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Preservação digital e produção de conteúdo de 500 obras de arte, para exposição virtual permanente e totalmente gratuita na rede mundial de computadores, por meio da plataforma ArtMe.
Produção de narrativas em áudio e texto sobre 500 obras de arte de museus e instituições culturais, como as do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC-USP. Difusão digital do conteúdo e exposição virtual permanente digital através do aplicativo ArtMe, já existente. Classificação indicativa: Livre
Objetivo geral: Democratizar o acesso a 500 obras de arte de museus e instituições culturais, disponibilizando suas imagens em uma plataforma digital gratuita e acessível, enriquecida com narrativas exclusivas, em áudio e texto, traduzidas para 12 idiomas, com auxílio de inteligência artificial. O projeto cria conteúdos envolventes, que ampliam o alcance global das obras e facilitam a compreensão e apreciação para públicos leigos de todas as idades, incluindo pessoas com deficiência visual, por meio de audiodescrição. Assim, busca-se não apenas garantir o contato com as obras, mas também oferecer as chaves de interpretação necessárias para uma fruição mais completa e inclusiva, promovendo uma experiência cultural global, através da plataforma ArtMe. Objetivos Específicos: - Produzir conteúdo inédito contendo narrativas envolventes sobre 500 obras de arte de museus e instituições culturais, como o do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC-USP, conforme carta de anuência anexa, instituição com mais de 60 anos de história e relevância para a arte brasileira, que desempenha um papel fundamental na preservação e promoção da arte moderna e contemporânea no país. O conteúdo produzido documenta e contextualiza cada obra, contribuindo para a valorização e preservação da arte moderna e contemporânea brasileira. - Difundir digitalmente 500 obras de arte, através de um aplicativo gratuito, contendo as narrativas produzidas em áudio e texto, possibilitando ao público interagir virtualmente com o conteúdo e ampliar a construção de sentidos coletivos sobre as obras, a partir de suas percepções individuais; - Democratizar o acesso, criando a possibilidade de visitação virtual e gratuita a 500 obras de arte, com narrativas digitais disponíveis em 12 idiomas, promovendo acesso global e inclusivo dessas obras, por meio da plataforma ArtMe; - Implementar recursos de acessibilidade comunicacional, incluindo legendas descritivas e audiodescrição ao conteúdo gerado para cada uma das obras, ampliando o acesso ao produto cultural gerado com os recursos da Lei Rouanet ao maior número possível de pessoas; - Promover ações de divulgação por meio de campanhas em redes sociais e parcerias com instituições culturais, ampliando a visibilidade sobre as obras e incentivando a interação com o conteúdo disponibilizado. As campanhas buscarão engajar diferentes perfis de público e ampliar o impacto e o alcance das obras preservadas.
A plataforma ArtMe, do Instituto Minerva, instituição sem fins lucrativos, é uma plataforma de cultura, com o objetivo de difundir gratuita e digitalmente obras de arte para todos os públicos. Ao todo, mantém em exposição virtual permanente mais de 5 mil museus, 10 mil artistas e 30 mil obras, tendo como principal missão a difusão de obras de todas as linguagens artísticas, contribuindo para a formação de pessoas, de todas as origens e classes sociais, com foco em arte-educação. O ArtMe cumpre dois papéis essenciais na difusão da arte. Primeiro, atua como uma ferramenta de apoio ao público leigo, fornecendo as chaves de interpretação necessárias para uma fruição mais rica e acessível durante a visitação aos museus. Em segundo lugar, promove o acesso remoto às obras, permitindo que as pessoas interajam virtualmente com o conteúdo artístico de qualquer lugar, ampliando assim o alcance cultural para além das limitações geográficas. Para públicos remotos, a quarta edição da pesquisa "Hábitos culturais", uma parceria do Observatório da Fundação Itaú e do Datafolha, que ouviu 2.405 pessoas de 16 a 65 anos em todas as regiões do país, entre os dias 1º e 28 de setembro de 2023, indicou