apresentação de uma peça teatral, e a realização de uma exposição com obras têxteis.

Sinopse

Sinopse dos livros: Artes manuais têxteis e o sensível: Um panorama sobre a histórias das artes têxteis no Brasil e suas afinidades com o sensível - a partir de perspectivas filosóficas, antropológicas, sociais e culturais - assim como com a literatura e a escrita.As artes manuais têxteis e a produção política no Brasil: Segundo a historiadora da arte Julia Bryan-Wilson, a presença do têxtil na política não se limita à sua produção física, mas é, principalmente, uma forma de lhe acrescentar texturas. Em as artes manuais têxteis e a produção política no Brasil observamos manifestações culturais do século XX e XXI cujas as bandeiras são o têxtil.Criar peles: o sensível do fio (este registrando não só a pesquisa teórica, mas também o relato prático dos têxteis e da produção sensível na vida da autora). A arte é a ciência do sensível. Ela tem o papel de educar e aguçar as nossas sensibilidades e, a depender do tipo de produção, pode gerar diferentes modos de relação com o mundo. A partir dessa proposição, “O sensível do fio” busca trilhar os caminhos sensíveis das artes do fio, explorando a historicidade, materialidade, gesto, movimento, erótica, textualidade e criação com o fio, a fim de encontrar e nomear as sensibilidades estimuladas e expressas por meio deles. Além disso, apresenta o relato pessoal de Estefânia Lima na produção sensível e o fio e sua própria vida.Sinopse da peça teatral: Os gregos, e mais tarde, romanos e nórdicos compartilhavam a crença em três divindades femininas. Três entidades cujos poderes eram absolutos. Embora os nomes possam variar, mudando de Moiras, para Parcas ou Nornas, nas três civilizações elas eram responsáveis por conceder, medir e cortar o fio da vida. Giravam a roca de fiar, materializando a vida dos humanos, que era também a roda da fortuna, que apontava os momentos da vida de boa ou má sorte. No entanto, mesmo definindo coordenadas da vida, entregando certas materialidade “fio”, as Moiras não eram as responsáveis por tecer suas tramas. Cada ser humano, mesmo Milhares de anos depois, os mitos como os das Moiras são ecos distantes. Ainda assim, mesmo acreditando cada vez mais no poder de controlar as nossas narrativas, somos confrontados com as limitações da vida. Se não acreditamos mais no fio concedido pelas Moiras, temos ciência sobre o poder de outro fio que controla nossas vidas: O DNA. Muito de nossa boa ou má sorte ainda é definida pelas condições materiais e culturais que nos cercam. Na peça “As pessoas da sala de jantar”, nos confrontamos com as limitações e escolhas do destino de um casal na casa dos 40 anos. Ao chegarem na chamada meia-idade, ambos passam a rever suas vidas, escolhas e possibilidades para os próximos anos. Ao mesmo tempo que o mundo contemporâneo lhes oferece um mundo de sonhos e juventude infinita, as tramas já tecidas e a quantidade que resta de “fio” parecem ser limitações a serem enfrentadas. Será possível ter mais de uma vida em uma? Desfazer as tramas feitas para criar outras? Para de reproduzir os mesmo padrões para criar novas histórias?

