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PRONAC 2413412Apresentou prestação de contasMecenato

29º Encontro dos Profetas da Chuva - Festival Encanta Quixadá

HELDER DOS SANTOS CORTEZ
Solicitado
R$ 290,5 mil
Aprovado
R$ 248,7 mil
Captado
R$ 192,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

77.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2025-01-11
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Quixadá Ceará

Resumo

A proposta prevê a realização o 29º Encontro dos Profetas da Chuva – Festival Encanta Quixadá, que reunirá mostra de filmes, apresentação musical e roda de conversa/workshop que discutirá sobre a relevância do saber popular para afirmação de nossa identidade cultural, promovendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade, além de fortalecer a conexão entre a comunidade e suas raízes culturais.

Sinopse

O projeto contemplará em sua realização os seguintes produtos que serão ofertados a população local de maneira gratuita, conforme sinopses abaixo: - Produto: Mostra/Exibição de filmes Exibição de Filme/Documentário que abordam o universo do Sertão Nordestino com seus Mestres e Mestras da Cultura Popular, a exemplo dos Profetas da Chuva, seguido de debate com seus realizadores e produtores. Classificação indicativa etária livre. 100% Gratuito. Publico estimado: 1000 pessoas. - Produto: Apresentação Musical - Festival Encanta Quixadá Apresentação de repentistas e violeiros como forma de reconhecimento e valorização de nossa cultura popular, sua poesia e sonoridades elementos formadores de nossa identidade cultural. Homenagens aos Profetas e instituições/personalidades que contribuem com as políticas de valorização e preservação da cultura do homem do campo. Publico estimado: 3.000 pessoas. - Produto: Roda de Conversa/Workshop Roda de conversa com estudantes, professores da Rede Pública e os Profetas da Chuva como forma de registrar, preservar essa cultura popular pautada na oralidade. Classificação indicativa etária livre. 100% Gratuito. Publico estimado: 200 pessoas

Objetivos

Geral Realizar o 29º Encontro dos Profetas da Chuva, com a finalidade de preservar e perpetuar a tradição rural de interpretar os sinais da natureza para prever a chegada do inverno. Essa manifestação cultural, de grande importância na identidade cultural nordestina, visa reunir profetas e profetisas, promover uma exposição sobre seus conhecimentos em relação a quadra invernosa de 2025. Específico 1. Realizar uma Mostra de Filmes Documentais Exibir filmes do Gênero documental que abordam o cotidiano, os saberes e os fazeres do homem do campo, destacando sua relação com a natureza, as tradições culturais e o meio ambiente. Os filmes selecionados (¨Profetas da Chuca, de Marcus Moura; "Aboios da Fé", de Fernanda Gomes; "Profetas da Chuva e da Esperança", de Márcia Paraido) são produções que evidenciam a conexão entre práticas ancestrais e sustentabilidade, valorizando a vivência do sertanejo e sua leitura dos sinais da natureza. 2. Organizar Apresentação de Música Popular Reunir renomados violeiros e repentistas, como Guilherme Calixto, Valter Silva, Antônio Limeira, Damião Monteiro, Guilherme Nobre, João Oliveira, Luciano Pereira, Williamis Sousa. Esses artistas apresentarão repentes e cantorias que narram histórias do sertão, exaltam a cultura nordestina e promovem o improviso poético como forma de arte e expressão cultural. 3. Promover uma Roda de Conversa Realizar um encontro entre os profetas e profetisas da chuva, estudantes e professores da rede pública de ensino. Os conteúdos discutidos incluirão as experiências práticas e observações dos fenômenos naturais feitas pelos profetas, bem como a importância de preservar e transmitir essa cultura popular às novas gerações. A roda de conversa também abordará temas relacionados à conexão entre o saber empírico e a ciência, além de fomentar o diálogo sobre a preservação ambiental e a sustentabilidade no semiárido.

