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PRONAC 2413432Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

COMO VIVEM OS ARTISTAS

GILLRAY COUTINHO BITTENCOURT FILHO
Solicitado
R$ 434,7 mil
Aprovado
R$ 434,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-06
Término
2025-09-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Compreende período de ensaios, montagem e três meses de apresentações na cidade do Rio de Janeiro do espetáculo teatral COMO VIVEM OS ARTISTAS, peça inédita de Gillray Coutinho.

Sinopse

SINOPSE:Dois personagens, um homem e uma mulher, ela aspirante à atriz, ele já desiludido com a carreira, compartilham um mesmo apartamento na cidade do Rio de Janeiro e vivem as contradições entre seus pontos de vista e expectativas quanto ao futuro na profissão.Zé Carlos e Letícia nasceram em Vassouras e vieram tentar a sorte como atores na cidade maravilhosa, com 20 anos de diferença entre as duas tentativas.Ao longo da comédia, acompanhamos o difícil e infrutífero caminho da jovem atriz, que se mete em um espetáculo infantil de gosto duvidoso, onde conhece alguns emblemáticos personagens do submundo teatral da grande cidade. Ao mesmo tempo, vemos como Zé Carlos cada vez mais enclausurado e distanciado da profissão de ator, pontuando esse abandono da carreira com comentários ácidos e nem sempre muito justos. Os dois atores se desdobram em todos os cinco personagens que compõem a peça. A PEÇA PELO SEU AUTOR: Os personagens principais de COMO VIVEM OS ARTISTAS são um casal de atores que ninguém quer ser. Quando pensamos em atores e atrizes, geralmente fazemos uma ponte com aqueles famosos que nos acostumamos a ver desde crianças na televisão. E que são certamente a maior fonte de inspiração dos novos talentos que se aventuram todos os dias nessa profissão. É fato que a classe média hoje em dia planeja para seus filhos dois futuros: ser jogador de futebol e ser artista de televisão (ter um filho influencer também pode ser uma aspiração dos pais das novíssimas gerações). Afinal, quem não quer ficar famoso e rico antes dos trinta, como é o destino dos aquinhoados pela sorte em quaisquer dessas grandes carreiras? A internet, a literatura e o cinema estão repletos de histórias de sucesso de ex-Joões-Ninguém que se tornaram celebridades nacionais fazendo gols ou dando beijinhos na tela (recentemente fazendo dancinhas na Rede Social também vale). Não se fala muito sobre o outro lado. E existe o outro lado. A maioria dos jogadores de bola no Brasil não ganha nem pras passagens de ônibus. Apenas uma parcela infinitamente pequena consegue um bom contrato em um grande clube, chegar a seleção e vai parar no milionário mercado exterior (não necessariamente nessa ordem). Isso em se tratando dos homens. Porque em se tratando das mulheres a coisa é ainda pior. O campo das artes dramáticas, por sua vez, igualmente pode ser muito cruel. Não é nada fácil a vida de artista tal como ela é realmente na maioria dos casos. Aqui, nessa peça, não fugimos de paparazzi, não temos a nossa intimidade devassada por fofoqueiros de plantão nem estamos disputando polpudos cachês ou cliques na Rede Social para vender cerveja e mobiliar nossas mansões. Aqui nós enfrentamos a luta diária pela sobrevivência, tateando um caminho muitas vezes tortuoso que nunca se sabe se vai mesmo conduzir ao sucesso. Fazemos peças ruins, nos deparamos com a falta de patrocínio e de público, aceitamos pequenos papéis, fazemos quaisquer negócios e estamos sempre à beira de largar tudo todos os dias (ou de sermos largados). Somos uma massa dos excluídos com pequena possibilidade de ascensão. Nossa bandeira é uma esperança desenfreada que precisa ressurgir a cada não, a cada vaia, a cada espetáculo quase sem espectador. Mas se merecemos estar em COMO VIVEM OS ARTISTAS é porque talvez valha à pena o sacrifício de andar percorrendo as sombras. Talvez ainda exista uma luz para nós e é por isso que viemos ter aos senhores. (Gillray Coutinho)