que a participação em atividades culturais presenciais ainda é baixa, especialmente quando comparada à preferência por atividades online, como streaming de filmes e música, que são mais populares. Apenas 12% dos entrevistados afirmaram ter visitado museus presencialmente no ano, com uma concentração maior no Sudeste (15%) e entre pessoas das classes A/B (20%). Por outro lado, 28% declararam já ter realizado essa atividade em algum momento, mas não necessariamente em 2023. A pesquisa revelou, ainda, que as atividades online vêm ganhando mais adeptos, especialmente após a pandemia, quando muitas experiências culturais passaram a ser adaptadas para o formato digital. Isso reflete uma mudança nos hábitos de consumo cultural, com a população buscando conveniência e acessibilidade nas atividades. Essas tendências indicam que, para ampliar o acesso e o interesse pela cultura, é necessário adotar estratégias que reduzam barreiras, como a oferta de ingressos a preços acessíveis e a realização de atividades em locais diversificados. De forma geral, a pesquisa destacou a necessidade de políticas públicas que incentivem o acesso à cultura e a valorização do patrimônio cultural, além de promover a inclusão digital, para que a população tenha acesso não apenas às opções culturais físicas, mas também às digitais, contribuindo para a formação de uma sociedade culturalmente mais ativa e diversa. Sendo assim, o projeto pretende utilizar os recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura para facilitar o livre acesso, a todos, às fontes da cultura, pleno exercício dos direitos culturais, bem como preservar bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, nos termos dos incisos I e VI do art. 1º da Lei, bem como para preservar e difundir o patrimônio artístico, cultural e histórico, nos termos do Inciso III, alínea a e c, do art. 3º da referida Lei.
Produto principal: Disseminação de obras de arte por meio da produção de conteúdo inédito - em áudio e texto - para públicos leigos de todas as idades, incluindo pessoas com deficiência visual, por meio de audiodescrição. Narrativas traduzidas para 12 idiomas, ampliando o público alvo do projeto. Contrapartidas sociais: 02 Mesas de debates sobre arte e tecnologia Tema:“Arte e Educação Lúdica: Explorando o Jogo como Porta de Entrada para a Arte Contemporânea” Local 1: Instituto Minerva (São Paulo/SP). Público Estimado: 50 pessoas Local 2: Instituição de Ensino (São Paulo/Sp) Público estimado: 80 pessoas Distribuição Gratuita Duração: 01h30 Classificação: livre Acessibilidade: intérprete de Libras 01 webinário sobre arte e tecnologia Público estimado: 50 pessoas Distribuição Gratuita Duração: 01h30 Classificação: livre Projeto Pedagógico: 1. A Importância do Lúdico na Educação Artística: Como a ludicidade contribui para que a arte seja mais facilmente compreendida e absorvida, especialmente por crianças e jovens. Qual o papel do brincar na construção de uma relação saudável e curiosa com a arte? 2. Desenvolvimento Cognitivo e Criatividade: Como o jogo e a experimentação impactam o desenvolvimento cognitivo e incentivam a criatividade, formando habilidades essenciais como a observação crítica, a resolução de problemas e a expressão pessoal. 3. Desmistificando a Arte Contemporânea: Estratégias para apresentar a arte contemporânea de forma acessível, rompendo com a ideia de que ela é “difícil” ou inacessível, e promovendo a compreensão por meio da interação e da experimentação lúdica. 4. Inclusão Cultural e Acessibilidade: De que forma atividades lúdicas tornam a arte mais inclusiva, atraindo diferentes públicos e proporcionando uma experiência que respeita a diversidade de interesses e capacidades. 5. O Desafio de Engajar Novas Gerações: Como motivar as gerações mais jovens, que estão expostas a uma grande quantidade de estímulos digitais, a interagir com a arte de maneira profunda e significativa através do brincar. 6. Impacto Social e Formação de Cidadania: A importância de uma educação artística que utiliza o lúdico para formar indivíduos mais conscientes de si mesmos e do mundo ao seu redor, contribuindo para a criação de uma sociedade mais crítica e sensível às questões sociais.