Justificativa

Todos os anos, agricultores e agricultoras cearenses se reúnem na cidade de Quixadá para celebrar "OS PROFETAS DAS CHUVAS", intérpretes e porta-vozes dos sinais emanados pela terra. São homens e mulheres sensíveis, pacientes e determinados. Verdadeiros Mestres da Cultura, eles contribuem de forma ecológica para uma relação cada vez mais harmoniosa entre o homem e a natureza, o solo, os cultivos e as colheitas. Os profetas da chuva possuem um conhecimento particular sobre a manifestação da natureza em relação aos sinais de chuva e seca no Nordeste brasileiro. Esse conhecimento é construído ao longo dos anos por meio de sua interação com o meio ambiente e do desenvolvimento de experiências e rituais transmitidos de geração em geração, seja na família ou entre amigos. É necessário ter um vínculo afetivo e significativo com a terra, aprender por meio da convivência e desenvolver um entendimento próprio e um conjunto de sinais - as experiências - para construir previsões personalizadas. Desde 1996, na cidade de Quixadá, realiza-se o Encontro Anual dos Profetas da Chuva, onde os homens e mulheres do campo anunciam publicamente suas previsões para a próxima estação chuvosa na região. O evento acontece no segundo sábado de janeiro, em um local aberto ao público. Aqueles que se identificam como profetas da chuva são apresentados pelos organizadores do encontro, e cada um tem a oportunidade de compartilhar suas previsões e uma breve descrição dos métodos usados para chegar a essas conclusões. Frequentemente, as previsões são apresentadas em narrativas, poesias, apelos, reclamações e conselhos. Além do Encontro com as previsões, o roteiro de atividades do evento dos Profetas das Chuvas inclui atividades artístico-culturais, como rodas de conversa com estudiosos, autores de livros, exibição de filmes, exposições e o evento musical "ENCANTA QUIXADÁ", com a participação de cantores, repentistas, emboladores e violeiros, além de homenagens e apresentações artísticas. O evento tornou-se uma tradição, reunindo pessoas da comunidade, cidades vizinhas, jornalistas, estudantes, curiosos e turistas. Compreendendo a importância desse evento para a cultura regional, sua capacidade de dar sentido às observações, seu papel na preservação da sabedoria popular e seu compromisso em valorizar a natureza e a terra, torna-se evidente a necessidade de buscar o amparo do mecanismo de incentivo à Cultura do Governo Federal. O projeto se enquadra nos Incisos do art. 1º da Lei 8313/91 e alcança os objetivos do Artigo 3º da mesma norma, enriquecendo a cultura, preservando tradições e promovendo a diversidade cultural brasileira. O projeto se enquadra nos seguintes Incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - Contribuir para facilitar a todos o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O projeto proporciona à comunidade a oportunidade de participar de eventos culturais significativos, promovendo o acesso à rica cultura dos Profetas da Chuva e a compreensão de sua importância na identidade regional. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. O projeto destaca a cultura nordestina, valorizando os Profetas da Chuva e suas tradições, contribuindo assim para a promoção da cultura regional. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. Os Profetas da Chuva representam uma expressão cultural única e valiosa, e o projeto visa proteger e difundir seu conhecimento, contribuindo para a diversidade cultural brasileira. V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. O projeto reconhece e valoriza os modos de vida e sabedoria dos Profetas da Chuva, contribuindo para sua preservação e continuidade. VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. O projeto está intrinsecamente ligado à preservação da cultura oral e das práticas tradicionais dos Profetas da Chuva, contribuindo para a preservação do patrimônio cultural brasileiro. VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto promove a disseminação do conhecimento sobre os Profetas da Chuva, enriquecendo a cultura e a memória brasileiras. Além disso, no Artigo 3º da mesma lei, o projeto cumpre os seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. O projeto inclui uma variedade de atividades culturais, como exposições, rodas de conversa, apresentações musicais e mostras de filmes, cumprindo, portanto, o objetivo de fomentar a produção cultural e artística. Em resumo, a Lei de Incentivo à Cultura é crucial para viabilizar esse projeto, pois ele se alinha perfeitamente com os objetivos da lei, promovendo a cultura regional, valorizando tradições, preservando o patrimônio cultural e enriquecendo a diversidade cultural brasileira.

