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O projeto se refere à realização de circulação da ação "Caravana Luanda Ruanda", composta por apresentação de espatéculo e ações de formação.
A "Caravana Luanda Ruanda" é um projeto literário que visa circular com o espetáculo de narrações de histórias orais afro-brasileiras "Luanda Ruanda - Histórias Africanas" e o "Ateliê de oralidades", um ciclo formativo que propõe vivências com o grupo, trazendo atividades para crianças, promovendo rodas de história, jogos de oralidade, artesania de ilustração, musicalização e o encontro entre escritor e leitores. A caravana surge em comemoração dos 10 anos de história e resistência do espetáculo literário "Luanda Ruanda - Histórias Africanas" que iniciou sua trajetória em 2013 e já circulou por quase todas as macrorregiões do estado de Pernambuco, tendo passado por 15 comunidades rurais quilombolas, incluindo algumas de difícil acesso, onde a arte tem mais dificuldades de chegar. Este projeto será então uma edição comemorativa dos 10 anos do espetáculo de contação de histórias "Luanda Ruanda - Histórias Africanas", que será realizado no Centro cultural do Banco do Nordeste, em Souza - PB. Poder expandir o projeto para outros territórios, como o CCBNB é um intercâmbio cultural de grande importância, pois consegue descentralizar a área de atuação do grupo (O coletivo Tear) e do projeto, promovendo o acesso do público desses lugares a uma vivência com um grupo oriundo de um outro território, promovendo trocas de conhecimentos, fortalecendo as temáticas da literatura oral afro-brasileira, da infância e do antirracismo no território do Nordeste, promovendo o acesso à cultura e também propondo uma valorização econômica de um grupo que promove a maior parte de sua atuação longe dos grandes centros. SINOPSE DO ESPETÁCULO "LUANDA RUANDA - HISTÓRIAS AFRICANAS": Vamos ouvir o vento? O vento soprou e trouxe pra nós lendas, mitos e histórias que vieram lá do além-mar, das terras da Mãe África. Nessas histórias, o vento nos contou como foi “A criação do Mundo” pelo Deus Olorum, nos ensinou como cozinhar “O delicioso Awi” perto de um macaco travesso e com muita fome, e disse também como a paciência da tartaruga pode realizar o seu sonho de encontrar “A Árvore de todos os frutos”. “Luanda Ruanda – Histórias Africanas” é uma aventura afrocentrada, antirracista, lúdica, musical e visual cheia de momentos mágicos, divertidos e imagéticos, que traçam uma viagem por costumes, lendas e cores de alguns lugares da riquíssima cultura de matriz africana, num espetáculo que transporta todos para um outro mundo e ao mesmo tempo, traz esse mundo pra dentro de nós! Vamos ouvir o vento?!
OBJETIVO GERAL: Realizar, em cinco cidades de quatro diferentes estados do Nordeste brasileiro, a circulação da "Caravana Luanda Ruanda", composta pela apresentação do espetáculo "Luanda Ruanda - Histórias Africanas", que neste ano completa dez anos de atividades, e pelo ciclo formativo "Ateliê de Oralidades", do qual fezem parte: a) uma vivência de histórias orais para crianças ministrada pela atriz e narradora Stephany Metódio; b) uma vivência de concepção de ilustrações ministrada pela designer e historiadora Katarina Barbosa; c) a vivência "A música na África", com Nino Alves e Alexandre Revoredo; e d) a roda de histórias e conversas com o escritor Revoredo, que traz também o lançamento de seu livro "O casaco oco do Isaac", que fortalece o protagonismo negro na literatura infantil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar uma apresentação do espetáculo de narração oral afro brasileira "Luanda Ruanda - Histórias Africanas", no Centro Cultural Fortaleza - CE, com entrada gratuita; - Realizar o "Ateliê de oralidades", uma encontro que propõe uma vivência com todo o grupo Coletivo Tear, no Centro Cultural Fortaleza - CE; com acesso gratuito; - Realizar uma apresentação do espetáculo de narração oral afro brasileira "Luanda Ruanda - Histórias Africanas", no Centro Cultural Cariri - CE, com entrada gratuita; - Realizar o "Ateliê de oralidades", uma encontro que propõe uma vivência com todo o grupo Coletivo Tear, no Centro Cultural Cariri - CE; com acesso gratuito; - Realizar uma apresentação do espetáculo de narração oral afro brasileira "Luanda Ruanda - Histórias Africanas", no CCBNB em Souza - PB, com entrada gratuita; - Realizar o "Ateliê de oralidades", uma encontro que propõe uma vivência com todo o grupo Coletivo Tear, no CCBNB em Souza - PB; com acesso gratuito; - Realizar uma apresentação do espetáculo de narração oral afro brasileira "Luanda Ruanda - Histórias Africanas", na Aldeia indígena PANKARARU, em Jatobá - PE, com entrada gratuita; - Realizar o "Ateliê de oralidades", uma encontro que propõe uma vivência com todo o grupo Coletivo Tear, na Aldeia indígena PANKARARU, em Jatobá - PE; com acesso gratuito; - Realizar uma apresentação do espetáculo de narração oral afro brasileira "Luanda Ruanda - Histórias Africanas", na Comunidade Quilombola poços do Lunga, em Taquarana - AL, com entrada gratuita; - Realizar o "Ateliê de oralidades", uma encontro que propõe uma vivência com todo o grupo Coletivo Tear, na Comunidade Quilombola poços do Lunga, em Taquarana - AL, com acesso gratuito.