Nos termos do artigo 27 da Instrução Normativa 11/2024, a proponente se compromete a adotar medidas de acessibilidade no aspecto comunicacional, produzindo legenda descritiva e audiodescrição do conteúdo gerado para cada uma das obras, ampliando o acesso para pessoas com deficiência visual e auditiva. No tocante a Mesa de Debates (contrapartidas sociais), o evento será acompanhado de tradução simultânea para a Língua Brasileiras de Sinais - LIBRAS.
A distribuição dos produtos gerados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, será por meio da rede mundial de computadores com acesso universal e gratuito para públicos de todas as faixas etárias.
Instituto Minerva (proponente) - Coordenação Tecnológica - é uma instituição sem fins lucrativos, que tem por missão a difusão de obras de todas as linguagens artísticas, contribuindo para a formação de pessoas, de todas as origens e classes sociais, com foco em arte-educação. Leandro Brasilio - Coordenação de Produção: artista, produtor cultural e advogado. É especialista em Gestão de Projetos Culturais e Eventos pelo Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação da ECA/USP. Diretor de Produção (DRT n. 5.349 /SP). Advogado com ênfase na área cultural (OAB/SP n. 337.631). Desde 2013 trabalha como produtor, desenvolvendo projetos em performance, artes cênicas, artes visuais, arte urbana e audiovisual. Desde 2015 integra o Desvio Coletivo (SP), grupo que atua na zona de fronteira entre arte urbana, performance arte e artes visuais. Produz a circulação global da performance urbana CEGOS que já representou o Brasil em festivais e eventos América do Sul, América do Norte, Europa, África e Ásia, dentre os quais: Festival D’Aurillac (França), Ansan Street Arts Festival (Coréia do Sul), Georgetown Festival (Malásia), Mindelact (Cabo Verde), Festival de Dança de Londrina (Paraná), Virada Cultural (São Paulo), World Stage Design (Taiwan), Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira (Portugal), Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, Festivale – Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba (São Paulo), Festival Aldeia do Velho Chico (Pernambuco), Nuit Blanche Brussels (Bruxelas, Bélgica), dentre outros. Em 2022 foi contemplado pelo Proac 04/2022 – Circulação para mais uma etapa de circulação de CEGOS no Estado de São Paulo; também produz a performance urbana MATRIMÔNIOS, do mesmo coletivo, realizada em São Paulo, em Santiago (Chile) durante o Encuentro 2016 / Hemispheric Instituto de Performance e Política da Universidade de Nova York e em Curitiba/PR, na Mostra Teatro de Segunda em parceria com o Festival de Curitiba. Nas artes visuais, participou da equipe de produção da exposição “Diário de Cheiros: Teto de Vidro”, para o Museu de Arte Contemporânea (MAC/USP) em São Paulo, da artista Josely Carvalho, considerada uma das 120 mulheres latino-americanas radicais pelo Hammer Museum, Los Angeles. Como palestrante, ministrou workshop sobre produção no âmbito de inúmeros festivais ao redor do mundo, com passagens pela Suíça, França, Portugal, Bélgica, Malásia, Taiwan, Coréia do Sul, Cabo Verde, dentre outros, com destaque para o workshop Brazilian Activism Urban Performance, realizado a convite do CIFAS, instituição cultural de Bruxelas, Bélgica, em 2019. Em 2020, ministrou palestra no âmbito do NICHO NOVEMBRO, evento realizado pelo Nicho 54, cujo tema foi “Direitos Autorais: Audiovisual como direito ao trabalho”. No audiovisual integrou a equipe de produção do projetos Queer Eye Brasil (2021), Casamento às Cegos Brasil – II temporada (2022), ambos para Netflix, Match nas Estrelas (2022), para Amazon Prime e Craque da Voz, para TV Globo (2024). Pedro Martirani - Produtor Executivo: formado em Administração Pública pela FGV-EAESP, onde também obteve um minor em Relações