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O Projeto Whritters RS Cores que Curam é uma iniciativa social que busca utilizar a arte do grafite como ferramenta de revitalização dos espaços externos de duas escolas que foram severamente afetadas pela enchente que ocorreu em maio de 2024. O objetivo é promover a recuperação não apenas física, mas também emocional das crianças e das comunidades escolares através da arte visual e da colaboração, promovendo a Arte como Terapia. Usaremos ametodologia do grafite como um meio curativo, proporcionando um espaço de expressão e criatividade para os alunos. O projeto visa criar um ambiente escolar que estimule a imaginação, promova a autoestima e fomente a convivência pacífica e respeitosa, promovendo um senso de comunidade e colaboração para com os ensinos públicos.
Objetivo GeralRestaurar e revitalizar os espaços externos de duas escolas de comunidade em Porto Alegre atingidas pela enchente de maio de 2024. Por meio da arte urbana, visamos promover um ambiente de esperança, inclusão e pertencimento para alunos, famílias e a comunidade. Assim, restauraremos áreas fundamentais para o ensino no país. Objetivos Específicos Realizaremos uma live paint de 20 grafiteiros em 2 escolas diferentes, oferecendo 500 convites para cada escola, para possibilitar o comparecer e participação dos alunos. A exposição ficará disponível para visitação durante 30 dias em cada escola, aberta de segunda a sábado.
A Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, conhecida como Lei Rouanet, estabelece mecanismos de incentivo à cultura no Brasil, permitindo que pessoas físicas e jurídicas possam destinar uma parte do Imposto de Renda a projetos culturais. No contexto do projeto "Grafite" em Porto Alegre, essa legislação é crucial por diversas razões. Necessidade do Uso do Mecanismo de Incentivo da Lei Rouanet para o ProjetO WHRITTERS RS CORES QUE CURAM em Porto Alegre 1. *Financiamento de Projetos Culturais*: O projeto CORES QUE CURAM que visa promover e valorizar a arte de rua, necessita de recursos financeiros para realizar suas atividades, como oficinas, exposições, manutenção dos espaços e outros eventos. O mecanismo de incentivo da Lei Rouanet pode proporcionar os fundos necessários para que o projeto se concretize. 2. Apoio a Artistas Locais: Utilizar os incentivos fiscais pode ajudar a promover e apoiar artistas locais de grafite, permitindo que eles recebam reconhecimento e remuneração justa por seu trabalho. Isso contribui para o fortalecimento da cena cultural da cidade. 3. Promoção da Inclusão Cultural: O projeto Grafite pode abordar questões sociais e promover a inclusão cultural, democratizando o acesso à arte e proporcionando uma plataforma para vozes diversas da comunidade. O apoio financeiro pode expandir o alcance e a efetividade dessas ações. 4. Fomento ao Turismo Cultural: Grafites e arte de rua atraem visitantes e turistas, o que pode beneficiar a economia local. Com o suporte da Lei Rouanet, o projeto pode ser mais bem estruturado, potencializando o interesse turístico em Porto Alegre. 5. Valorização do Patrimônio Cultural: O apoio do governo por meio da Lei Rouanet pode contribuir para a valorização de espaços que dialogam Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Incisos e Alíneas do Artigo Art. 3° da Lei 8313/91 I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
O projeto "WHRITTERS RS -Cores que Curam", que visa a restauração de quatro escolas na comunidade afetada pela enchente, pode implementar ações de acessibilidade física e de conteúdo de maneira a garantir que todos os indivíduos, independentemente de suas necessidades, possam beneficiar-se das intervenções. Aqui está uma proposta detalhada: Acessibilidade FísicaAproximação e Entrada: Instalação de rampas de acesso em todas as entradas das escolas, garantindo que pessoas com mobilidade reduzida possam entrar e sair facilmente.Sinalização clara e visível na entrada, indicando as opções de acessibilidade. Reformas para garantir que haja banheiros adaptados, com barras de apoio, espaço suficiente para manobras de cadeira de rodas Inclusão de aspectos de acessibilidade, como assentos elevados e dispositivos de acionamento fácil.Sinalização e Orientação: Criação de guias táteis ao longo dos corredores que