Estratégia de execução

PROFECIA E POESIA O Ceará é complicado desde o começo. Complicado e intrigante. O imenso areal entre os canaviais de Pernambuco e a exuberância pré-amazônica do Maranhão era de difícil acesso. Ventos fortes e falta de ancoradouros naturais tornavam a região quase inatingível. Como se não bastasse, o imenso areal que dominava o litoral, ao contrário da zona da mata que tinha nascentes, córregos, trechos da Mata Atlântica. Tínhamos o sertão que acabava nas dunas e que viraria mar na profecia do Conselheiro. O que fazer com tanta areia? Onde estava a água? Nossa história poderia ser contada por milhares de garrafinhas cheias com areias coloridas, como se faziam antigamente no Aracati. Hoje, 'domesticadas', são souvenir dos centros para turistas. O donatário da Capitania, Antonio Cardoso de Barros, não veio tomar posse do seu latifúndio. Ficamos sem pai. Essa perda vai se refletir para sempre nas nossas narrativas. Fomos 'vítimas' do que um psicanalista francês (Lacan) chamou depois de o não do pai. Isso vai se refletir em todos os nossos momentos. Por mais que tenhamos crescido, sofrido, avançado, trabalhado, o não do pai é uma marca indelével. O que é que isso tem a ver com as chuvas? Tudo. O Ceará foi rejeitado, quando precisava ser ninado. Nossa história é uma história de superação, de dar a volta por cima, de se construir a partir de uma rejeição. Ficaram as cicatrizes, mas temos problemas mais sérios. Nosso solo é pobre, nosso clima é hostil. O sol que aqui brilha é dos mais luminosos do mundo. Esta na tese do Raymundo Cela, nosso pintor nascido em Sobral, que foi ao Rio de Janeiro, fez Belas Artes, e voltou para Camocim A luminescência do Ceará é tão forte quanto a salinidade da Praia do Futuro. Sempre tivemos poucas águas. Chamamos de rio, em licenças mais que poéticas, aos leitos secos por onde escoa a água durante os tempos nos quais a chuva benfazeja nos alegra e nos fertiliza. Temos registros de secas já no século XVII, muito antes dos desmatamentos que sofremos, quando não se pensava em aterramentos de lagoas, desvios de córregos, construção de grandes açudes. Quando nem sonhávamos com poluição a partir de combustíveis fósseis, quando o mar não era o grande depósito das garrafas pet, quando nem se sabia o que era esgoto lançado em lagoas. Imagine agora... As queimadas fazem parte da nossa cultura, desde sempre. O fogo arde e ajuda a afetar a camada de ozônio, o solo se empobrece ainda mais. Os arados manuais faziam o trabalho que hoje é mecânico. Mas há uma luz no fim do túnel com as escolas agrícolas, com o investimento na agricultura familiar, com uma forma mais generosa e amiga de tratar a terra como parceira, como a mãe da fertilidade da mitologia grega. A água passou a ser tratada como gênero de primeiríssima necessidade que é. Algo valioso, precioso para o ser humano e, mais ainda, aqui no Ceará. Tivemos secas terríveis no século XIX, verdadeiros genocídios. A que durou de 1877 a 1879 matou um quarto da população da Província de fome e doenças. Outra veio em 1888 e 1889. Tivemos promessas de venda de brilhantes da Coroa Imperial, para que não morrêssemos de fome. Retórica. A Coroa continua intocada em um Museu em Petrópolis. Mas não é disso que queremos falar. Queremos apontar a escrita na construção de um projeto civilizador, onde homem e natureza se completam e trocam amabilidades, cortesias, gentilezas. Mudamos não apenas de tom, mas de enfoque quando derrubamos por terra a ideia autoritária e descabida da "luta contra as secas". O que podemos fazer de melhor e mais inteligente é conviver com o semiárido, adequar nossos cultivos ao solo que temos, e aos regimes hídricos irregulares. Daí as mandalas, os gotejamentos, práticas de resistência, guerra de guerrilha contra a imensidão do sol e a falta das chuvas. Por isso, as famílias que cultivam este chão tão árido aprenderam com os técnicos agrícolas a consorciar culturas, a evitar pragas com produtos naturais, a sobreviver com o que semeiam, colhem, e pode ser chamado de orgânico.Tem dado certo. A finacão ao solo natal é o fim dos caminhões da 'Triste Partida', cantada pelo Patativa do Assaré.Os escritores puderam se voltar para outros temas, e não apenas para as secas. O cinema mostrou um Nordeste árido, nas so muita má vontade para se falar em indústria das secas hoje. Os retirantes são um retrato na parede (aqueles clássicos nos caminhões). Falta nos mais ênfase na Reforma Agrária, mas os caminhos estão abertos, redirecionados para o equilibrio, o bem-estar; a aceitação de uma realidade que precisa sotrer uma intervenção, mas tudo com delicadeza, com diálogo, com aprumo. Por isso, sempre fomos sensíveis à necessidade das chuvas. Colocamos pedras de sal, nos parapeitos das janelas, na noite de 12 de dezembro, véspera de Santa Luzia. Daí, muitos poetas de cordel, também agricultores, terem verificado a floração de tantas árvores, o trajeto das formigas, o canto dos pássaros. Superstição? Nunca. Sintonia fina com a natureza e as bênçãos nosso padroeiro São José. Os Profetas das Chuvas são intérpretes e porta-vozes destes sinais emanados pela Terra. São homens e mulheres sensíveis, pacientes, determinados e que hoje são aceitos, ouvidos, aplaudidos. Contribuem de um jeito ecológico, para uma relação cada vez mais harmoniosa do homem com o solo, com os cultivos, com as colheitas. Como dizia um medievalista suíço-canadense (Zumthor): "Profecia é Poesia". Podem não ter a mesma raiz etimológica, mas o que os Profetas das Chuvas enunciam é poesia da voz, é a linguagem adâmica que se materializa em dar nome às coisas que estão no mundo. A poesia dos Profetas é cordel, no sentido em que traduz encantamento, em que nos insere em uma realidade do Trancoso, das histórias maravilhosas que nos contaram antes, e expressam a necessidade das chuvas, o contato com elas, a aceitação por parte do solo, a simbiose, o acoitamento. O fruto é bendito porque supera a dor; a fome, a miséria, o êxodo, e se transforma em vida, este espetáculo, ao mesmo tempo minimalista e luxuoso, do qual somos todos convidados a participar. Gilmar de Carvalho