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: - Realizar a produção, ensaios, e primeira temporada do espetáculo COMO VIVEM OS ARTISTAS, com texto inédito de Gillray Coutinho e direção do autor, que também estará no elenco, na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar bate-papos entre a equipe do espetáculo e o público sobre questões do teatro contemporâneo e temas abordados na peça; - Realizar pelo menos um ensaio aberto na semana de estreia do projeto; - Atingir um público total de mais de 8 mil pessoas com ingressos a preços acessíveis; - Alcançar novos públicos, tornando o espetáculo acessível a públicos de baixa renda, através da distribuição de pelo menos 10% de gratuidades, contribuindo para a democratização do acesso à população a produtos cultuais e artísticos; _ Atingir um público de variadas classes sociais e pessoas de qualquer formação cultural ou intelectual, apresentando uma obra de fácil entendimento; - Promover o desenvolvimento e a difusão de produções de artistas brasileiros; - Disponibilizar um produto de artes cênicas ao público jovem e adulto, sem distinção de gênero, formação cultural, ou classe social; - Fomentar o mercado cultural, gerando mais de 50 postos de trabalhos diretos e indiretos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar dois meses de ensaios como preparação do espetáculo e sua produção na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar três meses de uma primeira temporada em teatro a ser escolhido na cidade do Rio de Janeiro, com capacidade acima de 150 espectadores por sessão, para a realização de pelo menos 4 sessões semanais, num total mínimo de 48 apresentações (sendo pelo menos 1 sessão semanal com tradução em LIBRAS e 1 sessão mensal inclusiva com audiodescrição); - Realizar ao menos um ensaio aberto gratuito fechado para ONGs e Instituições públicas de ensino na cidade do Rio de Janeiro. O ensaio aberto contará com a presença de um intérprete de LIBRAS; - Realizar ao menos um bate-papo semanal com a equipe do espetáculo discutindo o tema da peça, que envolve a carreira do artista de teatro no Rio de Janeiro, especialmente o artista oriundo de cidades do interior do estado ou do país; os bate-papos contarão com tradução em LIBRAS.

Justificativa

Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, segundo no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de parte dos ingressos para o espetáculo.

Estratégia de execução

CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficina para atores e não atores gratuita, 1 vez por semana, três antes de 1 sessão, TÉCNICAS DE INTERPRETAÇÃO E ESCRITA DO TEXTO, com até 20 vagas, com metade das vagas reservadas a pessoas de baixa renda.

Especificação técnica

PEÇA TEATRAL: Comédia contemporânea em 1 ato para 2 atores. Conta com 5 personagens e se passa em diversos lugares na cidade do Rio de Janeiro. TRILHA SONORA COMPOSTA. DURAÇÃO: 90 minutos.

Acessibilidade

Em atendimento a IN nº 1, de 10 de abril de 2023, serão adotadas as seguintes medidas: PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade física: O espaço/teatro a ser definido para a realização do espetáculo apresentará condições de acessibilidade, ou seja, possuirá rampa(s) de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Iremos realizar 13 sessões inclusivas com intérprete de Libras na cidade do Rio de Janeiro, sendo 1 sessão por semana de temporada; Deficientes visuais: Serão realizadas 3 sessões inclusivas com audiodescrição na cidade do Rio de Janeiro, sendo 1 sessão por semana: Pessoas com TEA (transtorno do espectro autista): Em todas as sessões teremos lugares reservados de fácil escape, prioridade na entrada e saída do espetáculo e abafadores de ruídos. PRODUTO SECUNDÁRIO – ENSAIO ABERTO: Acessibilidade física: O espaço/teatro a ser definido para a realização do ensaio aberto apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, rampa(s) de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Realizar 1 ensaio aberto com intérprete de Libras na cidade do Rio de Janeiro; Pessoas com TEA (transtorno do espectro autista): Em todas as sessões do ensaio aberto teremos lugares reservados de fácil escape, prioridade na entrada e saída do espetáculo e abafadores de ruídos. PRODUTO SECUNDÁRIO – BATE PAPOS: Acessibilidade física: O espaço/teatro a ser definido para a realização do ensaio aberto apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, rampa(s) de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Os bate-papos contarão com intérprete de Libras para o público deficiente auditivo;

Democratização do acesso

O projeto se propõe o público habitual de teatro e também classes menos favorecidas economicamente, universitários e pessoas de baixa renda, com ênfase nas escolas e universidades públicas. Pretendemos atingir formadores de opinião, como professores, jornalistas, críticos e outros. Em função de sua temática, o espetáculo deverá atrair público específico como estudantes e artistas de teatro, além de pessoas oriundas de outras cidades e estados; Além das apresentações do espetáculo o projeto também oferece: Ensaio Aberto: Realização de pelo menos 1 ensaio aberto gratuito antes da estreia, na cidade do Rio de Janeiro. Os dois ensaios abertos contarão com tradução em Libras. Bate papos: Realização de bate-papo gratuitos após sessões específicas semanais de sábado, com intérprete de libras Para o PRODUTO PRINCIPAL, serão adotadas as seguintes medidas (em conformidade às regras previstas na IN nº 1, de 10 de abril de 2023): - Distribuição gratuita de 10% dos ingressos a organizações sociais e/ou instituições públicas de ensino; - Comercialização de 20% dos ingressos com valor promocional; - Cobrança de valor de meia-entrada para no mínimo 40% dos ingressos disponíveis para venda.