O enquadramento do projeto no Art. 1º da Lei 8313/91 é fundamentado pelo fato de que o mesmo, segundo os seguintes incisos, opera no sentido de: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País". Já em relação ao Art. 3° da Lei 8313/91, referente aos objetivos que serão alcançadas com o projeto, o mesmo se enquadra no inciso II: "Fomento à produção cultural e artística", alínea C: "Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore". O "Luanda Ruanda - Histórias Africanas" nasce de experiências e vivências em comunidades quilombolas de Garanhuns-PE, onde existem 7 quilombos que se expressam em territórios de residência originários do Quilombo dos Palmares. Podemos contextualizar que o Brasil ainda revela histórias de resistência à escravidão, que se mostram através de diferentes modelos de organização social. Tais resistências, atualmente, ainda podem ser encontradas sobretudo nessas comunidades de remanescentes quilombolas, que permanecem como símbolos de resistência e de pioneirismo na luta pelos direitos à liberdade e autonomia da cultura afro-brasileira e dos seus ancestrais. Na atualidade, a dificuldade de manter elementos históricos e artísticos da própria cultura afro-brasileira, é consequência das tentativas de um apagamento histórico, e na sociedade moderna, a globalização agrava a manutenção das culturas dos povos tradicionais. E nessa perspectiva a figura tradicional que se chama o/a Griô, que é contador(a)/perpetuador(ra) das histórias de seu povo, tem desaparecido das comunidades e com ele, seus mitos e lendas, tendem a desaparecer também. Há aí, uma necessidade de retomada e preservação dessa prática cultural nas comunidades quilombolas. O presente projeto visa levar uma caravana com uma vivência agregada ao espetáculo de narração de histórias orais afro-brasileiras "Luanda Ruanda - Histórias Africanas" que no ano de 2023 estará completando 10 anos de história e atividades e já circulou por 15 comunidades quilombolas em Pernambuco. O espetáculo reúne histórias, cantos, mitos e lendas de domínio público, com temática afro-brasileira. As histórias são contadas com a intervenção da musicalidade africana executada ao vivo e com o uso de elementos visuais que trazem traços da identidade afrocentrada (fotos e vídeos anexos ao projeto dos 10 anos de trajetória). A maior parte da equipe é composta por pessoas negras e o grupo se identifica com a literatura africana, além de trazer suas vivências nas comunidades quilombolas na construção do espetáculo. Há também uma preocupação com acessibilidade em atender um público que dificilmente é contemplado em espetáculos desse formato, que são as pessoas com deficiência auditiva, através de um intérprete de libras e audiodescrição. A presente proposta visa então levar a "Caravana Luanda Ruanda" para o centro cultural do Banco do Nordeste em Sousa-PB, território onde nem o grupo, nem o espetáculo teria condições de acessar se não fosse através de uma chamada de incentivo público. Além do espetáculo, a caravana irá realizar o "Ateliê de oralidades", que trará a vivência sobre histórias orais "Minha história vou contar no pé do Baobá" ministrada pela atriz e narradora Stephany Metódio; uma vivência de concepção de ilustrações para literatura, ministrada pela designer e historiadora Katarina Barbosa; a vivência "A música na África" com Nino Alves e Alexandre Revoredo, e a roda de histórias e conversas com o escritor "Revoredo" que traz também o lançamento de seu livro "O casaco oco do Isaac" (já publicado), que fortalece o protagonismo negro na literatura infantil. As vivências se correlacionam através do tema central abordado e serão ministradas pelos membros do grupo. A iniciativa pretende então instigar as pessoas a ouvirem e se contextualizarem acerca das histórias afro-brasileiras e dos saberes populares. A partir disso, além de compartilharem essas histórias, pretendemos propiciar a ida do grupo de artistas até o povo em localidades onde o espetáculo e a caravana ainda não chegou, mapeando também narrativas populares de cada localidade visitada para ir registrando também as narrativas através das vivências, contemplando um público de idade diversa. Porém, para realizar apresentações