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O projeto Capivara Parade Jf pretende democratizar o acesso à arte e viabilizar o reconhecimento de artistas locais por meio de obras artísticas feitas em 20 capivaras de fibra de vidro, animal com maior representatividade cultural em Juiz de Fora, que serão espalhadas pela cidade.
Objetivo geral: O projeto possui como objetivo a democratização da arte, uma vez que serão espalhadas 20 capivaras em fibras de vidro contendo obras de arte pela cidade em espaços públicos frequentados por diversas parcelas sociais de Juiz de fora. Dessa forma, o objetivo é que a população que não possui acesso à espaços no qual a arte é tradicionalemte disseminada tenha contato com a produção artística local. Além disso, a inserção das artes em capivaras de fibra de vidro remonta à um animal com importância significativa na cidade de Juiz de Fora, já que sua presença é notável por todos os cidadãos e se tornou um símbolo de importância da preservação ecológica na cidade. Sendo assim, o formato no qual a arte será disseminada remonta à um maior interesse da população que não está exposta à arte por razão da não inserção nos espaços onde essa é apresentada. Destarte, o projeto conta com o objetivo de valorização de artistas locais, uma vez que serão selecionados 20 artistas que contribuem para o repertório cultural artístico da cidade para desenvolverem as artes e quatro destes serão selecionados para realização de workshops de artes plásticas em escolas públicas de Juiz de Fora, com o objetivo de demonstrar as técnicas incentivando a economia criativa. Objetivos específicos: - Realizar 20 obras de arte em capivaras de fibra de vidro e colocá-las em espaços públicos. - Realizar um evento final para apresentação de todas as obras feitas. - Realizar 4 workshops de artes plásticas em escolas públicas.
O projeto contempla aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura ao passo que possui a finalidade de democratizar a arte e concomitantemente valorizar artistas locais de Juiz de Fora, além de fomentar por meio das imagens de capivara a importância da preservação ecológica. Destarte, é de suma importância expor a arte em lugares públicos da cidade, uma vez que o Brasil apresenta indícies socioeconômicos que ilustram a falta de acesso dos brasileiros ao patrimônio cultural e artístico. Segundo o estudo realizado pelo o IPHAN (2010), enquanto 70% das cidades do Estado do Rio Janeiro declaram possuir exposições de artes plásticas, 72,3% dos municípios brasileiros não apresentam nenhum tipo de exibição. Ou seja, o acesso à cultura pode ser limitado pela concentração da oferta. O projeto visa, contudo, o aumento da oferta de artes plásticas no ambiente urbano em Juiz de Fora a fim de mitigar essa realidade. Além disso, a arte exposta será realizada por artistas locais, sendo benéfico para contemplar o patrimônio cultural e artístico local. Sobre o assunto, Hugo Fortes, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP, citou em uma fala a importância dos dois aspctos descritos acerca do projeto: "Acredito que a cultura tem um grande poder de transformação social, tanto no sentido de lançar questionamentos e promover a discussão de ideias importantes para a sociedade como na própria capacidade de gerar empregos e renda para todos os trabalhadores do meio cultural. " Dessa forma, o projeto atende aos incisos I, II e III do Art. 1 da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Além disso, atende aos objetivos dispostos no Art. 3º da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Produto: Exposição das artes O produto visa democratizar o acesso à arte e valorizar os artistas locais de Juiz de Fora por meio de exposição de 20 capivaras de fibra de vidro em locais públicos da cidade de Juiz de Fora. O projeto contará com a colaboração de 20 artistas locais.
Produto: Evento final de exposição Acessibilidade física: Este projeto será realizado em espaço que dispõe de rampa, áreas planas, e banheiros acessíveis que ampliam o acesso e as possibilidades para PcD’s. Custo na planilha: Não gerará custos. Acessibilidade de conteúdo: Este projeto contará com intérprete de libras e vídeos em plataformas digitais com legendas grandes e chamativas. Custo na planilha orçamentária: Intérprete de Libras + Designer Produto: Workshops de contrapartida social Acessibilidade física: Este projeto será realizado em espaço que dispõe de rampa, áreas planas, e banheiros acessíveis que ampliam o acesso e as possibilidades para PcD’s. Custo na planilha: Não gerará custos. Acessibilidade de conteúdo: Este projeto contará com intérprete de libras e vídeos em plataformas digitais com legendas grandes e chamativas. Custo na planilha orçamentária: Intérprete de Libras + Designer Produto: Exposição das artes Acessibilidade física: Este projeto será realizado em espaço que dispõe de rampa, áreas planas que ampliam o acesso e as possibilidades para PcD’s. Custo na planilha: Não gerará custos.
Além do que determina a instrução normativa desta lei, iremos adotar as seguintes medidas de democratização de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; e IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - As exposições das obras serão realizadas em locais públicos, permitindo o acesso democrático destas. - Os workshops de contrapartida social serão realizados de forma gratuita em escolas públicas e seu conteúdo será publicado em redes sociais.