Especificação técnica

Mostra de Filmes: Exibição de 03 filmes/documentários que exploram o universo da cultura nordestina e dos Profetas da Chuva, durante 03 dias. Após cada exibição, haverá um debate com os realizadores e produtores dos filmes. Apresentação de Música - Festival Encanta Quixadá 01 Festival intitulado "Encanta Quixadá" com a participação de 08 cantores, violeiros e repentistas de Quixadá e região. Este evento tem como objetivo reconhecer e valorizar a nossa cultura popular, incluindo sua poesia e elementos sonoros que são fundamentais para a nossa identidade cultural. Roda de Conversa: Uma roda de conversa híbrida com a presença de pelo menos 30 estudantes da rede pública, 02 Professores, 04 Profetas da Chuva. Esta roda de conversa tem como objetivo registrar e preservar a cultura popular, que é baseada na oralidade, mas também encontra na escrita um meio de transmitir os conhecimentos e as habilidades do homem nordestino.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Medidas de acesso físico (mobilidade reduzida) De modo geral, os espaços onde o evento será realizado contarão com rampas de acesso, sinalização tátil para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência física e visual. Haverá áreas reservadas para cadeirantes e público com mobilidade reduzida. Produto: Mostra de Filmes ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local das exibições dos filmes contará com uma rampa de acesso e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, em conformidade com a LBI. Item da Planilha Orçamentária: Observação: Não há registro na Planilha Orçamentária, uma vez que os locais do evento já dispõem de rampas de acesso e áreas reservadas para pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será disponibilizado Catálogo contendo a programação da Mostra em Braille. Haverá contratação de um serviço de audiodescrição para os conteúdos audiovisuais do Festival/Mostra. Assim, as apresentações que envolverão vídeos ou projeções, será assegurado que terão audiodescrição. Item da Planilha Orçamentária: Impressão em Braille, Locação de Equipamentos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todos os filmes exibidos na Mostra contarão com uma janela de Libras e intérpretes de apoio ao evento. Haverá legendas descritivas nos conteúdos audiovisuais. Essas legendas incluirão sons ambientes e trilhas sonoras, não apenas falas. Item da Planilha Orçamentária: Serviços de intérprete de Libras, legendas descritivas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DIVERSAS NECESSIDADES: Neste evento, a inclusão será celebrada como um princípio, promovendo a igualdade, a diversidade, a solidariedade e o direito à acessibilidade cultural, em conformidade com as leis de inclusão e acessibilidade. Produto: Apresentação Musical – Festival Encanta Quixadá ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local das apresentações musicais terá uma rampa de acesso e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, conforme preconiza a LBI. Item da Planilha Orçamentária: Observação: Não há registro na Planilha Orçamentária, uma vez que os locais do evento já dispõem de rampas de acesso e áreas reservadas para pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá um espaço reservado para pessoas com deficiência visual; guias de apoio; resumo do repertório em braile e formato digital acessível. Audiodescrição dos artistas e ambiente. Item da Planilha Orçamentária: Impressão em Braille , Locação de Equipamentos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as apresentações musicais contarão com intérpretes de Libras durante todo o evento. Caso tenha exibição de videos, estes terão Legenda Descritiva. Item da Planilha Orçamentária: Serviços de intérprete de Libras; Legendas descritivas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DIVERSAS NECESSIDADES: Neste evento, a inclusão será celebrada como um princípio, promovendo a igualdade, a diversidade, a solidariedade e o direito à acessibilidade cultural, conforme as leis de inclusão e acessibilidade. Produto: Roda de Conversa ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local da roda de conversa contará com uma rampa de acesso e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, conforme previsto na Lei Brasileira de Inclusão (LBI). Item da Planilha Orçamentária: Observação: Não há registro na Planilha Orçamentária, uma vez que os locais do evento já dispõem de rampas de acesso e áreas reservadas para pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será disponibilizada uma programação da Roda de Conversa em Braille; Material digital acessível com os principais temas e falas debatidas. Item da Planilha Orçamentária: Impressão em Braill e Material digital acessível. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A Roda de Conversa contará com a participação de intérpretes de Libras. Item da Planilha Orçamentária: Serviços de intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DIVERSAS NECESSIDADES: Neste evento, a inclusão será celebrada como um princípio, promovendo a igualdade, a diversidade, a solidariedade e o direito à acessibilidade cultural, conforme as leis de inclusão e acessibilidade. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Não se aplica uma vez que o projeto é 100% gratuito.

