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PRONAC 2413328Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Lugar Incomum

ARTESANIA PRODUCAO EM ARTES, CULTURA E EDUCACAO LTDA
Solicitado
R$ 472,1 mil
Aprovado
R$ 472,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-06-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Festival Lugar Incomum irá realizar a primeira edição de uma ocupação temporária em espaço público da cidade do Rio de Janeiro em 2025, visando ampliar o debate sobre intervenções espaciais através da realização de instalações artísticas, palestras, debates, oficinas, exposições e performances audiovisuais. Além da criação de uma plataforma colaborativa de mesmo nome, através de um site para difusão de conhecimento e articulação entre criadores e público. Desta forma, o projeto possui caráter artístico cultural, com desdobramentos no campo da formação, educação e fomento à economia criativa.

Sinopse

O Festival Lugar Incomum é uma proposta de imersão no universo das intervenções espaciais, que irá realizar uma ocupação temporária em espaço público do Rio de Janeiro/RJ, com instalações onde fazedores e o público interagem numa troca de experiências e saberes. Nestas ocupações efêmeras, com experiências imersivas, oficinas, palestras e debates buscamos provocar o interesse das pessoas em diversas áreas: Arquitetura e Ocupações Urbanas, Arte Pública e Performances, Design e Cenografia, Fotografia e Audiovisual, Comunicação e Cultura. Propagando registros e vivências de quem cria, projeta, constroi, intervém, ocupa, interpreta, opera e pensa os espaços, a fim de provocar formas diversas de enxergar o ambiente ao redor.

Objetivos

O Festival Lugar Incomum é uma proposta de imersão no universo das intervenções espaciais. O projeto irá desenvolver um espaço com ocupações temporárias onde o público é estimulado a vivenciar diferentes experiências sensoriais. Além de entrar em contato com artistas e seus processos de criação, interagindo em uma troca de experiências e saberes. Nesta iniciativa, propomos realizar a primeira edição do Festival em três dias de ocupação em espaço público de grande circulação no Rio de Janeiro/RJ, no ano de 2025 com instalações efêmeras imersivas, performances artísticas, oficinas e debates, provocando o interesse das pessoas em áreas como Ocupações Urbanas e Arte Pública, Design e Cenografia, Artes Visuais e Cultura. O Festival propaga registros e vivências de quem pensa, cria e intervém nos espaços a fim de provocar formas diversas de enxergar os ambientes ao redor. Inspirando questionamentos sobre espaço e sociedade, instigando a curiosidade sobre formas de intervir em seus próprios territórios, abrindo caminho para outros olhares sobre os ambientes conformados das cidades e possíveis rearranjos transformadores. O projeto se estrutura a partir do desejo de refletir sobre o espaço e múltiplas formas de vivenciá-lo e foi elaborado no intuito de contemplar desdobramentos no campo da formação, educação e fomento à economia criativa. Estimulando a rede de artistas locais e promovendo o intercâmbio nacional e internacionais. Esta concepção é atravessada pela necessidade de uma reflexão crítica e plural sobre o território. Para alcançar tal objetivo a equipe do projeto preza por práticas inclusivas, pela diversidade de gênero e étnico-racial. Além de contar com consultoria para diversidade neuro-divergente. Este projeto visa também o lançamento de uma plataforma virtual de mesmo nome. Uma iniciativa independente onde profissionais de múltiplas áreas compartilham experiências e reflexões sobre como os espaços são pensados, planejados, construídos, utilizados e percebidos; gerando intensa produção de conteúdo e ações de articulação e difusão de saberes. Parte do financiamento vai remunerar colaboradores convidados que irão gerar conteúdos a serem publicados ao longo da execução do projeto. OBJETIVOS GERAIS:Apresentar ao público reflexões e experiências de profissionais que atuam nos bastidores do desenvolvimento de arranjos artísticos e espaciais e despertar o interesse em profissões fundamentais para a evolução e produção da cultura. Fomentar a pluralidade das expressões artísticas. Ampliar rede de saberes e o debate que busca o acesso às mais variadas manifestações de expressão e colaborar com a construção de cidades mais democráticas, aproximando quem pensa de quem usa os espaços e territórios. Despertar o interesse em temas fundamentais na evolução das cidades do futuro. Produzir conteúdo (site e redes sociais) de forma colaborativa e inclusiva. Ressaltar a importância da viabilização de projetos que discutam a Cultura, com toda sua diversidade, como elemento aglutinador e instrumento capaz de motivar o desenvolvimento de espaços plurais. Explorar as interseções existentes entre vários modos e experiências de intervir e interpretar os ambientes. Abordar a temática inclusiva em nossa produção de conteúdo, ampliando o debate por cidades mais democráticas.Fazer com o que o Festival seja um espaço de divulgação e articulação de quem pensa arte e cidades. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar a primeira edição do Festival Lugar Incomum em espaço público da cidade do Rio de Janeiro/RJ.Construção e lançamento da plataforma virtual (site) Lugar Incomum apresentando um painel contemporâneo, composto pelo registro da produção de variadas intervenções espaciais. Realizar intervenções artísticas temporárias (instalações, mappings, performance) e ações de interação e troca de saberes (oficinas, debates e/ou rodas de conversa), além de exposição e apresentações artísticas (Djs, Vjs, apresentações musicais). Instalações Espaciais1) Infláveis e o Efêmero - Intervenção imersiva. 2) Mapping e Multimeios - Projeções mapeadas utilizando técnicas múltiplas. 3) Performance - Interações artísticas no espaço. Oficinas:1) Oficina de VJ - técnicas e processos criativos. 2) Oficina de infláveis - construindo com vento. 3) Workshop de realidades virtual e aumentada - Diferentes tecnologias e aplicações. Debates: 1) Processos criativos - Percursos e metodologia dos artistas convidados. 2) Experiências Efêmeras - Conversa entre os criadores e participantes. 3) Lugar Incomum - Territórios e Identidade. Exposição Fotográfica: Panorama com Intervenções contemporâneas. Apresentação/Show: Performance audiovisual com músicos, DJ e VJ.