em territórios mais distantes, é de fato necessário o incentivo financeiro. A distância, contratação de serviços, mão de obra específica, exigem uma demanda financeira maior. Por esse motivo, estamos propondo para este edital a "caravana" do projeto, haja visto, que as circulações anteriores puderam além de oportunizar o acesso aos bens culturais em áreas mais remotas como são as comunidades quilombolas rurais e indígenas, movimentar a rede econômica de um grupo do interior do estado de Pernambuco. Este projeto justifica-se, como ferramenta de combate ao racismo impregnado na nossa sociedade, que conta uma história equivocada sobre o povo negro, reduzindo-o a estereótipos para justificar um sistema estruturalmente racista, capitalista e do patriarcado. O projeto anda na contra-mão desse sistema no momento que acessamos esses lugares com informações construtivas, valorizando cada sujeito de direito, pontuando que o fomento à cultura é essencial para a manutenção de uma nação, pois manter uma cultura custa caro para os povos tradicionais. No momento que um projeto como esse propõe uma sensibilidade de leitura sobre os povos tradicionais, ele permite e possibilita contribuir para a manutenção de nossas identidades e raízes, valorizando cada história, cada palmo de terra daqueles territórios, assim podemos construir uma sociedade que possa ressignificar a história do povo negro, de forma lúdica, quebrando/desconstruindo/reformulando atitudes e pensamentos racistas através da cultura, da arte e da oralidade.
É na tradição oral que se fundamenta a identidade cultural de um povo. Ela é parte integrante na historicidade do ser humano. A palavra na tradição africana é um elemento de construção da identidade, da cidadania e da autonomia na medida em que permite avaliar a necessidade de manter ou modificar as formas de vida com o objetivo de construir coletivamente um futuro diferente.Essa tradição valoriza a expressão oral, potencializa a comunicação entre os indivíduos de uma nação aproximando-os através da voz, da memória, da música, das cores, dos costumes e das diversas histórias que entrelaçadas formam sua identidade.O Ateliê de oralidades é um ciclo formativo com vivências através de contos, mitos e lendas da tradição oral africana e afro-brasileira e é direcionada ao público infantil ou para um público de formadres de opnião, artistas e educadores, no intuito de resgatar os valores da cultura afro-brasileira no nosso país. A Caravana Luanda Ruanda se divide em duas etapas: uma de fruição/circulação, que é a apresentação do próprio espetáculo, e uma de formação, que se subdivide em 04 ações formativas que aqui chamamos de "Ateliê de oralidades". ETAPA DE FRUIÇÃO (EXECUÇÃO DO ESPETÁCULO "LUANDA RUANDA - HISTÓRIAS AFRICANAS"): O Luanda Ruanda foi concebido depois de uma pesquisa de cerca de 200 historias e lendas do domínio público africano e afro-brasileiro, onde três delas foram adaptadas para o espetáculo que dura em média uma hora. O espetáculo fortalece diretamente as narrativas orais de raízes Africanas e afro- brasileira, contribuindo para a uma maior aceitação da identidade negra e sobretudo para o enfretamento do racismo. O Luanda Ruanda é indicado para todas as idades. Rider Técnico “Luanda Ruanda - Histórias Africanas” - 01 Mic auricular - 02 Mic SM58 (com fio) - 02 pedestais para microfone - Mesa de som com efeito (mínimo 8 canais) - 04 monitores de palco (250w) - PA compatível com o espaço - Direct box para Violão - Direct box para Octapad - 02 entradas AC 220v. O espetáculo pode ser apresentado ao ar livre ou em locais fechados. Mas para o CCBNB iremos fazer no Teatro do Centro Cultural de SOUSA. ETAPA DE FORMAÇÃO (EXECUÇÃO DO "ATELIÊ DE ORALIDADES"): O ciclo é ministrado pelos integrantes do Coletivo Tear, que trazem as experiências do espetáculo "Luanda Ruanda - Histórias Africanas" para a sala de aula, num contato direto com o público. Utilizando-se de técnicas literárias, teatrais e exercícios didáticos, os artistas fazem uma viagem pelas lendas, músicas e costumes remanescentes do continente africano, desde o mito yorubá da criação do mundo até a cultura dos seus povos, dando enfoque ao contador de História de tradição africana: o "Griô" e a Literatura de tradição Oral. As vivências serão interativas com histórias, cânticos e atividades manuais que dão um toque lúdico ao ambiente de aprendizado, trabalhando os valores identitários afro-brasileiros. 