Internacionais, ele acumulou uma sólida experiência acadêmica e profissional. Participou de um grupo de pesquisa vinculado ao programa Santiago Creativo, uma iniciativa do governo chileno para o desenvolvimento da economia criativa na cidade de Santiago. Sua trajetória profissional inclui passagens por importantes instituições, como a Fundação OSESP, onde integrou as equipes de Jurídico e Compliance, e a SP Parcerias, atuando no departamento jurídico. Também trabalhou na área de Labour & Payroll da Deloitte e na Gestão de Projetos do Instituto Pedra. Além disso, Pedro possui experiência em Recursos Humanos, tendo atuado no Consulado Britânico em São Paulo. Marcos Barretto - Consultoria Técnica: é fundador do Instituto Minerva, idealizador do projeto ArtMe. Professor de IA e Robótica na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, há mais de 35 anos. Doutor em Engenharia Mecânica pela POLI-USP (1993), instituição pela qual obteve também o grau de Mestre em Engenharia Eletrônica (1988) e onde graduou-se em Engenharia Eletrônica (1983). Publicou mais de uma centena de artigos em congressos e periódicos nacionais e internacionais, além de livros sobre artigos científicos e livros sobre TI, IA e Robótica. Pesquisador atuante nas áreas de: robôs sociáveis, computação afetiva e arquiteturas de sistemas para aplicações críticas e de tempo real. Vera Barretto - Coordenação de Pesquisa: Founder das empresas NB1 Comunicação Estratégica; Retail.2.Engage e Marca Semiótica, especializadas em brand experience e consumer journey. Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC - SP (2017). Mestre em Design, com habilitação em Design, Arte e Moda: Inter-relações, pela Laureates International University (2008). Especialista em Gestão Estratégica da Comunicação pela ECA-USP (2001) e graduada em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1990). Mais de 30 anos de experiência na área de comunicação. Desenvolveu sua carreira no mercado corporativo, onde foi executiva nas áreas de branding, comunicação e relacionamento com stakeholders. Estruturou projetos de experiência de marca para empresas como Samsung, Vivo, Banco do Brasil, Reebok, Fast Shop, dentre outras. Participou da conceituação, planejamento e coordenação da produção de projetos culturais como a exposição "José Antonio da Silva: 5 Décadas de Arte Brasileira” Paço das Artes - SP e Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (1992); exposição "Reencontro - Manabu Mabe", Museu da Casa Brasileira, em São Paulo e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1992); exposição "Claudio Tozzi - obras de 1983 a 1993”, Museu da Casa Brasileira, em São Paulo e Museu de Arte Moderna, MAM-RJ (1993); exposição "Ianelli - 50 anos de pintura”, Museu de Arte de São Paulo - MASP e Museu de Arte Moderna, MAM-RJ (1993). Participou da edição de obras retratando o Brasil, em parceria com a Edições Alumbramento, com equipe de cientistas coordenada por Aziz Ab’Saber e fotógrafos de renome como Claus Meyer: Floresta Atlântica (1992); Cerrados, Vastos Espaços (1993); Amazônia - Fauna e Flora (1994); Caatinga, Sertão Sertanejo (1995); Fronteira: O Brasil Meridional (1996) e Presença do Brasil (1997). Experiência de mais de 10 anos como professora em cursos de graduação e pós graduação, com ênfase em cursos de Comunicação, Moda e Design. Integra o corpo docente da pós-graduação em Negócios da Moda do Senac - Faustolo e do Centro Universitário Belas Artes. Colabora com o projeto "Práticas de vida e produção de sentido na metrópole de São Paulo. Regimes de visibilidade, regimes de interação e regimes de reescritura", desenvolvido no Centro de Pesquisas Sociossemióticas da PUC - SP, sob coordenação geral da Profa Dra Ana Claudia Mei Alves de Oliveira.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.