Justificativa

O acesso à cultura é talvez o maior dos desafios para todos que atuam no seu desenvolvimento e difusão buscando uma sociedade plural e democrática. Dois dos elementos chave para a ampliação do alcance das manifestações culturais são a promoção de atividades que buscam contemplar sua diversidade e o desenvolvimento de espaços acessíveis que abriguem toda forma de expressão. É nesse entendimento que se baseia o Festival Lugar Incomum: uma união entre as peças que compõem os arranjos das mais variadas intervenções espaciais, a fim de promover a ampliação de uma rede de saberes e provocar o debate entre diferentes atores socioculturais. Essa iniciativa é capaz de despertar o interesse do público em múltiplas áreas de conhecimento, pois para além das experiências sensoriais estimuladas pelas intervenções espaciais, evocando a arte em seu potencial transformador, apresentamos os criadores e suas formas de fazer, revelando os bastidores dessas produções artísticas e instigando em cada indivíduo o seu potencial realizador. O Festival tem um caráter formador, pois através de suas instalações, oficinas e debates, visa também despertar o entusiasmo em futuros criadores e criar novas redes de articulação. Além disso, em um aspecto econômico, busca-se ampliar reflexões entre artistas, criadores, estudantes e profissionais da indústria criativa, em uma oportunidade para debater rumos e potencializar a cadeia produtiva da cultura. Lugar Incomum, vem da percepção da potência que existe em promover encontros, ou reencontros, entre pessoas com múltiplas capacidades e saberes, que muitas vezes têm em seus trabalhos interseções que quando exploradas se mostram excepcionais. É uma equação poderosa, onde a soma de saberes parece multiplicar a capacidade de transformação. A diretriz que norteia a programação do Festival é a diversidade. Trata-se de valorizar a diferença, o Incomum que existe nas linguagens, propondo diferentes visões sobre espaço e território. Uma rede com multiplicidade de discursos estará presente através dos artistas, debatedores e oficineiros que farão parte da programação. A Artesania Produções tem uma atuação pautada justamente na diversidade, acreditando no conceito de regionalismo crítico como um poderoso instrumento de fortalecimento da pluralidade das manifestações culturais frente a homogeneização apresentada pela produção cultural de massa dominante. Temos profundo entusiasmo em promover iniciativas como esta, que muitas vezes, surgem de uma demanda individual que logo se mostra coletiva e apresenta enorme potencial em provocar ações inovadoras. Inspirados pelo notável viés plural desta Lei de Incentivo, solicitamos esta chancela de apoio pois acreditamos que o vigor transformador deste projeto pode ser a primeira edição de uma série de encontros capaz de contribuir para o fortalecimento de uma articulação entre pessoas de múltiplas capacidades em busca de inovações em expressões artísticas. Deste modo, destaca-se que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (...Ressaltar a importância da viabilização de projetos que discutam a Cultura, com toda sua diversidade, como elemento aglutinador e instrumento capaz de motivar o desenvolvimento de espaços plurais) (...Abordar a temática inclusiva em nossa produção de conteúdo, ampliando o debate por cidades mais democráticas) II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (...Esta concepção é atravessada pela necessidade de uma reflexão crítica e plural sobre o território. Para alcançar tal objetivo a equipe do projeto preza por práticas inclusivas, a diversidade de gênero e étnico-racial. Além de contar com consultoria para diversidade