01 - ?Minha história vou contar no pé do Baobá?, uma vivência sobre narrativas orais ministrada pela atriz e narradora Stephany Metódio. A vivência irá abordar através de jogos, leituras mediadas e técnicas literárias básicas, a estética das histórias orais afro-brasileiras. A vivência terá duração de duas horas e atenderá até 25 pessoas. 02 - Uma vivência de concepção de ilustrações ministrada pela designer e historiadora Katarina Barbosa, que irá abordar estéticas de traços e cores, pinturas com pigmentações naturais e colagem com materiais reciclados, baseadas em trabalhos e estudos de diversas ilustrações de livros infantis que trazem as histórias orais afro-brasileiras. A vivência terá duração de duas horas e atenderá 25 pessoas. 03 - a vivência "África-Brasil, a música dos povos" com Nino Alves e Alexandre Revoredo, que irá abordar sons, cantigas e ritmos oriundos da cultura afro-brasileira através de exercícios de consciência corporal, paisagens sonoras e toques de instrumentos musicais. A vivência terá duração de duas horas e atenderá 25 pessoas. 04 - a roda de histórias e conversas com o escritor "Revoredo" que traz também o lançamento de seu livro "O casaco oco do Isaac", que fortalece o protagonismo negro na literatura infantil. Um encontro entre o escritor e o público, proporcionando uma interação das crianças diretamente com o artista, fortalecendo a relação livro-leitura e trabalhando a literatura infantil através de um livro que traz o protagonismo negro em seu cerne. O lançamento do livro poderá contar com a mediação de um membro do grupo, ou de um profissional dos centro cultural. A ação tem duração média de uma hora e atende a capacidade de publico do centro.
Em conformidade com o Art. 25 da Instrução Normativa MinC nº 1/2023, serão adotadas as seguintes medidas para garantir acesso ao conteúdo às pessoas com deficiência intelectual: - Aquisição de 05 (cinco) Abafadores de ruído - Os abafadores de ruído auxiliam pessoas que têm hipersensibilidade auditiva a conseguir transitar em ambientes que tenham ruídos e que se utilizem de som como shows, apresentações e cinemas. - Aquisição de 02 (duas) Pranchas de comunicação (CSA - baixa tecnologia/impressas) - As pranchas de comunicação alternativa CSA (Comunicação Suplementar Alternativa/Aumentativa) em baixa tecnologia/impressa, são facilitadoras na comunicação nos ambientes onde as pessoas com autismo e que não dispõem de comunicação verbal/vocal transitem de forma facilitada. As referidas aquisições serão custeadas com recursos próprios do proponente. Ações de acessibiidade adotadas no projeto de acordo com seguintes incisos/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 Art. 28. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realização da vivência Ateliê de oralidades; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; *além dessas ações previstas no art 28, o projeto também propõe as seguintes ações de acessibiidade por produto: PRODUTO: Espetáculo de Artes cênicas: "Luanda Ruanda - Histórias Africanas" ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. PRODUTO: Vivência Ateliê de Oralidades ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. Resumo das ações de acessibiidade para ambos os produtos: 01. Tradutor de LIBRAS ou implementação de legenda em vídeos e VTs exibidos no evento02. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva / motora / visual03. Realização do evento em espaço com requisitos de acessibilidade04. Existência de rampas/corrimões05. Vagas para PCDs no estacionamento06. Existência de banheiros adaptados 07.Audiodescrição
De acordo com o disposto no Art. 29 e 30 da IN MinC nº 11/2024, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento): Todas as ações do projeto serão realizadas de forma inteiramente gratuita e aberta a toda a população interessada; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil: Todas as ações do projeto são voltadas majoritaria e preferencialmente ao público infantil e infantojuvenil.