deixem claro o caminho para diferentes áreas, como salas de aula, banheiros e saídas.Uso de sinalização visual e tátil para indicar a localização de saídas de emergência, áreas comuns e demais instalações. Espacios Externos: Desenvolvimento de áreas externas acessíveis, com caminhos pavimentados que permitam o transporte de pessoas com deficiências e famílias com carrinhos de bebê.Garantia de que as áreas de recreação sejam acessíveis a todos, com equipamentos adaptados. Acessibilidade de ConteúdoLibras : Inclusão de intérpretes de Libras em eventos de entrega . Acessibilidade Sensorial: Contratação de monitores treinados para alunos com deficiência intelectual.Legendas Descritivas: Produção de vídeos e documentários sobre o projeto com legendas descritivas, garantindo que pessoas surdas e com deficiência auditiva possam acompanhar todo o conteúdo.Utilização de legendas descritivas em materiais promocionais e durante o lançamento da restauração das escolas. Visitas Sensoriais: Organização de visitas sensoriais nas escolas restauradas, permitindo que os participantes experimentem as obras de uma maneira que atenda às suas diferentes capacidades, por exemplo, tocando as texturas dos grafites e sentindo as cores através de atividades interativas.Com essas medidas, o projeto "Cores que Curam" não apenas restaurará as escolas e revitalizará a comunidade afetada pela enchente, mas também criará um ambiente inclusivo, acolhedor e acessível para todos os indivíduos, reconhecendo e valorizando a diversidade.
O projeto " Whritters RS -Cores que Curam" surge como uma resposta criativa e social à catástrofe das enchentes que atingiram Porto Alegre em maio de 2024. Com a participação de 20 grafiteiros talentosos, o projeto visa a restauração de espaços externos de quatro escolas comunitárias severamente afetadas, promovendo a arte como um meio de cura e revitalização comunitária. Objetivos do Projeto Revitalizar os espaços externos das escolas através de intervenções artísticas que reflitam a cultura local e as esperanças da comunidade.Envolver a comunidade escolar e os moradores locais nas atividades de criação, promovendo um senso de pertencimento e colaboração. Garantir que as obras de arte sejam acessíveis a todos, democratizando o acesso à cultura e à arte urbana. Utilizar a arte como um meio de sensibilização sobre questões ambientais e sociais, proporcionando workshops e atividades educativas nas escolas. Metodologia Seleção de Artistas: Convocação aberta para 20 grafiteiros de diferentes níveis e estilos, garantindo diversidade e inclusão no processo criativo.Atividades Participativas: Realização de oficinas e reuniões com a comunidade para discutir temas que serão abordados nas obras e garantir que a voz da comunidade esteja presente na arte final.Escolha de duas escolas que foram diretamente impactadas pelas enchentes, priorizando aquelas com maior necessidade de recuperação. Após a conclusão das obras, organizar um evento de inauguração que celebre a recuperação e ofereça um espaço para performances artísticas, música e atividades interativas. Resultados Esperados Ambientes Revitalizados: Transformação visual dos espaços escolares, proporcionando um ambiente mais acolhedor e inspirador para alunos e educadores.Fortalecimento da Comunidade: Criação de laços entre os moradores, os alunos e os grafiteiros, promovendo um ambiente colaborativo e de apoio mútuo.Acesso à Cultura: Ampliação do acesso à arte urbana, incentivando a valorização da cultura local e a promoção de futuras iniciativas artísticas.Educação e Conscientização: Aumento da consciência sobre a importância da preservação do meio ambiente e do papel da arte na comunicação de questões sociais. Medidas do art. 30 da IN nº 11/2024 III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (ESPECIFICAR AS AÇÕES PARALELAS) VI - Realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; O projeto " Whritters RS -Cores que Curam" se apresenta não apenas como uma ação de revitalização, mas como um movimento de transformação social, onde a arte é uma ferramenta para cura, empoderamento e alegria comunitária. Ao democratizar o acesso à arte e envolver a comunidade, buscamos não apenas restaurar os espaços físicos, mas também a esperança e a resiliência dos moradores de Porto Alegre.