Objetivos

Objetivo geral: O objetivo geral do projeto é organizar, sistematizar e divulgar a pesquisa Criar Peles - as artes têxteis e o sensível, desenvolvida por Estefânia Torres entre 2018 e 2024, por meio da iniciativa "Urdume", através de uma série de três livros, montagem e apresentação de uma peça teatral, e a realização de uma exposição com obras de artistas têxteis. Objetivos específicos: 1) Produzir, imprimir e publicar uma série de três livros (de até 100 páginas, com tiragem de 500 exemplares cada) com o intuito de sistematizar as pesquisas realizadas por Estefânia Torres para os cursos: Artes artes manuais têxteis e o sensível; As artes manuais têxteis e a produção política no Brasil; Criar peles: o sensível do fio (este último registrando não só a pesquisa teórica, mas também o relato prático dos têxteis e da produção sensível na vida da autora). 2) Realizar a montagem e apresentação de 12 sessões da peça teatral "As pessoas da sala de jantar" (título provisório) - baseada na pesquisa apresentada no livro/curso Criar peles: o sensível do fio -, na cidade do Rio de Janeiro, beneficiando aproximadamente 720 espectadores (estimativa média de 60 pessoas por apresentação). 3) Realizar uma exposição, na cidade do Rio de Janeiro, composta por obras têxteis de Estefânia Torres, desenvolvidas a partir do livro Criar Peles. 4) Produção de um site específico para publicação de todos os conteúdos do projeto 5) Realizar contrapartidas sociais - Oferecer 20% dos livros publicados para bibliotecas públicas.- Realizar 3 palestras (online) sobre os livros- Oferecer duas apresentações gratuitas com debate sobre o conteúdo do espetáculo e sua relação com temas sociais e culturais, para estudantes das áreas de Artes e Humanas de universidades públicas do Rio de Janeiro, atendendo aproximadamente 100 alunos no total (50 por sessão).

Justificativa

Desde 2018, Estefânia Torres conduz a iniciativa "Urdume", que realiza pesquisa e comunicação sobre artes manuais têxteis e o sensível por meio de cursos, grupos de estudos, produção de vídeos e publicações de revistas e livros físicos e digitais. Como base para este trabalho, Estefânia Torres desenvolve sua pesquisa sobre o sensível e artes manuais têxteis, tendo como arcabouço teórico autores como Emanuele Coccia, Jacques Rancière e Yuk Hui, e um campo ampliado das produções das artes têxteis (obras de artes, artefatos, livros, roupas, moda, história, sociologia, etc.). A pesquisadora parte do pressuposto que, apesar do sensível ser a experiência que define e dá forma a vida de todos os viventes, ela tem sido ignorada pelo campo de produção teórica e do pensamento, assim como as artes manuais têxteis. O sensível é definido pelas imagens (sejam elas vozes, obras de arte, livros, rituais, práticas..) que dão materialidade/forma às nossas atividades espirituais (ideias/desejos) e aos nossos corpos em relação ao mundo à nossa volta. Para o filósofo Emanuele Coccia, interessar-se pelo sensível é buscar entender os mecanismos e estruturas desses encontros. Observando-os não como um fenômeno psíquico, mas como o resultado do que surge entre seres vivos e uma natureza externa. "É sempre fora de si que algo se torna passível de experiência ", portanto, mesmo os nossos pensamentos são resultado de encontros com aquilo que está além de nós. Os têxteis, de forma geral, são importantes mediadores destes processos. Seja através de práticas cotidianas e seus gestos - como nas técnicas do tricô, bordado ou crochê - na produção de obras de arte, no criar e recriar da moda - onde são geradas "peles secundárias" -, ou nos figurinos e vestimentas que compõem personagens ou estabelecem ritos e rituais (como festas, passagens de ano novo ou práticas religiosas), os têxteis são marcadores materiais que geram formas de habitação individual e social. Além disso, os têxteis também são prova da influência de objetos externos à formação dos nossos pensamentos. o fio e uma infinidade de seus desdobramentos (tecer, coser, remendar, etc.) formam uma riqueza de metáforas que organizam mitologias, teorias e histórias, a citar "o fio de Ariadne", a teoria das Linhas de Tim Ingold e o conto "A Moça Tecelã" de Marina Colasanti. Ao longo da existência da iniciativa "Urdume", estes temas foram abordados de forma pulverizada por meio das publicações (revistas e cadernos), mas principalmente por meio dos cursos e grupos de estudos que Estefânia ministrou para alunos de todo Brasil e exterior, totalizando mais de 1500 alunos. Sendo eles os cursos teóricos: O Pensar e Fazer das Mãos (2020/2021); Artes artes manuais têxteis e o sensível (2022/2024); Textos e têxteis (2022/2023); O têxtil como verbo transitivo: têxtil e política (2022/2023); O sensível do fio (2024); O sensível da roupa (2024); e os grupos de estudos do sensível (2021/2023) e de pesquisa do sensível - tema peles (2024). Considerando o artigo 1º da Lei, o projeto "Criar Peles - as artes têxteis e o sensível" se enquadra nos seguintes incisos: I, II, IV e IX do artigo 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Em relação aos objetivos listados no artigo 3º da Lei 8313/91, a proposta atende aos seguintes incisos: II - Fomentar à produção cultural e artística, mediante: e) Realizar exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A utilização da Lei Rouanet é essencial para a realização do projeto "Criar Peles - as artes têxteis e o sensível", pois viabiliza o financiamento necessário para alcançar seus objetivos culturais e sociais. A captação de recursos por meio deste mecanismo permite que o projeto amplie o acesso à cultura e valorize práticas artísticas muitas vezes marginalizadas, como as artes manuais têxteis, além de fomentar a pesquisa e a disseminação do conhecimento sensível. Ao conectar públicos diversos com as produções culturais brasileiras e promover o pluralismo das expressões artísticas, a Lei Rouanet se mostra imprescindível para assegurar a continuidade e expansão da iniciativa, garantindo que conteúdos de relevância sociocultural estejam disponíveis e acessíveis a todos.