A proponente do projeto, Stephany Metódio, desempenha papel central na concepção, pesquisa, dramaturgia e execução do projeto, sendo a principal responsável pela gestão dos processos decisórios referentes às ações da proposta, de forma que o presente projeto não contraria a regulamentação relativa ao uso do Incentivo Fiscal. Concepção, pesquisa e dramaturgia: Stephany MetódioNarratriz: Stephany MetódioMúsicos: Alexandre Revoredo - Diretor musical (violão e efeitos) | Nino Alves (percussão e efeitos)Direção: Coletivo Tear (Stephany Metódio, Alexandre Revoredo, Nino Alves e Katarina Barbosa)Figurino e adereços: Katarina BarbosaTécnico de som: Efraim RochaProdução: Katarina Borbosa STEPHANY CRISTYNE DE SOUZA SILVA METODIO Currículo Resumido:Artista e arte educadora. Gestora, produtora e curadora cultural, com formação em letras e gestão cultural, tem seu trabalho focado em oralidades e culturas de tradições africanas, afro-brasileira e afro-indígena, economia criativa e impacto social.Há 10 anos trabalha com comunidades quilombolas através do projeto narração oral "LUANDA RUANDA HISTÓRIAS - AFRICANAS", contemplado em diversos editais e prêmios como: Funcultura-PE e Lei Aldir Blanc.Há 12 anos trabalha com economia criativa no interior de Pernambuco, também é Coordenadora e idealizadora do Aldeia Tear, espaço colaborativo de fomento cultural na região do Agreste Meridional Pernambucano, gerido em conjunto por artistas.Desenvolve projetos incentivados por editais nas linguagens de: música, literatura, audiovisual, povos tradicionais e teatro como produtora executiva, administrativa, curadora, idealizadora, artista e pesquisadora.É Membro da célula de pesquisa da RIPA (Rede interiorana de artistas, técnicos e produtores de Pernambuco).Co-fundadora: Aldeia Tear | Coletivo Tear KATARINA BARBOSACurrículo Resumido:UX Research, com formação em História, Serviço Social e produtora cultural, tem seu trabalho focado em comunidades quilombolas, economia criativa e impacto social.Há 13 anos trabalha com comunidades quilombolas através do projeto "Visto o que é meu!", contemplado em diversos editais e prêmios como: Funcultura-PE, Banco do Nordeste, Fundação Palmares , Prêmio Inspirar 2021 e Funarte.Há 10 anos trabalha com economia criativa no interior de Pernambuco, também é Coordenadora e idealizadora do Aldeia Tear, espaço colaborativo de fomento cultural na região do Agreste Meridional Pernambucano, gerido em conjunto por artistas.Desenvolve projetos incentivados por editais nas linguagens de: música, literatura, artes visuais, povos tradicionais e moda como produtora executiva, administrativa, curadora, idealizadora, figurinista e performer.É Membro da célula de pesquisa da PretUX, comunidade que busca potencializar a inserção de pessoas pretas no mercado de trabalho.Co-fundadora: Aldeia Tear | Coletivo Tear ALEXANDRE REVOREDO:Currículo Resumido:Alexandre Revoredo é músico, compositor e poeta. Discente do curso de letras na UPE, onde desenvolveu projetos acerca da literatura contemporânea e da história da música na cidade de Garanhuns.O artista transita entre a música e a literatura e desenvolve projetos se utilizando das duas linguagens. Elenca o grupo de artes integradas Coletivo Tear, criado em 2011 e é um dos gestores do espaço cultural Aldeia Tear, além de participar/produzir diversos projetos literários e musicais.Sua canção vem da sua relação com o cancioneiro da música popular brasileira, tendo o violão como guia. Sua poesia vem da tradição popular, com rimas e versos metrificados e dialoga com a filosofia e suas observações acerca das coisas do mundo.Seu trabalho musical possui parcerias com diversos artistas/poetas do estado de Pernambuco.Autor do livro infantil "Dianimal" editado pela CEPE e de "O casaco oco do Isaac" pela editora Vacatussa e incentivado pelo Funcultura, também está finalizando o livro de poesias "Milimétricas métricas".Em março de 2020 lançou nas plataformas digitais seu primeiro CD autoral intitulado "Revoredo" com 11 faixas autorais e inéditas. Transitando entre o MPB e o regional, com toques sensíveis de afrobrasilidade, o álbum traz uma pluralidade de ritmos e