Ficha técnica

Proponente: GILLRAY COUTINHHO BITTENCOURT FILHO - ME Dirigente: GILLRAY COUTINHO BITTENCOURT FILHO COMO VIVEM OS ARTISTAS Texto e Direção: Gillray Coutinho - recebeu como ator os Prêmios Eletrobrás e Qualidade Brasil como Melhor Ator (Rio de Janeiro/2006 e São Paulo/2007) por O Púcaro Búlgaro. Indicado ao Prêmio Shell (Rio/2006) por esse mesmo trabalho. Indicado na categoria Elenco para o Prêmio Questão de Crítica/2015 em Vianinha Conta o Último Combate do Homem Comum. Atuou em outros mais de 20 espetáculos de teatro. Foi um dos fundadores do Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, de Aderbal Freire-Filho (1990-1995) e um dos criadores da Companhia do Paraíso (1994-1998). Faz parte da Coordenação Provisória da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais – SBAT. Além dos espetáculos citados acima, atuou em outras diversas montagens assinadas por Aderbal Freire-Filho, tais como A Mulher Carioca Aos 22 Anos, A Paz Perpétua, Jacinta, Hamlet, O Que Diz Molero, Luzes da Bohemia e Estatuto de Gafieira. Entre espetáculos de outros diretores citam-se As Polacas A Alma Boa de Setsuan e Palhaços. Escreveu e/ou dirigiu espetáculos como Linda, Lear, Novas Histórias do Paraíso, Dança do Homem Com a Mala, Blues – Uma Fantasia em Três Atos. No audiovisual atuou em mais de 40 produções, entre novelas, séries e filmes, como A Vida Invisível (longa premiado na mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes 2019 e indicado para representar o Brasil no Oscar 2020), Ricos de Amor, Pérola, Giovane Improtta, O Nome da Morte, Operações Especiais, Casa da Mãe Joana 2, Meu Nome Não é Johnny; A Grande Família, o filme; Os Normais 2, Impuros, A Grande Família, A Diarista, Mandrake, Os Suburbanos, Fantástico, Éramos Seis, Hebe, JK, Cordel Encantado, Arte do Artista e Magnífica 70. Atuação: Gillray Coutinho e atirz convidada (a definir) Cenografia: José Dias - participou de mais de 380 espetáculos, a maioria entre Rio e em São Paulo. Recebeu diversos prêmios, tais como Mambembe, IBEU-85, o Molière, Shell, entre outros. Recebeu a Medalha Pedro Ernesto no Rio de Janeiro/2003 e o Título de Benemérito do Estado do Rio de Janeiro/2004. Em 2009 foi laureado pela International Biographical Center, de Cambridge, Inglaterra, com o Título Top 100 Educators. Trabalhou também no audiovisual em filmes e novelas. Responsável pelos projetos de reforma de teatros como Gláucio Gill, Cidade, Ipanema, Planetário da Gávea, Miguel Falabela, Justiça Federal (Rio), Pedro Calmon (DF), Rio Negro (AM), entre outros. Participou como delegado na Quadrienal de Cenografia de Praga, República Tcheca em 1999. É Mestre e Doutor pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Autor do livro Teatros do Século XVIII ao XX. Iluminação: Djalma Amaral - é formado em Licenciatura em Artes Cênicas. Trabalha na área cultural desde 1984, tanto no teatro como em exposições, shows e ballets e audiovisual. Realizou trabalhos com vários profissionais importantes, tais como Paulinho da Viola, Beto Brown, Bia Bedran, Venício Fonseca, Caio Blat, Sueli Franco, Dudu Sandroni, Tina Ferreira, Fábio Ferreira, Nelson Xavier, Sidney Cruz, Wagner Tiso, Dias Gomes, Carolina Kasting, Marcos Palmeira, Luana Piovani, Aderbal Freire-Filho e Gillray Coutinho. Trabalho com grupos de referência artística como: Teatro de Anônimo, As Marias da Graça e o Grupo Moitará, Ballet Regina Miranda, Tania Nardine, Suelli Guerra, Ballet de Montreal, Ballet da Rússia, Grupo Mobillis. Acumula diversos prêmios desde 1987, como: Coca-Cola, Mambembe, ATACEN e outros. Foi professor substituto na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1999, e da UNIRIO - Universidade do Rio de Janeiro - em 2005 onde ministrou a cadeira de Iluminação Cênica. Figurino: A definir Trilha Sonora: Alexandre Negreiros Divulgação: A definir Redes Sociais: A definir Produção: A definir

Providência

PROJETO ARQUIVADO.