Especificação técnica

Série de livros: Três publicações: 1. Artes manuais têxteis e o sensível, 2. As artes manuais têxteis e a produção política no Brasil e 3. Criar peles: o sensível do fio (nomes provisórios)Tiragem: 500 cópias cadaAproximadamente 100 páginas cada livroMIOLO (14 x 21 cm / fechado) Impresso A4/4 CORES Papel pólenBrochura Peça teatral: Duração estimada do espetáculo é de 90 minutos. Classificação indicativa: 18 anos. Exposição: A exposição será composta por cerca de 15 obras. Segue a lista sugerida de obras, a ser definida pela curadoria: Obra 1 - As peles internas também precisam ser reconstruídas, 2022/2024 Material: linha sobre algodão Tamanho: Aprox 50 cm X 25 cm Obra 2- Elã: Eu também tenho meus traumas, 2024 Material: linha sobre algodão Tamanho: Aprox 50 cm X 25 cm Obra 3 - Uma outra meia-calça, 2022/2024 Material: linha sobre algodão Tamanho: Aprox 50 cm X 25 cm Além dessas, serão produzidas outras 12 obras que vão compor a exposição, com as especificações:: Obras 4 a 11 - SÉRIE: ME LIVRO OU EU PRECISO DESSAS PALAVRAS ESCRITA, 2024 (Série de 8 bandeiras) Material: linha sobre algodão Tamanho: 1, 20 metro por 80 cm cada Tamanho: 50cm x 50cm Obras 12 a 15 Material: linha sobre algodão Tamanho: 50cm x 50cm cada

Acessibilidade

LIVROS Acessibilidade física Atendendo ao Art. 25. da IN 1/2023, incisos I e II, temos como premissa apresentar o espetáculo em teatros com equipamento de acessibilidade, como: Rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada. Acessibilidade de conteúdo Para atender as pessoas com deficiências visuais, produziremos audiolivros, promovendo a acessibilidade para esse público. PEÇA Acessibilidade física Atendendo ao Art. 25. da IN 1/2023, incisos I e II, temos como premissa apresentar o espetáculo em teatro com equipamento de acessibilidade, como: Rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada. Acessibilidade de conteúdo Para atender as pessoas com deficiências auditivas teremos intérprete de Libras em determinadas apresentações. EXPOSIÇÃO Acessibilidade física Atendendo ao Art. 25. da IN 1/2023, incisos I e II, temos como premissa apresentar o espetáculo em teatros com equipamento de acessibilidade, como: Rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada. Acessibilidade de conteúdo Para atender as pessoas com deficiências visuais teremos audioguias da exposição. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física Não se aplica porque as aulas serão online. Acessibilidade de conteúdo Para atender aos deficientes auditivos teremos intérprete de Libras nas aulas e legendagem.