Oswaldo Niluk Júnior - Piá GESTOR E ADMINISTRADOR Piá é um dos precursores do Movimento Hip-Hop no RS. Idealizou em 1984, um grupo de dança break e iniciou contato com o RAP. - 1989, fez sua primeira apresentação com a banda “LORDS”, que misturava Rap com Rock com influência de grupos como Run DMC, Beastie Boys e PublicEnemy, com a qual passou a apresentar-se em festas da periferia, chegando rapidamente às principais casas noturnas da cidade. - 1994, com a banda LORDS, grava o primeiro disco de Rap do Sul do Brasil, O Homem Errado (alusão ao caso de Júlio César, assassinado pela polícia ao ser confundido com um assaltante). - a L.O.R.D.S participa da coletânea Outros Sons da Restinga, - Inicia suas atividades como comunicador, apresentando o programa “Projeto Rap POA”, por 17 anos na Rádio Ipanema FM 94.9. Este projeto impulsiona grandemente o gênero, sendo Piá o primeiro Rapper gaúcho a conduzir seu próprio espaço radiofônico, com o programa ele promove vários eventos com artistas locais e começa atuar também como DJ. - 1996, produz a primeira coletânea de Rap do Sul do Rio Grande Do Sul, reunindo treze grupos de Porto Alegre, com patrocínio da Prefeitura Municipal. - Lança seu primeiro disco individual, A Grande Caminhada (pelo selo Nosso Som). Torna-se conhecido no eixo Rio - São Paulo sendo convidado para realizar shows nestas duas importantes cidades. - 1997, lança o disco COISA DU DEMO, pela gravadora Kaskatas, principal gravadora do Rap na época, e atua intensamente como produtor cultural, promovendo vários eventos. - 1998, após iniciar uma oficina de hip-hop para internos da FEBEM (Fundação do Bem-Estar do Menor, atual FASE), grava com os “Cowboys Espirituais” (Júlio Reny, Frank Jorge e Márcio Petracco) a música Jovem Cowboy, misturando Rap com Country Music. A canção é premiada internacionalmente pelo CMT (Country Music Television – Miami/EUA), como Revelação da América Latina e vira um hit nacional. - foi colaborador do programa “Folharada Ipanema na TV”, da TV Bandeirantes canal 10 de Porto Alegre, onde apresentava o quadro Coluna Anti-Social sobre Rap, Skate e Festas. - É jurado de vários concursos de música, como o Festival de Música de Porto Alegre e do Prêmio Açorianos, principal premiação da música do Sul do Brasil, - 1999, lança o disco Um Pouco Sobre Todos Nós, pela gravadora Trama, demonstrando grande versatilidade como compositor e produtor, neste disco mistura elementos acústicos com eletrônicos, pouco usuais em produção de Rap, na época, também mistura vários ritmos com seu estilo como o Rock, Reggae, Bossa Nova e Funk a produção musical do álbum é dividida com Carlos Eduardo Miranda um dos maiores produtores do Brasil. - 2000, recebe o prêmio Açorianos de Melhor Disco de Rap - inaugura o Centro Cultural Redenção onde promove shows musicais e oficinas de discotecagem, break, grafite, capoeira e exposições de arte. - 2002, apresenta o programa Light Grooves, onde mostra várias tendências da Black Music e da Música brasileira na Rádio Ipanema, o programa impulsiona a retomada do movimento Black brasileiro dos anos 70, com ritmos como Samba Rock, Samba Funk, Samba Jazz, Samba Soul, Sambalanço, Samba Reggae e Swingue. - 2003, viaja para Los Angeles para conhecer de perto a cena Hip Hop dos EUA, no retorno ao Brasil começa a apresentar o Programa Beat Street diariamente na Rádio Ipanema, tocando Hits do Rap e R&B, o programa vira uma febre na cidade. - 2005, viaja para Nova Iorque para pesquisar as raízes do Hip Hop, entrando em contato com vários Rappers, entre eles Chuck D do PublicEnemy. - 2006, ministra junto a secretária da juventude um projeto de oficinas de DJ por 15 regiões de Porto Alegre em escolas públicas. - é mediador do projeto Expressões Urbanas, que discutia sobre a diferença da arte do grafite e do vandalismo da pichação. - 2008, apresenta o Programa “A Vez Do Brasil” principal programa da Rádio Ipanema, somente com música brasileira. - Grava a musica “Na Minha” com Charles Master (TNT) um dos nomes mais importantes do Rock