neuro-divergente) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (...apresentar ao público reflexões e experiências de profissionais que atuam nos bastidores do desenvolvimento de arranjos artísticos e espaciais e despertar o interesse em profissões fundamentais para a evolução e produção da cultura) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; (...uma união entre as peças que compõem os arranjos das mais variadas intervenções espaciais, a fim de promover a ampliação de uma rede de saberes e provocar o debate entre diferentes atores socioculturais) V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (...Inspirando questionamentos sobre espaço e sociedade, instigando a curiosidade sobre formas de intervir em seus próprios territórios, abrindo caminho para outros olhares sobre os ambientes conformados das cidades e possíveis rearranjos transformadores) VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; (...O Festival se propõe a compor um panorama de expressões artísticas aberto à participação de nomes do Brasil e do exterior. Além disso, o desenvolvimento de uma plataforma virtual possibilita o intercâmbio de saberes) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; (...Visando ampliar o debate sobre intervenções espaciais através da realização de instalações artísticas, palestras, debates, oficinas, exposições e performances audiovisuais. Além da criação de uma plataforma colaborativa de mesmo nome, através de um site para difusão de conhecimento e articulação entre criadores e público) IX - priorizar o produto cultural originário do País. (...acreditando no conceito de regionalismo crítico como um poderoso instrumento de fortalecimento da pluralidade das manifestações culturais frente a homogeneização apresentada pela produção cultural de massa dominante) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; (...Entre as ações a serem desenvolvidas durante o Festival Lugar Incomum, estão previstas oficinas e debates gratuitos com caráter formativo abertas ao público) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; (...Nesta iniciativa, propomos realizar a primeira edição do Festival em três dias de ocupação em espaço público de grande circulação no Rio de Janeiro/RJ, no ano de 2025 com instalações efêmeras imersivas, performances artísticas, oficinas e debates, provocando o interesse das pessoas em áreas como Ocupações Urbanas e Arte Pública, Design e Cenografia, Artes Visuais e Cultura) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; (...Toda a programação do Festival será gratuita) b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;(...Uma iniciativa independente onde profissionais de múltiplas áreas compartilham experiências e reflexões sobre como os espaços são pensados, planejados, construídos, utilizados e percebidos; gerando intensa produção de conteúdo e ações de articulação e difusão de saberes)

Especificação técnica

Intervenções - As instalações propostas deverão utilizar equipamentos audiovisuais como projetores refletores e caixas de som, demandando pontos de luz e de energia a serem dimensionados por local, havendo no orçamento uma previsão para custos de equipe, material e equipamentos para cada montagem. Além disso, serão projetadas dentro de conceitos de acessibilidade e montadas de acordo com normas de segurança. Ações de interação - As oficinas, palestras e debates ocorrerão em locais como salas e auditórios, utilizando mobiliários e equipamentos como microfones, projetores e caixas de som disponíveis Site - A construção e operação da plataforma contará com serviços profissionais além dos colaboradores que irão produzir conteúdo e serão remunerados de acordo com o orçamento previsto.