Democratização do acesso

A proposta “Criar Peles - as artes têxteis e o sensível” está comprometida com a democratização do acesso por meio de uma série de ações que garantem a disseminação de seus conteúdos e ampliam as oportunidades de participação. A seguir, detalhamos a forma de distribuição e comercialização dos produtos, bem como as medidas complementares para assegurar a ampliação de acesso ao público. Distribuição e Comercialização dos ProdutosLivros: Serão produzidos três livros, com tiragem de 500 exemplares cada, somando 1.500 unidades.Comercialização: Os livros estarão disponíveis para venda em plataformas digitais e livrarias especializadas em arte e cultura, com foco na acessibilidade econômica.Distribuição gratuita: 20% do total impresso será doado a bibliotecas públicas de diferentes regiões do Brasil, democratizando o acesso ao conteúdo para estudantes, pesquisadores e o público em geral.Espetáculo Teatral “As pessoas da sala de jantar”: Serão realizadas 12 apresentações na cidade do Rio de Janeiro, com uma capacidade média de 60 espectadores por sessão, totalizando 720 pessoas beneficiadas.Sessões gratuitas e com debate: Duas apresentações serão oferecidas gratuitamente a estudantes das áreas de Artes e Humanas de universidades públicas, seguidas de debates temáticos sobre as relações entre as artes têxteis e questões sociais e culturais contemporâneas. Cada sessão gratuita atenderá cerca de 50 alunos, garantindo uma experiência formativa e reflexiva.Exposição Têxtil: A exposição será realizada no Rio de Janeiro, reunindo obras têxteis desenvolvidas a partir do livro Criar Peles, oferecendo um espaço de acesso livre para o público conhecer as produções artísticas da autora.Medidas de Ampliação de AcessoSite Oficial do Projeto: Será desenvolvido um site específico para o projeto, onde serão publicados conteúdos gratuitos, como trechos dos livros, vídeos e materiais complementares relacionados às pesquisas realizadas por Estefânia Torres. O site funcionará como uma plataforma aberta de consulta e troca de conhecimentos.Palestras Online: Serão realizadas três palestras online, abertas ao público, sobre os temas tratados nos livros produzidos. As transmissões serão gratuitas, ampliando o alcance da proposta e permitindo que pessoas de diferentes localidades possam participar das discussões.Envolvimento de Instituições Públicas e Universidades: Além das sessões gratuitas do espetáculo para estudantes, o projeto fomentará parcerias com universidades públicas para organizar debates e rodas de conversa com foco nas artes manuais e no sensível. Essas atividades visam engajar estudantes e professores em reflexões críticas e artísticas.Com essas ações, o projeto busca não apenas disseminar conhecimentos e fomentar o debate, mas também garantir que seus produtos e atividades sejam acessíveis a públicos diversos, especialmente àqueles com menos acesso a bens culturais. O alinhamento com plataformas digitais e a distribuição gratuita para bibliotecas asseguram que a proposta alcance um público amplo, contribuindo para a valorização das artes têxteis e sua conexão com temas sociais relevantes.