nacional, o single vira a principal música do álbum “Niguém é Perfeito” e o vídeo da música ganha repercussão nacional. - 2012, lança o disco “No Jogo Do Rap” onde conta com muitas participações especiais, experimentando diferentes ritmos brasileiros com Rap, sai da Rádio Ipanema - inicia no estúdio Fly Áudio, um dos melhores estúdios de Porto Alegre, a produção de bandas e ministra cursos de DJ, no mesmo ano tem uma rápida passagem pela Rádio Pop Rock, - apresenta diariamente o Programa de Televisão RADAR na TVE, principal programa musical do Rio Grande Do Sul e um dos mais importantes do Brasil, no ar desde 1993, - apresenta diariamente o programa Discoteca Brasileira na rádio FM Cultura 107.7, onde mostra uma incrível pesquisa sobre a música brasileira de várias regiões do Brasil com influência africana, essa pesquisa acaba rendendo, em 2016 o Projeto Brasil Afro Vibes, onde Piá pega Funk, Soul, Disco brasileiro e a música de religião afro-brasileira, produz beats, efeitos e sintetizadores sobre essas músicas fazendo versões próprias, esse Projeto conta com dançarinos e expositores de cultura Afro-brasileira gerando apresentações em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e até nos EUA, em Los Angeles. - 2015, Lança a música “Estrelinhas” com AntonioVilleroy um dos maiores compositores brasileiros. - 2017, apresenta o programa “Back To Back” na Rádio Unisinos FM 103.3. - lança a música “Zumbis e Mandelas” com a Banda StereoSound, a música tem um forte conteúdo social falando sobre lideres comunitários. - 2018, se apresenta, ao vivo, nas Rádios DubLab e KPFK 90.7 FM no programa da DJ Potira e entra em contato com personalidades do início do Hip Hop em Los Angeles como Silk D a primeira DJ do mundo. - 2019, apresenta no Sesc de Porto Alegre o espetáculo " O Terceiro Mundo Contra Ataca" cantando suas músicas e contanto histórias de 30 anos da sua carreira no meio artístico e da comunicação. - 2020, um ano atípico, por causa da pandemia do Covid-19, Piá através de editais ganhou o prêmio municipal de melhor DJ de Hip Hop e por sua pesquisa sobre a música negra brasileira o Brasil Afro Vibes. - Atuou em eventos de economia criativa ao ar livre em praças e ruas. - 2021, lança o programa de Vídeo para web, "Rap É Poesia", onde entrevista artistas do Rap Gaúcho, na primeira temporada contou com 16 entrevistados e mais 8 MCs convidados. - participou da mostra nacional Arte De Rua, Festival Arte de Toda Gente, Bossa Criativa, onde em vídeo contou sua trajetória artística e os caminhos do negro na música, no Rio Grande Do Sul. - 2022, Piá se destaca pela produção de eventos de Economia Criativa e de Shows em locais púbicos de Porto Alegre, onde semanalmente são ocupadas Ruas, Parques e espaços públicos com empreendedores locais e shows musicais. - 2023, desenvolve uma serie de 3 ciclos de cursos gratuitos de DJ e aperfeiçoamento de oficineiros do Hip-Hop junto à Secretaria de Cultura do Rio Grande Do Sul, discoteca nos principais eventos da cidade de Porto Alegre, como South Summit e Fórum da Liberdade onde leva o Hip-Hop para grandes eventos Cooporativos Internacionais. - 2024, ganhou o prêmio Multi Linguagens, em primeiro lugar, na categoria DJ, foi jurado do Festival de Música de Porto Alegre, produziu a trilha Sonora do desfile das lojas Pompéia de Outono/Inverno, produziu e apresentou o programa “Vivências Culturais” onde entrevistou inúmeros artistas e produtores culturais sobre a situação das enchentes, do Rio Grande Do Sul, e levantou fundos com esse projeto para ajudar a classe artística, ainda esse ano iníciou as gravações como apresentador da Série de 10 epsódios em homenagem aos 50 anos da Cultura Hip Hop com a produção da ACHE ( Assossiação da Cultura Hip Hop de Esteio), projeto com previsão de lançamento para início de 2025. Luis Flávio Trampo - Coordenador e GRafiteiro Luis Flavio Lacerda- Trampo nasceu em Porto Alegre em 1972 e é um dos precursores do grafite no Rio Grande do Sul. Sua atual pesquisa em geometria sagrada tem sido sua principal