Democratização do acesso

O projeto aborda a democratização do acesso de várias maneiras para garantir que o público diversificado tenha a oportunidade de participar plenamente das atividades propostas: Produto: Mostra de Filmes Serão oferecidos 1000 convites, distribuídos da seguinte maneira: 10% para comunicação, 10% para patrocinadores e 80% para o público em geral. Todos os convites são 100% gratuitos. Produto: Festival Musical Serão disponibilizados 1000 convites, distribuídos da seguinte forma: 10% para comunicação, 10% para patrocinadores e 80% para o público em geral. Todos os convites são 100% gratuitos. Produto: Roda de Conversa Serão oferecidos 200 convites, distribuídos da seguinte maneira: 10% para comunicação, 10% para patrocinadores e 80% para o público em geral. Todos os convites são 100% gratuitos. Além disso, o projeto adotará medidas da Instrução Normativa nº 01/2022, conforme segue: Medidas do Art. 24 da IN nº 01/2022: Serão disponibilizados registros audiovisuais das apresentações musicais, da roda de conversa e demais atividades na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, todos acompanhados de Libras. Será permitida a captação de imagens das atividades e espetáculos ou autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Essas medidas buscam ampliar o alcance das atividades culturais propostas no projeto, garantindo que um público mais amplo possa participar e apreciar a diversidade cultural oferecida, independentemente de barreiras físicas ou geográficas.