poéticas, sempre pautado pela riqueza lírica da canção, da poesia cantada, da engenhosidade sutil e requintada das rimas e versos. Foi vencedor do prêmio da música de Pernambuco na categoria Melhor cantor e melhor show/DVD.Junto ao Coletivo Tear, o artista movimenta a cena artístico-cultural no Agreste Meridional. O artista é responsável por algumas das maiores movimentações independentes musicais e artísticas em Garanhuns nos últimos 08 anos e a importância do seu nome para a cadeia produtiva da região é notória através de projetos como a Mostra Mundaú de Canções, o Studio Tear, o TeArte - Viva o Coletivo; O Livro em Cena, Luanda Ruanda - Histórias Africanas, Ayô - Histórias de Griô e Histórias da Caixola. NINO ALVES:Currículo Resumido:É percussionista, compositor é poeta. Toca desde os oito anos de idade e realiza experimentações sonoras percussivas em objetos inusitados e inesperados. Músico muito criativo e ativo na região, acompanha diversos artistas, todos com trabalhos relevantes voltados para a música e a poesia. Nino Alves traz em suaconstrução, fortemente a influência de grandes nomes da música brasileira como Naná Vasconcelos, Airton Moreira, Hermeto Pascoal, além da influência das percussões africanas e regional.Percussionista profissional há 20 anos, natural de Recife. Entrou no universo da música logo criança, através dos ritmos e batuques que seu avô, Manoel de Deus, tocava nas rodas de choro em Recife. Seu tio era porta estandarte de um maracatu de baque virado e sempre o levava junto às rodas e ensaios. Em 2002 começou sua carreira como percussionista ao vir morar na cidade de Garanhuns. Nessa época, ingressou na banda "Muendas". Através da banda, o artista fez então uma imersão nos ritmos regionais com ênfase nos Pernambucanos. Daí não parou mais de pesquisar, sempre buscando novidades e conhecimento.Sua disciplina e versatilidade abriram espaço para trabalhar com vários outros artistas de Garanhuns: Klayton Danata (trabalho voltado para o pop e soul), Léo Noronha (Mpb), Karla Rafaela (Pop), Michelly do Anjos (forró pé-de-serra), grupo Só Choro (chorinho), O Samba (samba e bossa-nova) e Alexandre Revoredo (world music).Desde então, Nino Alves vem construindo seu universo musical. Cercado da percussão tradicional e de instrumentos reciclados e inusitados. Em 2016, fez seu primeiro show autoral pelo projeto Conexões Sonoras do Sesc em Garanhuns, dando vida a suas composições instrumentais. Posteriormente, apresentou o mesmo show no projeto AYÔ, no Coletivo Tear. Em novembro de 2018, acompanhado por mais três músicos lançou seu show "ExperimentaSons" na Mostra Canavial de Música Instrumental na cidade de Aliança - PE. Em 2019, o artista compôs a programação da Mostra Marcos Freitas Território das Artes, no CPC do Sesc Garanhuns com a performance musical: ?Sonoridade das Águas, fazendo um passeio percussivo pelos sons e sensações que as águas nos possibilitam?.Durante a pandemia, no ano de 2020, Nino participou de vários festivais on-line, entre eles: Festival Virtual Tô Aí! (Petrolina-PE), 3ª Festival Som dos Tambores (São Paulo-SP) e Festival Música em Domicílio (TVU Recife). Seguindo durante a pandemia, no ano de 2021, retorna ao palco da Mostra Canavial de MúsicaInstrumental, em sua edição on-line, compõe a grade de artistas do Circuito Aurora Instrumental (Recife-PE), tem seu show ?ExperimentaSons? exibido na TV Educativa da Bahia e participa da primeira edição da Sambada Rural no museu Poço Comprido (Vicência-PE).Em 2022 seu trabalho chega em terras estrangeiras, fazendo sua primeira turnê internacional com a Orquestra Rural, Nino acompanha mestres da cultura popular em apresentações em Portugal e Espanha. Ainda na Europa faz uma série oficinas em Lisboa e Covilhã ? Portugal e apresenta seu show solo ?Pulsar? no Andy Living em Covilhã ? Portugal.Além do trabalho autoral, recentemente Nino Alves tem acompanhando diversos artistas em destaque no cenário musical pernambucano como: Adiel Luna, Alexandre Revoredo, Coco de Fulô, Gabi da Pele Preta, Karynna Spinelli, Ricco Serafim, João Euzé, Zé Barreto, Toadas de Pernambuco .
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.