Acessibilidade

Ações de Acessibilidade: O espaço cultural selecionado possui medidas de acessibilidade.Contratação de profissional responsável por Consultoria e acompanhamento em acessibilidade;Contratação de profissionais com deficiência;Contratação e capacitação de colaboradores para o atendimento de visitantes e usuários com deficiênciasRealização de ações com temática inclusiva da Pessoa com DeficiênciaCriação de estratégias para promover acessibilidade à programação que irá acontecer no aparelho cultural selecionadoLinguagem Brasileira de Sinais para deficientes auditivos nas rodas de conversaPresença de mediadores capacitados para acolhimento do público atípicoPossibilidade de espaço seguro reservado para o público autista a partir de negociação com espaços públicos da cidade do Rio de Janeiro com grande circulação de pessoas.Inserção de Libras e áudio descrição nas publicações, nos vídeos de divulgação e no registro final.

Democratização do acesso

Lugar Incomum surge a partir do desejo de ampliar o acesso a diferentes linguagens, promovendo encontros e trocas entre público e profissionais que atuam no desenvolvimento de arranjos artísticos que pensam e intervém em espaços e territórios, a fim de refletir, debater e despertar o interesse em temas fundamentais para a evolução de cidades democráticas. Pensar o espaço e cultura na contemporaneidade de forma plural é fundamental na promoção de ações afirmativas, de democratização e difusão que garantam o acesso de grupos vulnerabilizados. Neste sentido, o Festival é em si uma proposta cultural que parte destes conceitos em sua concepção. Trata-se de valorizar a diferença, o Incomum que existe nas linguagens artísticas, questionando visões sobre espaço, território e sociedade. Uma rede com multiplicidade de discursos e linguagens irá integrar a programação, com ampla diversidade étnica e de gênero entre artistas, debatedores e oficineiros, além da própria equipe de execução do projeto, composta a partir de práticas inclusivas. Baseado nestas premissas, destacam-se as seguintes condutas como ações afirmativas, de democratização e difusão do acesso: Programação gratuitaIncentivo a participação de grupos vulnerabilizados socialmente na equipe de execução e convidados que vão compor a Ficha técnica do projeto. Entre estes grupos, destacam-se mulheres, idosos, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAP+, entre outras.Desenvolvimento de parceria com escolas da rede pública do entorno para viabilizar a vinda de alunos e comunidade escolar. Contratação de profissional capacitado para Supervisão de Práticas Inclusivas (indígena, negra e de acessibilidade)Contratação de agentes locais para difusão do FestivalEstratégias de comunicação: Contratação de assessoria de imprensa especializada para acompanhar o projeto durante toda a sua duração, visando a obtenção de espaços na mídia e o fortalecimento da imagem do projeto.Redes sociais e mídia online: Utilização das marcas do Ministério da Cultura em todas as peças de comunicação. Impulsionamento de posts nas redes sociais do projeto, garantindo maior alcance e engajamento.Realização de palestras e bate-papos com acessibilidade comunicacionalDoação de banners (ou excedentes de outros materiais utilizados) para entidades que trabalham com reaproveitamento. Impressões em material reciclado, certificado ou semente.Ações promocionais: Cessão de convites/inscrições e direitos de imagem para o Ministério da Cultura/Lei Rouanet.