NOME DO PROFISSIONAL: Carlos Henrique Raposo de Araújo FUNÇÃO A SER DESEMPENHADA NO PROJETO: Coordenador FORMAÇÃO PROFISSIONAL: Curso de Criatividade e Estratégia pelo FICE (5° Festival Íbero-americano de Criatividade e Estratégia) – Rio de Janeiro -2013.Curso do Sistema Nacional da Cultura – Assembleia Legislativa de Minas Gerais – 2017.Curso de captação de recursos – SEBRAE – MG – 2017Curso Panorama Econômico Sobre os Setores Cultural e Criativo Brasileiro – Itaú Cultural – 2020Faculdade de Publicidade e Propaganda - 2023Curso de Gestão Ágil - Umanitar Academy - 2023 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Membro da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura – COMIC – Juiz de Fora – MG, 2019 a 2020.Presidente da comissão do edital Na Nuvem de auxílio emergencial para classe artística – Juiz de Fora – MG, 2020.Presidente da comissão do edital Na Parede de artes urbanas – Juiz de Fora – MG, 2020.Secretário executivo do Conselho Municipal de Cultura – 2017 – 2019.1° Secretário do Conselho Municipal da Juventude – 2018 a 2020.Co-fundador do portal O Estandarte, principal site de cobertura e memória do samba de Juiz de Fora.Fotógrafo e cinegrafista pelas produtoras Authorar Filmes e SET entre os anos de 2010 a 2013.Diretor de marketing da Liesjuf (Liga Independente das Escolas de Samba de Juiz de Fora) 2011 a 2012.Gestor de conteúdo e prêmios do Qranio.com em 2012.Atendimento, planejamento e criação nas agências de publicidade OJO Comunicação e Go! Mídia, entre os anos de 2012 a2015.Diretor de comunicação, harmonia e carnaval do G.R.A.C. Mocidade Alegre entre 2011 a 2016.Presidente do G.R.A.C. Mocidade Alegre de 2016 a 2017.Diretor de Carnaval da LIESJUF (Liga Independente das Escolas de Samba de Juiz de Fora) de 2015 a 2017.Produtor executivo do projeto "Paticumbum, o ritmo das escolas de samba" – Projeto incentivado pela Lei Municipal deIncentivo à Cultura de Juiz de Fora – MG, 2016.Produtor da equipe de comunicação do G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel em 2015 e 2016.Equipe de apoio técnico do G.R.E.S. Bom das Bocas (Três Rios - RJ) no ano de 2015.Jurado do jornal Entre Rios no troféu Ziriguidum (Três Rios - RJ) no ano de 2014. NOME DO EMPREENDEDOR CULTURAL: SE - NEGÓCIOS SOCIAIS BREVE HISTÓRICO: A SE - NEGÓCIOS SOCIAIS, FUNDADA EM MARÇO DE 2019, SEMPRE BUSCOU ATUAR EM PARCERIA COMOUTRAS ENTIDADES PARA FOMENTAR O BEM-ESTAR SOCIAL. TEVE PAPEL FUNDAMENTAL NAPANDEMIA ATUANDO EM REDE COM O INSTITUTO ALBERT SABIN.O OBJETIVO DA ENTIDADE É PROTEGER O LEGADO DE DIVERSOS POVOS. NESTA PERSPECTIVA, A SE -NEGOCIOS SOCIAIS PROMOVEU AÇÕES CAPACITANTES, COMO O PROJETO LUAR, AÇÕES LITERÁRIASCOM O "VOA LITERATURA", IMPACTANDO MAIS DE 2.000 PESSOAS DIRETAMENTE E TAMBÉMPROMOVEU E PROMOVE AÇÕES DE DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL ATRAVÉS DA CULTURA E DOESPORTE, COMO O PROJETO JOGADA DE MESTRE EM PARCERIA COM O INSTITUTO ALBERT SABIN.O RESPONSÁVEL PELA ENTIDADE, CARLOS HENRIQUE RAPOSO DE ARAUJO, É FORMADO EMPUBLICIDADE E BUSCA, ATRAVÉS DE CONEXÕES, REALIZAR AÇÕES POSITIVAS NA SOCIEDADE,TRANSFORMANDO REALIDADES. PRINCIPAIS REALIZAÇÕES NA ÁREA CULTURAL: Gestão e execução de projetos culturais: Voa Literatura, LUAR, Água Viva, Jogada de Mestre, Prepara Parto, CavacoDelas - Instituto Albert SabinConsultoria na elaboração de projetos e manutenção de espaço cultural - CEMIGAssessoria em projetos sócio educativos - Museu da Usina de Marmelos ZeroConsultoria para criação do instituto - Instituto Vila verdeExecução e captação de projetos culturais - Associação Cultural Arte e VidaAssessoria em execução de projetos para a secretaria de Esportes lazer e turismo - Prefeitura Municipal de ArgiritaExecução de eventos como Encontro da Capoeira e outros - Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage
PROJETO ARQUIVADO.