Ficha técnica

Coordenação geral - Estefânia Torres é a responsável pelo projeto e será também autora da série de livros, assim como atriz da montagem teatral e curadora da exposição. Natural do Rio de Janeiro. É artista e pesquisadora, possui formação multidisciplinar (comunicação, artes cênicas e educação) e há sete anos desenvolve reflexão crítica em torno das artes têxteis. Idealizadora de iniciativas como Revista Urdume, Instituto Urdume e subtrama, editou uma série de publicações sobre artes têxteis e já ministrou aulas sobre o tema para mais de mil alunos. Sua pesquisa explora o têxtil e o campo do sensível. Atualmente atua também com acompanhamento crítico para artistas têxteis. Formação Curso técnico em Teatro - Casa de Artes de Laranjeiras (CAL) - 2022 - 2024; Bacharel em Filosofia - Universidade Federal do Paraná (UFPR) - 2019 - 2021 /incompleto; Mestre em Ciências – Universidade de São Paulo (USP) - SETEMBRO DE 2018; MBE em Economia e Gestão da Sustentabilidade - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - DEZEMBRO DE 2012; Bacharel em Comunicação Social - Relações Públicas - Universidade Federal do Paraná (UFPR) - DEZEMBRO DE 2009; Cursos livres sobre artes visuais, moda e decolonidade; Produção Publicação do livro “De Ponta Cabeça” pela Urdume e escrita do prefácio;Editora e redatora de oito edições da Revista Urdume (impressa);curadora dos Cadernos Urdume (digital);Editora e repórter da Revista Bordados Poéticos (parceria com o Sesc Paraty);editora e mediadora de pesquisa do Glossário Colaborativo de técnicas têxteis da América Latina (parceria com o Sesc Pinheiros);Produtora da Série Fibras (projeto audiovisual em parceria com a empresa Made By You);Autora das matérias da Revista Elle: “Por que precisamos falar sobre ficção de moda decolonial?”, https://elle.com.br/moda/2657221607 e “As novas linguagens do crochê”, Revista Elle: https://elle.com.br/moda/as-novas-linguagens-do-crocheProfessora e mediadora de cursos e grupos de estudo;Escrita curatorial e acompanhamento crítico de artistas têxteis.Atriz nas peças teatrais “Xadrez Três”, “Mephisto”, “Pulp Fiction”, “Hoje é dia de rock” e nos curtas “O Jantar” e “Onze e trinta”. Coordenação executiva - Gustavo Seraphim Formado em Direito e mestre em Tecnologia e Sociedade pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Possui especializações em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e em Gestão e Políticas Culturais pela Universitat de Girona, na Espanha. Com mais de 15 anos de atuação como gestor e consultor cultural, tem amplo conhecimento e experiência na utilização das leis de incentivo à cultura, bem como no planejamento e gestão de projetos culturais e artísticos. Tem sido responsável pela coordenação de consultorias e assessorias para a criação, execução e prestação de contas de projetos e programas culturais para institutos renomados, como o Instituto Porto Seguro, o Instituto Habitat, o Instituto Adelina, entre outros. Assistente administrativo Carmen Maria de Sousa será responsável por prestar assistência administrativa e financeira para o projeto. Foi Gerente de Planejamento/Controle, passando a Diretora Adjunta Administrativo Financeiro da Base7 Projetos Culturais [2003 a 2024], tendo ampla experiência no controle de custos dos projetos em execução, análise de contratos de patrocínio e de prestação de serviços, elaboração das prestações de contas às leis de incentivo e aos patrocinadores, além da elaboração de previsão orçamentária dos projetos em desenvolvimento e formatação para inscrição em editais e leis de incentivo Federal, Estadual e Municipal, bem como controle do fluxo de caixa, planejamento tributário, analise dos balancetes mensais, apoio à analise dos relatórios de auditoria e contabilidade. Apoio à área TI para o desenvolvimento de sistema de controle orçamentário e emissão de relatórios com vistas às prestações de contas das Leis Federal, Estadual e Municipal. Em especial cabe ressaltar que já elaborou cerca de 46 prestações de contas junto ao Ministério da Cultura. Direção de arte - Nathália Abdalla Elenco e direção do espetáculo teatral Estefânia Torres, atriz, DRT 0062236/RJ, técnica em teatro pela Casa das Artes de Laranjeiras/CAL. Atuou nas peças teatrais "Mefisto: O Ator que Vendeu a Alma ao Diabo" (2023), uma adaptação inspirada na obra de Klaus Mann, sob a direção de Anna Helena Madruga; "Xadrez Três" (2023), uma