Ficha técnica

Compete ao proponente do projeto realizará as seguintes atividades: - Elaboração e formatação do projeto - Gestão de processos - Acompanhamento das etapas de pré-produção, execução e pós-produção; - Supervisão dos trabalhos das equipes; - Reunião com instituições locais; - Avaliação do projeto - Supervisão da prestação de contas FICHA TÉCNICA Clébio Viriato Ribeiro – Coordenação Geral Francisca Iris de Freitas – Produção Executiva Meire Costa – Coordenação de Produção Francisco Felipe Holanda – Coordenação Técnica Francisco Rafael Ferreira da Silva- Contador João Viana – Web Mídia Currículo resumido dos principais participantes Clebio Viriato Ribeiro Pos-Graduação em Gestão de Serviços e Produtos Culturais. Produtor Cultural desde os anos 80. Fez parte dos movimentos de Teatro Amador de Quixadá, integrou da Associação de Teatro Amador de Quixadá ATAQ, participando de vários Festivais 1985 a 1990. Em 1997 passou a atuar como instrutor de artes, concursado da Prefeitura de Quixadá, produzindo o Coral Infantil Nasce um Canto do projeto Brasil Criança Cidadão. Na mesma época, assumiu a coordenação do Projeto AABB Comunidade. É produtor Cultural há 35 anos, produzindo eventos musicais e de tradição popular na cidade de Quixadá. Integrante da UNIMASC (União Musical Alternativa do Sertão Central). 2008 a 2010 Integrante do Coletivo Dom Quixartes de 2010 a 2015. Participou do Programa EntrePontos, integrado a Rede Fora do Eixo, através da PRODISC, no qual teve a oportunidade de participar como assistente de produção e logística na Feira da Música de Fortaleza e FORCAOS, na condição de estagiária. Atualmente é estudante de Administração em Gestão Pública e Assessora administrativa da Secretaria de Cultura/Fundação Cultural, bem como em atividades de produção nos eventos da Secretaria. De 2020 a 2024 fez a Coordenação Geral do Encontro dos Profetas da Chuva. Francisca Iris de Freitas Graduada em Letras/Inglês pela UVA- Universidade Vale do Acaraú/ Especialista em Literatura e Formação do Leitor pela UECE-Campus Quixadá/Especialista em Artes: Técnicas e Procedimentos pela Universidade Cândido Mendes-MG, Graduanda em Artes Visuais pela UECE- Polo Quixeramobim. Produtora Cultural, Presidente do Conselho Municipal de Políticas Públicas Culturais de Quixadá, Instrutora de Artes na Secretaria Municipal /Fundação Cultural de Quixadá. Realizou diversas produções na área de cinema e teatro. Foi coordenadora Pedagógica na Escola de Cinema do Sertão. Meire Costa Produtora cultural há 11 anos, tendo sua primeira experiência na equipe de produção da 4 x 4 Eventos (quatro por quatro eventos) na cidade de Quixadá, na realização de festas e shows musicais de 2009 a 2011. Co-fundadora e Integrante do Coletivo de Artes Integradas Dom Quixarte de 2010 a 2015, projeto o qual integrou o Circuito Internacional de Coletivos Fora do Eixo neste mesmo período. Foi, também, co-fundadora e produtora da Mandacaru Cultura e Entretenimento na cidade de Quixadá no ano de 2011. De 2015 à 2018 esteve secretária eleita do Conselho Municipal de Políticas Culturais do município. Possui formação de Agente Cultural através do SENAC concluído 2019, é Graduanda do Curso de História pela FECLESC/UECE e Psicóloga graduada pela Unicatólica de Quixadá em 2020. Atualmente é coordenadora de formação, articulação e projetos da Secretaria Municipal de Cultura de Quixadá, além de realizar projetos de eventos, shows e festivais da cidade como produtora independente. Francisco Fellipe Holanda Diretor Técnico de Iluminação do Teatro Rio Mar. Graduado em Administração de Empresa. Técnico de projeção no projeto SECULT Itinerante. Responsável pela instalação do Cine Clube Mestre Adolfo, em Quixadá. Coordenador técnico do Festival Nóia de Vídeo Universitário, Festival de Dança do Litoral Oeste. Técnico de som e infra-estrutura do Festival de Música de Ibiapaba. Cenotécnico e Contra-Regra da VII Bienal de Dança, Festival Banco do Brasil e do Festival Palco Giratório. Francisco Rafael Ferreira da Silva Formado em Administração de Empresas. Especialista em Gestão Empresarial, Coordenação e Planejamento Tributário. Consultor e Auditor dos filmes “O Auto da Camisinha”, “A Lenda do Gato Preto”, “Pessoal do Ceará Lado A Lado B”, dos eventos: “Bienal Internacional de Dança”, “Ano do Brasil na França”, “Projeto Mulheres”. João Viana Design, produtor de eventos artísticos e culturais há 5 anos. Como produtor participou do III Festival Sertão e Diversidade, do I Quixadá de Cultura e Encantos e coproduziu 5 edições de Halloween, entre outros eventos artísticos e culturais na cidade. Atualmente é Social Media e Designer da Secretaria de Cultura/Fundação Cultural de Quixadá e integrante do Conselho Municipal de Políticas Culturais do município.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.