Ficha técnica

Mariana Borgerth - Coordenação de produçãoFormada em Comunicação Social pela UFRJ (2009), trabalha desde então como produtora executiva e na gestão de diversos projetos ligados às artes cênicas, literatura e música. Em parceria com diferentes idealizadores, esteve envolvida no lançamento do livro Chama das Histórias: O Brasil contado por mulheres (literatura), Tibicuera Costura o Brasil (literatura), Galeria Mundo (exposição fotográfica que circulou pelo interior do RJ), Pixinguinha para Crianças (música), Narrativas Indígenas (literatura), FIMA - Festival Interativo de Música e Arquitetura (2021/22, dirigido por Pablo Castellar); Dia do Choro (2018 e 2017 Produção executiva e prestação de contas do projeto Dia do Choro, dirigido pelo Instituto Casa do Choro. Rio de Janeiro - RJ); Festival MUSICAR (2017 - Produção executiva da primeira e segunda edição do MUSICAR, realizado no CCBB, que reuniu mais de vinte atrações voltadas para o público infantil. Brasília - DF). Além de ter acompanhado a circulação de diversos artistas nacionais e internacionais: “Álbum de Retratos” (abril e agosto de 2017 em cidades de São Paulo); Cabernet Vocal (outubro de 2015 - Idealização e circulação do grupo argentino Cabernet Vocal por unidades do SESI/SP); Os Seminários de Música Pro Arte (2010 - 2016; Elaboração e gestão de projetos voltados para música e educação musical (diversos municípios do RJ, Ouro Preto/MG, Olinda/PE). Luiz Carlos Carreira Filho - “Flint” - Idealização, curadoria, cenografia e coordenação geralGraduado pela Escola de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense (EAU - UFF), atua há 20 anos com projetos de Arquitetura; além da produção e implantação de eventos e megaeventos; integra a criação de produções socioculturais; desenhou e gerenciou a montagem de estruturas de Arquitetura Efêmera no Rio de Janeiro, em São Paulo, Recife e Buenos Aires; projetou espaços infláveis e experiências estéticas imersivas, como projeções mapeadas; e viabilizou grandes instalações artísticas contemporâneas. Além disso, compõe o ateliê de criação artística e projetos “Estúdio Flint”, que tem foco em espaços, cultura e comunicação. Fábio Giannini Gonçalves - coordenação de produção e coordenação técnicaArquiteto e produtor, mba em Gestão do Entretenimento. Atua com ênfase no mercado de Eventos como Produtor Executivo e Cenógrafo. Passagens por publicidade e moda. Divide o olhar entre - Artístico: concepção e comunicação espacial; Prática: operação dos espaços e processos; e Técnica: projeto e viabilização. Theo Ribeiro (nome social) | Cindy Araújo Ribeiro (agente local)Carioca, 38 anos, Artista, Produtor, Precussionista e dançarino, com experiência de 20 anos na cultura. Trabalhou em diversos projetos culturais além de ter dado aula de musicalização infantil por um período da vida. Sempre ligado às expressões artisticas desde muito cedo passando pela música, teatro, dança e gastronomia, trabalhou também na área administrativa no projeto Escola de Patrimônio Imaterial do Rio de Janeiro, no Instituto Floresta Fabio Gomes (produção executiva, DJ e supervisão de práticas de democratização - ativista anti racista)Fábio Gomes, DJ, produtor de eventos e produtor musical. Vêm ao longo da carreira de quase 20 anos atuando na cena carioca e fluminense, consolidando sua identidade artística. E vembuscando sempre novidades para incorporar em seus DJ sets e tocando nas pistas além das gravações originais, os remixes, edits e mashups próprios e de outros produtores. DJ e produtor da aclamada Festa Batmakumba, exclusivamente de MPB, ampliou suas pesquisas na música brasileira. Hoje conta com mais de 50 edições na bagagem e passou com sucesso pelas principais casas de show da cidade. A festa obteve um grande êxito de público em suas diversas edições de rua, no Centro do Rio, e em eventos como OcupaMinC RJ e Carnaval 2020 (Rivalzinho) Elvira Alves da