influência, por vezes de forma simbólica e experimental, em outros momentos mais figurativa. Conhecido por seu trabalho social, Trampo é referência de arte urbana em Porto Alegre, participando tanto como voluntário em oficinas para adolescentes em comunidades carentes, como também transmitindo conhecimento em universidades e workshops. Sua circulação em diferentes meios, se reflete também na produção e na multiplicidade da aplicação de suas obras. Trampo participou de diversas exposições e mostras no Sul e Sudeste do País e também na Europa, entre elas: Mural Global Farbfierber, em Dusseldorff, na Alemanha; Internacional Poster Art, em Roma, Itália; Bienal do Graffiti de Belo Horizonte (MG); Bienal de Graffiti fine art, em São Paulo (SP); entre outros. Como artista, seu principal objetivo é levar a arte para onde as pessoas estão. Trampo foi um dos primeiros artistas a pintar o muro, em 1992, quando ocorreu uma Pintura Coletiva do Muro da Mauá Felipe Reis - 1979/ Porto Alegre- Coordenador e GrafiteiroFelipe Reis, nascido e criado em Porto Alegre onde conheceu o graffiti em 1993 através do skateboard, residiu durante 16 anos na cidade do Rio de Janeiro onde desenvolveu sua experiência como escritor de graffiti e arte educador nas favelas, sempre desenvolvendo seu trabalho voltado a cultura e disseminação da cultura Hip Hop. Foi nas ruas de Porto Alegre no início dos anos 90 onde esse artista se descobriu com suas vivencias no Skateboard, Rock n Roll, Hip Hop e outras vertentes sempre muito alternativas esse fascínio por participar do espaço urbano, de ser presente com sua arte-imagem e escrita.Radicado na cidade do Rio de Janeiro desde 1998, membro e criador da crew Atari Funkerz, grupo que reúne diversas vertentes da cultura Hip Hop com início em 2003. Codinome Reis como também pode ser conhecido é autodidata por grande parte de sua vida, em 2012 estuda Gravura na Escola de Belas Artes no Rio, mas lecionar com suas diversas formações como arte-educador na linguagem do Graffiti durante 15 anos em favelas no Rio de janeiro e na Maré desde 2001, o fez também esse atuante que se redescobre a cada dia na arte popular. Durante mais de 10 anos organizou o primeiro evento competitivo de Breaking na cidade do Rio de Janeiro e Juiz de Fora/ MG chamado Batendo de Frente 2002/ 2013.Participou de sua primeira exposição coletiva em 2007 na cidade de Juiz de Fora/MG e “Inercia inversa” de 2010 na UERJ. Conheceu através das revistas de Skate em Porto Alegre o graffiti em 1993, mas foi em 2012 que realizou sua primeira exposição individual em sua cidade natal. Ilustrou em 2013 o livro de poesias “22 devaneios de um poeta a deriva” de Rodrigo Bodão, mas o artista não se define somente nessas estruturas, pois a multiplicidade de ações podem encontrar o seu olhar na fotografia, vídeo onde recentemente expõe um trabalho de vídeo mapping no Setor 5 studio ateliê da Fabrica Bhering no Rio de Janeiro. Atuar e estar em favelas se torna seu ponto de partida, onde seus traços se construíram com as diversidades de vivências ali presentes, esculpindo suas cores com sprays, customizando obras transeuntes e experimentando sempre os impossíveis.Desde 2014 residindo na cidade de Porto Alegre, desenvolvendo trabalhos comerciais de decoração interna e externa, ilustrações e colabs, construindo um nicho nas cervejarias artesanais e bares do ramo, desde pinturas, identidade visual e curadoria para exposição.Retornou para residência fixa a Porto Alegre em setembro de 2014 onde desenvolve novos trabalhos de pesquisa antropológica da cultura Hip Hop,hoje com traços referenciais ao que se chama de Old School/ Velha escola do Hip Hop, desenvolvendo diversos trabalhos com madeira, ilustrações, pinturas decor, customizações e outras técnicas de impressão e pintura.Atualmente desenvolve uma pesquisa pessoal de enriquecimento do seu trabalho de Graffiti na velha escola da cultura Hip Hop dos anos 70 a 80 de Nova York, um estudo antropológico dessa geração que o inspira como parte deste mundo.
PROJETO ARQUIVADO.