adaptação de "Barrela" e "A Mancha Roxa" de Plínio Marcos, com direção de Daniel Villas e Henrique Manoel Pinho; e "Pulp Fiction" (2024), uma adaptação da obra de Roger Avery e Quentin Tarantino, com direção de Daniel Herz. Estefânia também completou o Curso Intensivo de Interpretação para Cinema e TV na Academia Internacional de Cinema (AIC), com 60 horas, em 2023. No audiovisual, atuou como atriz no curta-metragem universitário "O Jantar" (2023), e do curta-metragem universitário "Onze e Quinze" (2022) produzido por alunos de Rádio e TV da UFRJ. Bruno junged, ator, técnico em teatro pela Casa das Artes de Laranjeiras/CAL. Anteriormente, formou-se em Direito pela Universidade Federal do Paraná em 2007. Atuou nas peças "Mefisto: O Ator que Vendeu a Alma ao Diabo" (2023), uma adaptação inspirada na obra de Klaus Mann, sob a direção de Anna Helena Madruga; "Xadrez Três" (2023), uma adaptação de "Barrela" e "A Mancha Roxa" de Plínio Marcos, dirigida por Daniel Villas e Henrique Manoel Pinho; e "Pulp Fiction" (2024), uma adaptação da obra de Roger Avery e Quentin Tarantino, com direção de Daniel Herz. Fernanda Sarriá: atriz, técnica em teatro pela Casa das Artes de Laranjeiras/CAL. É graduanda em Comunicação Social (Radialismo) na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com conclusão prevista para dezembro de 2025. Atuou nas peças "Mefisto: O Ator que Vendeu a Alma ao Diabo" (2023), uma adaptação inspirada na obra de Klaus Mann, sob a direção de Anna Helena Madruga; "Xadrez Três" (2023), uma adaptação de "Barrela" e "A Mancha Roxa" de Plínio Marcos, com direção de Daniel Villas e Henrique Manoel Pinho; e "Pulp Fiction" (2024), uma adaptação da obra de Roger Avery e Quentin Tarantino, com direção de Daniel Herz. Daniel Herz: diretor, professor, ator e autor. Desde 1992 é o diretor artístico da Companhia Atores de Laura. Dirigiu também os seguintes musicais: O musical “Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro”, (de Ricardo Hofstetter), O musical “Otelo da Mangueira”, (de Gustavo Gasparani), O musical “Tom e Vinícius”, (de Daniela Pereira e Eucanaã), O musical “O Barbeiro de ervilha”, (adaptação de Vanessa Dantas), O musical “O elixir do amor”(adaptação de Vanessa Dantas), O musical “As Bodas de Fígaro”, com tradução de Barbara Heliodora, A ópera “Mozart e Salieri”, (de Rimsky-Korsakov) no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A ópera” Piedade”, de João Guilherme Ripper, na Sala Cecília Meireles. A ópera “Cosi Fan Tutte”, de Mozart, na CAL. O musical “Iolanta, a princesa de vidro,” a partir da obra de Piotr Illich Tchaikovsky, no CCBB do Rio de Janeiro. Dirigiu também os seguintes espetáculos adultos: “Zastrozzi”, (de Georg F. Walker), “A importância de ser perfeito”, (de Oscar Wilde com adaptação de Leandro Soares) “Acorda para cuspir”, (de Eric Bogosian), “Tudo que há flora”, (de Luiza Prado), “A vida de Galileu” (de bertold Brecht), “Cálculo Ilógico”, de Jessica Menkel. “ Ódio”, idéia e dramaturgia de Daniel Herz. “Isso que você chama de lugar”, texto de criação coletiva, da qual fez parte, assinando também a idealização.“Nem todos morrem no final”, insperado na opbra de Wiloliam Shakespeare, escrito por Nicole Musafir, “Pedro I” – escrito por Daniel Herz, João Campany e Roberta Bresson, no Paço Imperial e na Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de janeiro Espetáculos que dirigiu junto à Atores de Laura: "A entrevista", de Bruno Levinson e Daniel Herz."Cartão de embarque", de Bruno Levinson e Daniel Herz "Sonhos de uma noite de inverno ou Julliett's birthday", cenas de William Shakespeare "Romeu e Isolda", criação coletiva da Companhia Atores de Laura, entre outros. Dirigiu os seguintes trabalhos em Áudio visual: Na Rede Globo dirige o programa “Tomara que caia”, “Fronteiras invisíveis”, espetáculo on-line com a Companhia Atores de Laura., Preparação de elenco no filme “Um casal Inseparável”, de Sergio Goldenberg e George Moura., O longa “A melhor versão”, de Julia Spadashin. O documentário “A quarta margem”, assinando também o roteiro. O documentário “Bernardina”, assinando também o roteiro. O vídeo clipe “Mafalda”, de Sara e Nina. O curta metragem “Quando as valsas são breves”, de Daniel Herz e Pedro Murad. Escreveu e dirigiu o curta metragem, “Só posso ser Charles.”Dirigiu o curta metragem O porteiro. Dirigiu o curta metragem Duas meninas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.