Silva - etnia Sateré Mawé - Supervisão de práticas inclusivas-É nascida no estado do Amazonas, adotada pelo Rio de Janeiro, faz parte do Koletivo Feira UrussuMirim Karioka, empreendedora da Pirakuy Artes, dançante de carimbó, artesã em artes plumárias e sementes, palestrante e oficineira além de representante da Rádio Yandê. Cristiane Menezes Muñoz (Supervisão de práticas inclusivas)Atriz, palhaça, educadora e pesquisadora. Doutora em Artes Cênicas pela UNIRIO ( onde faz seu pós doutorado) sempre interessou-se pelos diálogos transdisciplinares por acreditar que não somos uma coisa só. Sua formação ainda inclui uma pós graduação em Educação e uma formação em Direitos Humanos com ênfase em Direitos Culturais da Pessoa com Deficiência. Cris Muñoz é uma mulher com tripla excepcionalidade: autista de nível 1 de suporte com TDAH e altas habilidades/ superdotação. Também é mãe de uma adolescente linda, inteligente e amorosa, além de autista de nível 2 de suporte e não oralizada. Integra Palhaços Sem Fronteiras Brasil, é representante brasileira da IIAN ( Internacional Inclusive Arts Network) e professores do Instituto Internacional de Psicanálise ( IIP). Dedica-se à Acessibilidade Cultural e é atividade em prol da compreensão sobre a Neurodiversidade e por um mundo para todes. Claudio Barría Mancilla / Kangen Comunidade CriativaOpera como um hub de profissionais, artistas, designers, educadores e pesquisadores teimosamente otimistas e apaixonadamente engajados no desenvolvimento de estratégias de formação, gestão, design, comunicação e produção de conteúdo para o fortalecimento de ações com vontade de mudança. Com o propósito explícito de contribuir com a construção de um mundo melhor, fortalecendo e ampliando o impacto de coletivos e organizações da sociedade civil, núcleos de pesquisa e artistas, educadores e ativistas, estimulando articulações em rede de redes e promovendo a sua sustentabilidade, bem como promovendo o diálogo de saberes para uma mudança de paradigmas da sociedade. Vitor Souza Lima - RJ |Registro em audiovisual e ediçãoNatural de Belém, Brasil, graduado em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem pela Universidade da Amazônia - UNAMA. Desde 2006 desenvolve proposições artísticas por meio da fotografia e do audiovisual. Em 2018 foi um dos contemplados no Prêmio Pesquisa e Experimentação Artística da Fundação Cultural do Pará com o projeto Léguas a nos separar. Em 2015 finalizou o documentário curta-metragem Alfredinho, em parceria com Marcelo Santos e Venâncio Batalhone, através da Academia Internacional de Cinema - Rio de Janeiro, Prix du Jury Réseau Cinéma CH no XXX Festival Internacional de Filmes de Fribourg. Em 2008 foi contemplado com o Prêmio MIS de Estímulo ao Curta ­Metragem, com o documentário Mãos de Outubro, vencedor de diversos prêmios em festivais de cinema brasileiros em 2010 e 2011. Desde 2019 assina a direção audiovisual em diversos projetos da área cultural, como na Orquestra Sinfônica Brasileira; no canal no YouTube Papo de Música; no FIMA - Festival Interativo de Música e Arquitetura; no Musicar - Festival de Música Infantil; na Orquestra Villarmônica, do Rio de Janeiro. ELLEN GASPARAdvogada, contadora e produtora. Trabalha há mais de 20 anos com produção de eventos, leis de incentivo à cultura e no ramo legal do entretenimento. Atuou como assistente de direção durante 10 anos no Anima Mundi, onde, além da produção, dava apoio às áreas financeira e de controladoria do festival. Trabalhou por 2 anos na OSB, onde atuou como assessora da direção artística. No campo da controladoria de projetos, tem trabalhando nas edições do FIMA - Festival Interativo de Música e Arquitetura e do FASA - Festival de Artes e Saberes das Águas. Também é assessora jurídica dos Blue Notes Rio de Janeiro e São Paulo, sendo responsável pelos contratos artísticos das casas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.